estórias com sexo

para masturbar insónias

O casamento e o milheiral

Carminha escolhe outro noivo. amigaço e os casamentos fabricados da filha do fazendeiro.

O fazendeiro para o qual trabalho decidiu fazer o casamento de sua filha mais nova no dia 13 de Maio, que é o dia das noivas, pelo que mãe falou.
A filha mais nova dele é a Carminha, tem dezoito anos, e eu a conheço muito bem. Ela vai se casar com um advogado rico e gordo de 35 anos, que mora na cidade e vem visitar a família deles todo fim de semana.

A Carminha não gosta do noivo, sei disso porque ela me contou, mas tem de casar assim mesmo porque o pai decidiu. Tem medo que o pai a expulse de casa, se descobrir que está grávida. Só que ela não está grávida dele não.
Ela sempre me olhava com aqueles olhos de safada e eu não sou besta. Sei que o fazendeiro jamais concordaria com nosso namoro, mas queria pelo menos dar uma provada, sem compromisso. Tinha certeza de que ela também desejava provar o zezão pelo modo como se desmanchava em sorrisos toda vez que a gente ficava sozinhos.

Nossas sacanagens começaram há dois meses,mais ou menos , quando ela estava na roça colhendo milho verde pra fazer pamonha. Sabia muito bem que eu estava roçando ali pelas redondezas. Sabia que eu devia estar de olho nela e em tudo que ela fazia… Quando ela se agachou para mijar , eu me agachei também e, mesmo de longe, consegui ver a bocetinha desaguando. Isso é modo de falar, pois de verdade só vi a moita de pentelhos loiros de onde jorrava o mijo, mas isso bastou pro zezão levantar a cabeça todo esperançoso.
Depois que voltou pra casa carregando a cesta de milhos, eu fiquei tarado no meio daquele milharal e precisei bater uma punheta tendo na memória a visão de sua rachinha perfumada, decerto.

No dia seguinte ela voltou ao milharal pra colher milho verde para assar na brasa e desta vez eu fingi que não tinha visto ela ,encostei a enxada e tirei o zezão pra fora e comecei a mijar. Eu sou um caboclo meio desajeitado, meio zonzado, mas sei que não sou muito feio, pelo jeito como algumas mulheres me olham. Mas o meu maior orgulho é o zezão. Pelo rabo do olho percebi o que Carminha havia achado dele, sem poder desviar a visão. Aposto que quando chegou em casa, correu para o quarto e tocou uma siririca pensando nele.

No terceiro dia, lá estava ela sozinha, colhendo milho pra fazer curau. Nunca vi gostar tanto de milho verde. Foi quando me aproximei e começamos a conversar. Primeiro falamos da roça que estava uma beleza com aquelas espigonas de milho. Depois ela falou do pai que não permitia que as filhas ficassem solteiras por muito tempo, para evitar vergonha na família. Aí falou do noivo que o pai havia escolhido para ela. Não demorou muito e já estava roçando o corpo no meu, eu levei o braço na sua cintura e dei um beijo na sua bochecha, depois na boca,depois nos seios e depois me abaixei e beijei os pêlos de sua xoxota. Como era perfumada mesmo! O zezão acordou imediatamente e saiu pra fora das calças pra ver o que estava acontecendo.

Enfiei o dedão pela perna da calcinha preta e atolei ele lá dentro sem encontrar resistência e senti que ela não era mais cabaço… fiquei meio chateado… perguntei se ela já havia sido comida, mas Carminha me garantiu que nunca homem nenhum tinha se encostado nela. Aquilo tinha sido um acidente com o cabo da escova de cabelos que devia ser bem longo e grosso. Ela abriu mais as pernas, enfiei o dedo inteiro e fucei lá dentro, tudo molhado e tudo quente como fornalha…

Nunca vi o zezão babar daquele jeito. Parecia um babão. Eu o apresentei e ela segurou–o, apertou-o bem, olhando encantada para ele. Mas não sabia tocar punheta e ficava só apertando, olhando a cabeçona vermelha e lambuzada dele. Não precisava nem passar cuspe. Só que meter em pé, sem ter onde se encostar é difícil…

-Minha mãe tá muito ocupada fazendo pão e o pai foi pra cidade, tratar dos documentos com o meu noivo…vamos aproveitar… Ela estava tão tesuda quanto eu…

Tirei minha camisa, estendi no chão entre as carreiras do milharal e ela se deitou com as pernas abertas. Eu ergui e dobrei seus joelhos e me ajoelhei entre as coxas alvas e muito lisas. A boceta ficou aberta , esperando pelo zezão… Apertei a cabeça dele entre os lábios de sua boceta e ela gemeu gostoso e gemeu mais forte quando ele tentou entrar e depois deu um gritinho de dor e desespero quando sentiu sua investida. Pediu pra eu parar um pouco, ficou respirando forte em meu pescoço e o zezão afundou mais um pouco, mesmo sem eu mandar.

Ela chorou um pouquinho dizendo que não estava sendo legal, mas o zezão não ouvia nada e só queria se afundar entre os lábios gordinhos de sua xoxota… Ela continuou gemendo, mas foi empurrando os quadris  parecia que queria e não queria ao mesmo tempo. Finalmente eu caí em cima dela e abafei o grito com um beijo na boca, impedindo que fizesse escândalo e chamasse a atenção de todos com aquelas lamentações. Aí ele entrou tudo.

Ficou arregalada, pedindo pra eu não mexer e procurou com os dedos, entre nossos corpos, apalpando meu saco que estava colado na entrada da boceta . Procurei não me mexer e ela iniciou um movimento de peneiração, lento, regular, sentindo o zezão se acomodar dentro do canal apertado,muito estreito para ele.

-O cabo da escova não era assim… gemeu com um pequeno sorriso, finalmente. E, só então fodemos gostoso.

Depois de certo tempo, sua racha ficou tão molhada, alargada e escorregadia que o zezão podia deitar e rolar dentro dela.
Ela gozou muitas vezes seguidas e o zezão despejou três vezes lá dentro. Impossível não ficar prenha…

Quando se limpou, a calcinha preta estava tão melada que resolveu escondê-la dentro da cesta de milho. Foi andando com as pernas abertas até virar no fim do carreirão do milharal.

Hoje é doze de maio. Amanhã é o casamento. O zezão está entristecido pois eles vão morar na Capital, depois do casório. Mas que o neto do fazendeiro não vai ter cara de galego, disso eu sei.

amigaço

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Publicado às 10/03/2009 por em amigaço, narrador e marcado , , , .
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