para masturbar insónias

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Minha sogra coletou meu esperma

In incesto, narrador on 30/10/2009 at 23:07

Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês.

Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha casa nos visitando e enquanto ela estava na sala conversando com minha esposa fiquei no computador trabalhando em alguns projetos. Quando ela veio se despedir de mim eu continuei sentado na minha cadeira e ela se curvou para me dar três beijinhos. Eu fui colocar a mão em suas costas, como normalmente se faz quando se vai cumprimentar alguém desta maneira.

Acontece que sem querer acabei passando a mão na sua bunda, e desde então criei um tesão louco pela minha sogra, e a partir deste dia passei a olhar a Dona Cida com outros olhos.

Minha sogra não é nenhuma beldade dessas descritas nos demais contos, é na verdade uma loirinha, baixinha e gordinha de quarenta e poucos anos.

Várias coisas me excitavam nessa história, o fato de ela ser mais experiente, a putaria de comer a mãe e a filha e ainda o fato de ela ser uma mulher sexy e bonita, apesar de estar um pouco acima do peso. Read the rest of this entry »

Minha mulher me ofereceu a amiga

In estórias on 16/08/2009 at 13:59

Esse é outro fato ocorrido entre mim e minha esposa. Na época tínhamos 32 anos ela e 36 eu. Ela, alta, corpo forte, cabelos curtos, castanhos quase loiros com luzes. O corpo é um violão, literalmente. Eu, moreno, baixo, cabelos pretos, um pouquinho acima do peso, mas, com algum charme, o suficiente para ter uma mulher como ela.

O telefone tocou eram umas 3 horas da madrugada. Rejane deu um pulo da cama e antes que eu atendesse, ela pegou o aparelho e disse Alô. Era sua amiga porra louca, Jacira. Não só amiga, era um ex-caso dela, que depois evoluiu para amizade e quase virou inimizade quando a Rejane e eu começamos a namorar. Jacira não gostava de mim nem de ninguém que chegasse perto da sua ex-namorada.

Estava no IML fazendo exame de embriaguês e toxicológico. Fora presa na rua, por desacato a uma patrulha que a abordou. Ligou pedindo help. Read the rest of this entry »

Minha Vizinha

In Pedro Neto on 14/08/2009 at 04:09
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Estou vivendo uma aventura espetacular nos últimos meses e gostaria de dividir com vocês. Tenho 18 anos, sou bonito sem ser um Deus. Moro com meus pais já bem mais velhos em um prédio de dois apartamentos por andar, onde a cozinha e área de serviço de ambos os apartamentos dão para um pátio interno. E como a distância é de menos de 10 metros, de uma cozinha à outra é possível ver tudo na cozinha do outro. No apartamento ao lado mora um casal com dois filhos pequenos. É sobre ela este conto. Ela tem 35 anos e é uma gata. Morena, com o cabelo muito negro na altura do ombro. Olhos negros que brilham que nem faíscas. O corpo é uma delícia, pernas lindas, bundinha durinha e nem grande e nem pequena, os peitinhos durinhos. Ela não trabalha e eles não têm empregada fixa, só uma faxineira eventual. Isto para dizer que ela fica em casa o dia todo. Fora de casa ela se veste de uma maneira sexy, mas discreta e não é daquelas de enlouquecer operário de obra. Mas em casa é outra coisa. Ela está sempre de shortinho de lycra coladinho e bem pequenininho marcando a calcinha mínima e blusinhas bem soltas. À noite ela está sempre de camisola ou baby doll transparente e calcinhas rendadas e cavadas. Read the rest of this entry »

Na fazenda

In estórias on 04/08/2009 at 04:05

Tenho 41 anos e ganhei muito dinheiro no mercado financeiro. Há três anos resolvi que já estava rico o suficiente e parei de trabalhar. Moro no Rio, em um apartamento de frente para praia de Ipanema. Já casei três vezes e me separei três vezes. Na mesma época que eu resolvi parar de trabalhar, resolvi também que não queria mais ter relacionamentos, que eles me cansavam e que eu não tinha jeito para a coisa. Por isso, pragmático, decidi também que a partir de então eu só queria puta. Queria pagar, exigir que tudo fosse feito como eu queria como um serviço e no fim, adeus e boa noite. Se eu quisesse um boquete eu pagava. Se fosse um cu eu pagava. Se fosse só buceta eu pagava. Se quisesse duas eu pagava. E no dia seguinte eu queria acordar sozinho. Read the rest of this entry »

