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Minha mulher me ofereceu a amiga

In estórias on 16/08/2009 at 13:59

Esse é outro fato ocorrido entre mim e minha esposa. Na época tínhamos 32 anos ela e 36 eu. Ela, alta, corpo forte, cabelos curtos, castanhos quase loiros com luzes. O corpo é um violão, literalmente. Eu, moreno, baixo, cabelos pretos, um pouquinho acima do peso, mas, com algum charme, o suficiente para ter uma mulher como ela.

O telefone tocou eram umas 3 horas da madrugada. Rejane deu um pulo da cama e antes que eu atendesse, ela pegou o aparelho e disse Alô. Era sua amiga porra louca, Jacira. Não só amiga, era um ex-caso dela, que depois evoluiu para amizade e quase virou inimizade quando a Rejane e eu começamos a namorar. Jacira não gostava de mim nem de ninguém que chegasse perto da sua ex-namorada.

Estava no IML fazendo exame de embriaguês e toxicológico. Fora presa na rua, por desacato a uma patrulha que a abordou. Ligou pedindo help. Read the rest of this entry »

Ela

In Selva Alves, estórias, narradora on 27/06/2009 at 20:47

Era ainda uma dama linda. Sim, uma senhora pela imponência do porte e a segurança dos gestos. Também muita neve branqueava sua ainda farta cabeleira. Foi com cortesia e enlevo que me pediu:

- Foi um amor tão magnificente que quero, seja contado à posteridade. Este segredo não morrerá comigo… relate-o como um exemplo! Read the rest of this entry »

Os Melhores Anos do Resto de Nossas Vidas

In estórias, narradora on 23/03/2009 at 14:35

Brincadeiras de crianças, relato de iniciação no prazer sexual.

Eu e meus pais tínhamos acabado de nos mudar para um novo prédio. Eu estava eufórica, pois iria fazer novas amiguinhas para brincar, (onde a gente morava eu sofria muito, era muito isolada). Na família éramos quatro ao todo, papai, mamãe, eu e Renata. Nata é minha irmã mais velhas. As primeiras semanas foram terríveis, eu não via ninguém descer para brincar. Um dia painho chegou mais tarde, e eu desci para recebê-lo. Não podia ter sido melhor!

Tinham pessoas brincando, de esconde-esconde. Eu fiquei muito feliz e pedi para meu pai para ficar, somente para conhecer a turma, ele não se opôs. Fui me chegando e eles acabaram me chamando para conhecer. Fui apresentada a Tati, Fábio e Andresa. Eles me chamaram para brincar. Como tinha acabado de chegar foi contar e eles se esconderam. Terminada a contagem saí em busca deles. Chequei tudo, mas não achei nada, foi aí que me lembrei da escadaria. Fui muito silenciosa e abri a porta devagar. Subi o primeiro andar e espreitei pela quina da parede. Read the rest of this entry »

Chantageada pelo diretor

In estórias, narradora on 19/03/2009 at 17:49

Vários episódios das aventuras de uma chantageada por fotos e vídeos nas mãos de um sádico.

Trabalho numa empresa há quase 14 anos, em uma repartição que destina-se a atendimento ao público. E durante todos estes anos, nunca havia sido assediada por ninguém, pois procuro-me portar com bastante discrição, haja vista que sou casada e mãe de duas filhas. Mas, um belo dia, na hora do almoço dos funcionários, quando a maioria encontrava-se fora da repartição, estava somente eu no atendimento e entra o Diretor de outra área, um senhor de idade aparentando ter seus 55 anos e começa a fazer elogios e dizer que sempre fica observando meu jeito, minha maneira de andar, rebolando a bundinha empinadinha e as roupas provocantes que de vez em quando eu colocava, segundo suas palavras. Read the rest of this entry »

A Cigana

In RR Fragoso, narradora on 14/03/2009 at 22:43

Uma mulher lê o seu destino com outra mulher.

Não consegui identificar que sentimento foi aquele. Assim que a vi, um frio correu por minha espinha. Meu corpo ficou paralisado. Que horror! Quem era aquela mulher? Por que estava sentido aquilo?

Era uma mulher linda, morena, jovem, sempre elegante, mas algo dizia para manter-me afastada. Pensei imediatamente em nunca me aproximar dela, sua presença sempre acabava me provocando alguma reação estranha. Poucas vezes tive oportunidade de falar com ela, mas toda vez que a via, era a mesma coisa.

Minhas amigas tornaram-se suas amigas e viviam me falando que eu era cheia de besteiras, mas continuava firme na posição de mantê-la à distância, até que Laurinda veio me contar que ela lia cartas. A curiosidade feminina pelo futuro é enorme, muito maior que a dos homens e ter ali na vizinhança alguém que pudesse falar sobre isso, deixou todas nós fascinadas. Read the rest of this entry »

American way of life

In incesto, moloch, narrador on 03/03/2009 at 15:59

O início de uma saga, a grande especialidade de Moloch.

Home, sweet home

The players:

Ted: Filho e irmão amantíssimo.

Joan: Mãe dedicada e virtuosa.

