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	<title>estórias com sexo</title>
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		<title>Como comi minha sogra</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 18:42:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Fui visitar um cliente em Navegantes, mais ou menos 70 Kms de onde moro, em Blumenau. Como minha sogra mora num balneareio de Navegantes liguei antes dizendo que iria filar um almoço com ela. Minha sogra mora a alguns anos em Navegantes, é viúva a mais de 10 anos, evangélica fervorosa mas muito cuidadosa com ela mesmo, faz exercícios, caminha na praia diariamente, é muito vaidosa e sempre parece que vai a uma festa pois sempre bem vestida e perfumada, cabelos arrumados etc. e como toda a mulher evangélica sempre usa de saias e camisas de seda, enfim sempre bonita. Ela é alta, tem mais ou menos um metro e oitenta, seios pequenos e o que mais chama atenção é a bunda dela que é muito grande. Tem 57 anos que não parece, e neste período de viuvez teve alguns namorados mas nada de sério.</p>
<p style="text-align:justify;">Cheguei em sua casa um pouco antes do meio dia, estava quente e chovia muito, logo que cheguei ela já estava na varanda com o controle na mão abrindo o portão. Sai do carro nos abraçámos, beijinhos etc., ela perguntou da minha esposa, das netas, tudo como de praxe e entramos. Sempre fui respeitoso com minha sogra, jamais houve algo além disso mesmo porque por morarmos perto de Navegantes volta e meia estamos em sua casa nos finais de semana, sem contar o período de Natal e ano novo que passamos sempre juntos. Logo que entramos ela pediu para eu esperar na sala dizendo que o almoço estava pronto e só ia fazer uma salada, sentei e fiquei vendo televisão. De repente ela gritou da cozinha dizendo que tinha acabado a água da caixa e pediu para eu ligar o motor da cisterna para encher novamente a caixa. A partir daí que tudo mudou entre nós para eu ligar o motor da cisterna eu tinha que passar na cozinha onde ela estava pois o motor ficava na garagem e em função da chuva não tinha outro caminho. A cozinha da casa é tipo um corredor, pois de um lado tinha a pia, onde ela estava fazendo a salada, o fogão e alguns armários de louças e panelas, do outro lado a geladeira, uma mesinha e outros armários.<span id="more-1295"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Esta disposição dos móveis formava um corredor que para duas pessoas se movimentarem nela não tinha como não se esbarrar. Quando entrei na cozinha e vi ela no caminho parada na frente da pia com aquele bundão no caminho senti que não tinha outra maneira de passar a não ser me encaixando por trás dela , e foi o que fiz. Peguei na cintura dela com todo o respeito, pedi licença e passei só que me esfregando naquele rabo, pois não tinha outro jeito. Meu pau mole mais com volume se encaixou certinho no meio da bunda dela e foi demais&#8230; Ela ficou quieta e não falou nada. só que aquela situação me acendeu, fiquei louco de tesão e o meu pau ficou duro na hora, foi incontrolável, jamais pensei que poderia ficar como fiquei, com um puta tesão. Fui, leguei o motor e demorei um pouco tentando me recompor mas não teve jeito, o pau não abaixou. Voltei e fiz o mesmo gesto, peguei na cintura dela, pedi licença e tentei passar, mas meu pau agora mais duro do que nunca se encaixou mais fundo ainda no meio do rabo dela, fiquei alguns segundos parado e depois saí. Foi uma eternidade estes poucos segundos que fiquei ali parado, meu sangue ferveu naquele momento, fiquei louco, e ela da mesma forma de antes, não disse uma só palavra. Bom!, almoçámos sem conversar nada, acho que, em função do constrangimento daquela situação, sequer nos olhámos, Terminei o almoço, agradeci, voltei para a sala para ver o jornal na TV, sem parar de pensar em tudo. Ela pegou os pratos e talheres e levou para a pia para lavar.</p>
<p style="text-align:justify;">Não demorou muito ela gritou novamente me chamando, agora para eu desligar o motor porque a caixa d’água estava cheia, já escorria água pelo ladrão. Aquele chamado me ascendeu novamente, meu pau queria furar a calça de duro, passou mil coisas pela minha cabeça, o que fazer agora?? Sei que ela sentiu a mesma coisa que eu impossível não ter acontecido, meu pau duro na bunda dela, minha respiração na nuca, minhas mãos na cintura apertando tipo como que encoxando aquele rabo. Mas da mesma forma, peguei na cintura dela, agora com mas força, apertei, me encaixei no meio daquela bunda e empurrei o meu pau e puxei ela contra mim, quis sentir a reacção dela, saber se ela estava com tesão também, se desse errado eu simplesmente pediria desculpas e sairia como se não tivesse nada acontecido. Mas não, ela ficou inerte, não fez um gesto, não disse uma palavra, fiquei pirado&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui até a garagem desliguei o motor e voltei rapidinho, entrei atrás dela novamente, agora cheio de atitude, grudei na cintura e comecei a forçar meu pau bem no meio do rabo dela, agora sim, encoxando aquele bundão, parecia um cachorrinho&#8230; baixei as mãos e comecei a puxar a saia dela para cima e levantei até a cintura. Ela estava com uma calcinha branca, com rendas uma loucura naquele bundão, ao mesmo tempo abri meu cinto, baixei o ziper, minha cueca e tirei meu pau para fora. Baixei a calcinha dela e com as duas mãos abri aquele rabo e encaixei meu pau melado naquele cu. Eu sentia ele se comprimir como se ela não quisesse que eu penetrasse, mas ela mexia para sentir, a respiração dela muito forte, e as mão se apoiando na pia , mostrava que o tesão falava mais alto. Quanto tempo será que ela não trepava??, não dava o rabo??, sei lá&#8230; Com a mão comecei a passar o meu pau no meio da bunda dela, forçava quando passava no cu e fiquei assim brincado um bom tempo deixando ela louca para ter mais prazer do que na metida. Depois lambuzei com saliva o meu pau e iniciei a penetração no cu dela&#8230; meu pau que é um pouco grosso não entrava, a saliva não estava adiantando, quando eu forçava ela gemia de dor e eu recuava, eu fazia de novo, enchia mais de saliva e tentava novamente entrar naquele cu, mas ela não aguentava de dor, eu queria machucá-la, pensei até em por na buceta mas o que eu queria mesmo era aquele cu.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhei para os lados e vi um pote de margarina quase acabado em cima da mesinha atrás de nós, não tive dúvidas, peguei o pote, passei os dedos dentro e lambuzei de margarina a cabeça do meu pau, depois repeti o gesto mas passei na entrada do cu dela e enfiei com tudo, pois não estava mais aguentando. Meu pau deslizou pra dentro do cu dela com a maior facilidade, quando ela pensou em gritar já estava atolado, enfiei até o talo e comecei a bombar. Com a mão direita pra deixar ela mais excitada, enfiei os dedos na buceta dela e passei a siriricar ao mesmo tempo que metia no cu dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a mão esquerda eu apertava os bicos do seios por debaixo da camisa e o sutiã&#8230; Ficamos um bom tempo desta forma até que de repente eu senti a mão dela sobre a minha pressionando mais contra a buceta, pela respiração, os gemidos e os movimentos dela eu senti que ela ia gozar então aumentei o rítmo das bombadas, foi muito show!!! e gozamos quase juntos. Gozei tanto que escorria porra pela pernas dela, parecia que fazia um ano que não trepava, foi mágico.</p>
<p style="text-align:justify;"> Meu pau amoleceu, eu levantei a calcinha dela, baixei a saia e depois arrumei a minha roupa. Sem dizer nada ela saiu, foi no quarto pegou duas toalhas e foi pró banho. Demorou um bom tempo, tipo que absorvendo aquela enrabada que eu dei nela. Depois ao sair do banheiro me perguntou se eu iria também tomar banho, e fui. Também fiquei um bom tempo, deixando a água escorrer pelo corpo e pensando naquela trepada com a sogra, eu não acreditava que tinha acontecido.</p>
<p style="text-align:justify;">Não deu outra, de tanto pensar meu pau ficou duro de novo, parecia uma pedra mas mesmo assim me sequei, vesti a roupa e saí do banheiro. Ela estava na sala, sentada, me olhando, e disse que teríamos que conversar. Pedi desculpas, disse que foi mais forte não pude me conter e que não aconteceria mais. Só que eu estava com tesão novamente, era impossível ela não ver o meu pau duro na frente dela novamente, pois eu estava bem a sua frente, Ela meio que sem jeito, desencostou do sofá e se aproximou de mim, pois a mão no meu pau por cima da calça e começou a apertar meu pau., abriu o cinto, baixou o ziper, minha cueca e pois o meu pau inteiro na boca e passou a chupar com força. Enchia ele de saliva e sugava, parecia que queria extrair a porra a força de dentro, mordia a glande, passava a língua e engolia novamente, eu sentia a sua garganta na cabeça do pau, nunca fui chupado desta forma, que loucura!!&#8230;. Pedi para ela ficar de quatro no sofá, levantei a saia dela, baixei a calcinha, que agora era preta e tive a cena mais linda do mundo aquele bundão arreganhado, aquele cu deflorado e piscando de tesão junto com aquela bucetona pedindo para ser penetrada, invadida.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfiei com tudo, agarrei naquelas ancas e meti tudo o que dava, soquei meu pau pra dentro dela. Ela estava toda encharcada, toda melada e quase gozando., Eu queria entrar inteiro dentro dela e bombei, bombei, bombei e desta vez gozamos juntos, foi demais., acho que foi mais meio litro de porra&#8230; Depois nos recompomos e preferimos não falar mais nisto.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje continuamos a nos ver regularmente, mas por enquanto ficou não pintou a oportunidade de refazer, mas acho que uma questão de temo, no próximo mês vou ter que visitar meu cliente novamente</p>
<p style="text-align:justify;">Autor Desconhecido</p>
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		<title>Tal mãe, tal filha&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 14:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz algum tempo que eu tenho uma aventura com um pedaço de mulher. Quarentona, mas boa como uma ninfeta e com uma vantagem: além dum corpo de dar vida a um morto, ela tem experiência! Tudo começou por acaso num &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/09/06/tal-mae-tal-filha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1289&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Faz algum tempo que eu tenho uma aventura com um pedaço de mulher. Quarentona, mas boa como uma ninfeta e com uma vantagem: além dum corpo de dar vida a um morto, ela tem experiência!</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo começou por acaso num encontro de café, numa troca de olhares, numa conversa banal daquelas que parecem condenadas ao esquecimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Com Adelaide não foi assim e uma semana depois do primeiro encontro casual aconteceu outro menos ocasional, logo seguido de outro e outro até que uma tarde, depois do almoço, ela apareceu num local combinado e fomos de carro até um lugar ermo onde a comi pela primeira vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela é do tipo insaciável. Tem uns olhos que aliciam e anunciam a gulodice que se esconde por baixo da roupa que usa.<span id="more-1289"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Os seios são médios grandes, carnudos, de bicos aureolados de negro, que se espetam no tecido das camisas, das blusas ou das t-shirts quando ela entra em ebulição e a tesão aflora à sua carne explosiva. Os lábios são quentes e gulosos, e a boca, que parece pequena, sabe abocanhar um caralho com a desenvoltura duma profissional, como nunca antes me havia acontecido.</p>
<p style="text-align:justify;">A sua cona, totalmente depilada, é muito bela, cheirosa e apetecível. Tudo naquele triângulo, entre coxas, pede foda. Os lábios vaginais são de uma harmonia estonteante, o clitóris, quando em estado de excitação máxima sobressaem da greta e mostram-se como se de um botão florido se tratasse. Quando engole o macho, Adelaide geme, grita, resfolega, arfa, cavalga, e usa linguagem ordinária. Pede que a chame de mula, de cadela, de vaca! Chama-se puta, vagabunda, ordinária, cachorra&#8230; Pede vara, cacete, pau, caralho e fricciona o interior da vulva, sugando o bacamarte, como se o mamasse!</p>
<p style="text-align:justify;">No sexo, para Adelaide, tudo serve, tudo é válido, tudo é permitido. Mama como uma depravada, faz punheta como uma demente, espeta na rata em êxtase total e vêm-se furiosa e estridentemente, em casa ou onde quer que seja, sem pudor ou relutância. Quando atinge o clímax Adelaide grita, sopra, geme sem freio, mantendo por muitos e longos segundos a tora no fundo mais fundo de si, a tocar o útero.</p>
<p style="text-align:justify;">Num desses dias de festa, passados dois meses, e depois de várias vezes lhe ter perguntado pelas suas fantasias mais secretas Adelaide foi-me pondo a par te todas, o que, logicamente, me levava a querer torná-las realidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Aquela que a mim mais me interessava era sodomizá-la. Coisa que ela muito desejava, mas que, apesar de tudo, nunca consentira. Nem com o ex-marido, que entretanto morrera, nem com todos os amantes que entretanto conhecera. Fiz a propósito muitas e variadas tentativas de lhe espetar no cu o meu nervo carnal, mas ela sempre conseguiu adiar o momento, dizendo com todas as letras: fica calmo que a minha peida será tua, seu cavalo!</p>
<p style="text-align:justify;">Adelaide tinha uma filha  uma única filha  que andava na escola, no secundário. Tinha dezasseis anos e tinha um corpo normal para uma miúda da sua idade. A partir de determinada altura comecei a ter com ela algum contacto, uma vez que Adelaide me apresentou como amigo e acabei por aparecer em casa delas algumas vezes, a convite da amiga tendo almoçado e jantado com ambas. Mas nada demais aconteceu ou sequer me passou pela cabeça!</p>
<p style="text-align:justify;">Até que um dia Adelaide, a insaciável Adelaide, me perguntou no meio duma conversa que estávamos a ter sobre fantasias sexuais:</p>
<p style="text-align:justify;">- Gostavas de comer a Sofia?</p>
<p style="text-align:justify;">Fiquei de boca aberta a olhar para ela ainda sem acreditar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim, caralho, se eu conseguisse que tu comesses a minha filha, tu negavas fogo? Ou saltavas-lhe para cima como um bom cão de fila?</p>
<p style="text-align:justify;">Não tive como dizer que não e meio grogue acabei por dizer:</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro que a fodia! Se tu quiseres que a foda, não vou dizer que não. Mas porquê? Estás a pensar oferecer-ma? E tu não vais ficar com ciúmes? E ela vai aceitar? Ela já não é virgem?</p>
<p style="text-align:justify;">- Não, não é&#8230; Mas se fosse, não lhe querias tirar os três? Estás armado em menino bem comportado, com um caralho desse tamanho e uma fome de cão sarnento? Vem! Vem foder a minha cona!</p>
<p style="text-align:justify;">A partir daquele momento, Adelaide fez o que devia ser feito e um dia ligou para mim e disse-me entusiasmada:</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha, aparece hoje à tarde cá em casa. Por volta das quatro, que vais ter uma grande surpresa!</p>
<p style="text-align:justify;">Vindo de Adelaide só podia ser sexo! E do bom!</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda quis perguntar o que era, mas ela recusou. Surpresa é surpresa, disse!</p>
<p style="text-align:justify;">Aprontei-me pois e há hora combinada lá estava junto à porta da rua a tocar à campainha. Sem que ninguém falasse a porta foi aberta e eu subi a pé até ao segundo andar. Ao chegar a porta de entrada no apartamento estava apenas encostada e eu entreabri a porta e falei: Adelaide!</p>
<p style="text-align:justify;">Como ninguém respondeu e eu adivinhava que era de propósito, entrei!</p>
<p style="text-align:justify;">Percorri as divisórias, tendo deixado para último o quarto de Adelaide, que estava fechado. Todas as divisórias estavam vazias. Certo que de a surpresa estava no quarto fui fechar a porta da rua que deixara encostada e junto à porta do quarto despi-me totalmente. O ferramental já estava em estado de prontidão. Os meus colhões estavam super rijos! A tesão inundava-me causando-me um desejo animal. Fui ao WC passei o caralho por água fria, preparando-o para ser sugado, e rodei com todo o cuidado a maçaneta da porta, empurrando-a com cuidado e excitação.</p>
<p style="text-align:justify;">O quarto estava às escuras e pela posição dos móveis e pela diferença de claridade não me foi possível identificar quem estava deitado na cama. A voz de Adelaide surgiu do nada e ordenou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Fecha a porta e não acendas a luz. Vem até junto da cama e põe as mãos atrás das costas. Não podes usar as mãos!</p>
<p style="text-align:justify;">Cumpri as ordens e com o caralho a balançar de tesão aproximei-me da cama. Quando me encostei senti uma mão húmida segurar no meu caralho. De imediato uma boca engoliu a minha carne toda e começou a mamada que eu esperava. Mas havia naquele broche algo de novo e diferente, mais suave e menos sábio do que a de Adelaide. Mas com a excitação nem dei valor a esse pormenor. Eu queria é que aquela boca desse conta da minha salsicha e a engolisse total e definitivamente.</p>
<p style="text-align:justify;">A loucura foi crescendo e eu, de mãos atrás das costas, ia investindo naquela boca cmo se ela fosse uma coninha disponível. Ao mesmo tempo uma mão veio completar o quadro e enquanto me mamava punheteava o meu membro, o que me fez urrar de prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto assim estava sendo engolido, fui incentivando a mamadora a satisfazer o meu prazer e desbragadamente foi falando:</p>
<p style="text-align:justify;">- Mama, putinha, mama esse caralho que te fode todinha! Chupa-me a verga e ordenha o teu cavalo de cobrição, mula! Queres levar na cona, não queres? É hoje que me vais deixar atolar a broca no teu cu de vadia? Vá, cachorra, faz broche nesse salsichão&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ao falar apercebi-me que a minha parceira parecia gostar do que ouvia, pois comecei a ouvir os seus gemidos cada vez mais profundos e intensos. E notei que aqueles não eram os gemidos loucos de Adelaide! Fiquei intrigado, mas estando naquela euforia de sexo, não cuidei de esclarecer a situação e continuei a meter naquela boquinha com toda a força.</p>
<p style="text-align:justify;">De repente a voz e Adelaide surgiu de novo e ordenou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Chega de mamada! Afasta-te cabrão! Mas mantém as mãos atrás das costas! Agora vais meter na cona quente, como tu gostas, jumento! Encosta-te à cama que vais estocar numa mula que vai estar de quatro. Agora! Encosta nessa vara dura e grossa que eu guio o martelo para a greta! E que greta! Está toda lambuzada, entesoada, cheia de vontade de foder esta bezerra. Mete, seu cavalo! Mete na cona funda desta potranca que eu quero que a fodas sem dó.</p>
<p style="text-align:justify;">E enquanto dizia isto a luz acendeu-se e eu vi quem estava a ser espetada pelo meu grosso bacamarte. Era Sofia, a jovem Sofia!</p>
<p style="text-align:justify;">Ao vê-la totalmente entregue segurei-a pelas ancas e com fúria enterrei nela toda a minha vara até sentir o seu útero ainda intacto. Adelaide chispava dos olhos um brilho de puta em estado de êxtase.</p>
<p style="text-align:justify;">Sofia agora já falava as alervidades que a mãe usava.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mete na minha coninha, essa alavanca dura, cabrão. Julgavas que eu não sabia que tu andavas a montar a mãezinha, seu fodilhão. Mas eu sabia e fui eu que pedi à mãe para foder contigo. Já tinha visto tu a enterrares nela e fiquei a babar da rata. Por isso lhe pedi para me entubares, boi.</p>
<p style="text-align:justify;">E chiava, suspirava, gemia, urrava. Adelaide fazia uma punheta na sua cona e eu montava a doçura da sua filhota.</p>
<p style="text-align:justify;">Pouco tempo após, Sofia veio-se como loba no cio. Adelaide, então, levantou-se veio colocar-se de quatro à minha frente ordenando à filha que saísse. Sofia saíu e o meu caralho continuava pronto para o combate.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim que Adelaide ficou a jeito meti nela com força e enterrei com força, levando-a à loucura total. Ao mesmo tempo Sofia lambia as tetas da mãe. Inesperadamente Adelaide gritou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Vai touro&#8230; É hoje que te vou deixar meter no cu. Mete! Arrebenta-me! Quero sentir o teu leite no meu intestino.</p>
<p style="text-align:justify;">Nem queria acreditar! Finalmente ia ter o cu virgem daquela quarentona gulosa!</p>
<p style="text-align:justify;">Sentindo-me como se vogasse meti um dedo no cu apertado e comecei a preparar o ataque. Adelaide continuava a urrar, a gemer a chamar-me nomes e a dizer à filha:</p>
<p style="text-align:justify;">- Vês como é que se come na cona! É preciso saber escolher o macho! Tem que ser dotado e enérgico e nunca negar o ataque. Tu, minha putinha, só tens que dar o que tens e aprender a tirar dele o que ele tem para dar! Vá jumento, mete em mim, com força!</p>
<p style="text-align:justify;">Pouco a pouco a peida angulosa de Adelaide foi ficando relaxada e quando já nada mais havia a fazer cuspi nela uma boa quantidade de cuspe e lambuzei o interior com carinho. Tirei o mastro para fora da cona e pincelei um pouco mais aquele cuzinho que me chamava. Adelaide gemia de prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">Sofia olhava com agrado e manuseava a sua coninha doce e os seus peitinhos médios, pouco apalpados.</p>
<p style="text-align:justify;">Adelaide voltou à carga e ordenou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Vai cabrão, aponta a arma ao alvo e dispara fundo, seu fodedor de miúdas! E tu, minha putinha, vem cá. Põe a tua greta aqui junto da minha boca! Vou lamber esse leitinho que esporraste do teu cono, minha bezerra!</p>
<p style="text-align:justify;">Dito e feito. Sofia ofereceu a coninha ainda inchada da queca à mãe que iniciou um minete de cadela na greta da filha. Eu apontei o naco de carne à porta do canal anal e com fúria empurrei. Adelaide urrou de dor. Sofia gemeu de prazer ao ver a minha estaca apontada à retaguarda da mãe e eu, sentindo-me o senhor dum harém, espetei sem dó até que todo o meu membro se afundou no traseiro super apertado de Adelaide. Então parei durante alguns segundos para que ela se acostumasse a ter o recto inundado de carne.</p>
<p style="text-align:justify;">Rapidamente ela pediu:</p>
<p style="text-align:justify;">- Fode, caralho! Dá-me uma foda nesse cu, cabrão. E tu, minha ordinária, vai preparando esse rabinho que logo, logo ele vai querer enrabar-te e eu vou querer ver como é que tu aguentas com um cavalo destes na peida! Mas fica a saber, doi a princípio, doi mesmo, mas quando se começa a saborear esta carne quentinha a entrar e sair, dá cá uma tesão! Não sei se não me vou esporrar ao levar com esta alavanca no rabo. Tenho a cona a escorrer&#8230; foda-se! Que levar no cu é uma delícia. E a tua coninha também, bezerrinha! Gostas-te de ser montada pelo cavalo do meu amante?</p>
<p style="text-align:justify;">Sofia que desfrutava da mamada que a mãe lhe fazia estava desfalecida de tanta tesão. Não ouviu o que Adelaide lhe perguntou o que levou aquela a gritar tresloucada:</p>
<p style="text-align:justify;">-Puta! Não ouves o que eu te digo, cabra! Tens a tesão a mil, vagabunda! Responde&#8230; Gostaste da foda? De levar com o martelo de bola do macho da mamã?</p>
<p style="text-align:justify;">Sofia levantou a cabeça e em estado de absoluto gozo balbuciou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim, mãe, o teu cobridor tem um caralho gostoso. Adorei ser entubada com ele. Mas vou querer mais e mais. Agora o montador também é meu. Não podes ser egoísta! Ooooohhhhh!!!!! Chupa-me a cona, mamã! Foda-se que é boa a tua língua!</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto elas se entretinham a lamber-se e a foder-se, eu continuava a arrombar o cu gostoso de Adelaide, que aceitava o meu cacete sem regatear.</p>
<p style="text-align:justify;">Bombava nela com firmeza, sem dó, estocando o mais fundo que era capaz, até sentir os meus colhões encostarem nas bochechas do seu traseiro rosado. Ela resfolegava e pedia sempre mais.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu estava prestes a atingir o supremo gozo da esporra. As tetas de Adelaide bamboleavam soltas a cada investida minha e Sofia continuava de cona escancarada sendo lambida pela língua avassaladora da progenitora.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando já não podia aguentar mais anunciei a explosão:</p>
<p style="text-align:justify;">- Anda, puta, vou-te encher o cuzinho de leite quente e pastoso. Vou-te inundar de esporra, vagabunda! Vou-me vir no teu cu, cadela! Toma&#8230; Toma&#8230; Oooooohhhhhh!!!!!!! Foda-se, caralho, que enrabadela boa. Foi uma surpresa e tanto, minha putinhas! Logo, logo vou cobrir-vos de fodas! Em todos os buracos, vão levar carne aos empurrões!</p>
<p style="text-align:justify;">Quando tirei a piroca semi amolecida do cu arreganhado de Adelaide, Sofia veio prazenteira lamber-me a verga. Adelaide escorria pelas pernas abaixo o meu sémen masculino. Sofia levou a mão ao líquido quente e levou-o à boca provando-o desavergonhadamente. De seguida foi junto da mãe e deu-lhe um beijo de língua, como se uma e outra fossem amantes. Os meus leites serviram de lacre aquela união carnal incestuosa. Mãe e filha tinham tudo e comum! Até eu era delas, em comum!</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me levantei para ir à casa de banho, afim de tomar um duche, ainda consegui ouvir Sofia dizer para Adelaide, em quem se enroscara como criança que pede colo:</p>
<p style="text-align:justify;">- Mamã, quando é que vamos repetir a brincadeira? A minha cona está a pulsar de tesão&#8230; E aquele caralho é cá uma tentação!!!</p>
<p style="text-align:justify;">Quando saí do WC aquelas duas já estavam prontas e eu não tive como recusar.</p>
<p style="text-align:justify;">Comentários para quê? Tal mãe, tal filha!</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong><a href="http://www.casadoscontos.com.br/perfil/425">Paulo César</a></strong></em></p>
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		<title>Rasgando as calcinhas da mamãe</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 01:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[helga]]></category>
		<category><![CDATA[anal]]></category>