Puritana, minha puta

In Neo, estórias on 23/07/2009 at 00:13

Faz seis anos desde a primeira vez que coloquei os olhos sobre aquela criatura, desde então tive a certeza de que aquela mulher deveria ser minha. Deus ouvia enfim minhas preces colocando aquela obra-prima em meu caminho. E como foi generoso! Compensou-me com capricho divino a longa espera. Aquela mulher, de fato, era tudo com o que sempre sonhei, aliás, que qualquer homem com alguma testosterona atuando sobre um neurônio, que fosse, sonhou. Um verdadeiro banquete para quem já havia se acostumado com o feijão com arroz do dia-a-dia (uma mocréiazinha ali, uma carninha magra mais adiante).

Rosto de menina em um corpo de mulher. Lembro-me de ter ouvido algo assim em uma canção qualquer, mas realmente é pouco para descrever aquele monumento ao belo sexo. Definitivamente não a descreve. Deixe-me tentar novamente: do alto dos seus dezoito anos, um dos mais belos espécimes humanos que a natureza com seu zelo fora capaz de produzir em milênios de evolução. Seus traços absolutamente precisos e delicados foram dimensionados com o propósito único e claro de despertar desejo, seduzir. Um anjo é a imagem que melhor descreve seu semblante de traços suaves, perfeitos. Uma deusa grega, romana, maia… Quem sabe mesmo um demónio seria a melhor definição do conjunto da obra! Enfim. Read the rest of this entry »

Apendicite

In Daniel, narrador on 18/06/2009 at 14:16

E lá estava eu assinando a guia de internação do hospital…

Aquela dorzinha no abdómen que já durava alguns dias era nada mais nada menos que uma apendicite, segundo o meu médico.

-  Não é caso de emergência, mas também é bom não facilitar… terça feira eu tenho a tarde livre… vamos operar de uma vez?

O quarto, ou melhor, a suíte, era muito confortável. Meu plano de saúde dava direito a quarto privativo e eu quase me sentia num hotel de cinco estrelas. As únicas coisas que me incomodavam eram a dieta de fome e aquele ridículo camisão amarrado no pescoço e todo aberto atrás. Sem contar a expectativa de um clister no meu ânus virgem… Read the rest of this entry »

O Patinho Feio

In Daniel, estórias, incesto, narrador on 18/05/2009 at 03:51

Uma mãe combate os malefícios da masturbação com a sua sabedoria.

É tão difícil para mim contar essa história que nem sei por onde começar. Porque não pelo começo? Bem, vamos lá:

Eu nasci feio, cresci feio e atualmente, com quinze anos, sou mais feio ainda, pois começaram a nascer espinhas no meu rosto. Tenho poucos amigos e nunca tive uma namorada, pois as garotas não me olham duas vezes. Me defendo com revistas de sacanagem e punheta.

E foi justamente numa punheta que tudo começou. Eu estava sentado no vaso acabando de gozar quando a minha mãe entrou. Só deu tempo de puxar uma toalha para cima do colo, mas não evitei que ela percebesse o que eu estava fazendo. Read the rest of this entry »

Meu marido, Cláudio e eu

In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20

O marido trás um amigo. Agora vão ser três.

Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.

- Oooiiii amor.

- Oi meu bem.

- Conhece o Cláudio?

- Só de nome. Prazer.

- Muito prazer.

Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.

- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »

A senhora que me iniciou

In estórias, narrador on 07/05/2009 at 00:55

Dona Julia vai iniciar o rapaz, e tirar a barriga da miséria

Na esquina de minha rua tinha um armazém, daqueles que vendem desde pinga, arroz e feijão a até brinquedos e chinelos… Os donos do armazém (um casal) eram amigos de meu pai e minha mãe e por vezes até fiquei com eles quando pequeno, quando tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles, o armazém era bem conhecido no bairro, por ser até uma espécie de supermercado local.

Desde meus 5 anos até os 10 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal, localizada nos fundos do armazém, tendo uma porta de passagem da casa para o armazém.

Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes até ao armazém para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de godê, peão, bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que não tinha dinheiro, e ficava apreciando demais os seios da Dona Julia (esse não era o nome dela). Essa senhora tinha os maiores seios que já tinha visto na vida até aquele momento e eu ficava muito louco porque podia reparar o tamanho dos bicões e também porque sempre estava aparecendo uma parte do sutien dela, sempre com muita renda. Read the rest of this entry »

Cabocla da Fazenda

In estórias, narrador on 26/03/2009 at 12:17

Umas férias, a empregada nova, o caseiro, as aventuras do neto do patrão.

Eram seis da matina e, como em todas as manhãs, os passarinhos e outros animais do mato iniciavam seu alarido. Não era necessário relógio para presumir que já estava na hora de acordar. Recém-chegado de Salvador, vim visitar meu avô na fazenda onde morava e, com ele, passar o período de festas de Natal e o Ano Bom. Como sempre cheguei à fazendinha antes dos demais familiares, pois estudava numa cidade universitária, Cruz das Almas, que ficava mais próximo da fazenda que da casa de maus pais em Salvador. No auge de meus 17 anos, achava sempre enfadonho ficar uma ou até duas semanas apenas com meu avô na sede da fazenda. Porém, nesta nova, a fazendinha tinha uma nova atração. Tratava-se da nova criada que meu avô havia contratado para trabalhar nos afazeres domésticos. Read the rest of this entry »

Os Melhores Anos do Resto de Nossas Vidas

In estórias, narradora on 23/03/2009 at 14:35

Brincadeiras de crianças, relato de iniciação no prazer sexual.

Eu e meus pais tínhamos acabado de nos mudar para um novo prédio. Eu estava eufórica, pois iria fazer novas amiguinhas para brincar, (onde a gente morava eu sofria muito, era muito isolada). Na família éramos quatro ao todo, papai, mamãe, eu e Renata. Nata é minha irmã mais velhas. As primeiras semanas foram terríveis, eu não via ninguém descer para brincar. Um dia painho chegou mais tarde, e eu desci para recebê-lo. Não podia ter sido melhor!

Tinham pessoas brincando, de esconde-esconde. Eu fiquei muito feliz e pedi para meu pai para ficar, somente para conhecer a turma, ele não se opôs. Fui me chegando e eles acabaram me chamando para conhecer. Fui apresentada a Tati, Fábio e Andresa. Eles me chamaram para brincar. Como tinha acabado de chegar foi contar e eles se esconderam. Terminada a contagem saí em busca deles. Chequei tudo, mas não achei nada, foi aí que me lembrei da escadaria. Fui muito silenciosa e abri a porta devagar. Subi o primeiro andar e espreitei pela quina da parede. Read the rest of this entry »

Mamãe, me ajuda

In Daniel, incesto, narrador on 22/03/2009 at 16:13

Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel.

Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação.

Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a “sessão”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de líder da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Read the rest of this entry »

Dona Ingrid

In estórias, narrador on 16/03/2009 at 12:23

Uma estória de assistência no domicilio a uma colega com febre.

A secretária do meu chefe é um mulherão com 1,85, pernas longas, cabelo curto, quase sempre tingido em uma cor avermelhada e pele clara. Seu nome é Ingrid, também conhecida como “Dona Sargento”.
Deve ter entre 45 e 50 anos, dizem ser viúva, e é uma coroa muito ajeitada, só que é uma grande mal educada, pois briga com todo mundo, trata mal todos os funcionários, não deixa ninguém entrar na sala do chefe . Enfim uma pentelha.

