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	<title>estórias com sexo</title>
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		<title>Eu e minha mulher fodendo a vizinha crente</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
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Nos estávamos em casa não temos filhos vendo uma fita pornô, nós dois totalmente despidos Claudete chupando meu pau quando a campainha toca, oi querida tudo bem você vai tomar banho, não estava me preparando para uma trepada era nossa vizinha, evangélica cabelos enrolados em forma de coque, saia comprida até o chão, super conservadora, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=1051&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Nos estávamos em casa não temos filhos vendo uma fita pornô, nós dois totalmente despidos Claudete chupando meu pau quando a campainha toca, oi querida tudo bem você vai tomar banho, não estava me preparando para uma trepada era nossa vizinha, evangélica cabelos enrolados em forma de coque, saia comprida até o chão, super conservadora, uns 38 anos, porém muito amiga de minha mulher, Ameacei levantar e correr para o quarto mais Claudete disse: Não senhor pode ficar ai mesmo e puxou Isabel para dentro, trancou a porta e mandou que Isabel se sentasse na poltrona é claro fiquei embaraçado e vermelho de vergonha Isabel pois as mãos no rosto e tentou se esquivar, mais minha esposa empurrou-a para poltrona e disse ora Isabel, deixe de ser caipira, sente ai e vamos assistir a fita de vídeo.<span id="more-1051"></span></p>
<p style="text-align:justify;">- Como não havia jeito mesmo e minha esposa é muito insistente Isabel sentou-se estática como uma estátua, os olhos arregalados para televisão e queixo caído, a bobada com o que via as cenas eram dois casais trepando com as mulheres trocadas Isabel que é crente da Assembleia, não tem nem televisão em casa, estava ali de queixo caído vendo aquela depravação como diziam na igreja dela, mas imóvel e prestando bem atenção, sem perder nada.</p>
<p style="text-align:justify;">- Minha esposa começou alisando meu cacete que tem 20&#215;4cm, sentada ao meu lado de pernas cruzadas, como se fosse a coisa mais normal do mundo e disse: Isabel isso aqui que é caralho de verdade olhe pode olhar não vou brigar não, vem mais perto sente aqui, disse isso e puxou a mulher de modo que fiquei no meio das duas e acariciava maliciosamente meu cacete, ai vocês não vão acreditar pegou mão da mulher crente e mandou que me punhetava, de súbito Isabel se recompôs e disse: Basta de sodomia, abra a porta que vou embora agora, minha esposa nem ligou e perguntou: Diga que não está gostando, admita que sim tenho um cacetão desses, e isso me satisfaz, quer ir embora mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">- A chave está aqui na minha mão vamos pegue e abra você mesma a porta e perca a oportunidade de aprender como se mete de verdade, ande vamos pegue Isabel, deu um sorriso sem graça e admitiu que estava gostando, tremula disse que aquilo era pecado, que não podia ficar mais ali, mais que também já estava meio zonza de tanto desejo e resolveu ficar, só mais um pouquinho como mesma disse minha esposa deu uma gargalhada pegou novamente na sua mão e pôis no meu cacete que já começava soltar um liquidozinho lubrificante de dentro do orifício, minha esposa passou o dedo no meu cacete esfregou no nariz e nos lábios de Isabel, só de safadeza.</p>
<p style="text-align:justify;">- Isabel tremia fechou os olhos e trincou os dentes, e dizia: Isso é pecado, não posso mais ficar aqui, tenho de ir embora, minhas pernas não respondem, oh, meu Deus, porque tinha que vir aqui nessa hora nisso minha esposa que já ia subindo a saia da crente fez um gesto com o queixo mandando-me acariciar as pernas de Isabel, pernas não depiladas cheias de pelos, mas uma beleza, grossas bem cheias pra combinar com o traseiro deve ter mais de 100 cm de bunda- que tinha bem rechonchudo quando sentiu minhas mãos nas suas coxas foi ficando cada vez mais ofegante, a respiração acelerada, parece que subiu um fogo nela, começou suar abundantemente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Minha esposa apressou-se a desabotoar a sua blusa, dizendo: Tá com calor queridinha, deixa abrir isso aqui para melhorar e relaxa vamos aproveite não é todo dia que você tem um cacetão desses nas mãos, pude ver aqueles seios médios branquinhos, quase estourando de tanto tesão debaixo do sutiã e a mulher visivelmente embaraçada, hora olhava para porta, hora olhava pra minha esposa, hora passava a mão no rosto, fazia gesto de querer se levantar, mais a mão não conseguia largar meu cacete estava aflita, ao poucos minha esposa foi tirando as suas roupas e pude ver que mulherão que era, deixou-a só de calcinhas e percebi que entre as suas pernas já havia muita humidade , a calcinhas mais parecia um short, estava encharcada, então minha esposa aproximou-se do meu cacete e começou chupa-lo todinho e depois falou para Isabel fazer o mesmo, que negou-se prontamente minha esposa estendeu a chave para Isabel e disse: Quer ir embora: E deu um sorrisinho sarcástico, pelo canto dos lábios: A esta altura a crente estava sem saber o que fazer e caiu de boca lambendo tudo, com se estivesse esfomeada, senti que ia gozar e tirei meu cacete da sua boca, mais minha mulher empurrou Isabel de novo para o meu cacete, que só teve tempo de dar a primeira esguichada na sua cara, de modo que a crente engoliu tudo com os olhos cerrados, e a respiração acelerada e depois começou sussurrar bem baixo: Adultério é pecado adultério é pecado ai meu Deus o que estou fazendo, depois disso minha esposa nos arrastou para banheiro e mandou que ensaboasse toda ela, coisa que fiz com muito prazer a evangélica estava zonza de tanto tesão e minha esposa apressou-se a chupar aquela bucetinha cheia de pelos (parecia mais uma floresta porque não depilava e senti Isabel estremecer toda quando passei as mãos nos seus seios os bicos quase saltavam de tão tesos que estavam, estremecia e gemia, Isabel não resistiu gozou demoradamente, e pediu para minha esposa deixar me beijar prontamente me prontifiquei e foi um delicioso beijo de língua, apaixonantemente quente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Isabel quase desfaleceu e a abracei levei para o chuveiro soltei seus cabelos batiam quase na cintura, e já haviam vários fios brancos que davam mais charme ainda àquele mulherão era um desperdício, uma senhora mulher daquelas passando fome nas mãos do marido minha esposa foi até a cozinha preparar uma bebida para tomarmos, ao terminar de dar banho nela levei-a de volta para sala e apontei para t.v Isabel a esta hora já havia se soltado e entregue-se totalmente àquela orgia, e desinibida como estava prontamente ajoelhou-se e começou me chupar de novo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Só que dessa vez minha esposa interveio e disse: Agora é minha vez você fica só assistindo ai quietinha, beba isso era caipirinha, mas estava bem fraquinha, então deitou-se no tapete do chão fui chupando-a todinha, lambendo todo aquele lindo corpo que tem, ao que solicitou anda logo vem me comer vem me comer vem vem me comer me come que não aguento mais posicionei-me e enfiei e fiquei bombando bem uns 15 minutos, senti que ia gozar tirei para fora relaxei um pouco, e minha esposa falou: Vem cá Isabel chupa minha boceta e fizeram um 69, enquanto gemiam tomei uns goles, depois tirei a crente da boceta de minha mulher e enfiei de novo, mas minha mulher continuou chupando a boceta dela e as duas gozando abundantemente, e beijando Isabel, quanto metia na minha esposa.</p>
<p style="text-align:justify;">- A evangélica estava alucinada de tesão então minha esposa colocou-a de 4, apoiada, no sofá virada para mim, mando-me chupa-la todinha, hora chupava a boceta da crente, hora chupava o anelzinho do seu cúzinho que devia ser virgem ai minha esposa pegou meu cacete e foi pincelando naquela bucetinha enquanto olhava nos olhos da crente, que a esta altura só sabia dizer: Ai meu Deus adultério é pecado adultério é pecado, o que vou fazer e começou soluçar e se desmanchou em prantos e mandou que acabasse logo com foi quando introduzi meu cacete todinho e comecei a socar, e a evangélica pedia: Isso mesmo mais manda mais que tá uma delícia acaba logo comigo, enfia essa vara todinha nessa pecadora assim que delícia acaba comigo e rebolava que nem uma cachorra com minha rola enfiada todinha naquele rabão, nisso minha mulher fica de 4 também ao seu lado e começa beijar a crente e pede que dessa vez enfie nela também, o que prontamente obedeci depois tirei da boceta de minha esposa e enfiei no seu rabo modesta parte minha mulher é louca e vive dando o cuzinho para mim e não resisto, porque é uma delícia nesse meio tempo a crente já recomposta de tanto gozar, arregalou os olhos, admirada de ver meu caralho entrando e saindo do cuzinho da minha esposa e perguntou para ela: Não dói não machuca respondi não.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ta vendo como gosta olha como fica assanhada nisso minha esposa resolveu chamar a crente para ficar de 4 de novo e fui mais uma vez chupa-la e dei especial atenção ao seu traseiro, enfiei um dedo e fiquei colocando e tirando até sentir que o buraco estava relaxado, Isabel disse que doía e ia parar por ali mesmo, foi quando minha esposa deu um leve tapinha no seu rosto e disse que já estava para acabar, que Isabel não tinha mais por onde escapar, ai segurou-a pela cintura com as duas mãos e ordenou que enfiasse meu cacete naquele rabão delicioso.</p>
<p style="text-align:justify;">- A crente começou soluçar outra vez e desabou a chorar de novo, tomou um tapa no traseiro que dei, minha esposa mostrou para Isabel a chave da porta mais uma vez e balançou a cabeça negativamente e disse que não iria perder aquilo por nada neste mundo, deu trabalho mais quando a cabeça passou a crente deu um grito e aumentou os gemidos, acho que doeu mesmo, porque o anel parece que queria cortar meu mastro ao meio, mais quando passou-se alguns instantes a dor que Isabel sentia transformou-se em prazer, porque dizia coisas estranhas, sem nexo, e repetia: Que delícia, que delícia de cacete, isso mesmo mete nessa cadela agora sei o que é trepar de verdade, isso é que é macho, isso que é homem que sabe dar o que a mulher gosta, isso que preciso mesmo e chorava, as lágrimas caíam do seu rosto, e ao mesmo tempo ria alucinada, agradecendo minha esposa por ter deixado come-la.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nisso minha esposa posicionou-se embaixo de Isabel e deu um jeito para chupar a sua boceta arrumou uma almofada para ajeitar melhor a posição e enquanto chupava a boceta da crente, a crente chupava a boceta de minha esposa e mandava ferro no seu cuzinho, passamos a tarde toda trepando, metemos em todas as posições, depois, tomamos banho juntos e foi outra trepação daquelas, teve uma hora que a crente gozou tão gostoso, que os olhos reviraram, fiquei com medo dela desmaiar mais vou dizer, se tem uma espécie de mulher boa de comer são as crentes ou quentes. Hoje Isabel viciou em dar o cúzinho, sempre que me vê já pergunta quando vai ser a próxima, e minha mulher liberou geral a crente para mim, posso come-la mesmo estando sozinho em casa.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Parafina</em></strong></p>
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		<title>Minha sogra coletou meu esperma</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[incesto]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês.
Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha casa nos visitando e enquanto ela estava na sala conversando com minha esposa fiquei no computador trabalhando em alguns projetos. Quando ela veio se despedir de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=1048&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês.</p>
<p>Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha casa nos visitando e enquanto ela estava na sala conversando com minha esposa fiquei no computador trabalhando em alguns projetos. Quando ela veio se despedir de mim eu continuei sentado na minha cadeira e ela se curvou para me dar três beijinhos. Eu fui colocar a mão em suas costas, como normalmente se faz quando se vai cumprimentar alguém desta maneira.</p>
<p>Acontece que sem querer acabei passando a mão na sua bunda, e desde então criei um tesão louco pela minha sogra, e a partir deste dia passei a olhar a Dona Cida com outros olhos.</p>
<p>Minha sogra não é nenhuma beldade dessas descritas nos demais contos, é na verdade uma loirinha, baixinha e gordinha de quarenta e poucos anos.</p>
<p>Várias coisas me excitavam nessa história, o fato de ela ser mais experiente, a putaria de comer a mãe e a filha e ainda o fato de ela ser uma mulher sexy e bonita, apesar de estar um pouco acima do peso.<span id="more-1048"></span></p>
<p>Eu morria de vontade de comê-la, chupar muito a sua bucetinha, beijar a sua boca esfregando o meu pau no seu grelinho e depois deixar deslizar o meu pau inteiro dentro dela e começar a meter bem forte e fazê-la gozar bem gostoso no meu pau, e quando me desse vontade de gozar ia botar ela de joelhos na minha frente e mandá-la abrir boca para receber toda a minha porra. Iria mandar ela engolir tudo e depois ainda ela limpar o meu pau com a língua.</p>
<p>Mas isso tudo era imaginação da minha cabeça, eu achava nunca iria acontecer nada entre a gente, até que uma sucessão de fatos acabou mudando o rumo das coisas.</p>
<p>Essa minha sogra, há muito tempo fazia uma pressão danada para nós déssemos um neto para ela. Era tudo o que ela mais queria no mundo. Eu a minha esposa depois de resistirmos muito ao seu assédio e curtirmos um pouco a vida de casados decidimos há cerca de seis meses atrás que já era hora de atendermos aos pedidos da minha sogra e dar-lhe um netinho.</p>
<p>Por mais que transássemos praticamente todos dias, mais de uma vez no mesmo dia em algumas oportunidades, não havia jeito da minha mulher engravidar. Após exames médicos descobrimos que por problemas de saúde as chances de sucesso de uma gravidez seriam maiores se fosse feita uma inseminação artificial.</p>
<p>A minha sogra procurou o maior especialista em inseminação artificial e pagou todo o tratamento. A minha esposa fez a coleta do óvulo num determinado dia e ficou agendado que a coleta do esperma ocorreria na semana seguinte.</p>
<p>Acontece de cinco dias antes da coleta eu me acidentei de moto e me machuquei todo, cortei a perna, esfolei as costas e quebrei os dois braços. Tivemos que remarcar a coleta para dali vinte dias, mas fomos avisados que se não fizesse a coleta naquele dia, a inseminação ficaria adiada por dez meses, tempo em que o médico faria um curso na Alemanha.</p>
<p>Recobrado do acidente, mas com os dois braços engessados, no dia da coleta minha sogra me apanhou em casa para me dar uma carona e apanhar a minha esposa no trabalho para me ajudar na coleta.</p>
<p>No caminho toca o celular da minha sogra e ela atende. Era a minha esposa. Não ouvia o que ela falava, somente o que a minha sogra respondia e, associando as respostas e reações deduzi que ela tinha sido chamada para assumir a diretoria de uma multinacional, emprego irrecusável que ela estava almejando a muito tempo. Logo em seguida, muito empolgada a minha sogra confirma tal informação.</p>
<p>Nesta hora a minha sorte mudou e eu nem sabia, minha sogra seguia conversando com minha esposa e a ouvi respondendo o seguinte:</p>
<p>- Qual problema minha filha?</p>
<p>- Mas e o exame?</p>
<p>- O QUÊ?</p>
<p>Aquele o O QUÊ? denunciou tudo. Minha esposa não poderia sair da reunião na multinacional e pedira para a minha sogra dar um jeito na coleta. Meu pau começou a endurecer na hora imaginando mil e um bobagens.</p>
<p>Eu me fiz de rogado e perguntei a minha sogra o que havia acontecido e ela visivelmente transtornada disse que a Carla não poderia ir a clínica pois teria uma reunião com a diretoria da empresa que a estava contratando e que teríamos que arrumar uma forma alternativa para fazer a coleta.</p>
<p>Chegando na clínica minha sogra explicou a situação para a senhora responsável por receber o material. Ela queria que alguém da clínica me masturbasse e fizesse a coleta do meu esperma. Obviamente ninguém da clínica se prontificou.</p>
<p>Ela então virou-se para mim e perguntou se eu não conseguia fazer sozinho. Eu fiz cara de coitadinho e só mostrei os braços engessados para ela. Ela então deu um suspiro e disse:</p>
<p>- Marco Antonio vamos lá que eu vou te ajudar então.</p>
<p>Naquela eu delirei. A minha sogra iria bater um punheta para mim. Eu ia botar o pau para fora e ela ia ter que agarrá-lo e me punhetear até eu gozar. Era a realização de um sonho que eu achava que nunca iria se concretizar.</p>
<p>Ao chegarmos na sala da coleta, Dona Cida sentou-se na única cadeira que tinha e pediu para eu ficar de frente para ela. Eu fingi certo constrangimento mas estava morrendo de tesão com toda aquela situação.</p>
<p>Me coloquei na frente dela e ela abriu o zíper da minha calça, meteu a mão dentro da minha cueca e agarrou o meu pau tirando-o para fora das calças. Ela então começou aquela punheta gostosa e meu pau que já estava meio mole, meio duro quando ela agarrou, logo ficou mais duro que uma rocha, chegando ao auge dos seus 19 cm.</p>
