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Posts com Tag ‘narrador’

Minha Testemunha de Jeová

In narrador on 27/10/2009 at 20:57

Faz cinco anos que eu a conheço. Mas nunca imaginei nada. Confesso acreditar que não tinha chance: uma mulher de seus 42 anos mas muito bonita, talvez por ser dona de uma franquia de produtos de beleza, tem 1,70, busto firmes, cintura fina, seus 52 quilos, talvez a melhor explicação que eu tenha para seu tipo de beleza é a do tipo Vera Fischer, aquela beleza que enlouquece e povoa a cabeça dos homens com as fantasias mais loucas… Como toda mulher perfeita três eram os defeitos: casada, fiel, e muito religiosa o que extermina as chances de qualquer um.

Então comecei namorar com uma garota da religião dela, e soube que o marido dela já havia traído Ida milhares de vezes, e que ela não se separou dele por causa da religião, uma mulher deve fazer tudo para manter o casamento na religião deles… Os “chefes” da igreja apregoavam isso. Read the rest of this entry »

Cabocla da Fazenda

In estórias, narrador on 26/03/2009 at 12:17

Umas férias, a empregada nova, o caseiro, as aventuras do neto do patrão.

Eram seis da matina e, como em todas as manhãs, os passarinhos e outros animais do mato iniciavam seu alarido. Não era necessário relógio para presumir que já estava na hora de acordar. Recém-chegado de Salvador, vim visitar meu avô na fazenda onde morava e, com ele, passar o período de festas de Natal e o Ano Bom. Como sempre cheguei à fazendinha antes dos demais familiares, pois estudava numa cidade universitária, Cruz das Almas, que ficava mais próximo da fazenda que da casa de maus pais em Salvador. No auge de meus 17 anos, achava sempre enfadonho ficar uma ou até duas semanas apenas com meu avô na sede da fazenda. Porém, nesta nova, a fazendinha tinha uma nova atração. Tratava-se da nova criada que meu avô havia contratado para trabalhar nos afazeres domésticos. Read the rest of this entry »

A mulata do 502

In estórias, narrador on 25/03/2009 at 13:07

Um sonho que vira realidade, com autorização do esposo.

Todos os dias, pontualmente às 6 da tarde, eu parava para conversar com o porteiro do prédio onde era zelador. Naquela hora chegava Anita, a moradora do 502. Não havia quem não curvasse o pescoço para ver aquela bunda maravilhosa passar.

Ela tinha, aproximadamente, 1m70, cerca de 30 anos, uma pele marrom que exalava sensualidade, um traseiro de dançarina de axé music, um par de seios voluptuosos e coxas bem torneadas. Em suma, um magnífico exemplar do sexo feminino.

Anita povoava meus pensamentos desde que fui trabalhar naquele prédio. Passava noites acordado pensando em tê-la na minha cama. Se conseguia dormir, ela tomava meus sonhos. Certa vez cheguei a chamar uma namorada de Anita. Recebi um tapa e perdi a mulher, que era até gostosinha. Sempre simpática, cumprimentava todos quando passava. Mas jamais parava para conversar com os empregados do prédio ou mesmo com os vizinhos. Seu marido, Dr. Jordão, já estava na casa dos 50 anos e a tratava bem, embora parecesse ser austero. Read the rest of this entry »

Dona Lourdes, o padre e eu

In estórias, narrador on 13/03/2009 at 02:37

Um narrativa, longa, das venturas de uma beata com visões pelo corpo todo.

Foi há dois anos. Eu trabalhava numa empresa de engenharia civil especializada em recuperação de estruturas; minha empresa tinha sido contratada pela arquidiocese para a recuperação de diversas igrejas no interior do estado de São Paulo. Eu ficara responsável por três pequenas paróquias na região de Mogi Mirim.

