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Posts com Tag ‘masturbação’

Minha sogra coletou meu esperma

In incesto, narrador on 30/10/2009 at 23:07

Olá me chamo Marco Antonio, sou um cara normal. Tenho 28 anos, sou casado e vou dividir uma história com vocês.

Certa vez, minha sogra, Dona Cida esteve em minha casa nos visitando e enquanto ela estava na sala conversando com minha esposa fiquei no computador trabalhando em alguns projetos. Quando ela veio se despedir de mim eu continuei sentado na minha cadeira e ela se curvou para me dar três beijinhos. Eu fui colocar a mão em suas costas, como normalmente se faz quando se vai cumprimentar alguém desta maneira.

Acontece que sem querer acabei passando a mão na sua bunda, e desde então criei um tesão louco pela minha sogra, e a partir deste dia passei a olhar a Dona Cida com outros olhos.

Minha sogra não é nenhuma beldade dessas descritas nos demais contos, é na verdade uma loirinha, baixinha e gordinha de quarenta e poucos anos.

Várias coisas me excitavam nessa história, o fato de ela ser mais experiente, a putaria de comer a mãe e a filha e ainda o fato de ela ser uma mulher sexy e bonita, apesar de estar um pouco acima do peso. Read the rest of this entry »

O moço das balas

In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 31/07/2009 at 00:52

Vinha todas as tardes, perto do escurecer, tocando aquele troço feito de arame e madeira. Talac-tac-talac-tac-talac-tac.

Vovó! Vovó!, o moço das balas! eu gritava. Ela me dava uma moedinha e eu corria para a porta da vila, esperando ele subir a ladeira. Uma espera angustiante. Todo mundo comprava e ele demorava a chegar até quase na porta da vila onde eu morava. Nunca ia até lá embaixo. Um dia fui, e vovó me bateu tanto que eu nunca mais desobedeci.

Vovó, que me amava muito, ensinou-me a obedecer.

A moedinha não dava para o algodão doce nem para o saco cheio de balas. Apenas para um saquinho, com seis, ou para uma chupetinha, daquelas vermelhas, espetadas em palitos de madeira. Só no final do mês, quando ela recebia, me dava um pouquinho mais. Aí dava para um sacão de balas, o algodão doce e algumas chupetinhas.

Fora desse dia gracioso, Oi, menina boazinha! Eu me enchia de orgulho por ele me chamar de menina boazinha. Oi, moço, hoje só quero seis balinhas. No outro dia, para variar, eu comprava uma ou duas chupetinhas. Read the rest of this entry »

Ela

In Selva Alves, estórias, narradora on 27/06/2009 at 20:47

Era ainda uma dama linda. Sim, uma senhora pela imponência do porte e a segurança dos gestos. Também muita neve branqueava sua ainda farta cabeleira. Foi com cortesia e enlevo que me pediu:

- Foi um amor tão magnificente que quero, seja contado à posteridade. Este segredo não morrerá comigo… relate-o como um exemplo! Read the rest of this entry »

Mamãe, me ajuda

In Daniel, incesto, narrador on 22/03/2009 at 16:13

Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel.

Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação.

Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a “sessão”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de líder da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Read the rest of this entry »

Deixei, calada

In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 17/03/2009 at 14:38

Apalpar e roçar no transporte público é hora de ponta. Um brilhante exercício de erotismo escrito por Dödòi

Ele não era bonito. Meninos “bonitos” nunca me encheram os olhos. Também não era um menino, Era homem mesmo. Desses nojentos e ao mesmo tempo gostosos, cara de canalha, que lambem e comem a gente com os olhos. Surgiu do nada. Nunca tinha visto no ponto. Agora, todo dia aparecia. Maldito. Me lambendo e comendo com os olhos até o ônibus chegar. Olhei só uma vez. Não, mais de uma vez, confesso. Maldita curiosidade. Um segundinho ou dois, pra me arrepender. Ele falava com os olhos e com aquele sorriso miudinho de que sabia que estava agradando. Filho da puta. Eu, nervosa, fazia cara de nem é comigo e virava o rosto. Mas era impossível não sentir o molhado daqueles olhos infernais nos meus seios, nas minhas coxas, na minha bunda. Perturba. Que perturba, perturba… Dar confiança? Não dava, juro. Cadê coragem? Nojento e gostoso. Gostosíssimo. Read the rest of this entry »