<p>Nesse instante Dona Cida olhou para mim e falou:</p>
<p>- Nossa Marco Antonio que coisa mais grande.</p>
<p>Eu apenas olhei para ela e ri. Mas notei que ela começou a ficar nervosa, respiração descompassada, quase ofegante&#8230; Ela estava ficando excitada.</p>
<p>A gostosa da minha sogra já estava batendo aquela punheta com gosto, agarrava bem no meio do meu pau e puxava o couro da pica até a base e subia até cobrir a cabeça. Quando chegava lá em cima dava uma leve apertadinha na cabeça do meu pau e uma giradinha para cobrir toda a extensão da cabeça do meu pau.</p>
<p>Que delicia aquela punheta. Acho que pelo nervosismo ou excitação ela ficou com a boca seca, pois seguidamente lambia os lábios. Aquela cena me leva ao delírio, eu passei a olhá-la fixamente nos olhos enquanto ela me masturbava e não agüentando mais passei a dar alguns gemidos de prazer.</p>
<p>Nesse momento o olhar de minha sogra denunciou que esta também se entregara ao tesão.</p>
<p>Eu que já estava quase gozando, para quebrar um pouco o clima e segurar ainda mais a ejaculação dei um passo para trás e fiz uma cena fingindo que estava constrangido que não sabia se iria conseguir.</p>
<p>Minha sogra então esticou o braço e segurou novamente o meu pau e começou me punhetear lentamente e argumentar dizendo que eu iria sim, que eu deveria me concentrar que logo, logo acabaria gozando.</p>
<p>Só de vê-la falando aquilo para mim com o meu pau na mão eu já quase gozei, mas foi então que eu apostei todas as minhas fichas, dizendo que eu e a Carla havíamos combinado que ela me chuparia até eu sentir vontade de gozar, disse que desde moleque não batia mais punheta, que não achava mais graça e que daquela forma nunca gozaria, que iria embora para casa e que retomaria o tratamento quando o médico voltasse da Alemanha.</p>
<p>Dona Cida que não é nada boba sentiu que eu estava blefando mas entrou no jogo e disse que se era assim faria o que fosse preciso fazer. Logo em seguida foi se inclinando cada vez mais até que encostou a boca no meu pau. Primeiro dei um beijo na cabecinha, depois passou a língua da base até o freio, até que por fim colocou toda a cabeça do meu pau na sua boca. Sentir aquela boca quente e úmida engolindo o meu pau foi algo alucinante.</p>
<p>Ela então passou a chupar e bater punheta ao mesmo tempo. Chupava forte ao mesmo tempo que corria a língua por dentro esfregando por toda a cabeça. A mão quase encostada em seus lábios acompanhava o movimento de sua cabeça que subia e descia magistralmente me levando ao delírio.</p>
<p>A sua respiração estava ofegante e ela já esfregava a buceta, tocando uma bela siririca com a mão enviada dentro da calça, que era de um tecido leve parecido até com um abrigo desses de praticar caminhada ou algo parecido.</p>
<p>Quando eu vi aquela cena não agüentei e passei a gozar como um louco na boca da minha sogra. Urrava feito um bicho naquele momento, não sei nem como não vieram nos chamar a atenção lá na clínica.</p>
<p>Eu literalmente enchi a boca da minha sogra de porra. Normalmente quando eu gozo já sai muita porra. Mas em função do acidente e da realização da coleta eu havia ficado uns trinta dias sem transar com a minha mulher, de forma que acabei gozando como um cavalo na boquinha da minha sogra que não derramou uma gotinha sequer.</p>
<p>Eu notei, quando estava no finalzinho da minha gozada que alguma parte ela havia engolia, pois do contrário ia acabar engasgando ou derramando.</p>
<p>Quando eu terminei de gozar, tirei o meu da boca da minha sogra e ainda meio grogue pela gozada, a vi caindo para trás na cadeira.</p>
<p>Alguns segundos depois perguntei como ela estava e para minha surpresa ouvi ela respondendo claramente que estava ótima, que tinha gozado junto comigo e com uma cara muito safada disse que a minha porra era muito gostosa.</p>
<p>A safada tinha engolido tudo!!! Assustado eu falei:</p>
<p>- Mas Dona Cida a senhora engoliu tudo&#8230; e a coleta para o exame?</p>
<p>Ela com uma cara de tarada e já agarrando o meu pau novamente me olhou nos olhos e disse:</p>
<p>- Com a quantidade de porra que tu tens aí vai dar para inseminar toda a cidade. Me dá só mais um minutinho para eu recuperar o fôlego e que eu vou te ordenhar com a boca novamente, só que dessa vez vou guardar o teu leitinho bem direitinho aqui neste pote.</p>
<p>Bom&#8230; nem preciso dizer que ela mamou muito gostoso no meu pau me fazendo gozar novamente. Botou tudo no potinho. Mas fez questão de lamber o que colou nos dedos e de limpar o meu pau com a língua depois da minha gozada.</p>
<p>Depois desse dia minha sogra virou minha amante, ou melhor minha putinha submissa, mamando no meu pau quase todos os dias, mas isso é uma outra história para uma outra ocasião.</p>
<p>Espero que tenham gostado&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Marco Antonio</strong></em></p>
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		<title>Minha Testemunha de Jeová</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 20:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[MF]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[submissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz cinco anos que eu a conheço. Mas nunca imaginei nada. Confesso acreditar que não tinha chance: uma mulher de seus 42 anos mas muito bonita, talvez por ser dona de uma franquia de produtos de beleza, tem 1,70, busto firmes, cintura fina, seus 52 quilos, talvez a melhor explicação que eu tenha para seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=1046&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Faz cinco anos que eu a conheço. Mas nunca imaginei nada. Confesso acreditar que não tinha chance: uma mulher de seus 42 anos mas muito bonita, talvez por ser dona de uma franquia de produtos de beleza, tem 1,70, busto firmes, cintura fina, seus 52 quilos, talvez a melhor explicação que eu tenha para seu tipo de beleza é a do tipo Vera Fischer, aquela beleza que enlouquece e povoa a cabeça dos homens com as fantasias mais loucas&#8230; Como toda mulher perfeita três eram os defeitos: casada, fiel, e muito religiosa o que extermina as chances de qualquer um.</p>
<p style="text-align:justify;">Então comecei namorar com uma garota da religião dela, e soube que o marido dela já havia traído Ida milhares de vezes, e que ela não se separou dele por causa da religião, uma mulher deve fazer tudo para manter o casamento na religião deles&#8230; Os &#8220;chefes&#8221; da igreja apregoavam isso.<span id="more-1046"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Passado algum tempo, num dos encontros profissionais com ela comecei a puxar papo. Papo vai, papo vem, confessei meu interesse por ela: ela se surpreendeu e me disse que eu era muito novo, 26 anos e que ela era casada e traição nunca. Sabendo do casos do marido dela, perguntei se ela era feliz, se o marido dela valorizava a mulher maravilhosa que ele tinha, e tudo mais que eu sabia que ela era&#8230; E se ela tinha certeza que ele era tão fiel a ela como ela a ele??? Ela ficou em silêncio e pôs-se a chorar (eu a acalmei e a abracei) então ela disse que não poderia conversar a respeito ali, que deveríamos conversar depois&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Após os compromissos, fui até o escritório dela, era final de tarde o expediente já tinha acabado&#8230; Encontrei-a vestida com a classe de sempre, saia, sobretudo, como uma mulher de negócios. retomamos a conversa, ela disse que sabia que seu marido não lhe era fiel, mas que nunca poderia permitir que outro homem a tocasse, pois caso contrário seria expulsa da sua igreja&#8230; Perguntei se ela não conheceu outros homens além do seu marido e se ela tinha casado virgem&#8230; Ela respondeu que só permitiu que seu marido a tocasse, mas que não casou virgem&#8230; Não entendi e ela explicou&#8230; Contou quando tinha 15 anos foi estuprada por um homem mais velho e que por ter sido forçada a igreja a perdoou e não a expulsou&#8230; Nessa hora ela começou a chorar&#8230; Eu cheguei mais perto dela, abracei e dei um beijo&#8230; Ela relutou mas foi deixando, acariciei seus seios por cima da roupa senti seu corpo tremer&#8230; Mas ela deu um salto e disse que não&#8230; Nessa hora eu me lembrei do que ela havia contado, a abracei forte, torci seu braço e por trás dela aplicando a chave de braço perguntei no ouvido:</p>
<p style="text-align:justify;">- Se você for forçada, pode se vingar de seu marido sem ser expulsa não pode??? Eles não te podem te expulsar se você for estuprada podem?</p>
<p style="text-align:justify;">Ela respondeu que não com a cabeça e parou de fazer força para se para se libertar. Peguei o fio do telefone, amarrei seu pulsos, coloquei-a deitada de bruços numa mesa grande&#8230; Peguei um abridor de cartas (o tipo de um punhal) encostei nela e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Se você não fizer o que eu quiser vai se machucar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela olhou para mim assustada e eu pisquei para ela&#8230; Ela sorriu aliviada com olhos de cumplicidade. Por um segundo delirei, a mulher que eu desejei ali a minha mercê&#8230; Virei-a de frente para mim, abri o sobretudo, a blusa, passei a mão nos seios, tirei-os para fora e chupei&#8230; Chupava e beijava os seios e a barriga&#8230; Desci e fui tirando a saia ela lá deitada delirando, amarrada, só de calcinha e blusa e sobretudo abertos&#8230; Quando afastei a calcinha e suguei seus sexo com a minha boca ela resistiu disse que não que não podia que aquilo não era permitido&#8230; Então eu subiu encostei o objeto cortante no peito dela e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Aqui você não tem querer&#8230; Vai fazer tudo que eu quiser&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E desci e chupei com ferocidade seu sexo&#8230; Ela se contorcia, mordia os próprios lábios, sufocava gemidos, até que eu senti pelo espasmo do seu corpo que ela tinha gozado&#8230; Eu continuei chupando com minha língua áspera e sedenta os espasmos seguintes viram rápido e eu sentia seu corpo suado e mole, sem nenhuma resistência&#8230; Olhei para ela e ela estava chorando&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntei:</p>
<p style="text-align:justify;">- Está tudo bem?&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Tudo&#8230; É que eu nunca tinha sentido isso antes&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso o que???? Prazer????? Gozo?????</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim&#8230; Meu marido quando me procura sobe em cima de mim e termina rápido&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Olhei para ela e só pelo que ela me disse me senti gratificado&#8230; Desatei suas amarras e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- A partir de agora nos só vamos para frente se você quiser, não a estuprarei nem a forçarei &#8211; e fiz menção de sair.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela me segurou e falou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Tira a sua roupa que eu quero você dentro de mim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Retruquei:</p>
<p style="text-align:justify;">- Não&#8230; Tire você a minha roupa&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela tirou com todo cuidado&#8230; quando viu meu pau duro perguntou se poderia pegar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Pegar só não&#8230; Pegar e chupar sim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Chupar?</p>
<p style="text-align:justify;">Interrompi e perguntei:</p>
<p style="text-align:justify;">- Gostou do que sentiu?</p>
<p style="text-align:justify;">Enquando eu a chupava ela disse que sim não quer que eu sinta o mesmo? Ela não reponde nada simplesmente ajoelhou-se e começou a chupar&#8230; Uma boca nervosa&#8230; Sedenta&#8230; Chupava com força&#8230; Como se quisesse engolir meu membro&#8230; Não resisti e gozei&#8230; Jatos fartos e quentes&#8230; Escorreu pela lateral da boca&#8230; Ela engoliu sem que eu pedisse&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Meu pau estava duro com o tesão que eu sentia por aquela fêmea a cinco anos ele estava tão duro que eu achei que nunca mais fosse amolecer&#8230; Coloquei-a encostada na mesa com a barriga apoiada&#8230; Tirei a calcinha de vez (estava só afastada)&#8230; Afastei suas pernas&#8230; Encostei meu pau na entrada e fui pressionando até me acomodar totalmente&#8230; Depois comecei a bombear&#8230; A entrar e sair&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ah que tesão nunca tinha sentido tanto tesão nem quando comi minha prima, minha irmãzinha ou a mãe da minha namorada!!!! Era inexplicável&#8230; A cada penetrada sentia que estava no paraíso&#8230; Olhava para ela e via a transformação acontecendo&#8230; Os olhos viravam a feição mudava, de santa para puta&#8230; Os gemidos ficavam mais altos e ela gozava uma, duas, três vezes até desfalecer&#8230; Eu não tinha gozado dentro dela&#8230; Deitamos no chão e meu pau continuava duro&#8230; Ela comentou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você está animadinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você me faz ficar assim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Não gozou?</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu não&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Pena&#8230; O que eu posso fazer para você gozar de novo?</p>
<p style="text-align:justify;">- Sua bundinha&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela olhou para mim, num silêncio de 3 segundos e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Nunca fiz assim, mas você não merece que eu recuse esse seu prazer&#8230; por outro lado minha igreja acha isso sodomia&#8230; Eu não posso&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Nem que você seja forçada?&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela riu.</p>
<p style="text-align:justify;">- Se me forçarem não posso fazer nada&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Eu pedii para ela colocar as mão para trás. Amarrei com o fio, levantamos, encostei-a na escrivaninha com a bunda virada para mim&#8230; Peguei meu sinto e amarrei o tornozelo dela com ele no pé da escrivaninha e o outro tornozelo com o fio do telefone. Quando terminei e olhei para cima vi ela toda aberta me esperando e aquela bunda linda&#8230; Fiquei contemplando a bunda e masturbando a vagina&#8230; Beijava o cuzinho e fazia carícias na vagina enfiava um dedo na buceta e um no cuzinho&#8230; Simulava penetrações com os dedos&#8230; Forçava para dentro&#8230; Sentia o meu dedo alargando aquele rabinho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela dizia:</p>
<p style="text-align:justify;">- Meu marido sempre quis e nunca conseguiu&#8230; Agora ele vai ser seu&#8230; Só seu&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Quando eu ouvi aquilo fui tomado por um espírito animalesco&#8230; Coloquei meu pau na entrada de seu cuzinho e enfiei de um vez só&#8230; Seu rosto trocou de cor, ela me olhou com um olhar de desespero com se acabasse de ser esfaqueada&#8230; Enfiei de novo sem dó nem piedade tinha a me transformado num animal, mais rápido e com mais força, mais rápido e mais forte, os olhos dela lacrimejam, mas eu era me fazia de surdo, só fodia&#8230; E com muita força. E num instante ela me perguntou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você me deseja?</p>
<p style="text-align:justify;">Eu respondi:</p>
<p style="text-align:justify;">- Muito e com muita força, perco até a noção, tô sendo violento?</p>
<p style="text-align:justify;">Ela disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Não sinto dor&#8230; mas me sinto desejada&#8230; Como nunca&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Gosta de se sentir violada?</p>
<p style="text-align:justify;">- Amo&#8230; Me fode meu macho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Fode esse cu que é só seu&#8230; Me fode&#8230; Lava esse rabinho com seu esperma&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa hora eu não resisti e gozei&#8230; Meu gozo saía do meu pau como se levasse minha alma junto gozei e meu corpo entrou numa convulsão&#8230; Ela gozou também&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de refeitos ela disse que seu gozo anal fora mais forte e que queria que eu sempre a comesse pelo cuzinho&#8230; Eu perguntei:</p>
<p style="text-align:justify;">- Sempre?</p>
<p style="text-align:justify;">Ela:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você pode me estuprar quando você quiser&#8230;</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Maxwell</strong></em></p>
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		<title>Ajudando a irmã do Sr. Prior com a mobília</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ribeiradas]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação]]></category>

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		<description><![CDATA[A aldeia onde costumava passar as minhas férias, com as minhas tias, era sede de paróquia, o que implicava ter uma igreja paroquial, uma residência paroquial e um Pároco residente.
