Há alguns anos, quando minha família viajou e eu não pude ir, pois estava estudando para o vestibular, fiquei em casa com uma moça de mais ou menos 16 anos. Se chamava Alice e ela era boa de corpo, principalmente a bunda, e um jeito meigo, encantador mesmo.
Ela vestia saias feitas pela mãe dela, que morava no interior do Paraná e era costureira, saias justas, que mostravam as curvas, mas que também iam até depois dos joelhos, com estampas infantis, geralmente de flores e bichinhos.
Aqui na capital ela morava com duas irmãs e tinha fama de certinha, segundo minha mãe ela era de família crente, alias foi na igreja que a mamãe, que também é crente, a contratou, quando ela tinha 14 anos.
Creio que foi o jeito meigo e infantil dela, mais do que seu corpo, que me levou a fazer o que se chama “proposta indecente”, se bem que eu não a apresentei de um jeito muito indecente…
Ela foi ficando, com o passar do tempo, mais e mais intima da gente em casa, e sabendo que eu sou muito brincalhão e bom filho de minha mãe, nunca faria nada que provocasse escândalo, ela foi pouco a pouco aceitando minhas brincadeiras, como por exemplo dizer, quando ela fazia uma coisa errada, que ela merecia umas palmadas, mas dito em tom de brincadeira, deixando claro que não tinha intenção de bater pra valer. Ela ria, meio sem graça no começo, depois se acostumou e depois passou a brincar também, dizendo: “vou contar pra mamãe”, quando eu falava em palmadas.
E assim, quando ela tinha seus 16 anos, meus pais estavam viajando e eu tinha certeza que podia fazer a proposta em segurança, eu comecei a falar da bunda dela, dizendo que era muito bonita e coisa e tal, ela riu sem graça, visivelmente constrangida, e falou:
– Ora Ed (meu nome), não diz isso que fico sem graça.
– É que eu estava pensando numa brincadeira…
– Olha que sou moça direita!
– Tudo bem, Alice, tudo bem, vai se só uma brincadeira, e só se tu topar. Se não quiser, eu nunca mais te incomodo.
Alice pensou um pouco, sorriu de um jeito maroto e perguntou:
– E o que é?
– Cê gostaria de ganhar 50 reais?
– Depende… se for o que tô pensando…
– Calma mocinha, é só uma brincadeira, e não é nada indecente.
– É o que?
Aí tomei coragem, e confiante na ingenuidade dela, e no poder do dinheiro também, eu disse:
– É o seguinte: cê deita de bruços no meu colo, e eu te dou umas chineladas.
– Tá doido, Ed? – ela sorria de orelha a orelha, ia acabar caindo na gargalhada, mas eu disse mais:
– Espera Alice, não terminei, vai ser só de brincadeira, não vai doer nem nada. E te dou cinquentão!
A Alice não deixou de sorrir, mas parou pra pensar. Eu disse:
– Vai, será só de brincadeira, não conto pra ninguém e te dou 50 reais. Que que cê acha? – Não sei…
– Não vai doer nada!
Ela olhou pra mim, pensou um pouco, sorriu mais ainda, olhou de novo pra mim, corou, riu baixinho, e disse:
– Cê me dar 50 reais?
– Dou.
– Não vai bater pra doer não, né?
– Não. E nem conto pra ninguém.
– Então tá.
Ai eu peguei o dinheiro, eram dez notas de cinco, e pedi para ela contar. Fiz isso para ela não desistir na ultima hora, e pensar no dinheiro, que assim tomaria coragem. Ela contou uma por uma, até 50, olhou gulosa para o dinheiro na mão dela, se tinha alguma duvida essa duvida acabou quando contou a grana, e me perguntou como que seria. Eu puxei uma cadeira, peguei um chinelo e pedi pra Alice deitar no meu colo, com a bunda pra cima. Ela corou de novo e me disse:
– Vê lá, hein, de leve.
– Claro, de leve.
