para masturbar insónias

Posts de Março, 2009

Chamou até pela santa

In estórias on 31/03/2009 at 00:55

Um orgasmo fora do normal.

Marisa era uma boa amiga da faculdade, boa no sentido mais amplo da palavra. De cabelos negros e lisos, porém pele bem clara. Coxas e seios fartos com uma linda auréola, e bico do peito, na cor rosa. Estava sempre de alto astral.

Quando nos conhecemos, cada um tinha o seu próprio relacionamento, porém éramos amigos de trocar confidências e sabíamos bem da vida um do outro. Por muito tempo fui seu confidente, vários problemas ocorridos na sua vida – como um estupro, a separação dos pais, o fato dela ter sido criada pela avó, etc – ela sempre me confessou. Ocorre que, coincidentemente, nossos relacionamentos foram rompidos próximos um do outro. Conclusão, para nos consolarmos, começamos uma “amizade colorida”. Read the rest of this entry »

Cabocla da Fazenda

In estórias, narrador on 26/03/2009 at 12:17

Umas férias, a empregada nova, o caseiro, as aventuras do neto do patrão.

Eram seis da matina e, como em todas as manhãs, os passarinhos e outros animais do mato iniciavam seu alarido. Não era necessário relógio para presumir que já estava na hora de acordar. Recém-chegado de Salvador, vim visitar meu avô na fazenda onde morava e, com ele, passar o período de festas de Natal e o Ano Bom. Como sempre cheguei à fazendinha antes dos demais familiares, pois estudava numa cidade universitária, Cruz das Almas, que ficava mais próximo da fazenda que da casa de maus pais em Salvador. No auge de meus 17 anos, achava sempre enfadonho ficar uma ou até duas semanas apenas com meu avô na sede da fazenda. Porém, nesta nova, a fazendinha tinha uma nova atração. Tratava-se da nova criada que meu avô havia contratado para trabalhar nos afazeres domésticos. Read the rest of this entry »

A mulata do 502

In estórias, narrador on 25/03/2009 at 13:07

Um sonho que vira realidade, com autorização do esposo.

Todos os dias, pontualmente às 6 da tarde, eu parava para conversar com o porteiro do prédio onde era zelador. Naquela hora chegava Anita, a moradora do 502. Não havia quem não curvasse o pescoço para ver aquela bunda maravilhosa passar.

Ela tinha, aproximadamente, 1m70, cerca de 30 anos, uma pele marrom que exalava sensualidade, um traseiro de dançarina de axé music, um par de seios voluptuosos e coxas bem torneadas. Em suma, um magnífico exemplar do sexo feminino.

Anita povoava meus pensamentos desde que fui trabalhar naquele prédio. Passava noites acordado pensando em tê-la na minha cama. Se conseguia dormir, ela tomava meus sonhos. Certa vez cheguei a chamar uma namorada de Anita. Recebi um tapa e perdi a mulher, que era até gostosinha. Sempre simpática, cumprimentava todos quando passava. Mas jamais parava para conversar com os empregados do prédio ou mesmo com os vizinhos. Seu marido, Dr. Jordão, já estava na casa dos 50 anos e a tratava bem, embora parecesse ser austero. Read the rest of this entry »

Passou do criado ao patrão

In narrador, xicuembo on 24/03/2009 at 16:46

xicuembo conhece uma prostituta em Moçambique

Ainda estudante, provei os encantos de uma mulher madura – Dona Cacilda, minha senhoria – e o certo é que fiquei cliente. Anos depois, já formado, trabalhei durante anos em África, mais precisamente em Moçambique, onde uma vez mais aluguei quarto em casa de uma mulher já idosa. Teria 55 anos, chamava-se Isabel, e era uma mulher alta e seca, de peito liso e ancas estreitas. Falava num tom autoritário, suficiente para desencorajar qualquer veleidade erótica da minha parte. Para ser sincero, não me inspirava qualquer desejo.

