Posts com Tag ‘virgem’
boquete, incesto, irmã, virgem
In Daniel, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 25/09/2009 at 12:32
Começou na garagem
Eu tinha dezassete anos quando a minha vida mudou. A minha e a da minha irmã, dois anos mais velha que eu. Ela era um mulherão e, com o seu metro setenta de altura e cheia de carne, deixava todo mundo maluco. Mas ela pouco saía com namorados e uma vez me confidenciou que ainda era virgem.
Bem, o fato é que no começo daquele ano, ela conseguiu um estágio de meio expediente. Estudava na faculdade de manhã e ia trabalhar de tarde. O dinheiro não era muito mas o patrão dela morava no nosso edifício, de modo que ela tinha até carona na volta do trabalho.
Então eu comecei a notar que ela passara a usar roupas moderninhas e caras, ténis importado e outras coisinhas assim. O salário dela não dava pra gastar com luxo e eu resolvi fuçar um pouco a vida dela. Mas ela quase não saía de casa, nem mesmo nos fins de semana… eu já estava desanimado quando notei que, do momento em que o carro do patrão dela entrava na garagem até a hora que ela chegava em casa, passavam mais de quinze minutos. Read the rest of this entry »
MF, minete, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens on 23/08/2009 at 14:04
Como de costume, no Verão, tinha ido passar uma temporada a casa de umas Tias na aldeia, bem no coração de uma importante zona florestal nas beiras. O ar era fantástico. Não se passava nada por ali, mas a tradição levava-me para lá. As minhas Tias eram adoráveis e enchiam-me de mimos.
Um dia apareceu uma amiga que se encontrava no Canadá há muitos anos. Não se lhe podia chamar emigrante, pois estava podre de rica… As minhas tias estavam radiantes. Matavam saudades da velha amiga de infância, ao mesmo tempo que recebiam uma lufada de ar fresco, com todas as modernices que enchiam a vida desta matrona bem tratada lá no Canadá. Toda muito arranjada, bem pintada, bem vestida e adornada, estou desconfiado que, já nessa altura esta senhora fazia ginastica.
Certa noite, terminado o jantar, cerca das 22h00, tardissimo para as minhas Tias, pediram-me que acompanhasse a D. Matilde (nome fictício) a casa, para ela não ir sozinha. É certo que na aldeia nada lhe podia acontecer, mas a verdade é que uma Srª sozinha… ainda por cima bonita (nos seus cinquenta e poucos)…. E lá fui eu, homenzinho de 17 anos acompanhar a Madame a casa. Fomos conversando pelo caminho. Era uma mulher viajada, falou-me das liberdades que se vivia em muitos países, como em Inglaterra que as raparigas usavam generalizadamente mini saias que deixavam ver tudo…. Fui escutando com curiosidade, sem perceber que a matreira estava a procurar acordar a minha imaginação e o meu desejo. Read the rest of this entry »
incesto, sobrinha, tio, virgem
In estórias, incesto, iniciação sexual, virgens on 21/08/2009 at 14:01
Fabiana parecia não entender o que estava acontecendo ou o que acabara de acontecer, seja como for, afinal a sensação que lhe percorria todo o corpo não lhe permitia adivinhar onde ou “quando” estava. A ela só restava aproveitar cada infinito segundo daqueles quase dois longos minutos de incontrolável e nunca antes experimentada sensação.