Logo na primeira igreja que entrei foi recebido com extremo mal humor por um padre de uns 50 anos, meio gordo e com ralos fios brancos na cabeça. A contra gosto me recebeu na sacristia, mas recusou-se a ver qualquer coisa que eu tinha para lhe mostrar. Eu tinha que agendar com ele o início das obras, mas ele apenas disse para que eu fizesse o que achasse melhor, praticamente me expulsando da sala.

Quando sai do gabinete vi uma bela mulher sentada na ante-sala, usava um discreto vestido verde que lhe cobria todo o corpo até quase os pés. Tinha uma bela cabeleira castanha com uma discreta mecha branca que não a envelhecia, mas conferia um charme especial. Sob o vestido um grande par de seios eram claramente visíveis. Read the rest of this entry »

Uma boqueteira na biblioteca

In Sem categoria on 25/02/2009 at 01:56

É como diz o gasto bordão popular: “a vida é uma caixinha de surpresas”, e sou obrigado a concordar com isso. Nunca tive muito sucesso com as meninas por causa da minha introvertividade, mas como até mesmo o mais anémico dos seres às vezes é posto ao acaso pelo destino dentro de situações extraordinárias, também tive meus momentos de perversão.

O mais intenso entre eles certamente foi proporcionado pelos lábios macios e molhados de uma nova e curta amizade que fiz quando ainda estudava para concursos na biblioteca municipal. Todas as tardes eu ficava em uma parte da biblioteca que se permitiam entrar com material de estudo próprio, e por isso mesmo era separada do resto do prédio. Nessa sala havia cerca de quinze mesas quadradas de madeira. Eram essas divididas em quatro por divisórias do mesmo material da mesa. Cada lugar a mesa era pra estudo individual. Para se vê quem estava sentado ao lado tinha que se levantar da cadeira. Read the rest of this entry »

Uma delícia de mulher

In estórias, narrador on 20/02/2009 at 00:48

Uma relação com uma empregada, que sabe impor o seu ritmo

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Quem quiser que acredite…quem não quiser que não acredite! Os fatos aqui narrados são reais. Aconteceram, há cerca de dez anos atrás, na mais linda e agradável capital de um dos estados deste nosso país.

Vou omitir nome e quando usá-lo será fictício, por uma simples questão de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta história.

Fui transferido, aqui de São Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de negócio. Como condição para esta transferência, tinha todas as despesas de estadia e locomoção pagas – pelo período mínimo de um ano – por esta empresa. Após um período hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os serviços de manutenção e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcionária do setor de limpeza desta empresa ia, de 2ª a 6ª feiras, ao meu apartamento para preparar o meu café da manhã, limpar, lavar e passar; deixava também um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e saía por volta das 15h00min. Eu almoçava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manhã. Read the rest of this entry »

Só fez o que quis

In estórias, narrador on 19/02/2009 at 12:20
E faz muito bem em fazer o que quer
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Já estava com 43 anos, a vida sedentária começava a cobrar, entrei para uma academia, mas não gostei, pra quem quer só emagrecer é perda de tempo, pois o que me interessava, que era emagrecer, me bastava umas caminhadas na esteira e umas pedaladas, como tenho uma boa bike e sei andar fora da esteira, saí da academia e resolvi que daria minhas pedaladas pelo bairro e faria as caminhadas num parque grande que tem aqui próximo de casa.

E foi numa dessas vezes que a vi… A visão me fascinou de imediato: Uma menina com um shortinho não muito curto, mas apertado na medida certa, uma cinturinha finíssima, uma bunda não tão arrebitada, de quadris largos, fazendo um conjunto perfeito com as pernas torneadas. Read the rest of this entry »

Os violadores

In A Alves, narrador on 17/02/2009 at 16:01

Uma estória de vingança, com um final inesperado

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Na tasca do Coxo, junto ao bairro cigano de Amoreiras, a noite estava animada, e o vinho corria a rodos para festejar uma boa entrega de haxixe que o Cartel da Galiza cedera ao cigano Anjo, a baixo custo e a crédito. Dentre os presentes estavam, Lello e Chasco, que tinham também uma rede de distribuição da erva e actuavam como dois sócios havia já mais de dois anos. Read the rest of this entry »

Minha tia Patrícia

In estórias, incesto on 17/02/2009 at 01:41

Uma narrativa detalhada, e deliciosamente lenta, da estória de um sobrinho e sua tia víuva e bastante mais velha.

