Uma exemplar dona de casa, mãe e esposa, liberta a fêmea devassa que há dentro dela, vingando-se do casamento e do marido.
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Fatos, possibilidades, dúvidas e decisões, palavras que definem a essência da vida, assim, foi a vida de Lúcia. As decisões de sua vida sempre foram em pró de um relacionamento conjugal de 25 anos. Subjugando os seus anseios e desejos. Este conto traz a história de uma mulher de 42 anos de idade que descobre que a vida tem muito mais prazer a oferecer do que lhe foi apresentado.
Lúcia sempre fora uma esposa dedicada, aos afazeres domésticos, ao marido e aos filhos. Aos poucos a rotina foi escondendo o seu belo corpo. A sua beleza sucumbia aos poucos juntamente com a sua vaidade. Não mais usava roupas e maquilhagem que exaltassem a sua beleza e o seu corpo.
O seu casamento era uma pura rotina, sexo deixou de ser um prazer para se tornar em mais uma atividade semanal. Ela sabia que às quartas-feiras era o dia de fazer as mesmas coisas, as mesmas posições e falas.
Um dia Lúcia passeava tranquilamente pelo Shopping. Ela usava um vestido florido de alcinha e um discreto salto. Enquanto se deslumbrava com a vitrina de jóias, nem percebeu que era observada. Só conseguiu sair de seu estado transe, quando foi abordada por um jovem homem que acabará de sair da loja e parado ao seu lado puxou conversa. Ela se assusta, mas logo percebe que aquele rapaz não tinha outra intenção a não ser paquerá-la.
A sua alegria e ego vão para estratosfera, há tempo que não era paquerada. Ela resolve desfrutar daqueles momentos e deixa o seu admirador prosseguir com a sua investida, mas por outro lado ela teme ser vista por algum conhecido.
Depois de alguns minutos de conversa, ela resolve encerrar com aquela perigosa situação para uma senhora casada. Sem ser indelicada, ela consegue interromper a paquera. Antes de partir, Vicente, lhe dá um cartão com seu telefone.
Lúcia retorna para casa se sentindo a mulher mais gostosa do mundo. Aquele moreno havia acendido um fogo que há tempos existia naquela mulher. Naquela noite, a pobre coitada, procurou o seu marido, mas para a sua infelicidade ele não compareceu, alegando cansaço.
Ela espera que o seu marido pegue no sono e lentamente vai para a sala de TV. Deitada no sofá, e começa acariciar a sua bocetinha encharcada. Lentamente e calmamente ela vai brincando com o seu grelinho, que delícia, ela pensava.
Devagar a sua excitação foi abrindo e traçando os caminhos para a fantasia, que iria rondar a sua mente por meses. A sua fantasia naquele momento tinha um só personagem, Vicente, o jovem rapaz do shopping. O gozo veio rápido, mas de uma intensidade que ela não recordava ter tido antes na vida.
A vergonha e o peso na consciência, de ter tido pensamentos impuros com outro homem, a fez ficar triste. Não dormiu naquela noite, tamanha era a tristeza. Com o passar dos dias a tristeza pós-masturbação, foi reduzindo até sumir. Apesar da vontade ela não ligou para ele.
Meses após ter conhecido Vicente, Lúcia retornava para casa após ter uma consulta médica cancelada. Ao entrar em casa, ela se surpreende ao constatar que o carro de sua melhor amiga, Silvia, estava estacionado em sua garagem, mas apesar da surpresa ela não faz má interpretação e continua o seu caminhar em direção ao interior da casa. Ao passar sorrateiramente pela janela de seu quarto, algo a faz parar, os seus olhos enchem de lágrimas, um ódio sem precedente toma conta de seu coração.
O seu amado e respeitado marido, tinha o seu pénis sendo sugado por completo, por sua melhor amiga. Apesar do ódio e da raiva ela se mantém escondida aos olhos do casal, ela queria ver até onde iriam. O seu marido dizia e fazia coisas com a amante que nunca tivera feito antes com ela. Não suportando mais aquilo, ela entra em casa e a confusão passa a ser geral. Depois de muita discussão e choros, ela sai de casa, desesperada. Anda pelas ruas sem destino, não conseguia pensar direito e muito menos decidir o que fazer. Ela liga para o seu único e fiel amigo, o seu primogénito. Ele percebendo o desespero da mãe, sai do serviço para acudi-la.