Ela deitou no meu colo tremendo feito vara verde, vermelha até as raízes dos cabelos, e com um grande sorriso amarelo. A virgem boba não queria admitir que estava excitada (é possível que também não soubesse definir o que sentia), e ficou rígida, com as pernas tão juntas que pareciam forma uma perna só. Eu dei a primeira chinelada, de leve, e ela deixou escapar um gemidinho. Depois uma série de chineladas, todas de leve, e uma hora eu levantei o chinelo bem alto e desci ele rápido, mas só toquei de leve no bumbum dela. Ela se arrepiou toda, deu um assobio baixinho, mas não teve coragem de cobrir o bumbum com a mão, alias, durante toda a brincadeira (certamente não foi uma surra) ela ficou calada, sem dizer nada, só tremendo e respirando com ofegação, as vezes rindo um pouco, mas nada disse, nem fez nenhum gesto brusco.
Aquilo levou uns dez minutos, e quando acabei dei o dinheiro pra ela, e ela, corando um pouco de novo e com um sorriso bem amarelo ao mesmo tempo, me perguntou se faríamos aquilo outras vezes. Eu disse que sim e que ia ser de leve, a não ser que ela aprontasse, falei brincando. É claro que eu tinha todo interesse do mundo em não espantá- la, queria contar com ela. Ela riu, pegou o dinheiro e saiu falando:
– Vê lá, hein Ed, ninguém pode saber.
Era evidente que ela tinha adorado, essa foi a primeira experiência sexual daquela virgem religiosa, mesmo que ela não entendesse o componente sexual de uma surra na bunda, mesmo sendo só de brincadeira, mesmo não entendendo o que sentia…
E eu fui até o banheiro, pela primeira vez começava a realizar minhas fantasias, não tinha coragem de propor isso para minhas namoradas, então fui para o banheiro e me masturbei nem me lembro mais quantas vezes, acho que nunca soltei tanta porra na vida, só pensando na “surra” que dei na Alice.
– E foi só de brincadeira…
Nas outras vezes, foi a mesma coisa: eu aparecia com a grana, dava chineladas de leve no bumbum dela, brincava assim por uns dez minutos e depois ela se levantava, pegava o dinheiro e saia rindo. E isso durou um certo tempo.
Devo dizer que eu não proporia isso para Alice se não contasse pelo menos com o silêncio dela, no caso de não aceitação. Mas ela era uma mocinha bem alegre, levava tudo na brincadeira, e eu não tinha mesmo intenção de magoar ninguém (até por interesse. Queria que Alice continuasse brincando comigo).
E havia outras coisas, também: eu continuava com minhas namoradas, ficando com essa, depois com aquela, como quase todo mundo da minha idade, só que não tinha coragem de propor nada parecido com o que eu havia feito com Alice. Então eu me acostumei a transar com elas pensando nas minhas brincadeiras com a empregada, as vezes eu até dava chineladas em Alice pra um momento depois meter numa moça da vizinhança ou da faculdade (porque passei no vestibular), com o pinto ainda duro pelas chineladas e doido pra descarregar, eu geralmente dava uma rapidinha nas moças, as vezes isso rendia uma transa memorável, sempre pensando nas brincadeiras com Alice e o chinelo…
Além disso, tinha outro fator muito prosaico mais muito importante também: onde eu arranjaria tanto dinheiro? Quer dizer, se cada “surra” nela me custasse 50 reais, e eu não sendo milionário, logo se vê que as “surras” não poderiam ser muito freqüentes. Depois de um tempo, eu tinha gasto toda minha poupança principalmente em Alice, não tinha mesada pra receber (e ainda agüentava meu velho me dizendo: “vá trabalhar, vagabundo”), Alice chegou pra mim e perguntou:
– Que que foi, Ed? Cê enjoou de brincar, foi?
– Não Alice, é que ando meio duro estes dias, cê sabe, né? Mas é só por uns dias, logo, logo a gente brinca de novo…
– Olha Ed, se quiser eu faço fiado pra você…
Olhei pra cara dela e ela corou… então comecei a rir e disse que não precisava, eu logo ia arranjar dinheiro.
Passei a mão na cabecinha da donzela e sai rindo, senão ela ia dizer que brincava de graça. Não queria muito envolvimento com Alice, era só uma brincadeira.
