anal, MF, mff, oral, submissão, violação
In estórias, narrador on 20/05/2009 at 11:49
Um enredo histórico, a revolta do escravo agora violador da Baronesa, narrada em linguagem quase televisiva.
Já era noite na fazenda. O Barão sentado na sua escrivaninha fazia contas de mais um dia de lucro da colheita do café. A Baronesa, na sua poltrona, escovando seus cabelos, olhava para o espelho, sua mente viajava. Sinhá Moça dormia como um anjo. De repente tiros são ouvidos. O barão assustado pega seu revólver sai à porta, mais é rendido por Justino e Fugêncio. Baronesa corre para o quarto de Sinhá Moça, mas encontra Capitão do mato junto a ela e são rendidas. O Barão grita pelo seus capangas, Justino diz que estão todos mortos. Esbravejando, Barão é silenciado com uma arma apontada para sua cabeça.
Todos são reunidos na grande sala. Barão se depara com Cândida e Sinhá Moça aos prantos e assusta a ver Capitão do mato.
- Quanto tempo Barão… sentiu minha falta, voltei para reivindicar meu pagamento, e o senhor me deve muito pela humilhação e surra que levei.
- Não faça nada com minha família, eu te pago, disse o Barão
- Não é só dinheiro seu Barão disse Capitão olhando para o lado de Sinhá moça com um sorriso sarcástico. Lembra de Barbina, minha mãe, fiquei sabendo que o senhor se deitava e batia nela quando ela era mais nova. Agora é minha vez de deitar com sua Sinhazinha. Read the rest of this entry »
anal, broxa, casamento, imprevisto, MF
In Neo, estórias on 17/05/2009 at 03:42
Uma estória de Neo, outro autor que aqui se apresenta.
Sugeri a ela que chupasse meu pau. Refugou. Humildemente roguei que ao menos lhe desse um beijo e, depois de alguma relutância, mergulhou entre as cobertas e emergiu ao estalar um beijo no membro palpitante de desejo. Por fim disparou:
- Seja breve. Não estou afim de muita estória hoje.
Deveras não estava mesmo. Consumado o casamento, há exatos sete anos, não houve mais estória que valesse a pena. Até mesmo o trivial beijo na boca ficara reservado, em vez ou outra, à agitação dos segundos que antecedem a explosão do prazer. Neste instante perdia ela verdadeiramente o discernimento e, cedendo aos impulsos da natureza humana, entregava a língua para ser chupada por alguns instantes, ato continuo, recompunha-se, virava-se e dormia. Há muito deixamos de nos beijar, prática que a cada ano mais e mais se reforçou, agravando-se com a chegada dos filhos. Como um pugilista costumava atirar seu corpo contra o meu, de maneira a restringir-me os movimentos do pescoço, escapando assim da aplicação do temerário beijo na boca. Read the rest of this entry »
anal, bunda, cu, fodendo, fuder, MF, narradora
In estórias, narradora on 15/05/2009 at 01:22
Tô taradinha hoje!
E logo você vai chegar do trabalho. vai estar irritado eu sei. Mas vou me preparando antes, bem antes…
Primeiro vou até a depiladora: ela me depila a bucetinha deixando somente alguns pelinhos na parte de cima do clitoris. Depois ela depila meu rabinho deixando lisinho, lisinho.
Antes de chegar em casa, passo na farmácia e compro algumas coisinhas: uma duchinha vaginal, um sabonete liquido intimo, um KY sem cheiro.
Em casa, ligo o chuveiro na água bem morninha.
Entro no banheiro e fecho a porta: é momento de privacidade. Read the rest of this entry »
anal, bunda, corno, empregado, MF, patroa
In estórias, narrador on 30/04/2009 at 16:35
Patroa usa motorista. O prazer é dos dois.
A cantada não podia ter sido mais direta.
- Guarde o carro e depois venha até o meu quarto.
Fiquei olhando para dona Iracema sem saber se devia perguntar alguma coisa, se era alguma coisa lá que devia ser consertado, se era…
Ela interrompeu meu estado de tensão.
- O que foi? Vai dizer que tem medo de ir até o meu quarto? O Benê está viajando, a empregada está de folga, minha filha está na casa da avó. Só estamos nós dois aqui.
Mas me deixou mais confuso ainda.
- Mas…
- Não quer? Só nós dois, na minha cama?
Eu não podia acreditar. Ela saiu do carro sem tirar o olho de mim, e fazia uma expressão de sacanagem. Read the rest of this entry »
anal, fodemos, MF, narrador, oral, rabo
In estórias, narrador on 03/01/2009 at 14:13
Quem não come a filha, arrisca-se a comer a mãe…
Juliana era uma grande amiga. Costumávamos sair sempre juntos para badalar nas noites. Nós nos entendíamos muitíssimo bem. Juliana era uma garota de 20 anos, e eu tinha 21. Read the rest of this entry »
anal, broche, cona, corno, cu, MF, MM, narrador, submissão
In estórias, narrador on 26/12/2008 at 16:08
Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…
Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.
De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.
Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).
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anal, FF, MF, minete, MM, oral, submissão
In Deidre, autores, narradora, tradutor on 03/05/2008 at 23:53
Estava vazio. Ouvi um som vindo de algures, no edifício, dos chuveiros. Calculei que tivessem acabado. Voltei para trás e olhei para o fundo do corredor, e escutei um aumento do som por uns momentos enquanto uma porta ao fundo do corredor se abria e um homem saiu.
Era o Jerry, um dos amigos do Tim. “Oh, olá” disse, aproximando-se, com uma pequena gargalhada. Não estava a ver onde estava a piada, mas acho que sorri, numa reacção inconsciente.
“O Tim está no chuveiro?“, perguntei.
Riu-se de novo. “Sim, pode-se dizer que está. Ouve: tu tens que ver isto” E nisto estava a voltar pelo corredor, acenando-me para o seguir. Hesitei, mas acabei por fazê-lo.
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