Ele a leva para a sua casa, após a acalmá-la pede que ela relate tudo que tinha acontecido. O seu filho percebendo que a situação era pior do que ele imaginava, sugere que ela fique por um tempo em sua casa e que ele também ligaria para o pai avisando que ela não voltaria aquele dia para casa. O pai, não aceita e vai à casa do filho buscar a esposa. A briga rompe mais de uma hora. Por pressão e conselho do filho, Lúcia, resolve sair de casa e hospedar-se na casa de seu filho.
Quase que diariamente o seu marido a procurava para obter o perdão. Por fim, depois de quase duas semanas de muita discussão e de apelos de perdão, Lúcia decide voltar para casa. Ela sabia que era impossível ficar muito tempo longe de casa, pois dependia financeiramente de seu esposo. Não tinha outra coisa a fazer, ela teria que aceitar a traição. Mesmo assim ela impõe condições severas para o retorno, mas com o passar dos dias e das semanas o seu coração mole foi deixando que as coisas retornassem como eram antes.
Numa tarde tediosa, Lúcia, resolve arrumar o seu armário e acaba encontrando o cartão do Vicente. Ela assenta em sua cama e aos poucos as suas ardentes fantasias vão ressurgindo, o fogo toma conta de seu corpo, sem o menor pudor ela deita-se e começa uma alucinante masturbação. Gozo foi tão intenso que fez o seu corpo saltar da cama. Ao termino, e ainda excitada ela resolve ligar para Vicente.
Ela timidamente tenta se identificar e para a sua alegria, ele recordava dela, apesar dos meses. Conversam por uma hora e por fim marcam um encontro. Ao desligar o telefone o seu coração estava disparado e sua boceta molhada.
O encontro foi marcado propositalmente no dia do jogo de futebol de seu marido, pensou por várias vezes desmarcar o encontro, mas a imagem da traição de seu marido a incentiva prosseguir. Esperou o seu marido sair e aproveitando da desculpa que tinha uma festa para ir, de uma antiga amiga, ela se produziu como há tempo não fazia. Tomou um longo banho, depilou o seu corpo como muito zelo, colocou a calcinha mais cavada que tinha, botou o vestido que a deixava mais sexy e ousada. Ao sair para o seu encontro, ela sentia-se linda e fatal.
No lugar marcado, ela esperava ansiosamente, pensava em tudo que poderia vim acontecer e até onde iria, foi quando os seus pensamentos foram interrompidos. Ele havia chegado. Ela não recordava da beleza de Vicente; suspirou forte, e o cumprimentou com três beijinhos. Ele a elogia e a conduz até carro. No caminho para o restaurante onde ele havia reservado uma mesa para o encontro, eles vão conversando e descobrindo-se um ao outro.
No restaurante o papo já era mais solto e leve. Jantaram e beberam um gostoso vinho, e assim, decidiram ver as luzes da cidade do ponto que Vicente comentará com ela. O lugar era um mirante em uma área destinada a ser um condomínio fechado em que Vicente trabalhava como engenheiro chefe, eles estavam completamente sozinhos. Lúcia sabia desde detalhe, mas decidiu deixar rolar. Saíram do carro, e ficaram de pé em frente ao carro. Ambos admiravam a beleza das luzes da cidade de Belo Horizonte, foi quando timidamente Vicente pega na de Lúcia mão. O toque mágico gera ondas de calores, ela olha discretamente para aquele homem de 1,88m de físico atlético, ela também percebe que um substancial volume começava a formar na calça daquele Deus grego.
Ele sorri de uma maneira que a faz derreter, então ele a toma nos seus braços e a beija. Uma mistura de sentimentos passa pela cabeça de Lúcia em questão de segundos. A excitação de estar beijando outro homem que não fosse o seu marido já pagava toda aquela loucura.
Uma fera adormecida começa a despertar naquela mulher. Os beijos que antes eram calmos passam a ser selvagens. As mãos de Vicente procuram os seios medianos e macios de Lúcia. Os seios são acariciados e apertados, os sons da respiração ofegante de seu novo macho e sua as falas sussurradas no ouvido estavam deixando à louca. Ele lentamente a conduz encostar-se ao carro, onde o seu ataque pode ser ampliado.
Prensada contra o carro, ela sente o seu ventre sendo pressionado contra um gostoso volume da calça do Vicente. Ela suspira e volta a beijar o seu macho. Ao sentir os dedos de Vicente invadindo calmamente o tecido de seu vestido em direção a nudez de seu seio, ela para e olha para a mão invasora. Ele pára e a olha para Lúcia, o seu olhar suplicava pela permissão, ela nada diz, somente o beija.
O sinal verde estava dado. Não só os dedos penetram o seu vestido com também a mão inteira, que imediatamente apertava o seu seio nu. Os seus grandes e duros bicos viram brinquedos entre os dedos de seu amante. Ela geme baixinho, enquanto Vicente com uma voz rouca a convida para irem a um motel.