Helen: Filha e irmã prendada e moderna.

Doris: Cidadã respeitada e exemplar, amiga de Joan.

Escarlet: Filha única de Doris, adolescente e modesta.

Francis: Senhora idosa, amiga de Joan.

Billy: Adolescente, sobrinho de Doris.

Ann: Ruiva trabalhadora e digna.

Local: Whoren City, Texas, USA

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Feriadão

In RR Fragoso, estórias, narrador on 01/03/2009 at 21:09

Um fim-de-semana alargado passado a 3.

Saquarema, 14 de novembro de 2.003, cidade praiana do Rio de Janeiro, verão chegando, temperaturas altas e sol a pino o dia todo. Minha mulher, Gláucia, morena, 25 anos, universitária do curso de Psicologia, estudava na capital só vindo para casa às sextas-feiras, possuidora de um lindo corpo e de poucos amigos e amigas. Sempre foi muito na dela, dizia que os homens eram uns bobalhões e ficavam dando em cima dela, sem se tocar que só se conquista uma mulher quando esta também quer ser conquistada, mas em sua grande maioria, ficavam insistindo, insistindo, achando que de um bom papo ninguém escapa. Com relação às mulheres, as achava muito pouco unidas, principalmente quando existia um interesse comum em algum homem.
- Oi amor! Cheguei!
Sempre que estava entrando na cidade, ligava pelo celular para que fosse buscá-la na rodoviária.
- Estou indo. Cinco minutos.
- Te espero. Beijo.

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Cedi, experimentei e gostei

In estórias, narradora on 25/02/2009 at 17:16

Fred sempre foi um homem fascinante. Bonito, bem de vida, um humor fantástico, dono de uma inteligência incomum, e um amante capaz de esgotar a libido de qualquer mulher. Porém, incapaz de reconhecer a palavra fidelidade. Com ele, tive que apagar a palavra ciúme do meu vocabulário. Valeu a pena.

O fascínio por ele me fez tão submissa que eu topava suas maluquices. Assim, provei pela primeira vez o gosto de uma mulher. Foi uma experiência devastadora, paradoxal, antecedida de uma negociação tão intensa quanto excitante. Não que eu fizesse jogo duro. Tinha certo medo, mas queria experimentar. No fundo, sabia que ia ceder, embora, último minuto, quase tenha desistido. Read the rest of this entry »

A curra

In Daniel, autores, estórias, narrador on 01/02/2009 at 22:51

Outro excelente autor, Daniel, conta-nos a estória de um casal cansado de rotinas que decide variar forçando uma prostituta.

Às vezes eu receio que meu casamento esteja em perigo. Eu vejo o tédio no rosto da minha mulher e tenho certeza que ela também vê o mesmo em mim. Não é por falta de sexo, muito pelo contrário. Deve ser por excesso.
Eu explico: Tenho trinta e dois anos e ela, vinte e cinco. Temos a cabeça muito aberta em questões de sexo. Somos muito quentes e criativos, então estamos sempre inventando coisas novas. Mas cada dia fica mais difícil, parece que já fizemos de tudo… trepadas no elevador, na piscina lotada de gente, no mar… boquete no cinema… punheta no ônibus cheio (um embrulho no colo, ninguém vê…). Em casa, nem preciso falar. Já transamos em todos os cantos do apartamento e não conseguimos mais criar posições novas. Read the rest of this entry »

Deidre: Confortável

In Deidre, autores, tradutor on 28/12/2008 at 15:58

Outra estória de Deidre. O imprevisto é o que não é previsível que aconteça.  Mas acontece…

Vivia com a minha namorada e a mãe. Kate, a mãe de Jane, é uma mulher conservadora, mas pareceu aceitar há muito tempo que Jane é sexualmente activa, e embora se perceba que quer que o casamento avance, trata-me bastante bem. Jane e Kate são um bocado parecidas, com os cabelos castanhos (quase pretos) pelos ombros, e o mesmo peso. Têm ambas boa aparência embora Kate tenha um pouco mais de peito. Se me perguntarem, tenho de admitir que Kate é atraente, mas nunca me apercebi que tenha saído com alguém, dado a sua natureza conservadora, que não é muito virada para esse lado. Read the rest of this entry »

Deidre: Jogo

In Deidre, autores, narradora, tradutor on 03/05/2008 at 23:53

Estava vazio. Ouvi um som vindo de algures, no edifício, dos chuveiros. Calculei que tivessem acabado. Voltei para trás e olhei para o fundo do corredor, e escutei um aumento do som por uns momentos enquanto uma porta ao fundo do corredor se abria e um homem saiu.

Era o Jerry, um dos amigos do Tim. “Oh, olá” disse, aproximando-se, com uma pequena gargalhada. Não estava a ver onde estava a piada, mas acho que sorri, numa reacção inconsciente.

O Tim está no chuveiro?“, perguntei.

Riu-se de novo. “Sim, pode-se dizer que está. Ouve: tu tens que ver isto” E nisto estava a voltar pelo corredor, acenando-me para o seguir. Hesitei, mas acabei por fazê-lo.

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