Eu era jovem. A minha idade não permitiria, se fosse hoje, acessar aos Contos eróticos. Não teria como responder, afirmativamente, a pergunta “Você declara que é maior de idade e … Continue lendo
Meu avó contou essa história quando eu e meu primo Dinho atingimos certa idade, na adolescência. Ele evitou contar a passagem para meu irmão mais novo e o resto da … Continue lendo
Ela morava ali na rua do Correio Velho, a parte mais antiga e mais pobre da cidade, numa rua escura ladeada de árvores e a janela de seu quarto dava … Continue lendo
Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês. Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha … Continue lendo
Era ainda uma dama linda. Sim, uma senhora pela imponência do porte e a segurança dos gestos. Também muita neve branqueava sua ainda farta cabeleira. Foi com cortesia e enlevo … Continue lendo
Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel. Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de … Continue lendo
Apalpar e roçar no transporte público é hora de ponta. Um brilhante exercício de erotismo escrito por Dödòi Ele não era bonito. Meninos “bonitos” nunca me encheram os olhos. Também … Continue lendo
Uma atracção entre genro e sogra que vai crescendo Minha mulher ficou doente por muitos anos e como minha sogra ficou viúva, veio morar connosco e cuidar e ajudar a … Continue lendo
Os miúdos às vezes ficam-se por ver como as coisas correm bem aos outros. Este é o meu primeiro conto, se é que se pode falar de contos quando se … Continue lendo
Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais O … Continue lendo
Antes de abrir a etiqueta sogras, a versão minoritária, genros, contada por Marta Ribeiro. Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, … Continue lendo
No género memórias da tropa, bem escrito, foi roubado a Aníbal Alves. – Que cambada!… Corja de malandros!… – E entre dentes desabafou: – Filhos de puta!… – Essa fanfarra … Continue lendo
Admito-o! Espreitara pela janela da frente. Os nossos vizinhos estavam a pintar a casa, e eu observava o rapaz a fazê-lo. Pareceu-me ser um rapaz da escola, fazendo uns biscates … Continue lendo