estórias com sexo

para masturbar insónias

Tirei o cabaço da filha da vizinha

Cada vez mais me convenço que as coisas acontecem quando está determinado pelo destino. Chega a ser engraçado… Vejam só que ironia… Com mais de 50 anos de idade eu nunca tinha comido um cabaço, e olha que já comi um monte de xotas e cuzinhos por essa vida a fora.

Justo agora que eu já tinha sossegado o facho e não estava mais pulando a cerca recebo um de presente desse.

Eu realmente não sei o que essa menina viu num cinquentão, calvo, de 1.65 de altura e uns 8 quilos acima do peso ideal. Porra, gente, eu tenho espelho em casa e não me falta desconfiômetro. Não dá para entender o porquê dela escolher a mim, ainda mais, não tenho nenhum problema em reconhecer, que no nosso prédio tem um monte de caras bem apessoados e de faixa etária bem inferior a minha.

Se fosse nos meus trinta anos, aí tudo bem, pois eu estava em forma. Nessa época, além de nadar diariamente, fazia judô e era um rato de academia. Aliás, era lá que eu arrumava a maioria das mulheres com que eu tinha rolo, mas isso é para outra estória.

Linda é o nome dela. Até nisso o destino conspirou a meu favor. É o mesmo nome da minha mulher, o que elimina o risco de dar bandeira na hora errada.

Filha de pai americano com uma carioca, ela mora com a mãe, que é divorciada, há mais de 10 anos na cobertura do prédio do qual sou síndico. Ruivinha, sardenta, olhos azuis, puxou ao pai, quase sempre usando tranças fazia jus ao nome, era realmente uma criança linda e muito educada, sempre usando as palavras mágicas, ou seja, por favor e obrigado. Vi essa menina crescer durante todos esses anos e só me dei conta que ela estava se transformando em mulher quando a encontrei na praia, há alguns meses.

No primeiro momento não reconheci aquela coisinha fofa que estava esticando a saída de praia a dois passos da minha cadeira. Estava tão absorto admirando aquele bumbum, mal coberto por uma pequena peça de tecido, que só vi quem era quando ela me cumprimentou:

– Oi, tio! Tudo bem?

– Oi, Linda. Tudo bem. Não tinha reconhecido você. Respondi meio desconsertado, colocando minha cadeira mais próxima dela,

– Ainda bem que foi isso. Como não falou comigo quando cheguei, pensei que estivesse zangado comigo.

– Zangado logo com você que é uma menina tão querida por todos do prédio. Jamais.

– Assim o tio me deixa encabulada.

– Não há motivo para isso, pois é a pura verdade. Todos lá no condomínio acham você um amor de pessoa. Aliás, isso é extensivo à sua mãe.

– Se for assim, só me resta agradecer. E pela minha mãe também.

Seus lábios se abrem num sorriso, deixando a mostra os dentes perfeitos. Como deve ser gostoso beijar essa boca. A cabeça de baixo começa a querer entrar na conversa. Afasto esse pensamento e cruzo as pernas para disfarçar.

Nossa conversa continuou transcorrendo sem nenhuma conotação sexual. Descobri que ela cursava o primeiro ano de arquitetura, tinha namorado, e que iria passar as próximas férias nos US, com o pai. Enquanto conversamos meus olhos fazem um tour sobre seu corpo harmonioso.

Meus olhos chegam aos seus pés. De imediato ela os esconde dentro da areia. A filha da mãe percebeu que estava sendo examinada.

– Meus pés são muito feios. Eu fazia balé. Lembra?

Como eu iria esquecer do balé se era justamente durante essas aulas que eu comia a mãe dela. Logo depois da separação da mãe de Linda, enquanto ela estava na aula fazendo esparguete, eu ia a cobertura enfiar o meu “esparguete” na mãe dela. Uma maravilha, mas isso é assunto para outra ocasião.

– Deixe de ser boba, menina. E ademais, quem vai se importar em ficar olhando para seus pés quando tem o resto todo para olhar. Eu é que sou um velho bobo.

– Velho é trapo. O tio ainda dá um caldo.

Ouvi, mas não acreditei. Não, não pode ser.

A certa altura ela diz que vai dar um mergulho para se refrescar, me convida para ir junto, mas preferi ficar tomando conta das nossas coisas. Ela estende a mão delicada de unhas impecavelmente cuidadas, pedindo ajuda para levantar-se.

