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Doroteia da Galileia

In estórias, narrador on 03/05/2009 at 11:39

Uma das fodas mais gostosas que tive aconteceu quando era estudante universitário e morava em alojamento. Eu tinha um quartinho separado que era o maior abatedouro do pedaço. Comia coisas boas mas a maioria era mocréia. Eu gosto de todas. Ocasião, a moçada do alojamento resolveu contratar uma faxineira para limpar o apto uma vez por semana. A contratada era uma coroa gorda, falante e serelepe, uns 50 anos.

Ganhei sua confiança e comecei a investir pra cima da veia. Em pouco tempo o papo já era mais sacanagem do que outra coisa. Descobri que Dorotéia, que ainda chamo carinhosamente de Dorotéia da Galileia, era viúva e parecia gostar de uma rola quente. Para ela era difícil arrumar uma pessoa para comê-la pois, além de meio passada, em sua casa tinha seus filhos e etc. Não perdi mais tempo, na sua quarta faxina eu já estava passando a mão em sua bunda. Read the rest of this entry »

Alvo errado

In estórias, narrador on 21/03/2009 at 13:29

Estória de trabalho, ou de emprego, bem empregada.

Trabalhava numa empresa aqui em São Paulo, onde a mulherada era a grande maioria, só que eu já era um cara um pouco mais velho que a média da meninada, tinha mais de 25 anos e as menina tinham média de 15, 16 anos, as exceções eram duas funcionárias que andavam sempre juntas, uma era funcionária do departamento pessoal, Lúcia era baixa, morena clara e absolutamente comum e a outra era funcionária do setor de importação, Márcia magrinha, altura média, peitos mais pra grande que pra médios (quando vinha com uma camiseta branca, era impossível deixar de olhar aqueles melões) e, apesar de usar umas roupas um tanto recatadas, percebia-se que tinha uma bundinha bem gostosa.

Eu sempre tentava uma cantada, mas ela sempre dava um jeito de desviar o assunto, acabei achando que fosse comprometida e, aos poucos, fui parando com aquele leve assédio. Read the rest of this entry »

Só fez o que quis

In estórias, narrador on 19/02/2009 at 12:20
E faz muito bem em fazer o que quer
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Já estava com 43 anos, a vida sedentária começava a cobrar, entrei para uma academia, mas não gostei, pra quem quer só emagrecer é perda de tempo, pois o que me interessava, que era emagrecer, me bastava umas caminhadas na esteira e umas pedaladas, como tenho uma boa bike e sei andar fora da esteira, saí da academia e resolvi que daria minhas pedaladas pelo bairro e faria as caminhadas num parque grande que tem aqui próximo de casa.

E foi numa dessas vezes que a vi… A visão me fascinou de imediato: Uma menina com um shortinho não muito curto, mas apertado na medida certa, uma cinturinha finíssima, uma bunda não tão arrebitada, de quadris largos, fazendo um conjunto perfeito com as pernas torneadas. Read the rest of this entry »

O quarto da empregada

In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24

Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais

O COMEÇO

Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.

Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!

MINHA ESPOSA

Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »

Não judeia…

In estórias, narrador on 04/02/2009 at 11:31

Cada mulher tem, ou não tem, o seu gemido, expressão, palavra que usa no acto, o seu grito de paz e amor. O Luís narra um bem peculiar, que comeu, aliás: que judiou.


Na agência que eu trabalhava tinha uma guarda morena, gostosa, invocada, que todos cobiçavam, apesar de já ter dois filhos, usava roupas sempre apertadas realçando a bundinha, soutien meia taça empinando os peitinhos que apesar de pequenos ficavam apetitosos, todos queriam comê-la, mas apesar de todas as investidas ela não deixava espaço para mais nada. Read the rest of this entry »