		<category><![CDATA[incesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Mil coisas passavam pela cabeça de Décio, um adolescente de dezesseis anos com um pouco mais de um metro e oitenta. Ele estava sentindo uma imensa saudade de sua família, principalmente de sua mãezinha. Não que ele fosse um bebezinho &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/08/28/rasgando-as-calcinhas-da-mamae/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1285&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Mil coisas passavam pela cabeça de Décio, um adolescente de dezesseis anos com um pouco mais de um metro e oitenta. Ele estava sentindo uma imensa saudade de sua família, principalmente de sua mãezinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Não que ele fosse um bebezinho da mamãe, mas sim devido ao forte amor entre eles.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra coisa que o deixava tonto era o acontecido entre ele e sua formosíssima irmã Dassine. O que houve entre eles foi tão instantâneo que Décio pouco se lembra como tudo começou. Mas o fato era que só o leve pensamento sobre sua irmã, deixava Décio em pleno estado de embriagues sexual.</p>
<p style="text-align:justify;">Havia algo de estranho no relacionamento sexual entre irmãos que ambos sabiam que era contra a naturalidade e que feria aos bons costumes. Sem mencionar o grande pecado que era diante dos dogmas religiosos.</p>
<p style="text-align:justify;">Adivinhem como a mãe de Décio e Dassine se sentiria se descobrisse o que houve entre eles, sendo ela tão chegada aos católicos carismáticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice, no meio de seus trinta aninhos, era uma mulher infelicíssima no casamento. Sua grande alegria era os filhos. Mas Dassine praticamente tinha saído de casa e ela não podia suportar que sua filha estava vivendo com um milionário cinqüentão que poderia ser pai dela própria ou avô da Dassine.<span id="more-1285"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Este homem, conhecido por Rafer, era tão canalha que, certa vez quando convidou Clarice e o marido para um passeio em seu iate, aproveitou a ausência do marido que dormitava num sofá e que sua filha tinha ido tomar banho, para acochar Clarice sem que ela pudesse escapar.</p>
<p style="text-align:justify;">Por mais que a mãe de Dassine lutasse pra se livrar do forte arrocho sem que pudesse gritar para não criar um escândalo, Rafer conseguir rasgar-lhe as calcinhas que pareciam um short. Com os braços torcidos para trás das costas e a esplendida bunda a mostra, ela sentiu quando Rafer aplicou-lhe algumas tapas nas nádegas.</p>
<p style="text-align:justify;">Um calor inexplicável tomou conta do corpo de Clarice, que subitamente parou de se mexer. Passivamente ela deixou que Rafer introduzisse seu penis no meio do rego da bunda dela e se esfregando lascivamente, ejaculasse como uma enorme mangueira de incêndio.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, gostosona! Eu sabia! Eu sabia que voce era maravilhosa e que tinha esse corpo escultural! E que bunda! Que bunda! Tal filha, tal mãe! Tenho certeza que aquele otário nunca gozou assim no teu reguinho, né! Huuuum, ainda vou comer teu cusinho, Gostosa popozuda!</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice ainda ficou paralisada por alguns segundos mesmo depois de Rafer a ter libertado e estar ajeitando seu imenso cacete pra dentro das calças. Aquele ato infame a deixou em estado similar ao de choque.</p>
<p style="text-align:justify;">“ Meu deus, o que aconteceu? O que aconteceu? Um desconhecido fez isso comigo! Não acredito que isso aconteceu! Um outro homem se esfregou em minhas nádegas e ejaculou em mim! Que nojo, que nojo! O que eu faço agora!? Oh, estou tremendo tanto! Por que, por que? Que é isto que estou sentindo? Oh, meu deus me ajuda, estou com medo!”</p>
<p style="text-align:justify;">Então, só lhe restou Décio. Mas agora ele também estava longe de casa. Tinha passado no colégio Naval e já era o segundo ano que ele ficava quase nove meses fora de casa.</p>
<p style="text-align:justify;">O problema maior era a distancia. A família de Décio morava na Espanha. Tanto o pai e sua mãezinha trabalhavam no consulado brasileiro em Marbella.</p>
<p style="text-align:justify;">O avô de Décio era um senador e tremendamente autoritário. Ele nunca perdoou o filho por ter casado com Clarisse que era oriunda do humilde meio ruralista. Imaginem então como era o sofrimento de Clarisse sendo sempre humilhada e desprezada pela família do marido.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, o marido de Clarice era totalmente dominado por seus superiores no consulado devido unicamente sua insegurança proveniente do autoritarismo paternal.</p>
<p style="text-align:justify;">O pai de Décio era sempre preterido nas promoções, ficando sempre como um mero funcionário burocrático.</p>
<p style="text-align:justify;">Aconteceu de um parente distante de Clarice morrer e não deixou herdeiros. O advogado que tratava do caso achava por bem que Clarisse viesse ao Brasil pra esclarecer certas coisas. Nas terras do falecido se suspeitava haver uma jazida de ouro.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio foi informado que sua mãe chegaria ao Brasil bem na mesma época de seus exames finais. Ficou combinado então que eles voltariam juntos pra Marbella.</p>
<p style="text-align:justify;">O adolescente saiu de Angra no primeiro onimbus pro Rio. Quatro horas depois estava diante de sua mãezinha que lhe abria a porta da suíte, onde estava hospedada.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice tinha os olhos marejados quando abraçou o filho e beijou-lhe o rosto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Oh, meu filho, meu filhinho querido! Que saudade! Que saudade! Quase morri de tanta saudade!</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice volta a beijar-lhe o rosto sem desfazer o abraço. De repente, ela sente algo estranho dentro de si. Um rápido calor lhe toma conta do corpo e parece que lhe falta ar. Ela se afasta do filho, dando um passo pra trás, mas ainda lhe segurando uma das mãos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, deixe-me vê-lo! Puxa como voce está bonitão com este uniforme azul!</p>
<p style="text-align:justify;">Também acontece algo por dentro de Décio. O calor e o cheiro de sua mãezinha lhe eram diferentes agora. Ali, à sua frente, estava sua mãe, a mulher mais bonita que ele tinha visto nos últimos tempos. E, sem controle nenhum, sentiu a intumescência de seu penis endurecendo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, filhinho&#8230; é gozado eu chamar de filhinho um homão deste tamanho! Mas voce sempre será meu filhinho no coração da mamãe! Vamos, vamos! Me dê outro abraço! Huuum e bem apertado!</p>
<p style="text-align:justify;">Décio não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo que queria abraçar sua mãezinha, estava com medo de sua ereção encostar nela. Mas, o inevitável tinha que acontecer e Clarice teve certeza que o membro de seu querido filhinho estava duríssimo e lhe pressionava a vulva.</p>
<p style="text-align:justify;">Subitamente a mesma sensação que teve quando Rafer a pegou a força e ejaculou no rego de sua bunda, lhe tomou conta do corpo e Clarice se tocou que aquilo era tesão.</p>
<p style="text-align:justify;">“ Oh, não, não! Não posso estar sentindo isso por meu filho! Não, não! Isto é impossível! Este homão que estou abraçando é meu filho e eu não posso sentir isso, não posso! Isso é pecado! Mas&#8230; mas é tão gostoso&#8230; eu não posso me controlar! Mas é pecado, eu não devo&#8230; não devo! É pecado&#8230;mas tão bom&#8230; que sensação maravilhosa!</p>
<p style="text-align:justify;">E&#8230; é com meu filho! Décio, meu filho! Décio que está sendo um homem comigo! Que está me fazendo pecar! Oh, meu deus me salva, me salva! Eu não consigo&#8230; eu não consigo me afastar de meu filho&#8230; meu Décio que me abraça e que tem essa coisa durona encostada em mim! Oh, oh, não! Não faça isso comigo, meu deus, não faça! Não deixa&#8230;não deixa&#8230; ele&#8230;ele se&#8230; esfregar em mim! Não deixa, não deixa! Oohh!”</p>
<p style="text-align:justify;">Num esforço sobre-humano, Clarice se solta de Decio e corre em direção a primeira porta que lhe aparece a frente. Ela tenta abri-la, mas o nervosismo é tanto devido a tesão que ela não consegue.</p>
<p style="text-align:justify;">De repente parece que ela volta naquela noite que Rafer a encoxou por trás, pois é exatamente o que ela está sentindo agora. Duas mãos pousam em seus ombros e a fazem virar-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Não era o pau de Rafer que Clarice estava sentindo intrometer-se no rego de sua bundona. Era o do seu filho.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio tem um olhar diferente daquele menino tímido que sempre a procurava quando estava com medo. Seu semblante demonstra confiança. Ele abraça a mãe e a beija apaixonadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Pela sua cabeça a imagem da beata da mãe se esvanece dando lugar a uma sensualissíma mulher que o atrai irresistivelmente, fazendo com que ele tenha atitudes ousadas para possuir a deusa que tem nos braços. Décio toma Clarice nos braços como se fossem velhos amantes e a carrega pra cama.</p>
<p style="text-align:justify;">O cinto do robe de cetim se solta e todo esplendor do corpo de Clarice resplandece no olhar de seu filho. Um simbilar se ouve quando o ar passa por entre os dentes do jovem excitado ao ver o corpo da mãe despido, só de calcinhas.</p>
<p style="text-align:justify;">As narinas de Décio se dilatam por reconhecer o odor de fêmea que exala de sua mãezinha e quase o mesmo de sua irmãzinha mais velha.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme Dassine tinha lhe ensinado, Décio se abaixa e vai se acomodando por entre as coxas de sua mãe ao mesmo tempo que vai lhe tirando as calcinhas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Décio, querido&#8230; não faça isso! Nós&#8230; não podemos&#8230; não podemos! Não&#8230; não faça&#8230; aaaaah&#8230; não, não pára! Não pára! Décio, meu filho&#8230; oh, não, meu filhinho! Décio rasga minhas calcinhas! &#8211; Não&#8230; assim não, assim não. Rasga! Rasga ela toda! Rasga minha calcinha! Vai, seu bruto! Rasga minhas calcinhas!</p>
<p style="text-align:justify;">A principio, o filho dá só um forte puxão que não é suficiente para romper o elástico. A própria Clarice com a feição angustiada enfia ambas as mãos por dentro das calcinhas na altura da xaninha e puxa pra cima. Mesmo assim não consegue arrebentar com elas.</p>
<p style="text-align:justify;">Aconteceu que ao puxar o tecido, o mesmo escorregou pro meio da xoxota fazendo as duas lábias se estufarem pros lados. Décio aspirou mais ar por entre os dentes com a visão a sua frente e tomado por fúria sexual, em segundos ele estraçalhou as calcinhas de sua mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">Os arredondados quadris de Clarice eram jogados de um lado pro outro conforme as mãos de seu filho rasgavam sua calcinha. As carnes de Clarice tremiam devido aos movimentos</p>
<p style="text-align:justify;">O penis dele rebentou o zíper junto com a cueca, parecendo um fantasminha por entre a barguilha. Agora foi a vez da mãe ficar como que hipnotizada ao ver o enorme caralho do filho, coberto pelo tecido da cueca.</p>
<p style="text-align:justify;">A boca de Clarice se encheu de saliva tanto quanto sua xoxota pareceu ficar mais melada . Ela não sabia por onde começar. Só sabia que queria aquela cacetão dentro de si.</p>
<p style="text-align:justify;">Então seu filho começou a despir-se e conforme foi abaixando as calças e a cueca, Clarice sentiu um leve tremor dominando seu corpo, seu rosto ruborizou e foi ela, dessa vez, quem sibilou por entre os dentes quando o caralhão de seu filhinho apareceu em toda exuberância viril.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio se acomodou por entre as coxas de sua mãezinha de modo que seu rosto ficasse em cima da xotinha. Novamente, lembrando-se das instruções de sua irmã Dassine ele deu o primeiro grande orgasmo à sua querida mãezinha.</p>
<p style="text-align:justify;">“ Aaaaaaaah&#8230; como&#8230; como o Décio é&#8230;é tão bom nisso! Quem&#8230; diria! Meu filho&#8230; meu filhinho me beijando&#8230; beijando minha&#8230; Oh, minha senhora! O que estou dizendo?</p>
<p style="text-align:justify;">Mas&#8230;Décio parece&#8230; parece ser&#8230; tão&#8230; tão experiente! Meu deus, meus deus, que coisa</p>
<p style="text-align:justify;">louca! Que coisa louca&#8230; que meu filho está&#8230; está fazendo em minha&#8230; minha vagina! Acho&#8230; acho que estou&#8230; estou gozando! Vou&#8230; vou&#8230; vou gozaaaaar&#8230; aaaaaaaah! ”</p>
<p style="text-align:justify;">Em pleno êxtase, Clarice não percebe quando carinhosamente o filho vai lhe virando o corpo até deixá-lo de bruços. Ainda gozando ela sente as primeiras mordidinhas pelas polpas inferiores das nádegas. Ela continua arfando e respirando com dificuldade pois o orgasmo se recusa a abandoná-la, mesmo quando a musculosa língua do filho passa a se infiltrar por entre sua bunda, indo esbarrar no períneo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela sente quando as mãos de Décio afastam as bandas das nádegas para os lados e rosto dele invade o meio de sua bunda. O orgasmo a domina completamente quando tem a estranhíssima sensação do toque úmido da língua de seu filhinho querendo lhe invadir o anus. Clarice desmaia devido ao primeiro orgasmo real que teve.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio percebe que sua mãe ficou inerte depois do longo grito e quase choro que ela teve enquanto gozava. Ele está cego de tesão. Decio jamais imaginária que sua mãe tivesse uma bunda tão carnuda, tão linda como a da sua irmã Dassine.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos esses anos Décio só a via de cabelos em coque vestida com roupas austeras que lhe escondiam totalmente a voluptuosidade de seus belos quadris e da cinturinha. E que seios! Ninguém diria que tais seios já tinham amamentado duas crianças.</p>
<p style="text-align:justify;">É no meio desses pensamentos que Clarice volta a si e torcendo o corpo dá com o olhar carinhoso, mas cheio de luxuria, do filho. Décio está lentamente se masturbando quando sua mãe o flagra admirando sua bela bunda.</p>
<p style="text-align:justify;">Parecendo que o demônio do orgasmo não lhe tinha abandonado, Clarice sente sua boca se encher de saliva novamente ao mesmo tempo a instigante coceirinha na xoxotinha lhe incentiva a tomar audazes iniciativas.</p>
<p style="text-align:justify;">Como Décio está ajoelhado se masturbando, tendo corpo da mãe entre as coxas dele, Clarice se vira completamente e se arrastando fica apenas alguns centímetros com o rosto perto do saco escrotal do filho.</p>
<p style="text-align:justify;">Como um amante experiente, Décio passa uma das mãos por trás da nuca da mãe e com a outra direciona a enorme glande para perto dos lábios dela. Clarice não atina porque, mas o instinto faz com que ela forme um oval com os lábios esperando pela vez que seu filho introduza a cabeça do enorme caralho em sua boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Lentamente, deixando que Clarice vá se acostumando com a textura da glande, o filho introduz pouco à pouco até que toda a cabeçona seja engolida pelos lábios de sua bela e incestuosa mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice nunca tinha chupado um caralho antes.</p>
<p style="text-align:justify;">Sentimentos de culpa e luxuria se misturam na mente de Clarice, agora que ela suga avidamente a cabeçorra da piroca do filho.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ah, meu bom deus! Por que fizeste isto comigo? Por que só deixaste eu sentir essas sensações tão divinas agora? Por que? Por que? E com meu filho? Por que me induziste ao pecado? Ao pecado do incesto, que é ainda maior! Será que isto que sinto é só meu?</p>
<p style="text-align:justify;">Já estava dentro de mim? De que não preciso de ninguém pra me libertar, pra me deixar solta pra todos esses prazeres carnais? E&#8230; que minha vida é só minha e eu levo do jeito que quiser? Ahh, meu deusinho&#8230; Cai fora! Que eu vou cair de boca nesse caralhão divino!”</p>
<p style="text-align:justify;">Cheia de confiança e livre da opressão religiosa, Clarice encosta a cabeça no colchão e a tora do filho lhe escapa da boca. Ela põe as mãos nas coxas do filho fazendo com que ele quase se sente em seu busto, mas deixando a vergona descansar entre os bojudos seios dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Certa vez ela tinha escutado que um padre cometia o pecado de praticar a “espanhola” com as noviças. Clarice saiu a procura de que pecado era esse e ficou confusa quando lhe descreveram.</p>
<p style="text-align:justify;">Ali estava ela, toda orgulhosa, fazendo uma “espanhola” como uma das melhores profissionais do ramo. Enquanto seu filho mantinha a rola imóvel encostada no meio dos seios dela, Clarice destramente amassava os laterais dos próprios seios, massageando assim o corpo da rola, como se fosse uma masturbação peitoral.</p>
<p style="text-align:justify;">Os olhos de Clarice se apertam vendo seu filho se contorcer não conseguindo controlar a ejaculação que se aproxima.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vai, Décinho, vai&#8230; goza, goza! Goza gostoso&#8230;nos peitinhos da mamãe&#8230; goza, goza!</p>
<p style="text-align:justify;">- Não&#8230; não&#8230; agüento mais! Vou gozar&#8230; vou goza! Oh, mãe&#8230; eu não quero&#8230; não quero&#8230; te melar toda! Pára, pára! Que eu vou&#8230; vou botar pro lado!!</p>
<p style="text-align:justify;">- Não, não, querido! Me dá aqui&#8230; me dá aqui na boquinha, me dá!</p>
<p style="text-align:justify;">Não deu tempo. As primeira cusparadas foram entre os seios e foi subindo, acertando por baixo do queixo de Clarice. Quase que ao mesmo tempo, ela ergue a cabeça e pondo as mãos nos músculos glúteos do filho, puxa-o para si.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio tomba pra frente apoiando as mãos no colchão um pouco acima da cabeça de sua mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">E é com um tremendo urro que ela dá o derradeiro jato de ejaculação, já com o imenso caralho todo dentro da boca de Clarice.</p>
<p style="text-align:justify;">Os olhos dela se enchem de lágrimas, não de choro, mas devido ao sufocamento e a inexperiência. Clarice estava gulosa por engolir todo o caralho do filho e não esperava pela explosão em sua boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Parecia que esperma fazava por todos os orifícios da bela face da mãe incestuosa.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Clarice se acostumou com a musculosa rola dentro da boca, passou a saborear o que seria o elixir da vida. O elixir de seu filho. E ela sugou com mais vontade ainda.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de gozar tanto, a rolona de Décio permanecia rígida. Clarice a tinha agora fora da boca e a esfregava pelo rosto como se fosse um bichinho de estimação. O odor que emanava dela deixava Clarice sonolenta de tesão.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi protestando e neste estado sonolento que ela foi gentilmente virada até ficar de bruços.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio, lhe beijando sem parar as coxas e as nádegas, foi ajeitando o corpo da mãe até ela ficar com as ancas empinadas, apoiadas nos joelhos, deixando que o rosto e o busto descansassem no colchão.</p>
<p style="text-align:justify;">“ O que será que Décio vai me surpreender agora? Esse menino é um colosso! Será que ensinam isso lá na escola? Ou isso é natural? Oh, meu deus, essa língua dele me mata! E&#8230; e por que ele&#8230; ele quer enfiar&#8230; enfiar&#8230; aí atrás! Aaaaaah&#8230; que coisa mais&#8230; mais estranha! Que sensação esquisita&#8230; mas gostosa! Onde esse menino aprendeu essas coisas! Ai ai ai ai&#8230; o que&#8230; o que ele está&#8230; fazendo com essa língua? Ai ai, meu deus, parece que entrou&#8230; que entrou.. no meu&#8230; no meu buraquinho!! Aaaaaah ai ai, que coisa louca&#8230; eu&#8230; eu nunca&#8230; eu nunca&#8230; pensei nisso!</p>
<p style="text-align:justify;">Décio está enlouquecido de tesão pela mulher que ele não conhecia e que se submetia a todos seus desejos como se suas fantasias se tornassem realidades, iguais aquelas deusas das revistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Era incrível que ele fosse encontrar todas aquelas deusas sexuais na figura da mulher que estava ali com a soberba nádega escancarada a sua mercê.</p>
<p style="text-align:justify;">“ Ih, caramba! Esta é minha mãe! Minha mãe Clarice! O que estou fazendo? Como chegamos&#8230; até aqui? Como imaginar que tenho uma mãe que é a cópia fiel da minha estrela pornô preferida? Ai ai jisus, como resistir? Como posso resistir a um corpão desse? Como posso resistir quando ela faz tudo que eu quero? Não sabia que minha mãe pudesse ser&#8230; ser&#8230; tão&#8230; tão sacaninha! Ah&#8230; que se foda! Cai fora jisus! Que eu vou comer o rabo de uma deusa!”</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice abre os olhos parcialmente quando sente que a rolona do filho se encaixa no rego de sua bunda e o rosto dele se encosta perto de sua orelha e lhe sussurra.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dona Clarice, mãezinha, deixa&#8230; deixa eu comer voce no&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Décio, vamos ficar assim. É perigoso&#8230; voce sabe, eu não tenho tomado pílula&#8230; está bom assim&#8230; eu adorei chupar voce e beber teu leitinho. Vamos fazer novamente&#8230; só me deixa descansar um pouco&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas é sobre isso do que estou falando. Se fizermos sexo normal voce pode engravidar. Mas&#8230; mas eu te desejo ardentemente e&#8230; e queria&#8230; queria te possuir&#8230; e há um jeito seguro de não te engravidar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Está bem, meu querido. Não sabia que voce tinha camisinha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mãezinha, voce não quer experimentar algo diferente? Uma coisa assim&#8230; assim fora do normal, mas normal ao mesmo tempo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Como assim? Fora do normal e normal ao mesmo tempo?</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim. Confie em mim. E voce se tornará mulher pela segunda vez&#8230; e comigo!</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice não está entendendo o que o filho está lhe sussurrado ao ouvido. Como se tornar mulher pela segunda vez?</p>
<p style="text-align:justify;">“Será que ele está se referindo ao meu buraquinho&#8230; onde ele meteu a língua? Meu deus, d´onde esse menino tira tanta idéia? Será que dói no início como na frente? Bom&#8230; se ele quer&#8230; eu vou deixar. Deixar não&#8230; eu vou dar meu buraquinho pra ele!”</p>
<p style="text-align:justify;">Décio agora lhe dá mordidinhas na orelha e aspira o perfume dos cabelos. Sua mãe fecha os olhos e um sorriso lhe aparece nos lábios enquanto mexe com os ombros devido a caricia em sua nuca.</p>
<p style="text-align:justify;">- Voce está se referindo a&#8230; meu anus? Voce quer me possuir pelo anus, é isso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Bom&#8230; isso. É isso sim. Voce quer? Eu sei como fazer e vou lhe dizendo como relaxar até a cabeça ter passado. Eu sei que voce é cabacinho e aí eu serei teu primeiro homem que te deflorou o cusinho!</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice não tinha noção do que fosse sexo anal, portanto as doces palavras do filho lhe pareciam um convite a um novo paraíso de prazeres sexuais. E que coisa mais excitantemente devassa ter o filho invadindo-lhe o anus com o caralho.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, meu filho! Como voce é safadinho! Voce sabe convencer uma mulher! E quem sou eu pra te negar alguma coisa? Me come, nenen, me come e me faz feliz! Me faz tua mulherzinha anal!</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme a irmã tinha lhe ensinado, Décio ficou uns minutos pincelando da xaninha ao cusinho da mãe. De vez em quando introduzia o cacete na xota dela, fazendo com que ela se assustasse.</p>
<p style="text-align:justify;">- Voce prometeu&#8230; que aí não! Só na bundinha. Eu não&#8230; estou agüentando&#8230; Mete logo!</p>
<p style="text-align:justify;">- Relaxe agora, dona Clarice. Voce viu o tamanho de minha cabeçona&#8230; então relaxe bem a bundinha&#8230; bem o cusinho. Não se impressione quando sentir seu cusinho se dilatando. Fique relaxada sempre&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Está bem, está bem. Agora mete, vai! Mete no cusinho da mamãe!</p>
<p style="text-align:justify;">Décio dá uma última pincelada e segurando a glande, a posiciona no meio da boquinha anal e dá um leve tranco pra frente. Ele sente Clarice enrijecer os glúteos, mas logo em seguida relaxar. Aproveita então e empurra até quase toda a glande, ficando só a base da chapeleta de fora.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice não esperava por aquilo e se sente desconfortável. Mas quer assim mesmo agradar ao filho. A fazer dele seu primeiro homem. O homem que lhe deflorou o anus.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio sabe que sua mãezinha ainda não se acostumou com o arrolhamento na entrada do cusinho. Ele espera por alguns segundos até que a respiração dela normalizar. Sua rola brilha por estar bem melada, mesmo assim ele deixa escorrer saliva da boca, caindo em cima da boquinha anal.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seguida ele se curva pra frente e ao mesmo tempo que se apóia, segura os pulsos da mãe. Clarice se vê completamente imobilizada e a sensação de entupimento, vai aos poucos desaparecendo. E lentamente o clima de luxuria começa a envolvê-la.</p>
<p style="text-align:justify;">Estar ali, imobilizada pelo corpo do filho e tendo a rola dele lentamente lhe penetrando o anus, é algo inusitado em sua vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Décio não acredita que está enrabando uma mulher real como aquela. Aquilo só acontecia em seus sonhos masturbatórios. Sua respiração e os beijos que ele dá no pescoço da mãe, fazem ela sorrir e rosnar como uma gatinha.</p>
<p style="text-align:justify;">A bela mãe contrai e relaxa o anus conforme o penis do filho vai penetrando. Ocasionalmente, ele pára e Clarice tem a nítida noção de sentir as veias palpitando da grossa coluna em toda volta de seu cusinho. Esse contato é que faz Clarice ir se sentindo mais confortável a medida que a rola avança pra dentro de seu anus.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando já está com metade do cacete dentro do cusinho de sua mãe, Décio lhe solta os pulsos e se eleva, ficando ereto atrás dela. Lentamente ele vai retirando a rola até ficar só a cabeça dentro do cusinho. Então, um pouco mais rápido, ele volta a introduzir até passar um pouco mais da metade.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice eleva um pouco a cabeça devido a mudança de ritmo e solta um gemido sensual. Para Décio aquilo é como uma permissão para progredir com a invasão ao anus da mãezinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Clarice, esporadicamente, perde o controle de seus músculos e involuntariamente rebola descadenciado do movimento de entre e sai da rola em seu cusinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Decio, ainda não acreditando, tem as arredondadas ancas seguras por suas mãos, deixando marcas rosadas do aperto de seus dedos, enquanto olha fascinado que sua torona já sumiu todinha dentro do cusinho de sua mãezinha. Ele se sente mais seguro ao ver que ela continua com um leve sorriso no rosto, os olhos semicerrados, esfregando suavemente a cabeça no colchão.</p>