Ela o faz recuar um pouco e olhando diretamente em seus olhos, processa inúmeros fatos, possibilidades e decisões. Assustado com a atitude inesperada, Vicente rapidamente retira a sua mão do vestido. Naquele instante, tomada pela excitação, ela deixaria transparecer uma mulher que está disposta a liberar a fêmea, a vadia e a safada que há dentro dela.
Antes de deixar aflorar os seus desejos, ela habilmente aperta, sobre a calça, o volume do pau de Vicente, então começa a dizer que não deseja mais um homem em sua vida, mas sim um macho que realizasse as suas fantasias, que soubesse tratar uma mulher como ela deseja na cama, que fosse criativo e que a fizesse gozar como nunca o seu marido havia feito.
Vicente tomado pelo desejo e tesão, entende o recado e mentalmente revoga o seu convite para o motel. Com Lúcia ainda olhando em seus olhos, ele puxa a parte superior do vestido, expondo os seios branquinhos, de bicos grandes e aréolas marrons.
A face de Lúcia era puro tesão. Ele a puxa para perto e a beija com vontade, enquanto uma das suas mãos acariciava o seio direito a outra apertava, sobre o tecido do vestido e da calcinha, a boceta de Lúcia. Ela deixa escapar um forte e gostoso gemido. Ambos estavam enlouquecidos de excitação, já não ligavam para nada mais, desejam somente o prazer insano daquele momento.
Lúcia não parava de dizer obscenidades, que nem ela mesma podia acreditar. A sua mão apertava de todas as formas a pica de Vicente sobre a calça. Vicente percebendo o desespero de sua fêmea desabotoa a sua calça deixando a sua pica mercê. Mas antes mesmo que ela pudesse atacar, ele faz com que eles troquem de lugar, assimVicente passa a ficar encostado no capô do carro e Lúcia fica um pouco afastada dele. Ela tenta se aproximar, ele a faz parar, e tira a sua calça antes de se aproximar novamente.
Lúcia fica estática, nunca em sua vida vira ou pensara que era possível existir um pau daquele tamanho. Ela avança em seu macho, primeiro o beijando, por seguinte, ela sente pela primeira vez em sua vida aquela magnífica ferramenta de cor preta. As macias mãos de Lúcia deslizam pelos vinte e três centímetros de pica, como se fosse um ritual de conhecimento de área. Vicente geme, pedindo que ela não cesse o carinho. Ela repetia de forma continua que não largaria aquela pistola jamais.
Tomado de desejos, ele a faz virar de cotas. Chamando-a de puta e vadia e em dois movimentos Vicente retira o vestido de sua fêmea. Mantendo-a ainda de costa, ele passa admirar com os olhos e as mãos a beleza do corpo de Lúcia. Ele estava perplexo com uma mulher madura, como aquela, podia ser dona de um corpo tão delicioso. Ele a elogia dizendo que ela era a vadia mais gostosa que ele já tinha visto e que não via a hora de meter sua pica nela. Lúcia responde com um tímido requebrado. Com isto, Vicente puxa a calcinha de Lúcia, até onde era possível, fazendo com que ela entrasse completamente no rabo dela, e em seguida a faz prometer que a partir daquele momento ela só usuária as menores calcinhas vendidas nas lojas. Lúcia geme e como uma cadela obediente e promete a Vicente, não só as minúsculas calcinhas, mas tudo mais que ele desejasse.
Novamente Vicente a vira e a beija, enquanto a sua pica era cuidadosamente punhetada por Lúcia. Os seios de Lúcia são subitamente sugados e apertados por Vicente. Lúcia geme como nunca tivera oportunidade, sentindo os seios serem devorados e sua boceta invadida. Os seus gemidos se tornam suplícios para ser comida. Enquanto Vicente a força descer em direção a sua pistola, ele ficava repetindo que deseja sentir com a sua vadia degusta uma pica como a dele.
Lúcia que nunca fora muito chegada na arte do sexo oral, tenta de todas as formas deixar uma boa impressão para o seu macho, mas infelizmente ela vai muito afoita e acaba se engasgando. Vicente pede que ela vá com calma, pois ela terá muitas oportunidades para tentar colocar toda a pica na boca. Ela passa, então a lamber lentamente cada milímetro daquela vara, enquanto a sua mão acaricia deliciosamente o saco de seu macho.
