Posts de 2009
crente, imprevisto, mff
In narrador on 08/11/2009 at 22:47
Nos estávamos em casa não temos filhos vendo uma fita pornô, nós dois totalmente despidos Claudete chupando meu pau quando a campainha toca, oi querida tudo bem você vai tomar banho, não estava me preparando para uma trepada era nossa vizinha, evangélica cabelos enrolados em forma de coque, saia comprida até o chão, super conservadora, uns 38 anos, porém muito amiga de minha mulher, Ameacei levantar e correr para o quarto mais Claudete disse: Não senhor pode ficar ai mesmo e puxou Isabel para dentro, trancou a porta e mandou que Isabel se sentasse na poltrona é claro fiquei embaraçado e vermelho de vergonha Isabel pois as mãos no rosto e tentou se esquivar, mais minha esposa empurrou-a para poltrona e disse ora Isabel, deixe de ser caipira, sente ai e vamos assistir a fita de vídeo. Read the rest of this entry »
chupar, masturbação, MF, sogra
In incesto, narrador on 30/10/2009 at 23:07
Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês.
Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha casa nos visitando e enquanto ela estava na sala conversando com minha esposa fiquei no computador trabalhando em alguns projetos. Quando ela veio se despedir de mim eu continuei sentado na minha cadeira e ela se curvou para me dar três beijinhos. Eu fui colocar a mão em suas costas, como normalmente se faz quando se vai cumprimentar alguém desta maneira.
Acontece que sem querer acabei passando a mão na sua bunda, e desde então criei um tesão louco pela minha sogra, e a partir deste dia passei a olhar a Dona Cida com outros olhos.
Minha sogra não é nenhuma beldade dessas descritas nos demais contos, é na verdade uma loirinha, baixinha e gordinha de quarenta e poucos anos.
Várias coisas me excitavam nessa história, o fato de ela ser mais experiente, a putaria de comer a mãe e a filha e ainda o fato de ela ser uma mulher sexy e bonita, apesar de estar um pouco acima do peso. Read the rest of this entry »
MF, narrador, religião, submissão
In narrador on 27/10/2009 at 20:57
Faz cinco anos que eu a conheço. Mas nunca imaginei nada. Confesso acreditar que não tinha chance: uma mulher de seus 42 anos mas muito bonita, talvez por ser dona de uma franquia de produtos de beleza, tem 1,70, busto firmes, cintura fina, seus 52 quilos, talvez a melhor explicação que eu tenha para seu tipo de beleza é a do tipo Vera Fischer, aquela beleza que enlouquece e povoa a cabeça dos homens com as fantasias mais loucas… Como toda mulher perfeita três eram os defeitos: casada, fiel, e muito religiosa o que extermina as chances de qualquer um.
Então comecei namorar com uma garota da religião dela, e soube que o marido dela já havia traído Ida milhares de vezes, e que ela não se separou dele por causa da religião, uma mulher deve fazer tudo para manter o casamento na religião deles… Os “chefes” da igreja apregoavam isso. Read the rest of this entry »
iniciação
In Ribeiradas on 15/10/2009 at 23:20
A aldeia onde costumava passar as minhas férias, com as minhas tias, era sede de paróquia, o que implicava ter uma igreja paroquial, uma residência paroquial e um Pároco residente.
O Pároco era um bonacheirão que queria cumprir com as suas obrigações religiosas e, nos tempos livres, aceitar uns convites para boas refeições nas melhores mesas da paróquia.
Com ele morava uma irmã, já quarentona que, diziam pela aldeia, que tinha ficado solteira depois de ter sido enganada por um Oficial de Cavalaria que, afinal era casado.
Esta irmã, de nome Almerinda era uma mulher de estatura média. Cheiinha, dona de um generoso par de mamas, que o decote do vestido deixava adivinhar. Gostava de lhe ver um vestido de seda, azul, às flores que, além do decote generoso (dentro da decência), desenhava-lhe na perfeição a cintura e as curvas das ancas. Era realmente um bocadinho gordinha, mas transpirava saúde. Read the rest of this entry »
boquete, incesto, irmã, virgem
In Daniel, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 25/09/2009 at 12:32
Começou na garagem
Eu tinha dezassete anos quando a minha vida mudou. A minha e a da minha irmã, dois anos mais velha que eu. Ela era um mulherão e, com o seu metro setenta de altura e cheia de carne, deixava todo mundo maluco. Mas ela pouco saía com namorados e uma vez me confidenciou que ainda era virgem.
Bem, o fato é que no começo daquele ano, ela conseguiu um estágio de meio expediente. Estudava na faculdade de manhã e ia trabalhar de tarde. O dinheiro não era muito mas o patrão dela morava no nosso edifício, de modo que ela tinha até carona na volta do trabalho.
Então eu comecei a notar que ela passara a usar roupas moderninhas e caras, ténis importado e outras coisinhas assim. O salário dela não dava pra gastar com luxo e eu resolvi fuçar um pouco a vida dela. Mas ela quase não saía de casa, nem mesmo nos fins de semana… eu já estava desanimado quando notei que, do momento em que o carro do patrão dela entrava na garagem até a hora que ela chegava em casa, passavam mais de quinze minutos. Read the rest of this entry »
In estórias on 22/09/2009 at 23:36
No dia seguinte Ritinha não apareceu. Eu estava assustado, sem saber como é que ela encarava aquela situação, agora a frio. Não me atrevia a ir eu a casa dela.
No outro dia, pouco passava da hora do almoço, lá apareceu a Ritinha à minha procura. Vinha com um ar sério. Assim que ficámos sozinhos disse-me: – O que fizemos não me sai da cabeça…
Fiquei ainda mais aflito. E agora? Se deixarmos de ser amigos as pessoas vão estranhar.
Mas Ritinha continuou: – Adorei os teus beijinhos. Vou querer mais… e a tua pila… não sabia que esticava tanto e que deitava com tanta força.
Sabes? Sou virgem e quero que sejas tu a tirar-me a virgindade. Read the rest of this entry »
iniciação
In Ribeiradas, narrador on 21/09/2009 at 20:29
A Ritinha era uma vizinha do mesmo prédio. Tinha poucos dias de idade de diferença de mim. Estávamos ambos quase a fazer 18. A mãe dela era muito amiga da minha, o que levou a que tivéssemos sido praticamente criados juntos. Brincávamos juntos desde bebés e não precisávamos de convite para ir a casa um do outro. Tínhamos partilhado muitos problemas e muitas alegrias. Ambos tínhamos chorado no ombro um do outro, alguns desaires, quer amorosos, quer escolares, quer desportivos. Já ambos tínhamos ajudado o outro na difícil tarefa de conquistar o amor de alguém que se deseja, na adolescência.
A Ritinha era linda, amorosa. Uma cara muito serena e perfeitinha, com uns olhos grandes e redondos, ornamentados por umas generosas e arqueadas pestanas pretas. O cabelo dela era preto, brilhante e macio. Sempre muito bem tratado e, nessa altura cortado pelo pescoço, onde enrolava para dentro e com uma franja certinha na testa. Era o chamado corte à Malvina, que era uma menina linda da grande novidade da TV dessa época – a primeira telenovela a passar diariamente na televisão portuguesa – Gabriela, Cravo e Canela. Read the rest of this entry »
infedilidade, MMF, mmmf
In Dödòi, estórias, narradora on 08/09/2009 at 03:42
Na pontinha da cama, com a ponta dos pés no chão, toda aberta, sanduichada. Por baixo, na minha buceta, o de pau menor. Por cima, enterrando na minha bunda, o maior. Pedido meu. É o mais doce sofrimento que existe. Bem grande. E inclemente. Não é nada fácil. Choro, esperneio, suspiro, grito, arranho, xingo, mas não fujo. Gosto. Se fosse não me dava tanto tesão. Um tesão absurdo, de fazer eu ter certeza achar de que a vida tem sentido, um único sentido: foder. Ou ser bem fodida.
Tivesse um terceiro, na boca, seria a glória. Não tinha. Se fossem quatro, divino.
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corno, MMF, submissão
In Daniel, narrador on 28/08/2009 at 10:25
Um dia, um amigo meu me chamou para visitar uma nova igreja que tinha aberto perto de casa.
- Pow cara, você sabe que eu não sou religioso.
- Não é nada de religião, te garanto que você vai curtir.
Eu acabei indo com ele. Realmente, não tinha nada de religião, apenas um magrelo de terno que se dizia pastor, deblaterando contra os pecadores e infiéis. A única coisa boa era a mulher que tocava num teclado, uma morena dos seus quarenta anos, bunduda e de peitos enormes, vestida com muito pudor. Read the rest of this entry »
incesto, mãe, MF, narradora
In incesto, narradora on 27/08/2009 at 23:45
A história que vou contar é ao mesmo tempo trágica, horrível, condenável e verídica, mas é hoje a razão do estado de plena felicidade que eu tenho vivido nos últimos dez anos. Procurei reproduzir os diálogos com a maior fidelidade que a minha lembrança permite, para que o leitor possa compartilhar da emoção que vivemos em cada momento. Certamente foram essas emoções que determinaram as minhas escolhas – e da minha família também – e em conseqüência determinaram a vida que eu e meu filho levamos hoje.
As coisas começaram a se decidir no quarto, onde eu e meu marido, entrevado na cama após um acidente que lhe tirou a sensibilidade da cintura para baixo, discutíamos sobre a proposta inusitada que ele apresentava:
- Ele tem 17anos, mas não é a criança que tu pensa que ele é! Já comeu a empregada que trabalhou aqui o ano passado, ta comendo essa enfermeira que tu contrataste pra mim; já comeu a tua amiga Beth, que vem aqui em casa toda hora atrás dele…
A informação sobre meu filho e a Beth me deixou mais perplexa ainda, me deixou calada por alguns segundos, ele continuou: Read the rest of this entry »
MF, minete, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens on 23/08/2009 at 14:04
Como de costume, no Verão, tinha ido passar uma temporada a casa de umas Tias na aldeia, bem no coração de uma importante zona florestal nas beiras. O ar era fantástico. Não se passava nada por ali, mas a tradição levava-me para lá. As minhas Tias eram adoráveis e enchiam-me de mimos.
Um dia apareceu uma amiga que se encontrava no Canadá há muitos anos. Não se lhe podia chamar emigrante, pois estava podre de rica… As minhas tias estavam radiantes. Matavam saudades da velha amiga de infância, ao mesmo tempo que recebiam uma lufada de ar fresco, com todas as modernices que enchiam a vida desta matrona bem tratada lá no Canadá. Toda muito arranjada, bem pintada, bem vestida e adornada, estou desconfiado que, já nessa altura esta senhora fazia ginastica.
Certa noite, terminado o jantar, cerca das 22h00, tardissimo para as minhas Tias, pediram-me que acompanhasse a D. Matilde (nome fictício) a casa, para ela não ir sozinha. É certo que na aldeia nada lhe podia acontecer, mas a verdade é que uma Srª sozinha… ainda por cima bonita (nos seus cinquenta e poucos)…. E lá fui eu, homenzinho de 17 anos acompanhar a Madame a casa. Fomos conversando pelo caminho. Era uma mulher viajada, falou-me das liberdades que se vivia em muitos países, como em Inglaterra que as raparigas usavam generalizadamente mini saias que deixavam ver tudo…. Fui escutando com curiosidade, sem perceber que a matreira estava a procurar acordar a minha imaginação e o meu desejo. Read the rest of this entry »
incesto, sobrinha, tio, virgem
In estórias, incesto, iniciação sexual, virgens on 21/08/2009 at 14:01
Fabiana parecia não entender o que estava acontecendo ou o que acabara de acontecer, seja como for, afinal a sensação que lhe percorria todo o corpo não lhe permitia adivinhar onde ou “quando” estava. A ela só restava aproveitar cada infinito segundo daqueles quase dois longos minutos de incontrolável e nunca antes experimentada sensação.
Dias antes, em Veneza, cidade italiana onde morava com o pai Martino, um bem-sucedido farmacêutico, a mãe Roberta e o irmão mais novo, Carlo, Fabiana comemorava o fechamento de mais um ano letivo. Às vésperas de seu 18º aniversário poderia, finalmente, em companhia de sua família, aproveitar as férias de Verão numa viagem que faria ao maravilhoso e continental país tropical, antes que começassem as aulas na faculdade de Fisioterapia. Irrelevante para ela que no Brasil estivéssemos ingressando no Inverno, uma vez que as temperaturas da região sudeste do país não estariam assim tão baixas para os padrões europeus. O aquecimento global e as mudanças no calendário agrícola são indubitáveis indícios de que, nos dias mais frios, as temperaturas permaneceriam em torno dos 15º Celsius na cidade de São Paulo, neste mês de Julho. Mas, Fabiana não manifestava qualquer preocupação com as temperaturas, a estação do ano ou o calendário agrícola… O que ela queria mesmo era reencontrar seus tios Francesco e Núbia, que há cinco anos haviam escolhido a Chácara Sto. Antonio, bairro paulistano, como seu novo lar. Tio Francesco e tia Núbia moravam na companhia da empregada doméstica Gumercinda, de 75 anos de idade, que mais parecia uma mãe pois cuidava da casa e dos dois como se fossem seus. Read the rest of this entry »
chupar, FF, fodida, mff
In estórias on 16/08/2009 at 13:59
Esse é outro fato ocorrido entre mim e minha esposa. Na época tínhamos 32 anos ela e 36 eu. Ela, alta, corpo forte, cabelos curtos, castanhos quase loiros com luzes. O corpo é um violão, literalmente. Eu, moreno, baixo, cabelos pretos, um pouquinho acima do peso, mas, com algum charme, o suficiente para ter uma mulher como ela.
O telefone tocou eram umas 3 horas da madrugada. Rejane deu um pulo da cama e antes que eu atendesse, ela pegou o aparelho e disse Alô. Era sua amiga porra louca, Jacira. Não só amiga, era um ex-caso dela, que depois evoluiu para amizade e quase virou inimizade quando a Rejane e eu começamos a namorar. Jacira não gostava de mim nem de ninguém que chegasse perto da sua ex-namorada.