<p style="text-align:justify;">As coxas de Clarice tremem ao contato de uma com a outra, fazendo seu grelinho ser acariciado entre elas. O anel de seu cusinho capta todas as palpitações da vergona que desliza apertadamente para dentro e para fora lhe dando uma onda de choques, não elétricos, mas de sensação de gozo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais uma vez ela se arrepende por nunca ter sabido daquilo antes. Todos esses anos se reprimindo, se controlando severamente nos sentimentos para não dar vazão a fúria verbal do pai do seu marido. Ela começa a gozar quando imagina que tudo que ele falar agora ela se lembrará desse momento em que a rola de seu filhinho está inteirinha dentro dela.</p>
<p style="text-align:justify;">E para marcar o momento mais ainda, quando a virilha de Decio se encosta-se a suas nádegas, ela aperta o rosado anel em volta da tora carnuda, não deixando o filho prosseguir no entra e sai de seu cusinho.</p>
<p style="text-align:justify;">O orgasmo vem como um mergulho no mar num dia de calor. O anel relaxa e Décio vai retirando sua rolona até a metade quando o gozo lhe envolve também.</p>
<p style="text-align:justify;">A mãe ainda está em seu mergulho de êxtase quando filho lhe dá fortes trancos em cima das nádegas. Ela ouve urros e gritos e suas carnes serem amassadas por mãos fortes que possivelmente vão lhe deixar manchas arroxeadas depois.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, ela nem quer saber. Nada valeu mais do que ser possuída analmente pelo próprio filho. Que o macho que se esbalda agora dentro de seu anus&#8230; foi ela quem criou!</p>
<p style="text-align:justify;">helga</p>
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		<title>Ajudando a irmã do Sr. Prior com a mobília</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 23:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ribeiradas]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação]]></category>

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		<description><![CDATA[A aldeia onde costumava passar as minhas férias, com as minhas tias, era sede de paróquia, o que implicava ter uma igreja paroquial, uma residência paroquial e um Pároco residente. O Pároco era um bonacheirão que queria cumprir com as &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/08/15/ajudando-a-irma-do-sr-prior-com-a-mobilia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=986&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A aldeia onde costumava passar as minhas férias, com as minhas tias, era sede de paróquia, o que implicava ter uma igreja paroquial, uma residência paroquial e um Pároco residente.</p>
<p style="text-align:justify;">O Pároco era um bonacheirão que queria cumprir com as suas obrigações religiosas e, nos tempos livres, aceitar uns convites para boas refeições nas melhores mesas da paróquia.</p>
<p style="text-align:justify;">Com ele morava uma irmã, já quarentona que, diziam pela aldeia, que tinha ficado solteira depois de ter sido enganada por um Oficial de Cavalaria que, afinal era casado.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta irmã, de nome Almerinda era uma mulher de estatura média. Cheiinha, dona de um generoso par de mamas, que o decote do vestido deixava adivinhar. Gostava de lhe ver um vestido de seda, azul, às flores que, além do decote generoso (dentro da decência), desenhava-lhe na perfeição a cintura e as curvas das ancas. Era realmente um bocadinho gordinha, mas transpirava saúde.<span id="more-986"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Naquele dia estava bastante calor. O risquinho entre mamas, que o decote não escondia estava pejado de gotinhas de transpiração que dava vontade de limpar. O soutien, ainda que necessáriamente forte, para segurar aqueles dois belos melões, não conseguia manter ocultos uns explendorosos mamilos que, de tão salientes, ameaçavam furar vestido e saltar cá para fora.</p>
<p style="text-align:justify;">As minhas Tias adoravam convidar o Sr. Prior para almoçar lá em casa. Parece que a presença dele santificava a casa por algum tempo, como se fosse um desodorizante a retirar o cheiro a pecado latente. Já não gostavam tanto de convidar a mana Almerinda, porque esta era muito tagarela e tinha o condão de deixar o padre calado. Convidavam-na de vez em quando, para não parecer mal, mas quando podiam, evitavam-na.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Almerinda gostava muito de mim. Eu era um menino da cidade, que só por lá aparecia no Verão. Estava agora com 18 anos e era caloiro na universidade. Tinha uma apresentação, um trato e uma conversa diferente dos rapazes da terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Tinha acabado a Missa. Cá fora parecia uma feira. A aldeia estava em peso no adro, onde se juntavam muitos comerciantes. Vendia-se Termoços, Pevides e Pinhões. Vendia-se enchidos e queijo. Galinhas e ovos. Hortaliças. Ajustavam-se serviços. Era ali que se encontrava o homem a quem se ajustava a limpeza do Poço, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui comprimentar Dona Almerinda, como mandava a boa educação. Pelo menos, os beijinhos dela não picavam como os da beata-mor da aldeia que tinha alguns pelos faciais de fazer inveja a um Guarda Republicano.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois dos tagatés do costume, a irmã do Cura faz-me um pedido: &#8211; Sabes? Desmontei a mobília do meu quarto para o encerar. Agora não consigo montar o Roupeiro sozinha. O meu irmão anda com problemas de coluna e ainda por cima vai para um retiro em Fátima. Se quiseres ser um anjo, vais lá a casa esta tarde, para me dar uma mãozinha&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro que sim, respondi eu. – Vou lá depois do almoço. Eu até simpatizava com a senhora e um pedido de ajuda destes, era feio recusar.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois do almoço, peguei na minha bicicleta, fiz uma escala no café do adro da igreja e rumei à residência paroquial.</p>
<p style="text-align:justify;">Duas pancadinhas na aldraba e lá apareceu Dona Almerinda, de avental. – Entra! Disse ela. – Estou só a acabar de arrumar a cozinha. Deixou-me na sala, por um instante, voltando de seguida, já sem avental. Trazia uma espécie de bata de andar em casa. De um tecido cinzento claro, fininho, abotoado à frente, de cima a baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">Puxou-me por um braço, levando-me para um corredor algo sombrio. Abriu a porta do quarto. Lá dentro tinha uma grande Cama antiga, de madeira escura, cheia de trabalhados. Tinha também duas Mesas de Cabeceira. Percebi então que o móvel que tinha visto na sala, era a grande Cómoda que pertencia à mobília, mas não cabia no quarto.</p>
<p style="text-align:justify;">No corredor, estava o enorme Roupeiro desmontado. Tinha três portas. A do meio, maior que as outras tinha um espelho maior do que eu e parecia pesar uma tonelada.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os dois, começámos a arrastar para dentro do quarto a base do Roupeiro e, de seguida as laterais,os fundos e as portas. Foi muito complicado. Aquilo era trabalho para três ou quatro homens. Entre os dois, tornou-se tarefa quase impossível. Mas conseguimos. Quando acabei de apertar o último parafuso, a minha transpiração caía com tal abundância, que se ouvia as gotas a cair no chão. Dona Almerinda, também estava toda transpirada, com a bata toda molhada e colada ao corpo, numa transparência que mexeu comigo&#8230; Também o cabelo de Dona Almerinda estava encharcado, parecia que tinha metido a cabeça dentro de água.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando desci do Roupeiro, ouvi a exclamação dela. – Meu Deus, como tu estás. Não podes ir para casa assim. Tira a camisa que te vou buscar uma toalha. Deves ter sede. Queres um copo de água?</p>
<p style="text-align:justify;">Agradeci. Tirei a camisa e fiquei à espera. Dona Almerinda regressa e estende-me um copo de água fresca. Comecei a beber devagar, enquanto ela própria me ia passando a toalha pelo tronco. Segurou-me um ombro com uma mão, enquanto a outra me massajava as contas com a toalha. Senti algo de estranho, na situação. Ela estava a demorar muito mais do que o necessário, naquela operação. Depois virou-me, para me limpar pela frente. Reparei como estava ruborizada. Também ela encharcada e com o cabelo e a bata colados à pele. Passei os meus dedos ao de leve pelo cabelo dela e disse: &#8211; A Dona Almerinda também está como eu&#8230; deixe-me secá-la. E dito isto, peguei na toalha, enquanto a mão dela tinha ficado colada ao meu peito e comecei a limpar-lhe o pescoço. Do pescoço fui alargando o gesto para o decote e, com naturalidade desapertei o botão de cima da bata, permitindo explorar tudo o que o soutien deixava ver. Senti que ela estava a desfrutar, como que paralizada de prazer. Desapertei mais dois botões da bata, deixando o soutien todo à mostra. Fingi que não estava a olhar para o soutien e comecei a limpar abaixo do soutien, para logo desapertar os botões que faltavam na bata. Nesta altura, a outra mão de Dona Almerinda procurou o meu corpo e pousou no meu outro ombro. A minha mão voltou para o decote, mas agora começou a querer limpar a parte oculta pelo soutien. Dona Almerinda estava nitidamente a gostar, mas olhava para baixo. Não sei se envergonhada ou se já a ver o estado de excitação das minhas calças. Peguei-lhe no queixo, puxei para cima e beijei-a na boca. Julguei que ela tinha enlouquecido. Abraçou-me com tanta força, que quase me espremia. Senti que as pernas dela também davam um jeito para me abraçar. Correspondi ao abraço dela, tentando aproveitar para lhe desapertar o soutien. Devo confessar que me atrapalhei. Ou o soutien era muito complicado, ou eu muito desajeitado, pois se não fosse a pronta intervenção da dona, acho que a esta hora ainda lá estava de língua de fora a perder todos os rounds para um soutien que teimava em rir-se de mim. Quando o soutien finalmente caiu, vi aquelas magnificas mamas a olhar para mim com uns inesqueciveis mamilos, para adulto mamar, (que aquilo não cabia na boca de uma criança). Estava a fazer um ano que tinha perdido a virgindade, também às mãos de uma mulher madura, numa aula prática que jamais esquecerei. Sentia-me agora preparado para deixar aquela saudável roliça, ainda mais satisfeita do que havia deixado a outra.</p>
<p style="text-align:justify;">Comecei a beijar-lhe o pescoço e as orelhas, levando-a a contorcer-se de prazer. Puxei-a para a cama e sentei-me lado a lado com ela, ainda que virados um para o outro. Peguei numa das mamas, por baixo e, amparando-a, comecei a lamber e chupar aquele exuberante mamilo, deliciando-me com os suspiros e exclamações de prazer. Empurrei-a suavemente para trás e, com ela deitada de costas, comecei a lamber do mamilo para a base da mama e, dali para o umbigo. Repeti esta operação uma boa dúzia de vezes. Neste espaço de tempo a minha outra mão já tinha descido pelo corpo da minha quarentona e começado a acariciar aquele húmido e felpudo papo que lhe escondia a fendinha que já chorava por mim. Levantei-me um pouco e tirei-lhe as cuecas. Uau! Nunca tinha visto uma pintelheira tão farta. Era uma autentica floresta tropical.</p>
<p style="text-align:justify;">A minha boca voltou para o circuíto, mamilo, mama, umbigo. A outra mão brincava com os pintelhos e ia fazendo uma investidas para a fenda, até que encontrou a passagem e lá entrou um dedo, que parecia escorregar num vale cheio de clara de ovo escorregadia, que convidava a não parar de entrar. Enquanto o meu dedo entrava e saía daquele pedaço de desejo e massajava aquele belíssimo clitóris, a minha boca abraçou o mamilo e comeu-o com uma série de chupadelas suaves, ajudadas pela língua. De repente, senti um líquido a libertar-se do mamilo. Daria leite? Senti a fenda a dilatar-se e uma secreção a escorrer-me para a mão enquanto Dona Almerinda atirava a cabeça para trás e gemia uns “ohhhs” que me deixaram louco. Parecia que nunca mais ia parar de se vir&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Deixei-a descansar por uns instantes, enquanto despi as minhas calças e cuecas. Do meu artista, escorria um fio de baba, em homenagem a tanta excitação. Peguei na mão dela e levei-a a pegar-lhe. Pareceu-me pouco à vontade. Voltei a fazer umas festas no papinho felpudo e voltei a beijar o umbigo. Só que desta vez, em vez de passear até à mama, fui descendo até à pintelheira. Continuava a parecer pouco à vontade, mas não parecia querer parar. Abri-lhe as pernas e dei-lhe um beijo nos lábios da fendinha, aproveitando logo para meter a língua por ali dentro. Poisou as mãos na minha cabeça e disse: &#8211; Que delícia!, Nunca tinha experimentado nada tão bom! Ai, faz mais! Fui lambendo e chupando aquela fendinha toda, a toda a volta, penetrando de vez em quando com a língua toda esticada. Só ouvia repetidamente: &#8211; ai, tão bom! Levantei-lhe ambas as pernas, dobrando os joelhos e fazendo-as pender para cima do corpo, virando os buraquinhos bem para cima. Dei mais três lambidelas na fendinha e deixei-me descair para o ânus. Lambusei-lhe o ânus todo, lambendo com carinho. Passava a língua toda naquele cuzinho deixando muita saliva. Simulei depois que lhe enfiava a língua no cuzinho. A lenga lenga do “ai tão bom! Que delícia!” subiu de tom. A mulher estava prestes a rebentar.</p>
<p style="text-align:justify;">Rebolei para o lado, na cama e convidei-a para montar em cima de mim. Não precisei de dizer duas vezes. Com um joelho de cada lado das minhas ancas, pegou-me no coiso e enfiou-o por ela a dentro, onde realmente não havia nenhum obstáculo a travá-lo. Orientando-a com as mãos e enfiado dentro dela, tão fundo que lhe sentia perfeitamente o colo do útero contra a cabeçorra, levei-a a começar um exercício de roça, roça, para a frente e para trás, em cima de mim. Não sei se chegou a repetir o movimento umas dez vezes. Soltou um grito que tentou abafar, levando a mão à boca e explodiu num orgasmo ainda maior do que o outro. Nunca que vi uma mulher que se viesse de forma tão espectacular. Valia a pena faze-la vir-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando parou, deitou-se para o lado e exclamou: &#8211; Tu és maravilhoso! Tu és mágico!</p>
<p style="text-align:justify;">Agora foi ela que, já mais à vontade, levou a mão ao meu excitadíssimo martelo e o começou a acariciar. Para meu espanto, como que para me retribuir, inclinou-se sobre mim e começou a beijar aquele rolo cada vez mais latejante. Era dinamite pura. Meteu-o na boca. Ainda hoje me pergunto se aquilo era tudo instinto ou se, afinal era uma maluca cheia de experiência. A verdade é que, seja pelos lábios carnudos, seja pela saliva que tinha na boca, seja pela ligeira sucção com que acompanhava os movimentos, fez subir em mim uma onda de prazer indescritível. Mal tive tempo de anunciar: &#8211; Ai, que me estou a vir! Ohhhhhh! Ohhhhhh! Enchi-a de leite. Agora era eu que não parava de me vir. Para completar a loucura, a gulosa bebeu-me todo. Engoliu aquilo tudo e deixou-me o cacete limpinho.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Ribeiradas</strong></em></p>
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		<title>Lembranças de moleque</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 18:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[estórias]]></category>
		<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[anal]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação]]></category>
		<category><![CDATA[masturbação]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu era jovem. A minha idade não permitiria, se fosse hoje, acessar aos Contos eróticos. Não teria como responder, afirmativamente, a pergunta &#8220;Você declara que é maior de idade e que aceita as condições descritas abaixo? &#8220;. Estava naquela idade &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/07/12/lembrancas-de-moleque/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1278&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Eu era jovem. A minha idade não permitiria, se fosse hoje, acessar aos Contos eróticos. Não teria como responder, afirmativamente, a pergunta &#8220;Você declara que é maior de idade e que aceita as condições descritas abaixo? &#8220;. Estava naquela idade em que batia só com dois dedos. Se alguém fizesse a piada de que cresce cabelo na palma da mão de quem bate muito, eu olharia imediatamente para a minha.</p>
<p style="text-align:justify;">Era uma idade em que eu rezava. Isto mesmo, rezava para não morrer antes de ter estado com uma mulher. Podem acreditar, eu tinha verdadeiramente medo. Não era a morte que assustava, mas o fato de morrer, sem ter visto uma mulher nua. A única relação sexual que conhecia era com a minha mão. Melhor com os meus dedos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na casa ao lado, morava uma senhora de idade. Dizem que a gente acha velho quem tem quinze anos a mais que a gente. Dona Valdomira tinha várias vezes quinze anos a mais do que eu. Olga, a senhora que fazia companhia para dona Valdomira , era muito religiosa, como meus pais. Na comunidade que freqüentavam começou a ser ministrado um curso sobre a vida dos Apóstolos.<span id="more-1278"></span></p>
<p style="text-align:justify;">- João, disse minha mãe. A Olga vai fazer o curso na igreja conosco, aos sábados a noite. E você vai cuidar da Vizinha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas, mãe&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha João, se você não quer cuidar dela, vai fazer o curso também.</p>
<p style="text-align:justify;">Era um argumento de peso que me convenceu, instantaneamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Sábado, as seis e meia da tarde fui, reclamando, para casa da dona Valdomira. Mas, fui.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela estava sentada na sala ou vindo a missa no rádio. Sentei e me recolhi as minhas fantasias. Sexuais é claro. Até hoje tenho este saudável hábito. Posso viajar horas de avião ou ônibus que as minhas fantasias fazem o tempo passar rapidamente. Uma das fantasias preferidas é imaginar pessoas que me cercam ou, as conhecidas, em seu desempenho sexual. No avião, por exemplo, olho quem está a minha volta. Aquela mulher, ali na carreira ao lado. Será que ela transou antes de vir para o aeroporto? E como foi. Procuro fazer um raio x completo para ver se não sobrou um pingo no cantinho da boca, só para confirmar a história. Pensando bem, ela deve ter dado para alguém de instrumento enorme, pois estava sentada meio de lado no banco.</p>
<p style="text-align:justify;">E o gordo ao lado dela? Só há condições de sexo se a mulher for por cima. Claro, se no meio daquela banha conseguir achar alguma coisa. Pela volúpia com que comia o serviço de bordo, certamente, quando vai a um motel, não quer comer só o almoço.</p>
<p style="text-align:justify;">As amigas de igreja da minha mãe, todas carolas e pudicas como se comportariam na hora do sexo? Dona Sara, cheia de não-me-toques, eu imaginava transando com o verdureiro. Agarrando, dando um beijo profundo, delicioso. Ele corresponde. Sara aproveita para apalpar a ferramenta, naquela altura em ereção total. Por cima da calça ela sente o volume considerável. Se entusiasma . Solta a fivela. Abaixa o zíper. O mastro do verdureiro ganha liberdade. Com os olhos arregalados ela vê o tamanho.</p>
<p style="text-align:justify;">Sara só conhecia o cacete do marido, este é diferente. Grosso. Inchado. Com as veias pulsando. Ela pode pegar com as duas mãos. É muito, mas muito maior que do marido. Dá um beijo. Abre a boca para colocar tudo dentro. O verdureiro começa um movimento de vai-e-vem, naquela boquinha santa. Sara não consegue agasalhar nem a metade, pois o instrumento já havia atingido a garganta.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois se despem. Alucinadamente. O verdureiro faz Sara se apoiar numa cadeira e pincela a entrada do paraíso. Começa a empurrar lentamente. Vai abrindo espaço. Com muita dificuldade vai entrando.</p>
<p style="text-align:justify;">Como você é apertadinha, exclama.</p>
<p style="text-align:justify;">Pela primeira vez Sara sente o que é ser preenchida por inteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Sara acha maravilhoso. Goza alucinada, sem se importar com o escandalo. Os gemidos são altos. Ele começa a bombar, acelerando as metidas. Ela sente um misto de prazer e dor. A cada estocada, parece que estava sendo alargada. Arrombada. A cada batida da ponta na entrada da útero, uma dorzinha que nunca havia sentido com o seu marido. Sara aguenta tudo, de início cerrando os dentes. Depois, talvez já mais acostumada, sente que o orgasmo está chegando. Goza, gritando um monte de palavrões.</p>
<p style="text-align:justify;">O verdureiro se deita no tapete. Sara monta. Começando a cavalgada.Ele começa a cantá-la, querendo conhecer a entrada dos fundos.. Mas&#8230;ele já tinha deixado a entrada social toda ardida. Sara Imagina o estrago que faria no outro buraquinho. Acelera a subida e descida até sentir um jato inundá-la. Após uma pequena pausa, o verdureiro insiste.. Sara tem medo. Não quer ceder. Ele vai se aproximando. Com carinho, vai chegando ao seu destino.</p>
<p style="text-align:justify;">Gosto destas fantasias. Elas me deixam com tesão o dia todo. E, tesão é melhor coisa da vida. Ela marca a expectativa. Afinal, o melhor da festa é sempre esperar por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu estava lá com minhas fantasias cuidando da dona Valdomira. Não sei o que me deu, tirei o pau do calção e mostrei para ela. Deve ter sido um curto circuito no meu cérebro que foi desligando todas as barreiras do bom senso.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela ficou olhando. Olhos grandes. Não disse nada. Senti que tinha feito uma grande bobagem. O circuitos começaram a ser ligados. Saí correndo para a cozinha. Fiquei lá quietinho</p>
<p style="text-align:justify;">Quando escutei a garagem abrindo, senti um misto de alivio e horror. Alivio, pois iria ser rendido do martírio. Horror, pois certamente ela contaria tudo para minha mãe. Não sei o que aconteceria.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando a Olga entrou.</p>
<p style="text-align:justify;">Tá tudo bem, falei apressado e saí. Direto para o meu quarto. Fiquei de baixo das cobertas, enterrando a cabeça como um avestruz. Não aconteceu nada e adormeci. Dona Valdomira não havia contado nada. Certamente, não tinha entendido.</p>
<p style="text-align:justify;">No próximo sábado lá fui eu para o sofrimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando dona Valdomira terminou de ouvir a missa, chamou.</p>
<p style="text-align:justify;">- João, chega mais perto.</p>
<p style="text-align:justify;">Levantei. Aproximei-me da cadeira.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mostra mais uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mostro, o que? perguntei, pois não acreditava no pedido.</p>
<p style="text-align:justify;">- Isto que você me mostrou na semana passada. Sem esperar ela foi baixando o meu calção e tirando meu pequeno João para fora. Ele, como eu , estava nervoso, com a cabeça caída.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a mão começou a fazer um gostoso vai e vem. Sabia o que estava fazendo. Movia suas mãos a partir da base até a cabeça. Mexia num ritmo constante. Com seus olhos grandes me observava. Eu sentia a pressão aumentar. Ela continuava movendo a sua mão, acelerando lentamente . Quando sentiu que eu ira acabar, colocou a outra mão na frente em concha. Recolheu tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficou olhando para a palma da mão por algum tempo.Depois, ela pegou um pano que tinha no colo. Limpou a mão e , depois, me limpou.</p>
<p style="text-align:justify;">Sentei. Permanecemos calados Quando o pessoal chegou do curso fui para casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Fiquei esperando a semana passar. No sábado, não reclamei. Estava até esperando a hora chegar.</p>
<p style="text-align:justify;">A delícia se repetiu. Ela entendia do riscado. Foi assim vários sábados.</p>
<p style="text-align:justify;">No sábado de encerramento do curso, quando cheguei a Olga disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Dona Valdomira esta no quarto. Está um pouco cansada, foi se deitar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas, tá tudo bem?</p>
<p style="text-align:justify;">-Sim.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo jeito neste sábado não iria acontecer nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando a porta da garagem se fechou , dona Valdomira me chamou.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando entrei no quarto, ela se descobriu. Estava nua. Totalmente nua.</p>
<p style="text-align:justify;">Creio que não foi a melhor visão de uma mulher que alguém já teve, mas era a primeira que eu estava vendo. As coxas brancas, dobrinhas espalhadas pelo corpo. Os seios caídos para os lados. No meio das pernas, os grandes lábios vaginais estavam cobertos com alguns cabelos desencontrados de cor branca. Uns poucos eram preto.</p>
<p style="text-align:justify;">-Senta aqui, convidou ela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Gostaria que hoje você fizesse para mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Pegou a minha mão levando até o meio das pernas. Mostrou onde deveria mexer.</p>
<p style="text-align:justify;">-Devagarinho e sempre,concluiu</p>
<p style="text-align:justify;">Senti, que ela tinha passado um pouco de creme no clitóris, facilitando a massagem. Era a primeira vez que eu tocava uma parte íntima feminina. Continuei minha massagem, não sei se com talento. Mas, dentro do provérbio &#8220;Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura&#8221;, minha persistência levou dona Valdomira ao orgasmo. O primeiro orgasmo que eu propiciava a uma mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto deixou meu libido fortificado . Coloquei-me em posição para entrar, pela primeira vez, na porta dos sonhos de qualquer moleque. Era quente. Era bom. Mas, eu pensava que seria mais firme. Meu tamanho juvenil estava alguns números abaixo das necessidade da dona Valdomira.</p>
<p style="text-align:justify;">Experiente, ela deve ter sentido o mesmo. Pegou um pouco de creme no pote. Passou na outra entrada.</p>
<p style="text-align:justify;">-Experimenta aqui. Devagarzinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui entrando. Que diferença. Além do calor, era firme. Transmitia sabor. Ela pegou uma das minhas mãos e levou até a frente. Sincronizei. O meu ritmo com o da mão.</p>
<p style="text-align:justify;">Resisti muito pouco.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não para, pediu.</p>
<p style="text-align:justify;">Continuei mexendo com a minha mão até ela chegar lá, mais uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Adormeci. Creio que ela também.</p>
<p style="text-align:justify;">- Acorda, João. Já estão chegando.</p>
<p style="text-align:justify;">Ouvi a porta da garagem abrindo. Pulei para dentro dos calções.</p>