O Pároco era um bonacheirão que queria cumprir com as suas obrigações religiosas e, nos tempos livres, aceitar uns convites para boas refeições nas melhores mesas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=986&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">A aldeia onde costumava passar as minhas férias, com as minhas tias, era sede de paróquia, o que implicava ter uma igreja paroquial, uma residência paroquial e um Pároco residente.</p>
<p style="text-align:justify;">O Pároco era um bonacheirão que queria cumprir com as suas obrigações religiosas e, nos tempos livres, aceitar uns convites para boas refeições nas melhores mesas da paróquia.</p>
<p style="text-align:justify;">Com ele morava uma irmã, já quarentona que, diziam pela aldeia, que tinha ficado solteira depois de ter sido enganada por um Oficial de Cavalaria que, afinal era casado.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta irmã, de nome Almerinda era uma mulher de estatura média. Cheiinha, dona de um generoso par de mamas, que o decote do vestido deixava adivinhar. Gostava de lhe ver um vestido de seda, azul, às flores que, além do decote generoso (dentro da decência), desenhava-lhe na perfeição a cintura e as curvas das ancas. Era realmente um bocadinho gordinha, mas transpirava saúde.<span id="more-986"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Naquele dia estava bastante calor. O risquinho entre mamas, que o decote não escondia estava pejado de gotinhas de transpiração que dava vontade de limpar. O soutien, ainda que necessáriamente forte, para segurar aqueles dois belos melões, não conseguia manter ocultos uns explendorosos mamilos que, de tão salientes, ameaçavam furar vestido e saltar cá para fora.</p>
<p style="text-align:justify;">As minhas Tias adoravam convidar o Sr. Prior para almoçar lá em casa. Parece que a presença dele santificava a casa por algum tempo, como se fosse um desodorizante a retirar o cheiro a pecado latente. Já não gostavam tanto de convidar a mana Almerinda, porque esta era muito tagarela e tinha o condão de deixar o padre calado. Convidavam-na de vez em quando, para não parecer mal, mas quando podiam, evitavam-na.</p>
<p style="text-align:justify;">Dona Almerinda gostava muito de mim. Eu era um menino da cidade, que só por lá aparecia no Verão. Estava agora com 18 anos e era caloiro na universidade. Tinha uma apresentação, um trato e uma conversa diferente dos rapazes da terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Tinha acabado a Missa. Cá fora parecia uma feira. A aldeia estava em peso no adro, onde se juntavam muitos comerciantes. Vendia-se Termoços, Pevides e Pinhões. Vendia-se enchidos e queijo. Galinhas e ovos. Hortaliças. Ajustavam-se serviços. Era ali que se encontrava o homem a quem se ajustava a limpeza do Poço, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui comprimentar Dona Almerinda, como mandava a boa educação. Pelo menos, os beijinhos dela não picavam como os da beata-mor da aldeia que tinha alguns pelos faciais de fazer inveja a um Guarda Republicano.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois dos tagatés do costume, a irmã do Cura faz-me um pedido: &#8211; Sabes? Desmontei a mobília do meu quarto para o encerar. Agora não consigo montar o Roupeiro sozinha. O meu irmão anda com problemas de coluna e ainda por cima vai para um retiro em Fátima. Se quiseres ser um anjo, vais lá a casa esta tarde, para me dar uma mãozinha&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro que sim, respondi eu. – Vou lá depois do almoço. Eu até simpatizava com a senhora e um pedido de ajuda destes, era feio recusar.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois do almoço, peguei na minha bicicleta, fiz uma escala no café do adro da igreja e rumei à residência paroquial.</p>
<p style="text-align:justify;">Duas pancadinhas na aldraba e lá apareceu Dona Almerinda, de avental. – Entra! Disse ela. – Estou só a acabar de arrumar a cozinha. Deixou-me na sala, por um instante, voltando de seguida, já sem avental. Trazia uma espécie de bata de andar em casa. De um tecido cinzento claro, fininho, abotoado à frente, de cima a baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">Puxou-me por um braço, levando-me para um corredor algo sombrio. Abriu a porta do quarto. Lá dentro tinha uma grande Cama antiga, de madeira escura, cheia de trabalhados. Tinha também duas Mesas de Cabeceira. Percebi então que o móvel que tinha visto na sala, era a grande Cómoda que pertencia à mobília, mas não cabia no quarto.</p>
<p style="text-align:justify;">No corredor, estava o enorme Roupeiro desmontado. Tinha três portas. A do meio, maior que as outras tinha um espelho maior do que eu e parecia pesar uma tonelada.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os dois, começámos a arrastar para dentro do quarto a base do Roupeiro e, de seguida as laterais,os fundos e as portas. Foi muito complicado. Aquilo era trabalho para três ou quatro homens. Entre os dois, tornou-se tarefa quase impossível. Mas conseguimos. Quando acabei de apertar o último parafuso, a minha transpiração caía com tal abundância, que se ouvia as gotas a cair no chão. Dona Almerinda, também estava toda transpirada, com a bata toda molhada e colada ao corpo, numa transparência que mexeu comigo&#8230; Também o cabelo de Dona Almerinda estava encharcado, parecia que tinha metido a cabeça dentro de água.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando desci do Roupeiro, ouvi a exclamação dela. – Meu Deus, como tu estás. Não podes ir para casa assim. Tira a camisa que te vou buscar uma toalha. Deves ter sede. Queres um copo de água?</p>
<p style="text-align:justify;">Agradeci. Tirei a camisa e fiquei à espera. Dona Almerinda regressa e estende-me um copo de água fresca. Comecei a beber devagar, enquanto ela própria me ia passando a toalha pelo tronco. Segurou-me um ombro com uma mão, enquanto a outra me massajava as contas com a toalha. Senti algo de estranho, na situação. Ela estava a demorar muito mais do que o necessário, naquela operação. Depois virou-me, para me limpar pela frente. Reparei como estava ruborizada. Também ela encharcada e com o cabelo e a bata colados à pele. Passei os meus dedos ao de leve pelo cabelo dela e disse: &#8211; A Dona Almerinda também está como eu&#8230; deixe-me secá-la. E dito isto, peguei na toalha, enquanto a mão dela tinha ficado colada ao meu peito e comecei a limpar-lhe o pescoço. Do pescoço fui alargando o gesto para o decote e, com naturalidade desapertei o botão de cima da bata, permitindo explorar tudo o que o soutien deixava ver. Senti que ela estava a desfrutar, como que paralizada de prazer. Desapertei mais dois botões da bata, deixando o soutien todo à mostra. Fingi que não estava a olhar para o soutien e comecei a limpar abaixo do soutien, para logo desapertar os botões que faltavam na bata. Nesta altura, a outra mão de Dona Almerinda procurou o meu corpo e pousou no meu outro ombro. A minha mão voltou para o decote, mas agora começou a querer limpar a parte oculta pelo soutien. Dona Almerinda estava nitidamente a gostar, mas olhava para baixo. Não sei se envergonhada ou se já a ver o estado de excitação das minhas calças. Peguei-lhe no queixo, puxei para cima e beijei-a na boca. Julguei que ela tinha enlouquecido. Abraçou-me com tanta força, que quase me espremia. Senti que as pernas dela também davam um jeito para me abraçar. Correspondi ao abraço dela, tentando aproveitar para lhe desapertar o soutien. Devo confessar que me atrapalhei. Ou o soutien era muito complicado, ou eu muito desajeitado, pois se não fosse a pronta intervenção da dona, acho que a esta hora ainda lá estava de língua de fora a perder todos os rounds para um soutien que teimava em rir-se de mim. Quando o soutien finalmente caiu, vi aquelas magnificas mamas a olhar para mim com uns inesqueciveis mamilos, para adulto mamar, (que aquilo não cabia na boca de uma criança). Estava a fazer um ano que tinha perdido a virgindade, também às mãos de uma mulher madura, numa aula prática que jamais esquecerei. Sentia-me agora preparado para deixar aquela saudável roliça, ainda mais satisfeita do que havia deixado a outra.</p>
<p style="text-align:justify;">Comecei a beijar-lhe o pescoço e as orelhas, levando-a a contorcer-se de prazer. Puxei-a para a cama e sentei-me lado a lado com ela, ainda que virados um para o outro. Peguei numa das mamas, por baixo e, amparando-a, comecei a lamber e chupar aquele exuberante mamilo, deliciando-me com os suspiros e exclamações de prazer. Empurrei-a suavemente para trás e, com ela deitada de costas, comecei a lamber do mamilo para a base da mama e, dali para o umbigo. Repeti esta operação uma boa dúzia de vezes. Neste espaço de tempo a minha outra mão já tinha descido pelo corpo da minha quarentona e começado a acariciar aquele húmido e felpudo papo que lhe escondia a fendinha que já chorava por mim. Levantei-me um pouco e tirei-lhe as cuecas. Uau! Nunca tinha visto uma pintelheira tão farta. Era uma autentica floresta tropical.</p>
<p style="text-align:justify;">A minha boca voltou para o circuíto, mamilo, mama, umbigo. A outra mão brincava com os pintelhos e ia fazendo uma investidas para a fenda, até que encontrou a passagem e lá entrou um dedo, que parecia escorregar num vale cheio de clara de ovo escorregadia, que convidava a não parar de entrar. Enquanto o meu dedo entrava e saía daquele pedaço de desejo e massajava aquele belíssimo clitóris, a minha boca abraçou o mamilo e comeu-o com uma série de chupadelas suaves, ajudadas pela língua. De repente, senti um líquido a libertar-se do mamilo. Daria leite? Senti a fenda a dilatar-se e uma secreção a escorrer-me para a mão enquanto Dona Almerinda atirava a cabeça para trás e gemia uns “ohhhs” que me deixaram louco. Parecia que nunca mais ia parar de se vir&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Deixei-a descansar por uns instantes, enquanto despi as minhas calças e cuecas. Do meu artista, escorria um fio de baba, em homenagem a tanta excitação. Peguei na mão dela e levei-a a pegar-lhe. Pareceu-me pouco à vontade. Voltei a fazer umas festas no papinho felpudo e voltei a beijar o umbigo. Só que desta vez, em vez de passear até à mama, fui descendo até à pintelheira. Continuava a parecer pouco à vontade, mas não parecia querer parar. Abri-lhe as pernas e dei-lhe um beijo nos lábios da fendinha, aproveitando logo para meter a língua por ali dentro. Poisou as mãos na minha cabeça e disse: &#8211; Que delícia!, Nunca tinha experimentado nada tão bom! Ai, faz mais! Fui lambendo e chupando aquela fendinha toda, a toda a volta, penetrando de vez em quando com a língua toda esticada. Só ouvia repetidamente: &#8211; ai, tão bom! Levantei-lhe ambas as pernas, dobrando os joelhos e fazendo-as pender para cima do corpo, virando os buraquinhos bem para cima. Dei mais três lambidelas na fendinha e deixei-me descair para o ânus. Lambusei-lhe o ânus todo, lambendo com carinho. Passava a língua toda naquele cuzinho deixando muita saliva. Simulei depois que lhe enfiava a língua no cuzinho. A lenga lenga do “ai tão bom! Que delícia!” subiu de tom. A mulher estava prestes a rebentar.</p>
<p style="text-align:justify;">Rebolei para o lado, na cama e convidei-a para montar em cima de mim. Não precisei de dizer duas vezes. Com um joelho de cada lado das minhas ancas, pegou-me no coiso e enfiou-o por ela a dentro, onde realmente não havia nenhum obstáculo a travá-lo. Orientando-a com as mãos e enfiado dentro dela, tão fundo que lhe sentia perfeitamente o colo do útero contra a cabeçorra, levei-a a começar um exercício de roça, roça, para a frente e para trás, em cima de mim. Não sei se chegou a repetir o movimento umas dez vezes. Soltou um grito que tentou abafar, levando a mão à boca e explodiu num orgasmo ainda maior do que o outro. Nunca que vi uma mulher que se viesse de forma tão espectacular. Valia a pena faze-la vir-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando parou, deitou-se para o lado e exclamou: &#8211; Tu és maravilhoso! Tu és mágico!</p>
<p style="text-align:justify;">Agora foi ela que, já mais à vontade, levou a mão ao meu excitadíssimo martelo e o começou a acariciar. Para meu espanto, como que para me retribuir, inclinou-se sobre mim e começou a beijar aquele rolo cada vez mais latejante. Era dinamite pura. Meteu-o na boca. Ainda hoje me pergunto se aquilo era tudo instinto ou se, afinal era uma maluca cheia de experiência. A verdade é que, seja pelos lábios carnudos, seja pela saliva que tinha na boca, seja pela ligeira sucção com que acompanhava os movimentos, fez subir em mim uma onda de prazer indescritível. Mal tive tempo de anunciar: &#8211; Ai, que me estou a vir! Ohhhhhh! Ohhhhhh! Enchi-a de leite. Agora era eu que não parava de me vir. Para completar a loucura, a gulosa bebeu-me todo. Engoliu aquilo tudo e deixou-me o cacete limpinho.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Ribeiradas</strong></em></p>
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		<title>Chantagista e cafetão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 12:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Daniel]]></category>
		<category><![CDATA[incesto]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação sexual, virgens]]></category>
		<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[boquete]]></category>
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		<category><![CDATA[virgem]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou na garagem
Eu tinha dezassete anos quando a minha vida mudou. A minha e a da minha irmã, dois anos mais velha que eu. Ela era um mulherão e, com o seu metro setenta de altura e cheia de carne, deixava todo mundo maluco. Mas ela pouco saía com namorados e uma vez me confidenciou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=933&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h2 style="text-align:justify;">Começou na garagem</h2>
<p style="text-align:justify;">Eu tinha dezassete anos quando a minha vida mudou. A minha e a da minha irmã, dois anos mais velha que eu. Ela era um mulherão e, com o seu metro setenta de altura e cheia de carne, deixava todo mundo maluco. Mas ela pouco saía com namorados e uma vez me confidenciou que ainda era virgem.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, o fato é que no começo daquele ano, ela conseguiu um estágio de meio expediente. Estudava na faculdade de manhã e ia trabalhar de tarde. O dinheiro não era muito mas o patrão dela morava no nosso edifício, de modo que ela tinha até carona na volta do trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Então eu comecei a notar que ela passara a usar roupas moderninhas e caras, ténis importado e outras coisinhas assim. O salário dela não dava pra gastar com luxo e eu resolvi fuçar um pouco a vida dela. Mas ela quase não saía de casa, nem mesmo nos fins de semana&#8230; eu já estava desanimado quando notei que, do momento em que o carro do patrão dela entrava na garagem até a hora que ela chegava em casa, passavam mais de quinze minutos.<span id="more-933"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Logo no dia seguinte, peguei minha câmara digital e desci para a garagem um pouco antes da hora que ela chegava e fiquei escondido num cantinho escuro. Se eles estivessem se beijando, eu tinha de ser rápido pra dar o flagrante.</p>
<p style="text-align:justify;">Passados uns minutos, o carro entrou e estacionou na vaga. Os dois não saíram do carro, mas também não se beijavam. Apenas conversaram um pouco e eu estava achando que não ia dar em nada quando a minha irmã botou a mão no colo do coroa e puxou o pau dele pra fora! por essa eu não esperava, que puta!</p>
<p style="text-align:justify;">Já ia chegar perto para fotografar quando ela se abaixou e enfiou a piroca na boca. Eu fiquei muito puto, mas resolvi esperar acabar o boquete. De repente eu ouvi o cara gemer &#8220;<em>eu vou gozar, chupa putinha, engole tudo&#8221; </em>e se acabou na boca da minha irmã. Eu saí do meu esconderijo e cheguei na janela do carro, bati uma foto. Eles se assustaram com o flash mas antes que percebessem o que estava acontecendo, bati mais uma. A essa altura, a minha irmã tinha se levantado e dava pra ver bem que ela estava com a boca lambuzada do gozo do cara e também que tinha umas notas na mão.<br />
Abri a porta e arranquei minha irmã pra fora do carro.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Desce sua puta!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Pára, maninho, não é nada do que você está pensando!</p>
<p style="text-align:justify;">Dei um tapa na cara dela, bem estalado. Ela começou a chorar. A essa altura, o coroa já tinha sumido, o filho da puta.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quanto ele te deu? mostra!</p>
<p style="text-align:justify;">Ela esticou a mão e mostrou duas notas de cinquenta.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Ele te dá cem reais por boquete?</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Por favor, Daniel, vamos pra casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Dei-lhe outro tapa. Eu estava realmente furioso com ela.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Depois que você me contar, nós vamos. Responde, sua vagabunda.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dá sim, mas não é todo dia. Quando ele programa de trepar com a mulher dele, ele só passa a mão nas minhas coxas mas não rola nada. Senão ele não aguenta com a mulher, sabe. Ele já tem mais de sessenta anos. Por favor, maninho, vamos pra casa, pode chegar alguém e desconfiar.</p>
<p style="text-align:justify;">Concordei e fomos. No elevador, ela perguntou o que eu ia fazer.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não sei, acho que vou mostrar as fotos pro papai&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela se agarrou no meu pescoço chorando.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não faz isso não, maninho, pelo amor de Deus, ele me expulsa de casa, por favor, tem pena de mim.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você não acha que é isso que você merece? porque não entra logo num puteiro? sua vagaba metida a santinha. E ainda tem coragem de me dizer que é cabaço!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Sou sim, maninho, eu juro. Por favor, eu te pago mas você não fala nada, você vai estragar a nossa vida.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Paga como? você gasta tudo com essas roupas e extravagâncias.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Gasto nada, isso é que ele me dá por fora, ele é que faz questão que eu me vista assim moderninha.</p>
<p style="text-align:justify;">A essa altura, o elevador tinha chegado. Entramos e ela foi beijar papai e mamãe. Eu fui direto para o meu quarto e liguei o computador. Logo depois ela entrou. Dei mais um tapa na cara dela.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Podia ter lavado boca antes de beijar os velhos. É até pecado chegar perto deles com a boca cheia de porra daquele babão!</p>