Dias antes, em Veneza, cidade italiana onde morava com o pai Martino, um bem-sucedido farmacêutico, a mãe Roberta e o irmão mais novo, Carlo, Fabiana comemorava o fechamento de mais um ano letivo. Às vésperas de seu 18º aniversário poderia, finalmente, em companhia de sua família, aproveitar as férias de Verão numa viagem que faria ao maravilhoso e continental país tropical, antes que começassem as aulas na faculdade de Fisioterapia. Irrelevante para ela que no Brasil estivéssemos ingressando no Inverno, uma vez que as temperaturas da região sudeste do país não estariam assim tão baixas para os padrões europeus. O aquecimento global e as mudanças no calendário agrícola são indubitáveis indícios de que, nos dias mais frios, as temperaturas permaneceriam em torno dos 15º Celsius na cidade de São Paulo, neste mês de Julho. Mas, Fabiana não manifestava qualquer preocupação com as temperaturas, a estação do ano ou o calendário agrícola… O que ela queria mesmo era reencontrar seus tios Francesco e Núbia, que há cinco anos haviam escolhido a Chácara Sto. Antonio, bairro paulistano, como seu novo lar. Tio Francesco e tia Núbia moravam na companhia da empregada doméstica Gumercinda, de 75 anos de idade, que mais parecia uma mãe pois cuidava da casa e dos dois como se fossem seus. Read the rest of this entry »
MF, sadomasoquismo, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens on 10/08/2009 at 17:39
Há alguns anos, quando minha família viajou e eu não pude ir, pois estava estudando para o vestibular, fiquei em casa com uma moça de mais ou menos 16 anos. Se chamava Alice e ela era boa de corpo, principalmente a bunda, e um jeito meigo, encantador mesmo.
Ela vestia saias feitas pela mãe dela, que morava no interior do Paraná e era costureira, saias justas, que mostravam as curvas, mas que também iam até depois dos joelhos, com estampas infantis, geralmente de flores e bichinhos.
Aqui na capital ela morava com duas irmãs e tinha fama de certinha, segundo minha mãe ela era de família crente, alias foi na igreja que a mamãe, que também é crente, a contratou, quando ela tinha 14 anos.
Creio que foi o jeito meigo e infantil dela, mais do que seu corpo, que me levou a fazer o que se chama “proposta indecente”, se bem que eu não a apresentei de um jeito muito indecente… Read the rest of this entry »
infância, MF, narradora, virgem
In iniciação sexual, virgens, narradora on 07/08/2009 at 18:37
É estranho e engraçado: apesar de serem poucos os anos, olho para trás e não me identifico com aquela adolescente curiosa e sedenta por sexo. Não que eu me arrependa do que fiz e senti ou que eu não deseje prazer nos dias de hoje… mas é diferente. Na adolescência o sexo ocupava grande parte dos meus pensamentos. A curiosidade de um primeiro beijo e de uma primeira transa é algo que fica perdido no tempo (parece ter um período de validade).
Ainda com quatorze anos comecei a ficar mais ligada em sexo. Certamente minha sexualidade já havia aflorado antes, mas só aí comecei a dedicar mais atenção ao assunto. Em frente ao espelho do meu quarto sentia muito prazer ao me ver nua ou só de calcinha. Meu corpo já tinha curvas; meus peitos, crescidos e duros, já não podiam ficar livres sob à blusa, pois os mamilos pontudos marcavam o tecido e chamavam a atenção dos homens; meus grandes lábios haviam inchado e meu clitóris começava perder o rosado de antes para ser substituído por uma coloração mais escura, mais próxima do cinza ou do roxo. Estranha sensação! Ao me desejar, sentia calor pelo corpo, principalmente entre as pernas e nos biquinhos do peito; minha pele ficava totalmente arrepiada. Nestes momentos de auto-admiração costumava ultrapassar pequenas fronteiras a cada dia: o simples olhar contemplativo era trocado passo a passo por toques cada vez mais ousados. Read the rest of this entry »
Chupar a cobra preta, masturbação, MF, virgem
In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 31/07/2009 at 00:52
Vinha todas as tardes, perto do escurecer, tocando aquele troço feito de arame e madeira. Talac-tac-talac-tac-talac-tac.
Vovó! Vovó!, o moço das balas! eu gritava. Ela me dava uma moedinha e eu corria para a porta da vila, esperando ele subir a ladeira. Uma espera angustiante. Todo mundo comprava e ele demorava a chegar até quase na porta da vila onde eu morava. Nunca ia até lá embaixo. Um dia fui, e vovó me bateu tanto que eu nunca mais desobedeci.
Vovó, que me amava muito, ensinou-me a obedecer.
A moedinha não dava para o algodão doce nem para o saco cheio de balas. Apenas para um saquinho, com seis, ou para uma chupetinha, daquelas vermelhas, espetadas em palitos de madeira. Só no final do mês, quando ela recebia, me dava um pouquinho mais. Aí dava para um sacão de balas, o algodão doce e algumas chupetinhas.