<p style="text-align:justify;">E corri para a sala.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>theo22</strong></em></p>
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		<title>Aventura Etílica</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 08:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[mf]]></category>
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		<description><![CDATA[ Éramos jovens. Eu mais ainda. Uma diferença etária de cerca de 4 ou 5 anos. Eu estudava a 5ª ou 6ª série quando, a convite de meus pais, Monique veio morar na minha casa em Salvador. O meu pai e &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/05/14/aventura-etilica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1269&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> Éramos jovens. Eu mais ainda. Uma diferença etária de cerca de 4 ou 5 anos. Eu estudava a 5ª ou 6ª série quando, a convite de meus pais, Monique veio morar na minha casa em Salvador. O meu pai e o dela eram muito amigos e, por isso, quando ela completou o 2º grau no interior que morava, Coaraci – pequena cidade no sul da Bahia, prestou vestibular em psicologia na UFBA, foi aprovada e meus pais ofereceram o quarto de hóspedes a ela enquanto estivesse estudando. Em contrapartida, ela se ofereceu para me dar aulas de reforço escolar durante sua estadia aqui em casa o que foi muito bem aceito por minha mãe, pois eu nunca fui bom aluno, principalmente em língua portuguesa. Papai disse que ela não se preocupasse com isso e que a oferta de estadia não estaria vinculada a nenhuma contrapartida, mas ela insistiu e ele concordou.</p>
<p style="text-align:justify;">Monique era uma pequenina beldade, tinha talvez 1,55 ou 1,60 metros de altura, mas era bem gostosinha. Magrinha, de cintura fina e bumbum arrebitado. Seus cabelos eram negros, lisos, volumosos e na altura dos ombros. Sua pele era clara e salpicada de pequenas sardas. Tinha olhos claros, não sei se azuis ou verdes, o tom de cor sempre me confundia e um rosto pequeno com traços delicados: boca fina, bonita e bem delineada. Era difícil que meus hormônios de adolescente ignorassem tudo isso. E, tenha certeza, não ignoraram.<span id="more-1269"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Os dias se passaram e como não podia deixar de acontecer eu toquei muitas punhetas na intenção dela. Não precisei de muito para isso. Nos primeiros dias apenas o fato dela andar de shortinho e camiseta sem sutiã pela casa era o suficiente para embalar minha imaginação. Eu era muito jovem, ainda virgem e colecionador inveterado de revistas de sacanagem. Não era feio, mas como todo adolescente sofria com o crescimento desproporcional do corpo. Acho que tinha as pernas mais compridas que o necessário, era magro e comprido, fato é que meu biotipo rendeu o apelido pernilongo na escola. De resto tinha a pele tão clara como a dela, cabelos encaracolados e alourados, olhos castanhos e um rosto que, como havia dito, não era feio, pelo menos era o que mamãe dizia.</p>
<p style="text-align:justify;">Como adolescente, a minha parte criança travessa ainda em muito dominava o adulto que estava por vir, por isso estava sempre aprontando. E agora meu alvo predileto era a gostosinha da Monique. Tocar punheta por vê-la de shortinho e camisetinha haviam se tornado coisas triviais e por isso estava perdendo a graça. Eu queira mais! Por outro lado minha timidez para assuntos sobre sexo me impedia de tentar uma investida direta, portanto limitava-me a pequenos subterfúgios. Nas aulas de reforço escolar eu sentava-me numa posição que, vez por outra, pude vislumbrar os pequenos e pontudos mamilos rosa da garota. Depois descobri que numa determinada posição do quintal da casa podia ver, por um fresta do box do banheiro, Moni (assim ela gostava de ser chamada) tomar banho. E foi numa dessas oportunidades que vi algo que alimentou ainda mais minhas punhetas. Monique não era de namorar muito, talvez por causa da criação rígida que seu pai lhe impunha, mas, assim como eu, ela também tinha hormônios que cobravam dela algum contato físico. Pois bem, foi num momento em que sua taxa de hormônios devia estar em alta que, numa espionagem de seu banho, eu a vi masturbar-se. Foi uma loucura! Iniciei também uma punheta no quintal acompanhando os movimentos dela e, sem que ela soubesse, chegamos ao orgasmo juntos. Guardada as devidas proporções, na minha imaginação, havia transado com ela. O único problema é que ela não sabia disso&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Dias se passaram e percebi que Moni, com certa regularidade, atacava sua xaninha enquanto tomava banho. Percebi então que entre nós havia algo em comum, precisávamos de sexo! Entretanto, eu não conseguia vencer minha timidez. Ela era mais velha, me dava aulas e, por muitas vezes, percebi que ela gostava e cuidava de mim, mas apenas como se fosse uma irmã mais velha. Isto me enternecia, pois sou filho único, mas não podia ignorar a tesão que sentia por ela. Era praticamente um incesto!</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, incesto ou não, um dia a carne falou mais alto.</p>
<p style="text-align:justify;">No fim do primeiro semestre das aulas de Monique, ela se deu a liberdade de sair com seus colegas de sala para comemorar quando terminaram a última prova. Ocorre que, sem hábito para a bebida, Monique chegou em casa completamente embriagada. Como era o meio da tarde, por volta das 14 horas, eu estava sozinho em casa, pois meus pais trabalham durante todo o dia, fato que evitou maiores constrangimentos para ela em seu estado etílico. Outra sorte de Monique foi que ela estava com amigas do curso, as quais tiveram o cuidado de trazê-la para casa na maior discrição. Suas amigas também deram a maior força cuidando dela e, por mais que eu tentasse ajudar, não me deixaram participar do banho que deram nela. Monique, já de banho tomado, mas ainda grogue, foi vestida por suas amigas com uma roupa confortável e, em seguida, a deixaram dormindo no quarto de hóspedes. Antes de saírem elas me aconselharam que Monique ainda poderia acordar enjoada e, quando isso acontecesse, eu devia dar a ela uma garapa de água, limão e um pouco de sal para beber que amanhã seguinte ela acordaria bem. Dito isso, elas se foram e eu voltei aos meus aferes habituais, ou seja, como naquele dia não haveria aula de reforço escolar, fui assistir a sessão da tarde. Não nego que passou pela minha cabeça a possibilidade de, aproveitando a vulnerabilidade da garota, ver de pertinho aqueles dotes que admirava apenas pelas frestas do box do banheiro enquanto ela tomava seus banhos. Mas isso seria demais e sentimento de incesto falou mais alto.</p>
<p style="text-align:justify;">Um momento depois ouviu um barulho estranho no banheiro, sai da sala de televisão e fui verificar. Lá chegando vi que Monique estava debruçada na privada do banheiro vomitando tudo que havia bebido. Corri até ela e segurei sua cabeça para que não batesse contra a porcelana do vaso e percebi que ela já estava com a roupa totalmente suja por causa de suas golfadas. Meio que sem saber o que fazer apenas a segurei enquanto ela terminava de expelir em jatos fortes todo álcool que havia ingerido. Quando ela parou de vomitar continuou meio que adormecida, com corpo mole e inerte sobre o vaso sanitário, neste momento percebi que enquanto a sustentava sobre a privada uma das minhas mãos pousou sobre seu pequenino seio direito. Não resisti a oportunidade e passei a massageá-lo, mas ela não reagia aos meus toques, pois estava completamente grogue. Retomando minha consciência percebi que tinha que fazer alguma coisa, pois ela estava totalmente suja com seu próprio vômito e não poderia ser encontrada por meus pais naquele estado. Pois bem, eu a levantei com alguma dificuldade, porque ela estava completamente inerte, e entrei no box com ela. Abri o registro de água e passei a lavar-lhe o rosto com cuidado para que a água não atrapalhasse sua respiração. Depois não tinha outra opção, tirei-lhe a blusa e os seus peitinhos saltaram para fora. Eram lindos, pequeninos, firmes, pontudos e com uma auréola rosa. Sabia que era parte do meu trabalho naquele instante, mas não pude deixar de aproveitar cada momento, alisei os seus seios sob o jato de água morna que caia do chuveiro, depois passei a ensaboá-los com cuidadosos gestos circulares enquanto Monique permanecia com seu peso solto sobre meu outro braço. Depois veio a melhor parte, tirei seu short, pois também estava sujo e molhado. E fui contemplado com a mais bela das visões, aqueles pêlos pubianos finos e lisos que adornavam o delicado e pequenino contorno de sua xoxotinha. Da mesma forma que fiz com seus seios, também passei a ensaboá-los. Depois eu pus a mão entre suas pernas e senti os lábios de sua vagina entre meus dedos. Fui acometido de uma louca vontade de ali enfiar um dos dedos, mas resisti, seria sacanagem demais me aproveitar dela assim tão desprotegida. Mas havia algo que não podia ignorar: desde que a estava segurando na privada meu pau já latejava de tesão. E, dentro do box, era impossível que ele não esfregasse no corpo de Monique, primeiro em suas costas, depois em sua bundinha dura, mas ainda assim me contive.</p>
<p style="text-align:justify;">Sai do box e passei enxugá-la com uma das toalhas, depois de seca a envolvi numa outra toalha que não estava úmida e a carreguei nos braços até o quarto de hóspedes. Lá eu a coloquei na cama e num movimento involuntário ela ficou deitada de costas e com as pernas abertas. Era uma das mais belas visões, aquela bocetinha que tanto desejava estava bem ali, ao meu alcance com nunca antes poderia ter imaginado. Era rosada assim como seus mamilos e adornada com aqueles pêlos lisos e finos. Isso tudo foi demais para mim. Deixei a moralidade de lado e cai de boca na sua xaninha. Primeiro com gestos suaves de minha língua, depois colocando todos os seus grandes e pequenos lábios vaginais na minha boca. Ela era deliciosa e cheirosa. Comecei a enfiar a língua cada vez mais no fundo de sua xoxota e percebi que um determinado ponto ficava mais rígido que os demais e que quando ali concentrava minhas atenções Monique se contorcia levemente e soltava uns murmúrios que pareciam gemidos. Passados alguns instantes, num susto, percebi que ela segurou minha cabeça pela nuca e a apertou contra sua vagina passando a esfregar minha cara no seu grelinho. Não sabia se ela estava consciente ou não de tudo aquilo, mas não me importei, estava gostoso demais para parar. Logo em seguida senti o corpo todo de Monique estremecer e ela soltou um gemido alto. De imediato levantei a cabeça assustado para observá-la, mas ela retornou ao seu estado inerte sobre a cama, ainda com suas pernas abertas e agora com os braços tombados ao lado do corpo.</p>
<p style="text-align:justify;"> Deliciei-me com a imagem por alguns instantes e pensei que agora havia ido longe demais para retornar. Saquei o caralho de dentro de meu short e passei a esfregá-lo na portinha da bocetinha de Monique. Fui bem devagar para não despertar a moça e quando menos imaginava, devido a umidade de minha saliva e do suco de sua xoxota, já havia a penetrado completamente. Foi uma sensação indescritível ter meu pau, pela primeira vez, atochado numa xoxota quente e úmida, muito melhor que qualquer punheta que já havia batido. Continuei num vai e vem gostoso e não demorou muito para que sentisse que iria explodir em gozo, mas, influenciado como era pelas revistinhas de sacanagem que lia, saquei o pau da xoxota e o conduzi para o rosto de Monique. Não deu tempo de colocá-lo em sua boca então derramei meu leite quente sobre sua face: bochechas, nariz, lábios e os olhos que continuavam fechados, todos ficaram inundados de porra. Refeito do deliro do orgasmo, com a mão tentei limpar o rosto de Moni, mas sem sucesso, ao contrário acabei por espalhar ainda mais meu sêmen sobre sua face. Fui ao banheiro e retornei com um rolo de papel higiênico com o qual pude então limpar o rosto da garota.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora meio atarantado e sem saber se o que fiz havia sido correto ou não, vesti Monique com roupas limpas e secas, depois a cobri, liguei o ar condicionado no mínimo para que ela não tivesse frio mais tarde, saí do quarto e fui limpar a bagunça do banheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">A noite, quando meus pais chegaram em casa e perguntaram por ela, disse-lhes que ela estava com muita enxaqueca e foi dormir mais cedo. No dia seguinte e nos demais que se passaram, nem eu nem Monique tocamos no assunto. Fiquei constrangido com o que havia feito, mesmo sem ter certeza se ela havia percebido ou não tudo que ocorreu. Fato é que, aos poucos, nos distanciamos um do outro e no semestre seguinte ela anunciou estaria dividindo um apartamento com uma colega de faculdade. Monique agradeceu os meus pais por terem a acolhido, mas que, além de não querer abusar de nossa hospitalidade, precisava de um cantinho que fosse dela. Meus pais protestaram dizendo que ela poderia sentir esta casa como dela, mas compreenderam a sua posição e não insistiram para que ela ficasse além do que a gentileza permite.</p>
<p style="text-align:justify;">No dia marcado para sua partida, Monique despediu-se de meus pais e quando estes a ajudavam a sair com suas malas ela se virou na minha direção e disse que sentiria saudades de nossas aulas de reforço escolar. Aproximou-se ainda mais e quando me deu um beijo na face, ela aproveitou para sussurrar ao meu ouvido que jamais esqueceria o que havia feito por ela. Quando ela se afastou para ir embora eu venci minha timidez e perguntei o que exatamente havia feito por ela. Monique voltou-se para mim de novo e falando baixinho disse que era por ter cuidado dela quando estava embriagada e por não dizer nada aos meus pais a esse respeito. Ela deu as costas para sair, mas, quando havia alcançado a porta olhou de novo para mim e deu um sorriso indecifrável.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dias seguintes sem Moni foram vazios para mim. Entretanto, pior que isso era não saber se ela havia ou não se apercebido do que ocorreu entre a gente. Depois de algum tempo a vida retornou ao seu curso normal e não tive mais notícias de Monique. Com dificuldades terminei o segundo grau e prestei o vestibular, mas só fui aprovado no curso de Administração de Empresas de uma faculdade particular, minhas notas não foram suficientes ingressar na UFBA, que é federal e, por isso, gratuita. Meus pais ainda assim ficaram contentes, acho que eles pensavam que nunca seria aprovado em faculdade alguma e, por isso, me deram um carro de presente. Mas essa não foi minha maior surpresa com a aprovação no vestibular, o melhor estava por vir e veio quando iniciaram as aulas e foi apresentado o corpo docente da faculdade, principalmente na disciplina de Psicologia Aplicada a Empresas, cujas aulas seriam ministradas pela jovem professora substituta Monique S&#8230;..</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, isso é outra história!</p>
<p style="text-align:right;"> <em><strong>Klaus Lestad</strong></em></p>
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		<title>O Telegrama</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 18:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Telegrama 01 Jeremias era carteiro há dezoito anos no qual doze destes exercidos naquele bairro e imediações. Sua pele negra já estava acostumada com o Sol daquela época do ano e não suava mais como no começo. É claro &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/05/11/o-telegrama/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1274&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O Telegrama</p>
<p style="text-align:justify;">01</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias era carteiro há dezoito anos no qual doze destes exercidos naquele bairro e imediações. Sua pele negra já estava acostumada com o Sol daquela época do ano e não suava mais como no começo. É claro que às vezes pedia um ou dois copos de água no momento da entrega de uma correspondência, daquelas que o recebedor tem que assinar, pelo menos pra dar uma refrescada.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a bolsa verde pendurada no ombro ele subia a Rua das Flores. Deixava uma carta aqui, outra ali, às vezes nas caixas do correio e outras vezes dobradas no portão. Com as costas das mãos enxugava as gotículas de suor que se formavam em sua testa. Foi para o outro lado e deixou uma cobrança no número 123. Voltou para o lado esquerdo da ruazinha e continuou subindo. O calor estava demais. Mesmo acostumado com as altas temperaturas teve que dar uma pausa e parou em frente ao número 132. Ainda bem que tinha um telegrama para aquela casa, a dona era simpática e iria aproveitar a ocasião para pedir lhe um copo com água.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ô de casa! – chamou ele. Aquela era a única casa que não tinha campainha. Passou novamente o dorso da mão sobre a testa e sentiu uma ardência no olho esquerdo, uma gota de suor havia deslizado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ô de casa! – tornou a chamar.</p>
<p style="text-align:justify;">Enxugando as mãos em um avental úmido e desviando habilidosamente das roupas no varal uma mulher veio atendê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Bom dia, Jeremias! – disse a dona da casa com um sorriso no rosto e de bobs no cabelo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Bom dia! Tudo bem, Dona Cleuza? – retribuiu Jeremias de modo educado, mas cansado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo e com você?<span id="more-1274"></span></p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo bem! Graças a Deus! – respondeu o exausto rapaz.</p>
<p style="text-align:justify;">- Amém – disse ela juntando as mãos.</p>
<p style="text-align:justify;">Não foi a primeira vez que Jeremias reparou que a mulher era religiosa. Ela sempre dizia aquelas palavras e juntava as mãos daquela forma quando ele a cumprimentava.</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha. – disse ele enquanto retirava da bolsa um envelope pequeno e marrom.–Tenho um telegrama pra senhora e se não for um abuso, gostaria de um copo com água. – pediu humildemente o homem enquanto entregava o envelope à mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Abuso? – perguntou ela com as mãos na cintura. – Desde quando um copo com água é abuso, Jeremias?</p>
<p style="text-align:justify;">O carteiro preferiu não responder, pois varias vezes presenciou o nariz torto e rabugento de algumas pessoas quando pedia um copo com água. Mas não era o caso da Dona Cleuza, uma mulher simpática como ele mesmo sabia.</p>
<p style="text-align:justify;">- Entre aqui. – disse ela dando passagem para o homem negro e alto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não! Eu espero aqui. – exclamou sem graça recusando o convite.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jeremias! Por favor, entre tome sua água e descanse um pouco. O Sol hoje está demais.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias olhou sem jeito para ambos os lados antes de entrar na casa. O que menos queria era que um vizinho maldoso tirasse conclusões precipitadas da situação por vê-lo entrando na residência de dona Cleuza.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma variedade de roupas se encontrava dependuradas e molhadas em pedaços cumpridos de fios preto, presos por pregos tortos e enferrujados, que iam de uma parede à outra do muro ainda sem acabamento. Abaixo deles uma poça de água pingada reluzia dourada no chão desnivelado e áspero de cimento. No primeiro varal improvisado, calças, camisetas e camisas secavam sob o Sol das 10:30 que mais parecia o do meio-dia. No segundo e no terceiro, roupas intimas, lençóis e cobertores. Jeremias não pode deixar de notar uma das peças intimas. Uma calcinha vermelha de alças finas. Uma peça um pouco pequena demais para uma mulher simples e religiosa. – pensou Jeremias tentando imaginar em que ocasião especial a lingerie seria utilizada novamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza o seguia desviando dos obstáculos pendurados e molhados. O carteiro fazia o mesmo, mas não com tanta habilidade. Ele parou e deu passagem para a mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza adentrou pela porta da cozinha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vem, só toma cuidado com&#8230; – antes de concluir sua frase de alerta o carteiro escorregou. – Meu Deus Jeremias, você está bem? – perguntou a mulher assustada indo de encontro ao carteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Após passar a perna direita por sobre a tábua, usada na porta a fim de conter a água que vinha do quintal para não alagar a cozinha que era de um nível mais baixo, o pé de Jeremias deslizou sobre o azulejo e ele escorregou. Com a queda, suas pernas se abriram e seus dotes foram de encontro com a quina lisa e fina da madeira.</p>
<p style="text-align:justify;">Dor. Muita dor.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nossa! – urrou ele enquanto era ajudado à se levantar pela dona da casa. Colocou imediatamente as mãos nas regiões baixas e se contorceu. Era como um golpe na boca do estômago.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jeremias! Desculpa tentei avisar. – disse Dona Cleuza apoiando o homem por sobre um dos ombros. &#8211; Calma, venha! Vamos até a sala – e o guiou pela cozinha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Está tudo bem. – disse ele meio curvado e mancando. &#8211; A culpa foi minha não vi a madeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A bolsa verde ficou para trás caída no chão.</p>
<p style="text-align:justify;">- É que eu uso essa tábua para a água não escoar para dentro de casa. – tentava se explicar a mulher enquanto ajudava Jeremias à se ajeitar no sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não se preocupe Dona Cleuza. Acho que estou bem.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que isso Jeremias sente-se e se recupere. Enquanto isso vou pegar sua água. – disse ela indo aos passos curtos e ligeiros para a cozinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias sentou-se e esticou a perna, em seu rosto era visível a dor que sentia. A dor era próxima à de uma dor de barriga. Nossa! Como era!</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto a dona da casa estava na cozinha ele massageou seu pênis e testículos, queria ter certeza que estava tudo ali.- Ufa está tudo aqui! – pensou ele, mas a dor continuava.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza voltou com um copo de água gelada. Ela estava preocupada, pois sabia que aquela região do corpo do homem era sensível como os seios de uma mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tome sua água e espere um pouco. Pelo menos até você se recuperar. Por favor, não tenha pressa. – insistiu ela</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias obedeceu mesmo porque não estava em condições de se levantar. A anfitriã mais uma vez tentou se desculpar, mas ele sentia muita dor para dar-lhe atenção.</p>
<p style="text-align:justify;">Bebeu a água em grandes goles e sem querer quase que instintivamente massageou o pênis sob a calça azul marinho mais uma vez. Dona Cleuza que estava sentada à sua frente desviou o olhar sem que ele percebesse.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nossa como dói. – disse ele.</p>
<p style="text-align:justify;">- Imagino! Ainda mais nessa região. – ressaltou.</p>
<p style="text-align:justify;">- Será que machucou muito? – perguntou. &#8211; Vá até o banheiro e dê uma olhada, Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele até tentou se levantar, mas foi em vão.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não consigo! Está doendo ainda. – disse com uma voz que emitia dor e cansaço simultaneamente. – Quando chegar em casa eu vejo e se for preciso farei uma compressa com gelo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Gelo? Eu tenho. – disse a mulher querendo ajuda-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não! – exclamou o homem. Imaginando a situação ridícula que iria se encontrar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Como não! Deixa de besteira! – disse a atenciosa mulher se levantando e indo novamente para a cozinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias escutou uma pancada. Silêncio. Outra pancada, agora seguida de um som estilhaçado. Deduziu que a mulher estivesse tirando o gelo da forma que ia ao congelador.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza voltou com um recipiente de plástico e com uma pequena sacola daquelas de supermercado nas mãos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pronto. Aqui esta! – disse ela entregando ao rapaz a sacola já cheia de gelo.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias pegou o embrulho meio que sem graça, esperava que no mínimo a mulher fosse para a cozinha ou até mesmo para o quintal, mas não, ela se sentou novamente no sofá a sua frente. E então pensou: &#8211; Droga como vou fazer isso com ela aqui. Mas precisava ver se realmente estava tudo no lugar, em ordem.</p>
<p style="text-align:justify;">Num ímpeto de coragem ele afrouxou o cinto e baixou as calças. A sunga foi junta. E de dentro um membro comprido, mole e absurdamente grosso saltou para fora.</p>
<p style="text-align:justify;">Nossa! – pensou a mulher com os olhos arregalados e com a boca ligeiramente aberta.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias depositou o gelo sobre os testículos. Sentiu uma sensação de alivio.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nossa! Senhora Cleuza como dói. – disse ele.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher olhava surpresa para o membro do rapaz.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu imagino. Essa região é muito sensível.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias passava o saco plástico por sobre a região dos testículos e subia até base do pênis.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza uma mulher devota e simpática olhava para o que o homem fazia com receio e também com uma pitada de desejo. Não aquele desejo obsceno. Não. Era um desejo que soava mais como uma saudade. Uma saudade de algo que não sentia à três longos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Passe o gelo de cima para baixo. – disse a mulher quebrando a tênue barreira entre a sua devoção religiosa e a sua vontade carnal.</p>
<p style="text-align:justify;">- Assim? – perguntou Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não. De cima para baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Como?</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher se inclinou para frente, os sofás eram bastante próximos, e movimentando os dedos como se fosse realizar um passe de mágica pegou o embrulho da mão de Jeremias que não hesitou em dar-lhe.</p>
<p style="text-align:justify;">Com movimentos repetitivos a mulher massageava de cima para baixo o maior membro que já vira na vida. Tanto no comprimento quanto na largura e isso porque ele estava mole.</p>
