estórias com sexo

para masturbar insónias

Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido

Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…

Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.

De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.

Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).


Conversa vai conversa vem, ela disse que era cantora, e que cantava na banda gospel do marido. O marido também era cantor. Falei que era guitarrista, e ela adorou. Disse que podíamos fazer algo juntos. Daí começámos a trocar e-mail e a nos comunicarmos. Ela no interior de São Paulo, eu no Rio. Chamei ela para me visitar e ela não quis alegando ser casada e só viajar com o marido. Daí ela me fez o convite para visitá-la quando quisesse, pois as portas estariam abertas. Perguntei do marido e ela disse que ele era um cara pacifico, e brincou, “mas não vá querer estuprar ele também não viu?” Eu falei, claro que não. Eu fiquei pensando no que ela tinha dito: “também não”.

O “também” ficou martelando na minha cabeça. Depois de algum tempo decidi ir a Sampa para visitá-la, com o pretexto de ir ver uma tia que estava doente. Ela ficou muito alegre e disse que iria me buscar, e falou que poderia me hospedar em sua casa pelo tempo que fosse preciso. Adorei aquilo.

Viajei, e chegando na rodoviária de São Paulo, lá estava ela… acompanhada do marido. Batemos os olhos e nos conhecemos, sabia que ela era gordinha, mas não muito, tinha cabelos louro amarrado com aquele pompom atrás. Usava saia, pois era evangélica, e tinha-me dado as descrições da sua roupa.

Nos apresentámos, e ela ao me apresentar para o marido, que era um gordinho alto, e sério, ela me apresentou dizendo que eu era o guitarrista que ela conheceu na sala de bate papo. O marido apertou a minha mão e fomos para o carro.

Eram um casal jovem, pelos menos para minha idade, tenho 35 anos, eles aparentavam ter uns 20 ou 22 anos. No caminho o cara só falava em musica, e a mulher dele não parava de me olhar. Eu sempre a encarava e ela tirava os olhos de mim. No carro ela perguntou se queria ir ver a minha tia antes de ir para a casa deles (que tia?), eu disse que preferia descansar.

E fomos, era uma casa simples e aconchegante com muitos cds e dvds, uma boa aparelhagem e tudo mais. Havia apenas dois quartos, um no andar de cima e outro, que era o meu, no andar de baixo. O cara não desgrudava da mulher e de mim. Sempre falando em música, eu gosto de música mas já estava me dando nos nervos. Me chamaram para o ensaio da banda à noite e eu fui com eles. A mulher cantava muito, o marido também era um bom cantor. Ao irmos para casa, o marido finalmente desgrudou, e pediu que levasse a esposa para casa, porque ele iria arrumar o material junto com os outros músicos.

Fomos eu e ela conversando, eu sempre fazendo insinuações, e ela se retraindo. Ate chegarmos em casa. Ao fechar a porta, agarrei ela e dei um beijo. Ela me empurrou, e perdeu o controle gritando, e dizendo que ia contar ao marido, que ela não era vagabunda. E muitas outras coisas.

Sentei e fiquei calado, ela foi para o seu quarto. Eu fui para o meu e comecei a arrumar a minha mochila, quando o marido dela chegou. Eu pensei; “que se foda” e fui começando a sair, quando ele chegou na porta do meu quarto e começou a falar sobre a banda, se eu gostei do som deles. Eu falei que sim, que a banda era ótima.

Ele falou que queria fazer um show na cidade com a minha presença, eu meio sem saber disse que sim, que iria para o Rio buscar o meu instrumento e voltava depois. Peguei a mochila e fui embora. Ele pediu para eu esperar amanhecer, e eu disse que tinha pressa.

Queria cair fora daquela roubada, antes que a cidade se juntasse para me linchar.

Ele entendeu, e eu fui embora naquela noite para o Rio. Não sei o que aconteceu quando ele chegou ao quarto e a mulher dele falou que tentei agarrá-la. Mas não deu em nada, ela não falou, dois dias depois o marido me liga pressionando para que eu fosse para lá. Fiquei com medo, e se fosse uma armadilha? Mas queria ir.