Fora desse dia gracioso, Oi, menina boazinha! Eu me enchia de orgulho por ele me chamar de menina boazinha. Oi, moço, hoje só quero seis balinhas. No outro dia, para variar, eu comprava uma ou duas chupetinhas. Read the rest of this entry »
MF, oral, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 25/07/2009 at 12:20
Cada vez mais me convenço que as coisas acontecem quando está determinado pelo destino. Chega a ser engraçado… Vejam só que ironia… Com mais de 50 anos de idade eu nunca tinha comido um cabaço, e olha que já comi um monte de xotas e cuzinhos por essa vida a fora.
Justo agora que eu já tinha sossegado o facho e não estava mais pulando a cerca recebo um de presente desse.
Eu realmente não sei o que essa menina viu num cinquentão, calvo, de 1.65 de altura e uns 8 quilos acima do peso ideal. Porra, gente, eu tenho espelho em casa e não me falta desconfiômetro. Não dá para entender o porquê dela escolher a mim, ainda mais, não tenho nenhum problema em reconhecer, que no nosso prédio tem um monte de caras bem apessoados e de faixa etária bem inferior a minha.
Se fosse nos meus trinta anos, aí tudo bem, pois eu estava em forma. Nessa época, além de nadar diariamente, fazia judô e era um rato de academia. Aliás, era lá que eu arrumava a maioria das mulheres com que eu tinha rolo, mas isso é para outra estória.
Linda é o nome dela. Até nisso o destino conspirou a meu favor. É o mesmo nome da minha mulher, o que elimina o risco de dar bandeira na hora errada. Read the rest of this entry »
cu, MF, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 15/07/2009 at 23:54
Tenho uma vizinha sensacional: morena de olhos azuis, cabelos castanhos cortados curtinhos, seios redondos e fartos, pernas e quadris proporcionais e cintura fina. Um tesão de mulher, de mais ou menos 23 anos. Ela é casada com um piloto de avião e devido às necessidades do marido, costuma passar alguns dias por semana sozinha em seu apartamento.
O marido, no entanto, é daqueles sujeitos ciumentos e autoritários. Já cheguei a presenciar situações constrangedoras na piscina de nosso prédio, sempre devido a motivos sem importância. Ele maltratava e brigava com a moça em público só por causa de um biquíni mais cavado que ela usava ou por trocar olhares sem maldade com os demais vizinhos. Alguma coisa me dizia que por trás daquela aparência tímida e meio submissa deveria se esconder uma fêmea insaciável e mal-amada. Read the rest of this entry »
cu, menino, MF, Professora, virgem, xoxota
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 06/07/2009 at 21:55
Minha vida era sempre a mesma dentro daquele internato. Pela manhã, estudava, à tarde trabalhava e a noite após o chamado estudo noturno, assistia um pouco de TV e acabava na cama cansado, pronto para no outro dia tudo recomeçar. Abandonado ali desde os 6 anos de idade, e convivendo com os demais meninos nas mesmas condições, sempre alimentava a esperança de um dia aparecer uma família que definitivamente me adotasse e por fim, me desse uma vida mais digna e com mais perspectivas.
Ao contrário dos demais meninos, procurava ser sempre obediente, tanto na sala de aula com também nas demais atividades que envolviam minha rotina. Minhas notas sempre foram as melhores da classe, e meu comportamento de forma geral, era sempre elogiado pelos professores e monitores do Internato. Read the rest of this entry »
broche, fodida, Moçambique, prostituição, puta, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, xicuembo on 03/07/2009 at 01:00
Já aqui falei da Alzira. Era criada dos meus vizinhos, em Moçambique. Dizia ter 18 anos mas não aparentava mais de quinze. Era franzina, de ancas estreitas, nádegas rijas e maminhas empinadas, com a pele muito macia, cor de chocolate. Tinha um rosto bonito, de olhos vivos e lábios carnudos, com um sorriso espontâneo e quase infantil que explodia em francas gargalhadas. Era muito alegre e maliciosa, mas ainda tinha a timidez de uma menina.
