Estou vivendo uma aventura espetacular nos últimos meses e gostaria de dividir com vocês. Tenho 18 anos, sou bonito sem ser um Deus. Moro com meus pais já bem mais velhos em um prédio de dois apartamentos por andar, onde a cozinha e área de serviço de ambos os apartamentos dão para um pátio interno. E como a distância é de menos de 10 metros, de uma cozinha à outra é possível ver tudo na cozinha do outro. No apartamento ao lado mora um casal com dois filhos pequenos. É sobre ela este conto. Ela tem 35 anos e é uma gata. Morena, com o cabelo muito negro na altura do ombro. Olhos negros que brilham que nem faíscas. O corpo é uma delícia, pernas lindas, bundinha durinha e nem grande e nem pequena, os peitinhos durinhos. Ela não trabalha e eles não têm empregada fixa, só uma faxineira eventual. Isto para dizer que ela fica em casa o dia todo. Fora de casa ela se veste de uma maneira sexy, mas discreta e não é daquelas de enlouquecer operário de obra. Mas em casa é outra coisa. Ela está sempre de shortinho de lycra coladinho e bem pequenininho marcando a calcinha mínima e blusinhas bem soltas. À noite ela está sempre de camisola ou baby doll transparente e calcinhas rendadas e cavadas. Read the rest of this entry »
Posts com Tag ‘cu’
O cravo e a canela
In Daniel, narrador on 13/08/2009 at 13:49Gabriel e Gabriela. Os amigos dizem que até no nome nós nos completamos. E é essa a impressão que transmitimos, pois estamos sempre nos beijando, nos alisando… após cinco anos de romance, sendo quase três morando juntos, a chama permanece acesa. Ou quase.
Quase porque? ora, até o mês passado, apesar de toda nossa atividade sexual, eu sentia que faltava alguma coisa. Eu acreditava na sinceridade dos seus orgasmos, mas depois que ela gozava, via no seu olhar uma discreta crítica sobre alguma coisa que eu fiz a mais ou a menos. Ou que simplesmente deixei de fazer.
Talvez pelo fato de nós fazermos muito sexo mas pouco falarmos sobre ele, é que isso acontecia. Nas poucas vezes que procurei saber se poderíamos melhorar nossas transas, ela cortava o assunto dizendo “melhor que isso não dá… você é ótimo…”. Mas nunca me convenci. Read the rest of this entry »
Na fazenda
In estórias on 04/08/2009 at 04:05Tenho 41 anos e ganhei muito dinheiro no mercado financeiro. Há três anos resolvi que já estava rico o suficiente e parei de trabalhar. Moro no Rio, em um apartamento de frente para praia de Ipanema. Já casei três vezes e me separei três vezes. Na mesma época que eu resolvi parar de trabalhar, resolvi também que não queria mais ter relacionamentos, que eles me cansavam e que eu não tinha jeito para a coisa. Por isso, pragmático, decidi também que a partir de então eu só queria puta. Queria pagar, exigir que tudo fosse feito como eu queria como um serviço e no fim, adeus e boa noite. Se eu quisesse um boquete eu pagava. Se fosse um cu eu pagava. Se fosse só buceta eu pagava. Se quisesse duas eu pagava. E no dia seguinte eu queria acordar sozinho. Read the rest of this entry »
Rasguei o cú da empresária prepotente
In estórias on 28/07/2009 at 12:36
Trabalho com comercio exterior e acabo viajando bastante. Semana passada fui para uma Feira voltada para o mercado que eu trabalho em SP a INTERMODAL, lá estavam as principais empresas do Ramo e como sempre os mais importantes empresários também.
Dentre essas pessoas tive a oportunidade de conhecer uma especial, Valéria e uma empresária muito bem sucedida e dona de uma das mais fortes empresas do ramo Multimodal. Valéria realmente nasceu com muita sorte pois além de ser muito rica é muito bonita também, bom com dinheiro é fácil, mas vamos ao que interessa. Read the rest of this entry »
Puritana, minha puta
In Neo, estórias on 23/07/2009 at 00:13Faz seis anos desde a primeira vez que coloquei os olhos sobre aquela criatura, desde então tive a certeza de que aquela mulher deveria ser minha. Deus ouvia enfim minhas preces colocando aquela obra-prima em meu caminho. E como foi generoso! Compensou-me com capricho divino a longa espera. Aquela mulher, de fato, era tudo com o que sempre sonhei, aliás, que qualquer homem com alguma testosterona atuando sobre um neurônio, que fosse, sonhou. Um verdadeiro banquete para quem já havia se acostumado com o feijão com arroz do dia-a-dia (uma mocréiazinha ali, uma carninha magra mais adiante).