Naquele dia à noite, recebi um e-mail dela, perguntando se eu iria ou não tocar com eles. Liguei para ela, conversando eu perguntei o que estava havendo. Ela disse que não tinha contado nada, por medo de alguma briga, (na certa com medo de ver o marido apanhar).

Voltei para a cidade com a cara e a coragem, mas ao mesmo tempo com medo. Tudo correu bem, ensaiei com eles e eles adoraram o meu som. Fiquei hospedado na casa deles mais uma vez. Acabei frequentando missas evangélicas com eles. Ela estava mais calada comigo. Eu sempre puxava conversa.

Fomos a uma pizaria, tomámos refrigerantes, comemos pizza, e o cara foi ao banheiro, ela me perguntou porque eu estava calado com ela. Mas era ela quem estava calada, expliquei, que estava louco por ela, e que não poderia ficar muito tempo na cidade para não sofrer mais. Ela disse que era mentira, que os homens são iguais, que só pensam em sexo, eu me enchi daquela conversa e disse que iria mijar também.

Fui chegando lá, o marido dela estava mijando, eu vi aquilo, aquela rolinha, como poderia ser? Era uma rola pequena mesmo, o cara só tinha bunda e banha. Não hesitei e tirei a manjuba para fora, dizendo. “Refrigerante também da vontade de mijar né?” Ele ficou meio sem graça em ver a minha rola, e disse que era verdade, depois botou a rolinha na calca e foi ficar com a mulher. Mijei e voltei para a mesa.

Todos agora estávamos sem graça. Dois dias depois o marido dela devido aos preparativos do show, teve que viajar para comprar alguns materiais, me chamou para acompanhá-lo, mas eu disse que estava meio com dor de cabeça. Ele foi e eu fiquei com a mulher dele só para mim, o dia se passou normal, até que eu a agarrei, e ela como da outra vez fez um escândalo.

Eu saí e fui à rua. A primeira coisa que me veio à cabeça foi beber. Tomei uns quatro copos de conhaque e voltei. Ela estava no sofá eu sentei do lado, e começámos a conversar, pedi desculpas e disse que às vezes eu não aguento. Ela disse que era melhor eu aguentar para não me ver com o marido dela. Eu rindo falei, “seu marido? Ele ia tomar tanta porrada, que ia ser feio para ele” depois abri o zíper da calça e botei a rola para fora dizendo, “seu marido tem um deste aqui?”

Ela olhou assustada, e correu para o quarto. Eu fiquei no sofá. Depois de alguns minutos ela voltou, foi para a cozinha beber água. Eu tirei a roupa e fui atrás, ela estava de saia, seria fácil pegá-la. Agarrei por trás e tapei a sua boca. Ela se debatia, mas eu a levava para o meu quarto. Joguei-a na cama e ela começou a gritar, pulei em cima dela, e tapei a sua boca, ela me deu um tapa, e passou a unha perto dos meus olhos, daí eu dei nela um tapa que até a minha mão doeu.

Ela então ficou quietinha chorando. Eu falei que ela me obrigou a fazer aquilo e que sentia que ela também estava precisando.

Por favor, não – ela dizia. Mas não tinha jeito. Aquela mulher forte tinha umas pernas, e uns seios bastante fartos.

Comecei a segura-lá e ela já estava mais calma. Falei para ela tirar a calcinha, ela hesitou, mas tirou. “Deite-se”, ela deitou. Então fui por cima dela, só que ela estava muito seca. Mandei ela se acalmar, e desci até àquela bucetona gorda. Ela nunca tinha sido tratada com carinho. Comecei a lamber e a lamber. Depois de pouco tempo ela estava molhada, quando fui para enfiar a rola, notei que ela segurava a minha cabeça. Continuei chupando aquela bocetinha, até que ela gozou, tentou segurar, mas gozou, eu senti.

Ela apertava minha cabeça com as pernas, e puxava o meu cabelo, fazendo um esforço para não gemer. Quando ela soltou minha cabeça, eu fui subindo beijando o seu pescoço, e depois a sua boca.