<p style="text-align:justify;">- Será que esta ajudando? – perguntou a prestativa mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Creio que sim Dona Cleuza. – respondeu Jeremias já com pensamentos que inevitavelmente tomaram outros rumos. – Passa aqui, mais pra baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela obedeceu.</p>
<p style="text-align:justify;">- Esta ficando molhado. Acho que essa sacola esta furada. Espera um pouco.</p>
<p style="text-align:justify;">A dona de casa levantou-se e segundos depois estava de volta trazendo uma pequena toalha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Deixa-me enxugá-lo. – disse ela referindo-se ao pênis de Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo bem. – concordou o carteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Seu pau já estava semiduro. Mas até então a mulher não havia encostado nele. O contato era apenas através do saco de gelo.E mais uma vez a mulher colocou o saco úmido e gelado sobre a sensível região e enxugava delicadamente quando começava a ficar úmida.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A mulher se inclinou mais um pouco e a mão esquerda rodeou o membro. &#8211; Nossa como é grosso! – pensou ela mais admirada do que chocada.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias não esperava essa reação da mulher e sentiu um frio na barriga.</p>
<p style="text-align:justify;">O saco de gelo já havia virado uma bolsa liquida por causa do calor emitido pelo músculo peniano do homem e foi deixado de lado.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias o carteiro sortudo aproveitou-se da situação.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ainda está um pouco dolorido.</p>
<p style="text-align:justify;">- Fique calmo. Vai melhorar.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza já sentia o endurecer do membro em sua mão que aos poucos ficava pequena demais.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ainda dói?</p>
<p style="text-align:justify;">- Dói sim senhora. Continua por favor.- insistiu Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim! Sim! Continuo, você vai ficar bem. – concordou ela trocando de mão e segurando o maior e mais grosso pau do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sua mão esta muito seca. A senhora não quer molha-la? – perguntou.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a mão que não segurava o pênis a mulher tentou alcançar o saco plástico que não passava de um embrulho molhado e frio dentro do recipiente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não! Com esse plástico não! Esta gelado.- advertiu.</p>
<p style="text-align:justify;">- É verdade, me desculpe. Hum! Já sei! – exclamou ela e em seguida deixou cair uma boa quantidade de saliva na mão. – Agora sim!</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso! A senhora esta fazendo um bom trabalho nem sei como agradece-la – disse o homem, mas não ia demorar muito para isso. Não ia mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Deixa disso rapaz! Afinal pra que serve os amigos, conheço você há tanto tempo não me custa nada ajuda-lo. – retrucou ela agora literalmente punhetando o pau do carteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Será que está melhorando? – perguntou a mulher examinando atentamente o pênis escuro à sua frente. Chegou a sentir o cheiro do membro do rapaz subir até seu nariz e achou bom. Há muito tempo não sentia aquele odor peculiar de sexo. Era divorciada. E antes disso ainda era mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não sei. O que a senhora acha? – respondeu o homem.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vamos massagear mais um pouco, né? – disse ela cuspindo diretamente na cabeça vermelha e brilhante do pênis.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo bem. – concordou com a reação da mulher. Jeremias estava sendo oportunista e sentia que a mulher também. &#8211; Por que não? – pensou ele.</p>
<p style="text-align:justify;">A religiosa mulher continuou dando ao carteiro sua prestativa ajuda. Sentia-se excitada. Sabia que era pecado, mas não conseguia resistir.</p>
<p style="text-align:justify;">A sensação daquele pau teso e quente na sua mão era boa demais e não podia perder aquela oportunidade. A atenciosa dona de casa já sentia a sua xoxota úmida e melada no meio de suas pernas.</p>
<p style="text-align:justify;">02</p>
<p style="text-align:justify;">A calça do carteiro já tinha sido tirada pela mulher. E ela não estava mais inclinada no sofá da frente. Não, ela estava no mesmo sofá que Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">As pernas torneadas e musculosas do homem estavam esticadas e ligeiramente separadas facilitando assim o serviço de Dona Cleuza.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias estava delirante, fogoso e não perdeu tempo. No momento em que a mulher inclinou-se para lubrificar o pênis com mais um fio de saliva grosso e morno ele a segurou. Sentiu as ondulações duras e de plástico dos bobs no cabelo crespo ao pressionar a cabeça dela para baixo, a boca da mulher foi semi-aberta de encontro com o membro que se chocou contra os lábios finos e pequenos dela.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher sentiu mais uma vez o forte odor de sexo que impregnava o momento. Jeremias forçou mais uma vez a cabeça dela e dessa vez seu pau não encontrou obstáculos. Uma boca bem aberta e quente envolveu seu membro. E lá estava Dona Cleuza que agora chupava com gosto o pau do carteiro Jeremias como se fosse o ultimo do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum!Hum!Hum! – murmurava a mulher que tentava a qualquer custo socar todo o membro para dentro da boca. Tirou-o para poder respirar. – Nossa como é grande! – e tornou a engoli-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">- É sim! – concordou o rapaz &#8211; Lambe todo ele Dona Cleuza.</p>
<p style="text-align:justify;">- Lambo sim! Pode deixar!</p>
<p style="text-align:justify;">A língua úmida e atrevida da mulher deslizava para cima e para baixo. Molhando e sentindo cada centímetro. Voltou a enfia-lo na boca. Tentava engoli-lo, mas não tinha garganta suficiente para isso. Era comprido demais. Naquele momento a situação se resumia em um pau ereto, grosso e uma boca bem aberta.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora com as duas mãos segurando-a Jeremias impulsionava-se para cima, queria de qualquer maneira sentir a ponta do seu pau tocar a céu da boca da mulher. Ela se engasgou e uma absurda camada de saliva vazou por sobre o já lubrificado pênis. Ambos não ligaram e continuaram tentando.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza já estava de quatro ao lado de Jeremias. Sua bunda empinava-se ligeiramente para cima enquanto sua língua sibilava por todo o membro.</p>
<p style="text-align:justify;">A mão negra e lisa do entregador de correspondências levantou a saia jeans da dona de casa e uma calcinha média e de cor preta de algodão se revelou. Com habilidade colocou o fundo da mesma para o lado e alisou o clitóris freneticamente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum! Isso Jeremias! – disse a mulher sentindo os dedos do rapaz. – Vai mexe na minha buceta!</p>
<p style="text-align:justify;">Com os dedos úmidos e lubrificados o carteiro introduziu o dedo do meio de sua mão esquerda na xoxota de Dona Cleuza. Exercia movimentos rápidos tirando e colocando-o novamente. A mulher continuava na sua eufórica luta para sentir todo aquele caralho dentro de sua boca. Outro dedo foi introduzido escorregando para dentro do orifício quente e molhado como um quiabo. Agora o terceiro dedo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ahhh! Nossa! Isso! Pode por! – exclamou Dona Cleuza – Vai com fé!</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro senhora&#8230;Ponho sim e com fé!</p>
<p style="text-align:justify;">Os dedos grossos e compridos de Jeremias penetravam facilmente na mulher. Uma ou duas vezes os tirou e passou-os na própria língua. Molhando-os e ao mesmo tempo sentindo o gosto do sexo dela. Enfiou-os novamente. Três dedos longos de uma só vez. Estava na hora do próximo estagio.</p>
<p style="text-align:justify;">03</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza passava a mão sobre o tórax já desnudo do homem e olhava-o com prazer enquanto chupava-lhe o pau. Um suor quente com cheiro de colônia escorria pela torneada barriga do rapaz.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nossa! Dona Cleuza! A senhora é boa mesmo, mas preciso fazer uma coisa. – disse ele levantando-se e tirando a mulher de sua tarefa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Como assim? – perguntou ela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Só um minuto.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias a pegou pela cintura.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum? O que vai fazer comigo? – perguntou curiosa, mas já tendo uma pequena idéia do que ia lhe acontecer.</p>
<p style="text-align:justify;">Ajeitou-a no sofá e tirou rapidamente a calcinha. Alongou o membro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah sim! Ta bom assim? &#8211; perguntou Dona Cleuza com o quadril ligeiramente arrebitado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim! Esta ótimo! Agora vou mete-lo na senhora, posso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Por favor, fique a vontade. – respondeu ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Segurando na cintura da mulher Jeremias introduziu seu membro que deslizou duro e molhado para dentro da xoxota semidepilada e encharcada da mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum! – deliciou-se a devota dona de casa. – Meu Deus que cassete grande!</p>
<p style="text-align:justify;">O pau de Jeremias entrou até a metade. Estava com receio de machuca-la</p>
<p style="text-align:justify;">- Posso meter tudo Dona Cleuza? – perguntou.- A senhora agüenta?</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum! Claro! Manda ver! Soca todo ele em mim.</p>
<p style="text-align:justify;">E então o homem obedeceu.</p>
<p style="text-align:justify;">A religiosa dona gemeu com absurdo prazer ao sentir o pau de Jeremias deslizando fundo em sua vulva. Prazer aquele que jamais havia sentido na vida. Mesmo na época em que era casada nunca sentiu com o seu ex-marido o que sentia agora com o carteiro. Deleitava-se de quatro e arreganhada para Jeremias que naquele momento a comia com gosto e sem deixar a desejar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hummm! Mete gostoso, Jeremias!Isso! Que delicia! Ai, ai, ai!</p>
<p style="text-align:justify;">O pênis do homem entrava e saia com precisão da buceta quente e absurdamente úmida da mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Como era apertada aquela buceta – pensou ele.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ta gostoso, ta?</p>
<p style="text-align:justify;">- Ai, ai, ta sim, continua metendo firme, vai, mete bronca em mim!</p>
<p style="text-align:justify;">- Toma, toma, toma! Sente esse pau grande e duro te fodendo!</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso Jeremias me fode toda! – dizia enquanto ela mesma abria com as mãos as popas da bunda.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias tirava o cassete pra fora e enfiava novamente. Bombava com mais rapidez. A bunda empinada e lisa da mulher estremecia com prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">Num movimento rápido o homem a virou.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora com as pernas bem abertas ela sentia o pau do rapaz ser enterrado liso e comprido para dentro de si. Ambas as mãos do homem estavam embaixo da mulher e dessa forma ele abria a sua vulva. Seus dedos tocavam-lhe o anus, alisando-o superficialmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cleuza suportava com prazer o peso do forte homem sobre ela. Sua camiseta e avental estavam molhados de suor tanto dela quanto dele.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tira! Tira tudo senhora Cleuza. – ordenou Jeremias.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher se despiu e logo voltou a posição. Teve a nítida impressão de que sentia mais a penetração daquele jeito.</p>
<p style="text-align:justify;">E mais uma vez Jeremias meteu-lhe o pau.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem tirava o pênis e batia em cima do clitóris da mulher que passava continuamente a língua pelos lábios. Isso o excitava demais que agora mamava em pequenos, porém bicudos seios. Ele mordia e chupava delicadamente os mamilos alternadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vai morde meus bicos, vai! Gostoso! Mama na Dona Cleuza vai!</p>
<p style="text-align:justify;">- Hum. Mamo sim!</p>
<p style="text-align:justify;">O odor instigante de sexo já dominava todo o ambiente e isso os alucinava.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dona Cleuza? – perguntou Jeremias enquanto passava a ponta da língua sobre o seio da mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Oi, querido pode falar!</p>
<p style="text-align:justify;">- Posso comer a senhora de quatro novamente?</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro! Com certeza!- respondeu ajeitando-se novamente no sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias meteu fundo novamente. Enquanto a mulher gemia fogosa com seu pau ele o tirou e tentou enfia-lo no apertado anus. Ela reagiu à atitude.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não! Eu sou crente! Minha religião não permite.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Jeremias não deu ouvidos e molhou as bordas do anus de Dona Cleuza com uma exagerada quantidade de saliva. A ponta do pau tocou novamente a mulher que agora retraia os glutes dificultando assim a penetração anal.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela virou ligeiramente a cabeça e olhou para o homem.</p>
<p style="text-align:justify;">-  Jeremias! Já disse que não!</p>
<p style="text-align:justify;">- Dona Cleuza só a cabeça, por favor – suplicou ele.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas homem eu sou crente! Deus não permite.</p>
<p style="text-align:justify;">- Só um pouco, prometo! – disse ele com um sorriso maroto nos lábios.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela pensou por alguns instantes.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo bem Jeremias só um pouco. Por favor, apenas a cabeça!</p>
<p style="text-align:justify;">- Prometo Senhora Cleuza. Prometo. Só peço pra senhora abrir bem a bunda.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ta, ta. Mas olha cuidado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pode deixar! Serei carinhoso!</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias então segurou o corpo de seu pênis e foi adiante. A mulher não estava relaxada e por esse motivo estava difícil de penetrar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dona Cleuza relaxa um pouco, só um pouco.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher pegou as duas bordas da bunda e a abriu como nunca. Relaxou os músculos.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem introduziu devagar a cabeça de seu pênis no anus da mulher. Que se encontrava escorregadio e apertado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jeremias! Para! Ta doendo! – protestou ela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Calma Dona Cleuza! Só mais um pouco, relaxa mais.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher temente obedeceu.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ta, mas, por favor, vai logo com isso! – disse ela mordendo os lábios.</p>
<p style="text-align:justify;">- Só mais um pouco.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias recuou o pênis de dentro da mulher e passou a língua em seu anus. Queria deixar bem lubrificado.</p>
<p style="text-align:justify;">Segurou novamente o cassete pelo corpo e tentou novamente. Desta vez o músculo anal estava mais relaxado e a ponta do pênis entrou com mais facilidade. Tirou novamente. E mais uma vez seguiu adiante.</p>
<p style="text-align:justify;">A ponto do pau de Jeremias já estava dentro. Dona Cleuza abriu a boca e emitiu um som de dor. Seus olhos fecharam apertados.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem realizava movimentos de vai e vem sem tirar o pau de dentro. Percebeu que a mulher murmurava algumas coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jeremias! – gritou a mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele parou imediatamente assustado e recuou seu pênis.</p>
<p style="text-align:justify;">- Senhora Cleuza! Desculpe-me! – disse ele tentando se explicar. – Não vamos mais fazer assim não.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher olhou para ele e um enorme sorriso despontou de sua boca. Ele ficou sem entender.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jeremias!</p>
<p style="text-align:justify;">- Pois não! – respondeu sem graça.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela umedeceu os lábios.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mete tudo, Jeremias! Mete com força! – ordenou a mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele olhou surpreso e sorriu.</p>
<p style="text-align:justify;">- A Senhora é que manda! &#8211; e meteu seu pau sem pestanejar no cu da mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">- Meu Deus! – urrou a mulher. &#8211; Que caralho é esse? Vai mete tudo no meu cuzinho. Quero sentir todo esse pau nele.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim, sim. A Senhora vai sentir.</p>
<p style="text-align:justify;">Jeremias metia com força enquanto com uma das mãos a mulher esfregava o clitóris. Sua cabeça balançava mole e desengonçada. Alguns bobs já haviam se soltado. Sua boca aberta refletia uma forma de prazer jamais experimentada.</p>
<p style="text-align:justify;">O negro alto estava com os dois pés sobre o sofá. Músculos rígidos e brilhantes brotavam de suas coxas e com as mãos apoiadas nos ombros da mulher ele descia certeiro o seu pênis que penetrava de forma fácil no anus de Dona Cleuza.</p>
<p style="text-align:justify;">- Meu Deus! Que delicia! – disse a mulher no auge do prazer arregaçando ainda mais a bunda.</p>
<p style="text-align:justify;">- Toma! Toma toda essa rola pra senhora!</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso mete toda ela! Quero sentir fundo esse pau no meu cu.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele a obedecia.</p>
<p style="text-align:justify;">O pau de Jeremias entrava mais veloz e duro.</p>
<p style="text-align:justify;">O carteiro e a dona de casa sentiam ambos uma sensação avassaladora. O homem não agüentava mais segurar seu gozo de prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nossa! Dona Cleuza vou gozar!</p>
<p style="text-align:justify;">- Goza!Goza pra mim! Eu mereço! – suplicou a mulher em meio aos gemidos de prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">- Agora! Nooossssssa! – exclamou o homem tirando o pênis para fora.</p>
<p style="text-align:justify;">- Aqui!Aqui! Me dá ele aqui! – disse ela levando a sua boca próxima a cintura do rapaz. – Goza na minha boca!</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher colocou a língua para fora e sentiu o gozo quente escorrer por toda ela. Jeremias estremeceu. Seu esperma saiu aos jatos atingindo o rosto, cabelos e a boca da mulher. Dona Cleuza esfregava freneticamente o pau de Jeremias pelo rosto lambuzando-se com o sêmen. Sua língua lambia as grossas camadas da substância e mais uma vez enfiou o membro para dentro da boca. Chupando-o com gratidão.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem desmoronou exausto por sobre o sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns minutos depois o carteiro subia a Rua das Flores deixando para trás o largo e satisfeito sorriso de Dona Cleuza que o observava do portão.</p>
<p style="text-align:justify;">Era hora de voltar ao trabalho.</p>
<p style="text-align:right;"> <em><strong>r.ceccacci</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
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		<title>Casamento no Sertão</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 12:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu avó contou essa história quando eu e meu primo Dinho atingimos certa idade, na adolescência. Ele evitou contar a passagem para meu irmão mais novo e o resto da primaiada porque dizia não botar muita fé naqueles cabras. Vô &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/04/30/casamento-no-sertao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1267&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="Apple-style-span" style="font-size:13px;font-weight:normal;">Meu avó contou essa história quando eu e meu primo Dinho atingimos certa idade, na adolescência. Ele evitou contar a passagem para meu irmão mais novo e o resto da primaiada porque dizia não botar muita fé naqueles cabras.</span></h1>
<p style="text-align:justify;">Vô Chicão era homem das antigas, sério e macho! Porém um velho bom e muito respeitado. Migrou do nordeste pra São Paulo com 20 anos de idade, arrumar trabalho e trazer a família, onde acabou fincando raízes. No entanto, adorava lembrar das coisas vividas na sua juventude, das coisas que moldaram sua personalidade.</p>
<p style="text-align:justify;">É claro que dentre todos os relatos, os que mais gostávamos de ouvir eram as cenas de putaria, sobre os moleques que barrancavam cabritas, meninas que tomavam banho peladinhas na lagoa, e principalmente sobre a libidinagem das vadias do sertão que desafiavam o machismo da época e da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, quanto mais crescidinhos a gente ficava, mais sacanagem o velho se permitia contar. E numa determinada data, era um feriado se me lembro bem, Vô Chico chamou eu e o Dinho pro canto onde ficava a sua poltrona, e servindo um gole da &#8220;marvada&#8221; pra gente, disse que nós dois já tinhamos idade pra ouvir a história mais pesada, e a mais verdadeira que ele tinha pra contar: &#8220;Olha aqui&#8230;se vocêis quisé acreditar, é só acreditar! E não me amolem querendo saber como eu sei ou porque fiquei sabendo dessa história! Já faço demais em contar procêis dois.&#8221;<span id="more-1267"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Viramos logo o ardido gole da cachaça, que confesso, até hoje não aprendi a gostar, e tratamos de prestar atenção. Se me lembro bem, a história começava assim: Tinha lá na cidade dele, sertão mesmo, dois moleques até que bem grandinhos, já caminhando pra serem homens de fato. E quis o destino que essa condição fosse antecipada, pois ambos haviam se tornado praticamente arrimos de família, quando seus pais saíram de lá em direção ao Sudeste, os deixando sozinhos com as mães e irmãs pequenas.</p>
<p style="text-align:justify;">A situação só não era pior para aqueles dois primogênitos, porque suas famílias não eram das grandes, uma exceção a regra do lugar, já que cada um contava apenas com um par de irmãs bem mais novas para dividir o pouco que suas mães obtinham, e o quase nada que os dois conseguiam providenciar como ajuda.</p>
<p style="text-align:justify;">Na pior fase, quando já se havia passado 3 anos da partida de seus pais, e nenhuma notícia se tinha deles, suas abandonadas mães decidiram então juntar os trapos, e se mudaram para uma única casa, pensando em economizar no aluguel pago ao Sinhô Castro, o &#8220;coronel&#8221; daquelas bandas. Também trataram de botar os dois rapazes, Neco e Riva eram seus apelidos, pra trabalharem como ajudantes de um feirante da região.</p>
<p style="text-align:justify;">A decisão se mostrou sábia, porque aos poucos conseguiram ao menos botar comida na mesa. Passado um tempo, já conseguiam comprar também umas roupas, uns panos, utensílios pra casa. Nos dias de festa já estavam até podendo bancar um bode, que beleza! Era verdade que tanto Neco como Riva, não podiam gastar dinheiro nas coisas que a maioria dos rapazes da região gastavam. Nada de puteiro, bebedeira, bola de futebol. Mesmo sair com as raparigas da cidade, suas mães proibiam, temendo que os dois logo emprenhassem umas buchas e complicassem ainda mais a modesta vida daquela grande família. Espertas aquelas donas, já manjavam de planejamento familiar!</p>
<p style="text-align:justify;">Com as coisas mais estabilizadas e ao menos a barriga cheia, a cabeça do ser humano começa a se preocupar com outros assuntos, com coisas que dão prazer. E assim estava a mente do jovem Neco, que dia após dia, batia recordes de punhetas batidas. A quantidade e o vício ganhavam tais contornos, que mesmo a visível falta de privacidade no lugar onde viviam (o casebre tinha uma grande cozinha, uma sala, um pequeno quarto onde dormiam as meninas, e um quarto maior onde dormiam as mães ao lado de um banheirinho, e no outro canto, separados das mulheres apenas por um lençol velho, os dois garotos) não impedia as mãos rápidas do moleque mesmo quando era certo que outras pessoas sabiam ou até podiam ver o que ele fazia.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu avô não quis dizer como sabia disso, mas ele garantiu que a mais safada das punhetas que Neco teve o prazer de bater, foi aquela vez, na hora de dormir. Riva, seu amigo, já roncava na rede ao seu lado, virado de costas, quando Neco pensando estar com o caminho livre pra sua sessão noturna, botou o bicho pra fora do calção e relaxadão também numa rede, tratou de malhar o garoto sem pressa, de cima até embaixo. A coisa estava tão boa, que ele se demorava em escolher qual seria a homenageada da ocasiâo: Ritinha, a mais bonita das meninas que tomavam banho na lagoa, Dalva, a mais gostosa das vagabundas da feira, ou a pequena Cilene, irmã do Riva. Ainda uma menina, no entanto já mostrava sinais de que seria bem peituda a danada.</p>
<p style="text-align:justify;">E nesse deleite juvenil de escolher com quem sonhar, foi que o coração de Neco quase vem a boca de susto! Do outro lado do quarto, encostada na portinha do banheiro, nua, completa e totalmente nua, iluminada apenas pela lamparina que sempre ficava acesa, estava Dona Cida, a mãe do Riva.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de dormirem todos juntos naquele quarto e do calor nordestino não exigir o uso de lençóis ou cobertores, Neco jamais havia visto o seu corpo nu, nem mesmo tinha reparado nas partes mais íntimas daquela mulher que não deixava de ser uma das donas da casa, uma quase segunda mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">Cida olhava de volta pra ele, olhava pro pinto dele com um olhar impassível, como se não houvesse nada de errado ou de anormal acontecendo. No entanto, não aparentava desdém ou reprovação, o seu silêncio e seus olhares hora encarando o rosto do jovem, hora mirando o movimento da sua mão sobre o pau em riste(que não parou um minuto sequer) indicavam que ela estava tranquila, e talvez ficasse ali de pé, até alguma outra coisa acontecer.</p>