Uma noite, voltando do trabalho já tarde, notei que havia luz na janela da pequena dependência onde vivia o criado de Dona Isabel. Chamava-se Paulino, andava pelos 17 anos, e era baixo e entroncado, de pele muito negra e feições grosseiras. Atravessei o jardim em silêncio e, acercando-me da janela, espreitei para o interior. À luz do candeeiro a petróleo, sentados na esteira, Paulino e Alzira, a criada dos vizinhos, conversavam. Read the rest of this entry »

Os Melhores Anos do Resto de Nossas Vidas

In estórias, narradora on 23/03/2009 at 14:35

Brincadeiras de crianças, relato de iniciação no prazer sexual.

Eu e meus pais tínhamos acabado de nos mudar para um novo prédio. Eu estava eufórica, pois iria fazer novas amiguinhas para brincar, (onde a gente morava eu sofria muito, era muito isolada). Na família éramos quatro ao todo, papai, mamãe, eu e Renata. Nata é minha irmã mais velhas. As primeiras semanas foram terríveis, eu não via ninguém descer para brincar. Um dia painho chegou mais tarde, e eu desci para recebê-lo. Não podia ter sido melhor!

Tinham pessoas brincando, de esconde-esconde. Eu fiquei muito feliz e pedi para meu pai para ficar, somente para conhecer a turma, ele não se opôs. Fui me chegando e eles acabaram me chamando para conhecer. Fui apresentada a Tati, Fábio e Andresa. Eles me chamaram para brincar. Como tinha acabado de chegar foi contar e eles se esconderam. Terminada a contagem saí em busca deles. Chequei tudo, mas não achei nada, foi aí que me lembrei da escadaria. Fui muito silenciosa e abri a porta devagar. Subi o primeiro andar e espreitei pela quina da parede. Read the rest of this entry »

Mamãe, me ajuda

In Daniel, incesto, narrador on 22/03/2009 at 16:13

Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel.

Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação.

Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a “sessão”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de líder da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Read the rest of this entry »

Alvo errado

In estórias, narrador on 21/03/2009 at 13:29

Estória de trabalho, ou de emprego, bem empregada.

Trabalhava numa empresa aqui em São Paulo, onde a mulherada era a grande maioria, só que eu já era um cara um pouco mais velho que a média da meninada, tinha mais de 25 anos e as menina tinham média de 15, 16 anos, as exceções eram duas funcionárias que andavam sempre juntas, uma era funcionária do departamento pessoal, Lúcia era baixa, morena clara e absolutamente comum e a outra era funcionária do setor de importação, Márcia magrinha, altura média, peitos mais pra grande que pra médios (quando vinha com uma camiseta branca, era impossível deixar de olhar aqueles melões) e, apesar de usar umas roupas um tanto recatadas, percebia-se que tinha uma bundinha bem gostosa.

Eu sempre tentava uma cantada, mas ela sempre dava um jeito de desviar o assunto, acabei achando que fosse comprometida e, aos poucos, fui parando com aquele leve assédio. Read the rest of this entry »

A vingança da grávida

In amigaço, narradora on 20/03/2009 at 20:56

Mulher traída, mulher traidora, a resposta habitual na versão de amigaço.

Há coisas que fazemos e que não deveriam ser contadas. Mas há dentro de nós um desejo de vingança, que, quando cumprida, não conseguimos calar, pois nos parece incompleta se não for divulgada aos quatro cantos. A vingança é um prato que se come frio, mas não deve ser comido sozinho e em silêncio.

Casei-me com o Antero há dois anos e minha mãe avisou-me que não teria uma vida tranquila, pois todos conheciam a fama de mulherengo que ele carregava. Mesmo assim resolvi enfrentar o desafio, convencida de que conseguiria mudar-lhe o comportamento, através do amor que sentia por ele. Durante o primeiro mês de casamento ele portou-se como um marido razoável e eu fui feliz, não posso negar.

