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Meu marido, Cláudio e eu

In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20

O marido trás um amigo. Agora vão ser três.

Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.

- Oooiiii amor.

- Oi meu bem.

- Conhece o Cláudio?

- Só de nome. Prazer.

- Muito prazer.

Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.

- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »

Dona Lourdes, o padre e eu

In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37

Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.

Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.

Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.

Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »

Amei ser Estuprada

In estórias, narradora on 03/03/2009 at 02:06

Uma mulher vai encontrar no vizinho a educação que lhe falta em casa. E na vizinha.  E o marido quando descobre também.

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O meu nome é Estela, tenho 21 anos 1,76m sou loira, olhos verdes, tenho seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas roliças e bem torneadas, sou casada há 3 anos com Marcelo, ele é um belo rapaz e é apenas um ano mais velho que eu.

Casei sem nenhuma experiência sexual, isto é virgem e conhecendo pouca coisa teoricamente, na nossa primeira noite não houve muitas preliminares, pois acho que meu noivo também não sabia lá muita coisa, não foi ruim, mas também não ouvi sinos tocando e nem vi fogos de artifícios. Depois conversando com outras amigas casadas, ouvi muita coisa que não conhecia, ouvi algumas falando que tinham orgasmos de subir pelas paredes, que gritavam como possessas e era muito gostoso. Para não ficar pra trás eu também inventava alguma coisa, mas na verdade ainda não conhecera essas maravilhas. Read the rest of this entry »

Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido

In estórias, narrador on 26/12/2008 at 16:08

Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…

Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.

De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.

Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).

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Deidre: Jogo

In Deidre, autores, narradora, tradutor on 03/05/2008 at 23:53

Estava vazio. Ouvi um som vindo de algures, no edifício, dos chuveiros. Calculei que tivessem acabado. Voltei para trás e olhei para o fundo do corredor, e escutei um aumento do som por uns momentos enquanto uma porta ao fundo do corredor se abria e um homem saiu.

Era o Jerry, um dos amigos do Tim. “Oh, olá” disse, aproximando-se, com uma pequena gargalhada. Não estava a ver onde estava a piada, mas acho que sorri, numa reacção inconsciente.

O Tim está no chuveiro?“, perguntei.

Riu-se de novo. “Sim, pode-se dizer que está. Ouve: tu tens que ver isto” E nisto estava a voltar pelo corredor, acenando-me para o seguir. Hesitei, mas acabei por fazê-lo.

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