cu, menino, MF, Professora, virgem, xoxota
In estórias, narrador on 06/07/2009 at 21:55
Minha vida era sempre a mesma dentro daquele internato. Pela manhã, estudava, à tarde trabalhava e a noite após o chamado estudo noturno, assistia um pouco de TV e acabava na cama cansado, pronto para no outro dia tudo recomeçar. Abandonado ali desde os 6 anos de idade, e convivendo com os demais meninos nas mesmas condições, sempre alimentava a esperança de um dia aparecer uma família que definitivamente me adotasse e por fim, me desse uma vida mais digna e com mais perspectivas.
Ao contrário dos demais meninos, procurava ser sempre obediente, tanto na sala de aula com também nas demais atividades que envolviam minha rotina. Minhas notas sempre foram as melhores da classe, e meu comportamento de forma geral, era sempre elogiado pelos professores e monitores do Internato.
broche, fodida, Moçambique, prostituição, puta, virgem
In estórias, xicuembo on 03/07/2009 at 01:00
Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e maminhas empinadas, com a pele muito macia, cor de chocolate. Tinha um rosto bonito, de olhos vivos e lábios carnudos, com um sorriso espontâneo e quase infantil que explodia em francas gargalhadas. Era muito alegre e maliciosa, mas ainda tinha a timidez de uma menina.
Fodi-a muitas vezes no seu quartinho ao fundo do quintal. Depois de me vir, gostava de ficar a conversar com ela, curioso de conhecer a sua vida de menina-puta. De início envergonhava-se com as minhas perguntas, mas quando lhe desatei a língua não se inibiu de me narrar toda a sua actividade sexual na vizinhança, entrando mesmo em pormenores, se eu insistia. Se lhe faltavam os termos em português para descrever as cenas, simulava-as com gestos obscenos e meneios sugestivos. Essas narrativas davam-ma tuza, e muitas vezes eram seguidas de segunda foda, que a Alzira, compreensiva, cobrava a meio preço.