estórias com sexo

para masturbar insónias

Monólogo do mendigo seduzido

Deliciosa aventura de um mendigo nas mãos de uma Senhora. Nas mãos e não só.

Veio trazê o filho no colégio. Veio bem mais cedo, as aula só começa a uma mas ela chegou meio dia e meio. Tinha pra mais de treis hora pra mim.

Sei que é mulher de médico, ela me contou. É alta, loira e muito bonita. Da primeira vez pensei que tivesse zombando de mim. Eu tava deitado debaixo da árvore, morgando a cachaça que a Lurde conseguiu num sabia onde, nem como, nem queria saber.

Passou com o carro, deu uma parada e ofereceu uns trocado e quando me levantei pra agradecer, esqueci que tava com a braguilha aberta, depois da mijada, esqueci de fechar, zonzo que tava da pinga. Eu nem acreditei quando a mão fina e com aquele anel com aquela pedrona brilhante, me apalpou e ela geme: “Meu Deus!”

Num sou bobo e percebi o espanto dela. Vai vê nunca tinha pegado num igual mesmo.

Naquela primeira vez, ela tocou o carro mais pra diante, ficou esperando o filho entrar no portão do colégio e eu vi o sinal da mão dela falando preu me aproximar.

Eu fui e ela mostrou uma nota de dez e me liguei, fiquei bem perto da janela e a mão dela me alisou de novo, sem ninguém ver e falou outra vez “Meu Deus!”

Depois falou umas palavras que num entendi e abriu a porta do carro. Coloquei a garrafa – já tava vazia mesmo – perto da sarjeta e entrei no carro.

Eu tava meio ressabiado, meio discunfiado… ela parece essas mulher de revista, de televisão… tão branca, tão bem tratada… tão chique… num tava entendendo muita coisa não pois ainda num sabia desses gostos… Só perguntou se eu tava àtoa…

Me levou de carro lá pros lado da caixa dágua, onde não parece quase ninguém, só tem mato e mais nada.

Quando me pediu para mostrar, fiquei meio sem jeito, lá no abrigo tava faltando água, só tinha pra lavar as mão e o rosto. A gente tinha de dormir era suado mesmo e levantava mais suado ainda. Falou pra eu descer do carro pra ela ver melhor e desceu também. Ficou bem pertinho , segurou , olhou bastante, a mão fina apalpando o meu pau e não parava de falar aquilo: “Meu Deus!”

Parece mintira minha mais é verdade: ela tem os peitos mais grande e mais bonito que todas as brancas que já vi, mas na primeira vez, não mostrou… só vi por baixo da blusa rendada branca.

Nem tentei pegar neles com desconfiança que ela achasse que eu ia abusar dela.

Mas ela bem que abusou de mim e eu deixei… ficou erguendo minha camiseta que tem o nome daquele vereador… num lembro o nome agora… e ficou passando os dedos nos pêlo que tenho no imbigo e depois segurou o pau com as duas mão.

Já fazia duas semana que eu não via a Lurde de modo que o bicho tava arretado e ficou daquele jeito…

Quando ela quis arregaçar o couro da ponta eu me afastei, pois sabia que tinha sebo, mais ela insistiu e eu não entendia por que queria ver e quando viu, chegou a suspirar mais fundo… eu fiquei até chateado com aquilo e só percebi que gostava quando ela esfregou os dedos na cabeça do pau e depois cheirou…

Se contar o que aconteceu então ninguém vai acreditar mais pra que eu ia mentir se é verdade? Pois ela me encostou no carro e se ajoelhou e ficou olhando pros lados, depois arregaçou bem o couro, chegou a doer um pouco e começou a beijar o cabeção da minha rola com um jeito que ninguém antes na minha vida inteira beijou. Nem a Lurde faz aquilo… coisa que nem dá pra contar direito, tão esquisito que foi… Pois ela arregaçava tudo mesmo e beijava e lambia as dobra do couro, e nem cuspia… parecia que tava jantando… e fez assim até que eu num aguentava mais… se meu pau já ficou naquela dureza foi quando era bem moço… nem a pinga atrapalhou… ficou os quase dois palmos pra cima, com o cabeção todo alegre esperando os beijo dela.

