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Posts com Tag ‘empregada’

Reminiscências de um passado próximo ou como gostava de comer as empregadas da casa.

In estórias, narrador on 25/06/2009 at 02:29

Meus caros amigos. Essa história, verídica, passou-se logo após a viuvez da minha mãe que adorava a casa cheia e contratara duas garotas. Uma como cozinheira, Laura, e uma faxineira, mais recente que a chamarei por Nice.

Laura eu fodia dia sim dia não. Uma garota de seus vinte anos que perdera a virgindade a pouco para o namorado que fugiu da cidade quando o pai dela descobriu. Isso resultou na sua vinda pra cidade, para não ficar falada, empregando-se em nossa casa e apaixonando-se pela minha rola.

Nice, falsa magra, carinha de santa e de uma bundinha linda !

Mas, de início, pareceu-me antipática.

Tanto é que disse a Laura:

- Com a chegada dessa menina acaba-se nossa história ? Read the rest of this entry »

Doroteia da Galileia

In estórias, narrador on 03/05/2009 at 11:39

Uma das fodas mais gostosas que tive aconteceu quando era estudante universitário e morava em alojamento. Eu tinha um quartinho separado que era o maior abatedouro do pedaço. Comia coisas boas mas a maioria era mocréia. Eu gosto de todas. Ocasião, a moçada do alojamento resolveu contratar uma faxineira para limpar o apto uma vez por semana. A contratada era uma coroa gorda, falante e serelepe, uns 50 anos.

Ganhei sua confiança e comecei a investir pra cima da veia. Em pouco tempo o papo já era mais sacanagem do que outra coisa. Descobri que Dorotéia, que ainda chamo carinhosamente de Dorotéia da Galileia, era viúva e parecia gostar de uma rola quente. Para ela era difícil arrumar uma pessoa para comê-la pois, além de meio passada, em sua casa tinha seus filhos e etc. Não perdi mais tempo, na sua quarta faxina eu já estava passando a mão em sua bunda. Read the rest of this entry »

Cabocla da Fazenda

In estórias, narrador on 26/03/2009 at 12:17

Umas férias, a empregada nova, o caseiro, as aventuras do neto do patrão.

Eram seis da matina e, como em todas as manhãs, os passarinhos e outros animais do mato iniciavam seu alarido. Não era necessário relógio para presumir que já estava na hora de acordar. Recém-chegado de Salvador, vim visitar meu avô na fazenda onde morava e, com ele, passar o período de festas de Natal e o Ano Bom. Como sempre cheguei à fazendinha antes dos demais familiares, pois estudava numa cidade universitária, Cruz das Almas, que ficava mais próximo da fazenda que da casa de maus pais em Salvador. No auge de meus 17 anos, achava sempre enfadonho ficar uma ou até duas semanas apenas com meu avô na sede da fazenda. Porém, nesta nova, a fazendinha tinha uma nova atração. Tratava-se da nova criada que meu avô havia contratado para trabalhar nos afazeres domésticos. Read the rest of this entry »

A aprendiz

In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 26/02/2009 at 15:49

Lila   a aprender o custo da vida de uma pobre, variante do tema empregada, narrada pela própria.

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Nasci em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo. Meus pais eram muito pobres, razão porque já aos 12 anos fui levada para a casa de uma senhora para ser babá de uma criança de 3 anos. Eu estudava de manhã e a tarde ficava cuidando da Laurinha, filha caçula de Seu Marcos e de Dona Glória. Ela era o xodó da família, não só por ser a caçula, mas porque era a única menina dentre os filhos do casal. Tinha os gémeos Artur e Ricardo de 14 anos e o Breno de 17. Meus pais ficaram na roça e eu tinha ido morar naquela casa na cidade.

No princípio chorei muito, principalmente por causa do meu amor de infância de quem fui obrigada a me separar. Aos poucos fui me acostumando. Read the rest of this entry »

Uma delícia de mulher

In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48

Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo

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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.

Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.

Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »

A Diarista

In estórias, narrador on 16/02/2009 at 13:58

Outra estória de empregada, dominada para não variar muito.

