No quarto, a luz do luar entrava pela janela cortinada. Era uma noite de verão. O colchão havia sido posto no chão, a cama, apesar de nova emitia estalidos, que podiam ser ouvidos no andar debaixo; na casa, um sobrado, estavam meus pais e minha irmã, o andar superior era uma casa completa, no qual moravamos e eu meu irmão.
Estava quente no quarto, ela tantava disfarçar a ansiedade de se deitar, mas o cheiro que seu sexo emanava não deixavam dúvida sobre sua “ansiedade”.
– Não… Marcos, deixe a luz acesa.
– Porquê?
– Assim, com a luz acesa iram pensar que estamos vendo algo, teve, video…
– A porta de entrada esta fechada e a luz da sala acesa, não se preocupe… –
Eu sei, mas deixe a luz acesa… Ela baixava a cabeça levemente sorrindo de modo malicioso. Puxo ela para junto de meu corpo, beijo-a ardentemente. Viro ela de costas e começo a dar beijos estalados no seu pescoço, mordisca sua orelha.
Minhas mãos que acariciavam suas coxas sobem lentamente, explorando todo seu corpo. Seus seios estavam rijos, os bicos, se destacavam na bata branca que usava. Minhas mãos acariciam forte seus seios, de baixo para cima, comprimindo-os um contra o outro no final, após, puxava com as pontas do indicador e do polegar seus bicos; meti minha mão direita por debaixo da saia curta que ela usava enquanto a outra continuava a acariciar seus seios. Minha mão subia e descia com força por cima do seu rego, sua calcinha estava molhada; enfiei minha mão por dentro de sua calcinha e quando meu dedo indicador começou a sentir sua vulva quente e húmida ela sussurra estremecida:
– Devagar… aaAAHH, assimmm…
No interior de seu rego faço movimentos circulares com meu dedo, deixo o dedo húmido e começo a subir minha mão por debaixo de sua bata, afasto seu sutiã e massageio o bico. Ela tanta se virar de frente, mas seguro ela com força. Fico de joelhos, ergo sua saia, começo a beijar, chupar, mordiscar com força suas nádegas. Enquanto isso minhas mãos sobem e descem por suas pernas, apalpando, apertando, acariciando… Abro suas pernas, puxo com meus dente sua calcinha para o lado e passo minha língua na sua vulva, roço meu queixo – estou com barba de semana – que fica melado. Viro ela de frente, vou-me erguendo lentamente, minhas mãos subindo por suas pernas, seu corpo, vou erguendo sua bata, paro e começo a dar beijos estalados na sua vulva, me ergo pouco mais, e beijo seu ventre, minha língua passeia por seu umbigo.
Vou-me erguendo, e erguendo sua bata; estou de pé, ao tirar a bata que ela usava, seus longos cabelos castanhos caem por cima de seus seios. Puxo ela para junto de mim, e ela me beija com voracidade. Desato seu sutiã, mas quando começo a tirar, ela num gesto rápido se desfaz dele e atira-o longe. Por dentre os longos cabelos que cobrem seus seios, seus bicos apontam para fora, pedindo para serem sugados. Molho as pontas dos meus dedos com saliva, e começo a fazer movimentos circulares nas aureolas e bicos, e depois sugo estalando eles.
– Assim. Ela comprime os lábios, inspirando de prazer.
– Mama, Mama… Coloca ele inteiro na sua boca.
Dizia ela ofegante, me dando seu seio, segurando para mim. Enquanto isso meus dedos iam o mais fundo que podiam no seu rego, ela se curvando e apertando as pernas, gemendo como uma fêmea no cio. Desabotoei sua saia e a desci lentamente, ela ergueu uma perna, depois outra. Minhas mãos abrem e depois fecham vigorosamente nas sua nádegas, puxando-a, trago seu sexo de encontro a meu rosto, sugo seu sexo por cima de sua calcinha, mordo puxando com meus dentes seus pêlos. Prendo sua calcinha com meus dentes, e começo a tirar, minha vontade de ver ela totalmente despida, me fazem puxar com tanta força que chego a rasgar sua calcinha. Ela segura meu rosto, me puxa e me beija. Tira minha camisa e me abraça, se abaixa e começa a arrastar seus seios no meu peito, de súbito bota a mão no meu peito e fecha com força arrancando alguns pelos.
– Mais… Quero sentir mais teu peito, teus pêlos…
Sussurrava ela. Tiro minha calça, quando ia tirar o que me restava de roupa ela se abaixa, tira meu membro para fora e da um beijo na ponta, molha ele com a língua e passa nos lábios, com uma mão ela segura meu membro e com a outra me aperta levemente. Coloco minhas mão na sua cabeça e sem fazer qualquer força ela entende, abocanha meu membro, tenta colocar inteiro na sua boca, como não conseguia, a cada tentativa me chupava mais e mais, o aparelho ortodôntico que ela utilizava, machucava, mas pouco importava na hora.
Deito ela no colchão, seus olhos fechados e seu sorriso dizem que quer ser penetrada. Deito sobre ela, colocando suas pernas nos meus ombros. Encosto meu membro no seu sexo e ela solta um gemido.
– Que gostoso Marcos… vem, vem…
Como é a segunda vez dela vou devagar, o sorriso de mulher, por vezes da lugar a uma expressão de dor, mas uma dor rápida que passa e então o sorriso torna.
– Isso, aaAHH… que gostoso… Marcos.
Com meu membro todo dentro dela, começo a remexer. Então começo a estocar seu sexo. A cada estocada um gemido e um sorriso de mulher que sente dor e prazer ao mesmo tempo. Estocadas, gemidos, corpos entrelaçados. Quando senti que estava prestes a gozar parei, nossos corpos cobertos de suor, ela ofegante eu querendo mais. Desci, queria chupar seu sexo, mordisca seus lábios, puxar seus pêlos com meus dentes. Abri seu sexo com meus dedos e passava minha língua no seu clitóris e roçava meu queixo barbardo. Puxava seus pêlos com meus dentes… Mais gemidos. Minha vontade de gozar, diminuíra.
Deito agora no colchão e trago ela para cima de mim. Ela então começa a sentar no meu membro, seu sexo molhado facilita a penetração, ela vem se deitar em cima de mim, mas faço que se afaste para poder acariciar seus seios, enquanto me cavalga. Seguro ela pela cintura e começo a estocar. Ela geme mais, diz que assim dói muito. Paro, e recomeço, mas desta vez lentamente e a cada estocada um gemido e aquele sorriso misto de prazer e dor momentânea.
Molho minhas mão com saliva – que se mistura com o suor que brota de seu corpo; nossos corpos a essa hora estão cobertos de suor – e acaricio seus seios, de baixo para cima, comprimindo-os no final. As estocadas continuam, os gemido de prazer aumentam. quando sinto novamente que estou prestes a gozar paro. Deito ela, afasto suas pernas com minhas pernas e penetro ela, as estocadas destas vez são vigorosas, os gemidos de prazer aumentam, os braços dela me abraçam com mais força, suas pernas se entrelaçam nas minhas, sinto ela cravar suas unhas nas minhas cochas e então: gozamos… Ela com os lábios frouxos entreaberto, os olhos frouxamente cerrados a respiração contida. Suas mãos subindo por minhas costas, seus dedos se emaranhado nos meus cabelos e me puxando para um beijo de prazer. Alivio meu corpo sobre o dela, descansando, ela mantem suas pernas entrelaçadas com as minhas e seus braços ao redor do meu pescoço. Beijo ela ternamente e dali a pouco, adormecemos.