Minha atenciosa e doce Sogra

In estórias, narrador on 11/03/2009 at 14:16

Uma atracção entre genro e sogra que vai crescendo

Minha mulher ficou doente por muitos anos e como minha sogra ficou viúva, veio morar connosco e cuidar e ajudar a cuidar da filha. Hoje tenho 46 anos, mas quando ela veio morar connosco eu tinha aproximadamente uns 30 anos. Portanto, faz mais de 15 anos que isso ocorreu e ficou acontecendo por mais de 10 anos, quase todos os dias. Minha sogra tem seus cabelos grisalhos, é meia gorda, tem pernas de condições normais para uma pessoa de sua idade (hoje deve ter perto dos 70 anos). Sempre foi muito moralista com suas colocações a respeito de sexo, e eu, jamais poderia imaginar que ela gozasse como goza. Até hoje! Eu chegava do trabalho, ela preparava meu jantar, e depois íamos todos para a sala ver TV, meus filhos que eram pequenos na época, minha mulher que estava doente e muito por sinal. Read the rest of this entry »

Férias de Verão

In narrador, xicuembo on 09/02/2009 at 12:10

Os miúdos às vezes ficam-se por ver como as coisas correm bem aos outros.


Este é o meu primeiro conto, se é que se pode falar de contos quando se trata de narrativas, evocações, memórias de factos reais. Começarei por relatar um episódio ocorrido há muito tempo, quando eu, adolescente dos meus 17 anos, passava as férias de Verão numa praia, em Portugal. Éramos um grupo de uma dúzia de jovens, entre irmãos, primos e amigos. Tínhamos montado as tendas junto às dunas, na Zambujeira do Mar, e ali ficámos todo o mês de Agosto. Read the rest of this entry »

O quarto da empregada

In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24

Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais

O COMEÇO

Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.

Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!

MINHA ESPOSA

Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »

Meu genro, meu pecado

In estórias, narradora on 26/12/2008 at 23:36

Antes de abrir a etiqueta sogras, a versão minoritária, genros, contada por Marta Ribeiro.


Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou. Read the rest of this entry »

A esposa do Sr. Coronel

In Sem categoria on 26/12/2008 at 17:20

No género memórias da tropa, bem escrito, foi roubado a Aníbal Alves.

– Que cambada!… Corja de malandros!… – E entre dentes desabafou:

– Filhos de puta!…

– Essa fanfarra parece uma banda de tuberculosos!… Sargento Martins, Capitão Pizarro, quero ver essa merda afinada. Não saem da parada enquanto isso não sair como manda a puta da “sapatilha”.

Ao ouvir aquela besta barriguda que apostrofava assim todo o regimento em parada, eu virei-me para o meu amigo Botas e comentei:

– Foda-se pá! Foi para aturar este animal que me foste desencantar ao CAC3? – Ele riu-se e acalmou-me:

– Não vais arrepender-te; verás que o touro só é bravio aqui no quartel e para a pascácia da mulher, de resto, se tiveres lábia, vais levá-lo ao “cabresto”, e olha que quem te diz isto é este teu amigo que se livrou da guerra colonial. Read the rest of this entry »

Deidre: Sonho

In Deidre, narradora, tradutor on 06/05/2008 at 13:33

Admito-o! Espreitara pela janela da frente. Os nossos vizinhos estavam a pintar a casa, e eu observava o rapaz a fazê-lo. Pareceu-me ser um rapaz da escola, fazendo uns biscates nos tempos livres. Estava calor e ele não tinha nada vestido para além dos calções. Olhei fixamente a forma bronzeada das suas costas. Imaginei que pertencesse a alguma equipa desportiva – tinha o corpo adequado, mas não me pareceu que o tivesse obtido a trabalhar. Perguntei-me se teria uma namorada entre as suas colegas.

Tinha alguns trabalhos para fazer no jardim da frente. Estava imenso calor, demasiado calor para se trabalhar. O rapaz devia precisar mesmo do dinheiro. Vesti um biquíni e uns calções.

Saí disposta a arrancar algumas ervas daninhas. Não podia observá-lo enquanto trabalhava sem se tornar óbvio que o fazia, e pensei se não fizera melhor em ter ficado dentro de casa para o poder ver melhor. Pensei se ele já tinha reparado em mim, ou se já me estaria mesmo a observar. Posso ter mais 15 anos do que ele, mas não fico nada mal de biquíni.

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