Botei a rola na entrada da sua buceta e comecei a empurrar, ela pedia para eu ir devagar. Então eu levantei as pernas dela, como que de frango assado, e comecei, a meter. A cada centímetro, ela dava um ai. Parei na metade da rola, e comecei a mexer um pouco dentro daquela buceta gorda e apertada. Estava começando a ficar mais lambuzada, daí soltei a suas pernas e enfiei o resto, com ela tentando controlar a enfiada.

Senti a rola bater lá no fundo. Ela ficou como uma criancinha, agarradinha a mim. Comecei a meter, e cada vez mais ela me apertava, nisso a luz estava apagada, eu quis acender, mas ela não deixou. Tirei a rola e mandei que ela ficasse de quatro, e ela perguntou como era isto. Não sabia como era ficar de quatro. Peguei-a pelos cabelos e coloquei-a na posição que eu queria. O rabo dela ficou todo empinado, deu vontade de meter, mas tinha que alargar. Meti na buceta, e comecei a enfiar forte. Puxando ela para o meu cacete, e ela quase gritando.

Comecei então a enfiar o dedo naquele cuzinho gordo. Ela não queria deixar, mas a minha força foi maior. Quando enfiei o dedo, ela começou a gemer o meu nome. Estava comendo a boceta dela e enfiando o dedo no seu chicote, e ela estava adorando, rebolando, soltou até o cabelo. Gozei naquela bucetona, e ela desabou, eu cai por cima dela, deixei a rola lá dentro da boceta.

Ela era tão cheirosa. Conversámos rapidamente sobre algo que não me lembro. E depois eu disse que queria comer o cu dela. Ela disse que doía, que já tinha ouvido falar. Eu conversei dizendo que faria com carinho e ela mais uma vez se esquivou. Eu então a agarrei, pois já estava atrás e encima dela. Comecei a tentar meter no rabo, ela me segurando. Mas não tinha jeito. Quando eu achei o buraquinho, comecei a enterrar, ela também já estava toda ensaboada no rabo. Virei ela de costas para mim na posição de W e fui enfiando, com ela pedindo para eu parar.

O marido dela chega. Do quarto ouvimos ele nos procurando. Bateu na porta do quarto, ficamos em silêncio. Subiu para o seu quarto no segundo andar. E procurou a esposa. Eu quis continuar enfiando e ela disse que não, mas que iria me dar depois com mais calma. Eu aceitei, mas não dispensei a sua buceta, aproveitei a posição, e enfiai na boceta, com ela pedindo para parar. Meti, e meti, e na hora de gozar puxei-a pelos cabelos e mandei que abrisse a boca ela não quis, mas depois cedeu, e eu gozei na sua boquinha, ela meio enojada, se limpou no lençol.

O marido continuava berrando do lado de fora. Da janela do seu quarto no primeiro andar, ele me viu, e desceu para o meu quarto. A mulher se assustou, mandei que fosse para debaixo da cama, e ela foi. O marido entrou no quarto. A cama toda desarrumada, um cheiro de sexo no ar, e perguntou se eu sabia da mulher dele.

Eu disse que ela tinha ido ao mercado. O cara começou a falar mal da mulher, sem saber que ela estava ali embaixo da cama, falou que ela como cantora principal, estava muito gorda. Eu a defendi dizendo que não a achava tão gorda assim, e que ele também era gordo. Ele se defendeu dizendo que ele como segundo cantor, (e dono da banda) poderia estar gordo, mas ela não. Falou também que a mulher estava precisando ensaiar mais. Eu a defendi mais uma vez.

Mas o que aconteceu depois foi óptimo. Ele pediu que eu ensaiasse com ela, separadamente. Eu aceitei no ato. Poderíamos usar o estúdio da banda até altas horas. Disse para ele, vá tomar um banho que sua esposa já deve estar chegando. Ele subiu para o banheiro do quarto, e ela saiu debaixo da cama. Não falou nada comigo e foi para o outro banheiro se lavar.