Dou-lhe a mão, o toque de sua pele é macio. As pernas, de musculatura definida, eram recobertas de minúsculos pelos dourados passam a poucos centímetros do meu rosto. O cheiro do hidratante invade minhas narinas.

Ela ajeita o biquíni e segue seu caminho até o mar. Enquanto caminha, seu corpo ondula como as ondas e os cabelos sedosos esvoaçam com a brisa do mar. Ela exala sensualidade.

Logo ela retorna. Seu biquíni molhado marca seus lábios vaginais. Os mamilos espetados no tecido indicam que a água estava fria. Ela chega e diz:

– A água está um gelo. Veja só.

Sorrindo, ela se agacha e coloca suas mãos geladas no meu rosto. Seus seios roçam em meu braço. Arrepio-me todo. Não sei bem se foi causado pelo frio da água ou pelo toque dos seios rijos. Isso me deixa perturbado, confuso… Primeiro foi o comentário, agora esse roçar de corpo em mim. Se fosse há alguns anos eu diria que ela estava flertando comigo, mas agora só podia ser minha imaginação…

– Linda, a conversa estava tão boa que me distraí com a hora. Já estou atrasado, pois marquei a visita de uma empresa ao condomínio para fazer o orçamento para uma reforma.

Fecho minha cadeira, lhe dou um beijo na testa e sigo para o condomínio. Não pensei mais em Linda.

Passado uma semana, estou em casa. Já passava das 22 horas, estava saindo do banho, quando o interfone toca. Era ela.

– Tio, boa noite. Não sei o que aconteceu, mas o apartamento de repente ficou às escuras. Minha mãe viajou e não sei o que fazer. Estou com medo.

– Calma Linda. Vou dar uma olhada no PC do prédio para ver se foi algum fusível que queimou.

Olho para cima e o apartamento está realmente todo apagado.Desço e não encontro nada de errado com os fusíveis. Pego o elevador para a cobertura. A porta do apartamento está semi-aberta. Toco a campainha, mas ela não funciona. Chamo por Linda e ela responde que está na área externa. Entro no apartamento e fecho a porta. Breu total. Tateio meu caminho rumo à área. Não tenho maiores dificuldades, pois já conheço bem o apartamento.

Encontro-a junto à mureta, olhando o céu. O céu está límpido servindo de moldura para a lua cheia que a ilumina como um holofote. Ela veste um roupão de banho e seus cabelos estão presos acima da cabeça.

Localizo a caixa dos disjuntores e para a minha surpresa todos eles estão desligados. Ligo-os um a um e as luzes vão se acendendo.

Estou de costas para Linda.

– Não estou entendendo como isso pode acontecer…

Ao me virar dou de cara com ela. O roupão jaz a seus pés. Ela estava usando lingerie preta composta de corpete, micro tanga e cinta-liga que prende meias finas até o meio das coxas, no estilo da Vitoria’s Secret. Conheço bem, pois era o tipo de coisa que eu comprava para minhas namoradas. Seus cabelos agora soltos, brilham ao luar. A maquiagem está perfeita. Ela está um tesão.

Com sorriso maroto ela diz:

– Fui eu quem desligou tudo.

– O quê???? Porquê???

– De que outra maneira eu ia conseguir que você viesse aqui há essa hora? Quero que você me faça mulher.

– Que é isso menina? Ficou doida? Vou embora que minha mulher está me esperando para jantar.

Linda me pega pelo braço.

– Seu mentiroso. Eu sei que sua mulher viajou e só volta amanhã à tarde. Encontrei-a no elevador com a mala e ela me contou da viagem a serviço. Minha mãe viajou também. Portanto, temos a noite toda.

– Você é menor de idade e…

– Completei 18 anos semana passada. E já sou emancipada desde os 16 anos.

– Linda, mas por que eu?

– Porque quero que a minha primeira vez seja especial. Não quero um apressadinho qualquer. Sei que suas preliminares são fantásticas.

– Você sabe??? Como???

– Eu ouvia os comentários de minha mãe sobre você para com as amigas. Sei você a comia durante minhas aulas de balé. Mas não se preocupe que sua mulher não vai saber, a menos que…

Ela está chantageando-me. Sempre ouvir dizer que quando a mulher está a fim de dar, ela usa de todas as armas. Agora acredito.

