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Posts com Tag ‘cona’

A minha sogra, Laura

In estórias, incesto, narrador on 05/02/2009 at 12:45

Quem come a filha também come a mãe.

Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de um ano comecei a namorar uma moça, de 26 anos, que é enfermeira num hospital da cidade. O nosso namoro é normal e pensamos até em casar brevemente. Ela vive num belo apartamento junto ao rio, com a sua mãe, que tem 47 anos de idade.

A minha sogra, Laura, é muito elegante e simpática, mas uma senhora reservada, que se preocupa muito com a casa e com o bem estar da filha. É viúva há cerca de cinco anos. Confesso que até ao episódio que vou contar nunca tinha olhado para ela com intenções libidinosas, pois só tinha olhos para a minha namorada Cristina. Read the rest of this entry »

Minha tia de 64 anos

In estórias, incesto, narrador on 03/02/2009 at 15:27

Em família devemos ser uns para os outros. E neste caso auxiliar uma tia necessitada parece ser uma boa ação.

O facto que passo a relatar aconteceu comigo há pouco mais de 2 meses. Tenho uma tia que trabalha em minha casa ajudando minha esposa com afazeres domésticos há mais de 8 anos. Como trabalhamos fora, a Tia Maria é quem cuida da casa, tarefa que faz com muito louvor desde a morte de meu tio. Sempre tive o cuidado de trata-la com muito carinho e atenção, já que sofreu muito com a perda de seu companheiro de 35 anos de relacionamento. Tia Maria apesar dos 64 anos de idade, ainda ostenta um corpo bonito para sua idade, 1,65 de altura, 60 kgs., seios médios, um pouco caídos pela idade, coxas grossas, quadris largos com as ancas empinadas. Read the rest of this entry »

A curra

In Daniel, autores, estórias, narrador on 01/02/2009 at 22:51

Outro excelente autor, Daniel, conta-nos a estória de um casal cansado de rotinas que decide variar forçando uma prostituta.

Às vezes eu receio que meu casamento esteja em perigo. Eu vejo o tédio no rosto da minha mulher e tenho certeza que ela também vê o mesmo em mim. Não é por falta de sexo, muito pelo contrário. Deve ser por excesso.
Eu explico: Tenho trinta e dois anos e ela, vinte e cinco. Temos a cabeça muito aberta em questões de sexo. Somos muito quentes e criativos, então estamos sempre inventando coisas novas. Mas cada dia fica mais difícil, parece que já fizemos de tudo… trepadas no elevador, na piscina lotada de gente, no mar… boquete no cinema… punheta no ônibus cheio (um embrulho no colo, ninguém vê…). Em casa, nem preciso falar. Já transamos em todos os cantos do apartamento e não conseguimos mais criar posições novas. Read the rest of this entry »

Na cama com o filho

In estórias, incesto, narradora on 27/01/2009 at 14:12

Mais uma estória de incesto: Carla Maria conta-nos como lá foi parar.

Bom dia. Começo por me apresentar, sou a Carla Maria 44 anos, divorciada à 9, sou professora numa escola do Porto, tenho um filho de 21 anos que está no ultimo ano da Faculdade de Engenharia, vivemos os dois juntos. Não sou nenhum modelo de passerelle mas considero-me uma mulher ainda bastante desejável e que ainda provoco tesão a muitos homens. Nunca pensei é que um desses homens fosse o meu filho. Read the rest of this entry »

Amizade antiga

In estórias, narrador on 26/01/2009 at 01:19

Começaram por brincar aos médicos, acabaram com um consultório em casa.

Meu nome é Inácio. Vou contar um caloroso reencontro que tive com uma amiguinha de infância, a Patrícia, ou melhor, a Paty. Ela era minha vizinha. A gente fazia tudo juntos: trocava revistas, colecionava figurinhas, andava de bicicleta e brincava de médico. Essa última brincadeira era a que eu mais gostava e me despertou para os prazeres do sexo. Lembro que na hora de dar injeção, Paty baixava a calcinha e eu enfiava minha rola fininha no cuzinho dela, mas não injetava nada dentro, pois eu só tinha 12 anos, nem esporrava ainda. Paty gostava. Gemia bastante enquanto eu bombava a rola no seu cuzinho. Ela era gordinha, tinha a bunda grande e a buça começava a mostrar uns pelinhos. Naquela época as tetinhas não eram maiores do que uma ameixa. Read the rest of this entry »

Descobri que sou corno

In estórias, narrador on 01/01/2009 at 17:31

E decidiu tomar-lhe o gosto. Uma narrativa algo atabalhoada,  o que também lhe dá um toque de realismo.