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Eu estava nos meus 15 anos e ela perto de 50 anos. Hoje, estou bem longe dos 15 anos e ela já é uma mulher bastante idosa.

É umas das irmãs de minha mãe. Somos de uma família do interior paulista de vários irmãos (cerca de 12), bastante tradicional e conservadora. Desde muito pequeno convivi com esta minha tia e sempre admirava sua beleza. Com a chegada da adolescência, um tesão natural passou a tomar conta de mim, porque ela era uma mulher muito gostosa.

Mulher de altura mediana, de pernas grossas, peitos volumosos, corpo bem definido e torneado, com uma bunda que deixava qualquer um louco. Não posso negar que muitas das punhetas de minha adolescência foram destinadas a ela. Mas tudo ficava na punheta, porque nem pensar em ir além disto. Read the rest of this entry »

A Diarista

In estórias, narrador on 16/02/2009 at 13:58

Outra estória de empregada, dominada para não variar muito.

Toda a quinta-feira vem uma diarista arrumar minha casa. Ela foi indicada por Laurentina, uma antiga empregada doméstica de nossa família que já trabalha connosco há mais de 20 anos. Durante todo este tempo Laurentina praticamente me viu crescer e cuidou de mim quando criança e ainda hoje ela trabalha connosco na casa de meus pais. Quando me formei em Administração e concluí uma pós-graduação, passei a ser chamando para alguns serviços de consultoria como autónomo e ganhar algum dinheiro. Assim, decidi morar só, mas logo percebi que eu era um completo incompetente nos afazeres domésticos e pedi que Laurentina me indicasse alguém para me ajudar nesta árdua tarefa. Como a grana era e ainda é curta, disse-lhe que não teria condições de bancar um salário mensal que, àquela época – janeiro de 2006, era de R$ 300,00, mais poderia pagar uma diária de R$ 30,00 mais o valor do transporte se toda quinta-feira a diarista fosse ao meu apartamento para dar uma força.

- Deixe comigo meu filho, conheço a pessoa perfeita – disse Laurentina enquanto enxugava os pratos com uma toalha e continuou:

- Lembra da Zezé? A minha sobrinha? Aquela pequenininha que quando você ainda era um moleque eu a levava para casa de seus pais? Read the rest of this entry »

Enrabar Anacarla

In Calango, narrador on 15/02/2009 at 01:43

Calango é um autor curioso e invulgar. Capaz de uma prosa quase poética, e também de uma prosa que nem o chega a ser. Estórias muito curtas, e também por isso seleccionáveis.

Enrabar Anacarla. Enrabar. Com força. A bonita Anacarla. Arrumadeira cheia. Na bunda delicada. Deliciosa arrumadora. De encantos doces. Que me permite desfrutar. Com minha boca. E meu caralho extenso. Admiro as formas abruptas. As coxas formosas. A aberta forte. O busto gostoso. Que me dão tesão. Sem medida. Nem hora. Nem lugar. Enlouqueço quando vejo o corpo grande de Anacarla. Moreno claro. Grosso. Lindo. Tesudo. Meu. Para usar. Desfrutar. Gozar. A qualquer tempo. Qualquer dia. Qualquer hora. Qualquer lugar. Na cama. Na mesa. Na sala. Na cozinha. No banheiro. No quarto. Quarta-feira. 26 de abril de 2006. Almoço. Meu habitat. Sala de jantar. Mesa. Anacarla serve a mesa. De blusa agarrada, que descobre suas mamas gostosas. Minissaia apertada. Curta. Que exibe seus apoios grandes. Tanguinha mínima. Que mostra sua aberta grossa. Deito a arrumadeira de bruços na mesa. Afasto a tanguinha. E enrabo a linda padaria da branda arrumadora com minha madeira rija,despejando galadura pelo madeiro redondo no pandeiro rotundo da saborosa Anacarla. Ela goza. Junto comigo.