Fodi-a muitas vezes no seu quartinho ao fundo do quintal. Depois de me vir, gostava de ficar a conversar com ela, curioso de conhecer a sua vida de menina-puta. De início envergonhava-se com as minhas perguntas, mas quando lhe desatei a língua não se inibiu de me narrar toda a sua actividade sexual na vizinhança, entrando mesmo em pormenores, se eu insistia. Se lhe faltavam os termos em português para descrever as cenas, simulava-as com gestos obscenos e meneios sugestivos. Essas narrativas davam-ma tuza, e muitas vezes eram seguidas de segunda foda, que a Alzira, compreensiva, cobrava a meio preço. Read the rest of this entry »
bunda, cabaço, corno, guerra colonial, virgem
In A Alves, iniciação sexual, virgens on 12/06/2009 at 14:15
Naquele domingo de Pascoela, logo pela madrugada, a azáfama recomeçava na casa do lavrador Arouca. Não era para menos, a honra de receber uma centena de convidados para o casamento de sua filha Mariana, dava-lhe fama e atiçava a sua vaidade de homem abastado e candidato ao partido do governo.
Dona Carlota Arouca e sua irmã organizavam e vigiavam as cozinheiras e o resto da criadagem na confecção dos assados e confeitarias que iriam ser servidos no grande arraial improvisado, frente à casa, no largo da eira.
O dia tinha nascido por detrás do monte Açor numa corola vermelho-púrpura que se esparramou por toda a crista e desceu a encosta, já transformada numa aura de luminosos raios que evaporaram o orvalho dos prados do lameiro numa bruma de fumo que se dissipou no ar aquecido pelo sol. Read the rest of this entry »
boquete, narradora, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 10/06/2009 at 03:37
Sou professora, dou aula para o ensino primário. Vivo de maneira recatada e poucas pessoas conhecem o meu lado que vou mostrar através desta história.
Apesar de bonita (loira, olhos azuis, 1,60 e 48 quilos) e sentir tesão desde cedo, comecei a transar somente com 21 anos. Tive meu primeiro namorado com 13 anos e desde então, ate o primeiro que me deflorou, foram muitos. Com todos sentia muita vontade de me entregar, com alguns cheguei a ir em moteis e a ficar nua para eles. Ia muito longe nas brincadeiras, ate fazia sexo oral. Na hora da penetração sentia muita dor e acabava desistindo, morrendo de medo. Read the rest of this entry »
cabaço, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 22/05/2009 at 02:28
Dona Assunta: Senhora ítalo-brasileira de trinta e seis anos e mãe exemplar.
Dominga: Filha adolescente de Dona Assunta, quinze anos e excelente formação.
Gina: Caçula de Dona Assunta, se abrindo para a vida, nos seus treze anos.
Francesco: Marido de Dona Assunta, tendo abandonado o lar, cerca de dois anos atrás.
Carmela: Mãe de Dona Assunta, viuva de cincoenta e três anos.
Nina: Tia de Dona Assunta, irmã de Carmela e solteira de trinta e oito anos.
Jove: Irmã de Carmela e Nina.
Giuliano: Marido de Jove e milionário.
Tilino, Carlo e Marcello: Filhos de Giuliano e Jove, de dezessete, dezesseis incompletos e quatorze anos, primos irmãos de Dona Assunta, primos em segundo grau de Dominga e Gina e sobrinhos netos de Nina e Carmela.
Glorinha: Adolescente, filha de família tradicional das relações de Jove e Giuliano.
Dona Joana: Velha empregada do apartamento e de inteira confiança de Jove.
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masturbação, roçar, virgem
In Dödòi, iniciação sexual, virgens, narradora on 17/03/2009 at 14:38
Apalpar e roçar no transporte público é hora de ponta. Um brilhante exercício de erotismo escrito por Dödòi
Ele não era bonito. Meninos “bonitos” nunca me encheram os olhos. Também não era um menino, Era homem mesmo. Desses nojentos e ao mesmo tempo gostosos, cara de canalha, que lambem e comem a gente com os olhos. Surgiu do nada. Nunca tinha visto no ponto. Agora, todo dia aparecia. Maldito. Me lambendo e comendo com os olhos até o ônibus chegar. Olhei só uma vez. Não, mais de uma vez, confesso. Maldita curiosidade. Um segundinho ou dois, pra me arrepender. Ele falava com os olhos e com aquele sorriso miudinho de que sabia que estava agradando. Filho da puta. Eu, nervosa, fazia cara de nem é comigo e virava o rosto. Mas era impossível não sentir o molhado daqueles olhos infernais nos meus seios, nas minhas coxas, na minha bunda. Perturba. Que perturba, perturba… Dar confiança? Não dava, juro. Cadê coragem? Nojento e gostoso. Gostosíssimo. Read the rest of this entry »
boceta, cu, incesto, punheta, tia, virgem
In Lord Thom, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 14/03/2009 at 03:40
Uma tia gorda vai ensinar-lhe muito numas férias que não prometiam.
