para masturbar insónias

Posts de Maio, 2009

Inquietudes: Gozos e inocência

In Dödòi, narradora on 31/05/2009 at 03:33

Comecei a despertar um pouquinho mais tarde que o habitual, por culpa do sol. Manhã de domingo, linda e radiosa, de um azul profundo, daqueles que ampliam a imensidão do existir e se subvertem e reduzem o ser-e-estar no mundo à mais gostosa preguiça. Pra quê despertar quando não se quer e nem se precisa? Pra quê outra realidade se não esta linda e preguiçosa e ensolarada manhã de domingo. Inda mais sozinha, eu e eu, mais ninguém. Nada pra pensar e nenhuma razão para deixar a razão chegar. E aonde a razão não chega a sensatez nem se aproxima. Porque não quero ser sensata. Difícil de entender, fácil de intuir, porque o sol, gentil e generoso, ao me acordar, foi muito indecente e saliente, ao lamber-me as coxas gostosamente, e a mente gostosa não mente diante do indecente. E que se fodam as rimas, porque ser lambida pelo sol, indecentemente, torna a mente gostosamente indecente.

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Com a tia numa ilha deserta

In estórias, incesto, narrador on 28/05/2009 at 03:30

Náufragos do amor, o sonho de um sobrinho

Eu me lembro exatamente do dia em que acordei de calça jeans, camiseta e tênis na areia de uma praia. Quando abri os olhos não sabia onde estava e nem como havia chegado até ali. Levantei desesperado e percebi que a alguns metros havia uma morena deitada de bruços e vestindo calça jeans, blusa preta e sapato de salto alto.

Resolvi me aproximar e quando cheguei perto percebi que era minha tia Helena. Resolvi acordá-la e descobri que ela também não tinha a menor idéia de como havia parado naquele lugar. Ficamos com medo, pois aquela praia estava deserta e alguns metros adiante havia uma floresta. Com medo de entrar naquela mata fechada resolvemos andar na beira da praia na tentativa de encontrar alguém.

Depois de algumas horas caminhado chegamos no mesmo lugar de que partimos. Nesse momento ficamos ainda mais desesperados, pois isso significava que estávamos isolados do mundo em uma ilha no meio do oceano, a não ser que no meio daquela mata houvesse alguém. Não tivemos outra opção senão avançar floresta à dentro. Logo na entrada da mata encontramos um machado que acabei usando para abrir caminho na floresta. Read the rest of this entry »

Sexo e motas – Faro 2005

In estórias, narradora on 26/05/2009 at 15:09

domingo, 14 de Agosto de 2005 – 8:52

Para o Algarve fui de mota e cheguei lá num instantinho. Adivinhem, o que fazia uma doida como eu, em Faro, em pleno verão…

Adivinharam. Fui Participar no Show de strip na concentração de motards – Faro 2005.

Eu nunca tinha ido a uma concentração de motas, embora estas e os seus cavaleiros sempre me excitassem bastante. No sábado, assim que lá cheguei, identifiquei-me logo com aquele ambiente louco. Ar livre, muita bebida, sexo, Humm… – contudo, achei que me devia divertir, e logo procurei alguém que me pagasse uma cerveja. Deixem-me dizer-vos que não esperei mais de dez minutos até ser abordada por um indivíduo estrangeiro e simpático. Era um tipo maduro e muito alto. Comecei a conversar com ele e logo fiquei a saber que era construtor de motos de modelos antigos e que é um dos organizadores do “Bulldog Bash”, um encontro semelhante ao de Faro, que se realiza na zona de Midlands – Inglaterra. Achei-o muito atraente e interessante.

Algumas cervejas depois, ele convidou-me para eu o acompanhar até à sua tenda, o que eu aceitei sem hesitação. Read the rest of this entry »

Meu novo presente de aniversario

In Calango, Lezard on 24/05/2009 at 00:08

Aqui assina Lezard, mas parece-me Calango, pelo estilo e personagens.

Chegou o dia do meu aniversário. Penso que ninguém lembrou. Sábado. Insípido. Desenchabido. Saio muito cedo. Quando volto,ainda antes das 08h00, surpresa! A casa está cheia. Vou tomar banho. Nova surpresa! As visitas entram comigo no banheiro. Branquelinha me abraça apertado, e cochicha-me, abrindo a blusa da comadre apetecível:

”Olha como os bicos de Edijane são apetecíveis!” e abarca com a boca os biquinhos apetentes dela; esta, por sua vez, abre minha braguilha, e declara-me:

”Avista os botões apetitosos de Naza” e acaricia com os dedos o busto de minha secretária; a arrebitada acarinha com os dentes meu aguilhão e diz-me: Read the rest of this entry »

Fernanda

In estórias on 23/05/2009 at 13:55

Fernanda não é uma mulher estupenda. Estatura média, pele cor da jambo, cabelos e olhos negros, seios pouco avantajados mas já um pouco caídos, quadril espaçoso, de quem já teve dois filhos. Com 28 anos, há 3 separada, morava com os filhos em uma modesta casa. A casa tem um grande cómodo na frente, onde ela fez a cozinha e a sala, uma pequeno corredor onde desemboca a porta do único quarto e a porta de madeira comum do banheiro.