Subiu ao quarto e falou com o marido. Não pude ouvir. Fui tomar um banho demorado, e quando voltei para o meu quarto, a cama já estava toda arrumada, era ela. Estava me perguntando quando iríamos começar a ensaiar. No momento não tive pressa, e esnobei-a um pouco dizendo que assim que tivesse tempo. Agora, queria dormir. Ela meio chateada saiu do quarto e apagou a luz.

Um pouco mais tarde eu acordei, eles estavam na sala assistindo um dvd. Fui ficar com eles. Ela não parava de me olhar. Depois de algum tempo. Ela subiu para o quarto para dormir. Eu fiquei lá com o cara.

Ele era muito chato. Com a desculpa de uma ideia para um arranjo, perguntei se podia ir falar com a sua mulher. O cara falou; “ela está lá no nosso quarto. Pode subir”.

Fui lá e ela já estava deitada. Tomou um susto ao me ver e perguntou o que eu fazia ali. Eu disse que tinha ido lá para comer ela naquela cama, tranquei a porta, e fui para a sua cama. Ela me chamava de louco. Que não iria. E usou vários argumentos, disse que estava apaixonada por mim, e tudo o mais.

Disse que queria conversar, e que também estava toda ardida, da foda que eu dei nela mais cedo. Sentei na cama com ela e começámos a conversar. Ela me disse que era doida para ter um filho, mas o marido não consegue. Com ela esta tudo normal, mas ele não. Parecia que ela precisava de uma pessoa para desabafar.

Depois de muito conversar, o marido bate na porta do quarto que estava trancada. Ela correndo foi abrir. Eu fui para a janela do quarto, e vi que de lá dá para ver o meu quarto em baixo. E bem encima da minha cama.

O cara entrou e ficou brincando com o fato de eu estar trancado com a mulher dele no quarto. Era para fazer uma surpresa para o resto da banda. Entrámos na brincadeira e dissemos que sim. Falei que precisaríamos do estúdio para alguns ensaios sem a banda. Ele cedeu o estúdio para a ora que quiséssemos.

A mulher dele deu uma risadinha safada para mim.

E fomos passando os dias assim. Eu louco para comer aquele rabo gordo. Mas ela sempre pedia para não fazer. Tentámos uma vez, no estúdio da banda, e ela chorou. Mas era tão gostoso comer aquela putinha reprimida, que às vezes eu tinha paciência. Um dia eu iria comer de qualquer forma, por bem ou por mau.

Tive paciência. Um dia aconteceu que a mãe dela iria nos visitar. No dia da chegada foi ótimo. Ela era uma coroa muito gente boa, como qualquer pessoa do interior. Conversámos muito. Houve um momento em que minha cachorrinha ficou com ciúmes. Numa brecha das visitas tentei comê-la quando ela foi ao banheiro. Porem não houve chance. O escândalo seria imenso.

Na hora de dormir, foi que começou a acontecer a outra coisa; a casa tinha dois quartos. Então a ideia foi o marido vir dormir no meu quarto, e mãe e filha, dormirem no quarto de cima. Não tinha jeito. Fomos dormir.

O cara já estava na cama, eu falei que iria dormir no chão. E ele disse que a cama de casal dava para os dois. Eu então fui sem maldade.

Tirei a roupa que eu estava e coloquei um short de dormir. E brinquei dizendo que sou sonâmbulo, que é para ele não se assustar. Ele acreditou. Na calada da madrugada caiu uma chuva forte. Eu ainda acordado ouvi a janela encima se abrir, me levantei para olhar, e era a mãe dela, tirando uma roupa que tinha sido colocada para secar.

A janela se fechou. Quando fui voltando para deitar o cara se levantou, pegou no braço e levou até a cama. Pensava que eu estava dormindo em pé. Um pouco mais tarde, eu levantei para ir mijar. De madrugada minha rola fica dura igual a uma pedra, quando estou no banheiro, olha o cara lá me procurando e perguntando se eu estava bem. Entrei na brincadeira e fingi que estava dormindo. Com a rola dura e do lado de fora, ele pegou minha mão, e levou para o quarto. Deitando na cama, ele levantou a coberta e ficou olhando a minha rola.