Estava no IML fazendo exame de embriaguês e toxicológico. Fora presa na rua, por desacato a uma patrulha que a abordou. Ligou pedindo help. Read the rest of this entry »
chupar, corno, cu, MF, minete, punheta, voyeur
In Pedro Neto on 14/08/2009 at 04:09
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Estou vivendo uma aventura espetacular nos últimos meses e gostaria de dividir com vocês. Tenho 18 anos, sou bonito sem ser um Deus. Moro com meus pais já bem mais velhos em um prédio de dois apartamentos por andar, onde a cozinha e área de serviço de ambos os apartamentos dão para um pátio interno. E como a distância é de menos de 10 metros, de uma cozinha à outra é possível ver tudo na cozinha do outro. No apartamento ao lado mora um casal com dois filhos pequenos. É sobre ela este conto. Ela tem 35 anos e é uma gata. Morena, com o cabelo muito negro na altura do ombro. Olhos negros que brilham que nem faíscas. O corpo é uma delícia, pernas lindas, bundinha durinha e nem grande e nem pequena, os peitinhos durinhos. Ela não trabalha e eles não têm empregada fixa, só uma faxineira eventual. Isto para dizer que ela fica em casa o dia todo. Fora de casa ela se veste de uma maneira sexy, mas discreta e não é daquelas de enlouquecer operário de obra. Mas em casa é outra coisa. Ela está sempre de shortinho de lycra coladinho e bem pequenininho marcando a calcinha mínima e blusinhas bem soltas. À noite ela está sempre de camisola ou baby doll transparente e calcinhas rendadas e cavadas. Read the rest of this entry »
cu, MF, sadomasoquismo, submissão
In Daniel, narrador on 13/08/2009 at 13:49
Gabriel e Gabriela. Os amigos dizem que até no nome nós nos completamos. E é essa a impressão que transmitimos, pois estamos sempre nos beijando, nos alisando… após cinco anos de romance, sendo quase três morando juntos, a chama permanece acesa. Ou quase.
Quase porque? ora, até o mês passado, apesar de toda nossa atividade sexual, eu sentia que faltava alguma coisa. Eu acreditava na sinceridade dos seus orgasmos, mas depois que ela gozava, via no seu olhar uma discreta crítica sobre alguma coisa que eu fiz a mais ou a menos. Ou que simplesmente deixei de fazer.
Talvez pelo fato de nós fazermos muito sexo mas pouco falarmos sobre ele, é que isso acontecia. Nas poucas vezes que procurei saber se poderíamos melhorar nossas transas, ela cortava o assunto dizendo “melhor que isso não dá… você é ótimo…”. Mas nunca me convenci. Read the rest of this entry »
MF, sadomasoquismo, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens on 10/08/2009 at 17:39
Há alguns anos, quando minha família viajou e eu não pude ir, pois estava estudando para o vestibular, fiquei em casa com uma moça de mais ou menos 16 anos. Se chamava Alice e ela era boa de corpo, principalmente a bunda, e um jeito meigo, encantador mesmo.
Ela vestia saias feitas pela mãe dela, que morava no interior do Paraná e era costureira, saias justas, que mostravam as curvas, mas que também iam até depois dos joelhos, com estampas infantis, geralmente de flores e bichinhos.
Aqui na capital ela morava com duas irmãs e tinha fama de certinha, segundo minha mãe ela era de família crente, alias foi na igreja que a mamãe, que também é crente, a contratou, quando ela tinha 14 anos.
Creio que foi o jeito meigo e infantil dela, mais do que seu corpo, que me levou a fazer o que se chama “proposta indecente”, se bem que eu não a apresentei de um jeito muito indecente… Read the rest of this entry »
infância, MF, narradora, virgem
In iniciação sexual, virgens, narradora on 07/08/2009 at 18:37
É estranho e engraçado: apesar de serem poucos os anos, olho para trás e não me identifico com aquela adolescente curiosa e sedenta por sexo. Não que eu me arrependa do que fiz e senti ou que eu não deseje prazer nos dias de hoje… mas é diferente. Na adolescência o sexo ocupava grande parte dos meus pensamentos. A curiosidade de um primeiro beijo e de uma primeira transa é algo que fica perdido no tempo (parece ter um período de validade).
Ainda com quatorze anos comecei a ficar mais ligada em sexo. Certamente minha sexualidade já havia aflorado antes, mas só aí comecei a dedicar mais atenção ao assunto. Em frente ao espelho do meu quarto sentia muito prazer ao me ver nua ou só de calcinha. Meu corpo já tinha curvas; meus peitos, crescidos e duros, já não podiam ficar livres sob à blusa, pois os mamilos pontudos marcavam o tecido e chamavam a atenção dos homens; meus grandes lábios haviam inchado e meu clitóris começava perder o rosado de antes para ser substituído por uma coloração mais escura, mais próxima do cinza ou do roxo. Estranha sensação! Ao me desejar, sentia calor pelo corpo, principalmente entre as pernas e nos biquinhos do peito; minha pele ficava totalmente arrepiada. Nestes momentos de auto-admiração costumava ultrapassar pequenas fronteiras a cada dia: o simples olhar contemplativo era trocado passo a passo por toques cada vez mais ousados. Read the rest of this entry »
chupar, cu, MF, submissão
In estórias on 04/08/2009 at 04:05
Tenho 41 anos e ganhei muito dinheiro no mercado financeiro. Há três anos resolvi que já estava rico o suficiente e parei de trabalhar. Moro no Rio, em um apartamento de frente para praia de Ipanema. Já casei três vezes e me separei três vezes. Na mesma época que eu resolvi parar de trabalhar, resolvi também que não queria mais ter relacionamentos, que eles me cansavam e que eu não tinha jeito para a coisa. Por isso, pragmático, decidi também que a partir de então eu só queria puta. Queria pagar, exigir que tudo fosse feito como eu queria como um serviço e no fim, adeus e boa noite. Se eu quisesse um boquete eu pagava. Se fosse um cu eu pagava. Se fosse só buceta eu pagava. Se quisesse duas eu pagava. E no dia seguinte eu queria acordar sozinho. Read the rest of this entry »
Chupar a cobra preta, masturbação, MF, virgem
In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 31/07/2009 at 00:52
Vinha todas as tardes, perto do escurecer, tocando aquele troço feito de arame e madeira. Talac-tac-talac-tac-talac-tac.
Vovó! Vovó!, o moço das balas! eu gritava. Ela me dava uma moedinha e eu corria para a porta da vila, esperando ele subir a ladeira. Uma espera angustiante. Todo mundo comprava e ele demorava a chegar até quase na porta da vila onde eu morava. Nunca ia até lá embaixo. Um dia fui, e vovó me bateu tanto que eu nunca mais desobedeci.
Vovó, que me amava muito, ensinou-me a obedecer.
A moedinha não dava para o algodão doce nem para o saco cheio de balas. Apenas para um saquinho, com seis, ou para uma chupetinha, daquelas vermelhas, espetadas em palitos de madeira. Só no final do mês, quando ela recebia, me dava um pouquinho mais. Aí dava para um sacão de balas, o algodão doce e algumas chupetinhas.
Fora desse dia gracioso, Oi, menina boazinha! Eu me enchia de orgulho por ele me chamar de menina boazinha. Oi, moço, hoje só quero seis balinhas. No outro dia, para variar, eu comprava uma ou duas chupetinhas. Read the rest of this entry »
chupa buceta, cu, MF, minete, submissão
In estórias on 28/07/2009 at 12:36
Trabalho com comercio exterior e acabo viajando bastante. Semana passada fui para uma Feira voltada para o mercado que eu trabalho em SP a INTERMODAL, lá estavam as principais empresas do Ramo e como sempre os mais importantes empresários também.
Dentre essas pessoas tive a oportunidade de conhecer uma especial, Valéria e uma empresária muito bem sucedida e dona de uma das mais fortes empresas do ramo Multimodal. Valéria realmente nasceu com muita sorte pois além de ser muito rica é muito bonita também, bom com dinheiro é fácil, mas vamos ao que interessa. Read the rest of this entry »
MF, oral, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 25/07/2009 at 12:20
Cada vez mais me convenço que as coisas acontecem quando está determinado pelo destino. Chega a ser engraçado… Vejam só que ironia… Com mais de 50 anos de idade eu nunca tinha comido um cabaço, e olha que já comi um monte de xotas e cuzinhos por essa vida a fora.
Justo agora que eu já tinha sossegado o facho e não estava mais pulando a cerca recebo um de presente desse.
Eu realmente não sei o que essa menina viu num cinquentão, calvo, de 1.65 de altura e uns 8 quilos acima do peso ideal. Porra, gente, eu tenho espelho em casa e não me falta desconfiômetro. Não dá para entender o porquê dela escolher a mim, ainda mais, não tenho nenhum problema em reconhecer, que no nosso prédio tem um monte de caras bem apessoados e de faixa etária bem inferior a minha.
Se fosse nos meus trinta anos, aí tudo bem, pois eu estava em forma. Nessa época, além de nadar diariamente, fazia judô e era um rato de academia. Aliás, era lá que eu arrumava a maioria das mulheres com que eu tinha rolo, mas isso é para outra estória.
Linda é o nome dela. Até nisso o destino conspirou a meu favor. É o mesmo nome da minha mulher, o que elimina o risco de dar bandeira na hora errada. Read the rest of this entry »
chupar, cu, MF, submissão
In Neo, estórias on 23/07/2009 at 00:13
Faz seis anos desde a primeira vez que coloquei os olhos sobre aquela criatura, desde então tive a certeza de que aquela mulher deveria ser minha. Deus ouvia enfim minhas preces colocando aquela obra-prima em meu caminho. E como foi generoso! Compensou-me com capricho divino a longa espera. Aquela mulher, de fato, era tudo com o que sempre sonhei, aliás, que qualquer homem com alguma testosterona atuando sobre um neurônio, que fosse, sonhou. Um verdadeiro banquete para quem já havia se acostumado com o feijão com arroz do dia-a-dia (uma mocréiazinha ali, uma carninha magra mais adiante).
Rosto de menina em um corpo de mulher. Lembro-me de ter ouvido algo assim em uma canção qualquer, mas realmente é pouco para descrever aquele monumento ao belo sexo. Definitivamente não a descreve. Deixe-me tentar novamente: do alto dos seus dezoito anos, um dos mais belos espécimes humanos que a natureza com seu zelo fora capaz de produzir em milênios de evolução. Seus traços absolutamente precisos e delicados foram dimensionados com o propósito único e claro de despertar desejo, seduzir. Um anjo é a imagem que melhor descreve seu semblante de traços suaves, perfeitos. Uma deusa grega, romana, maia… Quem sabe mesmo um demónio seria a melhor definição do conjunto da obra! Enfim. Read the rest of this entry »
corno, cu, infedilidade, MF
In estórias, narrador on 21/07/2009 at 01:00
Bem… Trabalho numa empresa multinacional de alimentos, quando comecei a trabalhar nessa empresa era na produção, onde fiz grande amigos, depois que comecei a fazer faculdade fui promovido ao cargo de supervisor de produção. Tenho um amigo Roberto que trabalhava comigo e depois de algum tempo como supervisor o promovi como líder de seção, passado algum tempo ele casou com Márcia, que trabalhava em outro turno, que até então eu não conhecia e depois de casada passou a trabalhar no mesmo turno nosso, à noite. Read the rest of this entry »
filho, incesto, mãe
In Daniel, incesto, narrador on 18/07/2009 at 12:18
E lá estávamos nós indo acampar, como fazíamos todo último fim de semana de cada mês. Apesar de não ser um programa ideal para um cara de quinze anos como eu, havia suas compensações.
Eu sempre durmo numa barraca com a minha irmã, que é três anos mais velha. Morena, alta, gostosa e bem galinha (eu sei que ela já anda dando prós namorados). Acordo no meio da noite e levanto o lençol dela, já sabendo o que é que vou encontrar: a putinha dorme só de blusinha e fio dental. Então eu passo a mão na bunda dela, às vezes até aponto o dedo no buraquinho do cu. Ela tem o sono muito pesado e nem se mexe. Qualquer dia eu ainda vou enfiar o pau nas coxas dela… Read the rest of this entry »
cu, MF, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 15/07/2009 at 23:54
Tenho uma vizinha sensacional: morena de olhos azuis, cabelos castanhos cortados curtinhos, seios redondos e fartos, pernas e quadris proporcionais e cintura fina. Um tesão de mulher, de mais ou menos 23 anos. Ela é casada com um piloto de avião e devido às necessidades do marido, costuma passar alguns dias por semana sozinha em seu apartamento.
O marido, no entanto, é daqueles sujeitos ciumentos e autoritários. Já cheguei a presenciar situações constrangedoras na piscina de nosso prédio, sempre devido a motivos sem importância. Ele maltratava e brigava com a moça em público só por causa de um biquíni mais cavado que ela usava ou por trocar olhares sem maldade com os demais vizinhos. Alguma coisa me dizia que por trás daquela aparência tímida e meio submissa deveria se esconder uma fêmea insaciável e mal-amada. Read the rest of this entry »
foder, Mama, MF, narradora, sodomizou
In estórias, narradora on 12/07/2009 at 12:12
Chamo-me Natacha, tenho vinte e cinco anos, sou casada e meço um metro e sessenta. Sou gordinha, mas os homens acham-me muito sexy, talvez porque lhes agrada a forma como me visto: Gosto de usar saias travadas, mas com grandes rachas a terminar na zona das coxas, meias ousadas, de renda, e tops justos e cavados a realçar as minhas mamas “xl”. Às vezes também uso uns óculos de aros finos, que me conferem um ar “estudantil”, mas muito sensual. Tenho um cabelo liso, que me cai até aos ombros e gosto de o pintar de cor de cereja.
O meu fetiche? Sou doida por polícias!
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MF, primeira vez
In estórias, narrador on 09/07/2009 at 23:09
Estávamos em finais de Agosto. Era a época da colheita do Milho. Todos os dias via passar Carros de Vacas (Carroças puxadas por Vacas), carregados de milho acabado de colher. Transportavam-no para as Eiras, onde era acumulado ainda em espiga, com as barbas e as camisas. Havia quem enrolasse as barbas de milho em Mortalha de cigarro e as fumasse. Experimentei uma vez e fiquei com tal dor de cabeça que nunca mais tive vontade… Faltava depois retirar as camisas às espigas, para depois, numas máquinas de manivela (debulhadoras) separar os grãos de milho do sabugo a que estavam agarrados.
Este trabalho de retirar as camisas era efectuado à mão e revelava-se terrível para ser feito por uma só pessoa. Assim, era costume organizar um serão festivo, ao qual compareciam muitos amigos e familiares, que formavam uma roda, sentados na eira, a retirar as camisas às espigas – chamavam-se Desfolhadas ou Escamisadas. Read the rest of this entry »
cu, menino, MF, Professora, virgem, xoxota
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 06/07/2009 at 21:55
Minha vida era sempre a mesma dentro daquele internato. Pela manhã, estudava, à tarde trabalhava e a noite após o chamado estudo noturno, assistia um pouco de TV e acabava na cama cansado, pronto para no outro dia tudo recomeçar. Abandonado ali desde os 6 anos de idade, e convivendo com os demais meninos nas mesmas condições, sempre alimentava a esperança de um dia aparecer uma família que definitivamente me adotasse e por fim, me desse uma vida mais digna e com mais perspectivas.