Sou um funcionário de uma empresa de origem europeia e trabalho na contabilidade, dentro de minhas funções existe muito trabalho fora do escritório, visitando clientes e cartórios. Outro dia, meu chefe me chamou e pediu que eu levasse a Sra. Ingrid para o ambulatório médico e depois para casa, pois ela não estava bem de saúde, estava com febre e com dores de cabeça. Read the rest of this entry »

Incesto: minha experiência de vida com meu filho

In estórias, incesto, narradora on 14/03/2009 at 22:35

Uma mãe descreve o inicio de uma atracção imparável.

É estranho como um relacionamento incestuoso, entre uma mãe e seu filho pode começar. O meu ocorreu não porque eu pulei na cama com meu filho, mas progrediu a partir de um pensamento completamente inocente até a sua realização total.
Tudo teve início quando meu filho, Rogério, decidiu que precisava de um passatempo. Rogério sempre se interessou por todo os tipo de coisas artísticas. Um dia, iria aprender a desenhar e a pintar, e comprou todos os tipos das coisas para isso, como lápis, pincéis, tintas, papéis de pintura e até mesmo um cavalete. Read the rest of this entry »

Nada que umas palmadas não resolvam

In estórias, narrador on 07/03/2009 at 14:09

Uma cunhada a portar-se mal e a pedir castigo.

Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula de 18 anos, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua caçula logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela. As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Read the rest of this entry »

A viuvinha

In amigaço on 27/02/2009 at 03:25

Quem se assina amigaço deixa sempre uma marca social nas vidas dos pessoas que escreve.

Lazinha fez as contas: cem reais para o aluguel, quarenta para pagar a energia elétrica, vinte para pagar a água, cinquenta para pagar as muambas, setenta para a prestação do fogão, quarenta para o botijão de gás, e ainda faltavam cento e vinte para o armazém… O dinheiro não dava pra pagar tudo, outra vez. A aposentadoria que recebia depois do falecimento do marido era insuficiente para tanto.

Havia comprado algumas muambas para comercializá-las, mas a tentativa não deu certo e ainda estava devendo a última compra que fizera – somando os calotes que recebera, ficara no prejuízo. Tentou pegar roupas para lavar, mas ali por volta todos eram pobres e ela não tinha dinheiro para pagar o ônibus e procurar freguesia mais abastada na cidade. A prateleira da cozinha estava vazia e se não pagasse a conta do armazém, o seu Inácio não mais lhe venderia fiado. Faltava arroz, feijão, mistura óleo… faltava quase tudo. O menino ia passar fome. Read the rest of this entry »

A menina do banheiro do colégio

In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 23/02/2009 at 03:28

Memórias da relação com uma rapariga muito especial.
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Acho que meu problema visual sofreu um aumento significativo a partir dos 18 anos. O esforço para espionar por buracos de fechaduras talvez tenha sido excessivo. Nessa época, revistas com propagandas de lingerie, ou revistas importadas, como as alemãs que traziam modelos com os seios de fora, eram manuseadas exaustivamente. As do Zéfiro então, amassadas, enroladas e lambuzadas. As com fotos, chamadas de suecas, eram troféus que jamais poderiam ser guardadas por um só, deveriam ser compartilhadas. Masturbações eram quase que diárias.

A namorada, uma menina linda, com cabelos cacheados louros, olhos azuis, permitia apenas beijos na boca em ocasiões especiais como bailinhos dados em festinhas de aniversário. Aliás, eram nestes bailinhos em que a mão boba ousava pousar sobre a bundinha. Às vezes um abraço mais forte nos trazia os seios ainda pequenos que tanto cobiçávamos de encontro ao nosso peito.

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Uma delícia de mulher

In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48

Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo

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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.

Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.

Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »

Confissões da Vovó

In estórias, narradora on 20/02/2009 at 00:20

Uma jovem, depois de apanhar a mãe em flagrante, ainda escuta uma confissão muito especial da avó.

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Estava em um táxi retornando a São Paulo totalmente chocada. Há cerca de vinte minutos havia estado no sítio de veraneio da família. Pretendia fazer uma surpresa para minha mãe, mas como diz o ditado “quem tenta fazer surpresa pode ser surpreendido”.