Calango

Sebastiana

In Daniel, estórias, iniciação sexual, virgens on 13/02/2009 at 12:34

Outro conto de Daniel. Um médico abandonado pela mulher recebe de um cliente uma empregada habituada a ser punida.

O conto a seguir é uma obra de ficção e contém cenas de violência. Isto não significa que o autor seja a favor de violência contra a mulher ou de qualquer tipo de discriminação racial. Lembre-se: É PURA FANTASIA.

Quando o Coronel soube que minha mulher me abandonara, chamou a Tiana e disse para ela:

– Você vai para o Rio com o Doutor. Ele está precisando de uma mulher para tomar conta da casa, lavar e passar a roupa dele, cozinhar, fazer todo o serviço. Arruma tuas tralhas que ele volta pra casa amanhã e você vai junto.

Eu disse que não era necessário, pois lá no Rio mesmo eu arrumava alguém, mas não era fácil ganhar dele numa discussão. Read the rest of this entry »

Aconteceu numa Escola de Freiras

In estórias, iniciação sexual, virgens on 12/02/2009 at 18:00

Uma freira virgem que deixa de o ser, um espectador que vira participante, uma estória que tinha na lista de espera e que o seu autor propôs para que aqui a publicasse, sinal que esta página começa a chegar aos seus destinatários. É já a seguir.

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O que tenho a contar, presenciei alguns dias atrás, e, desde então tenho estado com minha mente perturbada e meu sangue em ebulição e fogo – como sussurros e suspiros flamejantes de demónios nascidos no inferno. Se entro em meu quarto, no silêncio as imagens invadem a minha mente, fazem-se vividas e intensas, intumescem o meu pénis e, lançando-me nos mais tórridos delírios, me obriga a punhetas desesperadas. Lembro-me cada detalhe do que vi: as coxas brancas, as penugens claras da boceta, o rabo empinado quando ela punha as mãos sobre a mesa e ficava na ponta dos pés para ser fodida, comida, arrombada. E os gritos: ah, como ela gritava, gozei somente ouvindo aqueles urros animalescos de puta. Eu sou Amante R e vou contar a minha história. Read the rest of this entry »

A empregada ladra

In estórias, narrador on 12/02/2009 at 12:43

Apanhar uma empregada em flagrante e castigá-la é um clássico, de que temos aqui uma pequena versão


Vou me chamar pelo meu sobrenome para não dar bandeira, mas quando tinha uns 19 anos, começou a trabalhar na minha casa uma empregada, que tinha uma carinha muito safada. Era casada, tinha uns 25 anos, mulata, e um corpo bem delineado. Ela, mesmo casada, gostava de andar com, ora um shortinho apertadinho, ora uma minissaia bem curta. Read the rest of this entry »

Rodoviária

In estórias, narrador on 11/02/2009 at 12:54

Horas de sorte. Encontrar uma bela rapariga a precisar de auxílio e que sabe retribuir, pode ser uma delas.

Se despediram de mim e partiram para o ónibus, me deixando cheio de saudades. A visita de fim de ano ao Paraná dessa vez foi sem mim, minha esposa e meus dois filhos passariam o natal e o ano novo na região e só após o dia sete poderia ir buscá-los.

Antes de sair da rodoviária me dirigi ao café para comer alguma coisa pois já era tarde e não queria sujar louças em casa.