É verdade que ele não era exatamente aquilo que se esperava de um garanhão, embora esse tenha sido um dos motivos de o ter escolhido entre vários. Devido à fama de conquistador, eu acreditava ser um amante maravilhoso, dono de uma ferramenta soberba e incansável. Nem tanto. Desde a adolescência eu sempre fui uma fogosa rapariga que, embora virgem, não me cansava de me foder com os dedos, diariamente, esperando aflita que o local fosse, um dia, preenchido por algo bem mais apropriado. Read the rest of this entry »

Chantageada pelo diretor

In estórias, narradora on 19/03/2009 at 17:49

Vários episódios das aventuras de uma chantageada por fotos e vídeos nas mãos de um sádico.

Trabalho numa empresa há quase 14 anos, em uma repartição que destina-se a atendimento ao público. E durante todos estes anos, nunca havia sido assediada por ninguém, pois procuro-me portar com bastante discrição, haja vista que sou casada e mãe de duas filhas. Mas, um belo dia, na hora do almoço dos funcionários, quando a maioria encontrava-se fora da repartição, estava somente eu no atendimento e entra o Diretor de outra área, um senhor de idade aparentando ter seus 55 anos e começa a fazer elogios e dizer que sempre fica observando meu jeito, minha maneira de andar, rebolando a bundinha empinadinha e as roupas provocantes que de vez em quando eu colocava, segundo suas palavras. Read the rest of this entry »

O cigano

In amigaço on 18/03/2009 at 10:47

Mulher com homem paralisado em casa, tem um encontro no quintal.

Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via, não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor, mas agora  olhando-o… era apenas um fardo pesado.

Sentia saudades da vida que tinham há dois anos… muitas saudades… principalmente… Read the rest of this entry »

Deixei, calada

In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 17/03/2009 at 14:38

Apalpar e roçar no transporte público é hora de ponta. Um brilhante exercício de erotismo escrito por Dödòi

Ele não era bonito. Meninos “bonitos” nunca me encheram os olhos. Também não era um menino, Era homem mesmo. Desses nojentos e ao mesmo tempo gostosos, cara de canalha, que lambem e comem a gente com os olhos. Surgiu do nada. Nunca tinha visto no ponto. Agora, todo dia aparecia. Maldito. Me lambendo e comendo com os olhos até o ônibus chegar. Olhei só uma vez. Não, mais de uma vez, confesso. Maldita curiosidade. Um segundinho ou dois, pra me arrepender. Ele falava com os olhos e com aquele sorriso miudinho de que sabia que estava agradando. Filho da puta. Eu, nervosa, fazia cara de nem é comigo e virava o rosto. Mas era impossível não sentir o molhado daqueles olhos infernais nos meus seios, nas minhas coxas, na minha bunda. Perturba. Que perturba, perturba… Dar confiança? Não dava, juro. Cadê coragem? Nojento e gostoso. Gostosíssimo. Read the rest of this entry »

Dona Ingrid

In estórias, narrador on 16/03/2009 at 12:23

Uma estória de assistência no domicilio a uma colega com febre.

A secretária do meu chefe é um mulherão com 1,85, pernas longas, cabelo curto, quase sempre tingido em uma cor avermelhada e pele clara. Seu nome é Ingrid, também conhecida como “Dona Sargento”.
Deve ter entre 45 e 50 anos, dizem ser viúva, e é uma coroa muito ajeitada, só que é uma grande mal educada, pois briga com todo mundo, trata mal todos os funcionários, não deixa ninguém entrar na sala do chefe . Enfim uma pentelha.

Sou um funcionário de uma empresa de origem europeia e trabalho na contabilidade, dentro de minhas funções existe muito trabalho fora do escritório, visitando clientes e cartórios. Outro dia, meu chefe me chamou e pediu que eu levasse a Sra. Ingrid para o ambulatório médico e depois para casa, pois ela não estava bem de saúde, estava com febre e com dores de cabeça. Read the rest of this entry »

Japonesa bancária

In estórias, narrador on 15/03/2009 at 20:45

Mais uma estória de engate pela net.