Rosto de menina em um corpo de mulher. Lembro-me de ter ouvido algo assim em uma canção qualquer, mas realmente é pouco para descrever aquele monumento ao belo sexo. Definitivamente não a descreve. Deixe-me tentar novamente: do alto dos seus dezoito anos, um dos mais belos espécimes humanos que a natureza com seu zelo fora capaz de produzir em milênios de evolução. Seus traços absolutamente precisos e delicados foram dimensionados com o propósito único e claro de despertar desejo, seduzir. Um anjo é a imagem que melhor descreve seu semblante de traços suaves, perfeitos. Uma deusa grega, romana, maia… Quem sabe mesmo um demónio seria a melhor definição do conjunto da obra! Enfim. Read the rest of this entry »
Mulher de amigo meu para mim é homem…
In estórias, narrador on 21/07/2009 at 01:00Bem… Trabalho numa empresa multinacional de alimentos, quando comecei a trabalhar nessa empresa era na produção, onde fiz grande amigos, depois que comecei a fazer faculdade fui promovido ao cargo de supervisor de produção. Tenho um amigo Roberto que trabalhava comigo e depois de algum tempo como supervisor o promovi como líder de seção, passado algum tempo ele casou com Márcia, que trabalhava em outro turno, que até então eu não conhecia e depois de casada passou a trabalhar no mesmo turno nosso, à noite. Read the rest of this entry »
Uma vizinha reprimida
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 15/07/2009 at 23:54Tenho uma vizinha sensacional: morena de olhos azuis, cabelos castanhos cortados curtinhos, seios redondos e fartos, pernas e quadris proporcionais e cintura fina. Um tesão de mulher, de mais ou menos 23 anos. Ela é casada com um piloto de avião e devido às necessidades do marido, costuma passar alguns dias por semana sozinha em seu apartamento.
O marido, no entanto, é daqueles sujeitos ciumentos e autoritários. Já cheguei a presenciar situações constrangedoras na piscina de nosso prédio, sempre devido a motivos sem importância. Ele maltratava e brigava com a moça em público só por causa de um biquíni mais cavado que ela usava ou por trocar olhares sem maldade com os demais vizinhos. Alguma coisa me dizia que por trás daquela aparência tímida e meio submissa deveria se esconder uma fêmea insaciável e mal-amada. Read the rest of this entry »
Minha Professora me adotou… Que Mãe Maravilhosa…
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 06/07/2009 at 21:55Minha vida era sempre a mesma dentro daquele internato. Pela manhã, estudava, à tarde trabalhava e a noite após o chamado estudo noturno, assistia um pouco de TV e acabava na cama cansado, pronto para no outro dia tudo recomeçar. Abandonado ali desde os 6 anos de idade, e convivendo com os demais meninos nas mesmas condições, sempre alimentava a esperança de um dia aparecer uma família que definitivamente me adotasse e por fim, me desse uma vida mais digna e com mais perspectivas.
Ao contrário dos demais meninos, procurava ser sempre obediente, tanto na sala de aula com também nas demais atividades que envolviam minha rotina. Minhas notas sempre foram as melhores da classe, e meu comportamento de forma geral, era sempre elogiado pelos professores e monitores do Internato. Read the rest of this entry »
Vamos fazer anal?
In estórias, narradora on 15/05/2009 at 01:22Tô taradinha hoje!
E logo você vai chegar do trabalho. vai estar irritado eu sei. Mas vou me preparando antes, bem antes…
Primeiro vou até a depiladora: ela me depila a bucetinha deixando somente alguns pelinhos na parte de cima do clitoris. Depois ela depila meu rabinho deixando lisinho, lisinho.
Antes de chegar em casa, passo na farmácia e compro algumas coisinhas: uma duchinha vaginal, um sabonete liquido intimo, um KY sem cheiro.