Férias chatas, ridículas, meus pais me levaram para uma cidadezinha do interior.
Lá moravam, minha tia Deise, gordinha, viúva, 49 anos, 1,60 alt. 76 kg, irmã de minha mãe, tio Luiz, 50 anos, também irmão de minha mãe, casado com Oswalda, 48 anos, não tinham filhos.
Tremenda sacanagem para mim nos meu 13 anos. Eu gostava de jogar bola, nadar, farrear com os amigos, e nessa cidadezinha não conhecia ninguém. Era um tédio danado. Eu não tinha absolutamente nada para fazer. Acordava com meu bilau duro, me masturbava e depois me limitava a sair, dar umas voltas, voltar para casa e ficar vadiando por lá.
Meus pais e meus tios se divertiam, contavam casos, piadas, jogavam baralho, iam todos para a cozinha fazer o almoço o jantar, para eles aquela vidinha devia estar uma delicia, pois viviam alegre, ao contrario de mim que vivia aborrecido. Read the rest of this entry »
chupada, enrabada, fodida, lamber, lambia, MF, religião, virgem
In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 13/03/2009 at 19:28
Um conto de Lord Thom
Joca era o faz-tudo do convento da cidadezinha brasileira de interior. Seu avô havia trabalhado para as freiras na adolescência e seu pai, que havia seguido seus passos, fazia o maior gosto que o primeiro trabalho de seu filho seguisse a tradição.
As freiras adoravam esse menino grande, sólido, de mãos grandes e rosto angelical sempre muito corado e bonito, incapaz de dizer um não. Talvez fosse por isso que não lhe davam um momento de descanso durante o dia. Quando não era a madre superiora, era a irmã almoxarife; quando não era esta, era a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavandaria ou da horta ou da capela: Joca não parava um segundo.
Um dia, realmente exausto, ele resolveu ir para o estábulo tentar deitar-se um pouco. Não havia irmãs por perto e ele sentiu que podia tirar um coxilo. Ele subiu até o mezanino e estirou-se na palha dourada. Quando ia começando a fechar os olhos e a perder consciência do meio ambiente, ele ouviu passos e o farfalhar de hábito de freira, que ele conhecia muito bem. Em silêncio, ele foi se chegando até a beira do mezanino e espiou. O que ele viu o deixou paralizado. Read the rest of this entry »
fazendeiro, virgem, xoxota, zezão
In amigaço, iniciação sexual, virgens, narrador on 10/03/2009 at 02:27
Carminha escolhe outro noivo. amigaço e os casamentos fabricados da filha do fazendeiro.
O fazendeiro para o qual trabalho decidiu fazer o casamento de sua filha mais nova no dia 13 de Maio, que é o dia das noivas, pelo que mãe falou.
A filha mais nova dele é a Carminha, tem dezoito anos, e eu a conheço muito bem. Ela vai se casar com um advogado rico e gordo de 35 anos, que mora na cidade e vem visitar a família deles todo fim de semana.
A Carminha não gosta do noivo, sei disso porque ela me contou, mas tem de casar assim mesmo porque o pai decidiu. Tem medo que o pai a expulse de casa, se descobrir que está grávida. Só que ela não está grávida dele não.
Ela sempre me olhava com aqueles olhos de safada e eu não sou besta. Sei que o fazendeiro jamais concordaria com nosso namoro, mas queria pelo menos dar uma provada, sem compromisso. Tinha certeza de que ela também desejava provar o zezão pelo modo como se desmanchava em sorrisos toda vez que a gente ficava sozinhos. Read the rest of this entry »
empregada, mamar, narradora, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 26/02/2009 at 15:49
Lila a aprender o custo da vida de uma pobre, variante do tema empregada, narrada pela própria.
