para masturbar insónias

Posts com Tag ‘boceta’

A senhora que me iniciou

In estórias, narrador on 07/05/2009 at 00:55

Dona Julia vai iniciar o rapaz, e tirar a barriga da miséria

Na esquina de minha rua tinha um armazém, daqueles que vendem desde pinga, arroz e feijão a até brinquedos e chinelos… Os donos do armazém (um casal) eram amigos de meu pai e minha mãe e por vezes até fiquei com eles quando pequeno, quando tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles, o armazém era bem conhecido no bairro, por ser até uma espécie de supermercado local.

Desde meus 5 anos até os 10 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal, localizada nos fundos do armazém, tendo uma porta de passagem da casa para o armazém.

Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes até ao armazém para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de godê, peão, bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que não tinha dinheiro, e ficava apreciando demais os seios da Dona Julia (esse não era o nome dela). Essa senhora tinha os maiores seios que já tinha visto na vida até aquele momento e eu ficava muito louco porque podia reparar o tamanho dos bicões e também porque sempre estava aparecendo uma parte do sutien dela, sempre com muita renda. Read the rest of this entry »

Chantagem

In estórias, narradora on 19/04/2009 at 20:09

Apanhada desprevenida, arranja problemas.

Isto realmente aconteceu comigo e acabou mudando a minha forma de ser e de sentir.

Voltemos ao ano 2.000 para poder entender toda esta narrativa.

Antes de qualquer coisa, meu nome é Fernanda, sou loirinha e tenho um corpo bonito, fruto de muita malhação em academia, do balé, do tênis e da natação. Desde os 13 anos atuo como modelo tirando fotos que saíram em diversas revistas e catálogos o que além de me render um pouco de dinheiro, me rendeu também notoriedade na escola. Com isso, me tornei um pouco fresquinha, limitando minhas amizades.

Namorei Maurício por um ano e meio, e nas férias de julho de 2.000, com 17 anos, perdi a virgindade. Em agosto, o crápula me dispensou. É desnecessário dizer que fiquei louca da vida. Read the rest of this entry »

O cigano

In amigaço on 18/03/2009 at 10:47

Mulher com homem paralisado em casa, tem um encontro no quintal.

Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via, não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor, mas agora  olhando-o… era apenas um fardo pesado.

Sentia saudades da vida que tinham há dois anos… muitas saudades… principalmente… Read the rest of this entry »

A minha tia gordinha

In Lord Thom, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 14/03/2009 at 03:40

Uma tia  gorda vai ensinar-lhe muito numas férias que não prometiam.

Férias chatas, ridículas, meus pais me levaram para uma cidadezinha do interior.

Lá moravam, minha tia Deise, gordinha, viúva, 49 anos, 1,60 alt. 76 kg, irmã de minha mãe, tio Luiz, 50 anos, também irmão de minha mãe, casado com Oswalda, 48 anos, não tinham filhos.

Tremenda sacanagem para mim nos meu 13 anos. Eu gostava de jogar bola, nadar, farrear com os amigos, e nessa cidadezinha não conhecia ninguém. Era um tédio danado. Eu não tinha absolutamente nada para fazer. Acordava com meu bilau duro, me masturbava e depois me limitava a sair, dar umas voltas, voltar para casa e ficar vadiando por lá.

Meus pais e meus tios se divertiam, contavam casos, piadas, jogavam baralho, iam todos para a cozinha fazer o almoço o jantar, para eles aquela vidinha devia estar uma delicia, pois viviam alegre, ao contrario de mim que vivia aborrecido. Read the rest of this entry »

A viuvinha

In amigaço on 27/02/2009 at 03:25

Quem se assina amigaço deixa sempre uma marca social nas vidas dos pessoas que escreve.

Lazinha fez as contas: cem reais para o aluguel, quarenta para pagar a energia elétrica, vinte para pagar a água, cinquenta para pagar as muambas, setenta para a prestação do fogão, quarenta para o botijão de gás, e ainda faltavam cento e vinte para o armazém… O dinheiro não dava pra pagar tudo, outra vez. A aposentadoria que recebia depois do falecimento do marido era insuficiente para tanto.

