estórias com sexo

para masturbar insónias

O Beco

Me chame de Hera
Ao voltar para casa do trabalho, sempre passo em frente a um beco que me dá arrepios. Escuro, frio, um lugar sombrio, mas que também aguça minha imaginação. Sempre ouvia casos de assaltos, estupros, casais de namorados fazendo sexo e coisas do tipo.
Outro dia, passando por lá, ouvi gemidos, ais, gritinhos que me chamaram a atenção. A princípio pensei ser coisa da minha imaginação, mas ao me aproximar, vi que havia 2 pessoas, um homem e uma mulher.
Ela estava encostada na parede, com os braços levantados e ele estava em frente a ela, ajoelhado. O beco era iluminado apenas por uma fraca luz que um morador colocou em seu muro, a visão ficava turva.
Tentei me aproximar, como havia uma caçamba de lixo, próximo a eles, parei, escondi-me e comecei a observar. Ela estava sem saia, sem calcinha. Sua perna esquerda, passava ao redor do pescoço dele. Ele estava chupando-a. Os gemidos que ouvi, eram de prazer. A cada chupada, um gemido! Ela se contorcia de prazer, sentindo suas forças sendo sugadas por aquele homem. Enquanto a sugava, as mãos dele percorriam o corpo dela, massajando seus seios, sua bunda, nunca havia visto uma mulher sentir tanto prazer como aquela.
A boca dele começou a percorrer o corpo dela, subindo e descendo, vasculhando todos os pedacinhos, enquanto ela se deliciava em prazer, as mãos dela, delicadamente, abriam a calça e a camisa daquele homem.
Eu estava excitada ao ver tamanha desenvoltura daqueles dois, sem se importarem com todo o resto.
Em apenas um golpe, eles trocaram de posição. O tesão era tanto que as vezes tinha a impressão que eles estavam brigando, estava sendo violentamente abusada.
Ela o sugava com força, com sede, com vontade! O cacete dele parecia enorme, parecia grosso, delicioso, suculento!
Que delícia!
Eu estava completamente seduzida por aquela cena.
Quanto mais ela chupava, mais aquele homem forçava a cabeça dela a engolir aquele mastro enorme!
Ele gemia, gemia alto!
Humm..Humm…Humm…
De repente ele a Levantou, Virou-a de costas e meteu-lhe o cacete por trás.
Ela Gritou….
Achei naquele momento que pudesse estar assistindo uma cena de estupro, mas ela parecia tão satisfeita com tudo, tão excitada, parecia estar sentindo um prazer inigualável.
Ela gritou de prazer, logo começou a gemer e pedir mais.
“Mais, mais, mais forte, mais rápido, mais rápido…Vai, mete forte nessa sua puta, na sua vadia, na sua rameira!!!! Hahh”
Aquele homem estocava a sua buceta com tanta vontade, que o corpo dela batia na parede com força.
Ela queria mais!
Ela instigava aquele homem, pedindo que a batesse: “Me bate, bate gostoso no meu rabo! Bate, Bate mais….Mais forte!”
Pedindo que a xingasse: ” Vai, me chama de puta, de vadia, de vagabunda, me faz sua puta essa noite! Quero ser sua vadia! ”
Quanto mais ela pedia, mais aquele homem metia nela com força, com vontade.
Eu observava tudo, segurando pra não gemer, aquela cena era muito excitante, nunca havia me acontecido algo parecido, desejei estar no lugar dela aquela noite.
Eu podia sentir em mim aquele prazer!
Quando achei que havia acabado aquele Éden maravilhoso, ele disse a ela:
“Ajoelha vagabunda, quero seu cuzinho redondo”.
Quando ele falou isso, ela implorou para que ele a deixasse ir.
“No cuzinho não, por favor, ele não….Já dei e fiz tudo que você queria, mas meu cuzinho não!”
Ele a segurou forte por trás, meteu a mão na sua buceta encharcada, segurou firme e ela foi lentamente se abaixando, gemendo e se contorcendo de prazer.
Já de quatro, inebriada com o toque daquele macho, ela nem percebeu que ele se preparava para introduzir aquele mastro em seu cuzinho.
” Aaahhh…Aaahhhh…”
” Pare, pare, por favor….pare…nãaaaooo! ”
” Aaaahhh, nãaaaooo! ”
Foi apenas o que se seguiu a preparação dele.
“Você não queria ser minha puta, sua vadia, sua vagabunda, agora toma…
Toma tudinho…
Vai levar no rabo! ”
Os mesmos gemidos que pediam por favor, que diziam não, agora se transformaram em gemidos de prazer, uma nova conotação.
Aquele homem a possuiu por inteiro, estocava forte, mandava aquele mastro entrar todo, ela gemia, contorcia de dor e de prazer, ela xingava,:
“Seu cavalo, tá me arrombando!” , “Seu jumento, tá me machucando!”
Ele parecia sentir mais tesão ainda!
Ela pedia mais!
“Mete com mais força, seu cavalo, mete com mais vontade se jumento, seu cachorro, me esfola, me arreganha toda.”
Uma sequência que me deixou com água na boca.
Não era somente ele que metia forte nela, mas ela também impulsionava o corpo contra o dele em um movimento de prazer, de desejo, de tesão.
Quanto mais ela rebolava, mas tesão ele parecia sentir, até que ele mandou que ela ficasse de joelhos e abrisse a boca.
Ele iria gozar na boca dela.
Foi o ápice!
Desejei sugar cada gota daquele leite quente, maravilhoso.
Enquanto ele em pé, finalizava sua excitação, ela passava a língua em seu mastro, seu cacete duro. Passava a língua do inicio ao final, da cabeça ao talo, da ponta às bolas!
Tomou tudo, cada gota, sem deixar cair nada.
Que delícia!
Que tesão!
Quando terminaram, aquela mulher, se vestiu, se recompôs e deu-lhe um delicado beijo na boca e seguiu em minha direção. Saí do beco as pressas, antes que eles pudessem perceber. Atravessei a rua e esperei ali num ponto de ónibus próximo.
Depois de algum tempo ele saiu.
Não pude ver seus rostos, mas sempre que passo por ali, passo à procura de mais excitação.
Perdi o medo do beco, agora tenho desejo de ser enrabada nele.
Quem se candidata?
Me chame de Hera.

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Publicado às 14/01/2009 por em estórias, narradora e marcado , , , .
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