broche, fodida, Moçambique, prostituição, puta, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, xicuembo on 03/07/2009 at 01:00
Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e maminhas empinadas, com a pele muito macia, cor de chocolate. Tinha um rosto bonito, de olhos vivos e lábios carnudos, com um sorriso espontâneo e quase infantil que explodia em francas gargalhadas. Era muito alegre e maliciosa, mas ainda tinha a timidez de uma menina.
Fodi-a muitas vezes no seu quartinho ao fundo do quintal. Depois de me vir, gostava de ficar a conversar com ela, curioso de conhecer a sua vida de menina-puta. De início envergonhava-se com as minhas perguntas, mas quando lhe desatei a língua não se inibiu de me narrar toda a sua actividade sexual na vizinhança, entrando mesmo em pormenores, se eu insistia. Se lhe faltavam os termos em português para descrever as cenas, simulava-as com gestos obscenos e meneios sugestivos. Essas narrativas davam-ma tuza, e muitas vezes eram seguidas de segunda foda, que a Alzira, compreensiva, cobrava a meio preço. Read the rest of this entry »
buceta, conto de sexo, corno, fodida, MMF
In estórias on 07/06/2009 at 03:46
A história que passo a narrar aconteceu em Fevereiro deste ano. Estávamos eu e minha esposa em viagem pelo estado de sc. Estava um dia quente e ela com um vestido leve sentada ao meu lado íamos conversando pela estrada. Como a viagem era longa ela estava bem a vontade no banco do caroneiro, hora colocava-se de lado, ora levantava as pernas sobre o painel do carro o que deixava a mostra sua calcinha vermelha e o volume de sua buceta deliciosa. Eu neste momento me aproveitava para apreciar suas pernas e sua buceta tapadinha por sua tanguinha vermelha.
Percebi que os caminhoneiros que passavam tinham uma visão privilegiada e davam sinal a passamos por eles. Achei isso interessante e comentei com ela que para o meu espanto ela me perguntou se estava gostando desta situação: sua esposa se exibindo para outros homens e eu disse que sim. Neste momento ela jogou a calcinha pro lado pegou minha mão e disse “olha como estou molhadinha”. Com a buceta enxarcada e a mostra continuou provocando os caminhoneiros que não acreditavam no que viam, davam sinal, buzinavam, chamavam de gostosa e pediam para esperimentar. Read the rest of this entry »
boceta, fodida, infedilidade, narradora
In amigaço on 18/03/2009 at 10:47
Mulher com homem paralisado em casa, tem um encontro no quintal.
Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via, não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor, mas agora olhando-o… era apenas um fardo pesado.
Sentia saudades da vida que tinham há dois anos… muitas saudades… principalmente… Read the rest of this entry »
chupada, enrabada, fodida, lamber, lambia, MF, religião, virgem
In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 13/03/2009 at 19:28
Um conto de Lord Thom
Joca era o faz-tudo do convento da cidadezinha brasileira de interior. Seu avô havia trabalhado para as freiras na adolescência e seu pai, que havia seguido seus passos, fazia o maior gosto que o primeiro trabalho de seu filho seguisse a tradição.
As freiras adoravam esse menino grande, sólido, de mãos grandes e rosto angelical sempre muito corado e bonito, incapaz de dizer um não. Talvez fosse por isso que não lhe davam um momento de descanso durante o dia. Quando não era a madre superiora, era a irmã almoxarife; quando não era esta, era a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavandaria ou da horta ou da capela: Joca não parava um segundo.
Um dia, realmente exausto, ele resolveu ir para o estábulo tentar deitar-se um pouco. Não havia irmãs por perto e ele sentiu que podia tirar um coxilo. Ele subiu até o mezanino e estirou-se na palha dourada. Quando ia começando a fechar os olhos e a perder consciência do meio ambiente, ele ouviu passos e o farfalhar de hábito de freira, que ele conhecia muito bem. Em silêncio, ele foi se chegando até a beira do mezanino e espiou. O que ele viu o deixou paralizado. Read the rest of this entry »