Estou atônito, com uma sensação estranha no estomago. Pode se dizer que é o que os americanos chamam de “butterflies in the stomach”.

Quando dou por mim, Linda já está com os braços ao redor do meu pescoço. Ela me beija. Acabaram-se as ponderações. Correspondo com desejo. Trocamos beijos demorados. Sinto o corpo elétrico, pareço ter 20 anos novamente. Já estou de pau duro. Vou pular a cerca, sem querer querendo.

Linda ronrona igual a uma gata. Dispo-a ali mesmo, sob a luz do luar. Primeiro solto as presilhas que prendem as meias e tiro-lhe a cinta-liga. Em seguida é a vez do corpete. Surge um par de seios, em forma de pêra com os mamilos rosados. Parece que estou tocando em seda. Levo minha boca até eles e os chupo com sofreguidão enquanto aliso seu corpo. Linda suspira com os olhos fechados.

Vou descendo beijando todo o seu corpo até estar de joelhos. Enfio a língua em seu umbigo, aperto-lhe a bunda. Linda extreme-se.

Tiro-lhe as meias, ameaço beijar-lhe os pés, ela protesta:

– Não, eles são horríveis.

Não acho, mas mesmo que fossem não me importa!

– São lindos. E os beijo.

Beijo-lhe novamente o umbigo e vou beijando a trilha de pelos que seguem indicando o caminha da xana. Mordisco sua pele, corro as mãos pelas penas, sinto seus pelos eriçados. Ela ri nervosa.

Começo a tirar-lhe a calcinha. Surgem os primeiros pentelhos. Termino de despi-la. Paro alguns segundos olhando o corpo nu de Linda. Acho que estou sonhando e que vou acordar a qualquer momento.

Ela me puxa pela camisa, fazendo-me ficar de pé. Depois de tira-la, agacha-se e tira o meu short. Meu pau rijo aponta para seu rosto.

– Igualzinho como mamãe descreveu. Cabeça rosada, marquinha de operação, macio e cheiroso…

Ela começa a chupar meu pau.

– Não. Agora não.

Puxo-a pelos cabelos sedosos. Seu deixo ela continuar eu ia gozar logo, tamanha era minha excitação. Olha o vexame.

– Então não perde mais tempo, já estou toda encharcada. Quero sentir você dentro de mim.

Tomei-a nos braços e levei-a para cama. Dei-lhe um banho de língua, sorvendo cada pedaço daquele corpo como se fosse um sorvete. Alcanço a xana cheirosa e pulsante. Abri seus grandes lábios, localizei o clitóris e caií de língua nele.

Linda endoidou. Ela crava as unhas no colchão, eleva o abdómen, faz um arco com sua coluna, geme e se contorce num frenesi incontrolável. De repente solta um urro, longo e abafado e explode em gozo. O líquido que sai de sua xana molha o lençol.

– Não me tortura mais, me fode, tira meu selo, me rasga toda…

Meu pau lateja. Posicionei a cabeça na entrada da xana, começo a avançar devagar. Ela respira descompassadamente. Pressiono um pouco mais e rompo a última barreira enquanto olho seu rosto. O suor lhe corre pela fronte, a breve expressão de dor surge logo substituída por um sorriso.

Ela cruza as pernas em volta do meu corpo, me aperta, meu pau enterra até o fim. Ela geme alto. Começo a bombear sua xana apertadinha, que envolve todo o meu pau e o espreme. Continuo minhas estocadas até gozar e inunda-la com meu leite. Não paro de bombear e ela goza logo depois.

Rolo de cima dela, olho para meu pau, está tinto de sangue. Finalmente comi um cabaço.

Olho o relógio e já passa da 1 da madrugada. Limpo-me rapidamente cato minha roupa e me visto.

Linda olha para mim com ternura.

– Foi muito bom. Escolhi a pessoa certa. Obrigado Carlos.

Ela não me chamou mais de tio. Dei-lhe um beijo.

– Não precisa se levantar, você sabe que eu conheço bem o caminho.

– Por hoje você está dispensado, mas não pense que encerramos nosso assunto. Você ainda tem outro local para desbravar…

– Você quer mesmo matar o velhinho, né? Falo já próximo à porta.

Linda dá uma gargalhada sonora.

– Longe disso, meu bandeirante. Só quero deixar você com insónia, pensando na próxima aventura… Ela diz isso com olhar malicioso.