Entonce depois que já tinha lambido tudo mesmo foi que o negócio melhorou de uma vez mesmo, a boca dela começou a chupar no cabeção e as duas mãos me punheteando e ela pedia que eu enchesse ela de porra. Pedia preu avisar antes de gozar pra não escapar… queria mesmo na boca! Puta vida!

Avisei que eu gozava muito, ela não ia gostar, mais ela arregalou os olhos e pediu de novo e deu uma chupadas bem grandes e bem fortes, fez força pra engolir a cabeça inteira e gemeu de forma que num deu mais para aguentar e eu gozei mesmo.

Ela deu um pinote, mais não arredou, engoliu umas treis vez e só tirou a boca quando já tinha acabado tudo….

Depois ficou olhando para ele, caidão fora da braguilha e olhou pra mim pedindo pra não contar aquilo pra ninguém, que era casada, que era honesta e que foi a primeira vez… que tinha perdido o juízo.

Dessa vez eu ainda não tinha visto a boceta dela, pois estava de calça justa, preta e foi tudo muito mesmo rápido. Mas eu vi a bundona macia quando se virou para entrar no carro e eu entrei também.

Falou que ia deixar eu descer ali perto da escola e perguntou se eu estava de vez em quando por ali. Falei que tava.

Contei isso só pro Esquerdinha mais ele fez gozação e perguntou quando foi que eu tinha sonhado isso, mais nem liguei… melhor pra mim.

Da segunda vez foi que o negócio foi bom porque eu já num tava arreliado e já sabia que ela gostava demais da coisa e seu marido não devia dar conta do recado.

Me levou de carro lá pras mesmas bandas da caixa dágua, mais tinha uns moleque soltando papagaio e ela se afundou pra frente perto do mato velho. Lá num passa nem carroceiro. Perto das terra dum sujeito que trabalhei antes da pinga me vencer. Tem um carrão vermelho, bonito, do ano, acho.

Primeiro pensei em me lavar bastante no abrigo, lavar a roupa e trocar, mais depois pensei que ela não ia gostar e fiquei daquele jeito que tava, tinha voltado do churrasco dum político que num lembro o nome agora e comido muita carne, bebido muita pinga e cerveja e dormido no relento, nem pro abrigo tinha voltado.

Ela parou o carro bem longe, pra ninguém ali perto da escola saber e ficou esperando eu levantar debaixo da árvore onde tava olhando as bunda das menina. Mas eu só olho, porque sei que elas num aguenta o meu… e sei que os home não perdoa essa sacanage.

Dentro do carro ela mostrou que estava sem as calcinha que tinha tirado ali mesmo e jogado no banco de trás. O vestido era fininho, desses panos caros e meio transparente, dava pra ver as coxa, mais não via os pentelhos dela.

Ela tem o nariz arrebitado, bonito como o nariz de boneca e eu falei isso pra ela e ela respondeu que o meu nariz também é bonito porque é reto. Pediu pra eu ficar com o pintão pra fora da calça pra ela ficar olhando enquanto dirigia. Eu deixei ele aparecendo pra fora, quase no meio da perna esquerda e ela ficou olhando bastante. Mas não tava duro ainda, por causa da zoeira da pinga ainda na cabeça de cima. Precisava uns agrados pra ele acordar.

Parou o carrão vermelho bonito embaixo de umas mangueira velha, carregada de manga. Depois eu ia levar quase um saco cheio pro abrigo, se lembrasse, pensei.

Mas ela passou a mão na minha cabeça, coçou minha careca, que tenho as entrada bem grande já, e puxou meu rosto para seus peito… que perfume é aquele que ela usa não sei, mais é bom demais… a gente não esquece… coisa fina. Falou pra eu beijar eles e chupar nos bico, pra não morder nem deixar marca… Foi só eu encostar os beiço neles e tudo se alevantou , tanto os bicos quanto o cabeção da pistola… Puta vida.