Meu nome é Renata, tenho 24 anos, sou filha única e todos, familiares e amigos, me chamam de Renatinha. Sempre fui muito tímida e corava com o menor sinal de malícia. Mamãe, declarando-se extenuada com as últimas atividades religiosas que realizara (bazar), resolveu recolher-se em nosso pequeno paraíso. Convidou-me a acompanhá-la, já que estava desempregada, mas considerei que poderia ter uma crise de depressão recolhida em lugar tão bucólico onde até os grilos parecem ter preguiça de emitir sons.

Agora minha cabeça fervilhava. Mamãe insistira muito em saber se eu não mudaria de ideias indo encontrá-la em poucos dias e eu dissera que não havia a menor possibilidade. Contudo, bastou dois dias sem a presença dela e o tédio tomou conta. Resolvi, então, ir e tive a infeliz ideia de “fazer uma surpresa”. Estava meio impaciente, por isso resolvi não dirigir. Fui até a rodoviária, comprei passagem do ónibus que partiria vinte minutos depois. Desembarcando no centro da pequenina cidade, tomei um táxi que me deixou em frente ao portão da bela propriedade e entrei em silêncio. Read the rest of this entry »

Por favor, mãe, só um boquete

In estórias, incesto, narrador on 10/02/2009 at 05:32

Um filho carenciado  pede a ajuda materna

As coisas estavam difíceis para mim naqueles dias: reprovado no vestibular, duro e sem namorada. Passava os dias estudando para o próximo exame e navegando na web, sem mais nada de interessante pra fazer. Com os hormónios a mil, como qualquer jovem, era na internet que eu descarregava a tensão: horas e horas por semana atrás de lindas bocetas e bundas, e sempre me matando na punheta.

Assim ia levando minha rotina, até que um dia recebemos a visita da minha avó materna, que mora em outra cidade. Como a nossa casa era pequena, dois quartos apenas, minha mãe cedeu o quarto dela pra minha avó, e foi dormir no meu. Read the rest of this entry »

Dei de mamar para os meninos

In estórias, narradora on 09/02/2009 at 02:16

Uma estória de leite, uma mulher muito amamentadora, numa escrita sofrível.


Uma época eu estava amamentado meu filho e morava sozinha em uma bela casa, na periferia da minha cidade. Fiz amizade com uns garotos (13 e 14 anos) que moravam em um vilarejo perto e eles começaram a frequentar a minha casa por causa da piscina.

Todos os dias eles iam até em casa e se divertiam muito na piscina. Eu notava os olhares deles pra mim, pois nessa idade eles são verdadeiros tarados, mas respeitavam por eu ser a dona da casa e eles tinham interesse na piscina. Eu andava de biquíni o tempo todo e os meus seios, por estar amamentando estavam mais enormes do que já são e mal cabiam no soutien. Read the rest of this entry »

Festa na roça

In autores, estórias, moloch, narrador on 06/02/2009 at 12:33

Outra estória assinada por Moloch. Uma mãe oferece-se com a desculpa de defender as filhas, mas uma destas também vai querer.

Junior coçou a cabeça desanimado ao olhar a desolada paisagem que rodeava a desconfortável sede da fazenda onde havia sido alojado. Seu empregador o enviara até aquele ermo de helicóptero e agora, transcorridas apenas duas horas, enquanto montava o sofisticado equipamento de informática, já estava arrependido do contrato que assinara. Read the rest of this entry »

Não judeia…

In estórias, narrador on 04/02/2009 at 11:31

Cada mulher tem, ou não tem, o seu gemido, expressão, palavra que usa no acto, o seu grito de paz e amor. O Luís narra um bem peculiar, que comeu, aliás: que judiou.


Na agência que eu trabalhava tinha uma guarda morena, gostosa, invocada, que todos cobiçavam, apesar de já ter dois filhos, usava roupas sempre apertadas realçando a bundinha, soutien meia taça empinando os peitinhos que apesar de pequenos ficavam apetitosos, todos queriam comê-la, mas apesar de todas as investidas ela não deixava espaço para mais nada. Read the rest of this entry »

Dá pra mim?

