para masturbar insónias

Posts com Tag ‘MMF’

Frouxo

In Dödòi, estórias, narradora on 08/09/2009 at 03:42

Na pontinha da cama, com a ponta dos pés no chão, toda aberta, sanduichada. Por baixo, na minha buceta, o de pau menor. Por cima, enterrando na minha bunda, o maior. Pedido meu. É o mais doce sofrimento que existe. Bem grande. E inclemente. Não é nada fácil. Choro, esperneio, suspiro, grito, arranho, xingo, mas não fujo. Gosto. Se fosse não me dava tanto tesão. Um tesão absurdo, de fazer eu ter certeza achar de que a vida tem sentido, um único sentido: foder. Ou ser bem fodida.

Tivesse um terceiro, na boca, seria a glória. Não tinha. Se fossem quatro, divino.

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Um corno chamado Julio

In Daniel, narrador on 28/08/2009 at 10:25

Um dia, um amigo meu me chamou para visitar uma nova igreja que tinha aberto perto de casa.

- Pow cara, você sabe que eu não sou religioso.

- Não é nada de religião, te garanto que você vai curtir.

Eu acabei indo com ele. Realmente, não tinha nada de religião, apenas um magrelo de terno que se dizia pastor, deblaterando contra os pecadores e infiéis. A única coisa boa era a mulher que tocava num teclado, uma morena dos seus quarenta anos, bunduda e de peitos enormes, vestida com muito pudor. Read the rest of this entry »

Conto, sexo, estrada

In estórias on 07/06/2009 at 03:46

A história que passo a narrar aconteceu em Fevereiro deste ano. Estávamos eu e minha esposa em viagem pelo estado de sc. Estava um dia quente e ela com um vestido leve sentada ao meu lado íamos conversando pela estrada. Como a viagem era longa ela estava bem a vontade no banco do caroneiro, hora colocava-se de lado, ora levantava as pernas sobre o painel do carro o que deixava a mostra sua calcinha vermelha e o volume de sua buceta deliciosa. Eu neste momento me aproveitava para apreciar suas pernas e sua buceta tapadinha por sua tanguinha vermelha.

Percebi que os caminhoneiros que passavam tinham uma visão privilegiada e davam sinal a passamos por eles. Achei isso interessante e comentei com ela que para o meu espanto ela me perguntou se estava gostando desta situação: sua esposa se exibindo para outros homens e eu disse que sim. Neste momento ela jogou a calcinha pro lado pegou minha mão e disse “olha como estou molhadinha”. Com a buceta enxarcada e a mostra continuou provocando os caminhoneiros que não acreditavam no que viam, davam sinal, buzinavam, chamavam de gostosa e pediam para esperimentar. Read the rest of this entry »

Meu marido, Cláudio e eu

In RR Fragoso, narradora on 08/05/2009 at 20:20

O marido trás um amigo. Agora vão ser três.

Eram quase oito e meia da noite quando Paulo chegou. Veio acompanhado de um amigo de trabalho, o Cláudio. Ele já tinha me falado desse amigo, mas não tinha tido o prazer de conhecê-lo até então. Pude observar em sua mão uma maleta que parecia cheia com alguma coisa. Mas para não ser enxerida, nada perguntei.

- Oooiiii amor.

- Oi meu bem.

- Conhece o Cláudio?

- Só de nome. Prazer.

- Muito prazer.

Ele era um homem, alto, bonito, muito elegante e foi bastante educado.

- O Cláudio vai jantar conosco. Read the rest of this entry »

Chantagem

In estórias, narradora on 19/04/2009 at 20:09

Apanhada desprevenida, arranja problemas.

Isto realmente aconteceu comigo e acabou mudando a minha forma de ser e de sentir.

Voltemos ao ano 2.000 para poder entender toda esta narrativa.

Antes de qualquer coisa, meu nome é Fernanda, sou loirinha e tenho um corpo bonito, fruto de muita malhação em academia, do balé, do tênis e da natação. Desde os 13 anos atuo como modelo tirando fotos que saíram em diversas revistas e catálogos o que além de me render um pouco de dinheiro, me rendeu também notoriedade na escola. Com isso, me tornei um pouco fresquinha, limitando minhas amizades.

Namorei Maurício por um ano e meio, e nas férias de julho de 2.000, com 17 anos, perdi a virgindade. Em agosto, o crápula me dispensou. É desnecessário dizer que fiquei louca da vida. Read the rest of this entry »

Dona Lourdes, o padre e eu

In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37

Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.

Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.

Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.

Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »

Cedi, experimentei e gostei

In estórias, narradora on 25/02/2009 at 17:16

Fred sempre foi um homem fascinante. Bonito, bem de vida, um humor fantástico, dono de uma inteligência incomum, e um amante capaz de esgotar a libido de qualquer mulher. Porém, incapaz de reconhecer a palavra fidelidade. Com ele, tive que apagar a palavra ciúme do meu vocabulário. Valeu a pena.

O fascínio por ele me fez tão submissa que eu topava suas maluquices. Assim, provei pela primeira vez o gosto de uma mulher. Foi uma experiência devastadora, paradoxal, antecedida de uma negociação tão intensa quanto excitante. Não que eu fizesse jogo duro. Tinha certo medo, mas queria experimentar. No fundo, sabia que ia ceder, embora, último minuto, quase tenha desistido. Read the rest of this entry »

Descobri que sou corno

In estórias, narrador on 01/01/2009 at 17:31

E decidiu tomar-lhe o gosto. Uma narrativa algo atabalhoada,  o que também lhe dá um toque de realismo.

Pois foi descobri que sou corno, já há algum tempo que desconfiava disso mas só há 3 meses tive a confirmação. Sou casado com uma mulher muito boa, 4 anos mais jovem que eu eu, tenho 40 e ela 36, desde à uns 2 anos que desconfiava que alguma coisa se passava, eram mensagens que ela nunca lia à minha frente, chamadas que ela não atendia quando eu estava, trabalho fora de horas, coisas que levantam duvidas. Fui tendo atenção ao que se passava, há uns 3 meses ela teve de ir passar 2 dias a casa da mãe que estava doente, eu fiquei em nossa casa. Read the rest of this entry »