anal, MF, mff, oral, submissão, violação
In estórias, narrador on 20/05/2009 at 11:49
Um enredo histórico, a revolta do escravo agora violador da Baronesa, narrada em linguagem quase televisiva.
Já era noite na fazenda. O Barão sentado na sua escrivaninha fazia contas de mais um dia de lucro da colheita do café. A Baronesa, na sua poltrona, escovando seus cabelos, olhava para o espelho, sua mente viajava. Sinhá Moça dormia como um anjo. De repente tiros são ouvidos. O barão assustado pega seu revólver sai à porta, mais é rendido por Justino e Fugêncio. Baronesa corre para o quarto de Sinhá Moça, mas encontra Capitão do mato junto a ela e são rendidas. O Barão grita pelo seus capangas, Justino diz que estão todos mortos. Esbravejando, Barão é silenciado com uma arma apontada para sua cabeça.
Todos são reunidos na grande sala. Barão se depara com Cândida e Sinhá Moça aos prantos e assusta a ver Capitão do mato.
- Quanto tempo Barão… sentiu minha falta, voltei para reivindicar meu pagamento, e o senhor me deve muito pela humilhação e surra que levei.
- Não faça nada com minha família, eu te pago, disse o Barão
- Não é só dinheiro seu Barão disse Capitão olhando para o lado de Sinhá moça com um sorriso sarcástico. Lembra de Barbina, minha mãe, fiquei sabendo que o senhor se deitava e batia nela quando ela era mais nova. Agora é minha vez de deitar com sua Sinhazinha. Read the rest of this entry »
cuzinho, fêmea, MF, narradora, oral, prazer, sexo, transa
In estórias, narradora on 15/02/2009 at 03:01
Uma exemplar dona de casa, mãe e esposa, liberta a fêmea devassa que há dentro dela, vingando-se do casamento e do marido.
.
Fatos, possibilidades, dúvidas e decisões, palavras que definem a essência da vida, assim, foi a vida de Lúcia. As decisões de sua vida sempre foram em pró de um relacionamento conjugal de 25 anos. Subjugando os seus anseios e desejos. Este conto traz a história de uma mulher de 42 anos de idade que descobre que a vida tem muito mais prazer a oferecer do que lhe foi apresentado.
Lúcia sempre fora uma esposa dedicada, aos afazeres domésticos, ao marido e aos filhos. Aos poucos a rotina foi escondendo o seu belo corpo. A sua beleza sucumbia aos poucos juntamente com a sua vaidade. Não mais usava roupas e maquilhagem que exaltassem a sua beleza e o seu corpo.
O seu casamento era uma pura rotina, sexo deixou de ser um prazer para se tornar em mais uma atividade semanal. Ela sabia que às quartas-feiras era o dia de fazer as mesmas coisas, as mesmas posições e falas. Read the rest of this entry »
anal, fodemos, MF, narrador, oral, rabo
In estórias, narrador on 03/01/2009 at 14:13
Quem não come a filha, arrisca-se a comer a mãe…
Juliana era uma grande amiga. Costumávamos sair sempre juntos para badalar nas noites. Nós nos entendíamos muitíssimo bem. Juliana era uma garota de 20 anos, e eu tinha 21. Read the rest of this entry »
cona, lamber, MF, minete, narradora, oral, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 28/12/2008 at 20:40
Carla T. conta-nos como deu uma lição extra a um jovem virgem
Chamo-me Carla T. sou economista, vivo em Lisboa tenho 38 anos e moro sozinha. Levo uma vida descontraída e independente, felizmente sem preocupações. No prédio onde moro e no mesmo andar, mora a Isabel com o filho Artur, um rapaz que vai fazer brevemente 18 anos, alto, bem parecido, com a barba a despontar, que anda a estudar e que pratica ténis e natação. A mãe trabalha da parte da tarde num consultório médico, volta do trabalho já de noite e quando chega a casa o filho já tem o jantar aquecido e a mesa posta para jantarem. Isto contou-me a Isabel numa das poucas conversas que tivemos um dia em que nos encontramos a tomar café. Read the rest of this entry »
anal, FF, MF, minete, MM, oral, submissão
In Deidre, autores, narradora, tradutor on 03/05/2008 at 23:53
Estava vazio. Ouvi um som vindo de algures, no edifício, dos chuveiros. Calculei que tivessem acabado. Voltei para trás e olhei para o fundo do corredor, e escutei um aumento do som por uns momentos enquanto uma porta ao fundo do corredor se abria e um homem saiu.
Era o Jerry, um dos amigos do Tim. “Oh, olá” disse, aproximando-se, com uma pequena gargalhada. Não estava a ver onde estava a piada, mas acho que sorri, numa reacção inconsciente.
“O Tim está no chuveiro?“, perguntei.
Riu-se de novo. “Sim, pode-se dizer que está. Ouve: tu tens que ver isto” E nisto estava a voltar pelo corredor, acenando-me para o seguir. Hesitei, mas acabei por fazê-lo.
Read the rest of this entry »