Roberto é amigo de Fernanda desde o tempo em que era casada. Com a separação, ele perdeu o contacto com o “ex” dela, mas se manteve amigo dela. De vez em quando, ia ate a sua casa, junto com outras pessoas, para conversarem e darem risada. Naquele feriado, sem ter muito o que fazer, foi até a casa dela esperando encontrar o pessoal e passar uma tarde agradável. Chegando lá, bateu palmas e chamou-a. Ouviu de dentro do quintal um “entre que o portão tá aberto”. Como de costume, entrou sem rodeios e foi parar lá dentro da casa, uma vez que a porta da frente estava aberta. Read the rest of this entry »

Festa de aniversário

In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 22/05/2009 at 02:28

Dona Assunta: Senhora ítalo-brasileira de trinta e seis anos e mãe exemplar.
Dominga:
Filha adolescente de Dona Assunta, quinze anos e excelente formação.
Gina
: Caçula de Dona Assunta, se abrindo para a vida, nos seus treze anos.

Francesco: Marido de Dona Assunta, tendo abandonado o lar, cerca de dois anos atrás.

Carmela: Mãe de Dona Assunta, viuva de cincoenta e três anos.

Nina: Tia de Dona Assunta, irmã de Carmela e solteira de trinta e oito anos.

Jove: Irmã de Carmela e Nina.

Giuliano: Marido de Jove e milionário.

Tilino, Carlo e Marcello: Filhos de Giuliano e Jove, de dezessete, dezesseis incompletos e quatorze anos, primos irmãos de Dona Assunta, primos em segundo grau de Dominga e Gina e sobrinhos netos de Nina e Carmela.

Glorinha: Adolescente, filha de família tradicional das relações de Jove e Giuliano.

Dona Joana: Velha empregada do apartamento e de inteira confiança de Jove.

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Um final para Sinhá Moça

In estórias, narrador on 20/05/2009 at 11:49

Um enredo histórico, a revolta do escravo agora violador da Baronesa, narrada em linguagem quase televisiva.

Já era noite na fazenda. O Barão sentado na sua escrivaninha fazia contas de mais um dia de lucro da colheita do café. A Baronesa, na sua poltrona, escovando seus cabelos, olhava para o espelho, sua mente viajava. Sinhá Moça dormia como um anjo. De repente tiros são ouvidos. O barão assustado pega seu revólver sai à porta, mais é rendido por Justino e Fugêncio. Baronesa corre para o quarto de Sinhá Moça, mas encontra Capitão do mato junto a ela e são rendidas. O Barão grita pelo seus capangas, Justino diz que estão todos mortos. Esbravejando, Barão é silenciado com uma arma apontada para sua cabeça.
Todos são reunidos na grande sala. Barão se depara com Cândida e Sinhá Moça aos prantos e assusta a ver Capitão do mato.
- Quanto tempo Barão… sentiu minha falta, voltei para reivindicar meu pagamento, e o senhor me deve muito pela humilhação e surra que levei.
- Não faça nada com minha família, eu te pago, disse o Barão
- Não é só dinheiro seu Barão disse Capitão olhando para o lado de Sinhá moça com um sorriso sarcástico. Lembra de Barbina, minha mãe, fiquei sabendo que o senhor se deitava e batia nela quando ela era mais nova. Agora é minha vez de deitar com sua Sinhazinha. Read the rest of this entry »

O Patinho Feio

In Daniel, estórias, incesto, narrador on 18/05/2009 at 03:51

Uma mãe combate os malefícios da masturbação com a sua sabedoria.

É tão difícil para mim contar essa história que nem sei por onde começar. Porque não pelo começo? Bem, vamos lá:

Eu nasci feio, cresci feio e atualmente, com quinze anos, sou mais feio ainda, pois começaram a nascer espinhas no meu rosto. Tenho poucos amigos e nunca tive uma namorada, pois as garotas não me olham duas vezes. Me defendo com revistas de sacanagem e punheta.