Ao contrário dos demais meninos, procurava ser sempre obediente, tanto na sala de aula com também nas demais atividades que envolviam minha rotina. Minhas notas sempre foram as melhores da classe, e meu comportamento de forma geral, era sempre elogiado pelos professores e monitores do Internato. Read the rest of this entry »
broche, fodida, Moçambique, prostituição, puta, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, xicuembo on 03/07/2009 at 01:00
Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e maminhas empinadas, com a pele muito macia, cor de chocolate. Tinha um rosto bonito, de olhos vivos e lábios carnudos, com um sorriso espontâneo e quase infantil que explodia em francas gargalhadas. Era muito alegre e maliciosa, mas ainda tinha a timidez de uma menina.
Fodi-a muitas vezes no seu quartinho ao fundo do quintal. Depois de me vir, gostava de ficar a conversar com ela, curioso de conhecer a sua vida de menina-puta. De início envergonhava-se com as minhas perguntas, mas quando lhe desatei a língua não se inibiu de me narrar toda a sua actividade sexual na vizinhança, entrando mesmo em pormenores, se eu insistia. Se lhe faltavam os termos em português para descrever as cenas, simulava-as com gestos obscenos e meneios sugestivos. Essas narrativas davam-ma tuza, e muitas vezes eram seguidas de segunda foda, que a Alzira, compreensiva, cobrava a meio preço. Read the rest of this entry »
imprevisto, MF, rapidinha
In benck, estórias, narrador on 30/06/2009 at 14:01
Claro que o nome é falso, mas o fato é verdadeiro e aconteceu algum tempo atrás. A Dona Rosa é uma amiga de longa data da minha mãe. Está na faixa dos 50 anos, divorciada e mora sozinha. Tinha torcido o pé e estava com o pé engessado (botinha ortopédica) e andando com muletas.
Dona Rosa não era nenhum mulherão, mas sempre chamaram minha atenção os seus seios avantajados, redondinhos e naturais. Já fazia quase uma semana que a mulher estava com o pé engessado quando minha mãe ligou para mim pedindo que eu fosse a casa da sua amiga para ajudá-la com o chuveiro que havia queimado. Read the rest of this entry »
FF, língua, masturbação
In Selva Alves, estórias, narradora on 27/06/2009 at 20:47
Era ainda uma dama linda. Sim, uma senhora pela imponência do porte e a segurança dos gestos. Também muita neve branqueava sua ainda farta cabeleira. Foi com cortesia e enlevo que me pediu:
- Foi um amor tão magnificente que quero, seja contado à posteridade. Este segredo não morrerá comigo… relate-o como um exemplo! Read the rest of this entry »
chupar tua pica, Come meu cuzinho, empregada, meia nove, MF, tabaca
In estórias, narrador on 25/06/2009 at 02:29
Meus caros amigos. Essa história, verídica, passou-se logo após a viuvez da minha mãe que adorava a casa cheia e contratara duas garotas. Uma como cozinheira, Laura, e uma faxineira, mais recente que a chamarei por Nice.
Laura eu fodia dia sim dia não. Uma garota de seus vinte anos que perdera a virgindade a pouco para o namorado que fugiu da cidade quando o pai dela descobriu. Isso resultou na sua vinda pra cidade, para não ficar falada, empregando-se em nossa casa e apaixonando-se pela minha rola.
Nice, falsa magra, carinha de santa e de uma bundinha linda !
Mas, de início, pareceu-me antipática.
Tanto é que disse a Laura:
- Com a chegada dessa menina acaba-se nossa história ? Read the rest of this entry »
caralho, dor, fui ao cu, lésbica, MF, minete
In estórias, narrador on 22/06/2009 at 21:56
Nem queria acreditar, tinha acabado de passar a noite da minha vida e estava a ter o pior amanhecer possível e isto não me parecia possível.
Mas voltando um pouco atrás, chamo-me Rui tenho 27 anos sou louro de olhos verdes tenho 1,85m de altura.
Estava eu num bar da praia a tomar uns copos e a ver se me alegrava porque tinha sido uma semana difícil no trabalho, já agora sou Eng. Ambiental, e para finalizar a minha equipa tinha sido eliminada da taça; quando vejo entrar pela porta duas mulheres uma era daquelas mulheres que todos nós homens sonhamos: morena, alta. curvas perfeitas e perigosas a volta dos trinta e linda a outra era uma mulher normal estatura média,cabelos castanhos e corpo sem grandes atrativos, também não deixava de ser uma mulher bonita mas perto da colega passava despercebida.
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boquete, incesto, levou rola, rapidinha, tia
In benck, incesto, narrador on 20/06/2009 at 00:50
Tenho 22 anos e sou universitário. Quando eu tinha 6 anos, meu tio, irmão mais novo do meu pai, casou. Lembro até hoje de algumas imagens do casamento e da festa que aconteceu depois. Na adolescência, lá pelos 13, 14 anos, já batia punhetas em homenagem à tia, principalmente no verão, quando as duas famílias passavam as férias juntas na praia e então podia a ver de biquíni. Hoje ela está na casa dos 42, 44 anos, mas aparenta ter uns 35 anos, se cuida bastante, fazendo caminhadas diárias num parque que fica perto de sua casa, além de possuir um espírito mais jovial do que a da sua idade.
Sou o sobrinho preferido tanto do meu tio quanto dela e sempre que vou a casa deles sou tratado como um filho. Mas toda essa convivência tem alguns fatos, digamos, pouco conhecidos. Uns 3 anos atrás, aconteceu o primeiro desses fatos “pouco conhecidos”. Numa visita que fiz a casa deles, a tia estava sozinha, o tio estava fora por causa de um compromisso profissional, estávamos conversando na cozinha e lembro que o papo que começou com assuntos amenos foi indo pro lado do sexo, com ela me perguntando sobre os meus relacionamentos, etc., e foi aí nesse clima que falei que quando eu era mais jovem batia punhetas pensando nela. Read the rest of this entry »
chupar, enrabar, MF, rola na boca
In Daniel, narrador on 18/06/2009 at 14:16
E lá estava eu assinando a guia de internação do hospital…
Aquela dorzinha no abdómen que já durava alguns dias era nada mais nada menos que uma apendicite, segundo o meu médico.
- Não é caso de emergência, mas também é bom não facilitar… terça feira eu tenho a tarde livre… vamos operar de uma vez?
O quarto, ou melhor, a suíte, era muito confortável. Meu plano de saúde dava direito a quarto privativo e eu quase me sentia num hotel de cinco estrelas. As únicas coisas que me incomodavam eram a dieta de fome e aquele ridículo camisão amarrado no pescoço e todo aberto atrás. Sem contar a expectativa de um clister no meu ânus virgem… Read the rest of this entry »
criado, lamber a cona, MF, minete, Moçambique, patroa, punheta
In narrador, xicuembo on 14/06/2009 at 03:54
Quando vivi em Moçambique, morei num quarto alugado em casa de uma solteirona, Dona Isabel. A velha tinha um criado chamado Paulino, com quem acabei por criar cumplicidade em putarias. Uma noite, depois da criada dos vizinhos lhe ter batido uma punheta e fodido comigo, ficámos os dois a conversar no jardim até altas horas da noite, e o moleque contou-me a sua história.
Tinha quinze anos quando entrou ao serviço de Dona Isabel, que procurava um moleque para fazer as lides domésticas. A patroa ensinou-lhe o serviço com muito rigor, ameaçando puni-lo caso se tornasse desleixado ou insolente. A princípio não foi além das ameaças. Porém, certo dia chamou-o, enquanto tomava o seu banho matinal. Read the rest of this entry »
bunda, cabaço, corno, guerra colonial, virgem
In A Alves, iniciação sexual, virgens on 12/06/2009 at 14:15
Naquele domingo de Pascoela, logo pela madrugada, a azáfama recomeçava na casa do lavrador Arouca. Não era para menos, a honra de receber uma centena de convidados para o casamento de sua filha Mariana, dava-lhe fama e atiçava a sua vaidade de homem abastado e candidato ao partido do governo.
Dona Carlota Arouca e sua irmã organizavam e vigiavam as cozinheiras e o resto da criadagem na confecção dos assados e confeitarias que iriam ser servidos no grande arraial improvisado, frente à casa, no largo da eira.
O dia tinha nascido por detrás do monte Açor numa corola vermelho-púrpura que se esparramou por toda a crista e desceu a encosta, já transformada numa aura de luminosos raios que evaporaram o orvalho dos prados do lameiro numa bruma de fumo que se dissipou no ar aquecido pelo sol. Read the rest of this entry »
boquete, narradora, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 10/06/2009 at 03:37
Sou professora, dou aula para o ensino primário. Vivo de maneira recatada e poucas pessoas conhecem o meu lado que vou mostrar através desta história.
Apesar de bonita (loira, olhos azuis, 1,60 e 48 quilos) e sentir tesão desde cedo, comecei a transar somente com 21 anos. Tive meu primeiro namorado com 13 anos e desde então, ate o primeiro que me deflorou, foram muitos. Com todos sentia muita vontade de me entregar, com alguns cheguei a ir em moteis e a ficar nua para eles. Ia muito longe nas brincadeiras, ate fazia sexo oral. Na hora da penetração sentia muita dor e acabava desistindo, morrendo de medo. Read the rest of this entry »
buceta, conto de sexo, corno, fodida, MMF
In estórias on 07/06/2009 at 03:46
A história que passo a narrar aconteceu em Fevereiro deste ano. Estávamos eu e minha esposa em viagem pelo estado de sc. Estava um dia quente e ela com um vestido leve sentada ao meu lado íamos conversando pela estrada. Como a viagem era longa ela estava bem a vontade no banco do caroneiro, hora colocava-se de lado, ora levantava as pernas sobre o painel do carro o que deixava a mostra sua calcinha vermelha e o volume de sua buceta deliciosa. Eu neste momento me aproveitava para apreciar suas pernas e sua buceta tapadinha por sua tanguinha vermelha.
Percebi que os caminhoneiros que passavam tinham uma visão privilegiada e davam sinal a passamos por eles. Achei isso interessante e comentei com ela que para o meu espanto ela me perguntou se estava gostando desta situação: sua esposa se exibindo para outros homens e eu disse que sim. Neste momento ela jogou a calcinha pro lado pegou minha mão e disse “olha como estou molhadinha”. Com a buceta enxarcada e a mostra continuou provocando os caminhoneiros que não acreditavam no que viam, davam sinal, buzinavam, chamavam de gostosa e pediam para esperimentar. Read the rest of this entry »
bunda, cuzinho, incesto, MF, sogra
In estórias, incesto, narrador on 07/06/2009 at 01:37
Meu nome é Mário, tenho 29 anos e minha esposa Neusa tem 26, temos um ótimo casamento que já dura 7 anos e vivemos muito bem.
Recentemente aconteceu a multinacional onde minha esposa trabalha criar pequenos grupos de replicadores de processos administrativos, uma ótima oportunidade profissional. Por isso ela foi enviada para São Paulo para fazer um treinamento que duraria 6 dias corridos.
Para me ajudar aqui em casa, já que também trabalho o dia inteiro, a mãe de minha esposa veio passar estes dias que ela estava fora, connosco. Uma ajuda providencial porque que devido à forte frente fria que estava sobre a nossa região, um de nossos 3 filhos passou a sofrer de uma crise de bronquite e começou a requerer mais atenção. Com ela em casa eu ia para trabalho muito mais tranquilo. Alexandre é o filho caçula e tem 2 anos, ele tem mais duas irmãs de 5 e 6 anos que dormem no outro quarto. A nossa casa não é grande, mas é uma casa confortável. Read the rest of this entry »
corno, foder, imprevisto, MF, rapidinha
In amigaço, narrador on 05/06/2009 at 23:46
O fato aconteceu quando dona Margarida resolveu trocar a porta da despensa que estava toda carcomida pelos cupins e muito estragada pela ação da chuva. Essas portas de agora que parecem feitas de farelo de madeira e cola. Não valem nada.
Pegou o telefone e discou para o primeiro número que viu com a indicação de marceneiro , que trabalhava com perfeição e cobrava baratinho.
-Isso não existe, mas vamos lá, resmungou ela para o marido aposentado que dormitava na varanda da frente, lendo o jornal do dia anterior.
-Vamos enviar o Valdemar para sua residência, às três da tarde, está bom assim, minha senhora?
Dona Margarida achou ótimo e pediu pro marido dar uma volta no comércio para ver se achava uma porta nova, boa e barata. Read the rest of this entry »
mamar, MF, vulva
In estórias, narrador on 03/06/2009 at 14:59
No quarto, a luz do luar entrava pela janela cortinada. Era uma noite de verão. O colchão havia sido posto no chão, a cama, apesar de nova emitia estalidos, que podiam ser ouvidos no andar debaixo; na casa, um sobrado, estavam meus pais e minha irmã, o andar superior era uma casa completa, no qual moravamos e eu meu irmão.
Estava quente no quarto, ela tantava disfarçar a ansiedade de se deitar, mas o cheiro que seu sexo emanava não deixavam dúvida sobre sua “ansiedade”.
- Não… Marcos, deixe a luz acesa.
- Porquê?
- Assim, com a luz acesa iram pensar que estamos vendo algo, teve, video…
- A porta de entrada esta fechada e a luz da sala acesa, não se preocupe… -
Eu sei, mas deixe a luz acesa… Ela baixava a cabeça levemente sorrindo de modo malicioso. Puxo ela para junto de meu corpo, beijo-a ardentemente. Viro ela de costas e começo a dar beijos estalados no seu pescoço, mordisca sua orelha. Read the rest of this entry »
foder, infedilidade, mãe, voyeur
In Dödòi, narradora on 31/05/2009 at 03:33
Comecei a despertar um pouquinho mais tarde que o habitual, por culpa do sol. Manhã de domingo, linda e radiosa, de um azul profundo, daqueles que ampliam a imensidão do existir e se subvertem e reduzem o ser-e-estar no mundo à mais gostosa preguiça. Pra quê despertar quando não se quer e nem se precisa? Pra quê outra realidade se não esta linda e preguiçosa e ensolarada manhã de domingo. Inda mais sozinha, eu e eu, mais ninguém. Nada pra pensar e nenhuma razão para deixar a razão chegar. E aonde a razão não chega a sensatez nem se aproxima. Porque não quero ser sensata. Difícil de entender, fácil de intuir, porque o sol, gentil e generoso, ao me acordar, foi muito indecente e saliente, ao lamber-me as coxas gostosamente, e a mente gostosa não mente diante do indecente. E que se fodam as rimas, porque ser lambida pelo sol, indecentemente, torna a mente gostosamente indecente.
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boquete, incesto, tia
In estórias, incesto, narrador on 28/05/2009 at 03:30
Náufragos do amor, o sonho de um sobrinho
Eu me lembro exatamente do dia em que acordei de calça jeans, camiseta e tênis na areia de uma praia. Quando abri os olhos não sabia onde estava e nem como havia chegado até ali. Levantei desesperado e percebi que a alguns metros havia uma morena deitada de bruços e vestindo calça jeans, blusa preta e sapato de salto alto.