Em casa, ligo o chuveiro na água bem morninha.
Entro no banheiro e fecho a porta: é momento de privacidade. Read the rest of this entry »
Meu marido, Cláudio e eu
In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20O marido trás um amigo. Agora vão ser três.
Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.
- Oooiiii amor.
- Oi meu bem.
- Conhece o Cláudio?
- Só de nome. Prazer.
- Muito prazer.
Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.
- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »
Doroteia da Galileia
In estórias, narrador on 03/05/2009 at 11:39Uma das fodas mais gostosas que tive aconteceu quando era estudante universitário e morava em alojamento. Eu tinha um quartinho separado que era o maior abatedouro do pedaço. Comia coisas boas mas a maioria era mocréia. Eu gosto de todas. Ocasião, a moçada do alojamento resolveu contratar uma faxineira para limpar o apto uma vez por semana. A contratada era uma coroa gorda, falante e serelepe, uns 50 anos.
Ganhei sua confiança e comecei a investir pra cima da veia. Em pouco tempo o papo já era mais sacanagem do que outra coisa. Descobri que Dorotéia, que ainda chamo carinhosamente de Dorotéia da Galileia, era viúva e parecia gostar de uma rola quente. Para ela era difícil arrumar uma pessoa para comê-la pois, além de meio passada, em sua casa tinha seus filhos e etc. Não perdi mais tempo, na sua quarta faxina eu já estava passando a mão em sua bunda. Read the rest of this entry »
Chantagem
In estórias, narradora on 19/04/2009 at 20:09
Apanhada desprevenida, arranja problemas.
Isto realmente aconteceu comigo e acabou mudando a minha forma de ser e de sentir.
Voltemos ao ano 2.000 para poder entender toda esta narrativa.
Antes de qualquer coisa, meu nome é Fernanda, sou loirinha e tenho um corpo bonito, fruto de muita malhação em academia, do balé, do tênis e da natação. Desde os 13 anos atuo como modelo tirando fotos que saíram em diversas revistas e catálogos o que além de me render um pouco de dinheiro, me rendeu também notoriedade na escola. Com isso, me tornei um pouco fresquinha, limitando minhas amizades.
Namorei Maurício por um ano e meio, e nas férias de julho de 2.000, com 17 anos, perdi a virgindade. Em agosto, o crápula me dispensou. É desnecessário dizer que fiquei louca da vida. Read the rest of this entry »
A minha tia gordinha
In Lord Thom, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 14/03/2009 at 03:40Uma tia gorda vai ensinar-lhe muito numas férias que não prometiam.
Férias chatas, ridículas, meus pais me levaram para uma cidadezinha do interior.
Lá moravam, minha tia Deise, gordinha, viúva, 49 anos, 1,60 alt. 76 kg, irmã de minha mãe, tio Luiz, 50 anos, também irmão de minha mãe, casado com Oswalda, 48 anos, não tinham filhos.
Tremenda sacanagem para mim nos meu 13 anos. Eu gostava de jogar bola, nadar, farrear com os amigos, e nessa cidadezinha não conhecia ninguém. Era um tédio danado. Eu não tinha absolutamente nada para fazer. Acordava com meu bilau duro, me masturbava e depois me limitava a sair, dar umas voltas, voltar para casa e ficar vadiando por lá.
Meus pais e meus tios se divertiam, contavam casos, piadas, jogavam baralho, iam todos para a cozinha fazer o almoço o jantar, para eles aquela vidinha devia estar uma delicia, pois viviam alegre, ao contrario de mim que vivia aborrecido. Read the rest of this entry »
Dona Lourdes, o padre e eu
In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.
Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.
Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.
Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »
Nada que umas palmadas não resolvam
In estórias, narrador on 07/03/2009 at 14:09Uma cunhada a portar-se mal e a pedir castigo.
Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula de 18 anos, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua caçula logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela. As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Read the rest of this entry »
Amei ser Estuprada
In estórias, narradora on 03/03/2009 at 02:06
Uma mulher vai encontrar no vizinho a educação que lhe falta em casa. E na vizinha. E o marido quando descobre também.
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O meu nome é Estela, tenho 21 anos 1,76m sou loira, olhos verdes, tenho seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas roliças e bem torneadas, sou casada há 3 anos com Marcelo, ele é um belo rapaz e é apenas um ano mais velho que eu.