Pois foi descobri que sou corno, já há algum tempo que desconfiava disso mas só há 3 meses tive a confirmação. Sou casado com uma mulher muito boa, 4 anos mais jovem que eu eu, tenho 40 e ela 36, desde à uns 2 anos que desconfiava que alguma coisa se passava, eram mensagens que ela nunca lia à minha frente, chamadas que ela não atendia quando eu estava, trabalho fora de horas, coisas que levantam duvidas. Fui tendo atenção ao que se passava, há uns 3 meses ela teve de ir passar 2 dias a casa da mãe que estava doente, eu fiquei em nossa casa. Read the rest of this entry »

A empregada desdentada

In estórias, narrador on 29/12/2008 at 11:50

Diz o narrador: “Não há limites para o sexo. Acho que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, deve passar por uma experiência tanto bizarra quanto exótica”. E exemplifica…

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Tudo aconteceu no ano de 1994. A Maria, um ser horroroso de uns 50 anos, ia em casa uma vez por semana para cuidar da limpeza da casa. Era tempo de vacas magras e minha mãe, por contenção de despesas, havia dispensado a empregada e optado por alguém a quem pudesse pagar diárias, e não um salário. Já a conhecia de longa data. Ela havia sido empregada de alguns de meus irmãos, trabalhado como diarista para outros… Enfim, era figurinha carimbada na família. Me dava muito bem com ela. Nos meus momentos de ócio, conversávamos sobre assuntos diversos, embora ela apresentasse sofríveis índices no tocante às formas de manifestação da intelectualidade. Enfim, mesmo com toda a frugalidade que lhe era peculiar, acabava sendo um bom papo. Read the rest of this entry »

Como iniciar um jovem

In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 28/12/2008 at 20:40

Carla T. conta-nos como deu uma lição extra a um jovem virgem

Chamo-me Carla T. sou economista, vivo em Lisboa tenho 38 anos e moro sozinha. Levo uma vida descontraída e independente, felizmente sem preocupações. No prédio onde moro e no mesmo andar, mora a Isabel com o filho Artur, um rapaz que vai fazer brevemente 18 anos, alto, bem parecido, com a barba a despontar, que anda a estudar e que pratica ténis e natação. A mãe trabalha da parte da tarde num consultório médico, volta do trabalho já de noite e quando chega a casa o filho já tem o jantar aquecido e a mesa posta para jantarem. Isto contou-me a Isabel numa das poucas conversas que tivemos um dia em que nos encontramos a tomar café. Read the rest of this entry »

Eu e minha Tia

In estórias, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 28/12/2008 at 17:56

O desabrochar de um aprendiz entre as coxas da sua tia.

Quando eu tinha 10 anos de idade (faz tempo), minha tia (irmã da minha mãe) pediu para morar connosco. Minha tia era solteira e não queria mais meu avô pegando no pé dela. Queria sair de casa, para ter mais liberdade e tal. Minha mãe gostou da ideia, pois ela achava que eu andava muito solto e assim teria alguém para cuidar de mim quando eu não estivesse na escola. Minha mãe trabalhava fora o dia todo e minha tia ficava em casa, cuidando de mim, arrumando a casa, fazendo comida, essas coisas. Ela morou uns 10 anos connosco. Read the rest of this entry »

Evangélica virgem e devassa

In iniciação sexual, virgens on 27/12/2008 at 00:07

Narrativa fraquinha mas bem resumida no título. Os fracassos de uma educação religiosa…

Olá. Este conto se passou quando eu tinha cerca de 20 anos. Sou um cara loiro, alto, um pouco cheinho e sou fanático por gordinhas. Num desses sites de relacionamento conheci uma garota que se chamava Flávia (fictício). Era morena e adorava homens loiros. Marcamos de nos encontrar e após alguns encontros começamos a namorar. Descobri que ela era evangélica, como toda sua família, e apesar de ter 18 anos nunca tinha beijado alguém, era virgem de tudo. Read the rest of this entry »

Meu genro, meu pecado

In estórias, narradora on 26/12/2008 at 23:36

Antes de abrir a etiqueta sogras, a versão minoritária, genros, contada por Marta Ribeiro.


Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou. Read the rest of this entry »

A esposa do Sr. Coronel

In Sem categoria on 26/12/2008 at 17:20

No género memórias da tropa, bem escrito, foi roubado a Aníbal Alves.

– Que cambada!… Corja de malandros!… – E entre dentes desabafou:

– Filhos de puta!…

– Essa fanfarra parece uma banda de tuberculosos!… Sargento Martins, Capitão Pizarro, quero ver essa merda afinada. Não saem da parada enquanto isso não sair como manda a puta da “sapatilha”.

Ao ouvir aquela besta barriguda que apostrofava assim todo o regimento em parada, eu virei-me para o meu amigo Botas e comentei:

– Foda-se pá! Foi para aturar este animal que me foste desencantar ao CAC3? – Ele riu-se e acalmou-me:

– Não vais arrepender-te; verás que o touro só é bravio aqui no quartel e para a pascácia da mulher, de resto, se tiveres lábia, vais levá-lo ao “cabresto”, e olha que quem te diz isto é este teu amigo que se livrou da guerra colonial. Read the rest of this entry »

Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido

In estórias, narrador on 26/12/2008 at 16:08

Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…

Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.

De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.

Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).

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Senhoria

In narrador, xicuembo on 15/12/2008 at 17:47

Comer senhorias viúvas é uma clássica ambição de inquilino que se preze, e estas estórias  estão bem escritas, o que na erótico-prosa da lusofonia é coisa rara. São assinadas por xicuembo.

I

Fodi a minha senhoria

Quando era estudante vivi em Évora, uma cidade portuguesa distante da minha. Enquanto lá estive, morei num quarto alugado em casa de uma viúva de sessenta anos, Dona Cacilda, conhecida no bairro como pessoa de respeito. Pequena e roliça, de mamas grandes, pintava os lábios de vermelho vivo e os cabelos de preto.

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