para masturbar insónias

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Como perdi a virgindade há quase 30 anos

In estórias, iniciação sexual, virgens on 23/08/2009 at 14:04

Como de costume, no Verão, tinha ido passar uma temporada a casa de umas Tias na aldeia, bem no coração de uma importante zona florestal nas beiras. O ar era fantástico. Não se passava nada por ali, mas a tradição levava-me para lá. As minhas Tias eram adoráveis e enchiam-me de mimos.

Um dia apareceu uma amiga que se encontrava no Canadá há muitos anos. Não se lhe podia chamar emigrante, pois estava podre de rica… As minhas tias estavam radiantes. Matavam saudades da velha amiga de infância, ao mesmo tempo que recebiam uma lufada de ar fresco, com todas as modernices que enchiam a vida desta matrona bem tratada lá no Canadá. Toda muito arranjada, bem pintada, bem vestida e adornada, estou desconfiado que, já nessa altura esta senhora fazia ginastica.

Certa noite, terminado o jantar, cerca das 22h00, tardissimo para as minhas Tias, pediram-me que acompanhasse a D. Matilde (nome fictício) a casa, para ela não ir sozinha. É certo que na aldeia nada lhe podia acontecer, mas a verdade é que uma Srª sozinha… ainda por cima bonita (nos seus cinquenta e poucos)…. E lá fui eu, homenzinho de 17 anos acompanhar a Madame a casa. Fomos conversando pelo caminho. Era uma mulher viajada, falou-me das liberdades que se vivia em muitos países, como em Inglaterra que as raparigas usavam generalizadamente mini saias que deixavam ver tudo…. Fui escutando com curiosidade, sem perceber que a matreira estava a procurar acordar a minha imaginação e o meu desejo. Read the rest of this entry »

Minha Vizinha

In Pedro Neto on 14/08/2009 at 04:09
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Estou vivendo uma aventura espetacular nos últimos meses e gostaria de dividir com vocês. Tenho 18 anos, sou bonito sem ser um Deus. Moro com meus pais já bem mais velhos em um prédio de dois apartamentos por andar, onde a cozinha e área de serviço de ambos os apartamentos dão para um pátio interno. E como a distância é de menos de 10 metros, de uma cozinha à outra é possível ver tudo na cozinha do outro. No apartamento ao lado mora um casal com dois filhos pequenos. É sobre ela este conto. Ela tem 35 anos e é uma gata. Morena, com o cabelo muito negro na altura do ombro. Olhos negros que brilham que nem faíscas. O corpo é uma delícia, pernas lindas, bundinha durinha e nem grande e nem pequena, os peitinhos durinhos. Ela não trabalha e eles não têm empregada fixa, só uma faxineira eventual. Isto para dizer que ela fica em casa o dia todo. Fora de casa ela se veste de uma maneira sexy, mas discreta e não é daquelas de enlouquecer operário de obra. Mas em casa é outra coisa. Ela está sempre de shortinho de lycra coladinho e bem pequenininho marcando a calcinha mínima e blusinhas bem soltas. À noite ela está sempre de camisola ou baby doll transparente e calcinhas rendadas e cavadas. Read the rest of this entry »

Rasguei o cú da empresária prepotente

In estórias on 28/07/2009 at 12:36

Trabalho com comercio exterior e acabo viajando bastante. Semana passada fui para uma Feira voltada para o mercado que eu trabalho em SP a INTERMODAL, lá estavam as principais empresas do Ramo e como sempre os mais importantes empresários também.

Dentre essas pessoas tive a oportunidade de conhecer uma especial, Valéria e uma empresária muito bem sucedida e dona de uma das mais fortes empresas do ramo Multimodal. Valéria realmente nasceu com muita sorte pois além de ser muito rica é muito bonita também, bom com dinheiro é fácil, mas vamos ao que interessa. Read the rest of this entry »

De bestial a besta

In estórias, narrador on 22/06/2009 at 21:56

Nem queria acreditar, tinha acabado de passar a noite da minha vida e estava a ter o pior amanhecer possível e isto não me parecia possível.

Mas voltando um pouco atrás, chamo-me Rui tenho 27 anos sou louro de olhos verdes tenho 1,85m de altura.

Estava eu num bar da praia a tomar uns copos e a ver se me alegrava porque tinha sido uma semana difícil no trabalho, já agora sou Eng. Ambiental, e para finalizar a minha equipa tinha sido eliminada da taça; quando vejo entrar pela porta duas mulheres uma era daquelas mulheres que todos nós homens sonhamos: morena, alta. curvas perfeitas e perigosas a volta dos trinta e linda a outra era uma mulher normal estatura média,cabelos castanhos e corpo sem grandes atrativos, também não deixava de ser uma mulher bonita mas perto da colega passava despercebida.

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Um criado para o minete

In narrador, xicuembo on 14/06/2009 at 03:54

Quando vivi em Moçambique, morei num quarto alugado em casa de uma solteirona, Dona Isabel. A velha tinha um criado chamado Paulino, com quem acabei por criar cumplicidade em putarias. Uma noite, depois da criada dos vizinhos lhe ter batido uma punheta e fodido comigo, ficámos os dois a conversar no jardim até altas horas da noite, e o moleque contou-me a sua história.