<p style="text-align:justify;">Vai tomar um banho e volta aqui pra acabarmos de resolver o teu caso.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela baixou a cabeça e saiu chorando baixinho. Eu não conseguia sentir pena dela, estava com muita raiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ela saiu do banho, o jantar já estava na mesa, de modo que só entramos novamente no meu quarto às nove horas. &#8220;<em>É até bom, </em>pensei<em>, a essa hora eles ficam vendo novela e não nos interrompem.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Sentamos em frente ao computador e eu mandei ela entrar na conta dela. Aí seus olhos brilharam:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Então você vai aceitar a minha proposta?</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Por enquanto vou.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, deleta as fotos da máquina, por favor.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Cala a boca e abre a tua conta no banco.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela digitou os dados e foi direto para os saldos. Eu quase caí pra trás: oitocentos reais na conta corrente e mais de seis mil na poupança. Quanta porra ela já devia ter engolido daquele velho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Falei para ela clicar em &#8220;<em>Transferências</em>&#8221; e ditei os dados da minha conta. Ela obedeceu sem falar nada. No fim, perguntou:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quanto, Daniel?</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quanto o que?</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quanto você vai querer?</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tudo. Transfere o dinheiro todo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Mas Dani, eu perdi o emprego, não vou ter nem pra ir a um cinema&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quando você precisar, me pede. Daqui pra frente, você vai comer na minha mão, sua putinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela não disse mais nada. Preencheu o valor com o total da poupança e da conta corrente, até o último centavo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Posso ir agora?</p>
<p style="text-align:justify;">Fiz que sim com a cabeça, sem olhar para ela. Quando ela já estava na porta do quarto, me lembrei.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Daniela, me traz também os cem reais que estavam na tua mão lá na garagem. Não quero você andando com dinheiro por aí.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Tomando posse</h2>
<p style="text-align:justify;">Acordei no meio da madrugada com um pesadelo. A minha irmãzinha, que eu supunha tão pura, estava ajoelhada entre as coxas do velho babão, com a piroca dele enterrada na garganta. Os dois estavam nus e ele gemia e xingava a Daniela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Chupa bem, minha putinha, é pra isso que eu te quero, pra me fazer gozar bastante. Balança essa bunda gostosa pra eu ver, vadiazinha, um dia eu ainda vou arrancar esse teu cabaço.</p>
<p style="text-align:justify;">E se abanava com um leque de notas de cinquenta reais, esfregava o dinheiro na cara dela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Só depende de você, ser minha puta completa, Danizinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela esticava a mão pra cima tentando pegar o dinheiro enquanto mamava o caralho do cara, que já começava a gozar. Então, ela olhava para mim e mostrava a boca toda esporrada.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quer também, maninho? quer gozar na minha boca?</p>
<p style="text-align:justify;">Pulei da cama, liguei o computador e fui tomar um banho frio. Quando voltei, passei as duas fotos da câmera para a máquina e fiquei olhando. Relembrei cada segundo em que ela mamava o pau do patrão e lembrei da última frase dela no meu pesadelo. Ela perguntava se eu queria. E porque não? afinal, eu tomei o dinheiro dela, eu era dono dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Coitada dela se me contrariasse&#8230; O velho não era mais o macho dela, agora eu ia tomar o lugar dele&#8230; é isso mesmo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Entrei no quarto dela. Ela dormia serenamente, como se não tivesse acontecido nada. Que delicia de corpo, só de calcinha bem cavada e uma camiseta. Sentei na cama e fiquei olhando, depois passei a mão entre suas coxas, que estavam entreabertas. Aquela bunda enorme, firme&#8230; coloquei dois dedos dentro da calcinha, bem perto do buraquinho do cu dela, quando&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, o que é que você está fazendo?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela tinha acordado e não estava gostando de me ver mexendo em seu corpo. Eu ia me justificar e sair de fininho mas pensei &#8220;<em>que merda, ela é que está errada&#8221;</em>. Continuei alisando a bunda dela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Ora, o que é que eu estou fazendo&#8230; estou passando a mão no teu rabo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Sai já daqui senão eu começo a gritar!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tudo bem, grita. Quando papai chegar aqui, vai fazer a mesma pergunta, &#8220;<em>o que é que você está fazendo aqui?&#8221;</em> e eu vou ter de contar tudo pra ele&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela voltou a chorar. Eu imaginava como ela se sentia, sem saída, indefesa contra os meus avanços. Senti um pouquinho de pena, mas não deixei que ela percebesse.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vamos, pára com isso. Eu vou te dizer porque foi que te acordei. Eu não estou conseguindo dormir, só pensando em como você deve chupar gostoso para aquele velho te pagar tanto. Já bati uma punheta mas o pau continua duro, olha só.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Peguei a mão dela e a pousei em cima do meu pau, que estava explodindo de tesao. Foi aí que ela percebeu que eu estava nu.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, por favor, vai se vestir&#8230; nós somos irmãos&#8230; por favor não me obriga a pegar no teu pau&#8230;. solta a minha mão, Dani&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eu estava guiando a mão dela, simulando o movimento de uma masturbação. Sentei bem perto do seu rosto e comecei a acariciá-lo. Coloquei um dedo na sua boca, ela não reagiu. Continuava a me masturbar lentamente, enquanto eu passava o dedo pelos seus dentes, suas gengivas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Agora eu vou tirar o dedo da tua boca e colocar a piroca pra você pagar um boquete bem gostoso.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não faz isso comigo, maninho, isso é pecado, nós somos irmãos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você fecha os olhos e imagina que está engolindo o caralho do teu ex-patrão, sua putinha. Vamos, começa a trabalhar!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sentei em cima do seu travesseiro, com as pernas abertas, a cabeça dela entre as minhas coxas. Ela chorava, olhando para mim e murmurando &#8220;<em>nós somos irmãos, Dani&#8221;</em>. Ficamos assim durante um tempo, eu calado e ela chorando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Quando ela percebeu que não tinha outro jeito, pegou o meu pau e começou a lamber a cabeça. Agarrei seus cabelos e forcei a piroca para dentro da boca, até que ela engasgasse. Ela não se queixou, apenas continuou me chupando. Ela fazia tudo sem prazer, mas eu estava gostando, justamente por isso. Aos poucos, eu ia domar aquela vagabunda.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por um instante, ela tirou o pau da boca e pediu:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, não goza na minha boca&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Porque não? você está cansada de engolir a porra do velho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você é meu irmão, é diferente&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Na hora eu resolvo. Vamos, chupa logo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Não foi um boquete legal, mas eu compreendi. Ela estava nervosa, agindo contra a vontade. Mas foi até melhor, porque senão eu acabava gozando rapidinho, de tanto tesão que estava. Na hora de gozar, segurei a cabeça dela com as duas mãos e só soltei depois de esporrar tudo. Ela deixou escapar alguma coisa nos meus pentelhos, mas engoliu quase tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Na penumbra do quarto dava para ver as lágrimas rolando pelo seu rostinho. Eu ia consolá-la mas achei melhor dar uma de durão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Essa mamada não valeu, putinha. Vamos ver se amanhã você melhora.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Na noite seguinte, esperei até ter certeza que os velhos estavam dormindo e fui para o quarto da Daniela. Puta que pariu, a porta estava trancada! Voltei para o quarto e mandei um e-mail para ela com as fotos e um recado: <em>&#8220;Amanhã vai para o escritório do papai&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela costumava usar o computador na parte da tarde, quando eu estava no colégio. Só de sacanagem, fui a um cinema depois da aula e fiz um lanche na rua. Quando cheguei em casa, ela estava me esperando na portaria.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, o que é que você quer? você vai me deixar maluca, maninho&#8230;. não me maltrata assim&#8230; o que é que você quer, diz que eu faço&#8230; mas não manda aquelas porcarias pro papai, ele me mata&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; O que é que eu quero? você é bem debochada, sua vagabunda. Trancou a porta na minha cara e ainda pergunta o que é que eu quero hahaha&#8230; fica fria, que eu só vou mandar o e-mail na segunda feira. Não quero que você seja expulsa de casa no meio da semana&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O elevador estava descendo e logo ia aparecer gente. Era a velhinha do nono andar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Ela torceu o pé na entrada &#8211; expliquei para justificar o choro da minha irmã.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Entramos no elevador e eu dei dois tapas na cara dela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você não sabe o que é que eu quero, sua burra? vou te explicar de novo. Quando todos estiverem dormindo, eu vou te visitar e você vai me pagar o boquete mais gostoso da minha vida. Entendeu bem? o mais gostoso. Se eu não gozar muito, você já sabe o que é que vai acontecer.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela me abraçou.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tá bem, Dani, eu vou fazer você gozar muito, eu prometo.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu pau estava explodindo de tão duro, entre as coxas dela. Pousei as mãos na sua bunda e a puxei mais para mim. <em>&#8220;Como ela é gostosa&#8221;,</em> pensei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Já era quase meia-noite quando entrei nu no quarto dela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Pensei que você estava dormindo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Eu não consegui. Estou muito nervosa, maninho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Deitei ao seu lado e a abracei. O baby-doll estava quase na altura da barriga e eu coloquei a mão no meio das coxas roliças. Subi até alcançar a boceta dela, por cima da calcinha. Ela tentou se afastar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Aí não, maninho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você é cabaço mesmo?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Sou sim, eu juro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Deixa eu ver.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E forcei o dedo na direção da vagina. Ela deu um pulo para trás.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vem maninho, deixa eu chupar teu pau. Você vai gozar como nunca, deixa eu te chupar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E realmente eu gozei. Não uma vez nem duas. Foram três esporradas deliciosas na boca da minha irmã. Eu tinha planejado tirar a calcinha dela, conferir aquele cabaço&#8230; que nada, na hora, nem pensei em pegar nos peitões dela. Fiquei só deitado e ela chupando,&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Na noite da sexta-feira eu peguei no sono e acordei com ela deitada do meu lado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Oi, maninho, não quis hoje?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Claro que quero. É que eu peguei no sono. Veio se garantir, é, putinha? Ta com medo que eu conte?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não fala assim, Dani. Eu&#8230; eu&#8230; acho que estou gostando de chupar o teu pau&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Nem respondi. Empurrei o rosto dela na direção do meu pau e ganhei mais uma chupeta de enlouquecer.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sábado, nove horas da manhã. Estou acabando de tomar meu café com meus pais quando minha irmã entra na sala. Estava um tesão, com um shortinho enfiado no rego e um sutiã de biquíni. Beijou meus pais, deu um <em>&#8220;oi&#8221;</em> para mim e sentou para comer alguma coisa.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Terminei o meu café e fui até o banheiro. Quando estava saindo, ela vinha chegando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vai no meu quarto, quero falar com você. &#8211; eu disse baixinho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em menos de dois minutos, ela estava lá.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; O que foi, maninho? alguma coisa errada?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Acho que sim. Aonde é que você vai assim pelada?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Calma, eu vou vestir uma blusa por cima. Vou à praia com o pessoal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Então é assim? <em>&#8220;Vou à praia com o pessoal&#8221;</em>? não pede a minha permissão nem nada? se a gente estivesse só em casa eu te dava uma surra, sua puta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela fez cara de choro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Puxa, Dani, desculpa, eu nem pensei&#8230; desculpa&#8230; eu nem lembrei&#8230; você deixa eu ir? é aquela turma que você conhece&#8230; na boa&#8230; sem maldade&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tira o short, eu quero ver esse biquíni como é.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela obedeceu e eu tive de fazer força para não dar a perceber que estava morto de tesão. Ela tinha um corpo realmente monumental. Os seios grandes, querendo pular do sutiã&#8230; as coxas grossas, nem a luz passava entre elas. A parte de baixo do biquíni era uma tanga minúscula, amarrada nos dois lados dos quadris.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Levantei e peguei a minha câmara digital.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Faz umas poses para mim</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, o que é que você vai fazer?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tirar umas fotos tuas, não posso? está com vergonha de que? os outros não vão te ver assim na praia?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tudo bem, como você quer que eu faça?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Bota um sorriso bem bonito e começa a se mexer enquanto eu fotografo. Assim, mãos na cintura&#8230; vira de costas&#8230; puta que pariu, que bunda você tem&#8230; põe a mão na bunda e vira o rosto pra cá&#8230; assim, um sorriso sacana&#8230; de frente agora. separa os pés&#8230; isso&#8230; passa a mão nas coxas&#8230; na parte interna&#8230;. sobe a mão até a boceta&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, aí já é foto de sacanagem&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vai obedecer?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vou&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tirei fotos até cansar. Tive vontade de botá-la nua, mas fiquei com medo de um dos meus pais aparecerem de repente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você tem de levar um dinheiro para a praia.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não precisa, eu só tomo uma água de coco e os homens é que pagam.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Peguei uma nota de vinte e botei na mão dela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você tem macho, não precisa que te paguem nada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Passei a mão nos peitos dela. O tesao era demais&#8230; &#8220;<em>porra, fodam-se os velhos&#8221;</em>. Fui até a porta do quarto e passei a chave.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Abri a braguilha da bermuda, puxei o pau pra fora e sentei na cama.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Vem cá, ajoelha no chão e chupa. Dessa vez eu quero que você me chupe de olhos fechados, entendeu?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela não deve ter entendido, afinal nas vezes anteriores eu mandava ela me chupar olhando para mim. Mas obedeceu. O que ela não podia adivinhar é que eu fiz isso para poder fotografar o boquete do começo ao fim&#8230;</p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;"> O cabaço da minha irmã</span></h2>