No balcão, me hipnotizei com o vai e vem dos viajantes, até aquela voz me acordar:

- Moço… Moço…!!! Read the rest of this entry »

Por favor, mãe, só um boquete

In estórias, incesto, narrador on 10/02/2009 at 05:32

Um filho carenciado  pede a ajuda materna

As coisas estavam difíceis para mim naqueles dias: reprovado no vestibular, duro e sem namorada. Passava os dias estudando para o próximo exame e navegando na web, sem mais nada de interessante pra fazer. Com os hormónios a mil, como qualquer jovem, era na internet que eu descarregava a tensão: horas e horas por semana atrás de lindas bocetas e bundas, e sempre me matando na punheta.

Assim ia levando minha rotina, até que um dia recebemos a visita da minha avó materna, que mora em outra cidade. Como a nossa casa era pequena, dois quartos apenas, minha mãe cedeu o quarto dela pra minha avó, e foi dormir no meu. Read the rest of this entry »

Férias de Verão

In narrador, xicuembo on 09/02/2009 at 12:10

Os miúdos às vezes ficam-se por ver como as coisas correm bem aos outros.


Este é o meu primeiro conto, se é que se pode falar de contos quando se trata de narrativas, evocações, memórias de factos reais. Começarei por relatar um episódio ocorrido há muito tempo, quando eu, adolescente dos meus 17 anos, passava as férias de Verão numa praia, em Portugal. Éramos um grupo de uma dúzia de jovens, entre irmãos, primos e amigos. Tínhamos montado as tendas junto às dunas, na Zambujeira do Mar, e ali ficámos todo o mês de Agosto. Read the rest of this entry »

Surpresa na praia

In estórias, narrador on 08/02/2009 at 10:06

Uma estória curta, uma situação insólita: dois casais acabam a aproveitar as iniciativas um do outro.

Era um dia quente de Primavera e resolvemos ir até a praia fazer um piquenique. A minha mulher vestiu o seu pequeno macaco de ganga e disse para eu levar a máquina fotografica porque queria ser a minha modelo. Ela tem 28 anos e é muito bonita. Aquele macaco curtinho deixa adivinhar os contornos das suas belas mamas e deixa ver um pouco do seu rabo.

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A mendiga do casarão

In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens on 07/02/2009 at 10:09

Lord Thom conta a primeira aventura de um jovem que por assim dizer tropeça numa mendiga.

No auge de meus 16 anos, claro que meus hormónios viviam em constante ebulição, e como em todas as manhãs ao acordar meu membro parecia querer arrebentar de tão duro, palpitava de tal maneira que parecia que meu coração estava dentro dele.

Todas as manhãs me levantava e durante o banho me masturbava gostoso para aliviar aquela tensão. Read the rest of this entry »

Festa na roça

In autores, estórias, moloch, narrador on 06/02/2009 at 12:33

Outra estória assinada por Moloch. Uma mãe oferece-se com a desculpa de defender as filhas, mas uma destas também vai querer.

Junior coçou a cabeça desanimado ao olhar a desolada paisagem que rodeava a desconfortável sede da fazenda onde havia sido alojado. Seu empregador o enviara até aquele ermo de helicóptero e agora, transcorridas apenas duas horas, enquanto montava o sofisticado equipamento de informática, já estava arrependido do contrato que assinara. Read the rest of this entry »

O quarto da empregada

In estórias, narrador on 06/02/2009 at 02:24

Eis uma verdadeira pérola. O homem, a esposa, a empregada e o quarto dela. Em vários e curtos episódios. Infelizmente não está assinada. Quem escreve assim devia escrever mais

O COMEÇO

Essa história aconteceu comigo há exactamente cinco anos. Na época, eu tinha 38 anos, trabalhava como diretor regional em uma multinacional no ramo de alimentos, o que dava para viver com todo o conforto da classe média, com direito a apartamento, casa na praia e carro do ano. Apesar de já ser considerado um coroa, posso afirmar, sem modéstia, que sou um homem bonito. Tanto que algumas das colaboradoras da empresa me deram o apelido de Edson Celulari.