Casei sem nenhuma experiência sexual, isto é virgem e conhecendo pouca coisa teoricamente, na nossa primeira noite não houve muitas preliminares, pois acho que meu noivo também não sabia lá muita coisa, não foi ruim, mas também não ouvi sinos tocando e nem vi fogos de artifícios. Depois conversando com outras amigas casadas, ouvi muita coisa que não conhecia, ouvi algumas falando que tinham orgasmos de subir pelas paredes, que gritavam como possessas e era muito gostoso. Para não ficar pra trás eu também inventava alguma coisa, mas na verdade ainda não conhecera essas maravilhas. Read the rest of this entry »
Só fez o que quis
In estórias, narrador on 19/02/2009 at 12:20E faz muito bem em fazer o que quer.
Já estava com 43 anos, a vida sedentária começava a cobrar, entrei para uma academia, mas não gostei, pra quem quer só emagrecer é perda de tempo, pois o que me interessava, que era emagrecer, me bastava umas caminhadas na esteira e umas pedaladas, como tenho uma boa bike e sei andar fora da esteira, saí da academia e resolvi que daria minhas pedaladas pelo bairro e faria as caminhadas num parque grande que tem aqui próximo de casa.
E foi numa dessas vezes que a vi… A visão me fascinou de imediato: Uma menina com um shortinho não muito curto, mas apertado na medida certa, uma cinturinha finíssima, uma bunda não tão arrebitada, de quadris largos, fazendo um conjunto perfeito com as pernas torneadas. Read the rest of this entry »
Minha tia Patrícia
In estórias, incesto on 17/02/2009 at 01:41Uma narrativa detalhada, e deliciosamente lenta, da estória de um sobrinho e sua tia víuva e bastante mais velha.
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Eu estava nos meus 15 anos e ela perto de 50 anos. Hoje, estou bem longe dos 15 anos e ela já é uma mulher bastante idosa.
É umas das irmãs de minha mãe. Somos de uma família do interior paulista de vários irmãos (cerca de 12), bastante tradicional e conservadora. Desde muito pequeno convivi com esta minha tia e sempre admirava sua beleza. Com a chegada da adolescência, um tesão natural passou a tomar conta de mim, porque ela era uma mulher muito gostosa.
Mulher de altura mediana, de pernas grossas, peitos volumosos, corpo bem definido e torneado, com uma bunda que deixava qualquer um louco. Não posso negar que muitas das punhetas de minha adolescência foram destinadas a ela. Mas tudo ficava na punheta, porque nem pensar em ir além disto. Read the rest of this entry »
Aconteceu numa Escola de Freiras
In estórias, iniciação sexual, virgens on 12/02/2009 at 18:00Uma freira virgem que deixa de o ser, um espectador que vira participante, uma estória que tinha na lista de espera e que o seu autor propôs para que aqui a publicasse, sinal que esta página começa a chegar aos seus destinatários. É já a seguir.
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O que tenho a contar, presenciei alguns dias atrás, e, desde então tenho estado com minha mente perturbada e meu sangue em ebulição e fogo – como sussurros e suspiros flamejantes de demónios nascidos no inferno. Se entro em meu quarto, no silêncio as imagens invadem a minha mente, fazem-se vividas e intensas, intumescem o meu pénis e, lançando-me nos mais tórridos delírios, me obriga a punhetas desesperadas. Lembro-me cada detalhe do que vi: as coxas brancas, as penugens claras da boceta, o rabo empinado quando ela punha as mãos sobre a mesa e ficava na ponta dos pés para ser fodida, comida, arrombada. E os gritos: ah, como ela gritava, gozei somente ouvindo aqueles urros animalescos de puta. Eu sou Amante R e vou contar a minha história. Read the rest of this entry »
A empregada ladra
In estórias, narrador on 12/02/2009 at 12:43
Apanhar uma empregada em flagrante e castigá-la é um clássico, de que temos aqui uma pequena versão
Vou me chamar pelo meu sobrenome para não dar bandeira, mas quando tinha uns 19 anos, começou a trabalhar na minha casa uma empregada, que tinha uma carinha muito safada. Era casada, tinha uns 25 anos, mulata, e um corpo bem delineado. Ela, mesmo casada, gostava de andar com, ora um shortinho apertadinho, ora uma minissaia bem curta. Read the rest of this entry »
Férias de Verão
In narrador, xicuembo on 09/02/2009 at 12:10
Os miúdos às vezes ficam-se por ver como as coisas correm bem aos outros.