Resolvi me aproximar e quando cheguei perto percebi que era minha tia Helena. Resolvi acordá-la e descobri que ela também não tinha a menor idéia de como havia parado naquele lugar. Ficamos com medo, pois aquela praia estava deserta e alguns metros adiante havia uma floresta. Com medo de entrar naquela mata fechada resolvemos andar na beira da praia na tentativa de encontrar alguém.
Depois de algumas horas caminhado chegamos no mesmo lugar de que partimos. Nesse momento ficamos ainda mais desesperados, pois isso significava que estávamos isolados do mundo em uma ilha no meio do oceano, a não ser que no meio daquela mata houvesse alguém. Não tivemos outra opção senão avançar floresta à dentro. Logo na entrada da mata encontramos um machado que acabei usando para abrir caminho na floresta. Read the rest of this entry »
broche, cuzinho, motards, narradora, orgia
In estórias, narradora on 26/05/2009 at 15:09
domingo, 14 de Agosto de 2005 – 8:52
Para o Algarve fui de mota e cheguei lá num instantinho. Adivinhem, o que fazia uma doida como eu, em Faro, em pleno verão…
Adivinharam. Fui Participar no Show de strip na concentração de motards – Faro 2005.
Eu nunca tinha ido a uma concentração de motas, embora estas e os seus cavaleiros sempre me excitassem bastante. No sábado, assim que lá cheguei, identifiquei-me logo com aquele ambiente louco. Ar livre, muita bebida, sexo, Humm… – contudo, achei que me devia divertir, e logo procurei alguém que me pagasse uma cerveja. Deixem-me dizer-vos que não esperei mais de dez minutos até ser abordada por um indivíduo estrangeiro e simpático. Era um tipo maduro e muito alto. Comecei a conversar com ele e logo fiquei a saber que era construtor de motos de modelos antigos e que é um dos organizadores do “Bulldog Bash”, um encontro semelhante ao de Faro, que se realiza na zona de Midlands – Inglaterra. Achei-o muito atraente e interessante.
Algumas cervejas depois, ele convidou-me para eu o acompanhar até à sua tenda, o que eu aceitei sem hesitação. Read the rest of this entry »
poema em prosa
In Calango, Lezard on 24/05/2009 at 00:08
Aqui assina Lezard, mas parece-me Calango, pelo estilo e personagens.
Chegou o dia do meu aniversário. Penso que ninguém lembrou. Sábado. Insípido. Desenchabido. Saio muito cedo. Quando volto,ainda antes das 08h00, surpresa! A casa está cheia. Vou tomar banho. Nova surpresa! As visitas entram comigo no banheiro. Branquelinha me abraça apertado, e cochicha-me, abrindo a blusa da comadre apetecível:
”Olha como os bicos de Edijane são apetecíveis!” e abarca com a boca os biquinhos apetentes dela; esta, por sua vez, abre minha braguilha, e declara-me:
”Avista os botões apetitosos de Naza” e acaricia com os dedos o busto de minha secretária; a arrebitada acarinha com os dentes meu aguilhão e diz-me: Read the rest of this entry »
beijo, MF, rabo, xota
In estórias on 23/05/2009 at 13:55
Fernanda não é uma mulher estupenda. Estatura média, pele cor da jambo, cabelos e olhos negros, seios pouco avantajados mas já um pouco caídos, quadril espaçoso, de quem já teve dois filhos. Com 28 anos, há 3 separada, morava com os filhos em uma modesta casa. A casa tem um grande cómodo na frente, onde ela fez a cozinha e a sala, uma pequeno corredor onde desemboca a porta do único quarto e a porta de madeira comum do banheiro.
Roberto é amigo de Fernanda desde o tempo em que era casada. Com a separação, ele perdeu o contacto com o “ex” dela, mas se manteve amigo dela. De vez em quando, ia ate a sua casa, junto com outras pessoas, para conversarem e darem risada. Naquele feriado, sem ter muito o que fazer, foi até a casa dela esperando encontrar o pessoal e passar uma tarde agradável. Chegando lá, bateu palmas e chamou-a. Ouviu de dentro do quintal um “entre que o portão tá aberto”. Como de costume, entrou sem rodeios e foi parar lá dentro da casa, uma vez que a porta da frente estava aberta. Read the rest of this entry »
cabaço, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 22/05/2009 at 02:28
Dona Assunta: Senhora ítalo-brasileira de trinta e seis anos e mãe exemplar.
Dominga: Filha adolescente de Dona Assunta, quinze anos e excelente formação.
Gina: Caçula de Dona Assunta, se abrindo para a vida, nos seus treze anos.
Francesco: Marido de Dona Assunta, tendo abandonado o lar, cerca de dois anos atrás.
Carmela: Mãe de Dona Assunta, viuva de cincoenta e três anos.
Nina: Tia de Dona Assunta, irmã de Carmela e solteira de trinta e oito anos.
Jove: Irmã de Carmela e Nina.
Giuliano: Marido de Jove e milionário.
Tilino, Carlo e Marcello: Filhos de Giuliano e Jove, de dezessete, dezesseis incompletos e quatorze anos, primos irmãos de Dona Assunta, primos em segundo grau de Dominga e Gina e sobrinhos netos de Nina e Carmela.
Glorinha: Adolescente, filha de família tradicional das relações de Jove e Giuliano.
Dona Joana: Velha empregada do apartamento e de inteira confiança de Jove.
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anal, MF, mff, oral, submissão, violação
In estórias, narrador on 20/05/2009 at 11:49
Um enredo histórico, a revolta do escravo agora violador da Baronesa, narrada em linguagem quase televisiva.
Já era noite na fazenda. O Barão sentado na sua escrivaninha fazia contas de mais um dia de lucro da colheita do café. A Baronesa, na sua poltrona, escovando seus cabelos, olhava para o espelho, sua mente viajava. Sinhá Moça dormia como um anjo. De repente tiros são ouvidos. O barão assustado pega seu revólver sai à porta, mais é rendido por Justino e Fugêncio. Baronesa corre para o quarto de Sinhá Moça, mas encontra Capitão do mato junto a ela e são rendidas. O Barão grita pelo seus capangas, Justino diz que estão todos mortos. Esbravejando, Barão é silenciado com uma arma apontada para sua cabeça.
Todos são reunidos na grande sala. Barão se depara com Cândida e Sinhá Moça aos prantos e assusta a ver Capitão do mato.
- Quanto tempo Barão… sentiu minha falta, voltei para reivindicar meu pagamento, e o senhor me deve muito pela humilhação e surra que levei.
- Não faça nada com minha família, eu te pago, disse o Barão
- Não é só dinheiro seu Barão disse Capitão olhando para o lado de Sinhá moça com um sorriso sarcástico. Lembra de Barbina, minha mãe, fiquei sabendo que o senhor se deitava e batia nela quando ela era mais nova. Agora é minha vez de deitar com sua Sinhazinha. Read the rest of this entry »
chupar, incesto, mãe, MF, punheta
In Daniel, estórias, incesto, narrador on 18/05/2009 at 03:51
Uma mãe combate os malefícios da masturbação com a sua sabedoria.
É tão difícil para mim contar essa história que nem sei por onde começar. Porque não pelo começo? Bem, vamos lá:
Eu nasci feio, cresci feio e atualmente, com quinze anos, sou mais feio ainda, pois começaram a nascer espinhas no meu rosto. Tenho poucos amigos e nunca tive uma namorada, pois as garotas não me olham duas vezes. Me defendo com revistas de sacanagem e punheta.
E foi justamente numa punheta que tudo começou. Eu estava sentado no vaso acabando de gozar quando a minha mãe entrou. Só deu tempo de puxar uma toalha para cima do colo, mas não evitei que ela percebesse o que eu estava fazendo. Read the rest of this entry »
anal, broxa, casamento, imprevisto, MF
In Neo, estórias on 17/05/2009 at 03:42
Uma estória de Neo, outro autor que aqui se apresenta.
Sugeri a ela que chupasse meu pau. Refugou. Humildemente roguei que ao menos lhe desse um beijo e, depois de alguma relutância, mergulhou entre as cobertas e emergiu ao estalar um beijo no membro palpitante de desejo. Por fim disparou:
- Seja breve. Não estou afim de muita estória hoje.
Deveras não estava mesmo. Consumado o casamento, há exatos sete anos, não houve mais estória que valesse a pena. Até mesmo o trivial beijo na boca ficara reservado, em vez ou outra, à agitação dos segundos que antecedem a explosão do prazer. Neste instante perdia ela verdadeiramente o discernimento e, cedendo aos impulsos da natureza humana, entregava a língua para ser chupada por alguns instantes, ato continuo, recompunha-se, virava-se e dormia. Há muito deixamos de nos beijar, prática que a cada ano mais e mais se reforçou, agravando-se com a chegada dos filhos. Como um pugilista costumava atirar seu corpo contra o meu, de maneira a restringir-me os movimentos do pescoço, escapando assim da aplicação do temerário beijo na boca. Read the rest of this entry »
anal, bunda, cu, fodendo, fuder, MF, narradora
In estórias, narradora on 15/05/2009 at 01:22
Tô taradinha hoje!
E logo você vai chegar do trabalho. vai estar irritado eu sei. Mas vou me preparando antes, bem antes…
Primeiro vou até a depiladora: ela me depila a bucetinha deixando somente alguns pelinhos na parte de cima do clitoris. Depois ela depila meu rabinho deixando lisinho, lisinho.
Antes de chegar em casa, passo na farmácia e compro algumas coisinhas: uma duchinha vaginal, um sabonete liquido intimo, um KY sem cheiro.
Em casa, ligo o chuveiro na água bem morninha.
Entro no banheiro e fecho a porta: é momento de privacidade. Read the rest of this entry »
chupar, corno, cu, MF, MM, MMF, narradora, voyeur
In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20
O marido trás um amigo. Agora vão ser três.
Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.
- Oooiiii amor.
- Oi meu bem.
- Conhece o Cláudio?
- Só de nome. Prazer.
- Muito prazer.
Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.
- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »
boceta, chupar, iniciação, MF, velha
In estórias, narrador on 07/05/2009 at 00:55
Dona Julia vai iniciar o rapaz, e tirar a barriga da miséria
Na esquina de minha rua tinha um armazém, daqueles que vendem desde pinga, arroz e feijão a até brinquedos e chinelos… Os donos do armazém (um casal) eram amigos de meu pai e minha mãe e por vezes até fiquei com eles quando pequeno, quando tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles, o armazém era bem conhecido no bairro, por ser até uma espécie de supermercado local.
Desde meus 5 anos até os 10 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal, localizada nos fundos do armazém, tendo uma porta de passagem da casa para o armazém.
Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes até ao armazém para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de godê, peão, bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que não tinha dinheiro, e ficava apreciando demais os seios da Dona Julia (esse não era o nome dela). Essa senhora tinha os maiores seios que já tinha visto na vida até aquele momento e eu ficava muito louco porque podia reparar o tamanho dos bicões e também porque sempre estava aparecendo uma parte do sutien dela, sempre com muita renda. Read the rest of this entry »
69, cu, empregada
In estórias, narrador on 03/05/2009 at 11:39
Uma das fodas mais gostosas que tive aconteceu quando era estudante universitário e morava em alojamento. Eu tinha um quartinho separado que era o maior abatedouro do pedaço. Comia coisas boas mas a maioria era mocréia. Eu gosto de todas. Ocasião, a moçada do alojamento resolveu contratar uma faxineira para limpar o apto uma vez por semana. A contratada era uma coroa gorda, falante e serelepe, uns 50 anos.
Ganhei sua confiança e comecei a investir pra cima da veia. Em pouco tempo o papo já era mais sacanagem do que outra coisa. Descobri que Dorotéia, que ainda chamo carinhosamente de Dorotéia da Galileia, era viúva e parecia gostar de uma rola quente. Para ela era difícil arrumar uma pessoa para comê-la pois, além de meio passada, em sua casa tinha seus filhos e etc. Não perdi mais tempo, na sua quarta faxina eu já estava passando a mão em sua bunda. Read the rest of this entry »
anal, bunda, corno, empregado, MF, patroa
In estórias, narrador on 30/04/2009 at 16:35
Patroa usa motorista. O prazer é dos dois.
A cantada não podia ter sido mais direta.
- Guarde o carro e depois venha até o meu quarto.
Fiquei olhando para dona Iracema sem saber se devia perguntar alguma coisa, se era alguma coisa lá que devia ser consertado, se era…
Ela interrompeu meu estado de tensão.
- O que foi? Vai dizer que tem medo de ir até o meu quarto? O Benê está viajando, a empregada está de folga, minha filha está na casa da avó. Só estamos nós dois aqui.
Mas me deixou mais confuso ainda.
- Mas…
- Não quer? Só nós dois, na minha cama?
Eu não podia acreditar. Ela saiu do carro sem tirar o olho de mim, e fazia uma expressão de sacanagem. Read the rest of this entry »
BDSM, sadomasoquismo, submissão
In Daniel, estórias on 27/04/2009 at 04:15
Daniel narra a ida de um casal a um clube de bondage e sadomasoquismo, com a qualidade que o distingue.
…De repente, estávamos entrando naquele clube desconhecido. Não sei de quem foi a idéia, mas o fato é que fomos ver o que é um encontro BDSM.
Mandei que ela vestisse um tubinho preto aberto dos lados até o alto das coxas, sandálias de salto altíssimo e a coleira fina de veludo no pescoço. Sim, eu gostava de exibi-la, principalmente porque ela morria de vergonha de olhares curiosos. Entre quatro paredes, era um fogo só, mas super-discreta em público. Odiava chamar a atenção.
Na entrada, uma bela moça com uma coleira de couro no pescoço me entregou uma tala, como essas que os jóqueis usam. “Para corrigir qualquer deslize da escrava”, explicou com um sorriso maroto. Read the rest of this entry »
boceta, chantagem, chupeta, cu, MMF, narradora
In estórias, narradora on 19/04/2009 at 20:09
Apanhada desprevenida, arranja problemas.
Isto realmente aconteceu comigo e acabou mudando a minha forma de ser e de sentir.
Voltemos ao ano 2.000 para poder entender toda esta narrativa.
Antes de qualquer coisa, meu nome é Fernanda, sou loirinha e tenho um corpo bonito, fruto de muita malhação em academia, do balé, do tênis e da natação. Desde os 13 anos atuo como modelo tirando fotos que saíram em diversas revistas e catálogos o que além de me render um pouco de dinheiro, me rendeu também notoriedade na escola. Com isso, me tornei um pouco fresquinha, limitando minhas amizades.
Namorei Maurício por um ano e meio, e nas férias de julho de 2.000, com 17 anos, perdi a virgindade. Em agosto, o crápula me dispensou. É desnecessário dizer que fiquei louca da vida. Read the rest of this entry »
filho, foder, incesto, mãe, rapidinha, submissão
In benck, incesto, narrador on 17/04/2009 at 02:00
Benck é um especialista em rapidinhas. Eis algumas.