Eu fique esperando. Mas ele deitou, e tentou dormir, houve uma hora em que ele deitou de bruços. Tinha um rabo maior que o da mulher. Minha pica que já estava dura ficou ainda mais. Mas eu nunca curti veado. Nunca comi um veado, nem nunca tive vontade de comer. Mas ali o cara não era veado, ou era enrustido. O instinto falou mais alto e eu quis saber; comecei a falar besteira.

E me aproximei. Ele olhou e depois olhou para baixo da coberta, e ficou olhando a minha rola, eu então botei uma mão na bunda dele, ele tirou, dizendo para eu parar. Eu fingindo ser sonâmbulo passei o dedo por aquele rego. Ele segurou a minha mão, e com uma voz de mocinha falou: “páraaa”.

Eu fiquei quieto, ele demorou, um pouco, meio afobado levantou e saiu do quarto. Depois de alguns minutos ele volta. Eu tinha tirado a roupa, e tirei a coberta de cima de mim. Fique lá deitado nu, com a rola apontando para o teto. Ele veio se deitar de novo. Se cobriu e me acordou para que me cobrisse. Ele então falou que eu estava andando sozinho pela casa, e que ele foi me buscar. Mas não falou que eu fiquei pegando na sua bunda.

Nos cobrimos. E tentámos dormir. Depois de um tempo ele chama o meu nome, eu finjo que estou dormindo. Ele então, de lado, vem aproximando a bunda para mim. Eu então, comecei a falar besteira, e me aproximar. Encostei nele e ele não fez nada. Fui encostando a rola, naquele rabo gordo e branquelo.

E ele quietinho. Eu que já estava nu comecei a baixar o seu pijama. Ele segurava e não queria deixar. Ele era muito mais forte, mas eu consegui (ou ele deixou). Eu fingindo de sonâmbulo, fui virando ele, e ele deixando. Daí eu lentamente montei naquela massa de banha, e fui pincelando o cu dele, ele começou a gemer baixinho. E sussurrando para que eu parasse. Eu então começava a falar besteira. Daí ele ficava calado. Fui começando a enterrar a rola. Ele tentou fugir, e eu o segurei pelo cangote.

Estava dominado.

Eu começava a meter e ele se contorcia todo. O rabo estava quente, minha rola estava sentindo o calor daquele cu gordo. Acho que ele tinha ido dar uma cagada, na ora que saiu do quarto. Mas eu meti, na metade da rola ele tentou sair, mas não conseguiu, a cama balançou, e fez um barulho. O rabo do gordo era apertado. Comecei a enfiar o resto, segurando ele pelo cangote, e pelo braço. Ele foi se entregando aos poucos. E a rola, entrou. O gordo começou a soar. Daí comecei a meter e tirar. Ele igual à mulher, a cada estocada, dava um aisinho.

De vez em quando eu dava uma empurrada com forca e ele gemia alto. Mas eu queria que a mulher dele visse aquilo. Visse o marido dela sendo feito de vadia. Para ela ver que o que ele gosta mesmo é de rola. Fiquei pensando naquilo enquanto comia o cu do gordo, depois de algum tempo notei que ele estava chorando baixinho, dizendo que me amava. Eu pensei “gordo veado, uma mulher dessas casada com um veado gordo destes.”

Comecei a meter com força, e ele gemia alto, com a janela era perto da cama, eu estiquei o braço e a abri. Meti, meti e meti, o cara estava parecendo uma puta em baixo de mim. Chupando os dedos da minha mão e tudo. Daí veio a porra, gozei, muito naquele rabo. Ele gritou na hora, também, tinha sangue pela cama. Arregacei as pregas dele, e larguei. A gala lá dentro, devia estar ardendo muito mesmo.