– Você está brincando com fogo, hein. Cuidado que pode se queimar.

Sorrio para ela, saio e fecho a porta. Enquanto desço as escadas em direção ao meu apartamento vou relembrando o ocorrido e continuo sem acreditar que aquela menina meiga tinha me escolhido para se entregar e virar mulher.

Estou no banho e um pensamento me ocorre que me deixa perturbado. Mal acabo o banho o interfone toca.

– Alô.

– Não fique preocupado. Eu tomei minhas precauções e não estou em período fértil.

– Como pode…Você lê mentes?

– Não meu desbravador, mas me ocorreu que a cabeça de cima agora iria começar a pensar melhor e isso viria à tona. Eu planejei todos os detalhes, pois esse meu desejo já não é de agora. Vem desde o tempo em que você comia minha mãe. Quanto mais ela contava das peripécias de vocês dois para as amigas, mais o meu desejo aumentava. Eu só esperei calmamente o momento certo para atacar. Eu sou ruiva, não sou loura, se é que você não reparou. Beijinhos na cabecinha.

Ela ri e desliga o interfone. Estou passado. E eu me considerava maquiavélico… Bem pelo menos fiquei aliviado, mas quem diria que por trás daquele rostinho ingênuo tinha uma mente calculista e determinada.

Deito-me e durmo em segundos. É um sono agitado, povoado de pernas, coxas e seios. Acordo todo melado de porra. Isso já não me acontecia há muito tempo. É comum acordar de pau duro, mas melado daquele jeito, que eu me lembre só na época da adolescência.

Passado uns dois dias, entro no elevador com minha mulher e Linda está nele. Minha mulher a cumprimenta.

– Bom dia, Linda.

– Bom dia, Linda.

– Não sabia que tinha eco no elevador. Brinco tentando disfarçar meu nervosismo com aquele encontro inesperado.

As duas riem.

– Tem algo em você diferente. Parece radiante. Namorado novo? Minha mulher pergunta.

– Que nada, tia. Meu sonho é entrar na igreja ainda virgem. Os meninos de hoje só querem saber de safadeza. Não é mais como no tempo da senhora, em que os homens eram respeitadores e namoravam para casar. Hoje ficam até apostando quem beija mais na noitada. Que nojo…

Eu ouço e não acredito. Ela é impressionante. Cada vez me surpreende mais.

– Concordo com você, Linda. Os tempos mudaram. Responde minha mulher.

O elevador chega ao andar da garagem, nos despedimos. Enquanto caminhamos para o carro, minha mulher comenta.

– É uma menina adorável. Queria ter uma filha assim.

Aceno com a cabeça afirmativamente, sem olhar para minha mulher, pois se o fizesse acabaria explodindo em gargalhada.

Os dias passam e não a vejo mais. Encontro Martha na portaria. Martha é a mãe de Linda. Ela é gerente regional de vendas de uma grande empresa de cosméticos. Vive viajando. Os anos se passaram e ela continua uma delícia. Não a estou mais comendo, mas continuamos amigos. O fim do nosso relacionamento foi uma decisão de ambos. O prédio é pequeno e ia acabar dando na pinta minhas constantes vistorias na cobertura. Só não sei se essa amizade vai perdurar se ela descobrir o que andei fazendo com a filha.

Durante a conversa, pergunto:

– E sua menina como está? Já tem algum tempo que não a vejo.

– Viajou. Está passado às férias com o pai, nos Estados Unidos.

– Puxa, que legal. De repente ela gosta de lá e acaba ficando.

– Que nada. Ela chega depois de amanhã. Disse que está morrendo de saudades do Brasil, em especial do luar que banha a nossa cobertura.

– Toda adolescente é assim mesmo, romântica. Vai dizer que com 15 ou 16 anos você não era sonhadora.

– Era, mas ela já tem 18 anos e eu com essa idade gostava mesmo era de uma rola bem dura dentro de mim.

– Ela já tem 18??? Pergunto dando um ar espantado… Para mim ela ainda é aquela menininha de tranças.

– E acho bom que você continue a vendo assim, pois te conheço e sei que não vale o prato que come…

– Que isso, Martha?? Digo fingindo indignação. Nunca encostaria um dedo na sua filha.

– O dedo eu não sei, mas a pica… Não se atreva, fica avisado desde já.

Nos despedimos. É, agora já sei qual seria a reação da Martha se descobrisse o que aconteceu.