Tinha quinze anos quando entrou ao serviço de Dona Isabel, que procurava um moleque para fazer as lides domésticas. A patroa ensinou-lhe o serviço com muito rigor, ameaçando puni-lo caso se tornasse desleixado ou insolente. A princípio não foi além das ameaças. Porém, certo dia chamou-o, enquanto tomava o seu banho matinal. Read the rest of this entry »

Mamãe, me ajuda

In Daniel, incesto, narrador on 22/03/2009 at 16:13

Garoto com mãos engessadas precisa das mãos da mãe, um clássico na excelente versão de Daniel.

Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação.

Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a “sessão”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de líder da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Read the rest of this entry »

Dona Ingrid

In estórias, narrador on 16/03/2009 at 12:23

Uma estória de assistência no domicilio a uma colega com febre.

A secretária do meu chefe é um mulherão com 1,85, pernas longas, cabelo curto, quase sempre tingido em uma cor avermelhada e pele clara. Seu nome é Ingrid, também conhecida como “Dona Sargento”.
Deve ter entre 45 e 50 anos, dizem ser viúva, e é uma coroa muito ajeitada, só que é uma grande mal educada, pois briga com todo mundo, trata mal todos os funcionários, não deixa ninguém entrar na sala do chefe . Enfim uma pentelha.

Sou um funcionário de uma empresa de origem europeia e trabalho na contabilidade, dentro de minhas funções existe muito trabalho fora do escritório, visitando clientes e cartórios. Outro dia, meu chefe me chamou e pediu que eu levasse a Sra. Ingrid para o ambulatório médico e depois para casa, pois ela não estava bem de saúde, estava com febre e com dores de cabeça. Read the rest of this entry »

A Cigana

In RR Fragoso, narradora on 14/03/2009 at 22:43

Uma mulher lê o seu destino com outra mulher.

Não consegui identificar que sentimento foi aquele. Assim que a vi, um frio correu por minha espinha. Meu corpo ficou paralisado. Que horror! Quem era aquela mulher? Por que estava sentido aquilo?

Era uma mulher linda, morena, jovem, sempre elegante, mas algo dizia para manter-me afastada. Pensei imediatamente em nunca me aproximar dela, sua presença sempre acabava me provocando alguma reação estranha. Poucas vezes tive oportunidade de falar com ela, mas toda vez que a via, era a mesma coisa.

Minhas amigas tornaram-se suas amigas e viviam me falando que eu era cheia de besteiras, mas continuava firme na posição de mantê-la à distância, até que Laurinda veio me contar que ela lia cartas. A curiosidade feminina pelo futuro é enorme, muito maior que a dos homens e ter ali na vizinhança alguém que pudesse falar sobre isso, deixou todas nós fascinadas. Read the rest of this entry »

Minha atenciosa e doce Sogra

In estórias, narrador on 11/03/2009 at 14:16

Uma atracção entre genro e sogra que vai crescendo

Minha mulher ficou doente por muitos anos e como minha sogra ficou viúva, veio morar connosco e cuidar e ajudar a cuidar da filha. Hoje tenho 46 anos, mas quando ela veio morar connosco eu tinha aproximadamente uns 30 anos. Portanto, faz mais de 15 anos que isso ocorreu e ficou acontecendo por mais de 10 anos, quase todos os dias. Minha sogra tem seus cabelos grisalhos, é meia gorda, tem pernas de condições normais para uma pessoa de sua idade (hoje deve ter perto dos 70 anos). Sempre foi muito moralista com suas colocações a respeito de sexo, e eu, jamais poderia imaginar que ela gozasse como goza. Até hoje! Eu chegava do trabalho, ela preparava meu jantar, e depois íamos todos para a sala ver TV, meus filhos que eram pequenos na época, minha mulher que estava doente e muito por sinal. Read the rest of this entry »

Amei ser Estuprada

In estórias, narradora on 03/03/2009 at 02:06

Uma mulher vai encontrar no vizinho a educação que lhe falta em casa. E na vizinha.  E o marido quando descobre também.

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O meu nome é Estela, tenho 21 anos 1,76m sou loira, olhos verdes, tenho seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas roliças e bem torneadas, sou casada há 3 anos com Marcelo, ele é um belo rapaz e é apenas um ano mais velho que eu.

Casei sem nenhuma experiência sexual, isto é virgem e conhecendo pouca coisa teoricamente, na nossa primeira noite não houve muitas preliminares, pois acho que meu noivo também não sabia lá muita coisa, não foi ruim, mas também não ouvi sinos tocando e nem vi fogos de artifícios. Depois conversando com outras amigas casadas, ouvi muita coisa que não conhecia, ouvi algumas falando que tinham orgasmos de subir pelas paredes, que gritavam como possessas e era muito gostoso. Para não ficar pra trás eu também inventava alguma coisa, mas na verdade ainda não conhecera essas maravilhas. Read the rest of this entry »

Uma delícia de mulher

In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48

Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo

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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.

Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.

Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »

Como iniciar um jovem

In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 28/12/2008 at 20:40

Carla T. conta-nos como deu uma lição extra a um jovem virgem

Chamo-me Carla T. sou economista, vivo em Lisboa tenho 38 anos e moro sozinha. Levo uma vida descontraída e independente, felizmente sem preocupações. No prédio onde moro e no mesmo andar, mora a Isabel com o filho Artur, um rapaz que vai fazer brevemente 18 anos, alto, bem parecido, com a barba a despontar, que anda a estudar e que pratica ténis e natação. A mãe trabalha da parte da tarde num consultório médico, volta do trabalho já de noite e quando chega a casa o filho já tem o jantar aquecido e a mesa posta para jantarem. Isto contou-me a Isabel numa das poucas conversas que tivemos um dia em que nos encontramos a tomar café. Read the rest of this entry »

Deidre: Confortável

In Deidre, autores, tradutor on 28/12/2008 at 15:58

Outra estória de Deidre. O imprevisto é o que não é previsível que aconteça.  Mas acontece…

Vivia com a minha namorada e a mãe. Kate, a mãe de Jane, é uma mulher conservadora, mas pareceu aceitar há muito tempo que Jane é sexualmente activa, e embora se perceba que quer que o casamento avance, trata-me bastante bem. Jane e Kate são um bocado parecidas, com os cabelos castanhos (quase pretos) pelos ombros, e o mesmo peso. Têm ambas boa aparência embora Kate tenha um pouco mais de peito. Se me perguntarem, tenho de admitir que Kate é atraente, mas nunca me apercebi que tenha saído com alguém, dado a sua natureza conservadora, que não é muito virada para esse lado. Read the rest of this entry »

Evangélica virgem e devassa

In iniciação sexual, virgens on 27/12/2008 at 00:07

Narrativa fraquinha mas bem resumida no título. Os fracassos de uma educação religiosa…

Olá. Este conto se passou quando eu tinha cerca de 20 anos. Sou um cara loiro, alto, um pouco cheinho e sou fanático por gordinhas. Num desses sites de relacionamento conheci uma garota que se chamava Flávia (fictício). Era morena e adorava homens loiros. Marcamos de nos encontrar e após alguns encontros começamos a namorar. Descobri que ela era evangélica, como toda sua família, e apesar de ter 18 anos nunca tinha beijado alguém, era virgem de tudo. Read the rest of this entry »

Meu genro, meu pecado

In estórias, narradora on 26/12/2008 at 23:36

Antes de abrir a etiqueta sogras, a versão minoritária, genros, contada por Marta Ribeiro.


Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou. Read the rest of this entry »

A esposa do Sr. Coronel

In Sem categoria on 26/12/2008 at 17:20

No género memórias da tropa, bem escrito, foi roubado a Aníbal Alves.

– Que cambada!… Corja de malandros!… – E entre dentes desabafou:

– Filhos de puta!…

– Essa fanfarra parece uma banda de tuberculosos!… Sargento Martins, Capitão Pizarro, quero ver essa merda afinada. Não saem da parada enquanto isso não sair como manda a puta da “sapatilha”.

Ao ouvir aquela besta barriguda que apostrofava assim todo o regimento em parada, eu virei-me para o meu amigo Botas e comentei:

– Foda-se pá! Foi para aturar este animal que me foste desencantar ao CAC3? – Ele riu-se e acalmou-me:

– Não vais arrepender-te; verás que o touro só é bravio aqui no quartel e para a pascácia da mulher, de resto, se tiveres lábia, vais levá-lo ao “cabresto”, e olha que quem te diz isto é este teu amigo que se livrou da guerra colonial. Read the rest of this entry »

Senhoria

In narrador, xicuembo on 15/12/2008 at 17:47

Comer senhorias viúvas é uma clássica ambição de inquilino que se preze, e estas estórias  estão bem escritas, o que na erótico-prosa da lusofonia é coisa rara. São assinadas por xicuembo.

I

Fodi a minha senhoria

Quando era estudante vivi em Évora, uma cidade portuguesa distante da minha. Enquanto lá estive, morei num quarto alugado em casa de uma viúva de sessenta anos, Dona Cacilda, conhecida no bairro como pessoa de respeito. Pequena e roliça, de mamas grandes, pintava os lábios de vermelho vivo e os cabelos de preto.

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Deidre: Jogo

In Deidre, autores, narradora, tradutor on 03/05/2008 at 23:53

Estava vazio. Ouvi um som vindo de algures, no edifício, dos chuveiros. Calculei que tivessem acabado. Voltei para trás e olhei para o fundo do corredor, e escutei um aumento do som por uns momentos enquanto uma porta ao fundo do corredor se abria e um homem saiu.

Era o Jerry, um dos amigos do Tim. “Oh, olá” disse, aproximando-se, com uma pequena gargalhada. Não estava a ver onde estava a piada, mas acho que sorri, numa reacção inconsciente.

O Tim está no chuveiro?“, perguntei.

Riu-se de novo. “Sim, pode-se dizer que está. Ouve: tu tens que ver isto” E nisto estava a voltar pelo corredor, acenando-me para o seguir. Hesitei, mas acabei por fazê-lo.

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