In estórias, narradora on 30/01/2009 at 11:31

Um intervalo para almoço bem animado

Entrei no cio. Só pode.

Não consigo parar de pensar em fazer amor com você.

É só pensar em você que todo o meu corpo se prepara pro ato.

Você está me deixando louca.

Então, o telefone toca e reconheço seu número no visor.

- Dá pra mim? – você diz, de lá. Read the rest of this entry »

Rita, minha puta

In estórias, narrador on 28/01/2009 at 13:21

Um jogo de sedução vira um jogo de dominação

Paulo era meu companheiro de pelada, mas eu já não estava conseguindo resistir às provocações que sua mulher me aprontava. Todas as vezes que eu ia à sua casa após o jogo, para tomar uma cervejinha, ela ficava desfilando com shortinhos minúsculos ou minissaias mínimas e blusas transparentes ou abertas deixando ver parte dos seios. Read the rest of this entry »

Na cama com o filho

In estórias, incesto, narradora on 27/01/2009 at 14:12

Mais uma estória de incesto: Carla Maria conta-nos como lá foi parar.

Bom dia. Começo por me apresentar, sou a Carla Maria 44 anos, divorciada à 9, sou professora numa escola do Porto, tenho um filho de 21 anos que está no ultimo ano da Faculdade de Engenharia, vivemos os dois juntos. Não sou nenhum modelo de passerelle mas considero-me uma mulher ainda bastante desejável e que ainda provoco tesão a muitos homens. Nunca pensei é que um desses homens fosse o meu filho. Read the rest of this entry »

O Beco

In estórias, narradora on 14/01/2009 at 02:53

Me chame de Hera
Ao voltar para casa do trabalho, sempre passo em frente a um beco que me dá arrepios. Escuro, frio, um lugar sombrio, mas que também aguça minha imaginação. Sempre ouvia casos de assaltos, estupros, casais de namorados fazendo sexo e coisas do tipo.
Outro dia, passando por lá, ouvi gemidos, ais, gritinhos que me chamaram a atenção. A princípio pensei ser coisa da minha imaginação, mas ao me aproximar, vi que havia 2 pessoas, um homem e uma mulher.
Ela estava encostada na parede, com os braços levantados e ele estava em frente a ela, ajoelhado. O beco era iluminado apenas por uma fraca luz que um morador colocou em seu muro, a visão ficava turva. Read the rest of this entry »

Fodi uma vovó

In estórias, narrador on 09/01/2009 at 02:06

Comer a velha de olho na neta


Eu estava de olho numa ninfeta chamada Andréia. Devia ter dezasseis anos e andava sempre de mini saia, deixando ver até um pedaço da xuranha. Eu cantava a biscate direto, mas ela dizia que era virgem e sua avó já a havia proibido de falar comigo. Resolvi procurar a velha e pedir para namorar a neta, pois pensar nela estava me tirando o juízo. Queria tanto meter nela que meu pau andava duro o dia inteiro e chegava a ter febre. Read the rest of this entry »

Deidre: Confortável

In Deidre, autores, tradutor on 28/12/2008 at 15:58

Outra estória de Deidre. O imprevisto é o que não é previsível que aconteça.  Mas acontece…

Vivia com a minha namorada e a mãe. Kate, a mãe de Jane, é uma mulher conservadora, mas pareceu aceitar há muito tempo que Jane é sexualmente activa, e embora se perceba que quer que o casamento avance, trata-me bastante bem. Jane e Kate são um bocado parecidas, com os cabelos castanhos (quase pretos) pelos ombros, e o mesmo peso. Têm ambas boa aparência embora Kate tenha um pouco mais de peito. Se me perguntarem, tenho de admitir que Kate é atraente, mas nunca me apercebi que tenha saído com alguém, dado a sua natureza conservadora, que não é muito virada para esse lado. Read the rest of this entry »