para masturbar insónias

Posts com Tag ‘fodida’

Minha mulher me ofereceu a amiga

In estórias on 16/08/2009 at 13:59

Esse é outro fato ocorrido entre mim e minha esposa. Na época tínhamos 32 anos ela e 36 eu. Ela, alta, corpo forte, cabelos curtos, castanhos quase loiros com luzes. O corpo é um violão, literalmente. Eu, moreno, baixo, cabelos pretos, um pouquinho acima do peso, mas, com algum charme, o suficiente para ter uma mulher como ela.

O telefone tocou eram umas 3 horas da madrugada. Rejane deu um pulo da cama e antes que eu atendesse, ela pegou o aparelho e disse Alô. Era sua amiga porra louca, Jacira. Não só amiga, era um ex-caso dela, que depois evoluiu para amizade e quase virou inimizade quando a Rejane e eu começamos a namorar. Jacira não gostava de mim nem de ninguém que chegasse perto da sua ex-namorada.

Estava no IML fazendo exame de embriaguês e toxicológico. Fora presa na rua, por desacato a uma patrulha que a abordou. Ligou pedindo help. Read the rest of this entry »

Criada para todo o serviço

In estórias, iniciação sexual, virgens, xicuembo on 03/07/2009 at 01:00

Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e maminhas empinadas, com a pele muito macia, cor de chocolate. Tinha um rosto bonito, de olhos vivos e lábios carnudos, com um sorriso espontâneo e quase infantil que explodia em francas gargalhadas. Era muito alegre e maliciosa, mas ainda tinha a timidez de uma menina.

Fodi-a muitas vezes no seu quartinho ao fundo do quintal. Depois de me vir, gostava de ficar a conversar com ela, curioso de conhecer a sua vida de menina-puta. De início envergonhava-se com as minhas perguntas, mas quando lhe desatei a língua não se inibiu de me narrar toda a sua actividade sexual na vizinhança, entrando mesmo em pormenores, se eu insistia. Se lhe faltavam os termos em português para descrever as cenas, simulava-as com gestos obscenos e meneios sugestivos. Essas narrativas davam-ma tuza, e muitas vezes eram seguidas de segunda foda, que a Alzira, compreensiva, cobrava a meio preço. Read the rest of this entry »

Conto, sexo, estrada

In estórias on 07/06/2009 at 03:46

A história que passo a narrar aconteceu em Fevereiro deste ano. Estávamos eu e minha esposa em viagem pelo estado de sc. Estava um dia quente e ela com um vestido leve sentada ao meu lado íamos conversando pela estrada. Como a viagem era longa ela estava bem a vontade no banco do caroneiro, hora colocava-se de lado, ora levantava as pernas sobre o painel do carro o que deixava a mostra sua calcinha vermelha e o volume de sua buceta deliciosa. Eu neste momento me aproveitava para apreciar suas pernas e sua buceta tapadinha por sua tanguinha vermelha.

Percebi que os caminhoneiros que passavam tinham uma visão privilegiada e davam sinal a passamos por eles. Achei isso interessante e comentei com ela que para o meu espanto ela me perguntou se estava gostando desta situação: sua esposa se exibindo para outros homens e eu disse que sim. Neste momento ela jogou a calcinha pro lado pegou minha mão e disse “olha como estou molhadinha”. Com a buceta enxarcada e a mostra continuou provocando os caminhoneiros que não acreditavam no que viam, davam sinal, buzinavam, chamavam de gostosa e pediam para esperimentar. Read the rest of this entry »

O cigano

In amigaço on 18/03/2009 at 10:47

Mulher com homem paralisado em casa, tem um encontro no quintal.

Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via, não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor, mas agora  olhando-o… era apenas um fardo pesado.

Sentia saudades da vida que tinham há dois anos… muitas saudades… principalmente… Read the rest of this entry »

A noviça e o serviçal

In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 13/03/2009 at 19:28

Um conto de Lord Thom

Joca era o faz-tudo do convento da cidadezinha brasileira de interior. Seu avô havia trabalhado para as freiras na adolescência e seu pai, que havia seguido seus passos, fazia o maior gosto que o primeiro trabalho de seu filho seguisse a tradição.

As freiras adoravam esse menino grande, sólido, de mãos grandes e rosto angelical sempre muito corado e bonito, incapaz de dizer um não. Talvez fosse por isso que não lhe davam um momento de descanso durante o dia. Quando não era a madre superiora, era a irmã almoxarife; quando não era esta, era a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavandaria ou da horta ou da capela: Joca não parava um segundo.

Um dia, realmente exausto, ele resolveu ir para o estábulo tentar deitar-se um pouco. Não havia irmãs por perto e ele sentiu que podia tirar um coxilo. Ele subiu até o mezanino e estirou-se na palha dourada. Quando ia começando a fechar os olhos e a perder consciência do meio ambiente, ele ouviu passos e o farfalhar de hábito de freira, que ele conhecia muito bem. Em silêncio, ele foi se chegando até a beira do mezanino e espiou. O que ele viu o deixou paralizado. Read the rest of this entry »