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Nasci em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo. Meus pais eram muito pobres, razão porque já aos 12 anos fui levada para a casa de uma senhora para ser babá de uma criança de 3 anos. Eu estudava de manhã e a tarde ficava cuidando da Laurinha, filha caçula de Seu Marcos e de Dona Glória. Ela era o xodó da família, não só por ser a caçula, mas porque era a única menina dentre os filhos do casal. Tinha os gémeos Artur e Ricardo de 14 anos e o Breno de 17. Meus pais ficaram na roça e eu tinha ido morar naquela casa na cidade.
No princípio chorei muito, principalmente por causa do meu amor de infância de quem fui obrigada a me separar. Aos poucos fui me acostumando. Read the rest of this entry »
boceta, chupar, cuzinho, infância, MF, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narrador on 23/02/2009 at 03:28
Memórias da relação com uma rapariga muito especial.
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Acho que meu problema visual sofreu um aumento significativo a partir dos 18 anos. O esforço para espionar por buracos de fechaduras talvez tenha sido excessivo. Nessa época, revistas com propagandas de lingerie, ou revistas importadas, como as alemãs que traziam modelos com os seios de fora, eram manuseadas exaustivamente. As do Zéfiro então, amassadas, enroladas e lambuzadas. As com fotos, chamadas de suecas, eram troféus que jamais poderiam ser guardadas por um só, deveriam ser compartilhadas. Masturbações eram quase que diárias.
A namorada, uma menina linda, com cabelos cacheados louros, olhos azuis, permitia apenas beijos na boca em ocasiões especiais como bailinhos dados em festinhas de aniversário. Aliás, eram nestes bailinhos em que a mão boba ousava pousar sobre a bundinha. Às vezes um abraço mais forte nos trazia os seios ainda pequenos que tanto cobiçávamos de encontro ao nosso peito.
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empregada, MF, narrador, sadomasoquismo, submissão, virgem
In Daniel, estórias, iniciação sexual, virgens on 13/02/2009 at 12:34
Outro conto de Daniel. Um médico abandonado pela mulher recebe de um cliente uma empregada habituada a ser punida.
O conto a seguir é uma obra de ficção e contém cenas de violência. Isto não significa que o autor seja a favor de violência contra a mulher ou de qualquer tipo de discriminação racial. Lembre-se: É PURA FANTASIA.
Quando o Coronel soube que minha mulher me abandonara, chamou a Tiana e disse para ela:
– Você vai para o Rio com o Doutor. Ele está precisando de uma mulher para tomar conta da casa, lavar e passar a roupa dele, cozinhar, fazer todo o serviço. Arruma tuas tralhas que ele volta pra casa amanhã e você vai junto.
Eu disse que não era necessário, pois lá no Rio mesmo eu arrumava alguém, mas não era fácil ganhar dele numa discussão. Read the rest of this entry »
broche, cu, MF, narrador, punheta, religião, virgem, voyeur
In estórias, iniciação sexual, virgens on 12/02/2009 at 18:00
Uma freira virgem que deixa de o ser, um espectador que vira participante, uma estória que tinha na lista de espera e que o seu autor propôs para que aqui a publicasse, sinal que esta página começa a chegar aos seus destinatários. É já a seguir.
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O que tenho a contar, presenciei alguns dias atrás, e, desde então tenho estado com minha mente perturbada e meu sangue em ebulição e fogo – como sussurros e suspiros flamejantes de demónios nascidos no inferno. Se entro em meu quarto, no silêncio as imagens invadem a minha mente, fazem-se vividas e intensas, intumescem o meu pénis e, lançando-me nos mais tórridos delírios, me obriga a punhetas desesperadas. Lembro-me cada detalhe do que vi: as coxas brancas, as penugens claras da boceta, o rabo empinado quando ela punha as mãos sobre a mesa e ficava na ponta dos pés para ser fodida, comida, arrombada. E os gritos: ah, como ela gritava, gozei somente ouvindo aqueles urros animalescos de puta. Eu sou Amante R e vou contar a minha história. Read the rest of this entry »
chupada, fode, MF, narrador, virgem
In Lord Thom, estórias, iniciação sexual, virgens on 07/02/2009 at 10:09
Lord Thom conta a primeira aventura de um jovem que por assim dizer tropeça numa mendiga.
