estórias com sexo

A minha sogra, Laura

Quem come a filha também come a mãe.

Tenho 34 anos de idade e trabalho numa empresa de seguros em Lisboa. Vivo sózinho num pequeno apartamento e há cerca de um ano comecei a namorar uma moça, de 26 anos, que é enfermeira num hospital da cidade. O nosso namoro é normal e pensamos até em casar brevemente. Ela vive num belo apartamento junto ao rio, com a sua mãe, que tem 47 anos de idade.

A minha sogra, Laura, é muito elegante e simpática, mas uma senhora reservada, que se preocupa muito com a casa e com o bem estar da filha. É viúva há cerca de cinco anos. Confesso que até ao episódio que vou contar nunca tinha olhado para ela com intenções libidinosas, pois só tinha olhos para a minha namorada Cristina.

Era habitual eu ir jantar lá a casa delas, e costumava até fazer relatórios do meu trabalho no computador da minha namorada. Enfim, uma vida absolutamente normal.

Na passada noite de 12 para 13 de Junho, noite das festas de Santo António em Lisboa, apesar da minha namorada ir entrar de serviço no hospital pela meia-noite, resolvemos ir até Alfama comer umas sardinhas e festejar. Como de costume, estava ali uma multidão muito apertada, mal se conseguia andar (quem já lá foi sabe como é).

Eu estava atrás da minha namorada e, com o aperto, fiquei de pau duro, esfregando-o no cuzinho dela, coisa normal entre namorados. Porém, a certa altura levámos uns encontrões e, por mero acaso, ficou a minha sogra na minha frente. Eu bem me esforçava para me chegar para trás para que ela não sentisse o meu pau, mas o aperto era tão grande que isso foi impossível.

Estava com o pau duríssimo no rabo na minha sogra, que por sinal é um espectáculo! Ela olhou para trás, viu que era eu e eu encolhi os ombros como que a dizer-lhe que não tinha como evitar aquela situação. Para minha surpresa ela sorriu e eu senti que lhe estava a saber bem sentir um pau a roçar-se no seu cú.

Foi de tal maneira, que ela se ajeitou de modo a que o pau ficasse mesmo entalado no seu rego. Sentia um calor imenso, mas nem sabia como me comportar. Por fim lá conseguimos entrar num restaurante e fomos comer sardinhas e beber vinho. Estávamos todos bem dispostos e alegres, mas eu mal conseguia encarar a minha sogra.

O tempo foi passando, fomo-nos divertindo e estava quase na hora de irmos embora. O combinado era passarmos por casa delas, deixar a sogra e levar a Cristina ao Hospital. No entanto, a minha sogra, que estava solta e alegre como nunca a tinha visto antes, disse para ficarmos mais um pouco e para fazermos ao contrário, ou seja iríamos primeiro ao hospital e depois, se eu não me importasse, iria levá-la a casa.

Por mim tudo bem, disse eu e assim bebemos mais algum vinho até que tivemos mesmo que ir embora por a hora da Cristina entrar no serviço estava a chegar. Assim foi, deixámo-la no hospital e fiquei só eu e a minha sogra no meu carro.

Quando ficámos sós, ela passou para o banco da frente e deu um grande suspiro, ao mesmo tempo que deixou ver uma boa parte das suas belas pernas. Perguntei-lhe se ela estava bem e ela olhou maliciosamente para mim e disse que se estava a divertir como há mais de dez anos não se divertia e que estava com pena da noite estar já a acabar.

Quando chegámos à sua casa eu disse-lhe que precisava de subir para ir buscar a minha pasta e subimos os dois.

Estava eu no quarto da minha namorada a arrumar a pasta, quando a minha sogra surge e me pergunta se quero tomar um digestivo, pois as sardinhas à noite são um pouco indigestas.

Disse-lhe que era uma excelente ideia e ela serviu dois copos de whisky e convidou-me a sentar um pouco na sala. Quando se sentou cruzou as pernas e tirou os sapatos, pois tínhamos andado bastante.

Fiquei doido com aquelas pernas maravilhosas e vi umas cuequinhas pretas ao fundo, o que me voltou a excitar anormalmente.  Ela olhou para o meu pau e viu bem como ele estava duro. Aí eu disse-lhe que há pouco, lá em Alfama, não tinha tido como evitar e ela sorriu, revelando-me com a sua expressão que gostara.

Eu por essa altura, já estava decidido a ver até onde iria aquilo. Assim, alegando que também tinha os pés moídos, também tirei os sapatos.  Levantei-me e fui pôr um som. Escolhi um CD  com músicas do Nat King Cole, que sabia que a minha sogra adorava. Então perguntei-lhe:

– A Laura dança?

Ela sorriu, deu um gole de whisky e levantou-se vindo para os meus braços. Começámos a dançar, ambos descalços, e ela agora sem qualquer inibição, encostou-se toda em mim, sentindo o meu pau entre as suas pernas.

Eu sentia os seus peitos, de bom tamanho e ainda muito firmes no meu peito e senti a sua respiração ofegante. Os seus mamilos estavam tão rijos no meu peito! Senti como aquela mulher estava perdida de tesão.

Então começei a afagar-lhe as costas… ela gemia baixinho e acomodava-se cada vez mais no meu pau, que a essa hora quase queria saltar das calças, roçando nele a sua coninha. Beijei-a no pescoço ao mesmo tempo que lhe apalpei as nádegas.