<p style="text-align:justify;">Percebendo isso de algum modo, Neco ficou maluco de tesão, passou a punhetar o bicho com uma vontade de leão no cio, por mais que evitasse chacoalhar a rede ou demonstrar a respiração ofegante, não conseguia. Era a primeira vez que tinha assim, o corpo de uma fêmea totalmente exposto diante dos olhos, e que não precisava estar escondido para vê-lo. A sensação era diferente, o que notava naquele corpo de mulher de verdade, mulher formada que já pariu filho, enfurecia ainda mais o trabalho da sua mão esquerda.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Cida tinha uns peitão delgado, meio caídos de tão grandes e por não verem sutiã todo dia, mas não eram flácidos, suas tetas pareciam feitas de mármore marrom, largas, amplas, duas tigelas ocupando quase tudo da altura do seu peito até a barriga. E tinha as auréolas grandes, bojudas, bastante negras, despontando bem no centro um mamilo igualmente farto e intrometido.</p>
<p style="text-align:justify;">Neco ficou com a impressão de ter notado um discreto sorriso no rosto daquela mulher, quando se deu conta de que ela percebeu que seus olhos repousavam mirada na direção dos seus seios.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela então deu dois passos adiante, e botou a mão na cintura, ficando assim mais iluminada pela lamparina, e permitindo que Neco admirasse melhor o seu corpo. Cida era uma mulher brasileira, muito miscigenada, cabelos lisos e negros de índia, sua cor também era bastante indígena, tinha a estatura pequeno-média de cabocla, nos enormes seios havia uma mistura de fartura portuguesa com a grandeza africana. No meio das pernas, carregava uma densa mata de pêlos que floreavam uma cintura bem sinuosa, delicada, o que acabava compensando a magreza da sua bunda, que não era feia, mas distoava do gigantismo das suas mamas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas para Neco não importavam os pormenores, ele se encontrava hipnotizado, em transe, adorando a beleza da mulher nua, a beleza de Dona Cida, mãe do seu &#8220;irmão&#8221; Riva, e os olhares que trocava com ela, por mais que ele ainda não soubesse descrever o que significavam, foram as primeiras experiências que ele de fato, teve com uma fêmea.</p>
<p style="text-align:justify;">Neco se esfolava, se esgueirava na rede. Em certos momentos lhe brotavam rompantes de querer levantar dali e abraçar por inteiro o corpo daquela mulher, mas ele se continha, era preciso se conter. Cida mais uma vez deixou escapar um discreto sorriso, e se aproximou ainda mais, debruçando o seu corpo sobre a corda que sustentava o lençol que fingia dividir o quarto à meia altura. Inclinando-se ligeiramente, ofereceu para o rapaz uma visão integral, panorâmica e maçiça dos grandes seios, onde ele pôde ver a menos de 1 metro dos olhos, o quão acesos e arrepiados estavam os negros mamilos da Dona Cida, ô meu pai, Neco queria gozar em cima daqueles bicos!</p>
<p style="text-align:justify;">Neco punhetou, punhetou e castigou o pau até o seu limite, subia e descia até o talo do bichano, mais uma vez trocou olhares com Cida, fazendo ela finalmente abrir um sorisso largo, um sorriso safado até, como ele nunca viu antes no rosto dela. E foi com esse sorriso que Neco se aliviou, gozou e acertou o tão desejado alvo!</p>
<p style="text-align:justify;">A porra do jovem varou o ar, e foi aterrisar justamente sobre os delgados seios dela, escorrendo caudalosos sobre os seus bojudos mamilos cor de café! Acompanhar o jovem leite masculino acertar em cheio o corpo de uma mulher parecia estimular ainda mais a fábrica de porra do rapaz. No abrir e fechar de olhos que a explosão de prazer lhe causou, Neco podia jurar ter visto Dona Cida olhando vitoriosa e toda prosa para as gotas brancas de líquido quente que contrastavam com a pele morena do seu peito.</p>
<p style="text-align:justify;">De repente, ele lembrou-se subitamente do seu amigo, filho da mulher que acabava de protagonizar uma cena de safadeza, estaria ele dormindo? Neco se revirou na rede e acompanhou por alguns instantes a respiração de Riva&#8230;ufa, ele parecia até roncar, não viu nada pelo jeito.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais tranquilo, virou-se novamente na rede, queria mais uma vez contemplar a sua proeza, as marcas do seu gozo sobre os largos seios que tinha a Cida, mas já não encontrou ela, apenas pôde notar o lençol balançando, e algumas manchas brancas no mesmo, bem abaixo do lugar onde Cida apoiou-se nuazinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu Vô fez uma pausa, lembro que aproveitou pra pegar mais uma cachacinha! Olhando pra gente, percebendo nossas caras de espanto misturado com tesão, riu: &#8220;Hehehe, tão pensando que é mentira é? Que esse velho aqui tá só querendo botar sacanagem na cabeça docêis? Hehe, peraí que tem mais!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Vô Chico contou que Neco caiu no sono e acordou numa manhã que parecia ser normal. Já estavam Cida e a sua mãe, Neide, de pé preparando o café, as meninas se arrumando no outro quarto, e Riva se lavando no banheirinho. Ele deu um tempo, esperou o colega sair de lá e após se lavar com calma, foi pra mesa do café.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensava ele que não conseguiria olhar na direção da Cida depois do ocorrido, que não conseguiria mirá-la nos olhos, ou pior, que ela por algum desses motivos misteriosos que habitam a mente das mulheres, o castigasse. Mas nada disso ocorreu.</p>
<p style="text-align:justify;">Para sua sorte, Cida estava como sempre, do seu jeito naturalmente ativo de mulher trabalhadeira, decidida, meio teimosa até, mas com tudo em paz. Neco notava que ela tinha um gênio bastante diferente do que a sua mãe Neide tinha, que era por sua vez mais passivo e sem voz. A verdade é que a verdadeira &#8220;dona&#8221; da casa ali era a Cida, uma líder natural. Neide parecia mais uma irmã mais nova que no final das contas, obedeceria os comandos da mais velha.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem dúvida Cida não estava encucada com a punhetação do rapaz na noite passada, teria ela gostado? No entanto, não estar encucada, não significava que nada havia mudado ou que tudo seria como antes depois daquilo. Curiosamente, enquanto Neco tomava o seu café, Cida dirigiu-se a ele num tom diferente, altivo como sempre, porém chamando-o pelo nome ao invés do maternal &#8220;fio&#8221;, e fazendo-lhe pedidos, não dando comandos como fazia até então! &#8220;Neco, eu quero que ocê veja pra mim na vendinha do Seu Ramos dois colchonete, daqueles baratinho que nem o das menina! Mas ó, tem que ser um pouco maior! Compra hoje se tiver dinheiro.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Colchonetes, o que ela queria fazer com isso&#8230;e por que pro Neco, Vô?&#8221; Dinho perguntou.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ah&#8230;está ficando mais curioso agora, pilantra? Acompanhe a história meu neto, só acompanhe até o final!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">2</p>
<p style="text-align:justify;">Vô Chico continuou o relato, o mais longo e mais intrigante que já tínhamos escutado sobre todas as coisas vividas por ele lá no Nordeste.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Mas então, o moleque foi mesmo comprar os colchão?&#8221; insistiu Dinho. &#8220;Mas e o resto Vô, a mãe dele não achou estranho aquele pedido?&#8221; O velho retornou sua imersão ao passado:</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, Riva e Neide ouviram o pedido e estranharam mais ainda, por que diabos Cida chamou ele de &#8220;Neco&#8221; pensou Riva, e por que não fazer o pedido para o filho dela, matutou Neide? Mas Cida não deu corda pra cara de bobo dos dois, e soltou logo um &#8220;Que é?&#8221; fazendo a platéia desistir de perguntar qualquer coisa a mais. Neco que também não era bobo de desobedecer, tratou de comprar logo as colchonetes que foram pedidos. Não importava para que servissem, ainda mais depois do que aconteceu na noite anterior, pedido da Cida era ordem cumprida!</p>
<p style="text-align:justify;">Logo a noite caiu e os dois regressaram a casa, cada um carregando uma colchonete. Tudo estava normal lá dentro, o jantar quase pronto, o silêncio da noitinha que chegava, que era até maior do que o normal, pois Cida decidiu levar as meninas até a casa de uma das avós, pra passar uma temporada com os primos.</p>
<p style="text-align:justify;">Cida recebeu os meninos na cozinha, Riva pediu a benção e a recebeu, mas quando Neco foi pedir, ouviu um &#8220;Você não precisa!&#8221; da mulher, que aproveitou a conversa e mandou os dois irem se lavar, assim que Neide saísse do banheiro, pois também tinha sido mandada ao lavatório pela &#8220;irmã&#8221; mais velha.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ela saiu, Riva foi primeiro, deixando assim o seu amigo sozinho com Dona Cida na cozinha, os dois quase não trocaram palavras, no entanto era claro que alguma coisa havia mudado naquela casa. Cida estava com os cabelos molhados, também acabava de sair do banho, trajava um vestido azul, simples e bem leve, mas que grudava no corpo meio molhado de quem não se preocupou em se enxugar direito. Neco via nitidamente o contorno dos seios pesados se revelando através daquele vestido, e mais ainda, via a vulva e o denso mato que a cobria em auto-relevo, grudados na roupa que Cida vestia. &#8220;Você trouxe o colchonete né? Muito bom, assim que eu gosto, homem de palavra!&#8221; comentou ela rapidamente enquanto montava a mesa.</p>
<p style="text-align:justify;">Neco foi se banhar sentindo um misto de terror e tesão. O que será que estava acontecendo? Pensou em descascar umazinha ali mesmo pra relaxar da situação, mas quando levava a mão até o seu virgulino, Cida bateu na porta do banheiro: &#8220;Ande Neco, se lave logo porque tu precisa me ajudar a trazer os colchonetes pro quarto!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Sim, os dois removeram as redes que até então faziam as vezes de cama, e botaram um colchonete em cada lado do quarto, separados pelo tal lençol. &#8220;Como iriam dormir agora, duas pessoas em cada colchão?&#8221; se questionava.</p>
<p style="text-align:justify;">O jantar transcorreu em silêncio coletivo, apesar de também não ter passado livre de esquisitices. Cida reorganizou a mesa, agora ela sentava de frente para o Neco, e Neide de frente para Riva. Os dois últimos riam sem entender nada, certamente faziam menos idéia do que ocorria, do que Neco. As coisas só começavam a ganhar cara e nome certo quando durante o jantar foi Cida quem montou o prato dele, não sua mãe. Ficaram ainda mais claras quando ela, ao retirar seu prato, colou o corpo no ombro dele e perguntou: &#8220;Gostou da comida da Cidinha, gostou de como ela serve o painho?&#8221; Neco pôde ver a centímetros dos seus olhos aqueles grandes mamilos se acenderem, colando ainda mais no vestido molhado. Havia algo de profundo nos olhos de Cida agora, seria desejo? Uma coisa estava certa, a Cida mulher que se exibiu pra ele noite passada, reaparecera ali.</p>
<p style="text-align:justify;">Foram então dormir, menos Cida, e se distribuiram do mesmo jeito que antes. Neide numa cama e os dois na outra. Riva fazia graça da situação, dizia que se o amigo virasse demais o rabo pra Lua, ele não perdoaria o rabo de ninguém! Neco não deu bola, pressentia que a coisa não terminaria bem assim. Quando começavam a adormecer, Cida entrou no quarto, aos berros: &#8220;Mas que porra é essa, ó meu pai? Compramos dois colchão pra no fim das conta homi dormir com homi? É isso? E ocê mulhé, acha que eu vou dormir com ocê?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Neide assustada, respondeu: &#8220;Que titica de galinha é essa mulhé, oxê? Tu não acha que eles já estão bem crescidinhos pra dormir na mesma cama que a mãe? Eu não vou dividir cama com o meu filho a essa altura da vida!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Cida ria, gargalhava alto, mas retomando a altivez da voz, colocou a situação em pratos limpos: &#8220;Deixa de ser passada, sua lésa! Você vai é dormir com o meu filho, e eu vou dormir com o teu! Neco será agora meu marido, ou o meu homem, meu macho, já que não tamô de papel passado na Igreja! E eu sugiro que você e Riva se entendam&#8230; porque eu já me entendi com o Neco! Vem pra cá Neco!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Para Neco a revelação mais parecia a confirmação de um mistério que durou apenas um dia, mas para Neide e Riva, foi um choque. Mas se Cida sabia uma coisa, era tirar susto de gente passada, nem que fosse no grito!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Mas que porra, que lerdeza, anda logo Neco tu quer ou não quer botar as mão nas minhas tetas, ontem tu ficou de pinto duro seu safado!&#8221; e furiosa, desceu as alças do vestido exibindo os seios valentes, grandes como dois escudos de bronze e tesão. &#8220;Daí Eu fui né, quer dizer&#8230;o Neco foi&#8221; Vô Chico se enganou por um momento, mas consertou e prosseguiu.</p>
<p style="text-align:justify;">Daí Neco não resistiu a vontade de possuir aquela mulher que pra ele inteira se oferecia, ao mesmo tempo que ordenava o que devia ser feito naquele quarto. Os dois se agarraram, se beijando atrapalhadamente, mas cheios de tesão, Cida se despiu de uma vez do restante do vestido, e levou a mão até o pau do rapaz, apertando o bicho com a mesma força que Neco sugava os fartos mamilos do seu seio esquerdo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Você me quer Neco, meu painho? Quer ser meu macho, quer me fazer sua rapariga? Diz que sim vai seu safado&#8230;tu sabe que sou boa mãe, boa dona de casa, mas tu ainda não me viu no papel de puta, de fêmea sem-vergonha!&#8221; Neco só dizia sim, sim, deve até ter deixado escapar um &#8220;Eu te amo!&#8221; precipitado, com a voz dividida entre as respostas e a viagem da sua língua pelas tetas da sua agora mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Riva estava boquiaberto, olhando muito de perto talvez se notasse uma pontinha de lágrima nos olhos, isso olhando ele da cintura pra cima, porque na parte de baixo havia uma montanha se formando no meio das suas pernas.</p>
<p style="text-align:justify;">Neide gritava &#8220;O quê! O quê é isso?&#8221; levando as mãos na altura do peito, indignada, como se estivesse sentindo pontadas no coração! Porém, isso tudo não passava de encenação pra Cida:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ah, para com isso Neide! Será que eu preciso cuidar docê até nisso&#8230;baixa logo esse teu vestido e mostra o seu rabão de quenga bunduda pro meu filho, faz alguma coisa pra tirar as vistas do moleque de cima das minhas tetas e do meu macho!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Neide persistiu: &#8220;Cuidar de mim, olha só o que ocê tá fazendo, sua bruxa!&#8221; mas Cida não era de pouca briga: &#8220;Bruxa o raio que te pariu, sua vaca. Então tu é boa demais pra dar a bunda pro meu filho, mas fica se esfregando com o Ramos da vendinha. Que é, acha que eu não sei? Se é pra dar o fiofó pra alguém, dê pra quem bota comida na tua boca!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Riva ainda com cara de bobo, começou a se mover na direção da Neide, e dando sinais de que deixava o tesão vencer o trauma, foi lentamente levantando o vestido da sua &#8220;tia&#8221;. A visão daquele belo rabo, uma verdadeira obra-prima da genética brasileira, redondo, firme e largo, na cor moreno-claro da pele lisa da sua ainda jovem &#8220;madrinha&#8221;, que tinha só 30 anos de idade, pois pariu Neco ainda muito menina, e portanto, era inclusive mais nova que Cida, atiçou de vez o lado homem do rapaz.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele tirou a jeba pra fora do calção e passou a esfregar minuciosamente o seu brinquedo pela extensão do gostoso rabo dela, que imediatamente sentiu um arrepiou subir pela espinha. &#8220;Meu pai, se só a pontinha já parece ser grossa desse jeito, imagina o resto!&#8221; pensou.</p>
<p style="text-align:justify;">Cida riu: &#8220;Hahaha&#8230;tá vendo só, quengona! Eu sei que o menino tem um trabuco e tanto no meio das pernas! É um presente que lhe dou, ensina direito esse menino&#8230;doma logo a cobra dele nesse rabão que a natureza lhe deu!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Neco não se avexava pelas coisas ditas por Cida, era a primeira vez dele com ela, e com uma mulher, mas já se sentia muito atraído pelo jeito desbocado e safado da sua iminente esposa! Até mesmo as obscenidades que ela dizia sobre a sua mãe, só o fazia ficar ainda mais excitado, de pau ainda mais duro pra meter naquela mulher!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Tu tá gostando dessa safadeza toda que eu criei, né pilanta! Tu tá gostando da boca sem-vergonha da mainha, não tá? Diz que sim meu amor, diz que me ama&#8230;vai!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Neco delirava, empurrou Cida pro colchonete enquanto atacava com a boca, com as mãos, com os pés se possível, todos os cantos do corpo dela, todas as dobras, todas as curvas, e repetia na voz afobada de tesão: &#8220;Eu te amo mulhé, eu te quero&#8230;eu te amo, eu te amo, peitão da porraaaa!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Cida gargalhava, sua gargalhada infernal revelava o lado devasso, diabólico, e maravilhosamente safado que existia por trás daquela mulher de pulso firme, trabalhadeira, genuína comandante de família! &#8220;Me ama meu dengo, me ama por inteiro moço! Enfia sua língua em mim todinha. Enfia ela no meu rabo, enfia no fundinho do meu rabo!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Cida ergueu a cintura e puxou a cabeça do menino ao encontro do seu rêgo, e teve o desejo literalmente atendido pela incontrolável língua de Neco. Na sua primeira vez com uma mulher, tudo tinha o melhor dos gostos!</p>
<p style="text-align:justify;">A engalfinhação do casal Neco-Cida por sua vez promovia Riva a enxergar que podia e devia fazer o mesmo com Neide. Ela que apesar de ter cessado com os protestos e já se encontrar também inteiramente despida, ainda se mantinha travada, de pé, com os braços cruzados impedindo o acesso do seu afilhado aos seus tenros seios, de biquinhos pequenos, mimosos e bem durinhos, cor vermelho-escuro.</p>
<p style="text-align:justify;">Cida mais uma vez interviu, mesmo precisando interromper o maravilhoso serviço que a língua do seu recém-promovido macho operava em seu rêgo. &#8220;Ahh vamô parar de frescura, Neide! Se entrega de uma vez e aproveita, tu anda precisada de homem também!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Precisada? É fácil resolvê isso&#8230;é só chamar de volta os nossos marido de verdade, que foram lá pro Sul!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Aí Cida perdeu de vez o controle, aquela resposta lhe tirou até mesmo do transe que vivenciava com Neco. Em três passos, ficou de pé, saiu do colchonete e com as tetas balangando, levou a mão com força ao rosto da sua concunhada:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Marido, que marido? Aqueles dois desgraçado que fugiram pro Sul, nunca mais mandaram notícia, e pra avisar o quê, que já devem ter arrumado outras rapariga praqueles lado, é? Que abandonaram nóis, que já devem ter outras família lá, é isso que tu quer ouvir?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">A mãe de Neco se ajoelhou, calada, cobrindo o rosto avermelhado pelo tapa. Parecia chorar, enquanto Cida continuava com o olhar ameaçador, revoltado. Riva quebrou o silêncio, e suas palavras não foram exatamente de encontro ao que pensava sua mãe: &#8220;Mãe&#8230;tem o pai, nóis não sabe o que aconteceu! Tu não pode dar pro Neco, é pecado!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Cida se virou pro filho, estava se preparando pra mandar o menino tomar no cu, quando Neco engrossou a voz! E foi em defesa da sua mulher:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Tu cala a boca também, e não fale bosta! Se hoje nóis trabalha que nem condenado, se hoje a gente precisa cuidar da família, é porque aqueles dois merda esqueceram da gente! Fugiram sim e não voltam mais! E você que tome jeito e trate de se entender com a minha mãe, pois se não quisé, eu vou pegar as duas pra mim!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Cida sorriu, um sorriso ainda mais aberto! Agora tinha certeza que além do entendimento na cama, também compartilhava com o seu machinho das mesmas idéias em outros assuntos. E gostou da atitude dele. &#8220;Meu amor, se não é nóis dois nessa casa, isso não vai pra frente!&#8221; Cida ainda se dirigiu para Neide antes de voltar aos braços do seu novo esposo, ordenando que ela aproveitasse que já estava de joelhos pra abocanhar a jeba do Riva, seu filho.</p>
<p style="text-align:justify;">E se desobedecesse, iria levar porrada! Cida bem sabia que homem nenhum resiste a umas mamadas no pinto, e estava certa de que seu filho pegaria Neide de jeito quando a safada deixasse de frescura.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente esquecendo dos descontentes, Cida e Neco caíram de vez na cama e na fodolância! Cida tratou logo de pedir vara na buceta, até porque já fazia tempo que ela não sentia o pau roçando o fundo da sua periquita. A transa foi intensa e sem frescuras, foda de verdade, de animal, de papai e mamãe, foda de dez minutos&#8230;de inesquecíveis dez minutos.</p>
<p style="text-align:justify;">Neco grudou na sua mainha, sugando boca adentro os grandes seios que o fascinavam, enquanto furava o bloqueio da densa mata. Cida gemia, gritava, ela acertou em cheio quando mandou as meninas pra casa da avó. Pena que não teria jeito, mais cedo ou mais tarde elas se veriam obrigadas a se acostumar. Neco marretava-lhe a buceta, os sucos de prazer melavam os negros pêlos a cada entrada e saída do pau em riste, e seus fartos seios já demonstravam sinais de dor, uma dor gostosa de tanto que o rapaz os mordia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele se devotava apenas a transa, sua mente só enxergava as tetas e a buceta da sua agora amada Cida, mas ela, mais experiente, conseguiu ver apesar do calor da foda, quando Neide pareceu perder os pudores, e após ter lambuzado a grande verga do seu Riva com mamadas abocanhadas já por livre e espontânea vontade, se arreganhou de quatro e finalmente ofereceu sua flor de buceta ao jovem.</p>
<p style="text-align:justify;">Vendo seus planos ganhar contorno de realidade, Cida se deleitou ainda mais com a foda, pois no fundo odiava brigar com Neide, a quem tinha como uma irmã, e também se sentia excitada sabendo que seu filho também encontrava um rabo amigo, do mesmo jeito que Neco encontrou um nos braços dela. Cida contraiu mais forte a vagina, gozou, gozou serenamente ao contrário do que a sua boca suja podia sugerir, Cida gozava como princesinha, arfando mansinho e curtindo pacífica as ondas de prazer percorrendo seu corpo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Neco gozou também, gozou aos soluços, vivenciando um prazer ainda mais intenso e verdadeiro do que a punheta nos peitos dela, noite passada. Logo em seguida, do outro lado do lençol (que a essa altura já estava caído no chão) Riva não conseguiu se conter diante da magnífica visão do rabão da sua madrinha. Despejou muita porra, a maior quantidade de gala quente que Neide já havia sentido dentro de seu útero. Pudera, a porra era equivalente ao tamanho do jegue.</p>
<p style="text-align:justify;">Cida ria, e rir dali em diante tornou-se uma rotina. E enquanto acariciava os cabelos do jovem Neco, que não parava de chupar os negros mamilos dos seus seios, disse olhando para Neide, então mais calma: &#8220;Menina&#8230;você precisa entender! Esses dois, já estão muito grandinhos pra viverem sem buceta!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Neide riu, finalmente. Agora, ela também gargalhava.</p>
<p style="text-align:justify;">Vô Chico também sorria, perguntou o que achávamos da história? Além de concordar que era uma baita de uma safadeza, tinhamos certas dúvidas. Dinho queria saber se aquilo foi real mesmo, já eu me perguntava como vovô soube de tudo isso, e com tanto detalhes.</p>
<p style="text-align:justify;">O velho respondeu que a parte dele era contar, já acreditar era cabeça e sentença de cada um. Mas não deixamos o assunto morrer assim, de cara, e perguntamos se ele sabia como a vida continuou pra Cida, Neco e os outros?</p>
<p style="text-align:justify;">E Vô Chico complementou. Disse que as coisas geralmente são assim na vida, começam de repente e na maioria das vezes, acabando ficando!</p>
<p style="text-align:justify;">É verdade que nas primeiras semanas a coisa não acontecia naturalmente. As mulheres ainda tratavam os dois mais como filhos do que maridos ou &#8220;machos&#8221;, e que a safadeza durante as noites, mesmo quando as gurias pequenas não estavam em casa, precisavam ser &#8220;estimuladas&#8221; sempre pela iniciativa da Dona Cida. Neco logo se acostumou com a rotina, e tomou gosto por essa coisa de ser homem da casa, e poder mamar nos mamão da Cida, mas Riva tinha umas recaídas, por vezes sentiu ciúmes da mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">No mais crítico dos momentos, ele procurou a mãe no quarto, enquanto ela repousava sozinha, e aos prontos confessou morrer de ciúmes do Neco, dos carinhos que trocavam, do jeito que ele &#8220;beijava&#8221; os seios dela. Cida tentou animar o filho, justificou que se Neco tinha a ela e suas tetas, ele era um homem de sorte, pois Neide tinha o rabo mais desejado da cidade. Mas não adiantava, o menino chorava sem parar.</p>
<p style="text-align:justify;">Comovida pelo senso de maternidade, e prática como sempre na resolução de problemas, Cida então botou os seios pra fora, e deixou Riva mamar como um bebezão até se fartar. Terminou o serviço puxando a grossa jeba do filho pra fora das calças, e tratou de chupá-la. Coisa que curiosamente ainda não havia feito com Neco, seu agora marido.</p>
<p style="text-align:justify;">O cabra gozou, e a mãe engoliu. E tudo parecia ter se resolvido, se não fosse Neco acabar descobrindo o episódio.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma pequena crise se instalou ali, pois ele já tinha desenvolvido um sentimento de posse com relação a Cida, e ela também sentia pelo rapaz algo mais profundo do que uma simples união de conveniência, ou uma relação de pura sacanagem, os dois se gostavam. Cida então chamou Neide para uma conversa, e combinou o que fariam pra empatar as coisas entre os dois homens da casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Inventaram uma desculpa e fizeram Riva passar o domingo inteiro fora. As meninas também estavam na avó. Cida surgiu na cozinha pelada, e toda safada convidando Neco pra dar fodinha de reconciliação no banheirinho. Quando Neco adentrou o pequeno espaço, lá também estava sua mãe, nua e já enfiando dois dedos no meio do rabo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele primeiro recebeu de presente uma dupla chupada, e gostou tanto, que fez Cida prometer fazer isso todas as noites, antes dele botar o pau pra invadir sua periquita. E por fim, enfiou fundo a vara na grandiosa bunda da sua própria mãe. Realmente, aquela bunda firme e arteira era incomparável. Neco gozou muito, e até precipitadamente, pois Cida enciumada com o apreço que ele parecia demonstrar pelos fundilhos da mãe, tratou de revelar umas obscenidades ao pé do seu ouvido, contou para o jovem que a sua vara só entrava fácil e macia naquele rabo, porque toda semana ele era malhado ao menos por duas picas, a jeba do Riva e a do Seu Ramos. Era verdade, a vagabunda da sua mãe dava a bunda pro comerciante, só salvava a buceta porque temia se emprenhar dele.</p>