A net nos traz oportunidades nunca imaginadas, eu sou um usuário da net todas as noites, das 22:00 à 1:00 da madrugada fico surfando pela net. Às vezes converso com amigas no msn, outras vezes passo pelas salas de chat desenvolvendo novas amizades e buscando novas emoções. Sou casado, tenho 55 anos, e ainda muita lenha para queimar. Read the rest of this entry »

A Cigana

In RR Fragoso, narradora on 14/03/2009 at 22:43

Uma mulher lê o seu destino com outra mulher.

Não consegui identificar que sentimento foi aquele. Assim que a vi, um frio correu por minha espinha. Meu corpo ficou paralisado. Que horror! Quem era aquela mulher? Por que estava sentido aquilo?

Era uma mulher linda, morena, jovem, sempre elegante, mas algo dizia para manter-me afastada. Pensei imediatamente em nunca me aproximar dela, sua presença sempre acabava me provocando alguma reação estranha. Poucas vezes tive oportunidade de falar com ela, mas toda vez que a via, era a mesma coisa.

Minhas amigas tornaram-se suas amigas e viviam me falando que eu era cheia de besteiras, mas continuava firme na posição de mantê-la à distância, até que Laurinda veio me contar que ela lia cartas. A curiosidade feminina pelo futuro é enorme, muito maior que a dos homens e ter ali na vizinhança alguém que pudesse falar sobre isso, deixou todas nós fascinadas. Read the rest of this entry »

Incesto: minha experiência de vida com meu filho

In estórias, incesto, narradora on 14/03/2009 at 22:35

Uma mãe descreve o inicio de uma atracção imparável.

É estranho como um relacionamento incestuoso, entre uma mãe e seu filho pode começar. O meu ocorreu não porque eu pulei na cama com meu filho, mas progrediu a partir de um pensamento completamente inocente até a sua realização total.
Tudo teve início quando meu filho, Rogério, decidiu que precisava de um passatempo. Rogério sempre se interessou por todo os tipo de coisas artísticas. Um dia, iria aprender a desenhar e a pintar, e comprou todos os tipos das coisas para isso, como lápis, pincéis, tintas, papéis de pintura e até mesmo um cavalete. Read the rest of this entry »

A minha tia gordinha

In Lord Thom, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 14/03/2009 at 03:40

Uma tia  gorda vai ensinar-lhe muito numas férias que não prometiam.

Férias chatas, ridículas, meus pais me levaram para uma cidadezinha do interior.

Lá moravam, minha tia Deise, gordinha, viúva, 49 anos, 1,60 alt. 76 kg, irmã de minha mãe, tio Luiz, 50 anos, também irmão de minha mãe, casado com Oswalda, 48 anos, não tinham filhos.

Tremenda sacanagem para mim nos meu 13 anos. Eu gostava de jogar bola, nadar, farrear com os amigos, e nessa cidadezinha não conhecia ninguém. Era um tédio danado. Eu não tinha absolutamente nada para fazer. Acordava com meu bilau duro, me masturbava e depois me limitava a sair, dar umas voltas, voltar para casa e ficar vadiando por lá.

Meus pais e meus tios se divertiam, contavam casos, piadas, jogavam baralho, iam todos para a cozinha fazer o almoço o jantar, para eles aquela vidinha devia estar uma delicia, pois viviam alegre, ao contrario de mim que vivia aborrecido. Read the rest of this entry »

A noviça e o serviçal

In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 13/03/2009 at 19:28

Um conto de Lord Thom

Joca era o faz-tudo do convento da cidadezinha brasileira de interior. Seu avô havia trabalhado para as freiras na adolescência e seu pai, que havia seguido seus passos, fazia o maior gosto que o primeiro trabalho de seu filho seguisse a tradição.

As freiras adoravam esse menino grande, sólido, de mãos grandes e rosto angelical sempre muito corado e bonito, incapaz de dizer um não. Talvez fosse por isso que não lhe davam um momento de descanso durante o dia. Quando não era a madre superiora, era a irmã almoxarife; quando não era esta, era a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavandaria ou da horta ou da capela: Joca não parava um segundo.