Dois dias depois estou no elevador quando ele para na garagem e a porta é aberta. Vejo Martha e Linda, cheias de malas. Saio do elevador para ajudá-las.

– Oi tio, tudo bem? Ela volta a chamar-me de tio.

– Bom dia Linda. Bom dia Dona Martha. Está tudo ótimo, obrigado. Como foi nos Estados Unidos?

– Foi bom, mas já estava com saudades do nosso luar. Ela fala a frase de duplo sentido, com um sorriso maroto.

Começo a colocar as malas para dentro do elevador. Quando termino, seguro a porta para as duas entrarem. Linda entra logo a trás de Martha e quando passa por mim aperta meu pau. Deixo escapar um “uhh”.

Martha se vira para ver o que tinha acontecido.

– Oh tio, desculpa. Pisei seu pé, né? Machuquei muito?

– Não doeu nada. Respondo dando um sorriso amarelo.

– Sr. Carlos, essa menina continua estabanada. Não tem jeito.

Chegamos ao andar da cobertura, descarrego as mala e vou para o meu apartamento. Ligo meu notebook enquanto espero minha mulher se aprontar para levá-la ao aeroporto. Ela trabalha numa empresa de seguro saúde e faz o credenciamento de prestadores em Minas Gerais e no Espírito Santo. Dessa vez vai para o Espírito Santo.

Penso em Linda e tenho uma ereção. Minha mulher já arrumada chega à sala e percebe.

– Ta de pau duro porquê? Tava pensando nas suas putinhas?

– Isso é coisa do passado, meu amor. A única putinha que tenho é você. Vem cá, vem.

Boto o pau para fora do short. Ela vem em minha direção, se ajoelha e aperta meu pau.

– Você não me respondeu. Ta de pau duro por quê? Responde ou arranco ele fora.

– Acabei de ler um conto delicioso.

Ela olha para a tela do notebook, que por sorte estava na página da Casa dos Contos.

– Como eu gosto de ler também, vou lhe dar o benefício da dúvida.

Em seguida começa a chupar meu pau. Ela chupa gostoso, movendo-se para cima e para baixo, fazendo a cabeça do meu pau deslizar pelo céu da boca. Gozo logo.

Ela se levanta e vai ao banheiro.

– Falou alguma coisa, amor? Pergunto só de sacanagem, pois sei que ela apesar de adorar chupar minha rola, não engole o leite derramado.

– Uhmm, uhmmm. Responde sacudindo negativamente a cabeça.

– Não acredito. Com tanta gente passando fome e você vai mais uma vez desperdiçar um alimento tão rico em proteínas. Que vergonha.

Ela volta do banheiro e diz:

– A tua sorte é que já estou em cima da hora para pegar o avião e vou ter que ficar a ver navios, mas aguarde a minha volta que vou querer a forra…

Deixo-a no aeroporto e volto para casa. Estou cansado e resolvo tirar uma soneca. Acordo com o interfone. Já está escuro. Dormi a tarde toda.

– Alô.

– Oi. Estou com saudades. Sobe.

– Acho melhor ficar por aqui. Sua mãe vai acabar descobrindo.

– Se você não subir, vou ficar triste, a tristeza vai aumentando e quando minha mãe voltar de viagem e me vir chorando vai perguntar “o que aconteceu com o meu bebê…” Responderei aos prantos “tio Carlos não quer mais me comer, buuaaa, buuaaa”.

– Estou subindo.

Essa menina está me saindo melhor que a encomenda. Tomo uma ducha rápida para tirar o ranço do sono da tarde. Chego à cobertura, toco à campainha, ouço passos se aproximando e finalmente a porta se abre.

Linda me recebe com um sorriso de orelha a orelha, radiante como uma criança que acabou de ganhar um presente muito desejado. Ela estava vestindo blusinha branca, saia plissada, bem curtinha, azul marinho, meias ¾ brancas, sapato preto e usava tranças.

Eu estava diante de uma autentica normalista. Instantaneamente me vi com 20 anos, parado à porta do Instituto de Educação, esperando a saída das alunas para ver se fisgava alguma. Era meu fetiche, mas nunca tive sucesso.

– Entra, professor. Qual será a aula de hoje?

– Em que matéria você está mais fraca?