<p style="text-align:justify;">Meus pais são muito sistemáticos. Quase não saem à noite durante a semana mas no sábado, vão jantar fora e depois pegam a última sessão no cinema.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Achei que era uma boa hora pra pegar a minha irmã de jeito.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Daniela, você está pensando em sair hoje à noite?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não, maninho, eu vou ficar vendo uns filmes. Se eu tivesse algum programa, te pedia permissão. Você vai sair com a Tânia?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tânia é a minha namorada, mas já estou de saco cheio dela. A gente faz tudo que é putaria, mas ela não libera o cabaço de jeito nenhum. Ela é magrinha e miúda, ao contrário da Daniela. Até que ela procura me agradar, mas a minha irmã chupa muito mais gostoso. Quando ela telefonar, eu vou dizer que só saio se for pra comer a bocetinha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não vou não, to meio enjoado dela. Posso ver os filmes com você? é filme de putaria?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela entrou no banheiro e bateu a porta com força. Eu perguntei só pra sacanear, porque sei que ela detesta pornografia. É, eu sei, arrumei uma puta santinha. Ou vice-versa&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mais tarde, estávamos lanchando e ela continuava emburrada comigo. Nossos pais tinham saído há pouco, depois das habituais recomendações.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Enquanto ela lavava a louça, liguei o computador e fiquei esperando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Oi, Dani, já terminei. Quer ver filme?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Quero sim, mas antes você quer ver as tuas fotos de biquíni? ficaram ótimas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A vaidade feminina é foda. O aborrecimento dela acabou, ela abriu um largo sorriso e veio sentar numa cadeira ao meu lado. Ela estava vestida com um peignoir curtinho e eu apostava que só de calcinha por baixo. Sentada a meu lado, suas coxa esbarrava na minha, que estava de shortinho, sem nada por baixo. Botei uma das mãos na coxa dela e outra no mouse, começando a sessão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">As fotos estavam realmente ótimas. Ela é mesmo muito gostosa e parecia mais uma modelo de revista de sacanagem. Meti a mão entre as coxas dela e ela não reagiu.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Puxa, Dani, que fotos ótimas&#8230; você bota no meu e-mail, tá bem?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Boto, mas vamos deitar um pouco na minha cama. Quero sentir você peladinha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela se levantou indignada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Eu te dou o meu dinheiro, chupo o teu pau mas não vou ser tua puta de cama. Vai procurar aquela galinha que eu sei que te dá o cu.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Essa é minha irmã&#8221;, </em>pensei<em>. &#8220;Abusada, precisando duma disciplina&#8221;. </em>Segurei seu pulso com força, obrigando-a a se sentar novamente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Espera, você ainda não viu tudo.  As fotos melhores vêm agora.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então, apareceu na tela uma foto deliciosa: ela, vista de cima, olhos fechados, lambendo a cabeça do meu pau. Ela deu um grito e começou a chorar, mas eu mandei ela olhar para o monitor.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Tem mais, putinha, eu quero que você curta tudo. Você não disse que gosta de chupar meu cacete?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E as fotos foram desfilando, desde o momento em que ela botou a piroca toda na boca até quando eu gozei. Teve uma em que eu tirei o pau e esguichei um pouco de porra no rosto dela. Quando ela viu essa foto, me abraçou forte, chorando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, até quando você vai me torturar desse jeito? Tem pena de mim, maninho, pára com essa maldade.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Passei um dos braços nas costas dela e, com a mão livre, comecei a desabotoar o penhoar sem que ela sentisse.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Meu anjo, isso só vai parar na hora que você aprender a não ser rebelde. Eu fico puto quando você diz &#8220;<em>não&#8221;</em> para mim. Entenda que você é minha cadelinha e tem de me obedecer.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela chorava e soluçava. Desfiz o abraço e fui deitar na minha cama. Ela se levantou da cadeira e veio em minha direção, já só de calcinha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- É assim que você quer? Eu posso apagar a luz?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não, eu quero te ver. Faz uma coisa, apaga a luz do teto e acende o abajur. Tira a calcinha também, eu quero te ver peladinha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, você vai me estuprar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tirei o short e a puxei para a cama, abraçando-a.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Maninha, como você é gostosa. Tá sentindo o meu pau? deixa eu encaixar ele nas tuas coxas&#8230; não te dá tesão?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não faz isso com a tua irmã, por favor Dani&#8230; por favor&#8230; tiro o pau, eu te chupo bem gostoso, você não quer?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não, hoje eu quero te fazer mulher de verdade. Deixa eu botar nessa boceta, eu não aguento mais de tesão por você, sua puta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ela tentou sair mas eu coloquei a mão em sua boceta carnuda e apertei com força.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Você é safada mesmo, diz que não mas está com essa boceta encharcada de tesão. Está louca pra dar esse cabaço, não está? confessa, vagabunda.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211;Maninho, você está me machucando. Não me aperta assim, dói muito.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Então pede pra eu te foder.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Não. Você é meu irmão, é pecado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Soltei a boceta dela e encostei o pau na entrada da vagina. Comecei a esfregar bem de leve e a atitude dela mudou. Gemia, mas não era de dor, era de tesão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Ai, maninho, assim você me enlouquece&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Pede, vagabunda &#8211; repeti, enquanto apontava bem o cacete na entrada da sua vagina.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Aiiiiii aiiiii&#8230; eu peço sim,&#8230; me fode, maninho, me fode gostoso&#8230; eu quero ser tua puta, só tua&#8230; mete logo, arranca meu cabaço&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Não sei se ela era virgem de verdade. Enfiei o cacete com tanta força que não deu pra sentir se havia alguma coisa no caminho. Ela deu um grito, mas logo voltou a gemer.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Mete, maninho, mete tudo mesmo, me fode&#8230; você tem razão, eu nasci pra ser puta&#8230; tua puta&#8230;. aiiiiiiiii me fode&#8230; mete mais&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Apesar dela estar muito lubrificada, aquela primeira foda não foi fácil. Ela era realmente apertadinha e eu tenho uma piroca bem desenvolvida. Ela rebolava como louca, arranhava as minhas costas e apertava a minha bunda contra ela, no afã de ser completamente penetrada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Apertei e mordi seus seios, enquanto socava cada vez com mais força dentro da sua boceta. Não sei por que, mas queria gozar logo, o mais rápido possível. Parece que ela adivinhou meu pensamento. Acelerou os momentos, enfiou a língua na minha orelha e continuou a falar sacanagens.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Dani, meu amor, eu já estou gozando. Aiiiii Dani, estou sim&#8230; goza também, esporra na minha boceta&#8230;. arromba a tua irmã, é isso que você queria, agora você tem à vontade&#8230; uma puta dentro de casa&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Senti o primeiro jato de porra saindo e era como se fosse um só. Quando eu gozava em sua boca não esporrava uma fração daquilo que estava inundando a boceta da minha irmã. Bombeei, bombei, até sentir dor na cabeça do pau. Então, despenquei a cabeça em seu ombro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Então, putinha? gozou?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8211; Demais, Dani, eu nunca pensei que fosse tão bom&#8230; chegou a doer&#8230; está até doendo de tão gostoso&#8230;. meu macho&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">De repente, um barulho nos tirou do nosso devaneio. Não ouvimos a porta se abrir, mas a gargalhada da minha mãe era bem clara. Meu pai devia ter contado alguma sacanagem para ela e foi isso que nos salvou. Saí de cima da minha irmã e a botei para fora do quarto, quase que aos tapas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Apaguei a luz e tranquei a porta antes mesmo de meus pais acenderem a luz da sala. Ainda deu tempo de ouvir a porta do banheiro se trancando atrás da minha irmã.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No escuro, juntei as roupas dela, coloquei embaixo do travesseiro e me deitei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Ela que se foda&#8221;</em>, pensei.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Daniel</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:2183px;width:1px;height:1px;text-align:justify;"><strong>Acordei no meio da madrugada com um pesadelo. A minha irmãzinha, que eu supunha tão pura, estava ajoelhada entre as coxas do velho babão, com a piroca dele enterrada na garganta. Os dois estavam nus e ele gemia e xingava a Daniela.</p>
<p>- Chupa bem, minha putinha, é pra isso que eu te quero, pra me fazer gozar bastante. Balança essa bunda gostosa pra eu ver, vadiazinha, um dia eu ainda vou arrancar esse teu cabaço.<br />
E se abanava com um leque de notas de cinqüenta reais, esfregava o dinheiro na cara dela.<br />
- Só depende de você, ser minha puta completa, Danizinha.<br />
Ela esticava a mão pra cima tentando pegar o dinheiro enquanto mamava o caralho do cara, que já começava a gozar. Então, ela olhava para mim e mostrava a boca toda esporrada.<br />
&#8211; Quer também, maninho? quer gozar na minha boca?</p>
<p>Pulei da cama, liguei o computador e fui tomar um banho frio. Quando voltei, passei as duas fotos da câmera para a máquina e fiquei olhando. Relembrei cada segundo em que ela mamava o pau do patrão e lembrei da última frase dela no meu pesadelo. Ela perguntava se eu queria. E porque não? afinal, eu tomei o dinheiro dela, eu era dono dela.</p>
<p>Coitada dela se me contrariasse&#8230; O velho não era mais o macho dela, agora eu ia tomar o lugar dele&#8230; é isso mesmo&#8230;</p>
<p>Entrei no quarto dela. Ela dormia serenamente, como se não tivesse acontecido nada. Que delicia de corpo, só de calcinha bem cavada e uma camiseta. Sentei na cama e fiquei olhando, depois passei a mão entre suas coxas, que estavam entreabertas. Aquela bunda enorme, firme&#8230; coloquei dois dedos dentro da calcinha, bem perto do buraquinho do cu dela, quando&#8230;</p>
<p>&#8211; Dani, o que é que você está fazendo?</p>
<p>Ela tinha acordado e não estava gostando de me ver mexendo em seu corpo. Eu ia me justificar e sair de fininho mas pensei &#8220;que merda, ela é que está errada&#8221;. Continuei alisando a bunda dela.</p>
<p>&#8211; Ora, o que é que eu estou fazendo&#8230; estou passando a mão no teu rabo&#8230;</p>
<p>&#8211; Sai já daqui senão eu começo a gritar!</p>
<p>&#8211; Tudo bem, grita. Quando papai chegar aqui, vai fazer a mesma pergunta, &#8220;o que é que você está fazendo aqui?&#8221; e eu vou ter de contar tudo pra ele&#8230;</p>
<p>Ela voltou a chorar. Eu imaginava como ela se sentia, sem saída, indefesa contra os meus avanços. Senti um pouquinho de pena, mas não deixei que ela percebesse.</p>
<p>&#8211; Vamos, pára com isso. Eu vou te dizer porque foi que te acordei. Eu não estou conseguindo dormir, só pensando em como você deve chupar gostoso para aquele velho te pagar tanto. Já bati uma punheta mas o pau continua duro, olha só.</p>
<p>Peguei a mão dela e a pousei em cima do meu pau, que estava explodindo de tesao. Foi aí que ela percebeu que eu estava nu.</p>
<p>&#8211; Dani, por favor, vai se vestir&#8230; nós somos irmãos&#8230; por favor não me obriga a pegar no teu pau&#8230;. solta a minha mão, Dani&#8230;</p>
<p>Eu estava guiando a mão dela., simulando o movimento de uma masturbação. Sentei bem perto do seu rosto e comecei a acariciá-lo. Coloquei um dedo na sua boca, ela não reagiu. Continuava a me masturbar lentamente, enquanto eu passava o dedo pelos seus dentes, suas gengivas.</p>
<p>&#8211; Agora eu vou tirar o dedo da tua boca e colocar a piroca pra você pagar um boquete bem gostoso.</p>
<p>&#8211; Não faz isso comigo, maninho, isso é pecado, nós somos irmãos&#8230;</p>
<p>&#8211; Você fecha os olhos e imagina que está engolindo o caralho do teu ex-patrão, sua putinha. Vamos, começa a trabalhar!</p>
<p>Sentei em cima do seu travesseiro, com as pernas abertas., a cabeça dela entre as minhas coxas. Ela chorava, olhando para mim e murmurando &#8220;nós somos irmãos, Dani&#8221;. Ficamos assim durante um tempo, eu calado e ela chorando.</p>
<p>Quando ela percebeu que não tinha outro jeito, pegou o meu pau e começou a lamber a cabeça. Agarrei seus cabelos e forcei a piroca para dentro da boca, até que ela engasgasse. Ela não se queixou, apenas continuou me chupando. Ela fazia tudo sem prazer, mas eu estava gostando, justamente por isso. Aos poucos, eu ia domar aquela vagabunda.</p>
<p>Por um instante, ela tirou o pau da boca e pediu:</p>
<p>&#8211; Dani, não goza na minha boca&#8230;</p>
<p>&#8211; Porque não? você está cansada de engolir a porra do velho&#8230;</p>
<p>&#8211; Você é meu irmão, é diferente&#8230;</p>
<p>&#8211; Na hora eu resolvo. Vamos, chupa logo.</p>
<p>Não foi um boquete legal, mas eu compreendi. Ela estava nervosa, agindo contra a vontade. Mas foi até melhor, porque senão eu acabava gozando rapidinho, de tanto tesão que estava. Na hora de gozar, segurei a cabeça dela com as duas mãos e só soltei depois de esporrar tudo. Ela deixou escapar alguma coisa nos meus pentelhos, mas engoliu quase tudo.</p>
<p>Na penumbra do quarto dava para ver as lágrimas rolando pelo seu rostinho. Eu ia consolá-la mas achei melhor dar uma de durão.</p>
<p>&#8211; Essa mamada não valeu, putinha. Vamos ver se amanhã você melhora.</p>
<p>Na noite seguinte, esperei até ter certeza que os velhos estavam dormindo e fui para o quarto da Daniela. Puta que pariu, a porta estava trancada! Voltei para o quarto e mandei um e-mail para ela com as fotos e um recado: &#8220;Amanhã vai para o escritório do papai&#8221;.</p>
<p>Ela costumava usar o computador na parte da tarde, quando eu estava no colégio. Só de sacanagem, fui a um cinema depois da aula e fiz um lanche na rua. Quando cheguei em casa, ela estava me esperando na portaria.</p>
<p>&#8211; Dani, o que é que você quer? você vai me deixar maluca, maninho&#8230;. não me maltrata assim&#8230; o que é que você quer, diz que eu faço&#8230; mas não manda aquelas porcarias pro papai, ele me mata&#8230;</p>
<p>&#8211; O que é que eu quero? você é bem debochada, sua vagabunda. Trancou a porta na minha cara e ainda pergunta o que é que eu quero hahaha&#8230; fica fria, que eu só vou mandar o e-mail na segunda feira. Não quero que você seja expulsa de casa no meio da semana&#8230;</p>
<p>O elevador estava descendo e logo ia aparecer gente. Era a velhinha do nono andar.</p>
<p>&#8211; Ela torceu o pé na entrada &#8211; expliquei para justificar o choro da minha irmã.</p>
<p>Entramos no elevador e eu dei dois tapas na cara dela.</p>
<p>&#8211; Você não sabe o que é que eu quero, sua burra? vou te explicar de novo. Quando todos estiverem dormindo, eu vou te visitar e você vai me pagar o boquete mais gostoso da minha vida. Entendeu bem? o mais gostoso. Se eu não gozar muito, você já sabe o que é que vai acontecer.<br />
Ela me abraçou.</p>
<p>&#8211; Tá bem, Dani, eu vou fazer você gozar muito, eu prometo.<br />
Meu pau estava explodindo de tão duro, entre as coxas dela. Pousei as mãos na sua bunda e a puxei mais para mim. &#8220;Como ela é gostosa&#8221;, pensei.</p>
<p>Já era quase meia-noite quando entrei nu no quarto dela.</p>
<p>&#8211; Pensei que você estava dormindo.</p>
<p>&#8211; Eu não consegui. Estou muito nervosa, maninho.</p>
<p>Deitei ao seu lado e a abracei. O baby-doll estava quase na altura da barriga e eu coloquei a mão no meio das coxas roliças. Subi até alcançar a boceta dela, por cima da calcinha. Ela tentou se afastar.</p>
<p>&#8211; Aí não, maninho&#8230;</p>
<p>&#8211; Você é cabaço mesmo?</p>
<p>&#8211; Sou sim, eu juro.</p>
<p>&#8211; Deixa eu ver.</p>
<p>E forcei o dedo na direção da vagina. Ela deu um pulo para trás.</p>
<p>&#8211; Vem maninho, deixa eu chupar teu pau. Você vai gozar como nunca, deixa eu te chupar.</p>
<p>E realmente eu gozei. Não uma vez nem duas. Foram três esporradas deliciosas na boca da minha irmã. Eu tinha planejado tirar a calcinha dela, conferir aquele cabaço&#8230; que nada, na hora, nem pensei em pegar nos peitões dela. Fiquei só deitado e ela chupando,&#8230;</p>
<p>Na noite da sexta-feira eu peguei no sono e acordei com ela deitada do meu lado.</p>
<p>&#8211; Oi, maninho, não quis hoje?</p>
<p>&#8211; Claro que quero. É que eu peguei no sono. Veio se garantir, é, putinha? Ta com medo que eu conte?</p>
<p>&#8211; Não fala assim, Dani. Eu&#8230; eu&#8230; acho que estou gostando de chupar o teu pau&#8230;</p>
<p>Nem respondi. Empurrei o rosto dela na direção do meu pau e ganhei mais uma chupeta de enlouquecer.</p>
<p>Sábado, nove horas da manhã. Estou acabando de tomar meu café com meus pais quando minha irmã entra na sala. Estava um tesão, com um shortinho enfiado no rego e um sutiã de biquíni. Beijou meus pais, deu um &#8220;oi&#8221; para mim e sentou para comer alguma coisa.</p>
<p>Terminei o meu café e fui até o banheiro. Quando estava saindo, ela vinha chegando.</p>
<p>&#8211; Vai no meu quarto, quero falar com você. &#8211; eu disse baixinho.</p>
<p>Em menos de dois minutos, ela estava lá.</p>
<p>&#8211; O que foi, maninho? alguma coisa errada?</p>
<p>&#8211; Acho que sim. Aonde é que você vai assim pelada?</p>
<p>&#8211; Calma, eu vou vestir uma blusa por cima. Vou à praia com o pessoal.</p>
<p>&#8211; Então é assim? &#8220;Vou à praia com o pessoal&#8221;? não pede a minha permissão nem nada? se a gente estivesse só em casa eu te dava uma surra, sua puta.</p>
<p>Ela fez cara de choro.</p>
<p>&#8211; Puxa, Dani, desculpa, eu nem pensei&#8230; desculpa&#8230; eu nem lembrei&#8230; você deixa eu ir? é aquela turma que você conhece&#8230; na boa&#8230; sem maldade&#8230;</p>
<p>&#8211;  Tira o short, eu quero ver esse biquíni como é.</p>
<p>Ela obedeceu e eu tive de fazer força para não dar a perceber que estava morto de tesao. Ela tinha um corpo realmente monumental. Os seios grandes, querendo pular do sutiã&#8230; as coxas grossas, nem a luz passava entre elas. A parte de baixo do biquíni era uma tanga minúscula, amarrada nos dois lados dos quadris.</p>
<p>Levantei e peguei a minha câmera digital.</p>
<p>&#8211; Faz umas poses para mim</p>
<p>&#8211; Dani, o que é que você vai fazer?</p>
<p>&#8211; Tirar umas fotos tuas, não posso? está com vergonha de que? os outros não vão te ver assim na praia?</p>
<p>&#8211; Tudo bem, como você quer que eu faça?</p>
<p>&#8211; Bota um sorriso bem bonito e começa a se mexer enquanto eu fotografo. Assim, mãos na cintura&#8230; vira de costas&#8230; puta que pariu, que bunda você tem&#8230; põe a mão na bunda e vira o rosto pra cá&#8230; assim, um sorriso sacana&#8230; de frente agora. separa os pés&#8230; isso&#8230; passa a mão nas coxas&#8230; na parte interna&#8230;. sobe a mão até a boceta&#8230;</p>
<p>&#8211; Dani, aí já é foto de sacanagem&#8230;</p>
<p>&#8211; Vai obedecer?</p>
<p>&#8211; Vou&#8230;</p>
<p>Tirei fotos até cansar. Tive vontade de botá-la nua, mas fiquei com medo de um dos meus pais aparecerem de repente.</p>
<p>&#8211; Você tem de levar um dinheiro para a praia.</p>
<p>&#8211; Não precisa, eu só tomo uma água de coco e os homens é que pagam.</p>
<p>Peguei uma nota de vinte e botei na mão dela.</p>
<p>&#8211; Você tem macho, não precisa que te paguem nada.</p>
<p>Passei a mão nos peitos dela. O tesao era demais&#8230; &#8220;porra, fodam-se os velhos&#8221;. Fui até a porta do quarto e passei a chave.</p>
<p>Abri a braguilha da bermuda, puxei o pau pra fora e sentei na cama.</p>
<p>&#8211; Vem cá, ajoelha no chão e chupa. Dessa vez eu quero que você me chupe de olhos fechados, entendeu?</p>
<p>Ela não deve ter entendido, afinal nas vezes anteriores eu mandava ela me chupar olhando para mim. Mas obedeceu. O que ela não podia adivinhar é que eu fiz isso para poder fotografar o boquete do começo ao fim&#8230;<br />
</strong></div>
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	</item>
		<item>
		<title>Ritinha dois dias depois</title>
		<link>http://estoriascomsexo.wordpress.com/2009/09/22/ritinha-dois-dias-depois/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 23:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia seguinte Ritinha não apareceu. Eu estava assustado, sem saber como é que ela encarava aquela situação, agora a frio. Não me atrevia a ir eu a casa dela.