Um dia, realmente exausto, ele resolveu ir para o estábulo tentar deitar-se um pouco. Não havia irmãs por perto e ele sentiu que podia tirar um coxilo. Ele subiu até o mezanino e estirou-se na palha dourada. Quando ia começando a fechar os olhos e a perder consciência do meio ambiente, ele ouviu passos e o farfalhar de hábito de freira, que ele conhecia muito bem. Em silêncio, ele foi se chegando até a beira do mezanino e espiou. O que ele viu o deixou paralizado. Read the rest of this entry »

Dona Lourdes, o padre e eu

In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37

Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.

Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.

Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.

Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »

Minha atenciosa e doce Sogra

In estórias, narrador on 11/03/2009 at 14:16

Uma atracção entre genro e sogra que vai crescendo

Minha mulher ficou doente por muitos anos e como minha sogra ficou viúva, veio morar connosco e cuidar e ajudar a cuidar da filha. Hoje tenho 46 anos, mas quando ela veio morar connosco eu tinha aproximadamente uns 30 anos. Portanto, faz mais de 15 anos que isso ocorreu e ficou acontecendo por mais de 10 anos, quase todos os dias. Minha sogra tem seus cabelos grisalhos, é meia gorda, tem pernas de condições normais para uma pessoa de sua idade (hoje deve ter perto dos 70 anos). Sempre foi muito moralista com suas colocações a respeito de sexo, e eu, jamais poderia imaginar que ela gozasse como goza. Até hoje! Eu chegava do trabalho, ela preparava meu jantar, e depois íamos todos para a sala ver TV, meus filhos que eram pequenos na época, minha mulher que estava doente e muito por sinal. Read the rest of this entry »

O casamento e o milheiral

In amigaço, iniciação sexual, virgens, narrador on 10/03/2009 at 02:27

Carminha escolhe outro noivo. amigaço e os casamentos fabricados da filha do fazendeiro.

O fazendeiro para o qual trabalho decidiu fazer o casamento de sua filha mais nova no dia 13 de Maio, que é o dia das noivas, pelo que mãe falou.
A filha mais nova dele é a Carminha, tem dezoito anos, e eu a conheço muito bem. Ela vai se casar com um advogado rico e gordo de 35 anos, que mora na cidade e vem visitar a família deles todo fim de semana.

A Carminha não gosta do noivo, sei disso porque ela me contou, mas tem de casar assim mesmo porque o pai decidiu. Tem medo que o pai a expulse de casa, se descobrir que está grávida. Só que ela não está grávida dele não.
Ela sempre me olhava com aqueles olhos de safada e eu não sou besta. Sei que o fazendeiro jamais concordaria com nosso namoro, mas queria pelo menos dar uma provada, sem compromisso. Tinha certeza de que ela também desejava provar o zezão pelo modo como se desmanchava em sorrisos toda vez que a gente ficava sozinhos. Read the rest of this entry »

Nada que umas palmadas não resolvam

In estórias, narrador on 07/03/2009 at 14:09

Uma cunhada a portar-se mal e a pedir castigo.

Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula de 18 anos, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua caçula logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela. As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Read the rest of this entry »

American way of life

In incesto, moloch, narrador on 03/03/2009 at 15:59

O início de uma saga, a grande especialidade de Moloch.

Home, sweet home

The players:

Ted: Filho e irmão amantíssimo.

Joan: Mãe dedicada e virtuosa.

Helen: Filha e irmã prendada e moderna.

Doris: Cidadã respeitada e exemplar, amiga de Joan.

Escarlet: Filha única de Doris, adolescente e modesta.

Francis: Senhora idosa, amiga de Joan.

Billy: Adolescente, sobrinho de Doris.

Ann: Ruiva trabalhadora e digna.

Local: Whoren City, Texas, USA

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Amei ser Estuprada

In estórias, narradora on 03/03/2009 at 02:06

Uma mulher vai encontrar no vizinho a educação que lhe falta em casa. E na vizinha.  E o marido quando descobre também.

.

