As vossas estórias são perversas. Podem pensar que sou conservadora, mas não sou: na verdade, gosto de ler estórias sobre sexo. Sexo faz parte da vida e é bom. Mas agora publicarem estórias dessas acerca de coisas como sadomasoquismo e lesbianismo! É doentio! As pessoas normais fogem disso para o mais longe possível! Por exemplo, o meu marido, Matt, teve de ir para fora em trabalho, há pouco tempo, e achou que eu me iria sentir sozinha em casa, principalmente ao serão. Então lá arranjou com que a sua secretária, Joan, fosse jantar comigo uma noite. Ela disse que adorava cozinhar e sugeriu que jantássemos em casa dela.
Quando cheguei reparei como se tinha esmerado: trazia um vestido de cocktail preto, espectacular, e estava linda. Podem pensar que tenho ciúmes por o Matt ter uma secretária assim como a Joan mas tenho bastante cuidado em não me ralar com isso: se um homem começa a ser acusado de infidelidade, pode arranjar ideias de, já agora, também ficar com o proveito da acusação.
Sentámo-nos então à mesa do jantar, à luz de velas, e tudo estava perfeito. Depois de ter provado o pato com laranja e o vinho, e de vê-la à mesa, a falar, a sorrir, fiquei a pensar que se ela alguma vez fez isto com o Matt, teria sido completamente impossível resistir-lhe. Anotei mentalmente para nunca deixar que o Matt alguma vez a visitasse para um jantar destes. E considerei se de facto a minha política anti-ciúmes era realmente a mais apropriada.
À sobremesa tarte de cerejas e também estava perfeita. Depois fomos para a sala, bebendo vinho e conversando, até Joan mencionar como eu era uma mulher de sorte em ter um homem como o Matt. Fiquei imediatamente alerta, tentado descobrir quais os seus planos nessa matéria. Continuou a dizer que eu tinha tudo: era atraente, tinha dinheiro, e tinha um excelente marido. Contra-argumentei que também ela era muito atraente e uma óptima companhia.
Bem, ela perguntou-me se eu realmente a achava atraente. Pelas suas palavras, achei que estava a puxar por um elogio, mas depois, observando-a melhor, percebi que realmente ela tinha dúvidas sobre isso. E queria saber se eu a achava sexy. Disse-lhe que era incrivelmente sexy. Então, abriu a gaveta de uma mesinha o lado do sofá e tirou de lá uma raquete de ping-pong! E naquilo que me pareceu ser um único movimento, tirou o vestido por cima da cabeça e ficou completamente nua! E antes de eu ter tempo de perceber o que é que se passava, estava debruçada sobre o meu colo e passando-me a raquete.
Eu não podia acreditar – nada me poderia ter preparado para o choque! Olhei para o seu corpo curvado e macio e depois para a raquete na minha mão. Acreditem, estive mesmo tentada a usá-lo naquele rabo tão bem feito, que ela erguia convidativo, só para lhe dar uma liçãozinha por ser assim tão perigosa. Fiquei ali a pensar na ideia enquanto passava devagarinho com a borda da raquete pela suas nádegas. Estava pronta para fazê-lo.
Mas eu já sabia que uma coisa iria levar à outra e a seguir seria eu quem estaria a oferece o meu rabo à raquete. Voltei à realidade, esgueirei-me de debaixo dela, agarrei o casaco e a mala e saí o mais depressa que pude. Por isso, como podem ver, as pessoas normais não alinham em coisas dessas. Gostaria de ver mais estórias com sexo bom, decente e hetero.