No outro dia, pouco passava da hora do almoço, lá apareceu a Ritinha à minha procura. Vinha com um ar sério. Assim que ficámos sozinhos disse-me: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=992&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">No dia seguinte Ritinha não apareceu. Eu estava assustado, sem saber como é que ela encarava aquela situação, agora a frio. Não me atrevia a ir eu a casa dela.</p>
<p style="text-align:justify;">No outro dia, pouco passava da hora do almoço, lá apareceu a Ritinha à minha procura. Vinha com um ar sério. Assim que ficámos sozinhos disse-me: &#8211; O que fizemos não me sai da cabeça&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Fiquei ainda mais aflito. E agora? Se deixarmos de ser amigos as pessoas vão estranhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Ritinha continuou: &#8211; Adorei os teus beijinhos. Vou querer mais&#8230; e a tua pila&#8230; não sabia que esticava tanto e que deitava com tanta força.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabes? Sou virgem e quero que sejas tu a tirar-me a virgindade.<span id="more-992"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Senti um arrepio pela espinha acima – Tirar os três à Ritinha&#8230; Nunca tal coisa me tinha passado pela cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhei para a Ritinha que me observava com um sorriso triunfante. A minha excitação já era bem visível no volume da minha berguilha.</p>
<p style="text-align:justify;">A minha Mãe, como de costume já tinha saído.</p>
<p style="text-align:justify;">Peguei na mão dela e sentei-a na cama ao meu lado.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha trazia dessa vez uma saia preta, curtinha com pregas e uma camisa branca. Trazia sapatos e soquetes.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim que se viu sentada ao meu lado, Ritinha agarrou a minha cabeça com as duas mãos, como que a tapar-me os ouvidos e deu-me um delicioso beijo na boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Pus uma mão na barriga dela e desapertei os botões da camisa, um por um. Fiquei com o soutien à mostra. Acariciei-lhe o peito e comecei desesperadamente a tentar desapertar o dito soutien. Não percebia nada daquilo. Na verdade, nunca tinha reparado no fecho de um soutien e não fazia a mais pequena ideia de como se tirava. Bolas! Nunca me passara pela cabeça perder a guerra com um reles soutien. Acho que se a Ritinha não me tivesse ajudado, ainda hoje lá estava.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha estava agora completamente nua da cintura para cima e desapertava de forma nervosa a minha camisa.</p>
<p style="text-align:justify;">As maminhas dela não eram muito grandes, mas eram bem firmes. Eram muito branquinhas e a pele parecia de veludo. Faziam uma pequena curvatura, virada para cima, ostentando na ponta uns pequeninos e durinhos mamilos. Eram lindas. Acariciei-as repetidamente e aconcheguei-as com com a minha mão. Debrucei-me sobre ela e comecei a beijar aqueles agradáveis botõezinhos de prazer. Entretanto a minha mão percorria já o interior daquelas doces pernocas, para encontrar as cuecas que já não conseguiam esconder aquele calor húmido que me deixou louco. Fiz-lhe umas festinhas e logo procurei o elástico para as remover. Estavam no meu caminho a atrapalhar algo de muito importante.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha ajudou e, em compensação, eu que já estava em tronco nu, tirei rapidamente as calças, ficando com as cuecas inchadas por uma matraca que desesperava por entrar em funções e, exibindo uma ampla mancha de encharcado pelo caldo do “pré-aviso”.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltei a sentar-me ao lado da Ritinha, debruçando-me novamente sobre ela e beijando-lhe as maminhas. Nunca antes tinha imaginado como eram lindas. Não sei porquê, comecei a lamber-lhe as maminhas, brincando num movimento espiral que se ia apertando em direcção ao mamilo. Uma das minhas mãos ajudava cá em cima, a outra não parava de acariciar a rachinha empapada da Ritinha. Aquele toque era uma loucura. Nunca tinha tocado em nada tão macio. O molhado da excitação dela fazia fios se eu tentasse tirar a mão, como que a segurar-me. O meu dedo grande passava agora a maior parte do tempo lá dentro, encurvando-se no movimento de entrada, para estimular o clitóris. Quando a minha espiral de língua chegou ao mamilo, dei-lhe um beijinho e logo de seguida abocanhei-o e comecei a chupar. O efeito foi explosivo. De um momento para o outro, o meu dedo grande sentiu a fenda da Ritinha a dilatar-se e sentiu escorrer um liquido quente, enquanto Ritinha se agarrava com força aos meus ombros soltando um tímido ai e sustendo de seguida a respiração.</p>
<p style="text-align:justify;">Percebi que se tinha vindo. Senti uma enorme alegria e ternura ao mesmo tempo. Abracei-a com muita meiguice e começamos uma indescritível sessão de linguados. Também nunca me tinha ocorrido que os beijos dela pudessem ser tão bons, que a língua dela fosse tão doce.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha segurava-me com uma mão pelo pescoço, como que a dizer que aqueles beijos não eram para acabar, enquanto a outra mão se atreveu a deslizar pelo meu corpo abaixo, à procura do martelo com que ela se queria deliciar. Encontrou-o inchado e babadíssimo de excitação. Tinha sido tão empolgante sentir a Ritinha a vir-se&#8230; Descobri que a mão da Ritinha aprendia depressa. Assim que se apanhou com ele na mão, vingou-se&#8230; Enquanto me beijava, me mamava na língua e me mordia os lábios, aquela mão já não dava descanso ao meu martelo enlouquecido. Em menos de nada comecei a sentir aquilo&#8230; e não disfarcei. Comecei a gemer, cada vez com mais força. Quanto mais eu gemia mais a Ritinha me chegava. Parou com os beijos e afasto-se um pouco para gozar o prato. Disse-me depois que eu tinha ficado muito vermelho e cheio de gotinhas de transpiração. Às tantas, estiquei os braços, com as mãos espalmadas para baixo, como que a segurar-me à cama, virei a cara para o lado, cerrei os olhos, entreabri a boca, sustive a respiração e &#8230;. chegou-me à cara. Ritinha tinha apontado para cima de mim, para que me caísse no peito e não na cama como no outro dia. Meu Deus, era uma sensação incrível. Foram espasmos completamente descontrolados. Aquela loucura de expulsar prazer pelo martelo&#8230; não se comparava com nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha pegou num lencinho de papel e começou a querer limpar. Não dava, era muito. Segurei o que pude com o lenço e com a mão e fui à casa de banho limpar-me.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltei para o pé da Ritinha e disse-lhe que nunca tinha sentido um prazer tão intenso, de seguida dei-lhe um beijo, como que a agradecer. Ficámos ali agarrados, novamente aos beijos. A minha mão voltou para as maminhas. Tinham sido uma descoberta incrível. Estiquei a mão abrindo-a, para que a palma ficasse bem esticada e comecei com a palma da mão a fazer cócegas, ao de leve num mamilo. Que sensação boa&#8230; Depois, desci um bocadinho e comecei a beijar-lhe as maminhas. Dei alguns beijinhos e lambidelas no mamilo e depois passei a beijar e lamber a parte de baixo da maminha. Dali parti numa viagem de beijos e lambidelas pelo corpo dela, em direcção ao umbigo. Aí senti que a saia estava a mais. Ritinha sentiu o mesmo e, com uma só mão soltou uns fechos e a saia que era cruzada abriu-se e fugiu obediente do nosso caminho. Dei mais um beijinho no umbigo da Ritinha, nunca tinha reparado nestes pormenores do corpo dela. Era tão perfeita&#8230; Meti a língua no umbigo e daí comecei a descer até ao montinho delicioso, coberto de pelos. Caramba, até ali ela conseguia ser mimosa. Eu tinha uma verdadeira pintelheira, com pelos grossos e encaracolados, ela tinha um tufozinho delicado a cobrir-lhe o monte de Vénus com graça. Beijei e lambi com prazer aquele átrio de recepção antes de me dedicar a saborear a maravilhosa entrada.</p>
<p style="text-align:justify;">Nem ela nem eu aguentávamos mais. Deslizei com a língua pelo clitóris dela e de seguida lambi abundantemente os lábios enfiando de quando em vez a língua lá dentro, tão fundo quanto conseguia chegar. Lembrei-me depois que ela tinha gostado de ser lambida entre a pachachinha e o rabo. Peguei-lhe nas pernas e virei-as para cima do peito dela. Tinha agora o campus todo por minha conta. Fiz mais uma ou duas passagens pela fendinha do prazer e fui descendo para a parte de baixo onde ela tinha gostado. Ritinha gemia agora, visivelmente excitada. A minha língua continuou a deslizar e chegou em pleno ao ânus. Ritinha exclamou baixinho com voz rouca: &#8211; Ai que delícia! Isso é tão bom! Fiquei doido. Desatei a massajar aquele delicioso buraquinho (até ali ela era linda e perfeitinha), com a língua que de vez em quando se insinuava como se quisesse penetrar ali mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em dado momento, Ritinha puxou-me pela cabeça e trouxe-me para cima, para que a beijasse na boca e pediu que o metesse dentro dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela continuava deitada de costas, recostada nas almofadas. Ajoelhei-me com um joelho de cada lado dela e aproximei o meu cacete da entrada. Tinha medo de a magoar. Comecei a brincar na entrada. Como se, com aquele stick estivesse a por uma exagerada quantidade de batom naqueles lábios. Era tão delicioso esfregar a cabeça do martelo naquele sítio. A cara dela não escondia que também estava a gostar. As mãos dela apareceram, uma de cada lado das nádegas e puxaram a pele, afastando os lábios, expondo a vagina rosa vermelho de excitação, convidando-me a entrar. Meti a cabeça. Não pareceu difícil, devagar, comecei a empurrar. Ritinha fez um esgar de dor&#8230; eu recuei. &#8211; Doeu? Perguntei. Acenou que sim com a cabeça. Brinquei mais um bocadinho na entrada e voltei a meter a cabeça. Mais uma vez, fui empurrando devagar, observando com preocupação a cara dela. Já lhe estava a doer outra vez&#8230; Ao fim de mais duas tentativas assim, tive uma ideia. Recostei-me ao lado dela na cama e disse-lhe: &#8211; Vem tu para cima de mim. Ritinha encavalitou-se em mim. Disse-lhe: &#8211; Agora deixas-te descer ou travas, à medida que te doer.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha meteu a cabeça lá dentro e começou a descer. Levantei um pouco as costas e ela abraçou-se logo a mim. Ritinha estava agora a fazer um curto movimento de vai e vem em que quase só a cabeça tinha autorização de entrar. Com uma das mãos segurei Ritinha pelas costas e com a outra comecei a acariciar muito suavemente o clitóris. Tocar no cacete, com ele meio metido lá dentro dava-me pica&#8230; Ritinha também gostou daquelas carícias. Começou a gemer. De repente, senti que ela tinha sustido a respiração, fechou os olhos e deixou-se escorregar para baixo. Soltou um ai e quando abriu os olhos estava com ele todo lá dentro. Eu estava louco com a sensação. Ritinha parecia meio dorida, meio assustada, meio aliviada. Beijei-a. Devagarinho, começou um movimento de vai e vem, que se transformou de vertical em horizontal. Ritinha estava a fazer movimentos pélvicos completamente encaixada em mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu estava agora mais recostado. As maminhas dela estavam bem na linha dos meus olhos. Não resisti. Apoiei-me com os braços para trás e abocanhei um dos mamilo, começando a dar-lhe sucessivas sugadelas. Ritinha gemia e aumentava o ritmo dos movimentos. Eu, pelo meu lado, comecei a sentir aquela coisa outra vez. Gemi com ela. Parecia um dueto de não sei o quê. Perdi completamente o controlo e ela também. Vi-a corar muito, deitar a cabeça para a frente, enterrando-a no meio dos ombros e entregar-se a um monumental orgasmo. Ainda ela não tinha acabado, estava eu a urrar baixinho, enquanto me vinha descontroladamente dentro dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca na minha vida tinha tido uma experiência tão boa. Depois ficámos assustados. Teria ficado grávida?</p>
<p style="text-align:justify;">Andámos ali um par de semanas com uma preocupação cúmplice, até que o desejado período chegou para nos descansar&#8230;</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Ribeiradas</strong></em></p>
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		<title>Eu e a Ritinha</title>
		<link>http://estoriascomsexo.wordpress.com/2009/09/21/eu-e-a-ritinha/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 20:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ribeiradas]]></category>
		<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Ritinha era uma vizinha do mesmo prédio. Tinha poucos dias de idade de diferença de mim. Estávamos ambos quase a fazer 18. A mãe dela era muito amiga da minha, o que levou a que tivéssemos sido praticamente criados juntos. Brincávamos juntos desde bebés e não precisávamos de convite para ir a casa um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=990&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A Ritinha era uma vizinha do mesmo prédio. Tinha poucos dias de idade de diferença de mim. Estávamos ambos quase a fazer 18. A mãe dela era muito amiga da minha, o que levou a que tivéssemos sido praticamente criados juntos. Brincávamos juntos desde bebés e não precisávamos de convite para ir a casa um do outro. Tínhamos partilhado muitos problemas e muitas alegrias. Ambos tínhamos chorado no ombro um do outro, alguns desaires, quer amorosos, quer escolares, quer desportivos. Já ambos tínhamos ajudado o outro na difícil tarefa de conquistar o amor de alguém que se deseja, na adolescência.</p>
<p style="text-align:justify;">A Ritinha era linda, amorosa. Uma cara muito serena e perfeitinha, com uns olhos grandes e redondos, ornamentados por umas generosas e arqueadas pestanas pretas. O cabelo dela era preto, brilhante e macio. Sempre muito bem tratado e, nessa altura cortado pelo pescoço, onde enrolava para dentro e com uma franja certinha na testa. Era o chamado corte à Malvina, que era uma menina linda da grande novidade da TV dessa época – a primeira telenovela a passar diariamente na televisão portuguesa – Gabriela, Cravo e Canela.<span id="more-990"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Nunca nos tinha ocorrido namorar. Não passávamos um sem o outro, mas a nossa relação era como se fossemos irmãos, embora nada fossemos um ao outro, além de muito amigos.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Ritinha soube que eu tinha chegado das férias, não tardou em aparecer, para partilhar as novidades todas..</p>
<p style="text-align:justify;">Como de costume, abancámos no meu quarto/estúdio. A minha cama, durante o dia tinha uma configuração que lhe permitia funcionar como um sofá, com almofadas encostadas à parede. Eu tinha uma velha aparelhagem de som no quarto. Tinha também uma secretária e um alçado estante para guardar livros e era ali que se estudava.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha chegara dias antes da terra da mãe dela. Precisava de falar. Desatou a contar as férias dela, não poupando nos detalhes. Durante cerca de hora e meia, não tive oportunidade de abrir a boca. Vinha chateada. Tinha um fraco por um rapaz lá da terra, que estava cada vez mais giro. Já tinha passado para o segundo ano da Academia Militar. Ia ser oficial do Exercito. Já era lindo antes de ter ido estudar para Lisboa, mas agora, com a ginástica da Academia Militar, o corpo dele tinha ganho um outro porte. Só de pensar ficava com pele de galinha. Apareceu lá uma filha de “imigrantes na França”, loira pintada, com uns vestidos muito vaporosos, pirosissimos, cheios de folhos e tules. O estúpido não teve olhos para mais ninguém. Ela mal fala português. Os trapos são horrorosos e os atributos são todos postiços. Será que ele não vê?</p>