– Oratória. Lembra que o senhor não me deixou terminar da última vez. A gente começa dali e depois o professor me ensina coisas novas…

Essa conversa de sentido dúbio me excitou e o pau já está duro. Linda me empurra para o sofá e diz:

– To dodói e não posso falar muito alto. Vou usar seu microfone.

Puxa meu short para baixo liberando o acesso ao meu pau, que está duro que nem rocha. Ela o beija com carinho, lambe a cabeça, vai mordiscando toda a extensão até chegar no meu saco. Pega-o com cuidado e engole minhas bolas. Primeiro uma, depois a outra e finalmente coloca o saco todo dentro da boca e o massageia com a língua.

Abandona meu saco e volta a atenção novamente para o meu pau. Engole-o novamente, até encostar o nariz nos meus pentelhos. Acaricio seus cabelos. Ela começa com o movimento de vai e vem. Agarro sua cabeça e passo a conduzi-la. Gozo um, dois, três jatos dentro daquela boquinha de lábios finos e dentas alvos.

Ela tira o pau da boca, olha para mim sorrindo, mostra a língua coberta com meu leite e fecha a boca. Torna a mostrar a língua, agora totalmente limpa.

– Que leitinho gostoso. Docinho. Fala enquanto lambe os lábios.

– Vem cá minha putinha.

Puxo-a para o sofá. Levanto sua saia, tiro-lhe a graciosa calcinha de algodão que lhe cobre o tufo de pentelhos dourados e a xana, aliso seus grandes lábios. Enfio meu dedo dentro daquela gruta, está encharcada. A mamada na minha pica lhe deixou cheia de tesão. Caio de língua e chupo com prazer todo seu mel. Ela geme baixinho, aos poucos vai aumentando seu tom enquanto minha língua entre e sai. Passo minha língua nas preguinhas dela, todos os pêlos de seu corpo de eriçam.

Meu pau volta a ficar duro. Levanto-a e acabo de despi-la. Faço-a ficar de joelhos no sofá com o tronco apoiado no encosto. A marquinha do biquíni aparece indicar qual o caminho a seguir. Arreganho-lhes as bochechas da bunda, deixando a mostra seu botãozinho rosado. É lindo, redondinho, intocado.

– Vem come meu rabinho, mas com carinho viu. Pede ela com uma voz quase suplicante.

Encosto a cabeça do pau na xana e vou até o fundo. Vou e volto umas duas vezes. Retiro o pau encharcado e o encosto na porta dos fundos. Sinto que ela se contrai.

– Não. Assim vou te machucar. Tente relaxar. Faça um pouquinho de força.

Ela segue minhas instruções como uma aluna dedicada. Forço um pouco e a cabeça começa a entrar. A respiração dela está acelerada. Empurro um pouco mais e a cabeça entra toda.

– uuuuhhhhh!!!!

– Ta me vaiando por quê? Não está gostando? Brinco para descontraí-la ainda mais, enquanto espero seu esfíncter se acomodar.

– Bobo.

Vou então empurrando até estar todo dentro dela. Vou bombando lentamente para não machucá-la. Aliso suas costas e seu bumbum. Ela começa a jogar o corpo para trás fazendo o meu pau ir mais fundo. Passo a mão por baixo dela e começo a brincar com o grelinho. Ela goza ruidosamente.

– Aaahhh!!! Aaahhh!!! uuuuhhhhh!!!! Que booommm!!! Não pára, goza no meu cu.

Continuo bombando e gozo logo a seguir. As pernas bambeiam. Sento-me no chão. Observo Linda, está ofegante. Ela continua de joelhos no sofá, agora com a bunda apoiada nos calcanhares. Seu cu pisca enquanto meu leite começa a sair.

Ela se levanta, vem até mim e me beija.

– Minha mãe não exagerou em nada… Obrigada por ter sido tão carinhoso comigo, Carlos.

Depois de presentear-me com seus dois selinhos, proporcionar-me a realização de dois sonhos, comer um cabaço a uma normalista, ainda me agradece. Não falei que era uma menina educada…

Papabrioco

2 comentários em “Tirei o cabaço da filha da vizinha

  1. michel
    04/05/2012

    em meio a hitoria ja tinha gozado, aprendir boas coisas vlw carlos

  2. sou um coroa tarado em cabaço. meu email ..antonmacosta@gmail.com

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Publicado às 25/07/2009 por em estórias, narrador e marcado , , .
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