No auge de meus 16 anos, claro que meus hormónios viviam em constante ebulição, e como em todas as manhãs ao acordar meu membro parecia querer arrebentar de tão duro, palpitava de tal maneira que parecia que meu coração estava dentro dele.
Todas as manhãs me levantava e durante o banho me masturbava gostoso para aliviar aquela tensão. Read the rest of this entry »
cabaço, cuzinho, MF, moloch, narrador, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, moloch, narrador on 29/01/2009 at 05:00
Moloch é um dos melhores autores de relatos na net de língua portuguesa, a quem sabe tratar, num estilo pausado, pontuado por um bom domínio da narrativa. Com ele início a publicação de estórias de autor, a merecerem a possibilidade de ser pesquisados rapidamente. Os bons são poucos e merecem-no.
Rindo muito para deixá-la à vontade, ele a ensaboou cuidadosamente. Começou pelos curtos cabelos ruivos, onde percebera a necessidade de deixá-los mais macios e perfumados, e, prazerosamente, esfregou com o sabonete o tenro pescocinho, ombros, braços roliços, chegando nas costas e, desta forma, trazendo o corpinho esgalgado para junto do seu. Uma verdadeira delícia! A pele era maravilhosa, com o viço da primeira juventude. Nesta altura, graças à excepcional altura da menina, o seu pau, duríssimo, já estava alojado e comprimido pelo vértice das coxas gordinhas, em franco contato e atrito com a bocetinha.
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cona, lamber, MF, minete, narradora, oral, virgem
In estórias, iniciação sexual, virgens, narradora on 28/12/2008 at 20:40
Carla T. conta-nos como deu uma lição extra a um jovem virgem
Chamo-me Carla T. sou economista, vivo em Lisboa tenho 38 anos e moro sozinha. Levo uma vida descontraída e independente, felizmente sem preocupações. No prédio onde moro e no mesmo andar, mora a Isabel com o filho Artur, um rapaz que vai fazer brevemente 18 anos, alto, bem parecido, com a barba a despontar, que anda a estudar e que pratica ténis e natação. A mãe trabalha da parte da tarde num consultório médico, volta do trabalho já de noite e quando chega a casa o filho já tem o jantar aquecido e a mesa posta para jantarem. Isto contou-me a Isabel numa das poucas conversas que tivemos um dia em que nos encontramos a tomar café. Read the rest of this entry »
cona, incesto, MF, punheta, tia, virgem
In estórias, incesto, iniciação sexual, virgens, narrador on 28/12/2008 at 17:56
O desabrochar de um aprendiz entre as coxas da sua tia.
Quando eu tinha 10 anos de idade (faz tempo), minha tia (irmã da minha mãe) pediu para morar connosco. Minha tia era solteira e não queria mais meu avô pegando no pé dela. Queria sair de casa, para ter mais liberdade e tal. Minha mãe gostou da ideia, pois ela achava que eu andava muito solto e assim teria alguém para cuidar de mim quando eu não estivesse na escola. Minha mãe trabalhava fora o dia todo e minha tia ficava em casa, cuidando de mim, arrumando a casa, fazendo comida, essas coisas. Ela morou uns 10 anos connosco. Read the rest of this entry »
broche, cona, cu, MF, minete, religião, virgem
In iniciação sexual, virgens on 27/12/2008 at 00:07
Narrativa fraquinha mas bem resumida no título. Os fracassos de uma educação religiosa…
Olá. Este conto se passou quando eu tinha cerca de 20 anos. Sou um cara loiro, alto, um pouco cheinho e sou fanático por gordinhas. Num desses sites de relacionamento conheci uma garota que se chamava Flávia (fictício). Era morena e adorava homens loiros. Marcamos de nos encontrar e após alguns encontros começamos a namorar. Descobri que ela era evangélica, como toda sua família, e apesar de ter 18 anos nunca tinha beijado alguém, era virgem de tudo. Read the rest of this entry »