Vicente a puxa novamente para cima, pois se ela continuasse com seus carinhos orais ele não suportaria por muito tempo e acabaria gozando em sua cara ou boca, e essa não era a sua intenção pelo menos desta vez. Eles voltam a beijar, Vicente desce, beijando, chupando e lambendo o corpo ardente de Lúcia e por fim retira a última peça de roupa que ela trajava.
Ele retorna aos seus carinhos e lentamente começa a subir, pára na altura da virilha, e observar por alguns segundos a deliciosa a xota de sua vadia. Não resiste a tentação de saboreá-la, usando as mãos ele força que Lúcia abra as suas pernas de maneira que facilite que sua boca chegue a boceta. Ela geme descontroladamente ao sentir a língua de Vicente brincando com o seu grelo. Ela deixa que seu corpo decline sobre o capô do carro facilitando ainda mais a abertura. Vicente explora as profundezas de onde, até então, tinha sido somente um único homem.
A cada gemido de Lúcia gerava mais vontade em Vicente de chupar e dar prazer àquela mulher. Ele força, mais um pouco a abertura das pernas até conseguir enxergar entre as suas nádegas o cuzinho rosadinho. A cada passada de seu dedo, ou língua no cuzinho de sua vadia, mais ela se contorcia, isto o levou a considerar a possibilidade do corno não ter conseguido comer aquele cu. Animou-se mais, e enquanto a sua boca sugava com voracidade a buceta o seu dedo indicador tentava penetrar o apertado cu, assim, que conseguiu introduzir a metade do dedo, ele sente o corpo de Lúcia tremer e sua boca ser inundado com o néctar do prazer. Ela estava tendo um violento orgasmo, as suas pernas bambearem, obrigando Vicente deixar de lado a sua investida para segurá-la antes que ela caísse.
Aquela pacata dona de casa estava revelando ser uma verdadeira puta. Assim, que se recuperou do gozo, ela não perdeu um segundo sequer para incentivar Vicente ao ato final. Este já não via a hora de ter aquela mulher, posiciona-a de maneira que fosse confortável aos dois, sobre o capô, e lentamente posiciona a sua pistola na entrada da xana. Neste exato momento, a ficha de Lúcia cai, ela estava para ser possuída por uma pica de proporções colossal e ela nunca tinha sentido algo daquele tamanho dentro de sua vagina. No momento que ela carinhosamente pede a Vicente que fosse cuidadoso, ela sentiu uma imensa dor.
Vicente acabara de penetrar sua grossa cabeça, ele vendo a cara de sua puta, resolve ser mais cauteloso para não assustá-la e lentamente vai afundando os seus vinte e três centímetros, parando somente quando sente suas bolas batendo contra as nádegas de Lúcia. Por alguns segundos mantém a sua pistola totalmente encravada na xota dela.
Lúcia sentia uma mistura de prazer e dor. A sensação que tivera enquanto estava sendo penetrada era que alguém estava rasgando-a ao meio. O seu tempo para acostumar acabará lentamente Vicente inicia a retirar da vara e de repente a penetra novamente. Finalmente era chegado o seu momento de desfrutar de tudo que uma fêmea tem por direito, perante um macho viril e voraz.
Vicente soca com muita vontade a sua pistola em Lúcia, que gemia loucamente e pedia mais, a cada pedido, ele impunha mais força e velocidade. Estavam completamente tomados pelo prazer. As falas não tinham nexo e muito mesmo sentido, só o prazer fazia sentido naquele momento. O gozo foi tão forte que seus corpos deslizaram mais ainda sobre o capô do carro. Eles ficaram imóveis, somente curtindo a sensação e sentindo a pulsação de suas intimidades, a respiração era difícil. Mas aos poucos foram regressando.
Lúcia é a primeira a voltar à realidade, toda preocupada, procura saber das horas. Vicente lhe informa que eram exatamente vinte e duas horas. Ela se desespera e pede para ir embora, ambos se recompõem rapidamente, mesmo assim, ainda trocam beijos e promessas.
No percurso para casa Vicente pergunta se eles iriam se encontrar novamente. Ela deixa claro que só o não encontraria se ela fosse boba. Ele todo educado, pergunta se ela realmente desejava ser tratada como pedira ou era somente devido ao calor do momento. Ela responde que sim, gostaria de ser tratada fora dos momentos íntimos de uma foram carinhosa, mas ao mesmo tempo bem safada. Ele pede que da próxima vez ela esteja com a bocetinha completamente lisinha.
Lúcia sorri e expressa a sua preocupação com relação a raspar os seus pêlos pubianos. Mas que iria dar um jeito, já que era um pedido de seu macho.
Despediram prometendo um novo encontro, Lúcia, deixa escapar que aquela transa havia sido a melhor de sua vida.
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