Somos uma família de classe média alta, de origem alemã e conservadora formada por cinco pessoas (pai, mãe, eu e dois irmãos, sendo que eu sou o do meio). Meus pais são empresários e eu e meus irmãos somos universitários. Na aparência, somos uma família normal como qualquer uma, a exceção de um fato certamente pouco comum em famílias ditas normais: ter relações sexuais com a própria mãe. Isto acontece entre eu e minha mãe há quase seis anos de forma bastante discreta e pouco frequente, o que ajuda a esconder o ato, quando ele acontece. Read the rest of this entry »
enrabada, enrabasse, Fodiam, grandes lábios, mff, orgasmo
In moloch, narrador on 02/04/2009 at 19:58
Personagens:
Juca: Moço independente e de grande personalidade, aventureiro trabalhando com informática e o que mais lhe aparecesse.
Hannah: Rica proprietária de avantajados recursos, meia idade, alta e loura e de grande e determinado espírito.
Carmem: Filha mais velha de Hannah, dezenove anos, de olhos verdes e cabelos negros.
Cíntia: Adolescente de dezesseis anos, filha de Hannah e muito parecida com ela, diferindo somente na mocidade e na magreza.
Nininha: Caçula de Hannah, treze anos e ainda se desenvolvendo, loura de tranças e cheia de corpo.Eder: Rapaz de vinte anos, louro e noivo de Carmem.
Margrit: Loura atlética, irmã mais velha de Eder.
Paolo: Marido de Hannah.
Helena: Amante de Paolo.
Ouvindo a promessa não só de Juca, como de uma Cíntia excitada, quase babando pela perspectiva da transa com Juca, Nininha beijou-o demoradamente na boca e disse, suspirando:
- Podem ir… vão para a suite da mamãe… vou esperar somente meia hora… vou marcar… e depois, querido, você vai me pagar em dobro… Read the rest of this entry »
cuzinho, MF, orgasmo, rabo
In estórias on 31/03/2009 at 00:55
Um orgasmo fora do normal.
Marisa era uma boa amiga da faculdade, boa no sentido mais amplo da palavra. De cabelos negros e lisos, porém pele bem clara. Coxas e seios fartos com uma linda auréola, e bico do peito, na cor rosa. Estava sempre de alto astral.
Quando nos conhecemos, cada um tinha o seu próprio relacionamento, porém éramos amigos de trocar confidências e sabíamos bem da vida um do outro. Por muito tempo fui seu confidente, vários problemas ocorridos na sua vida – como um estupro, a separação dos pais, o fato dela ter sido criada pela avó, etc – ela sempre me confessou. Ocorre que, coincidentemente, nossos relacionamentos foram rompidos próximos um do outro. Conclusão, para nos consolarmos, começamos uma “amizade colorida”. Read the rest of this entry »
cabocla, chupar, empregada, Enfia seu caralho em minha xaninha, narrador, submissão
In estórias, narrador on 26/03/2009 at 12:17
Umas férias, a empregada nova, o caseiro, as aventuras do neto do patrão.
Eram seis da matina e, como em todas as manhãs, os passarinhos e outros animais do mato iniciavam seu alarido. Não era necessário relógio para presumir que já estava na hora de acordar. Recém-chegado de Salvador, vim visitar meu avô na fazenda onde morava e, com ele, passar o período de festas de Natal e o Ano Bom. Como sempre cheguei à fazendinha antes dos demais familiares, pois estudava numa cidade universitária, Cruz das Almas, que ficava mais próximo da fazenda que da casa de maus pais em Salvador. No auge de meus 17 anos, achava sempre enfadonho ficar uma ou até duas semanas apenas com meu avô na sede da fazenda. Porém, nesta nova, a fazendinha tinha uma nova atração. Tratava-se da nova criada que meu avô havia contratado para trabalhar nos afazeres domésticos. Read the rest of this entry »
corno, empregado, MF, narrador, rabo
In estórias, narrador on 25/03/2009 at 13:07
Um sonho que vira realidade, com autorização do esposo.
Todos os dias, pontualmente às 6 da tarde, eu parava para conversar com o porteiro do prédio onde era zelador. Naquela hora chegava Anita, a moradora do 502. Não havia quem não curvasse o pescoço para ver aquela bunda maravilhosa passar.
Ela tinha, aproximadamente, 1m70, cerca de 30 anos, uma pele marrom que exalava sensualidade, um traseiro de dançarina de axé music, um par de seios voluptuosos e coxas bem torneadas. Em suma, um magnífico exemplar do sexo feminino.
Anita povoava meus pensamentos desde que fui trabalhar naquele prédio. Passava noites acordado pensando em tê-la na minha cama. Se conseguia dormir, ela tomava meus sonhos. Certa vez cheguei a chamar uma namorada de Anita. Recebi um tapa e perdi a mulher, que era até gostosinha. Sempre simpática, cumprimentava todos quando passava. Mas jamais parava para conversar com os empregados do prédio ou mesmo com os vizinhos. Seu marido, Dr. Jordão, já estava na casa dos 50 anos e a tratava bem, embora parecesse ser austero. Read the rest of this entry »
caralho, foda, MF, prostituta
In narrador, xicuembo on 24/03/2009 at 16:46
xicuembo conhece uma prostituta em Moçambique
Ainda estudante, provei os encantos de uma mulher madura – Dona Cacilda, minha senhoria – e o certo é que fiquei cliente. Anos depois, já formado, trabalhei durante anos em África, mais precisamente em Moçambique, onde uma vez mais aluguei quarto em casa de uma mulher já idosa. Teria 55 anos, chamava-se Isabel, e era uma mulher alta e seca, de peito liso e ancas estreitas. Falava num tom autoritário, suficiente para desencorajar qualquer veleidade erótica da minha parte. Para ser sincero, não me inspirava qualquer desejo.
Uma noite, voltando do trabalho já tarde, notei que havia luz na janela da pequena dependência onde vivia o criado de Dona Isabel. Chamava-se Paulino, andava pelos 17 anos, e era baixo e entroncado, de pele muito negra e feições grosseiras. Atravessei o jardim em silêncio e, acercando-me da janela, espreitei para o interior. À luz do candeeiro a petróleo, sentados na esteira, Paulino e Alzira, a criada dos vizinhos, conversavam. Read the rest of this entry »
chupar, cuzinho, FF, infância, MF, narradora, relato
In estórias, narradora on 23/03/2009 at 14:35
Brincadeiras de crianças, relato de iniciação no prazer sexual.
Eu e meus pais tínhamos acabado de nos mudar para um novo prédio. Eu estava eufórica, pois iria fazer novas amiguinhas para brincar, (onde a gente morava eu sofria muito, era muito isolada). Na família éramos quatro ao todo, papai, mamãe, eu e Renata. Nata é minha irmã mais velhas. As primeiras semanas foram terríveis, eu não via ninguém descer para brincar. Um dia painho chegou mais tarde, e eu desci para recebê-lo. Não podia ter sido melhor!
Tinham pessoas brincando, de esconde-esconde. Eu fiquei muito feliz e pedi para meu pai para ficar, somente para conhecer a turma, ele não se opôs. Fui me chegando e eles acabaram me chamando para conhecer. Fui apresentada a Tati, Fábio e Andresa. Eles me chamaram para brincar. Como tinha acabado de chegar foi contar e eles se esconderam. Terminada a contagem saí em busca deles. Chequei tudo, mas não achei nada, foi aí que me lembrei da escadaria. Fui muito silenciosa e abri a porta devagar. Subi o primeiro andar e espreitei pela quina da parede. Read the rest of this entry »
broche, chupar, incesto, masturbação, mãe, minete
In Daniel, incesto, narrador on 22/03/2009 at 16:13
Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel.
Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação.
Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a “sessão”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de líder da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Read the rest of this entry »
69, chantagem, cuzinho, lamber, MF
In estórias, narrador on 21/03/2009 at 13:29
Estória de trabalho, ou de emprego, bem empregada.
Trabalhava numa empresa aqui em São Paulo, onde a mulherada era a grande maioria, só que eu já era um cara um pouco mais velho que a média da meninada, tinha mais de 25 anos e as menina tinham média de 15, 16 anos, as exceções eram duas funcionárias que andavam sempre juntas, uma era funcionária do departamento pessoal, Lúcia era baixa, morena clara e absolutamente comum e a outra era funcionária do setor de importação, Márcia magrinha, altura média, peitos mais pra grande que pra médios (quando vinha com uma camiseta branca, era impossível deixar de olhar aqueles melões) e, apesar de usar umas roupas um tanto recatadas, percebia-se que tinha uma bundinha bem gostosa.
Eu sempre tentava uma cantada, mas ela sempre dava um jeito de desviar o assunto, acabei achando que fosse comprometida e, aos poucos, fui parando com aquele leve assédio. Read the rest of this entry »
grávida, infedilidade, narradora
In amigaço, narradora on 20/03/2009 at 20:56
Mulher traída, mulher traidora, a resposta habitual na versão de amigaço.
Há coisas que fazemos e que não deveriam ser contadas. Mas há dentro de nós um desejo de vingança, que, quando cumprida, não conseguimos calar, pois nos parece incompleta se não for divulgada aos quatro cantos. A vingança é um prato que se come frio, mas não deve ser comido sozinho e em silêncio.
Casei-me com o Antero há dois anos e minha mãe avisou-me que não teria uma vida tranquila, pois todos conheciam a fama de mulherengo que ele carregava. Mesmo assim resolvi enfrentar o desafio, convencida de que conseguiria mudar-lhe o comportamento, através do amor que sentia por ele. Durante o primeiro mês de casamento ele portou-se como um marido razoável e eu fui feliz, não posso negar.
É verdade que ele não era exatamente aquilo que se esperava de um garanhão, embora esse tenha sido um dos motivos de o ter escolhido entre vários. Devido à fama de conquistador, eu acreditava ser um amante maravilhoso, dono de uma ferramenta soberba e incansável. Nem tanto. Desde a adolescência eu sempre fui uma fogosa rapariga que, embora virgem, não me cansava de me foder com os dedos, diariamente, esperando aflita que o local fosse, um dia, preenchido por algo bem mais apropriado. Read the rest of this entry »
chantagem, FF, MF, submissão
In estórias, narradora on 19/03/2009 at 17:49
Vários episódios das aventuras de uma chantageada por fotos e vídeos nas mãos de um sádico.
Trabalho numa empresa há quase 14 anos, em uma repartição que destina-se a atendimento ao público. E durante todos estes anos, nunca havia sido assediada por ninguém, pois procuro-me portar com bastante discrição, haja vista que sou casada e mãe de duas filhas. Mas, um belo dia, na hora do almoço dos funcionários, quando a maioria encontrava-se fora da repartição, estava somente eu no atendimento e entra o Diretor de outra área, um senhor de idade aparentando ter seus 55 anos e começa a fazer elogios e dizer que sempre fica observando meu jeito, minha maneira de andar, rebolando a bundinha empinadinha e as roupas provocantes que de vez em quando eu colocava, segundo suas palavras. Read the rest of this entry »
boceta, fodida, infedilidade, narradora
In amigaço on 18/03/2009 at 10:47
Mulher com homem paralisado em casa, tem um encontro no quintal.
Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via, não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor, mas agora olhando-o… era apenas um fardo pesado.
Sentia saudades da vida que tinham há dois anos… muitas saudades… principalmente… Read the rest of this entry »
masturbação, roçar, virgem
In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 17/03/2009 at 14:38
Apalpar e roçar no transporte público é hora de ponta. Um brilhante exercício de erotismo escrito por Dödòi
Ele não era bonito. Meninos “bonitos” nunca me encheram os olhos. Também não era um menino, Era homem mesmo. Desses nojentos e ao mesmo tempo gostosos, cara de canalha, que lambem e comem a gente com os olhos. Surgiu do nada. Nunca tinha visto no ponto. Agora, todo dia aparecia. Maldito. Me lambendo e comendo com os olhos até o ônibus chegar. Olhei só uma vez. Não, mais de uma vez, confesso. Maldita curiosidade. Um segundinho ou dois, pra me arrepender. Ele falava com os olhos e com aquele sorriso miudinho de que sabia que estava agradando. Filho da puta. Eu, nervosa, fazia cara de nem é comigo e virava o rosto. Mas era impossível não sentir o molhado daqueles olhos infernais nos meus seios, nas minhas coxas, na minha bunda. Perturba. Que perturba, perturba… Dar confiança? Não dava, juro. Cadê coragem? Nojento e gostoso. Gostosíssimo. Read the rest of this entry »
chupar, cuzinho, lambi, Me fode, MF, minete, viúva
In estórias, narrador on 16/03/2009 at 12:23
Uma estória de assistência no domicilio a uma colega com febre.
A secretária do meu chefe é um mulherão com 1,85, pernas longas, cabelo curto, quase sempre tingido em uma cor avermelhada e pele clara. Seu nome é Ingrid, também conhecida como “Dona Sargento”.
Deve ter entre 45 e 50 anos, dizem ser viúva, e é uma coroa muito ajeitada, só que é uma grande mal educada, pois briga com todo mundo, trata mal todos os funcionários, não deixa ninguém entrar na sala do chefe . Enfim uma pentelha.
Sou um funcionário de uma empresa de origem europeia e trabalho na contabilidade, dentro de minhas funções existe muito trabalho fora do escritório, visitando clientes e cartórios. Outro dia, meu chefe me chamou e pediu que eu levasse a Sra. Ingrid para o ambulatório médico e depois para casa, pois ela não estava bem de saúde, estava com febre e com dores de cabeça. Read the rest of this entry »
chantagem, cuzinho, engate pela net, MF, submissão
In estórias, narrador on 15/03/2009 at 20:45
Mais uma estória de engate pela net.
A net nos traz oportunidades nunca imaginadas, eu sou um usuário da net todas as noites, das 22:00 à 1:00 da madrugada fico surfando pela net. Às vezes converso com amigas no msn, outras vezes passo pelas salas de chat desenvolvendo novas amizades e buscando novas emoções. Sou casado, tenho 55 anos, e ainda muita lenha para queimar. Read the rest of this entry »
FF, minete, narradora
In RR Fragoso, narradora on 14/03/2009 at 22:43
Uma mulher lê o seu destino com outra mulher.
Não consegui identificar que sentimento foi aquele. Assim que a vi, um frio correu por minha espinha. Meu corpo ficou paralisado. Que horror! Quem era aquela mulher? Por que estava sentido aquilo?
Era uma mulher linda, morena, jovem, sempre elegante, mas algo dizia para manter-me afastada. Pensei imediatamente em nunca me aproximar dela, sua presença sempre acabava me provocando alguma reação estranha. Poucas vezes tive oportunidade de falar com ela, mas toda vez que a via, era a mesma coisa.