Tirei a rola e cai na cama. Ele continuou lá quietinho, depois levantou o pijama e foi fechar a janela. Saiu do quarto, e voltou uns dez minutos depois. Deitou-se e dormiu. (ou tentou dormir).

De manhã eu o acordo perguntando que sangue era aquele na cama. Ele puxando rapidamente a coberta, diz que foi molho de tomate, ele teria assaltado a geladeira de madrugada.

Puta gorda. Se aproveitou de um sonâmbulo. De manhã no café ele não estava sentando direito, a mulher reparou e comentou. Ele disse que tinha sido a cama.

Depois daquilo, ele sempre ficava sem graça ao me ver, e sempre fugia da minha presença, levando sempre a mulher com ele. Na segunda noite, o esquema foi o mesmo. O gordo ficou esperando que eu dormisse. Para vir encostar a bunda em mim. Eu comecei a ficar falando besteira, fingindo estar dormindo, ele pegou no meu pau. A rola subiu na hora, fui virá-lo de bruços, e ele rapidamente botou a minha pica para fora, e abaixou para perto dela.

O gordo safado tava querendo bater um boquete. Na certa o rabo ainda estava todo queimado de tanto levar rola e gala. Começou a chupar, e eu fingia estar dormindo. Quando senti que ele estava chupando, eu acordei e lhe dei um susto.

“O que é isso rapaz?” Ele disse que eu o tinha obrigado durante o sono. Eu falei que estava dormindo, e que ele podia sair, então ele falou que eu o tinha beijado na noite anterior. Aí eu vi que o cara estava sacaneando. E falei “é, pois agora eu vou te comer”. E ele falando baixo, pediu, “não, por favor. Você me agarrou ontem, e eu estou todo ardendo”.

Eu pedi para ver. Ele meio com medo, tirou a roupa e me mostrou a bunda. Realmente, estava feia. Então eu falei. “O jeito vai ser você terminar de chupar”. E ele disse que não. Que não fazia isto. Eu falei que ele ia ter que terminar de chupar por bem ou por mau. Como ele era um veado enrustido, disse que chuparia. Eu deitei na cama e ele começou a chupar, pedindo que não falasse nada para a esposa.

Depois chupou. Fazia tudo o que eu mandava. Lambia a cabeça, apertava os ovos, até que perto de gozar, segurei a sua cabeça, e gozei na sua boca. Ele tentou fugir, mas eu o segurei, e fiz ele dar outra chupada, com minha rola ainda dentro da boca. Ele com nojo tentava sair. Depois de alguns minutos gozei de novo na boca dele. Quando o soltei, ele foi direto para o banheiro. A porta ficou aberta.

Algum tempo depois, a mulher dele passou, e me viu nu na cama, ela ficou estranhando, eu fui pegar uma bermuda, e mandei ela entrar. Ela ficou da porta a perguntar pelo marido, este demorou um pouco, e apareceu. Assustado, ele deu um beijo na mulher e veio para a cama. Eu de novo a mandei entrar, e ela entrou, o cara ficou todo sem jeito, começámos a conversar sobre a banda, e coisa e tal. Depois o marido perguntou porque ela estava acordada até àquela hora. Ela disse que estava na sala a bastante tempo assistindo um dvd com a mãe, esperando para que eu fosse lá trocar uma ideia com elas.

O cara ficou pálido, será que a mulher tinha escutado algo? Eu falei que estava com sono. Ela brincou perguntando como nós estávamos, nos virando com uma cama só. Daí depois brincou dizendo que esse negócio de homem dormir na mesma cama era estranho. Eu também brinquei dizendo, que ali só tinha macho. E depois acrescentei, que pelo menos eu era.

O cara tomou um susto e disse que também era. Na safadeza, pedi para que ela dormisse conosco, e ela faz um ar pensativo. O marido na hora disse que não, e que era para ela ir dormir. Fomos todos dormir.

Naquela noite tive um sonho de que estava comendo a mulher, e ele, ali naquela cama, sonhei que estavam os dois com aqueles rabos gordos, virados para cima. E ora eu metia em um, ora metia no outro. E como nos filmes de sacanagem, na hora em que eu ia gozar, ficam os dois, ajoelhados, esperando para beber a minha porra.