Ela aí ia para dizer qualquer coisa, mas fiz-lhe sinal de silêncio com um dedo na sua boca. Olheia-a fixamente, sentia-a tremer e beijei-lhe a boca. Ela entregou-se toda, estava fogo!

Continuámos a dançar e comecei a desapertar os botões do seu vestido, que acabei por lhe tirar. Fiquei de boca aberta com aquele corpo. Só de calcinha preta e soutien também preto, sem barriga e com um papo de arregalar os olhos.

Tirei-lhe o soutien e comecei a mamar naquelas mamas. Ela apertava a minha cabeça e só gemia. Levei-a para o sofá, voltei a beijar-lhe a boca, o pescoço, as mamas, o ventre… e, com a língua. fui-lhe tirando a calcinha.

Estava encharcada, tremia, tinha a pele arrepiada… Então comecei a lamber aquela cona toda húmida. Era uma cona magnífica, com os lábios grossos e com os pelos aparadinhos. Lambi até ela se vir. Veio-se doidamente. Fiquei com a cara toda lambuzada daqueles líquidos saborosos.

Ela então disse para eu ficar de pé e tirou-me a camisa beijou-me todo o peito e com os dentes abriu-me o cinto das calças. Tirou-me as calças e os boxers. O meu pau por essa hora estava quase roxo de tesão… batia até na barriga!

Ela passou-me com as mamas por todo o corpo, pelas costas, pelo peito, nas pernas e por fim esfregou-as no meu pau. Começou a lambê-lo e a mamar devagarinho, mas não se conteve e passou a mamá-lo sofregamente,de joelhos no chão. Segurei-a pelos cabelos e fodi a sua boca. Meu Deus, como aquela senhora mamava!

O meu pau que até nem é pequeno, entrava todo até ao fundo. Sentia-o a atravessar a sua garganta… Que loucura!

A certa altura ia para o tirar, mas ela não deixou, abraçou-me a cintura e continuou a mamá-lo. Devorou-o literalmente. Tive que me vir naquela boca. Esporrei-me abundantemente e ela não perdeu nada…

Depois, foi-o soltando lentamente e limpou-o todo com a língua. Para falar com franqueza fiquei esvaído com aquele broche monumental.

Nessa altura ela empurrou-me para o sofá, para que eu me sentasse, e passou-me o copo do whisky.

Acendi um cigarro e ali estava eu todo nu, na casa da minha sogra, a fumar e a beber whisky e ela, também nua a beber e a dar-me festinhas e beijinhos no caralho.

Como estava aninhada no sofá, passei um braço por cima do seu corpo e comecei a esfregar-lhe o grelo. Aquela cona molhada e faminta na minha mão… Comecei a enfiar dois dedos e ela gemia, gemia… Então mudei a posição, fui de joelhos para o chão e comerei a lambê-la por trás. Lambi-lhe o cú e a cona e fui enfiando dedos. Ela gostava. Então juntei quatro dedos e comecei a fazer movimentos como se a estivesse a foder.

Ela não demorou muito e veio-se novamente. Fazia força para se enterrar nos meus dedos.

Voltei a ficar de pau duro e ela foi mamando. Era lindo de se ver. Eu a fodê-la com os dedos e ela a mamar-me o caralho. Quando ele voltou a ficar duro como uma pedra ordenei-lhe que ficasse de gatas no sofá.

Fui por trás e comecei a metê-lo. Ela gritava e mordia-se nos braços e eu comecei a fodê-la à canzana segurando-a pelas nádegas. Que espectáculo que era aquela mulher. Muito melhor que a sua filha, minha namorada.

Foi uma foda inesquecível. Nem sei quantas vezes ela se veio. Sei que quanto mais a fodia, mais ela se rebolava e mexia. O seu cu piscava e cuspi nele. Enfiei um dedo. Enfiei-o todo e sentia o meu caralho por baixo. Então tirei-o da cona e apontei-o ao cú. Ela só dizia que sim, mas pedia-me para ter cuidado. Eu estava desvairado e dei-lhe palmadas nas nádegas. Não foi difícil entrar.

Comecei a enrabá-la com violência. Ela chamava-me sacana, malandro, mas pedia-me para lhe rebentar com o cu. Rebentei mesmo! Até saiu um fiozinho de sangue. Mas foi delicioso.

Acabei por me esporrar naquele cu magnífico e ela ainda se veio mais umas duas ou três vezes só a ser enrabada. Acabámos por desfalecer e ali ficámos a afagarmo-nos um ao outro.

Limpámo-nos, bebemos mais e ela, pelo meio de mais um broche fabuloso, revelou-me que fora a primeira vez em dez anos que fizera amor. Desde que o marido ficara doente, não mais curtira e já era viúva há cinco. Muitas vezes tinha tido vontade, mas apenas acontecera naquela noite.

Acabei por me vir uma última vez na sua boca. Aquela mulher é doida por mamar e estava faminta de caralho.

Desde aí para cá, sempre que a minha namorada está de serviço no hospital, vou ter com a minha sogra e fazemos amor, cada vez com mais requinte uma vez que nos vamos conhecendo melhor. Ela sempre manteve a sua compostura e a sua filha nunca desconfiou de nada.

Ela quer que eu case a filha, pois assim vai-me tendo e sabe que a filha também é bem tratada. Isso talvez venha a acontecer, mas a verdade é que sexualmente satisfaço-me é com a mãe.

Espero que tenham gostado. Isto aconteceu e acontece realmente.

judas