Este é o meu primeiro conto, se é que se pode falar de contos quando se trata de narrativas, evocações, memórias de factos reais. Começarei por relatar um episódio ocorrido há muito tempo, quando eu, adolescente dos meus 17 anos, passava as férias de Verão numa praia, em Portugal. Éramos um grupo de uma dúzia de jovens, entre irmãos, primos e amigos. Tínhamos montado as tendas junto às dunas, na Zambujeira do Mar, e ali ficámos todo o mês de Agosto. Read the rest of this entry »
O quarto da empregada
In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24
Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais
O COMEÇO
Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.
Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!
MINHA ESPOSA
Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »
A minha sogra, Laura
In estórias, incesto, narrador on 05/02/2009 at 12:45
Quem come a filha também come a mãe.
Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de um ano comecei a namorar uma moça, de 26 anos, que é enfermeira num hospital da cidade. O nosso namoro é normal e pensamos até em casar brevemente. Ela vive num belo apartamento junto ao rio, com a sua mãe, que tem 47 anos de idade.
A minha sogra, Laura, é muito elegante e simpática, mas uma senhora reservada, que se preocupa muito com a casa e com o bem estar da filha. É viúva há cerca de cinco anos. Confesso que até ao episódio que vou contar nunca tinha olhado para ela com intenções libidinosas, pois só tinha olhos para a minha namorada Cristina. Read the rest of this entry »
Não judeia…
In estórias, narrador on 04/02/2009 at 11:31Cada mulher tem, ou não tem, o seu gemido, expressão, palavra que usa no acto, o seu grito de paz e amor. O Luís narra um bem peculiar, que comeu, aliás: que judiou.
Na agência que eu trabalhava tinha uma guarda morena, gostosa, invocada, que todos cobiçavam, apesar de já ter dois filhos, usava roupas sempre apertadas realçando a bundinha, soutien meia taça empinando os peitinhos que apesar de pequenos ficavam apetitosos, todos queriam comê-la, mas apesar de todas as investidas ela não deixava espaço para mais nada. Read the rest of this entry »
Minha tia de 64 anos
In estórias, incesto, narrador on 03/02/2009 at 15:27Em família devemos ser uns para os outros. E neste caso auxiliar uma tia necessitada parece ser uma boa ação.
O facto que passo a relatar aconteceu comigo há pouco mais de 2 meses. Tenho uma tia que trabalha em minha casa ajudando minha esposa com afazeres domésticos há mais de 8 anos. Como trabalhamos fora, a Tia Maria é quem cuida da casa, tarefa que faz com muito louvor desde a morte de meu tio. Sempre tive o cuidado de trata-la com muito carinho e atenção, já que sofreu muito com a perda de seu companheiro de 35 anos de relacionamento. Tia Maria apesar dos 64 anos de idade, ainda ostenta um corpo bonito para sua idade, 1,65 de altura, 60 kgs., seios médios, um pouco caídos pela idade, coxas grossas, quadris largos com as ancas empinadas. Read the rest of this entry »
A curra
In Daniel, autores, estórias, narrador on 01/02/2009 at 22:51Outro excelente autor, Daniel, conta-nos a estória de um casal cansado de rotinas que decide variar forçando uma prostituta.
Às vezes eu receio que meu casamento esteja em perigo. Eu vejo o tédio no rosto da minha mulher e tenho certeza que ela também vê o mesmo em mim. Não é por falta de sexo, muito pelo contrário. Deve ser por excesso.
Eu explico: Tenho trinta e dois anos e ela, vinte e cinco. Temos a cabeça muito aberta em questões de sexo. Somos muito quentes e criativos, então estamos sempre inventando coisas novas. Mas cada dia fica mais difícil, parece que já fizemos de tudo… trepadas no elevador, na piscina lotada de gente, no mar… boquete no cinema… punheta no ônibus cheio (um embrulho no colo, ninguém vê…). Em casa, nem preciso falar. Já transamos em todos os cantos do apartamento e não conseguimos mais criar posições novas. Read the rest of this entry »
Amizade antiga
In estórias, narrador on 26/01/2009 at 01:19Começaram por brincar aos médicos, acabaram com um consultório em casa.