Minhas amigas tornaram-se suas amigas e viviam me falando que eu era cheia de besteiras, mas continuava firme na posição de mantê-la à distância, até que Laurinda veio me contar que ela lia cartas. A curiosidade feminina pelo futuro é enorme, muito maior que a dos homens e ter ali na vizinhança alguém que pudesse falar sobre isso, deixou todas nós fascinadas. Read the rest of this entry »
chupar, filho, incesto, mãe, Me fode, narradora
In estórias, incesto, narradora on 14/03/2009 at 22:35
Uma mãe descreve o inicio de uma atracção imparável.
É estranho como um relacionamento incestuoso, entre uma mãe e seu filho pode começar. O meu ocorreu não porque eu pulei na cama com meu filho, mas progrediu a partir de um pensamento completamente inocente até a sua realização total.
Tudo teve início quando meu filho, Rogério, decidiu que precisava de um passatempo. Rogério sempre se interessou por todo os tipo de coisas artísticas. Um dia, iria aprender a desenhar e a pintar, e comprou todos os tipos das coisas para isso, como lápis, pincéis, tintas, papéis de pintura e até mesmo um cavalete. Read the rest of this entry »
boceta, cu, incesto, punheta, tia, virgem
In Lord Thom, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 14/03/2009 at 03:40
Uma tia gorda vai ensinar-lhe muito numas férias que não prometiam.
Férias chatas, ridículas, meus pais me levaram para uma cidadezinha do interior.
Lá moravam, minha tia Deise, gordinha, viúva, 49 anos, 1,60 alt. 76 kg, irmã de minha mãe, tio Luiz, 50 anos, também irmão de minha mãe, casado com Oswalda, 48 anos, não tinham filhos.
Tremenda sacanagem para mim nos meu 13 anos. Eu gostava de jogar bola, nadar, farrear com os amigos, e nessa cidadezinha não conhecia ninguém. Era um tédio danado. Eu não tinha absolutamente nada para fazer. Acordava com meu bilau duro, me masturbava e depois me limitava a sair, dar umas voltas, voltar para casa e ficar vadiando por lá.
Meus pais e meus tios se divertiam, contavam casos, piadas, jogavam baralho, iam todos para a cozinha fazer o almoço o jantar, para eles aquela vidinha devia estar uma delicia, pois viviam alegre, ao contrario de mim que vivia aborrecido. Read the rest of this entry »
chupada, enrabada, fodida, lamber, lambia, MF, religião, virgem
In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 13/03/2009 at 19:28
Um conto de Lord Thom
Joca era o faz-tudo do convento da cidadezinha brasileira de interior. Seu avô havia trabalhado para as freiras na adolescência e seu pai, que havia seguido seus passos, fazia o maior gosto que o primeiro trabalho de seu filho seguisse a tradição.
As freiras adoravam esse menino grande, sólido, de mãos grandes e rosto angelical sempre muito corado e bonito, incapaz de dizer um não. Talvez fosse por isso que não lhe davam um momento de descanso durante o dia. Quando não era a madre superiora, era a irmã almoxarife; quando não era esta, era a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavandaria ou da horta ou da capela: Joca não parava um segundo.
Um dia, realmente exausto, ele resolveu ir para o estábulo tentar deitar-se um pouco. Não havia irmãs por perto e ele sentiu que podia tirar um coxilo. Ele subiu até o mezanino e estirou-se na palha dourada. Quando ia começando a fechar os olhos e a perder consciência do meio ambiente, ele ouviu passos e o farfalhar de hábito de freira, que ele conhecia muito bem. Em silêncio, ele foi se chegando até a beira do mezanino e espiou. O que ele viu o deixou paralizado. Read the rest of this entry »
cu, dor, MM, MMF, narrador, religião, sadomasoquismo
In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37
Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.
Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.
Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.
Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »
masturbação, MF, minete, sogra
In estórias, narrador on 11/03/2009 at 14:16
Uma atracção entre genro e sogra que vai crescendo
Minha mulher ficou doente por muitos anos e como minha sogra ficou viúva, veio morar connosco e cuidar e ajudar a cuidar da filha. Hoje tenho 46 anos, mas quando ela veio morar connosco eu tinha aproximadamente uns 30 anos. Portanto, faz mais de 15 anos que isso ocorreu e ficou acontecendo por mais de 10 anos, quase todos os dias. Minha sogra tem seus cabelos grisalhos, é meia gorda, tem pernas de condições normais para uma pessoa de sua idade (hoje deve ter perto dos 70 anos). Sempre foi muito moralista com suas colocações a respeito de sexo, e eu, jamais poderia imaginar que ela gozasse como goza. Até hoje! Eu chegava do trabalho, ela preparava meu jantar, e depois íamos todos para a sala ver TV, meus filhos que eram pequenos na época, minha mulher que estava doente e muito por sinal. Read the rest of this entry »
fazendeiro, virgem, xoxota, zezão
In amigaço, iniciação sexual, virgens, narrador on 10/03/2009 at 02:27
Carminha escolhe outro noivo. amigaço e os casamentos fabricados da filha do fazendeiro.
O fazendeiro para o qual trabalho decidiu fazer o casamento de sua filha mais nova no dia 13 de Maio, que é o dia das noivas, pelo que mãe falou.
A filha mais nova dele é a Carminha, tem dezoito anos, e eu a conheço muito bem. Ela vai se casar com um advogado rico e gordo de 35 anos, que mora na cidade e vem visitar a família deles todo fim de semana.
A Carminha não gosta do noivo, sei disso porque ela me contou, mas tem de casar assim mesmo porque o pai decidiu. Tem medo que o pai a expulse de casa, se descobrir que está grávida. Só que ela não está grávida dele não.
Ela sempre me olhava com aqueles olhos de safada e eu não sou besta. Sei que o fazendeiro jamais concordaria com nosso namoro, mas queria pelo menos dar uma provada, sem compromisso. Tinha certeza de que ela também desejava provar o zezão pelo modo como se desmanchava em sorrisos toda vez que a gente ficava sozinhos. Read the rest of this entry »
chupar, cu, cunhada, MF, sadomasoquismo, submissão
In estórias, narrador on 07/03/2009 at 14:09
Uma cunhada a portar-se mal e a pedir castigo.
Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula de 18 anos, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua caçula logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela. As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Read the rest of this entry »
FF, incesto, irmã, mãe, mff, mmff, trio
In incesto, moloch, narrador on 03/03/2009 at 15:59
O início de uma saga, a grande especialidade de Moloch.
Home, sweet home
The players:
Ted: Filho e irmão amantíssimo.
Joan: Mãe dedicada e virtuosa.
Helen: Filha e irmã prendada e moderna.
Doris: Cidadã respeitada e exemplar, amiga de Joan.
Escarlet: Filha única de Doris, adolescente e modesta.
Francis: Senhora idosa, amiga de Joan.
Billy: Adolescente, sobrinho de Doris.
Ann: Ruiva trabalhadora e digna.
Local: Whoren City, Texas, USA
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clitóris, corno, cu, esposa, fode, minete, MM, mmff, narradora
In estórias, narradora on 03/03/2009 at 02:06
Uma mulher vai encontrar no vizinho a educação que lhe falta em casa. E na vizinha. E o marido quando descobre também.
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O meu nome é Estela, tenho 21 anos 1,76m sou loira, olhos verdes, tenho seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas roliças e bem torneadas, sou casada há 3 anos com Marcelo, ele é um belo rapaz e é apenas um ano mais velho que eu.
Casei sem nenhuma experiência sexual, isto é virgem e conhecendo pouca coisa teoricamente, na nossa primeira noite não houve muitas preliminares, pois acho que meu noivo também não sabia lá muita coisa, não foi ruim, mas também não ouvi sinos tocando e nem vi fogos de artifícios. Depois conversando com outras amigas casadas, ouvi muita coisa que não conhecia, ouvi algumas falando que tinham orgasmos de subir pelas paredes, que gritavam como possessas e era muito gostoso. Para não ficar pra trás eu também inventava alguma coisa, mas na verdade ainda não conhecera essas maravilhas. Read the rest of this entry »
abusou, fudemu, lamber, MF
In amigaço, narrador on 02/03/2009 at 16:55
Deliciosa aventura de um mendigo nas mãos de uma Senhora. Nas mãos e não só.
Veio trazê o filho no colégio. Veio bem mais cedo, as aula só começa a uma mas ela chegou meio dia e meio. Tinha pra mais de treis hora pra mim.
Sei que é mulher de médico, ela me contou. É alta, loira e muito bonita. Da primeira vez pensei que tivesse zombando de mim. Eu tava deitado debaixo da árvore, morgando a cachaça que a Lurde conseguiu num sabia onde, nem como, nem queria saber.
Passou com o carro, deu uma parada e ofereceu uns trocado e quando me levantei pra agradecer, esqueci que tava com a braguilha aberta, depois da mijada, esqueci de fechar, zonzo que tava da pinga. Eu nem acreditei quando a mão fina e com aquele anel com aquela pedrona brilhante, me apalpou e ela geme: “Meu Deus!” Read the rest of this entry »
FF, ménage a 3, MF, mff, trio
In RR Fragoso, estórias, narrador on 01/03/2009 at 21:09
Um fim-de-semana alargado passado a 3.
Saquarema, 14 de novembro de 2.003, cidade praiana do Rio de Janeiro, verão chegando, temperaturas altas e sol a pino o dia todo. Minha mulher, Gláucia, morena, 25 anos, universitária do curso de Psicologia, estudava na capital só vindo para casa às sextas-feiras, possuidora de um lindo corpo e de poucos amigos e amigas. Sempre foi muito na dela, dizia que os homens eram uns bobalhões e ficavam dando em cima dela, sem se tocar que só se conquista uma mulher quando esta também quer ser conquistada, mas em sua grande maioria, ficavam insistindo, insistindo, achando que de um bom papo ninguém escapa. Com relação às mulheres, as achava muito pouco unidas, principalmente quando existia um interesse comum em algum homem.
- Oi amor! Cheguei!
Sempre que estava entrando na cidade, ligava pelo celular para que fosse buscá-la na rodoviária.
- Estou indo. Cinco minutos.
- Te espero. Beijo.
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plantação, pomar, sobre a mesa da cozinha, traição, voyeur
In A Alves, narrador on 01/03/2009 at 07:07
Alves é um sobrevivente, entre a literatura do papel portuguesa e a digitalizada, acho eu. Aqui o soldado que come a esposa do chefe militar, o impedido que não se impede…
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– Que cambada!… Corja de malandros!…
E entre dentes desabafou:
– Filhos de puta!…
– Essa fanfarra parece uma banda de tuberculosos!… Sargento Martins, Capitão Pizarro, quero ver essa merda afinada. Não saem da parada enquanto isso não sair como manda a puta da “sapatilha”.
Ao ouvir aquela besta barriguda que apostrofava assim todo o regimento em parada, eu virei-me para o meu amigo Botas e comentei:
– Foda-se pá! Foi para aturar este animal que me foste desencantar ao CAC3?
Ele riu-se e acalmou-me:
– Não vais arrepender-te; verás que o touro só é bravio aqui no quartel e para a pascácia da mulher, de resto, se tiveres lábia, vais levá-lo ao “cabresto”, e olha que quem te diz isto é este teu amigo que se livrou da guerra colonial.
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boceta, chupar, MF, viúva
In amigaço on 27/02/2009 at 03:25
Quem se assina amigaço deixa sempre uma marca social nas vidas dos pessoas que escreve.
Lazinha fez as contas: cem reais para o aluguel, quarenta para pagar a energia elétrica, vinte para pagar a água, cinquenta para pagar as muambas, setenta para a prestação do fogão, quarenta para o botijão de gás, e ainda faltavam cento e vinte para o armazém… O dinheiro não dava pra pagar tudo, outra vez. A aposentadoria que recebia depois do falecimento do marido era insuficiente para tanto.
Havia comprado algumas muambas para comercializá-las, mas a tentativa não deu certo e ainda estava devendo a última compra que fizera – somando os calotes que recebera, ficara no prejuízo. Tentou pegar roupas para lavar, mas ali por volta todos eram pobres e ela não tinha dinheiro para pagar o ônibus e procurar freguesia mais abastada na cidade. A prateleira da cozinha estava vazia e se não pagasse a conta do armazém, o seu Inácio não mais lhe venderia fiado. Faltava arroz, feijão, mistura óleo… faltava quase tudo. O menino ia passar fome. Read the rest of this entry »
empregada, mamar, narradora, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 26/02/2009 at 15:49
Lila a aprender o custo da vida de uma pobre, variante do tema empregada, narrada pela própria.
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Nasci em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo. Meus pais eram muito pobres, razão porque já aos 12 anos fui levada para a casa de uma senhora para ser babá de uma criança de 3 anos. Eu estudava de manhã e a tarde ficava cuidando da Laurinha, filha caçula de Seu Marcos e de Dona Glória. Ela era o xodó da família, não só por ser a caçula, mas porque era a única menina dentre os filhos do casal. Tinha os gémeos Artur e Ricardo de 14 anos e o Breno de 17. Meus pais ficaram na roça e eu tinha ido morar naquela casa na cidade.
No princípio chorei muito, principalmente por causa do meu amor de infância de quem fui obrigada a me separar. Aos poucos fui me acostumando. Read the rest of this entry »
boceta, imprevisto, infedilidade, xota
In estórias, narrador on 25/02/2009 at 17:35
Eu havia acabado de chegar de viagem, tendo seguido direto para o hotel, e só pensava em tomar um bom banho e descansar a tarde toda, para à noite conhecer a cidade. Por volta das duas e meia ouço um batido na minha porta. Saí então do banho, enrolado na toalha e fui ver quem era. Pelo olho mágico pude ver uma linda camareira, morena clara, baixinha, magrinha com um lindo corpo, seios pequenos e suculentos, um uniforme que realçava toda a sua sensualidade.
Mil ideias se passaram na minha cabeça só no tempo que levei abrindo a porta. Ela então sorriu pra mim e perguntou: “Boa tarde senhor, vai querer arrumação do quarto hoje?” Read the rest of this entry »
FF, mff, MMF, narradora
In estórias, narradora on 25/02/2009 at 17:16
Fred sempre foi um homem fascinante. Bonito, bem de vida, um humor fantástico, dono de uma inteligência incomum, e um amante capaz de esgotar a libido de qualquer mulher. Porém, incapaz de reconhecer a palavra fidelidade. Com ele, tive que apagar a palavra ciúme do meu vocabulário. Valeu a pena.
