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Posts com Tag ‘imprevisto’

Eu e minha mulher fodendo a vizinha crente

In narrador on 08/11/2009 at 22:47

Nos estávamos em casa não temos filhos vendo uma fita pornô, nós dois totalmente despidos Claudete chupando meu pau quando a campainha toca, oi querida tudo bem você vai tomar banho, não estava me preparando para uma trepada era nossa vizinha, evangélica cabelos enrolados em forma de coque, saia comprida até o chão, super conservadora, uns 38 anos, porém muito amiga de minha mulher, Ameacei levantar e correr para o quarto mais Claudete disse: Não senhor pode ficar ai mesmo e puxou Isabel para dentro, trancou a porta e mandou que Isabel se sentasse na poltrona é claro fiquei embaraçado e vermelho de vergonha Isabel pois as mãos no rosto e tentou se esquivar, mais minha esposa empurrou-a para poltrona e disse ora Isabel, deixe de ser caipira, sente ai e vamos assistir a fita de vídeo. Read the rest of this entry »

Rapidinha na coroa de pé engessado

In benck, estórias, narrador on 30/06/2009 at 14:01

Claro que o nome é falso, mas o fato é verdadeiro e aconteceu algum tempo atrás. A Dona Rosa é uma amiga de longa data da minha mãe. Está na faixa dos 50 anos, divorciada e mora sozinha. Tinha torcido o pé e estava com o pé engessado (botinha ortopédica) e andando com muletas.

Dona Rosa não era nenhum mulherão, mas sempre chamaram minha atenção os seus seios avantajados, redondinhos e naturais. Já fazia quase uma semana que a mulher estava com o pé engessado quando minha mãe ligou para mim pedindo que eu fosse a casa da sua amiga para ajudá-la com o chuveiro que havia queimado. Read the rest of this entry »

A porta

In amigaço, narrador on 05/06/2009 at 23:46

O fato aconteceu quando dona Margarida resolveu trocar a porta da despensa que estava toda carcomida pelos cupins e muito estragada pela ação da chuva. Essas portas de agora que parecem feitas de farelo de madeira e cola. Não valem nada.
Pegou o telefone e discou para o primeiro número que viu com a indicação de marceneiro , que trabalhava com perfeição e cobrava baratinho.
-Isso não existe, mas vamos lá, resmungou ela para o marido aposentado que dormitava na varanda da frente, lendo o jornal do dia anterior.
-Vamos enviar o Valdemar para sua residência, às três da tarde, está bom assim, minha senhora?
Dona Margarida achou ótimo e pediu pro marido dar uma volta no comércio para ver se achava uma porta nova, boa e barata. Read the rest of this entry »

Atentado Violento ao Pudor

In Neo, estórias on 17/05/2009 at 03:42

Uma estória de Neo, outro autor que aqui se apresenta.

Sugeri a ela que chupasse meu pau. Refugou. Humildemente roguei que ao menos lhe desse um beijo e, depois de alguma relutância, mergulhou entre as cobertas e emergiu ao estalar um beijo no membro palpitante de desejo. Por fim disparou:

- Seja breve. Não estou afim de muita estória hoje.

Deveras não estava mesmo. Consumado o casamento, há exatos sete anos, não houve mais estória que valesse a pena. Até mesmo o trivial beijo na boca ficara reservado, em vez ou outra, à agitação dos segundos que antecedem a explosão do prazer. Neste instante perdia ela verdadeiramente o discernimento e, cedendo aos impulsos da natureza humana, entregava a língua para ser chupada por alguns instantes, ato continuo, recompunha-se, virava-se e dormia. Há muito deixamos de nos beijar, prática que a cada ano mais e mais se reforçou, agravando-se com a chegada dos filhos. Como um pugilista costumava atirar seu corpo contra o meu, de maneira a restringir-me os movimentos do pescoço, escapando assim da aplicação do temerário beijo na boca. Read the rest of this entry »

A camareira

In estórias, narrador on 25/02/2009 at 17:35

Eu havia acabado de chegar de viagem, tendo seguido direto para o hotel, e só pensava em tomar um bom banho e descansar a tarde toda, para à noite conhecer a cidade. Por volta das duas e meia ouço um batido na minha porta. Saí então do banho, enrolado na toalha e fui ver quem era. Pelo olho mágico pude ver uma linda camareira, morena clara, baixinha, magrinha com um lindo corpo, seios pequenos e suculentos, um uniforme que realçava toda a sua sensualidade.

Mil ideias se passaram na minha cabeça só no tempo que levei abrindo a porta. Ela então sorriu pra mim e perguntou: “Boa tarde senhor, vai querer arrumação do quarto hoje?” Read the rest of this entry »