1 Ao me divorciar mudei-me para um prédio de quatro andares num ponto excelente. Já fazia bem uns três anos que morava ali, num pequeno apartamento, que me oferecia conforto … Continue lendo
Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e … Continue lendo
domingo, 14 de Agosto de 2005 – 8:52 Para o Algarve fui de mota e cheguei lá num instantinho. Adivinhem, o que fazia uma doida como eu, em Faro, em … Continue lendo
Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel. Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de … Continue lendo
Uma freira virgem que deixa de o ser, um espectador que vira participante, uma estória que tinha na lista de espera e que o seu autor propôs para que aqui … Continue lendo
Uma estória curta, uma situação insólita: dois casais acabam a aproveitar as iniciativas um do outro. Era um dia quente de Primavera e resolvemos ir até a praia fazer um … Continue lendo
Quem come a filha também come a mãe. Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de … Continue lendo
E decidiu tomar-lhe o gosto. Uma narrativa algo atabalhoada, o que também lhe dá um toque de realismo. Pois foi descobri que sou corno, já há algum tempo que desconfiava … Continue lendo
Narrativa fraquinha mas bem resumida no título. Os fracassos de uma educação religiosa…
Antes de abrir a etiqueta sogras, a versão minoritária, genros, contada por Marta Ribeiro. Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, … Continue lendo
No género memórias da tropa, bem escrito, foi roubado a Aníbal Alves. – Que cambada!… Corja de malandros!… – E entre dentes desabafou: – Filhos de puta!… – Essa fanfarra … Continue lendo
Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo… Sou músico, toco guitarra, e nunca passou … Continue lendo
Comer senhorias viúvas é uma clássica ambição de inquilino que se preze, e estas estórias estão bem escritas, o que na erótico-prosa da lusofonia é coisa rara. São assinadas por … Continue lendo