Calango é um autor curioso e invulgar. Capaz de uma prosa quase poética, e também de uma prosa que nem o chega a ser. Estórias muito curtas, e também por isso seleccionáveis.
Enrabar Anacarla. Enrabar. Com força. A bonita Anacarla. Arrumadeira cheia. Na bunda delicada. Deliciosa arrumadora. De encantos doces. Que me permite desfrutar. Com minha boca. E meu caralho extenso. Admiro as formas abruptas. As coxas formosas. A aberta forte. O busto gostoso. Que me dão tesão. Sem medida. Nem hora. Nem lugar. Enlouqueço quando vejo o corpo grande de Anacarla. Moreno claro. Grosso. Lindo. Tesudo. Meu. Para usar. Desfrutar. Gozar. A qualquer tempo. Qualquer dia. Qualquer hora. Qualquer lugar. Na cama. Na mesa. Na sala. Na cozinha. No banheiro. No quarto. Quarta-feira. 26 de abril de 2006. Almoço. Meu habitat. Sala de jantar. Mesa. Anacarla serve a mesa. De blusa agarrada, que descobre suas mamas gostosas. Minissaia apertada. Curta. Que exibe seus apoios grandes. Tanguinha mínima. Que mostra sua aberta grossa. Deito a arrumadeira de bruços na mesa. Afasto a tanguinha. E enrabo a linda padaria da branda arrumadora com minha madeira rija,despejando galadura pelo madeiro redondo no pandeiro rotundo da saborosa Anacarla. Ela goza. Junto comigo.
Calango
gramei do conto
Gostei muito
Gostei muito desta historia que foi contada quero manter contato com essa pessoa