O fascínio por ele me fez tão submissa que eu topava suas maluquices. Assim, provei pela primeira vez o gosto de uma mulher. Foi uma experiência devastadora, paradoxal, antecedida de uma negociação tão intensa quanto excitante. Não que eu fizesse jogo duro. Tinha certo medo, mas queria experimentar. No fundo, sabia que ia ceder, embora, último minuto, quase tenha desistido. Read the rest of this entry »
boquete, memória, MF, narrador
In Sem categoria on 25/02/2009 at 01:56
É como diz o gasto bordão popular: “a vida é uma caixinha de surpresas”, e sou obrigado a concordar com isso. Nunca tive muito sucesso com as meninas por causa da minha introvertividade, mas como até mesmo o mais anémico dos seres às vezes é posto ao acaso pelo destino dentro de situações extraordinárias, também tive meus momentos de perversão.
O mais intenso entre eles certamente foi proporcionado pelos lábios macios e molhados de uma nova e curta amizade que fiz quando ainda estudava para concursos na biblioteca municipal. Todas as tardes eu ficava em uma parte da biblioteca que se permitiam entrar com material de estudo próprio, e por isso mesmo era separada do resto do prédio. Nessa sala havia cerca de quinze mesas quadradas de madeira. Eram essas divididas em quatro por divisórias do mesmo material da mesa. Cada lugar a mesa era pra estudo individual. Para se vê quem estava sentado ao lado tinha que se levantar da cadeira. Read the rest of this entry »
boceta, chupar, cuzinho, infância, MF, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 23/02/2009 at 03:28
Memórias da relação com uma rapariga muito especial.
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Acho que meu problema visual sofreu um aumento significativo a partir dos 18 anos. O esforço para espionar por buracos de fechaduras talvez tenha sido excessivo. Nessa época, revistas com propagandas de lingerie, ou revistas importadas, como as alemãs que traziam modelos com os seios de fora, eram manuseadas exaustivamente. As do Zéfiro então, amassadas, enroladas e lambuzadas. As com fotos, chamadas de suecas, eram troféus que jamais poderiam ser guardadas por um só, deveriam ser compartilhadas. Masturbações eram quase que diárias.
A namorada, uma menina linda, com cabelos cacheados louros, olhos azuis, permitia apenas beijos na boca em ocasiões especiais como bailinhos dados em festinhas de aniversário. Aliás, eram nestes bailinhos em que a mão boba ousava pousar sobre a bundinha. Às vezes um abraço mais forte nos trazia os seios ainda pequenos que tanto cobiçávamos de encontro ao nosso peito.
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boceta, chupar, cuzinho, empregada, MF, minete, narrador
In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48
Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo
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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.
Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.
Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »
avó, chupar, infedilidade, narradora, siririca, voyeur
In estórias, narradora on 20/02/2009 at 00:20
Uma jovem, depois de apanhar a mãe em flagrante, ainda escuta uma confissão muito especial da avó.
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Estava em um táxi retornando a São Paulo totalmente chocada. Há cerca de vinte minutos havia estado no sítio de veraneio da família. Pretendia fazer uma surpresa para minha mãe, mas como diz o ditado “quem tenta fazer surpresa pode ser surpreendido”.
Meu nome é Renata, tenho 24 anos, sou filha única e todos, familiares e amigos, me chamam de Renatinha. Sempre fui muito tímida e corava com o menor sinal de malícia. Mamãe, declarando-se extenuada com as últimas atividades religiosas que realizara (bazar), resolveu recolher-se em nosso pequeno paraíso. Convidou-me a acompanhá-la, já que estava desempregada, mas considerei que poderia ter uma crise de depressão recolhida em lugar tão bucólico onde até os grilos parecem ter preguiça de emitir sons.
Agora minha cabeça fervilhava. Mamãe insistira muito em saber se eu não mudaria de ideias indo encontrá-la em poucos dias e eu dissera que não havia a menor possibilidade. Contudo, bastou dois dias sem a presença dela e o tédio tomou conta. Resolvi, então, ir e tive a infeliz ideia de “fazer uma surpresa”. Estava meio impaciente, por isso resolvi não dirigir. Fui até a rodoviária, comprei passagem do ónibus que partiria vinte minutos depois. Desembarcando no centro da pequenina cidade, tomei um táxi que me deixou em frente ao portão da bela propriedade e entrei em silêncio. Read the rest of this entry »
69, cu, MF, narrador
In estórias, narrador on 19/02/2009 at 12:20
E faz muito bem em fazer o que quer
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Já estava com 43 anos, a vida sedentária começava a cobrar, entrei para uma academia, mas não gostei, pra quem quer só emagrecer é perda de tempo, pois o que me interessava, que era emagrecer, me bastava umas caminhadas na esteira e umas pedaladas, como tenho uma boa bike e sei andar fora da esteira, saí da academia e resolvi que daria minhas pedaladas pelo bairro e faria as caminhadas num parque grande que tem aqui próximo de casa.
E foi numa dessas vezes que a vi… A visão me fascinou de imediato: Uma menina com um shortinho não muito curto, mas apertado na medida certa, uma cinturinha finíssima, uma bunda não tão arrebitada, de quadris largos, fazendo um conjunto perfeito com as pernas torneadas. Read the rest of this entry »
foder, MF, narrador, vingança, violação
In A Alves, narrador on 17/02/2009 at 16:01
Uma estória de vingança, com um final inesperado
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Na tasca do Coxo, junto ao bairro cigano de Amoreiras, a noite estava animada, e o vinho corria a rodos para festejar uma boa entrega de haxixe que o Cartel da Galiza cedera ao cigano Anjo, a baixo custo e a crédito. Dentre os presentes estavam, Lello e Chasco, que tinham também uma rede de distribuição da erva e actuavam como dois sócios havia já mais de dois anos. Read the rest of this entry »
boceta, cu, incesto, lamber, MF, narrador, tia
In estórias, incesto on 17/02/2009 at 01:41
Uma narrativa detalhada, e deliciosamente lenta, da estória de um sobrinho e sua tia víuva e bastante mais velha.
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Eu estava nos meus 15 anos e ela perto de 50 anos. Hoje, estou bem longe dos 15 anos e ela já é uma mulher bastante idosa.
É umas das irmãs de minha mãe. Somos de uma família do interior paulista de vários irmãos (cerca de 12), bastante tradicional e conservadora. Desde muito pequeno convivi com esta minha tia e sempre admirava sua beleza. Com a chegada da adolescência, um tesão natural passou a tomar conta de mim, porque ela era uma mulher muito gostosa.
Mulher de altura mediana, de pernas grossas, peitos volumosos, corpo bem definido e torneado, com uma bunda que deixava qualquer um louco. Não posso negar que muitas das punhetas de minha adolescência foram destinadas a ela. Mas tudo ficava na punheta, porque nem pensar em ir além disto. Read the rest of this entry »
cuzinho, empregada, lamber, MF, narrador, submissão
In estórias, narrador on 16/02/2009 at 13:58
Outra estória de empregada, dominada para não variar muito.
Toda a quinta-feira vem uma diarista arrumar minha casa. Ela foi indicada por Laurentina, uma antiga empregada doméstica de nossa família que já trabalha connosco há mais de 20 anos. Durante todo este tempo Laurentina praticamente me viu crescer e cuidou de mim quando criança e ainda hoje ela trabalha connosco na casa de meus pais. Quando me formei em Administração e concluí uma pós-graduação, passei a ser chamando para alguns serviços de consultoria como autónomo e ganhar algum dinheiro. Assim, decidi morar só, mas logo percebi que eu era um completo incompetente nos afazeres domésticos e pedi que Laurentina me indicasse alguém para me ajudar nesta árdua tarefa. Como a grana era e ainda é curta, disse-lhe que não teria condições de bancar um salário mensal que, àquela época – janeiro de 2006, era de R$ 300,00, mais poderia pagar uma diária de R$ 30,00 mais o valor do transporte se toda quinta-feira a diarista fosse ao meu apartamento para dar uma força.
- Deixe comigo meu filho, conheço a pessoa perfeita – disse Laurentina enquanto enxugava os pratos com uma toalha e continuou:
- Lembra da Zezé? A minha sobrinha? Aquela pequenininha que quando você ainda era um moleque eu a levava para casa de seus pais? Read the rest of this entry »
cuzinho, fêmea, MF, narradora, oral, prazer, sexo, transa
In estórias, narradora on 15/02/2009 at 03:01
Uma exemplar dona de casa, mãe e esposa, liberta a fêmea devassa que há dentro dela, vingando-se do casamento e do marido.
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Fatos, possibilidades, dúvidas e decisões, palavras que definem a essência da vida, assim, foi a vida de Lúcia. As decisões de sua vida sempre foram em pró de um relacionamento conjugal de 25 anos. Subjugando os seus anseios e desejos. Este conto traz a história de uma mulher de 42 anos de idade que descobre que a vida tem muito mais prazer a oferecer do que lhe foi apresentado.
Lúcia sempre fora uma esposa dedicada, aos afazeres domésticos, ao marido e aos filhos. Aos poucos a rotina foi escondendo o seu belo corpo. A sua beleza sucumbia aos poucos juntamente com a sua vaidade. Não mais usava roupas e maquilhagem que exaltassem a sua beleza e o seu corpo.
O seu casamento era uma pura rotina, sexo deixou de ser um prazer para se tornar em mais uma atividade semanal. Ela sabia que às quartas-feiras era o dia de fazer as mesmas coisas, as mesmas posições e falas. Read the rest of this entry »
enrabar, MF, narrador
In Calango, narrador on 15/02/2009 at 01:43
Calango é um autor curioso e invulgar. Capaz de uma prosa quase poética, e também de uma prosa que nem o chega a ser. Estórias muito curtas, e também por isso seleccionáveis.
Enrabar Anacarla. Enrabar. Com força. A bonita Anacarla. Arrumadeira cheia. Na bunda delicada. Deliciosa arrumadora. De encantos doces. Que me permite desfrutar. Com minha boca. E meu caralho extenso. Admiro as formas abruptas. As coxas formosas. A aberta forte. O busto gostoso. Que me dão tesão. Sem medida. Nem hora. Nem lugar. Enlouqueço quando vejo o corpo grande de Anacarla. Moreno claro. Grosso. Lindo. Tesudo. Meu. Para usar. Desfrutar. Gozar. A qualquer tempo. Qualquer dia. Qualquer hora. Qualquer lugar. Na cama. Na mesa. Na sala. Na cozinha. No banheiro. No quarto. Quarta-feira. 26 de abril de 2006. Almoço. Meu habitat. Sala de jantar. Mesa. Anacarla serve a mesa. De blusa agarrada, que descobre suas mamas gostosas. Minissaia apertada. Curta. Que exibe seus apoios grandes. Tanguinha mínima. Que mostra sua aberta grossa. Deito a arrumadeira de bruços na mesa. Afasto a tanguinha. E enrabo a linda padaria da branda arrumadora com minha madeira rija,despejando galadura pelo madeiro redondo no pandeiro rotundo da saborosa Anacarla. Ela goza. Junto comigo.
Calango
comer, fode, incesto, mãe, MF, narradora
In estórias, incesto, narradora on 13/02/2009 at 19:40
O que pode acontecer a uma mãe quando começa a fazer a vontade ao filho? Descobrir que a vontade também é sua, por exemplo.
Olá meu nome é Vera. Eu nunca tive o costume de entrar neste tipo de site, mas como forma de desabafar, venho a contar os fatos que aconteceram e mudaram minha vida para sempre.
Me casei quando tinha vinte anos, nesta época estava grávida da minha filha Nádia, dois anos mais tarde tive outro filho, o Júnior.
Há três anos atrás, após um período muito difícil, com muitas brigas e discussões, me separei do meu marido e desde esta época não tenho relações com outras pessoas, dedico meu tempo completo ao meu trabalho e à educação dos meus filhos. Muitas vezes uma amiga minha do trabalho me dizia que eu necessitava um novo homem na minha vida, me dizia que muitas pessoas me desejariam, que eu tinha um lindo corpo, com uma bunda grande, peso ideal, que tinha os seios fartos e ainda durinhos e que uma mulher de apenas 35 anos não podia simplesmente esquecer que precisava de sexo. Eu apenas ria do que ela me dizia, na verdade eu tinha muito medo de colocar outra pessoa entre eu e meus filhos, tinha medo de que talvez essa pessoa pudesse fazer algum mal para eles, assim que me mantive só, tudo na minha vida era o trabalho e minha família. Read the rest of this entry »
empregada, MF, narrador, sadomasoquismo, submissão, virgem
In Daniel, estórias, iniciação sexual, virgens on 13/02/2009 at 12:34
Outro conto de Daniel. Um médico abandonado pela mulher recebe de um cliente uma empregada habituada a ser punida.
O conto a seguir é uma obra de ficção e contém cenas de violência. Isto não significa que o autor seja a favor de violência contra a mulher ou de qualquer tipo de discriminação racial. Lembre-se: É PURA FANTASIA.
Quando o Coronel soube que minha mulher me abandonara, chamou a Tiana e disse para ela:
– Você vai para o Rio com o Doutor. Ele está precisando de uma mulher para tomar conta da casa, lavar e passar a roupa dele, cozinhar, fazer todo o serviço. Arruma tuas tralhas que ele volta pra casa amanhã e você vai junto.
Eu disse que não era necessário, pois lá no Rio mesmo eu arrumava alguém, mas não era fácil ganhar dele numa discussão. Read the rest of this entry »
broche, cu, MF, narrador, punheta, religião, virgem, voyeur
In estórias, iniciação sexual, virgens on 12/02/2009 at 18:00
Uma freira virgem que deixa de o ser, um espectador que vira participante, uma estória que tinha na lista de espera e que o seu autor propôs para que aqui a publicasse, sinal que esta página começa a chegar aos seus destinatários. É já a seguir.
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O que tenho a contar, presenciei alguns dias atrás, e, desde então tenho estado com minha mente perturbada e meu sangue em ebulição e fogo – como sussurros e suspiros flamejantes de demónios nascidos no inferno. Se entro em meu quarto, no silêncio as imagens invadem a minha mente, fazem-se vividas e intensas, intumescem o meu pénis e, lançando-me nos mais tórridos delírios, me obriga a punhetas desesperadas. Lembro-me cada detalhe do que vi: as coxas brancas, as penugens claras da boceta, o rabo empinado quando ela punha as mãos sobre a mesa e ficava na ponta dos pés para ser fodida, comida, arrombada. E os gritos: ah, como ela gritava, gozei somente ouvindo aqueles urros animalescos de puta. Eu sou Amante R e vou contar a minha história. Read the rest of this entry »
cu, empregada, narrador, palmadas
In estórias, narrador on 12/02/2009 at 12:43
Apanhar uma empregada em flagrante e castigá-la é um clássico, de que temos aqui uma pequena versão
Vou me chamar pelo meu sobrenome para não dar bandeira, mas quando tinha uns 19 anos, começou a trabalhar na minha casa uma empregada, que tinha uma carinha muito safada. Era casada, tinha uns 25 anos, mulata, e um corpo bem delineado. Ela, mesmo casada, gostava de andar com, ora um shortinho apertadinho, ora uma minissaia bem curta. Read the rest of this entry »
abocanhou, narrador, penetrei, xana
In estórias, narrador on 11/02/2009 at 12:54
Horas de sorte. Encontrar uma bela rapariga a precisar de auxílio e que sabe retribuir, pode ser uma delas.