<p style="text-align:justify;">A minha mãe apareceu à porta a dizer que tinha que ir a uma consulta e que depois ia ao Supermercado, pedindo para lhe desligar o forno daí por 40 minutos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritinha perguntou então: &#8211; E tu, conta lá como foram as tuas férias. O costume? Hesitei&#8230; – Então? Perguntou ela. – Não contas? Gaguejei um bocadinho e disse-lhe: &#8211; Sabes? Há coisas que são difíceis de contar e que tu não irias querer que eu contasse. – O quê? Perguntou ela. &#8211; Perdi a virgindade nestas férias, com uma mulher mais velha. Fez-se um silêncio&#8230; – Conta! retorquiu ela. – Não sei se sou capaz! Respondi eu. – Vá lá! Nunca escondemos nada um ao outro. Conta! Insistiu ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Um pouco a medo, lá comecei o meu relato. Fui avançando, explicando como me vira com D. Matilde a beber Xerez na casa dela, como ela me despiu a camisa e a humidade de loucura que encontrei quando pegou na minha mão e a colocou despudoradamente no meio das pernas desprovidas de cuecas. Contei-lhe depois como fui levado para o quarto e como ela me conduziu através do meu primeiro minete, ensinando-me o suficiente para a fazer vir em cheio na minha boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Estava eu concentrado no meu relato, quando me apercebo de um aparente desconforto por parte da Ritinha. Mexia-se para um lado e para o outro e as pernas pareciam não ter posição.</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntei-lhe o que estava a fazer. A resposta foi um silêncio. Parou e corou, como eu nunca a tinha visto corar. Percebi que se estaria a masturbar. Os dias ainda estavam bem quentes e Ritinha estava com uma blusa azul clarinha de verão e com uns shorts brancos que lhe ficavam a matar.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei o que me deu. Estava sentado ao lado dela e ambos estávamos recostados contra as almofadas. Levei a mão aos calções dela e, com uma destreza que até a mim me surpreendeu, desapertei o único botão e corri o zipper para baixo. Ficou à vista a cuequinha branca. Enfiei a mão por dentro da cueca e fui com o dedo, direitinho à gretinha dela. Primeiro, pareceu assustada e fechou as pernas, como que para se defender. Mas devo ter tocado de maneira que lhe soube bem, pois logo de seguida, relaxou e abriu mais as pernas deixando todo o espaço possível, para que a minha mão trabalhasse à vontade. A verdade é que a história de D. Matilde a tinha excitado tanto, que tinha ali uma autêntica papa. –Meu Deus, Ritinha, ficaste num estado de verdadeira loucura! O que foi que te deixou assim? Perguntei. – Essas coisas que lhe fizeste com a língua e com os lábios na racha dela&#8230;. deixaste-me a ferver&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Não quis saber de mais nada, tirei a mão de dentro da cueca e, com as duas mãos tirei os calções e a cueca dela. Mais uma vez, senti que a tinha assustado. Para a acalmar, comecei a dar-lhe beijinhos nas pernas, nos joelhos e nas ancas. Quando a senti mais descontraída, afastei-lhe os joelhos e puxei-a para a beira da cama, ficando uma perna de cada lado de mim. Comecei a dar-lhe beijinhos por dentro das pernas, caminhando dos joelhos para aquela doce papinha. Reparei que a minha Ritinha era muito mais agradável do que D. Matilde. As pernas da Ritinha eram firmes e tinham o calibre certo. A pele dela respirava saúde e frescura por todos os poros. A ausência de gordura, deixava o espaço certo para a minha cabeça trabalhar confortavelmente aquele templo de prazer. O clitóris dela não era tão exuberante quanto o de D. Matilde, mas toda ela reagia com mais rapidez aos meus estímulos. Assim que cheguei com a boca à fendinha dela, dei um beijinho tímido e respeitador, a apanhar de uma vez os pequenos e grandes lábios. Comecei depois a lamber o clitóris enquanto deixava escorregar para ali tanta saliva quanto a que conseguia produzir. De vez em quando dava uma chupadinha muito ligeira e Ritinha torcia-se toda.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu, pelo meu lado estava a estoirar de tesão. O martelo mal me cabia nas calças, provocando-me um grande desconforto. Desapertei o cinto o botão e o zipper, e abri as calças, tirando o guloso babado cá para fora. Ritinha observou a manobra com interesse, mas como eu voltasse ao meu minete, concentrou-se totalmente no desfrute de tamanho prazer. Fui massajando com a língua a fendinha toda. Quando trabalhei a zona entre a vagina e o ânus, reparei que isso a deixava louca. Insisti aí um pouco mais, depois voltei ao clitóris e entre lambidelas bem regadas com saliva e chupadelas suaves, foi um instante que durou, até que vejo a Ritinha a arquear completamente as suas costas e a entregar-se a um orgasmo de não sei quantos espasmos. Recuei um pouco e fiquei a observar a expressão de cara da Ritinha. Não dá bem para descrever. Parecia estar a beber o seu próprio êxtase. Voltei a sentar-me ao lado dela. Estava num estado de excitação brutal. A erecção estava no máximo. Acho que a Ritinha nunca tinha visto de perto um mangalho teso. Balbucilou: &#8211; É tão grande! E dito isto, pegou-lhe bem com a mão. Começou a fazer umas carícias. Percebi que não sabia o que fazer com aquilo. Tive medo de a penetrar e também tinha medo que tivesse nojo de o chupar. Por isso, fui com a minha mão, por cima da mão dela e ensinei-lhe a fazer uma punheta. Os olhos dela brilhavam tanto que se apagasse a luz, o quarto continuaria iluminado. O meu cacete estava cada vez mais ao rubro e ela estava a perceber. Às tantas, tirei a minha mão, para me recostar mais para trás, mas ela não parou. Estava a gostar de ver o efeito que tinha em mim. Comecei a sentir aquela espécie de arrepio a tomar conta do meu cacete e a espalhar-se ao resto do corpo. Os pulmões parece que já não me chegavam para respirar. Instintivamente sustive a respiração e&#8230;. senti que o meu vulcão estava a entrar em erupção. Senti uma torrente de loucura e um jacto continuo saiu projectado sujando a minha cama toda, depois um segundo que já ficou mais perto e depois vários outros que foram escorrendo da cabeça da verga, empapando completamente a mão de Ritinha. Quando tudo acabou fiquei super atrapalhado, pois achava que Ritinha me ia chamar porco. Ritinha, por sua vez, estava atrapalhada pois tinha que ir à casa de banho na figura em que estava (nua da cintura para baixo) e não queria sujar a alcatifa com o sumo que acabara de extrair de mim. Mais tarde veio a confessar-me que adorou. Sentir o esperma a sair às golfadas&#8230; O vigor de um cacete a explodir-lhe nas mãos, por ela e por causa dela&#8230; Foi uma sensação que nunca esquecerá.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu e Ritinha nunca chegámos a ser verdadeiros namorados, mas aprendemos muito sobre sexo, juntos&#8230;.</p>
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		<title>Frouxo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 03:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dödòi]]></category>
		<category><![CDATA[estórias]]></category>
		<category><![CDATA[narradora]]></category>
		<category><![CDATA[infedilidade]]></category>
		<category><![CDATA[MMF]]></category>
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		<description><![CDATA[Na pontinha da cama, com a ponta dos pés no chão, toda aberta, sanduichada. Por baixo, na minha buceta, o de pau menor. Por cima, enterrando na minha bunda, o maior. Pedido meu. É o mais doce sofrimento que existe. Bem grande. E inclemente. Não é nada fácil. Choro, esperneio, suspiro, grito, arranho, xingo, mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=946&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Na pontinha da cama, com a ponta dos pés no chão, toda aberta, sanduichada. Por baixo, na minha buceta, o de pau menor. Por cima, enterrando na minha bunda, o maior. Pedido meu. É o mais doce sofrimento que existe. Bem grande. E inclemente. Não é nada fácil. Choro, esperneio, suspiro, grito, arranho, xingo, mas não fujo. Gosto. Se fosse não me dava tanto tesão. Um tesão absurdo, de fazer eu ter certeza achar de que a vida tem sentido, um único sentido: foder. Ou ser bem fodida.</p>
<p style="text-align:justify;">Tivesse um terceiro, na boca, seria a glória. Não tinha. Se fossem quatro, divino.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-946"></span>O que metia na frente me alagou logo. O pau murchou e saiu. Me deu um desespero doido, porque meu gozo tava vindo. Filho da puta. Mas não perdi a viagem, fiquei roçando naquele negócio meio mole e gozei, xingando o coitado. O outro, na bunda, agüentando, me fodendo sem pena, gostoso, mordendo a minha nuca e me dando umas palmadinhas. Dar a bunda sem palmadas não tem graça. Tem que ter. Bate mais forte, seu filho da puta, me arromba toda, enfia as bolas, desgraçado, bem gostoso, quero ver meu sangue, seu puto, fode a tua cadela.</p>
<p style="text-align:justify;">Um desespero. Queria gozar com os dois dentro. É divino.</p>
<p style="text-align:justify;">O de baixo, o frouxo, não sabia o que fazer, agüentando nosso peso. Patético.</p>
<p style="text-align:justify;">Endurece essa porra de novo, seu puto, minha buceta quer mais, desgraçado.</p>
<p style="text-align:justify;">Tu é muito vagabunda, mermo!</p>
<p style="text-align:justify;">E você mostrou que não é macho para mim, babaca.</p>
<p style="text-align:justify;">O tapa na cara foi imediato, raivoso.</p>
<p style="text-align:justify;">Babaca!</p>
<p style="text-align:justify;">Outro tapa.</p>
<p style="text-align:justify;">Bate, covarde, bate mais, babaca. Tu gosta é de bater em mulher porque não sabe foder, covarde. Vai, bate, seu filho da puta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele bate. Mais duas, três, quatro vezes. Com força.</p>
<p style="text-align:justify;">O outro, atrás, na bunda, sem parar. Me bate também, gostoso, picão, me bate mais, me fode mais.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele obedece.</p>
<p style="text-align:justify;">Olho pro de baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">Tá vendo, seu covarde?. Isso é que é foder uma mulher, seu filho da puta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele bate na minha cara de novo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabe que eu quero, mas bate com raiva, puxa meus cabelos, esmaga meus bicos, me faz sofrer.</p>
<p style="text-align:justify;">Frouxo, não adianta, seu frouxo, você não tem pica pra mim, pode me machucar, me bater, seu filho da puta, bate mais na minha cara, viado nojento, bate.</p>
<p style="text-align:justify;">Vagabunda!</p>
<p style="text-align:justify;">Bate na tua vagabunda, me machuca, filho da puta, covarde, bate, caralho.</p>
<p style="text-align:justify;">E o pau dele reacende.</p>
<p style="text-align:justify;">Tu quer pica, né, vagabunda?</p>
<p style="text-align:justify;">Quero, seu frouxo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele mete.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu choro vem.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo dói. As nádegas, meu cu, as faces. A dor maior, devastadora, é na alma.</p>
<p style="text-align:justify;">Perdi a vergonha, meu deus, perdi de vez a vergonha.</p>
<p style="text-align:justify;">Duro como pedra, o pau do frouxo, parece maior. Me machuca.</p>
<p style="text-align:justify;">Bate mais na minha cara, frouxo, bate e mete mais forte, seu filho da puta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele bate.</p>
<p style="text-align:justify;">O detrás começa a gozar. Me alaga, mas não pára de meter. Um fodedor.</p>
<p style="text-align:justify;">Bate, bate, porra.</p>
<p style="text-align:justify;">Chora, vagabunda, sua piranha.</p>
<p style="text-align:justify;">O gozo dele vem.</p>
<p style="text-align:justify;">E o gozo da piranha também, descomunal.</p>
<p style="text-align:justify;">Dias depois, eram três. Na mesma posição: beirinha da cama, com a pontinha dos pés no chão.</p>
<p style="text-align:justify;">O frouxo ficou na minha boca. O novato na frente. E o picão atrás.</p>
<p style="text-align:justify;">Não deu para compreender. O picão me deixou no vácuo. Gozou mais rápido que um coelho.Pior, tirou. Pedi para o frouxo meter na minha bunda. Aproveita, seu frouxo. Puto da vida, olhou-me com nojo e rancor. Vagabunda e me bateu na cara. Mas meteu.</p>
<p style="text-align:justify;">Tá sentindo minha piroca no teu cu, vagabunda?</p>
<p style="text-align:justify;">Até que tava, fraquinha. Tô, não, seu frouxo de merda.</p>
<p style="text-align:justify;">E tome-lhe porrada na bunda. Pelo menos isso ele fazia direito. Suas mãos pareciam um chicote.</p>
<p style="text-align:justify;">E o novato, em baixo de mim, sem parar de meter. Gostoso, firme.</p>
<p style="text-align:justify;">E o picão, com cara de sem jeito, veio com o pau meio mole, todo melado.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhei nos olhos dele: No melhor, você goza, seu desgraçado?</p>
<p style="text-align:justify;">Vai te foder vagabunda, chupa.</p>
<p style="text-align:justify;">Obrigação é obrigação, sobretudo de vagabunda.</p>
<p style="text-align:justify;">Chupei. Cheiro de cu. Meu cheiro. Amargo. Meu gosto.</p>
<p style="text-align:justify;">Endureceu rapidinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Vai, tira esse frouxo da minha bunda e me fode até me matar. Mas o frouxo já tava gozando. Deixei. Não dá para desperdiçar leite. Ainda mais na bunda.</p>
<p style="text-align:justify;">O debaixo, bom, grosso, sempre tranqüilo, sem parar de mexer. Parecia um mudinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Um mudinho que metia gostoso, que falava com a pica.</p>
<p style="text-align:justify;">O picão enfiou no meu rabo inundado. O frouxo, fez eu chupar o restinho de leite que ainda saía. Fiquei chupando.</p>
<p style="text-align:justify;">O debaixo, agora ótimo, já intranqüilo, mudinho, nervosinho, sem parar.</p>
<p style="text-align:justify;">Pau na buceta, na bunda, na boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tinha mais o que suportar, senão o gozo do novato e do picão. Vieram juntos.</p>
<p style="text-align:justify;">Inundada com o leite farto, explodi num gozo de condenada.</p>
<p style="text-align:justify;">Contando assim, até parece que me acho. Acho, não. Até gostaria.</p>
<p style="text-align:justify;">O que eu gostaria mesmo era de ter coragem de mostrar isso para o meu marido e dizer que, nestas minhas fantasias, quem ele é.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Dödòi</strong></em></p>
Posted in Dödòi, estórias, narradora Tagged: infedilidade, MMF, mmmf <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/estoriascomsexo.wordpress.com/946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/estoriascomsexo.wordpress.com/946/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/estoriascomsexo.wordpress.com/946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/estoriascomsexo.wordpress.com/946/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/estoriascomsexo.wordpress.com/946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/estoriascomsexo.wordpress.com/946/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/estoriascomsexo.wordpress.com/946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/estoriascomsexo.wordpress.com/946/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/estoriascomsexo.wordpress.com/946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/estoriascomsexo.wordpress.com/946/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=946&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um corno chamado Julio</title>
		<link>http://estoriascomsexo.wordpress.com/2009/08/28/um-corno-chamado-julio/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Daniel]]></category>
		<category><![CDATA[narrador]]></category>
		<category><![CDATA[corno]]></category>
		<category><![CDATA[MMF]]></category>
		<category><![CDATA[submissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia, um amigo meu me chamou para visitar uma nova igreja que tinha aberto perto de casa.