O meu nome é Estela, tenho 21 anos 1,76m sou loira, olhos verdes, tenho seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas roliças e bem torneadas, sou casada há 3 anos com Marcelo, ele é um belo rapaz e é apenas um ano mais velho que eu.

Casei sem nenhuma experiência sexual, isto é virgem e conhecendo pouca coisa teoricamente, na nossa primeira noite não houve muitas preliminares, pois acho que meu noivo também não sabia lá muita coisa, não foi ruim, mas também não ouvi sinos tocando e nem vi fogos de artifícios. Depois conversando com outras amigas casadas, ouvi muita coisa que não conhecia, ouvi algumas falando que tinham orgasmos de subir pelas paredes, que gritavam como possessas e era muito gostoso. Para não ficar pra trás eu também inventava alguma coisa, mas na verdade ainda não conhecera essas maravilhas. Read the rest of this entry »

Monólogo do mendigo seduzido

In amigaço, narrador on 02/03/2009 at 16:55

Deliciosa aventura de um mendigo nas mãos de uma Senhora. Nas mãos e não só.

Veio trazê o filho no colégio. Veio bem mais cedo, as aula só começa a uma mas ela chegou meio dia e meio. Tinha pra mais de treis hora pra mim.

Sei que é mulher de médico, ela me contou. É alta, loira e muito bonita. Da primeira vez pensei que tivesse zombando de mim. Eu tava deitado debaixo da árvore, morgando a cachaça que a Lurde conseguiu num sabia onde, nem como, nem queria saber.

Passou com o carro, deu uma parada e ofereceu uns trocado e quando me levantei pra agradecer, esqueci que tava com a braguilha aberta, depois da mijada, esqueci de fechar, zonzo que tava da pinga. Eu nem acreditei quando a mão fina e com aquele anel com aquela pedrona brilhante, me apalpou e ela geme: “Meu Deus!” Read the rest of this entry »

Feriadão

In RR Fragoso, estórias, narrador on 01/03/2009 at 21:09

Um fim-de-semana alargado passado a 3.

Saquarema, 14 de novembro de 2.003, cidade praiana do Rio de Janeiro, verão chegando, temperaturas altas e sol a pino o dia todo. Minha mulher, Gláucia, morena, 25 anos, universitária do curso de Psicologia, estudava na capital só vindo para casa às sextas-feiras, possuidora de um lindo corpo e de poucos amigos e amigas. Sempre foi muito na dela, dizia que os homens eram uns bobalhões e ficavam dando em cima dela, sem se tocar que só se conquista uma mulher quando esta também quer ser conquistada, mas em sua grande maioria, ficavam insistindo, insistindo, achando que de um bom papo ninguém escapa. Com relação às mulheres, as achava muito pouco unidas, principalmente quando existia um interesse comum em algum homem.
- Oi amor! Cheguei!
Sempre que estava entrando na cidade, ligava pelo celular para que fosse buscá-la na rodoviária.
- Estou indo. Cinco minutos.
- Te espero. Beijo.

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A esposa do Senhor Coronel

In A Alves, narrador on 01/03/2009 at 07:07

Alves é um sobrevivente, entre a literatura do papel portuguesa e a digitalizada, acho eu. Aqui o soldado que come a esposa do chefe militar, o impedido que não se impede…

.

– Que cambada!… Corja de malandros!…

E entre dentes desabafou:

– Filhos de puta!…

– Essa fanfarra parece uma banda de tuberculosos!… Sargento Martins, Capitão Pizarro, quero ver essa merda afinada. Não saem da parada enquanto isso não sair como manda a puta da “sapatilha”.

Ao ouvir aquela besta barriguda que apostrofava assim todo o regimento em parada, eu virei-me para o meu amigo Botas e comentei:

– Foda-se pá! Foi para aturar este animal que me foste desencantar ao CAC3?

Ele riu-se e acalmou-me:

– Não vais arrepender-te; verás que o touro só é bravio aqui no quartel e para a pascácia da mulher, de resto, se tiveres lábia, vais levá-lo ao “cabresto”, e olha que quem te diz isto é este teu amigo que se livrou da guerra colonial.

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