<p style="text-align:justify;">Neco gozou de fazer bolhas no gostoso cu da Neide, a porra escapava pelas nádegas fazendo barulhinhos até.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E depois eles viveram numa boa, Vô?&#8221; perguntou Dinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Vô Chico não quis julgar se viveram numa boa ou não, mas que certamente tocaram a vida, isso eles fizeram.</p>
<p style="text-align:justify;">Riva e Neide, que no início pareciam não ter gostado da união forçada pela Cida chefona, surpreenderam a todos, e depois de uns 2 anos dividindo o quarto com o outro casal, resolveram se mudar para um canto próprio e casar pra valer. E nem foi tão difícil.</p>
<p style="text-align:justify;">Riva acabou se tornando sócio do Seu Ramos na vendinha (e na bunda da sua esposa também) e comprou uma casa pra ele, Neide e as meninas. Tiveram mais duas crianças e viveram juntos até a velhice. &#8220;Engraçado, né?&#8221; ria o Vô.</p>
<p style="text-align:justify;">Já Cida e Neco eram mais reservados. O fogo ardia toda noite na cama, mas não tinham essa coragem de assumir a coisa em público, de refazer uma vida no Sertão. E mais, Cilene, a filha mais velha de Cida tinha um gênio muito parecido com o da mãe, e várias vezes foi se intrometer na vida de casal dela com o Neco. Barracos rolavam noite adentro.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E qual fim levou Cida, Neco, Cilene?&#8221; eu perguntei.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Bom meu neto&#8230;Cida fez Neco migrar para São Paulo e levar a família nas costas. O rapaz obedeceu, chegou aqui, trabalhou, sofreu, mas com a ajuda das duas duronas, arrumou forças pra vencer na vida e vingar na cidade grande!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Com as duas??&#8221; indagamos tanto eu quanto o Dinho!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Isso mesmo, as duas! Cida e Cilene eram idênticas, só mudava a idade. Era bem verdade que Neco sempre tentou tirar uma casquinha da menina desde cedo, mas ela correspondia e muito. Chegou uma hora que pra manter a família, Cilene teve de ser promovida ao cargo de esposa, de dona de casa também&#8230;e como ninguém queria abrir mão de nada, viveram os três juntos na mesma cama por muito tempo!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E&#8230;??&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E Cilene ficou grávida, e Cida achou justo que a sua filha casasse e morasse sozinha com o seu marido, Neco é claro, e Cida então sossegou, virou avó e deixou o caminho livre para a Cilene e o Neco. Naquela altura já estava satisfeita, agora morava bem, a sua família estava alojada dignamente&#8230; e também estava ficando velha, já tinha curtido muita vara enquanto precisou! Hahahaha!&#8221; Vô Chico ria, mas com os olhos marejados de emoção.</p>
<p style="text-align:justify;">Dinho também ria, adorou ouvir a história. Eu também achei toda a trama fantástica, mas ainda tinha uma última pergunta a fazer:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vô, Vô Chico? Por acaso o nome verdadeiro dessa tal Cilene, é Vô Célia?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Vô Chico se surpreendeu com a pergunta, ficou sério por alguns segundos, levantou e foi se servir de mais uma cachacinha, e então voltou a sorrir maroto: &#8220;Hehehe, quem sabe meu neto&#8230; quem sabe!&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Candir</strong></em></p>
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		<title>Como consegui ter o cu da empregada da minha mãe</title>
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		<comments>http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/04/25/como-consegui-ter-o-cu-da-empregada-da-minha-mae/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 12:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estórias com sexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[anal]]></category>
		<category><![CDATA[chantagem]]></category>
		<category><![CDATA[empregada]]></category>
		<category><![CDATA[mf]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a história de como consegui ter o cu da empregada da minha mãe. Vivo sozinho com a minha mãe; os meus pais são divorciados. A minha mãe é uma mulher poderosa, e eu sou o filhinho querido dela. &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/04/25/como-consegui-ter-o-cu-da-empregada-da-minha-mae/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1265&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a história de como consegui ter o cu da empregada da minha mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">Vivo sozinho com a minha mãe; os meus pais são divorciados. A minha mãe é uma mulher poderosa, e eu sou o filhinho querido dela. Se eu andar direitinho, consigo tudo; mas ela é terrível quando faço merda.</p>
<p style="text-align:justify;">A Gisela é a empregada doméstica da minha mãe. É um pouco mais velha do que eu. Desde que ela foi lá para casa que eu sou louco pelo cu dela: tem ancas largas, cintura fina, cu arrebitado. Toda a vida adorei cus, e aquele é do melhor que há. É mesmo redondinho, daqueles que tremem quando ela caminha. Eu não mudaria nada naquele cu.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela anda sempre com calças de malha elástica justas, metidas no rego do cu. Como usa avental, ao apertá-lo realça o contraste entre a cinta fina e as ancas largas; e depois as fitas que o apertam entram no meio daquele rego fundo… A minha mãe já lhe deu a entender que devia se vestir de outra maneira, mas ela não percebeu ou então fez de conta.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu fazia o mais que podia para a apanhar nas posições mais excitantes (dobrada, abaixada, ir trás dela…), mas ela dificultava-me a vida para apreciar aquelas duas montanhas separadas por um enorme rego.<span id="more-1265"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Por exemplo, um dia eu sabia que ela tinha que ir para a sala limpar umas nódoas na alcatifa. Sentei-me no sofá da sala, como um caçador à espera da presa, à espera que ela viesse limpar. Mas não veio logo, e tive que ver programas de merda na televisão durante quase duas horas.</p>
<p style="text-align:justify;">Até que ela veio… Pousou uma bacia de água no chão e começou a esfregar a alcatifa com uma escova. Ela percebeu logo a situação em que estava, e tentou-se pôr-se da forma mais discreta possível. Mas não arranjou posição; como estava de gatas, empinava aquele cuzão no ar… e se se virava de frente dava para eu lhe ver as mamas todas a abanar… claro que não virou o cu para mim. Levantei-me e fui ao quarto, para ver se a via por trás; mas ela já suspeitava e quando regressei ela estava de lado outra vez. Voltei a sentar-me, e ela, discretamente voltou a ajeitar-se. Ela dava luta!</p>
<p style="text-align:justify;">Um dia ela estava na cozinha, na banca. Eu sentei-me à mesa da cozinha a ler (o cu dela). Levantei-me e passei entre ela e a mesa e rocei-me naquele cu “sem querer”; senti que ela se virou, mas não disse nada; peguei numa maçã e ia voltar a sentar-me, roçando-me outra vez “sem querer”. Ela gritou “Ei!”, virou-se e deu-me uma sapatada no braço.</p>
<p style="text-align:justify;">- O que é isso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso o quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- O que pensas que eu sou?</p>
<p style="text-align:justify;">Que merda! Agora ia ter que sair daquela…</p>
<p style="text-align:justify;">- Desculpa, foi sem querer.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não foi não! Tinhas muito espaço para passar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tropecei.</p>
<p style="text-align:justify;">- Em quê?</p>
<p style="text-align:justify;">Não havia nada no chão; eu nem sabia onde me meter…</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu vou contar à tua mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não, por favor.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vou!</p>
<p style="text-align:justify;">- Por favor não faças isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela sabia como era a minha mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">- O que é que te deu?</p>
<p style="text-align:justify;">- Não consegui resistir?</p>
<p style="text-align:justify;">- Resistir a quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- A ti.</p>
<p style="text-align:justify;">Fez um silêncio.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não poder ver uma mulher?</p>
<p style="text-align:justify;">- Uma mulher? Nunca te viste de costas pois não?</p>
<p style="text-align:justify;">Ela reparou no inchaço que eu tinha dentro dos calções.</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha para isso! Sai daqui, sai!</p>
<p style="text-align:justify;">Fui para a sala e sentei-me em frente à televisão; tinha feito merda da grossa! Mas ela veio logo a segui e pôs-se quase em frente à televisão, a mexer no móvel, com o cu virado para mim. Virou-se e sorriu para mim cinicamente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quando é que começou isso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso o quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Esse interesse por mim.</p>
<p style="text-align:justify;">- Desde o início. E agora sonho todos os dias contigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que tipo de sonho?</p>
<p style="text-align:justify;">- Tu sabes&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Diz-me.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não digo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então eu vou contar à tua mãe…</p>
<p style="text-align:justify;">- Tá bem. O sonho é sempre o mesmo: é eu a ir-te ao cu!</p>
<p style="text-align:justify;">Ela deu uma gargalhada.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que tarado! – abanando a cabeça – porquê o cu?</p>
<p style="text-align:justify;">- Porque adoro o teu cu.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela olhava-me pasmada.</p>
<p style="text-align:justify;">- Com quem é que comentaste isso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Com ninguém.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ninguém, ninguém, ninguém?</p>
<p style="text-align:justify;">- Com ninguém.</p>
<p style="text-align:justify;">- Com nenhum dos teus amigos?</p>
<p style="text-align:justify;">- Com nenhum.</p>
<p style="text-align:justify;">- Conta como é o sonho.</p>
<p style="text-align:justify;">- O sonho é sempre o mesmo: tu tens só o avental, dobras-te sobre o sofá, eu vou por trás e… já sabes.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela pensou um bocado.</p>
<p style="text-align:justify;">- No sofá? Assim? – e foi-se ajoelhar no sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não, não é assim. É com os joelhos no chão, com os cotovelos no sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela desceu e pôs-se exactamente como nos meus sonhos, só que tinha roupa. O meu pau ficou duro naquele segundo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Assim? – perguntou ela, ali no chão. E eu com cara de parvo a olhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Levantou-se e cruzou os braços a olhar para mim, com o sorriso cínico.</p>
<p style="text-align:justify;">- Baixa os calções.</p>
<p style="text-align:justify;">- Para quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quero ver uma coisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Baixei os calções. Estava todo teso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vira-te de lado.</p>
<p style="text-align:justify;">Virei-me, enquanto ela me olhava.</p>
<p style="text-align:justify;">- O que eras capaz de fazer para me comeres o cu?</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela pensou uns segundos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tá bem!</p>
<p style="text-align:justify;">- Tá bem o quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu realizo essa fantasia.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu dirigi-me para ela, todo feliz. Pus-lhe logo as mãos no cu; ainda senti aquela carne… só que ela empurrou-me imediatamente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Espera aí! Não penses que é assim fácil!</p>
<p style="text-align:justify;">- Então?</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu quero uma recompensa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que recompensa?</p>
<p style="text-align:justify;">- Dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu arranjo!</p>
<p style="text-align:justify;">- Achas que sou puta? Não quero dinheiro, quero ser aumentada!</p>
<p style="text-align:justify;">- Quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quero um aumento, mais salário, ser promovida…</p>
<p style="text-align:justify;">- Não é a mesma coisa?</p>
<p style="text-align:justify;">- Não.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas quem paga é a minha mãe…</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso é problema teu. Tenho aumento, tens cu; não há aumento; não há cu! Desenrasca-te!</p>
<p style="text-align:justify;">- Quanto?</p>
<p style="text-align:justify;">- 10% no mínimo! E se não conseguires, vou contar à tua mãe o que fizeste na cozinha e o que me mostraste aqui; e olha que sei te descrever muito bem!</p>
<p style="text-align:justify;">E agora? Eu tava na mão dela. Por um lado, senti-me como aquela imagem do cavalo com a cenoura à frente; por outro, estava entre a espada e a parede. Se ela contasse à minha mãe eu tava fodido: acabava-se o dormir até ao meio-dia e ela ia pôr-me a trabalhar outra vez!</p>
<p style="text-align:justify;">Como é que ia fazer? Tinha que conseguir um aumento para ela, mas preparar atenuantes caso algo corresse mal.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensei, pensei, pensei… e tive uma ideia.</p>
<p style="text-align:justify;">No sábado e no domingo levantei-me cedo (como a minha mãe gosta). Fui ter com ela quando ela está mais calma (de manhã). Disse-lhe que, a partir daquele dia, como ela não tinha empregada aos fins-de-semana, eu ia lavar a louça (ela adorou)! Já que tinha falado em empregadas, inventei que as mães dos meus amigos têm muitos problemas com empregadas; consegui saber quanto a Gisela ganhava; disse-lhe quanto as outras “ganhavam” (os tais 10% a mais!); sugeri-lhe que talvez fosse melhor aumentá-la, não fosse ela ir-se embora; lembrei que ela nunca tinha roubado nem partido nada, era muito educada, trabalhava muito…</p>
<p style="text-align:justify;">A minha mãe agradeceu o meu conselho e ficou de pensar no assunto!</p>
<p style="text-align:justify;">A minha mãe dava sempre instruções de manhã à Gisela sobre o que fazer naquele dia, antes de sair para ir trabalhar. Na semana seguinte, levantei-me sempre cedo e ficava à porta da cozinha, sem me verem, a tentar ouvir alguma coisa. Mas nada! Só que não podia dizer mais nada à minha mãe, senão ela desconfiava.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas na sexta-feira de manhã, bingo! A minha mãe disse-lhe literalmente isto: “Gisela, estivemos a pensar, nós gostamos muito do seu trabalho, e resolvemos que esta semana vai receber mais”. A Gisela perguntou quanto; a minha mãe disse-lhe… era até mais do que 10%. Deixou-lhe o dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Boa mãe, grande mãe! Sem saberes, estavas a arranjar um cuzinho para teu filhinho!</p>
<p style="text-align:justify;">A minha mãe saiu para o trabalho. Era agora!</p>
<p style="text-align:justify;">- Como é, Gisela? Eu cumpri a minha parte!</p>
<p style="text-align:justify;">- Anda, tarado, e vê se és rápido.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela foi à casa de banho buscar um óleo. Nem precisei de lhe explicar o resto; ela despiu-se e deixou só o avental, colocou uma almofada no chão, ajoelhou-se sobre o sofá. Mandou-me por o óleo no cacete. Ainda lhe pedi que me chupasse um bocadinho, mas ela disse que não fazia parte do acordo.</p>
<p style="text-align:justify;">Agarrei-lhe aquelas nádegas enormes, separei-as, e enfiei todo duma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Comi-lhe o cu maravilhosos sem dó nem piedade… tal como ela fez com o dinheiro da minha mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela já devia estar habituada a dar o cu, pois nem guinchou.</p>
<p style="text-align:justify;">Na semana seguinte ela não falou para mim. Mas andava sorridente, e eu não percebia porquê.</p>
<p style="text-align:justify;">Chegou a quinta-feira, já não aguentava mais ver aquele cu a abanar sem o comer, e fui-lho lembrar…</p>
<p style="text-align:justify;">- Então?</p>
<p style="text-align:justify;">- Então o quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- O nosso acordo?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quero agora.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não querias mais nada…- disse-me ela, e estava a falar a sério.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas já foste aumentada!</p>
<p style="text-align:justify;">- E tu já tiveste o que querias!</p>
<p style="text-align:justify;">- Como assim?</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu já cumpri a minha parte.</p>
<p style="text-align:justify;">- Cumpriste uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">- E então? – comecei a perceber que o meu plano não estava correr bem.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas eu pensei que…</p>
<p style="text-align:justify;">- Pensaste o quê, que agora ia ser sempre? Julgas que não custa levar com esse cacete? Se quiseres mais, tem que haver novo aumento, e só to dou uma vez por aumento!</p>
<p style="text-align:justify;">Merda! Pensando bem, ela tinha razão. De facto, eu não esclareci que não era só uma vez. Que burro que eu fui! Coitada da minha mãe!</p>
<p style="text-align:justify;">Agora ela andava pela casa a provocar-me. Para onde quer que eu fosse, ela fazia questão de ir lá, dobrar-se, abaixar-se, roçar-se em mim…”Então, já pensaste como vais fazer?”, dizia ela…</p>
<p style="text-align:justify;">Mas eu não ia deixar ficar aquilo assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais uma vez pensei, pensei, pensei… Tinha que pensar em algo, e tinha que ser rápido. Amanhã de manhã a minha mãe ia pagar-lhe. Pensei, pensei, pensei, e resolvi apostar:</p>
<p style="text-align:justify;">- Gisela, tenho muita pena, mas se não me deres o cu, eu vou dizer à minha mãe que esta semana não mereces o aumento.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Lembra-te bem do que a minha mãe disse. Ela disse “esta semana vai receber mais”, não disse que “vai receber mais para sempre”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela olhava-me de boca aberta… Eu reforcei:</p>
<p style="text-align:justify;">- Não sei se sabes, mas a minha mãe vem-me sempre perguntar como é que tens trabalhado, se vês televisão, se te ausentas… tudo! E eu digo-lhe tudo. Já pensaste se eu dissesse que tu vês todas as telenovelas?</p>
<p style="text-align:justify;">Por esta ela não estava à espera!</p>
<p style="text-align:justify;">- E a minha mãe hoje à noite vai-me perguntar se esta semana mereces o extra!</p>
<p style="text-align:justify;">Ela acreditou!!!</p>
<p style="text-align:justify;">Desde aquele dia, às quintas-feiras, nem preciso de pedir…</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Mycroft7</strong></em></p>
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		<title>Chifre, com chifre se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 17:03:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[1 Ao me divorciar mudei-me para um prédio de quatro andares num ponto excelente. Já fazia bem uns três anos que morava ali, num pequeno apartamento, que me oferecia conforto essencial e praticidade. Fiz amizade com a vizinhança. Em extrema &#8230; <a href="http://estoriascomsexo.wordpress.com/2011/04/22/chifre-com-chifre-se-paga/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&amp;blog=1085926&amp;post=1263&amp;subd=estoriascomsexo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>1</h1>
<p style="text-align:justify;">Ao me divorciar mudei-me para um prédio de quatro andares num ponto excelente. Já fazia bem uns três anos que morava ali, num pequeno apartamento, que me oferecia conforto essencial e praticidade. Fiz amizade com a vizinhança. Em extrema consideração àquela gente boa e educada, recomendava às minhas eventuais visitas femininas, total discrição. Com isso percebia o olhar de simpatia e respeito por parte dos moradores, especialmente das esposas.</p>
<p style="text-align:justify;">Como toda regra tem exceção, Adriana vem procurando se aproximar de mim na ausência do esposo, com quem vive às turras. Percebe-se logo sua intenção, ao tempo em que ela demonstra timidez e inexperiência de vida: pesa-lhe à ideia de infidelidade. Nesse caso dá-se corda para fisgar o peixe. Nada de pressa. Um gesto afoito põe tudo a perder.<span id="more-1263"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Fugindo ao meu costume, eu via naquilo um joguinho de cena e de muita paciência que a cada dia apresentava uma pequena evolução. Tempo ao tempo. Uma diversão gostosa que até então nunca experimentara.</p>
<p style="text-align:justify;">(O leitor e a leitora vão perceber e me desculpar pela lentidão como tudo ocorre, pois procurei ser fiel ao relato, verídico.)</p>
<p style="text-align:justify;">O marido de Adriana é um galinhão, que vive esnobando-a pela sua condição de gordinha e por ela ser de boa índole, despretensiosa e pacata. Do meu apartamento porta a porta um para o outro, já ouvi improbérios lançados por ele, bêbado, humilhando-a. Eu até suspeito de espancamento, pelo tipo de barulho surdo ouvido. A resposta dela era o choro. Eu ficava puto e pensava: “esse cara é um filho da puta, não dá valor à mulher que tem. Pô, ele tá merecendo um par de chifres, mesmo!” No barzinho próximo ao edifício ele estava sempre ridicularizando a esposa e contando vantagens sobre suas conquistas amorosas. Sua preferência recaía sobre as novinhas e magras, para as quais, como confessa publicamente, dá boa vida</p>
<p style="text-align:justify;">Rosto lindo, arredondado e simpático, boca grande e lábios carnudos, Adriana de meigo sorriso é uma gordinha sexy. Na verdade ela tem uma estrutura forte, cheiinha e toda durinha. Pratica ginástica e dança a vida inteira, é ágil e disposta e tem a pele lisa. Quando Adriana chega da academia com o conjuntinho apropriado, dá para admirar seus contornos e sentir a firmeza do corpo: super consistente. Sua bunda é grande e apetitosa, bem mais atraente do que as das magras do prédio. E ela é charmosa, tem um rebolado provocante. Sempre subo com Adriana conversando no elevador ou a pé pelos quatro lances de escada. Quando chegamos ao nosso andar, deixo-a ir à frente pelo corredor. Ela percebe minha intenção e caminha como se estivesse nua na passarela.</p>
<p style="text-align:justify;">Adriana tem em torno de 36 anos e vive me dando bola. Com sutileza, gosta de me exibir suas pernas roliças e os belos seios, tamanho médio. Na certeza que o marido estava distante, já bateu à minha porta, por diversas vezes. Ora pedindo livros emprestados, ora revistas e suplemento feminino de jornal. Entretanto nunca entrara. Em conversa a mulher me contava que era infeliz no casamento porque o marido tinha amante e a tratava mal. Contudo ela me confidenciava que tinha medo de traí-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sobre as publicações que levava de minha casa, disse-me que não falaria que era eu quem a emprestava. Diria pertencer à Mary, a vizinha de confiança. Achei melhor. Eu estava gostando daquela situação que gradualmente avançava. Ela também, doida para dar, sem ter coragem, insinuava-se carente. E eu a supunha com a chaninha coçando de vontade Passei a lhe dar mais atenção, presenteando-a com pequenas lembrancinhas: um livro, um perfume francês, um cd, um lencinho ou flores.</p>
<p style="text-align:justify;">E que mulher não gosta de carinho? Aquele tipo de relacionamento prosperava a conta-gotas tornando-se um hábito que gerava emocionante expectativa. Uma longa novela de capítulos diários, que prendia um e outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dia intencionalmente eu enfiei um filme pornô dentro de uma revista. Ela não falou nada. Como quem cala consente, toda semana ia um filminho. Indiquei-lhe wwwcasadoscontos.com.br e ela não só gostou como passou a me mandar emails apimentados, fazendo comentários, coisa que pessoalmente tinha vergonha.</p>
<p style="text-align:justify;">Adriana já estava ficando safadinha. Quando o marido não estava em casa e sabia que eu passaria naquela hora pelo corredor, ela deixava sua porta aberta. Deitava-se de bruços na poltrona de short fingindo ler alguma coisa, só para eu vê-la e admirar sua bunda. Eu fazia questão de dizer-lhe:</p>
<p style="text-align:justify;">— Bom dia, tentação!</p>
<p style="text-align:justify;">Ela continuando deitada, dava um rebolado, virava o rosto em minha direção, mirava-se no meu pau duro e me convidava a entrar. Eu agradecia e dizia-lhe que um dia que seu marido não estivesse, eu que gostaria de receber sua visita.</p>
<p style="text-align:justify;">Geralmente a atendia sem camisa. Às vezes de calça de pijama de seda, curto e transparente; de short; de calça jeans com fecho aberto e sem cueca. Por muitas ocasiões ela observou o volume que fazia meu pau por baixo da roupa. Quando eu mostrava-lhe algum texto interessante na publicação, ela dava um passou para dentro do apartamento. Aproximava-se de mim, abaixava a cabeça para acompanhar a leitura, relando-me os seios e me encostava coxas ou a bunda no meu pau sob a roupa.</p>
<p style="text-align:justify;">Teve dia que Adriana veio de shortinho jeans sem calcinha, blusinha de malha curta, sem sutiã. O botão da cintura aberto; o zíper entreaberto mostrava a vulva depilada. Eu lhe disse que estava um tesão. Ela riu. Mostrei-lhe a suposta reportagem interessante, um texto bem comprido para demorar mais. Ela deu um passo e adentrou minha sala, se virou de costas e arrebitou o super-bumbum e se curvou toda para ver a revista. Sua bunda na roupa justa e curta estava monumental. As coxas gostosas brilhavam! Eu tranquei a porta e a segurei pela cintura. Peguei meu pau duro e o pus por detrás entre as pernas. Ela aceitou, relaxando-se. Desci seu shortinho, alisei sua bunda e depois a lambi, beijando molhado.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao bater-lhe com o cacete de dezoito centímetros nos glúteos, Adriana deu um gemido sem vergonha e eu o aninhei em seu rego. Ele rebolou. A cena toda durou pouco mais de minuto. Até que ela repentinamente se arrependeu: pediu desculpas, virou-se se recompondo, deu um selinho em minha boca e disse-me:</p>
<p style="text-align:justify;">— Tenho medo. Está na hora de ir&#8230; — disse-me Adriana franzindo o cenho.</p>