- Pow cara, você sabe que eu não sou religioso.
- Não é nada de religião, te garanto que você vai curtir.
Eu acabei indo com ele. Realmente, não tinha nada de religião, apenas um magrelo de terno que se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=929&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Um dia, um amigo meu me chamou para visitar uma nova igreja que tinha aberto perto de casa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pow cara, você sabe que eu não sou religioso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não é nada de religião, te garanto que você vai curtir.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu acabei indo com ele. Realmente, não tinha nada de religião, apenas um magrelo de terno que se dizia pastor, deblaterando contra os pecadores e infiéis. A única coisa boa era a mulher que tocava num teclado, uma morena dos seus quarenta anos, bunduda e de peitos enormes, vestida com muito pudor.<span id="more-929"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Na saída, o pastor cumprimentou efusivamente o meu amigo, que me apresentou ao casal Julio e Kátia Serrano. Kátia era a gostosa que tocava o teclado. Eu estava meio sem jeito, e o pastor puxou assunto com o meu amigo:</p>
<p style="text-align:justify;">- Há quanto tempo você não aparece aqui! mas foi bom que você trouxe mais uma ovelha desgarrada. (a ovelha era eu, pelo jeito).</p>
<p style="text-align:justify;">- É, sim, pastor, nós somos muito amigos. E gostamos das mesmas coisas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ouviu isso, a dona Kátia parou de conversar com uma mulher e passou a nos dar atenção.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que bonito, Julinho, um novo fiel para a igreja. Daniel, não é? eu não pude deixar de ouvir. Espero que você venha sempre orar conosco.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não sou muito tímido, mas aquela mulher estava me deixando meio sem jeito. Principalmente porque ela não terminava nunca o cumprimento e não parava de roçar a unha na palma da minha mão, naquela provocação que a gente conhece. Meu pau começou a ficar duro e eu não tinha como disfarçar. Pior foi que o pastor viu, mas ficou na dele e falou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Daniel é um belo nome bíblico e você me parece um rapaz bem educado. Não quer vir almoçar connosco? Podemos fazer um churrasco na beira da piscina.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Uau, o cara é mais rico do que parece&#8221; </em>- pensei &#8211; <em>&#8220;mas também recolhendo essa grana toda semana&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Bem, pra encurtar a história, meia hora depois nós estávamos à beira da piscina, com um copo de bebida na mão. &#8220;<em>Essa história de não beber é só para efeito externo&#8221;</em>, disse ele com uma gargalhada e foi para a churrasqueira, me deixando com a gostosa da mulher dele. Ela estava com um biquíni que não escondia nada e eu&#8230; bem eu estava de cueca. Sim, eles me convenceram a ficar assim mesmo e ele ainda disse <em>&#8220;Bobinho, às vezes nem isso nós usamos</em>&#8221; e os dois riram muito.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de dois copos de uísque eu já me sentia bem mais à vontade e ela também. Pulou na piscina e me puxou pelos pés. Na hora que eu entrei nágua, ela me abraçou e sussurrou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Está gostando? pode ficar à vontade, o Julio não liga&#8230; mmm&#8230; esse sutiã está me incomodando&#8230; desamarra ele pra mim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Docemente constrangido, desfiz o laço nas costas dela e ela logo tirou o sutiã, jogando-o na beira da piscina. Lá de longe, o pastor Julio nos olhava com um sorriso bobo na cara.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela se virou de bunda pra mim e eu agarrei aqueles peitões, que coisa de doido! Os mamilos dela pareciam dois grelinhos, saltados e duros. Botei o pau nas coxas dela e comecei a lamber a orelha, a putona gemia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Ai que piroca gostosa, Daniel, parece até a do seu amigo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Então era isso que ele disse que eu ia gostar&#8230; ele já tinha fodido a coroa&#8230; nessa hora agradeci mentalmente a ele. &#8220;<em>Vou dar uma por você, amigo&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Com a mão ela forçava a cabeça do meu pau contra a boceta e ai eu percebi que a safada tinha tirado a calcinha também.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ai amor eu não aguento mais, vamos foder lá perto da churrasqueira, lá tem um sofá gostoso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas o Julio está lá&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Sem problema, querido, ele adora me ver com outro macho.</p>
<p style="text-align:justify;">No canto oposto à churrasqueira, havia um sofá atoalhado. Ela se sentou e me puxou. Comecei a mamar nos peitões dela, que falou com o marido:</p>
<p style="text-align:justify;">- Julio, pára com essa porra de churrasco e senta aí pra ver a gente. Pode ficar pelado, corno manso.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele ficou meio constrangido mas tirou a bermuda e a calcinha (sim, o puto usa calcinha suja da mulher).</p>
<p style="text-align:justify;">Então ela me deitou na espreguiçadeira e sentou na minha pica, que já estava explodindo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nada de preliminares, amor, me enraba logo que eu estou doida de tesão.</p>
<p style="text-align:justify;">E foi arriando a bunda, o meu pau invadindo aquele cu quente. Olhei para o magrelo, que estava alisando o ridículo piru, tentando endurecê-lo. Ele parecia hipnotizado nos vendo foder.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela gritava, apertava os peitões ate que falou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Goza, amor, goza comigo!</p>
<p style="text-align:justify;">Atendi o pedido da puta e gozamos como loucos. Depois ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado, com as pernas arreganhadas. Olhou para o marido e disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Vem aqui, corno broxa, vou fazer você gozar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele veio, todo humilde e enfiou a cara no meio das coxas dela. Chupou a boceta dela, até que ela o empurrou rudemente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não adianta, babaca, você não me dá tesão mesmo. Deita no chão, já!</p>
<p style="text-align:justify;">Ele obedeceu e ela então sentou na cara dele.</p>
<p style="text-align:justify;">- O meu novo macho encheu meu cu de porra, agora você chupa e engole tudo. Vamos, viado, eu sei que você gosta de porra de homem!</p>
<p style="text-align:justify;">Ela apertava a bunda sobre o rosto do infeliz, quase o sufocando. Eu já estava até com pena dele, quando vi o seu pinto endurecendo. Então era disso mesmo que ele gostava!</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher continuou rebolando na cara do marido enquanto ele lambia o cu dela e se punhetava. De repente ela deu um tapa no pirulito dele e se levantou.</p>
<p style="text-align:justify;">- Chega, viadão. Se você esporrar agora, não vai conseguir nada de noite e eu quero gozar bastante na tua boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele ia começar a se lamentar, mas ela estalou dois tapas em sua cara e olhou pra mim sorrindo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Obrigada, amor, aparece sempre na igreja pra gente se divertir.</p>
<p style="text-align:justify;">Virou as costas e entrou em casa acompanhada pelo traste do &#8220;pastor&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Lentamente, me vesti e fui saindo pelo portão principal.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Puta que pariu, um corno e uma puta&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Nunca mais voltei lá nem vi o casal. De vez em quando, encontro algumas besteiras escritas por esse tal Julio Serrano nos sites de sacanagem. Ele deve se excitar também com isso&#8230;</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Daniel</strong></em></p>
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		<title>O filho</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 23:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lideiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[incesto]]></category>
		<category><![CDATA[narradora]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[MF]]></category>

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		<description><![CDATA[A história que vou contar é ao mesmo tempo trágica, horrível, condenável e verídica, mas é hoje a razão do estado de plena felicidade que eu tenho vivido nos últimos dez anos. Procurei reproduzir os diálogos com a maior fidelidade que a minha lembrança permite, para que o leitor possa compartilhar da emoção que vivemos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=estoriascomsexo.wordpress.com&blog=1085926&post=968&subd=estoriascomsexo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">A história que vou contar é ao mesmo tempo trágica, horrível, condenável e verídica, mas é hoje a razão do estado de plena felicidade que eu tenho vivido nos últimos dez anos. Procurei reproduzir os diálogos com a maior fidelidade que a minha lembrança permite, para que o leitor possa compartilhar da emoção que vivemos em cada momento. Certamente foram essas emoções que determinaram as minhas escolhas – e da minha família também – e em conseqüência determinaram a vida que eu e meu filho levamos hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">As coisas começaram a se decidir no quarto, onde eu e meu marido, entrevado na cama após um acidente que lhe tirou a sensibilidade da cintura para baixo, discutíamos sobre a proposta inusitada que ele apresentava:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Ele tem 17anos, mas não é a criança que tu pensa que ele é! Já comeu a empregada que trabalhou aqui o ano passado, ta comendo essa enfermeira que tu contrataste pra mim; já comeu a tua amiga Beth, que vem aqui em casa toda hora atrás dele&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A informação sobre meu filho e a Beth me deixou mais perplexa ainda, me deixou calada por alguns segundos, ele continuou:<span id="more-968"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- &#8230; e com 18 tu já tava grávida do Rodrigo &#8230; – Até que eu interrompi:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não pensava que a Beth fosse tão filha da puta; as coisas acontecem nessa casa e eu não fico sabendo. O que mais que eu não sei? Em seguida retomei o rumo da discussão: &#8211; com a Beth eu me acerto depois, vou foder com o casamento dela, mas não preciso foder com o meu. Não vou me entregar para o meu próprio filho só porque o meu marido não me ama mais.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Tu é tudo o que eu amo – ele respondeu chorando – é a única forma de manter a nossa família unida. Faz seis meses que a gente não transa, e não vamos mais transar pro resto da vida. Há quase 20 anos tua vida sexual é muito ativa, tu agüentaste bem desde o acidente, mas até quando? Vai chegar uma hora em que tu vai te sentir atraída por alguém, vai morrer de tesão, vai te sentir no direito de ir pra cama, e a nossa família vai desmoronar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Mas ele é meu filho, porra! – eu disse. – É incesto, é pecado, é a puta que pariu &#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Eu tô cagando pro incesto, to cagando pro pecado, já perdi muita coisa por causa desse acidente, mas não quero perder o que ainda me mantém vivo, que é tu e meu filho. Será que é tão difícil de entender?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- E o que tu vai dizer pra ele? – perguntei, furiosa.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Já falei com ele e ele entendeu perfeitamente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Enlouquecida eu gritei: &#8211; tu não tinhas esse direito &#8230; tu não podia ter falado com ele sem ao menos me consultar!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Saí do quarto batendo a porta. Duas decisões eu já tinha tomado: demitir a puta da enfermeira e mandar a Beth tomar no cu dela. A outra decisão eu não tinha tomado, e me negava a pensar a respeito.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mas foi exatamente a reação da Beth ao telefone, rindo da ameaça que eu fiz de acabar com o casamento dela pois assim teria mais tempo para o Rodrigo, que me fez tomar a decisão mais difícil da minha vida. Eu não ia perder meu filho praquela puta, já bastava a outra puta da enfermeira, que foi embora chorando, se dizendo apaixonada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sempre fui rápida e decidida, e por isso reservei uma cabana no Hotel La Hacienda em Gramado, marquei cabeleireiro e manicure. Na hora de escolher a cor da minha unha fiquei na dúvida, qual seria a cor que ele gostava? Será que gostava? O que as meninas da idade dele usavam? A resposta veio na hora: eu teria que ser eu mesma, usar o que me fizesse sentir bem, e só daria certo se eu me mantivesse uma mulher decidida e segura. Decidi por uma cor café, bem escura.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mandei um torpedo para celular dele seco e direto, até para testar a reação, dizendo “estou no cabeleireiro., vamos passar o fim de semana em Gramado. Apronta as tuas coisas que eu estou passando as 17:30 pra te pegar!”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Cheguei em casa e o Rodrigo estava conversando com o pai dele. Eu ainda estava furiosa! Entrei no quarto, ignorei meu marido, dei um beija na boca do Rodrigo como se a gente tivesse se beijado na boca todos os dias dos últimos anos, arrumei minha mala enquanto eles me fitavam calados. Despedi do meu marido muito rapidamente, dizendo que tinha contratado outra enfermeira para o fim de semana, que qualquer coisa ele ligasse para o meu celular. Ele resmungou que não ia precisar de nada e nos desejou boa viagem. Não respondi. O Rodrigo ficou mais um pouco com ele, e saiu do quarto chorando, o que de novo me deixou confusa e insegura.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Foi na garagem de casa que tudo mudou, porque o Rodrigo tomou a única atitude que me faria respeitá-lo como homem daí em diante. Pegou forte, com a decisão de quem quer, com a ousadia de quem se sente dono, beijou profundamente, enquanto uma mão segurava firme meu braço, a outra mão especulava pelo meu corpo, se detendo nos meus seios, baixando minha calcinha, penetrando minha buceta com um, dois, três dedos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Com força me virou de costas, me fez debruçar sobre o capô do carro, enquanto baixava as calças e a cueca mostrando um pau que eu não acreditava que fosse tão grande, tão grosso e tão duro. Ele deu a primeira estocada, e eu agradeci a puta da Beth pelo bom treinamento que ela tinha começado, na segunda estocada eu gemi, mas na terceira, refeita, eu disse “aqui não”. Ele ignorou minha resistência, e virando minha cabeça em direção a boca dele, antes de me beijar, definiu:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Agora não dá mais pra parar!”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Fiquei ali, de pé, apoiada sobre o carro do meu marido, sendo comida pelo meu próprio filho, na garagem da casa do pai dele. Minha surpresa por não me sentir nem um pouco arrependida é só era menor pelo intenso prazer que eu estava sentindo Eu segurava o gozo, torcia o corpo em busca de mais beijos e, com as mãos para trás, cravava as unhas naquelas coxas duras, lisas, musculosas. Quando senti o pau inchando dentro de mim, prenunciando a ejaculação eminente, dei um passinho para trás, garantindo que nada daquela rola ficasse de fora.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Gozei e não contive os gemidos; meu marido certamente ouviu. Minhas pernas afrouxaram e tive de me segurar no Rodrigo para não despencar no chão O abraço dele foi seguro e terno, e ainda que precisasse de ar, me entreguei ao beijo mais profundo que eu jamais recebera.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sempre gostei do gosto da porra, ainda mais quando misturado aos fluidos vaginais que impregnam no pau depois de uma trepada. Meu marido e uns poucos amantes que eu tive nunca limparam suas “partes” depois de me comer, esperando que minha boca sorvesse a última gota de esperma. Desta vez não fiz: não queria que o Rodrigo me tomasse por uma vagabunda maior do que eu era, além disso eu não queria que ele sentisse nojo ao me beijar, e eu não queria parar de beijar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Feliz, satisfeita e, principalmente, segura, comecei a me recompor. Vestimos-nos com alguma lentidão e logo iniciamos a viagem. Eu dirigindo, a mão dele sobre a minha perna, a minha mão sobre a dele. Os 140 km que separam Porto Alegre de Gramado passaram rapidamente enquanto conversávamos e fazíamos planos, como recém casados que estávamos. Por duas vezes ele mandou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Pára que eu quero te beijar! – e por duas vezes eu obedeci.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A recepcionista da pousada, jovem e gostosa, habituada a todas as variações de casais, não fez mais perguntas que as necessárias, mas não pude deixar de perceber os olhares e os sorrisos discretos que oferecia ao Rodrigo, enquanto ele, assumindo seu papel, preenchia os formulários. Um misto de ciúme e orgulho me levou a abraçá-lo, e miar, alto o bastante para que ela ouvisse: &#8211; Anda amor, que eu to morrendo de vontade. Saímos abraçados e, de costas para a recepção, apertei a bunda dele e voltei um olhar desafiador praquela putinha, para que ela entendesse que aquele menino era meu, e que ele ia passar a noite me comendo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Foi o que aconteceu. Dei todas as vezes que ele quis, e só parei de dar quando o pau dele não levantou mais. Exausto, dormiu segurando a minha mão. No dia seguinte acordei tarde, eu primeiro. Com os músculos ainda doloridos, mas inquieta, me debrucei sobre a região da virilha, e meu boquete entrou no sonho dele até que, acordando, ele disse:</p>
<p style="text-align:justify;">- Pára que eu vou gozar – ao que eu respondi</p>
<p style="text-align:justify;">– Então goza muito! Evidente que dessa vez não resisti, e comecei meu desjejum com o mingau de sêmen e esperma, que engoli lentamente, saboreando cada gole. Diferente do que eu temia, ele procurou meu beijo, e foi intenso, como se eu tivesse tomado uma taça de Don Perdignon gelada, em lugar de uma golfada de porra quente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A história continua e é feliz há dez anos.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Walfredo Wladislau</strong></em></p>
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