Meu nome é Inácio. Vou contar um caloroso reencontro que tive com uma amiguinha de infância, a Patrícia, ou melhor, a Paty. Ela era minha vizinha. A gente fazia tudo juntos: trocava revistas, colecionava figurinhas, andava de bicicleta e brincava de médico. Essa última brincadeira era a que eu mais gostava e me despertou para os prazeres do sexo. Lembro que na hora de dar injeção, Paty baixava a calcinha e eu enfiava minha rola fininha no cuzinho dela, mas não injetava nada dentro, pois eu só tinha 12 anos, nem esporrava ainda. Paty gostava. Gemia bastante enquanto eu bombava a rola no seu cuzinho. Ela era gordinha, tinha a bunda grande e a buça começava a mostrar uns pelinhos. Naquela época as tetinhas não eram maiores do que uma ameixa. Read the rest of this entry »
Fodi uma vovó
In estórias, narrador on 09/01/2009 at 02:06
Comer a velha de olho na neta
Eu estava de olho numa ninfeta chamada Andréia. Devia ter dezasseis anos e andava sempre de mini saia, deixando ver até um pedaço da xuranha. Eu cantava a biscate direto, mas ela dizia que era virgem e sua avó já a havia proibido de falar comigo. Resolvi procurar a velha e pedir para namorar a neta, pois pensar nela estava me tirando o juízo. Queria tanto meter nela que meu pau andava duro o dia inteiro e chegava a ter febre. Read the rest of this entry »
A empregada desdentada
In estórias, narrador on 29/12/2008 at 11:50
Diz o narrador: “Não há limites para o sexo. Acho que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, deve passar por uma experiência tanto bizarra quanto exótica”. E exemplifica…
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Tudo aconteceu no ano de 1994. A Maria, um ser horroroso de uns 50 anos, ia em casa uma vez por semana para cuidar da limpeza da casa. Era tempo de vacas magras e minha mãe, por contenção de despesas, havia dispensado a empregada e optado por alguém a quem pudesse pagar diárias, e não um salário. Já a conhecia de longa data. Ela havia sido empregada de alguns de meus irmãos, trabalhado como diarista para outros… Enfim, era figurinha carimbada na família. Me dava muito bem com ela. Nos meus momentos de ócio, conversávamos sobre assuntos diversos, embora ela apresentasse sofríveis índices no tocante às formas de manifestação da intelectualidade. Enfim, mesmo com toda a frugalidade que lhe era peculiar, acabava sendo um bom papo. Read the rest of this entry »
Evangélica virgem e devassa
In iniciação sexual, virgens on 27/12/2008 at 00:07Narrativa fraquinha mas bem resumida no título. Os fracassos de uma educação religiosa…
Olá. Este conto se passou quando eu tinha cerca de 20 anos. Sou um cara loiro, alto, um pouco cheinho e sou fanático por gordinhas. Num desses sites de relacionamento conheci uma garota que se chamava Flávia (fictício). Era morena e adorava homens loiros. Marcamos de nos encontrar e após alguns encontros começamos a namorar. Descobri que ela era evangélica, como toda sua família, e apesar de ter 18 anos nunca tinha beijado alguém, era virgem de tudo. Read the rest of this entry »
Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido
In estórias, narrador on 26/12/2008 at 16:08Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…
Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.
De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.
Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).
Senhoria
In narrador, xicuembo on 15/12/2008 at 17:47Comer senhorias viúvas é uma clássica ambição de inquilino que se preze, e estas estórias estão bem escritas, o que na erótico-prosa da lusofonia é coisa rara. São assinadas por xicuembo.
I
Fodi a minha senhoria
Quando era estudante vivi em Évora, uma cidade portuguesa distante da minha. Enquanto lá estive, morei num quarto alugado em casa de uma viúva de sessenta anos, Dona Cacilda, conhecida no bairro como pessoa de respeito. Pequena e roliça, de mamas grandes, pintava os lábios de vermelho vivo e os cabelos de preto.