Acordei quase de manha cedo. Com a rola parecendo uma pedra. O cara ainda estava dormindo. Fui até ao quarto da sua esposa, e bati levemente na porta. Ela não veio ainda estava dormindo com a mãe no quarto.

Eu desci para o meu quarto com a rola duríssima, e pingando gala. O gordo estava lá deitado com o rabo para cima. Peguei uma pomada no banheiro, e voltei para o quarto, tranquei a porta, e passei a pomada lubrificante na rola. Abaixei a roupa do gordo, e quando ele acordou, eu já estava entrando no cu dele. Começou a pedir para eu parar, mas era tarde, a rola já estava toda no rabo dele.

Mandei ele ficar de quatro. E ele ficou, comecei a meter com força e ele dizia, “ai assim não, ai tá doendo, eu vou gritar”. E aí eu metia com mais força, para ele gritar mesmo. Mas ele não gritava. Começou a morder o travesseiro e apertar minha perna puxando ela, para eu meter mais forte ainda. Meti mais forte e ele deu um grito. Daí eu gozei, no seu rabo, e ele deu outro grito. Ficou parecendo uma puta, balançando o rabo.

A sogra dele chegou da janela no andar de cima, e perguntou o que estava acontecendo. Ele tomou um susto e disse da janela que tinha sido eu e que eu era sonâmbulo. A velha mais desconfiada, falou que o grito era dele, que ela tinha ouvido a voz. Ele disse que tinha tomado um susto, mas que já estava tudo bem.

Já tinha amanhecido o dia. No café o cara ficou em pé. A mulher e a sogra pareciam estranhar, e a toda ora mandava que ele sentasse. Depois de algum tempo o cara saiu da sala, e a sogra brincalhona falou, “deve estar com a bunda doendo”. E a mulher desconfiada, olhou para mim e falou, “deve estar mesmo”.

Depois ela me perguntou se o marido dela era veado, e se eu o tinha comido. Eu disse que não, que queria ela, mas que ela estava muito distante de mim naqueles dias. Ela no ato marcou para ensaiarmos.

Foi pedir as chaves do estúdio ao marido e este negou. Na certa estava desconfiado. Aqueles dias foram difíceis. Não comi nem um nem outro. Mas dormindo com o cara, conversava com ele, e ele contava os problemas dele. Dizia que achava que nunca iria fazer aquilo. Eu falei que tinha que ir embora da cidade. Para que eles voltassem a viver melhor. Ele me perguntou se eu já tinha comido a esposa dele. E eu disse que não.

Se ambos acreditarem em mim, um não saberia do outro. O cara falava, dos problemas e falei, também dizendo, que não é por que aquilo aconteceu, que ele vai ser um veado. Comigo só aconteceu por causa do momento, e com ele por causa da fraqueza. Ele disse ser traumatizado com o tamanho da rola. E eu falei o que eu acho realmente que é a verdade sobre isto; “o tamanho realmente não importa. Talvez por modismo, por esta modernidade que está por ai, todas querem uma rola grande.

Mas no fundo tem o amor e a companhia. Se ele é veado ou não, o amor é sempre o amor, se tem a rola grande ou não o amor ainda é mais, e a sua companhia, seja uma boa companhia, sincera, esteja do lado sempre de quem você gosta. O tamanho não é tão importante assim, eu conheci um sanfoneiro na Paraíba que tinha uma rola, super pequena, mas que a todo show, comia uma mulher, até mesmo as mulheres casadas, davam um jeito de foder com o cara, e cada show dele, as mesmas mulheres sempre estavam em baixo do palco, disputando estar com ele.

O cara devia ser no mínimo, uma boa companhia, pois alem de tudo, ele ainda era pobre. Algumas vezes também, já achei mulheres, que não quiseram me dar a buceta, por causa do tamanho da minha rola. A vida é assim”.