E foi justamente numa punheta que tudo começou. Eu estava sentado no vaso acabando de gozar quando a minha mãe entrou. Só deu tempo de puxar uma toalha para cima do colo, mas não evitei que ela percebesse o que eu estava fazendo. Read the rest of this entry »

Atentado Violento ao Pudor

In Neo, estórias on 17/05/2009 at 03:42

Uma estória de Neo, outro autor que aqui se apresenta.

Sugeri a ela que chupasse meu pau. Refugou. Humildemente roguei que ao menos lhe desse um beijo e, depois de alguma relutância, mergulhou entre as cobertas e emergiu ao estalar um beijo no membro palpitante de desejo. Por fim disparou:

- Seja breve. Não estou afim de muita estória hoje.

Deveras não estava mesmo. Consumado o casamento, há exatos sete anos, não houve mais estória que valesse a pena. Até mesmo o trivial beijo na boca ficara reservado, em vez ou outra, à agitação dos segundos que antecedem a explosão do prazer. Neste instante perdia ela verdadeiramente o discernimento e, cedendo aos impulsos da natureza humana, entregava a língua para ser chupada por alguns instantes, ato continuo, recompunha-se, virava-se e dormia. Há muito deixamos de nos beijar, prática que a cada ano mais e mais se reforçou, agravando-se com a chegada dos filhos. Como um pugilista costumava atirar seu corpo contra o meu, de maneira a restringir-me os movimentos do pescoço, escapando assim da aplicação do temerário beijo na boca. Read the rest of this entry »

Vamos fazer anal?

In estórias, narradora on 15/05/2009 at 01:22

Tô taradinha hoje!

E logo você vai chegar do trabalho. vai estar irritado eu sei. Mas vou me preparando antes, bem antes…

Primeiro vou até a depiladora: ela me depila a bucetinha deixando somente alguns pelinhos na parte de cima do clitoris. Depois ela depila meu rabinho deixando lisinho, lisinho.

Antes de chegar em casa, passo na farmácia e compro algumas coisinhas: uma duchinha vaginal, um sabonete liquido intimo, um KY sem cheiro.

Em casa, ligo o chuveiro na água bem morninha.

Entro no banheiro e fecho a porta: é momento de privacidade. Read the rest of this entry »

Meu marido, Cláudio e eu

In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20

O marido trás um amigo. Agora vão ser três.

Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.

- Oooiiii amor.

- Oi meu bem.

- Conhece o Cláudio?

- Só de nome. Prazer.

- Muito prazer.

Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.

- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »

A senhora que me iniciou

In estórias, narrador on 07/05/2009 at 00:55

Dona Julia vai iniciar o rapaz, e tirar a barriga da miséria

Na esquina de minha rua tinha um armazém, daqueles que vendem desde pinga, arroz e feijão a até brinquedos e chinelos… Os donos do armazém (um casal) eram amigos de meu pai e minha mãe e por vezes até fiquei com eles quando pequeno, quando tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles, o armazém era bem conhecido no bairro, por ser até uma espécie de supermercado local.

Desde meus 5 anos até os 10 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal, localizada nos fundos do armazém, tendo uma porta de passagem da casa para o armazém.

Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes até ao armazém para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de godê, peão, bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que não tinha dinheiro, e ficava apreciando demais os seios da Dona Julia (esse não era o nome dela). Essa senhora tinha os maiores seios que já tinha visto na vida até aquele momento e eu ficava muito louco porque podia reparar o tamanho dos bicões e também porque sempre estava aparecendo uma parte do sutien dela, sempre com muita renda. Read the rest of this entry »

Doroteia da Galileia

In estórias, narrador on 03/05/2009 at 11:39

Uma das fodas mais gostosas que tive aconteceu quando era estudante universitário e morava em alojamento. Eu tinha um quartinho separado que era o maior abatedouro do pedaço. Comia coisas boas mas a maioria era mocréia. Eu gosto de todas. Ocasião, a moçada do alojamento resolveu contratar uma faxineira para limpar o apto uma vez por semana. A contratada era uma coroa gorda, falante e serelepe, uns 50 anos.

Ganhei sua confiança e comecei a investir pra cima da veia. Em pouco tempo o papo já era mais sacanagem do que outra coisa. Descobri que Dorotéia, que ainda chamo carinhosamente de Dorotéia da Galileia, era viúva e parecia gostar de uma rola quente. Para ela era difícil arrumar uma pessoa para comê-la pois, além de meio passada, em sua casa tinha seus filhos e etc. Não perdi mais tempo, na sua quarta faxina eu já estava passando a mão em sua bunda. Read the rest of this entry »