No mesmo dia, eu procurei todos os meus amigos e perguntei se eles não precisavam de alguém pra trabalhar meio período. Um deles me indicou na firma do pai dele, e eu comuniquei pro meu velho que ia trabalhar meio período a partir do dia seguinte. O velho sorriu satisfeito pra mim e me desejou sorte. Eu ouvi ele comentando com a mamãe:
– Até que enfim este vagabundo tá tomando juízo.
Falei depois pra Alice que ia começar a trabalhar e só poderia dar chineladas nela no fim de semana. Ela sorriu satisfeita e disse que faria fiado pra mim no próximo sábado, pois eu ainda não tinha recebido.
O que eu ia receber por meio período daria para brincar com Alice 4 vezes por mês, e ainda sobraria um pouco. Esse pouco, mais a mesada que o velho me dava eu poderia levar uma vida razoável de jovem estudante, sem luxo, mais também sem aperto.
No primeiro sábado depois que comecei a trabalhar eu chamei a Alice, fomos prum canto, dei nela chineladas de brincadeira por uns dez minutos, como sempre, e ela saiu rindo do meu colo, como sempre também. E ainda comentou:
– Quem diria que esse mocinho ia pegar no batente por minha causa!
Eu estranhei que Alice falasse assim. Mas achei que ela estava brincando e não levei a sério. Devo dizer que o comportamento dela durante as chineladas mudou muito com o tempo. No começo, era aquela timidez, o tempo todo tremendo e sorrindo amarelo. Depois, ela foi ficando, digamos, mais brincalhona, passou a gritar e a espernear e a fingir que chorava, ao mesmo tempo rindo e comentando:
– E se alguém pega nós dois nessa posição, meu Deus?
Eu comecei também a reparar que eu ia para um banheiro, depois dessas brincadeira, e ela ia para outro, geralmente o da área de serviço, que eu nunca usava, pois era o banheiro das empregadas. Um dia, só por curiosidade, eu fui espiá-la e percebi que depois dessas brincadeiras ela ia bater uma siririca, gozava com as chineladas de brincadeira do mesmo jeito que eu…
Pelo jeito, eu era o amante dela, mesmo que não houvesse sexo convencional, e nem eu queria isso.
Bom, por mim, tudo bem. Não me metia na vida dela e enquanto ela não se metesse na minha, podia gozar imaginando que levava surras de verdade, que apanhava de sei lá que galã de novela ou do cinema, como eu imaginava que espancava a bunda de Sandra Bullock.
Mas um dia aconteceu uma coisa: eu já disse que continuava pegando moças numa boa, na faculdade e na vizinhança. Mas eu não costumava levar essas moças para casa, mamãe não gostava e meu velho não ligava muito, mas não queria que eu as levasse pra casa pra não contrariar mamãe. Mas um dia em que os meus pais estavam viajando e a Alice, que por essa época estava pra fazer 18 anos, a Alice, eu dizia, estava de folga, e eu imaginava que não tinha ninguém em casa, eu peguei uma galinha lá na faculdade, uma dessas que dão pra todo mundo, e eu pensei: “bom, tô sozinho em casa, pra que pagar motel? Levo ela pra casa, não tem ninguém, meus pais tão passeando e a Alice tá de folga, então vou levar essa galinha pra lá.”
E assim fiz. Levei a galinha da minha colega pra casa e transamos numa boa. Depois eu a levei pra casa dela e voltei pra minha. Quando entrei na minha casa, adivinhem quem encontrei? Isso mesmo, Alice, e olhando pra mim com a cara mais feia do mundo.
Eu estranhei, porque afinal era dia de folga dela, e me assustei com aquela cara, bem diferente da Alice brincalhona que eu conhecia. “O que ela tem?”, pensei. Cheguei pra ela e perguntei o que tinha acontecido. Ela me respondeu:
– Eu esqueci minha bolsa, e como tenho chave e pensava que cê tava com seus pais passeando, entrei sem fazer barulho.
– Tá, mas porque essa cara feia? Alguém te fez mal?
– Alguém… é, alguém que eu…
– O que foi?