<p style="text-align:justify;">Paciência. Eu lhe sorri demonstrando compreensão e abri a porta.</p>
<p style="text-align:justify;">O melhor lance aconteceu quando fui atendê-la enrolado na toalha. Simulei um pequeno acidente que atingiu o abdome. E disse-lhe que naquele instante em que ela chamara, eu havia interrompido o medicamento que fazia com compressa sobre o local. Ela demonstrou preocupação eu pedi-lhe que entrasse &#8211; só até a sala &#8211; para me aplicar nada além de cinco minutos de massagem.</p>
<p style="text-align:justify;">— Está doendo! – eu fingi, levando a mão no lugar e fazendo semblante de sofrimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela entrou, eu fechei a porta e deitei-me no sofá. Pus a toalha apenas cobrindo meu pau duro, deixando o resto do corpo nu. Ela sentou-se ao meu lado. Eu encostei a mão direita em sua bunda e ela deixou. Levei a sua mão sobre a região do meu baixo abdome. E Adriana começou a voltear o ponto, cutucando com as pontas dos dedos, por debaixo da toalha meu caralho, que ficou ainda mais agitado. Senti que ela começou a suar nervosa. Mas ela estava gostando. Descia os dedos cutucando meu pau com mais intensidade. De repente os dedos das duas mãos ao descer se abriam e fechavam como tesouras no meu pau.</p>
<p style="text-align:justify;">Com toda minha vivência eu sentia algo inusitado. Jamais experimentara aqueles toques singelos. Dava-me a sensação do proibido/cobiçado culminando com a doçura e ingenuidade do gesto leve, todavia carregado de um energia contagiante, que pode ser chamado libido.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a mão esquerda puxei a toalha sem que ela percebesse que havia sido eu. Fiquei completamente nu. Ela agindo por ímpeto segurou meu cacete e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">— Eu nunca peguei num pau sem ser de meu marido. Eu não posso fazer isso&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">— Adiana, aconteceu por acaso. Ninguém tem culpa&#8230; — eu lhe disse.</p>
<p style="text-align:justify;">— Mas eu não posso&#8230; &#8230;mas seu pau é tão gostoso, tão bonito, moreninho, tão empezinho e grande. O do meu marido é branquelo, torto e pequeno&#8230; Ai que tesão&#8230; – Adriana falou.</p>
<p style="text-align:justify;">— Meu bem, você não confia em mim? Então me toque punheta&#8230; &#8230;você está carente, seu marido está te traindo&#8230; &#8230;que consideração você pode ter por ele? – eu aproveitei para dizer.</p>
<p style="text-align:justify;">— Você tem razão&#8230; &#8230;mas é só essa vez, hein? Quero ver você gozar, jorrando porra para cima. Só vi isso nos filminhos que você me manda.</p>
<p style="text-align:justify;">— E você gosta dos filminhos? Toca siririca?</p>
<p style="text-align:justify;">— Claro, pensando em você.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela ao dobrar o corpo para me masturbar, curvou-se mais. E eu enfiei a mão na sua bunda arrebitada por dentro de sua calcinha, alisando-a. Com jeito penetrei o dedo em sua boceta molhadinha e acariciei seu grelinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Gozei esporrando em seu rosto. Ela limpou-se e a meu pau com a toalha, se levantou e caminhou para o lado da saída. Abri a porta e chequei: estava tudo livre no corredor. Ela me deu um beijo e saiu.</p>
<p style="text-align:justify;">O jogo de sedução desenvolvia em gotas homeopáticas. A novela a cada dia ampliava a dose de excitação. Projetavam-se calientes sonhos eróticos para os próximos e emocionantes capítulos. Previam-se um final feliz.</p>
<p style="text-align:justify;">São oito horas da manhã. Eu ainda espreguiçando na cama, aproveitando a folga do sábado. Faz calor. Estou apenas de cueca. A campainha do apartamento toca. Só pode ser Adriana, aproveitando-se da saída do marido.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo olho mágico constato: Adriana toca campanhia outra vez. Em ato contínuo, abro a porta e a cumprimento. Ela aparentando pressa olha para meu pau estufando a cuequinha preta e pede para entrar. A mulher entra e empurra a porta fechando-a com chave. Vejo que seu olho está roxo, pergunto o que foi. Ela responde-me:</p>
<p style="text-align:justify;">— Foi ele, mas não quero falar sobre isso. Quero me vingar chupando seu pau hoje, dando-lhe a boceta e o cuzinho outro dia, se ele continuar a me&#8230; – disse-me ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhando-me de cima a baixo, Adriana desce minha cueca e segura meu pau. Pela primeira vez ela tomava iniciativa.</p>
<p style="text-align:justify;">Imediatamente ela abre o quimono, sem nada embaixo. Eu apalpo seus seios. Ela joga a roupa sobre a mesa e me abraça. Vira-se e encosta-me a farta bunda. Eu pouso minhas mãos e admiro: durinha, macia, apetitosa. Ela fala com rapidez:</p>
<p style="text-align:justify;">— Meu marido foi à padaria da esquina. Da janela de seu quarto da para vê-lo quando estiver voltando. Enquanto você o vigia eu quero lhe fazer um boquete para me vingar dele.</p>
<p style="text-align:justify;">No quarto eu abro uma parte da cortina e debruço-me na janela. A mulher ajoelha-se aos meus pés pela frente agarrando-se nas minhas coxas.</p>
<p style="text-align:justify;">— Quero chupar seu caralho! Goza na minha boca. Quero saborear sua porra, gostoso. Meu marido foi até a padaria e daqui a pouco estará de volta. Quero me vingar daquele filho da puta! Tem mais de mês que ele não me come, de repente fica me ofendendo por causa de meu peso.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu deixei que ela abocanhasse meu pau e o degustasse. Chupava com prazer e em grande velocidade. Num momento ela retirou a pica da boca para dizer:</p>
<p style="text-align:justify;">- Deixe-me eu lamber seus testículos e chupar seu pau. Goza rápido. Outro dia eu volto.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu lhe respondi que iria atendê-la, naquele momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela mamava gostoso. Eu senti que estava na hora e lhe disse:</p>
<p style="text-align:justify;">— Vai começar a jorrar porra. Engula minha querida!</p>
<p style="text-align:justify;">Gozei. Ela retirou o pau, ficou de pé, abriu a boca e pôs a língua para fora. Parecia uma coalhada, leite ou iogurte. Ela saboreou a porra e a engoliu.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher vendo meu caralho ainda meio duro e com gotículas de porra, passou-lhe a língua.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu disse-lhe:</p>
<p style="text-align:justify;">— Seu marido está vindo lá embaixo com sacolas na mão.</p>
<p style="text-align:justify;">— Eu já vou rápido. Faço questão de beijá-lo com essa boca de porra. Ele vai te chupar de tabela. Corno, filho da puta!</p>
<p style="text-align:justify;">— Então vá querida, outro dia tem mais.</p>
<p style="text-align:justify;">— Ah!, olhe pelo olho mágico o beijo que vou dar na boca daquele sacana.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela vestiu o quimono, saiu ligeira e esperou o cara em frente sua porta. Em um minuto o maridão chegou. Tudo pronto para o epílogo da operação-vingança. No posto estratégico, bem posicionado, eu observo o desenrolar da cena, conforme orientação. O homem chega e se surpreende com o inusitado beijo na boca que recebe de sua mulher:</p>
<p style="text-align:justify;">— Sossega mulher. Você ficou doida? Que porra! – diz o marido, afastando-a com as mãos contra a parede.</p>
<p style="text-align:justify;">— É isso mesmo, seu veado. Porra! – fala uma Adriana corajosa disposta a enfrentá-lo.</p>
<h1 style="text-align:justify;">2</h1>
<p style="text-align:justify;">O marido de Adriana continuava a traí-la e tratá-la mal, inclusive espancando-a quando chegava bêbado. Ela que não era comida por ele, encontrou uma forma de vingança que simultaneamente lhe satisfazia sexualmente. Quando podia ela recorria-se a mim, vizinho do apartamento de frente, divorciado e discreto que a ouvia, oferecia o ombro amigo. Por isso eu recebera algumas recompensas. Após o início de rela-rela, ela certa vez bateu-me uma punheta e numa manhã em que levantara com olho roxo de porrada, pediu-me para fazer-me um boquete enquanto eu vigiava seu marido pela janela, voltando da padaria. A sua vingança maior, com requinte de sacanagem, foi beijá-lo na boca com sabor de minha porra na língua. Esta é a sinopse do caso até o momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Naquela sexta-feira, em torno das vinte horas, estava me preparando para sair de casa. A campainha toca. Adriana entra em meu apartamento e se despe. Vejo marcas roxas em suas costas. Ela diz que o marido lhe bateu de cinto e ela veio para vingá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">— Boquete? – eu pergunto.</p>
<p style="text-align:justify;">— Sim, primeiro quero te chupar. Depois quero que me coma o cuzinho. Eu sou virgem atrás, meu marido sempre quis me comer e eu nunca lhe dei. Hoje eu quero vingá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">— Ótimo! Você tem a melhor bunda da cidade. Qual o tempo disponível que você tem? — eu lhe pergunto.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela me informa que o marido foi para o barzinho ao lado da padaria. E me orientou que ficasse na janela de meu quarto, escondido pela cortina o vigiando voltar bêbado, trocando as pernas. Enquanto isso ela ficaria de quatro sendo enrabada por mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Dito e feito. Fomos para a janela indiscreta, com o quarto escuro. Olho o barzinho movimentado. Ela diz que ele está de short e camisa vermelha e gosta de sentar-se na mesinha da calçada, de costas para a parede. Pela luneta eu o localizo com facilidade. O maridão está todo refestelado, bebendo todas e olhando para as bundas das meninas – mulheres, travestis e gays &#8211; que passam. Ela quer ver. Passo-lhe a luneta. Ela confirma:</p>
<p style="text-align:justify;">— É o filho da puta mesmo! Enquanto ele olha para bunda das meninas que passam sem lhe dar bola, sua mulher vai dar o cuzinho para outro e olhando para ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela ajuda-me a descer a cueca, pega em meu pau e o acaricia. Põe uma almofada no chão, senta-se. Eu debruço na janela e fico olhando na luneta.</p>
<p style="text-align:justify;">Adriana passa a língua no meu reguinho e engole meus testículos. Em seguida fica chupando-os. Depois segura os testículos e abre a boca. Com a outra mão ajeita meu pau e ela o lambe de baixo para cima. Dá uma leve mordida na cabecinha, faz-lhe um carinho e chupa-o freneticamente.</p>
<p style="text-align:justify;">— Agora é minha vez — eu disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela pega a luneta, dobra-se na janela sob a cortina e por uma greta vigia o panorama. E eu começo a chupá-la. Sua bocetinha está cheirosa, constato que foi o perfume que lhe dei. Enfio-lhe o dedo no cu e o atolo. Ela rebola para facilitar. Minha língua penetra-lhe a boceta, ela mexe o corpo e enche minha boca de líquido vaginal quente.</p>
<p style="text-align:justify;">— Eu quero ficar debruçada na janela, escondida na cortina, olhando o corno de luneta, com a bunda arrebitada para você comer meu cuzinho — ela pede.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu pego o gel, passo em meu pau e unto seu cuzinho. Experimento passar-lhe o dedo ela pisca o cu e o dedo desliza para dentro, ágil. Eu a preparo, deixando-a na posição. Ela pega a luneta e localiza o barzinho, a mesinha, o marido e diz:</p>
<p style="text-align:justify;">— O maridão está lá, rindo a toa — ela põe dedo em riste como se falasse ao marido: — Quero ser enrabada, olhando pra sua cara, Bruno, filho da puta! Isso é prá você aprender a tratar bem sua esposa — Adriana fala enquanto eu dou-lhe lhe abraço pelas costas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela fala-me ainda que o último contato sexual que teve, foi quando me chupou. O marido tem outra e continua desprezando-a. Na penumbra fico admirando a silhueta daquela mulher, cuja bunda é invejável. Faço carinhos com as mãos, dou beijos nas costas, na nuca, na face e começo a lhe relar o caralho. Adriana vira uma mão para trás e o segura e o leva suavemente passando por sua bunda e o aloja no reguinho. Peço-lhe para abrir a portinha, arreganhar o máximo e dou uma estocada certeira. A cabecinha escorrega e penetra. Ela sente dor, geme, mas se diz resolvida, pede-me para que eu atole tudo, porque ela poderia sentir a dor que fosse, mas iria suportar.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu lhe digo que não iria enfiar meu pau de uma vez. Que ela se relaxasse que ele ia entrando devagar. Enquanto falo foi penetrando, penetrando&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela geme, o pau entra. Dou uma pausa. Aquieto o pau em seu cuzinho apertado. Digo que o pior já passou. Peço-lhe para rebolar, que mexa bastante com os quadris. Ela comprimia-se arrochando e relaxando o cuzinho, fazendo o caralho latejar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela remexe brilhantemente. Eu mantenho o pau atolado no seu cuzinho e ponho o dedo da minha mão direita a roçar o grelinho. Ela geme, mas não é mais de dor, é de tesão. Adriana me pede:</p>
<p style="text-align:justify;">— Goza no meu cuzinho. Quero sentir a porra jorrando lá dentro! – ela sussurra.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua boceta está super molhada. Anuncio que vou gozar. E gozamos juntos.</p>
<p style="text-align:justify;">23 horas. Adriana guarda a luneta, veste sua roupa, me dá um beijo e sai.</p>
<p style="text-align:justify;">Meia noite e meia. Como não havia conseguido dormir chego à janela para respirar ar fresco. Olho aleatoriamente e vejo Bruno, o vizinho, marido de Adriana, voltando cambaleante. Acabara de tomar um tombo se levantara e caminhava trôpego na calçada. A rua está movimentada, ele tinha de atravessá-la e corria risco de ser atropelado. Resolvi descer para ajudá-lo. Ele está todo esportivo: short, tênis e camisa de malha vermelha, desde a tardinha, bebendo. Vou ao seu encontro ele me cumprimenta efusivamente. Ofereço-me para conduzi-lo, ele reconhece seu estado e aceita. Passo o braço em seu ombro e prossigo empurrando-o e escorando-o. Atravessamos a rua &#8211; perigosa por ser mão dupla com veículos em velocidade &#8211; andamos uns cinquenta metros e entramos no nosso prédio. No elevador deixei-o livre encostado de lado na parede direita, na frente. Digitei o número quarto andar e fui para os fundos em posição oposta.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando o elevador se movimentou ele perdeu o equilíbrio e se afastou vindo de costas ao meu encontro. Para evitar que ele caia, abraço-o por trás. Bruno acomoda-se permanece na posição, roçando a bunda no meu pau. A princípio achei que não fosse intencional por causa de seu estado de embriaguez. Tento afastá-lo com as mãos empurrando suas costas. Ele abaixa o short, mostra bunda, põe minha mão sobre ela: é lisa e redondinha, parece de mulher. E apalpa minhas pernas subindo com as mãos segurando meu pau sobre a roupa Lembrei-me daquele ditado: “cu de bêbado não tem dono”. Rio sozinho e tentando removê-lo daquele absurdo: ele estava embriagado, eu não!</p>
<p style="text-align:justify;">Ele abre o zíper de minha bermuda, enfia a mão pela braguilha, começa a me tocar uma punheta. Fiquei surpreso, confuso, mas, de cacete de pé. Eu tiro-lhe a mão que vem segurando firme meu pau, sendo puxado para fora. Bruno fica de costas, mal parando em pé e encosta a bunda no caralho e o ajeita no rego. Eu o afasto com as mãos, sem agredi-lo, mas decidido. Para ficar livre eu lhe digo que ali naquele lugar, não. Eu pondero poderia chegar alguém, a própria Adriana, já pensou? Ele concorda, supondo que eu o levaria para minha casa. O elevador para no nosso andar. Eu abro a porta. Ele sai e encosta na parede do corredor. Eu o deixo por ali. Ando rápido, entro para meu apartamento e fecho a porta. Reflito: “seria bom ter esse cara com rabo preso –literalmente &#8211; comigo, assim poderei comer sua mulher mais tranqüilo”. Abro na porta, mostro-lhe o pau duro. Ele vem louco e entra. Eu fecho a porta, ele agarra meu cacete.</p>
<p style="text-align:justify;">— Agora, ajoelha para rezar: caía de boca — falei-lhe.</p>
<p style="text-align:justify;">Bruno abre meu cinto, desce a bermuda a cueca e fica olhando.</p>
<p style="text-align:justify;">— Que caralho grande, cheiroso e gostoso. É bem maior que o meu e está me deixando com a boca cheia d’água.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele chupava com prazer e grande talento. Adriana tinha um mestre em sua casa. Com o pau atolado na boca ao movimentar a língua com volúpia ele provocava com o boquete, ruído assim slap, slap, slap e até espumava. Depois de uns cinco minutos ele me pede para gozar em sua boca. E com vontade engole toda porra.</p>
<h1 style="text-align:justify;">3</h1>
<p style="text-align:justify;">Bruno acaba de me chupar na minha sala. Quando ele fez menção de sair eu me posicionei encostado à porta, ficando de frente para ele e lhe dirigi a palavra. Procurei falar baixo e com bastante calma</p>
<p style="text-align:justify;">— Da próxima vez será com você e Adriana, tenho muito tesão por ela – falei na lata.</p>
<p style="text-align:justify;">— Ela não sabe que sou bi&#8230; — ele respondeu.</p>
<p style="text-align:justify;">— A gente começa a beber, sai assunto de ménage à tróis e aí&#8230; – eu proponho.</p>
<p style="text-align:justify;">— Da minha parte tudo bem, depende dela que é muito séria, nunca me traiu e eu não gostaria que ela soubesse que sou bissexual&#8230; – ele falou.</p>
<p style="text-align:justify;">— Sugira a ela dar para um homem enquanto você assiste; ou ao contrário, você come e o cara assiste – eu lhe disse.</p>
<p style="text-align:justify;">— Bem&#8230; &#8230;isso é mais razoável e ela sabe que eu gosto de voyeurismo. Eu e ela já vimos pela janela um casal metendo e isso nos excitou ao ponto de conversar sobre a possibilidade de sermos visto transando — Bruno disse.</p>
<p style="text-align:justify;">— Hoje mesmo procure-a na cama, leve o papo enquanto mete gostoso — eu disse-lhe.</p>
<p style="text-align:justify;">— Pode deixar&#8230; &#8230;e, por favor, não conte para ninguém o que se passou — ele pediu em tom humilde.</p>
<p style="text-align:justify;">Na tarde seguinte, quando cheguei e caminhava no corredor do prédio, vejo escancarada a porta do apartamento vizinho. Adriana estava na entrada, parecia me esperar. Ela de blusa decotada e short curtinho estava insinuante. Informou-me que estava só e que queria conversar comigo. Fiquei um pouco intricado e a convidei para entrar em minha casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Adriana me dá a mão e me conduz para o quarto. Ela se despe e ajuda a me despir. Vamos abraçados para o banho de chuveiro. Ela segura meu pau com as duas mãos e o introduz na boceta e começa a mexer.</p>
<p style="text-align:justify;">— Mete, enfia este caralho gostoso na minha na bocetinha – Disse Adriana.</p>
<p style="text-align:justify;">— Que bocetinha gostosa&#8230; &#8230;continua assim, mexe, mexe. Deixe que eu mame nessa teta rosada&#8230; – eu lhe disse.</p>
<p style="text-align:justify;">— Amor, enquanto você fode minha bocetinha, chupa meus seios, segura firme com uma mão em minha bunda e com a outra mão enfia o dedo no meu cuzinho, que você arrombou ontem. Mas desliza o dedo de leve porque ainda está ardendo – falou Adriana.</p>
<p style="text-align:justify;">E metemos até nossas pernas ficarem bambas.</p>
<p style="text-align:justify;">Deitamo-nos na cama. Adriana fala que o marido contou-lhe que eu havia o ajudado a chegar ao apartamento e está muito grato com minha atenção. Perguntei-lhe se ele havia dito mais alguma coisa. Ela disse que não e perguntou por que. Eu lhe respondi com evasivas, procurando não dar importância.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela confirmou o estado de embriaguez deplorável em que o marido encontrava-se. E disse-me que pela primeira vez, depois de mais de mês, ele estava de pau duro a procurou e eles transaram. Enquanto ela dizia dar para ele pensando em mim, ele insistiu para que ela concordasse em trepar com outro homem de confiança de ambos, para ele ficar assistindo.</p>
<p style="text-align:justify;">Adriana revelou que essa fantasia dele é antiga. Agora, enfim, ela havia concordado, entretanto impôs uma condição:</p>
<p style="text-align:justify;">— Que fosse uma pessoa discreta, excluindo os companheiros do marido — fala Adriana, para concluir perguntando de supetão. — E sabe quem ele sugeriu?</p>
<p style="text-align:justify;">— Nem imagino. Quem? Eu conheço? — eu respondi-lhe perguntando.</p>
<p style="text-align:justify;">— Você, meu macho! Você que virou um super-herói para o Bruno porque salvou sua vida evitando ele que fosse atropelado, bêbado. E também porque você é um cara discreto — ela disse sorrindo de felicidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu demonstrei surpresa total e topei de cara! E perguntei-lhe como e por quem eu seria abordado. Ela respondeu-me que no próximo final de semana o casal iria convidar-me para beber vinho português no apartamento. E depois de todos já bem calibrados a conversa ia fluir.</p>
<p style="text-align:justify;">Na sexta-feira à noite Adriana e Bruno me visitam. Eu simulando surpresa os recebo na sala de pijama curto. Eles me convidam para uma noite de vinho e queijos, no dia seguinte, sábado, às 21 horas.</p>
<p style="text-align:justify;">— O traje pode ser este — aponta para mim — roupa de dormir, pois moramos frente a frente e depois de bebermos toda nossa adega, cada um vai pra sua cama — Adriana, fala, dando discreta piscada de olho para mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Confesso que fiquei ansioso o dia todo. No horário, eu de chinelo e pijama curto de cetim bege, pontualmente estava acionando a campainha. Bruno me atende de short e camisa de malha. Percebo que ele já estava bêbado. “Um tanto melhor”, pensei. O anfitrião diz que a mulher tomava banho e que ele faria as honras da casa. A sala de visitas está à meia-luz e nós nos sentamos cada um num sofá em posição oposta. Na mesinha de centro, três taças de cristal, balde de gelo com vinho e tábuas de queijo. Um som suave e romântico fazia o fundo musical. Brindamos. Começo também a beber. De repente um perfume gostoso anuncia o surgimento da estrela principal. Chega à sala conjugada, Adriana toda sexy, num robe branco entreaberto e sandálias. Eu me levanto e vou ao seu encontro, levando duas taças de vinho. Tim-tim. Nós dois abrimos os braços e nos envolvemos num abraço apertado.</p>
<p style="text-align:justify;">— Com licença, Bruno, mas sua mulher está deslumbrante&#8230; — eu digo.</p>
<p style="text-align:justify;">— Ela só falava nessa recepção a você. Passou grande parte do dia se produzindo&#8230; &#8230;coisa de mulher – completa Bruno, enquanto dou umas estocadas com meu pau nas coxas nuas de Adriana.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me viro para levar Adriana até ao sofá do marido, Bruno olha para o volume de minha calça de pijama. Ele estava alisando seu pau duro, sem o menor constrangimento.</p>
<p style="text-align:justify;">— Vinho me dá muito tesão e vendo vocês grudados, olha bem o meu estado – fala Bruno, apontando para o cacete e o segurando.</p>
<p style="text-align:justify;">Rimos. Adoramos a abertura do show! Adriana faz cara de safadinha, pisca para mim e põe a mão do marido sobre suas pernas de fora.</p>
<p style="text-align:justify;">— Assim, vendo vocês se esfregando eu fico com tesão também. É covardia! – eu disse, botando mais lenha na fogueira.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos riram. Bruno levantou-se para buscar mais vinho e saiu cambaleante. Ela diz que ele já não estava dando conta de nada e que havia bebido o dia todo. Por ímpeto, sento-me ao lado dela, tiro-lhe o robe e me desfaço do pijama. Ficamos nus no sofá de pernas abertas. Enquanto eu passo-lhe a mão pelos quadris, desço pela vulva e penetro com dedo na bocetinha ela toca-me uma punheta.</p>
<p style="text-align:justify;">— Seu marido olha pro meu pau e se excita. Acho que quando está bêbado ele gosta e uma rola&#8230; — eu disse.</p>
<p style="text-align:justify;">— Eu não sinto nada por ele e pelo que já passei em suas mãos quero que Bruno se foda. Vamos facilitar as coisas, fazendo um teste, deixando-o dividir seu caralho comigo. Assim ele baixa o facho e fica em nossas mãos — Adriana fala.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela deita-se e eu a penetro gostoso. Gememos. Quando ergo a cabeça, Bruno com uma garrafa numa mão e o pau na outra; observa a gente transar.</p>
<p style="text-align:justify;">— Deixem-me entrar nessa brincadeira! – Bruno fala, enquanto se aproxima e arranca a roupa</p>
<p style="text-align:justify;">Nós três pelados, ficamos de pé, alinhados, olhando-nos no grande espelho da parede. Eu estou entre os dois. Ponho a mão direita da mulher em meu pau e a mão esquerda do marido sobre a dela. Enquanto os dois tocam-me punheta pouso minhas mãos sobre suas bundas e as aliso. Adriana, espertinha, aplica o teste: põe a mão de Bruno segurando meu cacete e envolve sua mão à dele.</p>
<p style="text-align:justify;">— Bruno você tocando uma punheta em Charles e ele acariciando sua bunda e a minha, está me dando muito tesão – fala Adriana para animá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sentindo-os submissos, inicio a dar as ordens. Ainda de pé, eu os coloco de frente um para o outro: o marido introduz seu pau na boceta da esposa. Eu pego a mão dela e a levo aos meus testículos e a dele ponho sobre meu cacete. Ela me beija. Experimento um tesão inusitado. Permanecemos alguns minutos assim. Depois eu abraço Bruno por trás dou-lhe umas estocadas no rego e em seguida faço o mesmo com sua mulher. Ela manifesta desejo de sentir pela primeira vez dupla penetração; pede que eu a enrabe. Eu concordo, porém, peço-lhes que interrompam a foda e que os dois me chupem, molhando bem meu pau e depois o introduza no cu da mulher. Obediente, o casal se ajoelha e chupa meu cacete babando-o abundantemente. Ela deita-se de lado no sofá. Bruno leva meu pau bem untado para o rego da esposa. No momento em que eu abro os glúteos dela, Bruno atola meu pau no cuzinho de Adriana.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher mexe com os quadris, gemendo excitada:</p>
<p style="text-align:justify;">— Aiiiiiii, que gostoso ser enrabada, Charles – e virando-se para o marido, diz: &#8211; vamos Bruno, coma minha buceta – Adriana fala, ofegante.</p>
<p style="text-align:justify;">O maridão dá volta no sofá. Ato contínuo, ele deita-se e encaixa seu pau na bocetinha da esposa – que ao ser comida duplamente, faz o papel do recheio em sanduíche. Eu passo o braço sobre ambos e atolo o dedo no cu dele.</p>
<p style="text-align:justify;">Dou o ritmo à tríplice foda, orientando as mexidas de Adriana. Sua bunda estava como nunca uma tentação. Ela pede para os dois aumentarem a velocidade e diz que quer sentir-se encharcada de porra. Gozamos os três.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:right;"><em><strong>Glande</strong></em></p>
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