Havia comprado algumas muambas para comercializá-las, mas a tentativa não deu certo e ainda estava devendo a última compra que fizera – somando os calotes que recebera, ficara no prejuízo. Tentou pegar roupas para lavar, mas ali por volta todos eram pobres e ela não tinha dinheiro para pagar o ônibus e procurar freguesia mais abastada na cidade. A prateleira da cozinha estava vazia e se não pagasse a conta do armazém, o seu Inácio não mais lhe venderia fiado. Faltava arroz, feijão, mistura óleo… faltava quase tudo. O menino ia passar fome. Read the rest of this entry »

A camareira

In estórias, narrador on 25/02/2009 at 17:35

Eu havia acabado de chegar de viagem, tendo seguido direto para o hotel, e só pensava em tomar um bom banho e descansar a tarde toda, para à noite conhecer a cidade. Por volta das duas e meia ouço um batido na minha porta. Saí então do banho, enrolado na toalha e fui ver quem era. Pelo olho mágico pude ver uma linda camareira, morena clara, baixinha, magrinha com um lindo corpo, seios pequenos e suculentos, um uniforme que realçava toda a sua sensualidade.

Mil ideias se passaram na minha cabeça só no tempo que levei abrindo a porta. Ela então sorriu pra mim e perguntou: “Boa tarde senhor, vai querer arrumação do quarto hoje?” Read the rest of this entry »

A menina do banheiro do colégio

In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 23/02/2009 at 03:28

Memórias da relação com uma rapariga muito especial.
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Acho que meu problema visual sofreu um aumento significativo a partir dos 18 anos. O esforço para espionar por buracos de fechaduras talvez tenha sido excessivo. Nessa época, revistas com propagandas de lingerie, ou revistas importadas, como as alemãs que traziam modelos com os seios de fora, eram manuseadas exaustivamente. As do Zéfiro então, amassadas, enroladas e lambuzadas. As com fotos, chamadas de suecas, eram troféus que jamais poderiam ser guardadas por um só, deveriam ser compartilhadas. Masturbações eram quase que diárias.

A namorada, uma menina linda, com cabelos cacheados louros, olhos azuis, permitia apenas beijos na boca em ocasiões especiais como bailinhos dados em festinhas de aniversário. Aliás, eram nestes bailinhos em que a mão boba ousava pousar sobre a bundinha. Às vezes um abraço mais forte nos trazia os seios ainda pequenos que tanto cobiçávamos de encontro ao nosso peito.

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Uma delícia de mulher

In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48

Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo

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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.

Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.

Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »

Minha tia Patrícia

In estórias, incesto on 17/02/2009 at 01:41

Uma narrativa detalhada, e deliciosamente lenta, da estória de um sobrinho e sua tia víuva e bastante mais velha.

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Eu estava nos meus 15 anos e ela perto de 50 anos. Hoje, estou bem longe dos 15 anos e ela já é uma mulher bastante idosa.

É umas das irmãs de minha mãe. Somos de uma família do interior paulista de vários irmãos (cerca de 12), bastante tradicional e conservadora. Desde muito pequeno convivi com esta minha tia e sempre admirava sua beleza. Com a chegada da adolescência, um tesão natural passou a tomar conta de mim, porque ela era uma mulher muito gostosa.

Mulher de altura mediana, de pernas grossas, peitos volumosos, corpo bem definido e torneado, com uma bunda que deixava qualquer um louco. Não posso negar que muitas das punhetas de minha adolescência foram destinadas a ela. Mas tudo ficava na punheta, porque nem pensar em ir além disto. Read the rest of this entry »

Rita, minha puta

In estórias, narrador on 28/01/2009 at 13:21

Um jogo de sedução vira um jogo de dominação

Paulo era meu companheiro de pelada, mas eu já não estava conseguindo resistir às provocações que sua mulher me aprontava. Todas as vezes que eu ia à sua casa após o jogo, para tomar uma cervejinha, ela ficava desfilando com shortinhos minúsculos ou minissaias mínimas e blusas transparentes ou abertas deixando ver parte dos seios. Read the rest of this entry »