Se despediram de mim e partiram para o ónibus, me deixando cheio de saudades. A visita de fim de ano ao Paraná dessa vez foi sem mim, minha esposa e meus dois filhos passariam o natal e o ano novo na região e só após o dia sete poderia ir buscá-los.
Antes de sair da rodoviária me dirigi ao café para comer alguma coisa pois já era tarde e não queria sujar louças em casa.
No balcão, me hipnotizei com o vai e vem dos viajantes, até aquela voz me acordar:
- Moço… Moço…!!! Read the rest of this entry »
boquete, chupar, incesto, mãe, MF, narrador
In estórias, incesto, narrador on 10/02/2009 at 05:32
Um filho carenciado pede a ajuda materna
As coisas estavam difíceis para mim naqueles dias: reprovado no vestibular, duro e sem namorada. Passava os dias estudando para o próximo exame e navegando na web, sem mais nada de interessante pra fazer. Com os hormónios a mil, como qualquer jovem, era na internet que eu descarregava a tensão: horas e horas por semana atrás de lindas bocetas e bundas, e sempre me matando na punheta.
Assim ia levando minha rotina, até que um dia recebemos a visita da minha avó materna, que mora em outra cidade. Como a nossa casa era pequena, dois quartos apenas, minha mãe cedeu o quarto dela pra minha avó, e foi dormir no meu. Read the rest of this entry »
cu, masturbação, narrador, voyeur
In narrador, xicuembo on 09/02/2009 at 12:10
Os miúdos às vezes ficam-se por ver como as coisas correm bem aos outros.
Este é o meu primeiro conto, se é que se pode falar de contos quando se trata de narrativas, evocações, memórias de factos reais. Começarei por relatar um episódio ocorrido há muito tempo, quando eu, adolescente dos meus 17 anos, passava as férias de Verão numa praia, em Portugal. Éramos um grupo de uma dúzia de jovens, entre irmãos, primos e amigos. Tínhamos montado as tendas junto às dunas, na Zambujeira do Mar, e ali ficámos todo o mês de Agosto. Read the rest of this entry »
chupar, fmm, leite, mamar, narradora
In estórias, narradora on 09/02/2009 at 02:16
Uma estória de leite, uma mulher muito amamentadora, numa escrita sofrível.
Uma época eu estava amamentado meu filho e morava sozinha em uma bela casa, na periferia da minha cidade. Fiz amizade com uns garotos (13 e 14 anos) que moravam em um vilarejo perto e eles começaram a frequentar a minha casa por causa da piscina.
Todos os dias eles iam até em casa e se divertiam muito na piscina. Eu notava os olhares deles pra mim, pois nessa idade eles são verdadeiros tarados, mas respeitavam por eu ser a dona da casa e eles tinham interesse na piscina. Eu andava de biquíni o tempo todo e os meus seios, por estar amamentando estavam mais enormes do que já são e mal cabiam no soutien. Read the rest of this entry »
broche, foder, MF, narrador, público, voyeur
In estórias, narrador on 08/02/2009 at 10:06
Uma estória curta, uma situação insólita: dois casais acabam a aproveitar as iniciativas um do outro.
Era um dia quente de Primavera e resolvemos ir até a praia fazer um piquenique. A minha mulher vestiu o seu pequeno macaco de ganga e disse para eu levar a máquina fotografica porque queria ser a minha modelo. Ela tem 28 anos e é muito bonita. Aquele macaco curtinho deixa adivinhar os contornos das suas belas mamas e deixa ver um pouco do seu rabo.
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chupada, fode, MF, narrador, virgem
In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens on 07/02/2009 at 10:09
Lord Thom conta a primeira aventura de um jovem que por assim dizer tropeça numa mendiga.
No auge de meus 16 anos, claro que meus hormónios viviam em constante ebulição, e como em todas as manhãs ao acordar meu membro parecia querer arrebentar de tão duro, palpitava de tal maneira que parecia que meu coração estava dentro dele.
Todas as manhãs me levantava e durante o banho me masturbava gostoso para aliviar aquela tensão. Read the rest of this entry »
chupar, corno, foda, MF, narrador
In autores, estórias, moloch, narrador on 06/02/2009 at 12:33
Outra estória assinada por Moloch. Uma mãe oferece-se com a desculpa de defender as filhas, mas uma destas também vai querer.
Junior coçou a cabeça desanimado ao olhar a desolada paisagem que rodeava a desconfortável sede da fazenda onde havia sido alojado. Seu empregador o enviara até aquele ermo de helicóptero e agora, transcorridas apenas duas horas, enquanto montava o sofisticado equipamento de informática, já estava arrependido do contrato que assinara. Read the rest of this entry »
69, cu, empregada, masturbação, narrador, xoxota
In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24
Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais
O COMEÇO
Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.
Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!
MINHA ESPOSA
Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »
broche, cona, cu, enrabada, incesto, lamber, mamar, MF, narrador, sogra
In estórias, incesto, narrador on 05/02/2009 at 12:45
Quem come a filha também come a mãe.
Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de um ano comecei a namorar uma moça, de 26 anos, que é enfermeira num hospital da cidade. O nosso namoro é normal e pensamos até em casar brevemente. Ela vive num belo apartamento junto ao rio, com a sua mãe, que tem 47 anos de idade.
A minha sogra, Laura, é muito elegante e simpática, mas uma senhora reservada, que se preocupa muito com a casa e com o bem estar da filha. É viúva há cerca de cinco anos. Confesso que até ao episódio que vou contar nunca tinha olhado para ela com intenções libidinosas, pois só tinha olhos para a minha namorada Cristina. Read the rest of this entry »
69, bundinha, chupar, cu, cuzinho, judeia, MF
In estórias, narrador on 04/02/2009 at 11:31
Cada mulher tem, ou não tem, o seu gemido, expressão, palavra que usa no acto, o seu grito de paz e amor. O Luís narra um bem peculiar, que comeu, aliás: que judiou.
Na agência que eu trabalhava tinha uma guarda morena, gostosa, invocada, que todos cobiçavam, apesar de já ter dois filhos, usava roupas sempre apertadas realçando a bundinha, soutien meia taça empinando os peitinhos que apesar de pequenos ficavam apetitosos, todos queriam comê-la, mas apesar de todas as investidas ela não deixava espaço para mais nada. Read the rest of this entry »
chupeta, cona, cu, incesto, MF, narrador, tia, viúva
In estórias, incesto, narrador on 03/02/2009 at 15:27
Em família devemos ser uns para os outros. E neste caso auxiliar uma tia necessitada parece ser uma boa ação.
O facto que passo a relatar aconteceu comigo há pouco mais de 2 meses. Tenho uma tia que trabalha em minha casa ajudando minha esposa com afazeres domésticos há mais de 8 anos. Como trabalhamos fora, a Tia Maria é quem cuida da casa, tarefa que faz com muito louvor desde a morte de meu tio. Sempre tive o cuidado de trata-la com muito carinho e atenção, já que sofreu muito com a perda de seu companheiro de 35 anos de relacionamento. Tia Maria apesar dos 64 anos de idade, ainda ostenta um corpo bonito para sua idade, 1,65 de altura, 60 kgs., seios médios, um pouco caídos pela idade, coxas grossas, quadris largos com as ancas empinadas. Read the rest of this entry »
boquete, cona, cu, FF, mff, prostituta, submissão
In Daniel, autores, estórias, narrador on 01/02/2009 at 22:51
Outro excelente autor, Daniel, conta-nos a estória de um casal cansado de rotinas que decide variar forçando uma prostituta.
Às vezes eu receio que meu casamento esteja em perigo. Eu vejo o tédio no rosto da minha mulher e tenho certeza que ela também vê o mesmo em mim. Não é por falta de sexo, muito pelo contrário. Deve ser por excesso.
Eu explico: Tenho trinta e dois anos e ela, vinte e cinco. Temos a cabeça muito aberta em questões de sexo. Somos muito quentes e criativos, então estamos sempre inventando coisas novas. Mas cada dia fica mais difícil, parece que já fizemos de tudo… trepadas no elevador, na piscina lotada de gente, no mar… boquete no cinema… punheta no ônibus cheio (um embrulho no colo, ninguém vê…). Em casa, nem preciso falar. Já transamos em todos os cantos do apartamento e não conseguimos mais criar posições novas. Read the rest of this entry »
bunda, chupar, fode, narradora
In estórias, narradora on 30/01/2009 at 11:31
Um intervalo para almoço bem animado
Entrei no cio. Só pode.
Não consigo parar de pensar em fazer amor com você.
É só pensar em você que todo o meu corpo se prepara pro ato.
Você está me deixando louca.
Então, o telefone toca e reconheço seu número no visor.
- Dá pra mim? – você diz, de lá. Read the rest of this entry »
cabaço, cuzinho, MF, moloch, narrador, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 29/01/2009 at 05:00
Moloch é um dos melhores autores de relatos na net de língua portuguesa, a quem sabe tratar, num estilo pausado, pontuado por um bom domínio da narrativa. Com ele início a publicação de estórias de autor, a merecerem a possibilidade de ser pesquisados rapidamente. Os bons são poucos e merecem-no.
Rindo muito para deixá-la à vontade, ele a ensaboou cuidadosamente. Começou pelos curtos cabelos ruivos, onde percebera a necessidade de deixá-los mais macios e perfumados, e, prazerosamente, esfregou com o sabonete o tenro pescocinho, ombros, braços roliços, chegando nas costas e, desta forma, trazendo o corpinho esgalgado para junto do seu. Uma verdadeira delícia! A pele era maravilhosa, com o viço da primeira juventude. Nesta altura, graças à excepcional altura da menina, o seu pau, duríssimo, já estava alojado e comprimido pelo vértice das coxas gordinhas, em franco contato e atrito com a bocetinha.
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boceta, chupar, corno, MF, narrador, puta, submissão
In estórias, narrador on 28/01/2009 at 13:21
Um jogo de sedução vira um jogo de dominação
Paulo era meu companheiro de pelada, mas eu já não estava conseguindo resistir às provocações que sua mulher me aprontava. Todas as vezes que eu ia à sua casa após o jogo, para tomar uma cervejinha, ela ficava desfilando com shortinhos minúsculos ou minissaias mínimas e blusas transparentes ou abertas deixando ver parte dos seios. Read the rest of this entry »
chupar, cona, filho, incesto, mãe, MF, narradora, piça, tesão, voyeur
In estórias, incesto, narradora on 27/01/2009 at 14:12
Mais uma estória de incesto: Carla Maria conta-nos como lá foi parar.
Bom dia. Começo por me apresentar, sou a Carla Maria 44 anos, divorciada à 9, sou professora numa escola do Porto, tenho um filho de 21 anos que está no ultimo ano da Faculdade de Engenharia, vivemos os dois juntos. Não sou nenhum modelo de passerelle mas considero-me uma mulher ainda bastante desejável e que ainda provoco tesão a muitos homens. Nunca pensei é que um desses homens fosse o meu filho. Read the rest of this entry »
cona, cu, MF, narrador
In estórias, narrador on 26/01/2009 at 01:19
Começaram por brincar aos médicos, acabaram com um consultório em casa.
Meu nome é Inácio. Vou contar um caloroso reencontro que tive com uma amiguinha de infância, a Patrícia, ou melhor, a Paty. Ela era minha vizinha. A gente fazia tudo juntos: trocava revistas, colecionava figurinhas, andava de bicicleta e brincava de médico. Essa última brincadeira era a que eu mais gostava e me despertou para os prazeres do sexo. Lembro que na hora de dar injeção, Paty baixava a calcinha e eu enfiava minha rola fininha no cuzinho dela, mas não injetava nada dentro, pois eu só tinha 12 anos, nem esporrava ainda. Paty gostava. Gemia bastante enquanto eu bombava a rola no seu cuzinho. Ela era gordinha, tinha a bunda grande e a buça começava a mostrar uns pelinhos. Naquela época as tetinhas não eram maiores do que uma ameixa. Read the rest of this entry »
chupar, MF, narradora, voyeur
In estórias, narradora on 14/01/2009 at 02:53
Me chame de Hera
Ao voltar para casa do trabalho, sempre passo em frente a um beco que me dá arrepios. Escuro, frio, um lugar sombrio, mas que também aguça minha imaginação. Sempre ouvia casos de assaltos, estupros, casais de namorados fazendo sexo e coisas do tipo.
Outro dia, passando por lá, ouvi gemidos, ais, gritinhos que me chamaram a atenção. A princípio pensei ser coisa da minha imaginação, mas ao me aproximar, vi que havia 2 pessoas, um homem e uma mulher.
Ela estava encostada na parede, com os braços levantados e ele estava em frente a ela, ajoelhado. O beco era iluminado apenas por uma fraca luz que um morador colocou em seu muro, a visão ficava turva. Read the rest of this entry »
chupar, cu, fodi, narrador, velha
In estórias, narrador on 09/01/2009 at 02:06
Comer a velha de olho na neta
Eu estava de olho numa ninfeta chamada Andréia. Devia ter dezasseis anos e andava sempre de mini saia, deixando ver até um pedaço da xuranha. Eu cantava a biscate direto, mas ela dizia que era virgem e sua avó já a havia proibido de falar comigo. Resolvi procurar a velha e pedir para namorar a neta, pois pensar nela estava me tirando o juízo. Queria tanto meter nela que meu pau andava duro o dia inteiro e chegava a ter febre. Read the rest of this entry »
anal, fodemos, MF, narrador, oral, rabo
In estórias, narrador on 03/01/2009 at 14:13
Quem não come a filha, arrisca-se a comer a mãe…
Juliana era uma grande amiga. Costumávamos sair sempre juntos para badalar nas noites. Nós nos entendíamos muitíssimo bem. Juliana era uma garota de 20 anos, e eu tinha 21. Read the rest of this entry »
broche, cona, corno, MF, MMF, voyeur
In estórias, narrador on 01/01/2009 at 17:31
E decidiu tomar-lhe o gosto. Uma narrativa algo atabalhoada, o que também lhe dá um toque de realismo.
Pois foi descobri que sou corno, já há algum tempo que desconfiava disso mas só há 3 meses tive a confirmação. Sou casado com uma mulher muito boa, 4 anos mais jovem que eu eu, tenho 40 e ela 36, desde à uns 2 anos que desconfiava que alguma coisa se passava, eram mensagens que ela nunca lia à minha frente, chamadas que ela não atendia quando eu estava, trabalho fora de horas, coisas que levantam duvidas. Fui tendo atenção ao que se passava, há uns 3 meses ela teve de ir passar 2 dias a casa da mãe que estava doente, eu fiquei em nossa casa. Read the rest of this entry »