Realmente, a minha vida parecia perfeita se não fosse um detalhe, minha esposa!

MINHA ESPOSA

Anita era muito linda, tanto que ficou em segundo lugar no concurso de miss Santa Catarina, ela era (ainda é) uma mulher de 1,76 de altura, cabelos castanhos, olhos claros, um corpo perfeito, 28 anos, realmente, em termos de beleza, a mulher dos sonhos. Read the rest of this entry »

A minha sogra, Laura

In estórias, incesto, narrador on 05/02/2009 at 12:45

Quem come a filha também come a mãe.

Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de um ano comecei a namorar uma moça, de 26 anos, que é enfermeira num hospital da cidade. O nosso namoro é normal e pensamos até em casar brevemente. Ela vive num belo apartamento junto ao rio, com a sua mãe, que tem 47 anos de idade.

A minha sogra, Laura, é muito elegante e simpática, mas uma senhora reservada, que se preocupa muito com a casa e com o bem estar da filha. É viúva há cerca de cinco anos. Confesso que até ao episódio que vou contar nunca tinha olhado para ela com intenções libidinosas, pois só tinha olhos para a minha namorada Cristina. Read the rest of this entry »

Minha tia de 64 anos

In estórias, incesto, narrador on 03/02/2009 at 15:27

Em família devemos ser uns para os outros. E neste caso auxiliar uma tia necessitada parece ser uma boa ação.

O facto que passo a relatar aconteceu comigo há pouco mais de 2 meses. Tenho uma tia que trabalha em minha casa ajudando minha esposa com afazeres domésticos há mais de 8 anos. Como trabalhamos fora, a Tia Maria é quem cuida da casa, tarefa que faz com muito louvor desde a morte de meu tio. Sempre tive o cuidado de trata-la com muito carinho e atenção, já que sofreu muito com a perda de seu companheiro de 35 anos de relacionamento. Tia Maria apesar dos 64 anos de idade, ainda ostenta um corpo bonito para sua idade, 1,65 de altura, 60 kgs., seios médios, um pouco caídos pela idade, coxas grossas, quadris largos com as ancas empinadas. Read the rest of this entry »

Aventuras do Juca (trechos)

In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 29/01/2009 at 05:00

Moloch é um dos melhores autores de relatos na net de língua portuguesa, a quem sabe tratar, num estilo pausado, pontuado por um bom domínio da narrativa. Com ele início a publicação de estórias de autor, a merecerem a possibilidade de ser pesquisados rapidamente. Os bons são poucos e merecem-no.

Rindo muito para deixá-la à vontade, ele a ensaboou cuidadosamente. Começou pelos curtos cabelos ruivos, onde percebera a necessidade de deixá-los mais macios e perfumados, e, prazerosamente, esfregou com o sabonete o tenro pescocinho, ombros, braços roliços, chegando nas costas e, desta forma, trazendo o corpinho esgalgado para junto do seu. Uma verdadeira delícia! A pele era maravilhosa, com o viço da primeira juventude. Nesta altura, graças à excepcional altura da menina, o seu pau, duríssimo, já estava alojado e comprimido pelo vértice das coxas gordinhas, em franco contato e atrito com a bocetinha.

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Rita, minha puta

In estórias, narrador on 28/01/2009 at 13:21

Um jogo de sedução vira um jogo de dominação

Paulo era meu companheiro de pelada, mas eu já não estava conseguindo resistir às provocações que sua mulher me aprontava. Todas as vezes que eu ia à sua casa após o jogo, para tomar uma cervejinha, ela ficava desfilando com shortinhos minúsculos ou minissaias mínimas e blusas transparentes ou abertas deixando ver parte dos seios. Read the rest of this entry »

Amizade antiga

In estórias, narrador on 26/01/2009 at 01:19

Começaram por brincar aos médicos, acabaram com um consultório em casa.

