imprevisto, MF, rapidinha
In benck, estórias, narrador on 30/06/2009 at 14:01
Claro que o nome é falso, mas o fato é verdadeiro e aconteceu algum tempo atrás. A Dona Rosa é uma amiga de longa data da minha mãe. Está na faixa dos 50 anos, divorciada e mora sozinha. Tinha torcido o pé e estava com o pé engessado (botinha ortopédica) e andando com muletas.
Dona Rosa não era nenhum mulherão, mas sempre chamaram minha atenção os seus seios avantajados, redondinhos e naturais. Já fazia quase uma semana que a mulher estava com o pé engessado quando minha mãe ligou para mim pedindo que eu fosse a casa da sua amiga para ajudá-la com o chuveiro que havia queimado. Read the rest of this entry »
corno, foder, imprevisto, MF, rapidinha
In amigaço, narrador on 05/06/2009 at 23:46
O fato aconteceu quando dona Margarida resolveu trocar a porta da despensa que estava toda carcomida pelos cupins e muito estragada pela ação da chuva. Essas portas de agora que parecem feitas de farelo de madeira e cola. Não valem nada.
Pegou o telefone e discou para o primeiro número que viu com a indicação de marceneiro , que trabalhava com perfeição e cobrava baratinho.
-Isso não existe, mas vamos lá, resmungou ela para o marido aposentado que dormitava na varanda da frente, lendo o jornal do dia anterior.
-Vamos enviar o Valdemar para sua residência, às três da tarde, está bom assim, minha senhora?
Dona Margarida achou ótimo e pediu pro marido dar uma volta no comércio para ver se achava uma porta nova, boa e barata. Read the rest of this entry »
anal, broxa, casamento, imprevisto, MF
In Neo, estórias on 17/05/2009 at 03:42
Uma estória de Neo, outro autor que aqui se apresenta.
Sugeri a ela que chupasse meu pau. Refugou. Humildemente roguei que ao menos lhe desse um beijo e, depois de alguma relutância, mergulhou entre as cobertas e emergiu ao estalar um beijo no membro palpitante de desejo. Por fim disparou:
- Seja breve. Não estou afim de muita estória hoje.
Deveras não estava mesmo. Consumado o casamento, há exatos sete anos, não houve mais estória que valesse a pena. Até mesmo o trivial beijo na boca ficara reservado, em vez ou outra, à agitação dos segundos que antecedem a explosão do prazer. Neste instante perdia ela verdadeiramente o discernimento e, cedendo aos impulsos da natureza humana, entregava a língua para ser chupada por alguns instantes, ato continuo, recompunha-se, virava-se e dormia. Há muito deixamos de nos beijar, prática que a cada ano mais e mais se reforçou, agravando-se com a chegada dos filhos. Como um pugilista costumava atirar seu corpo contra o meu, de maneira a restringir-me os movimentos do pescoço, escapando assim da aplicação do temerário beijo na boca. Read the rest of this entry »
boceta, imprevisto, infedilidade, xota
In estórias, narrador on 25/02/2009 at 17:35
Eu havia acabado de chegar de viagem, tendo seguido direto para o hotel, e só pensava em tomar um bom banho e descansar a tarde toda, para à noite conhecer a cidade. Por volta das duas e meia ouço um batido na minha porta. Saí então do banho, enrolado na toalha e fui ver quem era. Pelo olho mágico pude ver uma linda camareira, morena clara, baixinha, magrinha com um lindo corpo, seios pequenos e suculentos, um uniforme que realçava toda a sua sensualidade.
Mil ideias se passaram na minha cabeça só no tempo que levei abrindo a porta. Ela então sorriu pra mim e perguntou: “Boa tarde senhor, vai querer arrumação do quarto hoje?” Read the rest of this entry »