E completei, “se você não quer se adaptar tente tudo, mas seja feliz, compre uma bomba, amarre a rola no joelho para esticá-la. Faça uma cirurgia se puder, e se gosta mesmo é de homem, assuma. Mas tente viver feliz com você. A vida tem muitas teorias sobre uma continuidade, mas na pratica, só temos uma. Seja uma boa companhia acima de tudo”.

E realmente acho que não tinha mais clima para eu ficar na cidade. Conversei com a mulher também, e disse que estava voltando para o Rio. Ela chegou ao ponto de pedir que a levasse junto. Mas não dava. Pedi para que ela desse um jeito de dar uma escapadinha para ficarmos juntos. Na noite em que viajei, a mãe dela parece ter dado uma força, pois inventou umas compras para ele fazer.

Chegando no estúdio, beijei todo aquele corpo quente, fiz ela gozar apenas com as minhas caricias. Depois meti a rola na sua buceta, e transámos lentamente, ficamos muito tempo segurando o gozo, ora ou outra aparecia alguém batendo na porta do estúdio, mas claro que não iríamos abrir a porta. Ficamos lá por quase duas horas, apenas com minha rola dentro da sua buceta quente. Esperei ao máximo, que ela gozasse antes. Foi lindo ver aquela mulher gozando na minha rola, ela puxava os cabelos, me arranhava. Durou muito tempo o gozo dela. Decidi então não gozar ainda.

Naquele tempo todo já podia ter dado umas quatro ou cinco gozadas. Mas, esperei, e depois que ela se acalmou, fui ao ouvido dela e disse “não estrague tudo agora. Eu quero você por inteira. Agora eu quero te possuir pelo rabo.”

Ela me beijou e virou meio com medo. Fui metendo, a rola estava dando trabalho para entrar, o rabo da gordinha é muito apertado algumas vezes. Mas, meti de uma forma prazeirosa, tanto para mim, quanto para ela, por baixo vi que ela se masturbava, depois de algum tempo, ela gozou, e em meio aos seus gemidos de gozo, eu esporrei gala, dentro da sua bunda, e ela gemia cada vez mais.

Meti e fodi o rabo dela, mais umas duas vezes. Ela até ficou com um pouco de raiva de mim. Disse antes de ir embora, que se ela não gostava do marido, eu seria apenas mais um, e que se ela gostasse mesmo, um dia eu seria apenas uma lembrança.

Fomos embora para casa. Mais tarde foram todos me levar à rodoviária. A despedida não foi triste, brincámos muito, e a mãe da minha gordinha, na hora de se despedir de mim, falou no meu ouvido ”gostoso“. Fui de volta para casa e estou por aí hoje em dia, tocando por estas estradas do mundo.

Não me arrependi de nada do que eu fiz, e talvez a gente volte a se encontrar pelos caminhos da vida.

Anónimo

8 comentários em “Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido

  1. olliboni
    25/03/2009

    seu conto é bom… e voce adora um cu de homem… aposto que me daria no cuzinho tb…

  2. Anônimo
    24/06/2010

    sim com todu o prazer

  3. cheia de tesão
    27/05/2011

    fiquei com vontade de dar pra vc

  4. Anônimo
    16/06/2011

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK me caguei rindo do gordinho dando

  5. Anônimo
    26/09/2011

    vc so faltou comer a sogra do cara ne´?

  6. Anônimo
    30/11/2011

    na minha opinião, você não passa de um babaca desgraçado… Pessoas como você não tem amor, não é feliz, não tem vida e não passa de um simpes objeto de desejo para algumas mulheres, que é claro, depois de usado é descartado… Continue assim, destruindo casamentos e emoções, até que um dia alguêm alguêm se revolte com suas ações e o destrua………. kkkkkkkkkkk vc é mesmo um filho da puta kkkkkkkkkkkk

  7. Anônimo
    13/12/2011

    Que historinha mais FILHA DA PUTA é essa??

  8. geovane
    15/02/2012

    to disposto a acreditar,se eu varar sua mulher!

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Publicado às 26/12/2008 por em estórias, narrador e marcado , , , , , , , , .
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