Meu nome é Inácio. Vou contar um caloroso reencontro que tive com uma amiguinha de infância, a Patrícia, ou melhor, a Paty. Ela era minha vizinha. A gente fazia tudo juntos: trocava revistas, colecionava figurinhas, andava de bicicleta e brincava de médico. Essa última brincadeira era a que eu mais gostava e me despertou para os prazeres do sexo. Lembro que na hora de dar injeção, Paty baixava a calcinha e eu enfiava minha rola fininha no cuzinho dela, mas não injetava nada dentro, pois eu só tinha 12 anos, nem esporrava ainda. Paty gostava. Gemia bastante enquanto eu bombava a rola no seu cuzinho. Ela era gordinha, tinha a bunda grande e a buça começava a mostrar uns pelinhos. Naquela época as tetinhas não eram maiores do que uma ameixa. Read the rest of this entry »

Fodi uma vovó

In estórias, narrador on 09/01/2009 at 02:06

Comer a velha de olho na neta


Eu estava de olho numa ninfeta chamada Andréia. Devia ter dezasseis anos e andava sempre de mini saia, deixando ver até um pedaço da xuranha. Eu cantava a biscate direto, mas ela dizia que era virgem e sua avó já a havia proibido de falar comigo. Resolvi procurar a velha e pedir para namorar a neta, pois pensar nela estava me tirando o juízo. Queria tanto meter nela que meu pau andava duro o dia inteiro e chegava a ter febre. Read the rest of this entry »

A mãe de Juliana

In estórias, narrador on 03/01/2009 at 14:13

Quem não come a filha, arrisca-se a comer a mãe…

Juliana era uma grande amiga. Costumávamos sair sempre juntos para badalar nas noites. Nós nos entendíamos muitíssimo bem. Juliana era uma garota de 20 anos, e eu tinha 21. Read the rest of this entry »

Estuprei a cantora a ainda comi o cu do marido

In estórias, narrador on 26/12/2008 at 16:08

Deu algum trabalho rever este texto, longo, mas que se justifica pelo fio da estória, numa escrita muito oralizada. O título conta tudo…

Sou músico, toco guitarra, e nunca passou pela minha cabeça que algo assim pudesse acontecer comigo, não vou revelar nem o meu nome nem o nome das pessoas envolvidas.

De vez em quando entro na Internet, e entro para sacanear, despertar os desejos íntimos, usando o nick de estrupador gostoso. Entrei numa sala de sexo, fetiches, gordinhas.

Sempre gostei de uma mulher cheínha, e lá fui eu. Algumas mulheres se assustavam com o nick, e muito veado me chamava para teclar. Até que uma mulher com o nick cantora gospeo falou para mim um ôi, daí começámos a teclar. Ela disse que era tímida, e que nunca tinha entrado nesta sala e coisa e tal. Disse que era casada. Meu pau endureceu no ato, mas disse também que amava o marido e nunca o trairia (será?).

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O neto a dormir, a avó acordada

In estórias, incesto, narrador on 14/06/2007 at 02:10

Netinho, é o autor da confissão. É um adolescente feliz porque a gerontofilia ainda não é proibida.

Minha avó, que tem uma casa no interior de MG, me convidou para passar as férias com ela. Inocente, nos meus 14 anos fui sem pensar duas vezes.

Minha avó tinha 58 anos, mas aparentava menos, não tinha um corpão, mas dava pró gasto.

Certa noite, estava eu dormindo, quando ela começou a pegar no meu pau, fiz que estava dormindo mas ele ficou duro e mostrei então que estava acordado, e ela começou a mexer com mais força e gemia como uma puta, foi então que com todos seus anos, subiu em cima de mim e começou a cavalgar até me fazer gozar… Isso me surpreendeu, pois minha avó mostrou um rebolado que muita garota não tem. Todos fins de semana, vovó vem para casa e passa dois dias fazendo chupetas intermináveis… tomara que isso nunca acabe. Read the rest of this entry »