Toda a quinta-feira vem uma diarista arrumar minha casa. Ela foi indicada por Laurentina, uma antiga empregada doméstica de nossa família que já trabalha connosco há mais de 20 anos. Durante todo este tempo Laurentina praticamente me viu crescer e cuidou de mim quando criança e ainda hoje ela trabalha connosco na casa de meus pais. Quando me formei em Administração e concluí uma pós-graduação, passei a ser chamando para alguns serviços de consultoria como autónomo e ganhar algum dinheiro. Assim, decidi morar só, mas logo percebi que eu era um completo incompetente nos afazeres domésticos e pedi que Laurentina me indicasse alguém para me ajudar nesta árdua tarefa. Como a grana era e ainda é curta, disse-lhe que não teria condições de bancar um salário mensal que, àquela época – janeiro de 2006, era de R$ 300,00, mais poderia pagar uma diária de R$ 30,00 mais o valor do transporte se toda quinta-feira a diarista fosse ao meu apartamento para dar uma força.

- Deixe comigo meu filho, conheço a pessoa perfeita – disse Laurentina enquanto enxugava os pratos com uma toalha e continuou:

- Lembra da Zezé? A minha sobrinha? Aquela pequenininha que quando você ainda era um moleque eu a levava para casa de seus pais? Read the rest of this entry »

Sebastiana

In Daniel, estórias, iniciação sexual, virgens on 13/02/2009 at 12:34

Outro conto de Daniel. Um médico abandonado pela mulher recebe de um cliente uma empregada habituada a ser punida.

O conto a seguir é uma obra de ficção e contém cenas de violência. Isto não significa que o autor seja a favor de violência contra a mulher ou de qualquer tipo de discriminação racial. Lembre-se: É PURA FANTASIA.

Quando o Coronel soube que minha mulher me abandonara, chamou a Tiana e disse para ela:

– Você vai para o Rio com o Doutor. Ele está precisando de uma mulher para tomar conta da casa, lavar e passar a roupa dele, cozinhar, fazer todo o serviço. Arruma tuas tralhas que ele volta pra casa amanhã e você vai junto.

Eu disse que não era necessário, pois lá no Rio mesmo eu arrumava alguém, mas não era fácil ganhar dele numa discussão. Read the rest of this entry »

A empregada ladra

In estórias, narrador on 12/02/2009 at 12:43

Apanhar uma empregada em flagrante e castigá-la é um clássico, de que temos aqui uma pequena versão


Vou me chamar pelo meu sobrenome para não dar bandeira, mas quando tinha uns 19 anos, começou a trabalhar na minha casa uma empregada, que tinha uma carinha muito safada. Era casada, tinha uns 25 anos, mulata, e um corpo bem delineado. Ela, mesmo casada, gostava de andar com, ora um shortinho apertadinho, ora uma minissaia bem curta. Read the rest of this entry »

O quarto da empregada

In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24

Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais

O COMEÇO

Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.

Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!

MINHA ESPOSA

Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »

A empregada desdentada

In estórias, narrador on 29/12/2008 at 11:50

Diz o narrador: “Não há limites para o sexo. Acho que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, deve passar por uma experiência tanto bizarra quanto exótica”. E exemplifica…

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Tudo aconteceu no ano de 1994. A Maria, um ser horroroso de uns 50 anos, ia em casa uma vez por semana para cuidar da limpeza da casa. Era tempo de vacas magras e minha mãe, por contenção de despesas, havia dispensado a empregada e optado por alguém a quem pudesse pagar diárias, e não um salário. Já a conhecia de longa data. Ela havia sido empregada de alguns de meus irmãos, trabalhado como diarista para outros… Enfim, era figurinha carimbada na família. Me dava muito bem com ela. Nos meus momentos de ócio, conversávamos sobre assuntos diversos, embora ela apresentasse sofríveis índices no tocante às formas de manifestação da intelectualidade. Enfim, mesmo com toda a frugalidade que lhe era peculiar, acabava sendo um bom papo. Read the rest of this entry »