Ela ficou fungando enquanto eu mamava nos bicos cor de rosa e acariciava minha rola , perguntando se estava carregada como da primeira vez… falei que tava do jeito que ela gostava e ela quis ver se era verdade eu mostrei puxando o couro bem pra baixo e deixando o cabeção melado aparecer inteiro. Ela falou que a cor era parecida com os bico de suas tetas e eu quis ver se era mesmo. Cheguei o cabeção perto do bico da sua teta e ela ficou esfregando ali até ficar os dois bem parecidos. Estava bem perto dos lábios e pensei que ia fazer como da primeira vez, me chupando tudo, mais não.

Foi se arrastando até ficar com a bundona branca e macia perto da minha cara , eu olhei aquilo tudo e procurei a racha dela por baixo. Uma bucetinha linda bem diferente daquela caçapa da Lurde, toda fechadinha e rosadinha, dava até dó de usar… sem quase pentelhos, parecia boceta de menina virgem, puta vida! Eu fiquei no estado que o diabo gosta… tezudão mesmo com o cacete dando pinote pra ser usado. Num podia esperar mais , mais ela esfregou em minha cara e lambi primeiro, lambi bastante, procurei o botão, o grelo e lambi muito mesmo até minha boca se cansar.

Se contasse pro Esquerdinha ia dizer que eu tava inventando, mais o suco que escorria dela dava pra melar até minha camiseta! Fiquei com a cara toda lambuzada de suco que escorria da rachinha e ela gemia como uma porca. Falou preu parar pra descer do carro pra esfregar o cabeção na boceta dela pra boceta ficar cheirando o sebão do meu caralho e eu fiquei doido. Fiz tudo que ela pedia e mandava e queria…

Falei prela ficar com a bunda sentada na parte da frente do carro pra eu foder, mais estava quente ali e ela abriu a parte de trás e ficou ajoelhada no chão do porta mala e foi uma beleza. Altura certinha da buceta pro caralho. Foi só chegar e atochar. Olhei o olhinho rosado do cu e pensei em botar ali primeiro, mais acho que não ia gostar, por isso esfreguei com força o cabeção que entrou separando os dois lados da xoxota bem melada de suco. Foi até fácil, pensei que ia gemer muito, mais gemeu só quando a cabeça entrou inteira, depois foi se alargando, se ajeitando e segurando no pé dele pra não entrar tudo de uma vez e já gozou.

Já gozou, dona? e agora? Eu ainda não… nem entrou tudo ainda…” Mais tem mulher que é assim mesmo e elas goza uma treis ou quatro vez enquanto o homem goza uma… depende do tesão, calculo eu.

Aí que ficou tudo mais ensopado ainda e o caralho se afundou até no saco de modo que fiquei preso dentro da racha, sem me mexer, porque se mexesse gozava na hora e não queria gozar logo. Fiquei ali parado, pensando nas coisas ruim, nas bebedera da Lurde, nas briga, pra não esporrar, só o cacete aumentando e diminuindo de grossura enquanto ela apertava as parede da canaleta , como se estivesse chupando… foi de bom demais… nunca vou esquecer daqueles momento… é a vida do homem.

Nós nem conseguimo rir quando uma mangona madura caiu lá de cima em minhas costa me dando um baita de susto. Aí foi que fudemo mesmo. O carro chegava a rangê , ainda bem que tava ingatado. Foi uns quinze minutos de foda mesmo, gozei treis vez, até os passarinhos se desgraçaram a cantar nos galhos da mangueira com os gemido de nós dois.

Só sei que quando me satisfiz e puxei o cacete melado de porra pra fora, tive a safadeza de olhar a boceta dela e nem parecia a mesma de tão vermelha e arregaçada! E ela nem reclamou… devia de estar ardendo pra xuxu, mais não reclamou de nada.

Já na volta ela quase nem falava nada e ficou bem pensativa até chegar perto da escola. Faltava muito tempo ainda pro menino sair e ela se despediu dizendo que tinha que ir ao cabeleireiro. Me largou ali na esquina e sumiu com o carrão vermelho. Sei que foi só isso. Essas coisa, eu sei, são assim mesmo. Um dia é tudo, no outro já não é nada.

Mais vou ver se converso com o menino e discubro o endereço.

amigaço

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Publicado às 02/03/2009 por em amigaço, narrador e marcado , , , .
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