Ela começou a chorar e eu olhava pra ela sem entender nada. Toquei no ombro dela e ela me virou a mão. Fiquei pasmo. Perguntei o que tinha feito e ela:
– Nada. Só… snif – ela fungou – … fez… snif… com outra.
– Mas… o que é isso Alice? Eu transo com muitas moças. Cê sabe disso, não sabe?
– Não, eu… EU ERA UMA IDIOTA, ACHAVA QUE VOCÊ GOSTAVA DE MIM.
– O que? Mas… Alice, desde o começo que cê sabe que aquilo entre nós é só uma brincadeira. E eu te pago pelas chineladas, não pago?
– TOME, PODE FICAR COM SEU DINHEIRO! – ela me jogou os 50 reais na cara e foi chorar num canto.
Eu fui atrás dela, não sei porque eu me senti meio culpado, fui atrás dela e peguei Alice chorando no quarto dela.
Assim que ela me viu, gritou:
– SAI, ME DEIXA CHORAR EM PAZ, QUE BURRA SOU EU! SAI!
– Que isso, mocinha, não sabia que isso era importante pra você, eu achava que era só uma brincadeira.
Ela parou de chorar, e eu pensei: “que bom, ela tá se acalmando”. Ela disse que queria conversar, então eu sentei na cama dela. Ela me perguntou se eu transava mesmo com outras, e eu disse que sim, desde antes dela vir para minha casa, eu não comentava em casa por causa dos meus pais, mas transava com muitas moças. Ela sorriu, um sorriso estranho que me fez tremer um pouco, e me perguntou se aquilo era apenas uma brincadeira para mim, as chineladas, e eu disse:
– Bem, eu não levo isso a sério… me desculpe, eu não sabia que isso seria importante pra você, você parecia levar tudo na brincadeira.
– E me diga… cê dá chineladas nas outras?
– Palmadinhas sim, eu dava – disse, rindo – é só brincadeira também, não é pra valer.
A Alice dilatou as narinas e olhou pra parede com uma expressão feroz, e eu entendi que tinha falado demais. Ela se controlou, sabe Deus como, e olhou para mim de novo, pra perguntar:
– Cê fala pra elas de nossas… brincadeiras?
– Não, isso não – na verdade, eu comentava com todas as moças que pegava, pra ver se não tinha uma que gostava. Mas é claro que não diria isso pra Alice. E ela não acreditou. Olhou incrédula pra mim, como se a mentira tivesse a deixado com muito mais raiva. E eu pensei: “Existe mesmo essa tal de intuição feminina.”
– E outra coisa – disse Alice – você pensa nessas brincadeiras quando… enfim… faz isso… isso que você sabe… com elas?
Eu me espantei que uma moça da idade de Alice fosse tão complicada em relação ao sexo. Eu transava numa boa desde os 13 anos, e Alice era a única virgem que eu conhecia. “Religiosa, e do interior, e tímida…”, eu pensei, balançando a cabeça. E cometi a grande besteira de dizer a verdade:
– Sabe Alice, eu realmente penso nas nossas chineladas quando transo com elas. Eu te respeito, e não te canto nem te quero pra transar, e sei que você leva muito a sério sua honra de donzela, daí eu acho melhor descarregar nas outras o tesão que você me dar. Você também não acha?
Ela respondeu pegando um objeto que nem me lembro mais qual era e atirando com toda força na minha cara. Doeu, e sangrou. Ela continuou me jogando coisas, e então eu a agarrei pelos pulsos, enquanto ela chorava e gritava, me xingando de cínico e depravado, e sedutor e cafajeste, e monstro, animal, e por ai afora. Eu tentei falar com ela e foi pior, ela passou a me cuspir e avançou em mim para me morder. E mordeu, meu rosto ficou ferido e começou a sangrar. Eu olhei para o espelho que ela tinha no quarto e não sei o que me deu, fiquei louco com o que ela fez na minha cara, e com a Alice agarrada pelos pulsos, eu disse:
– Quer dizer que a criançona gosta de chineladas? E de palmadas, cê gosta?
E debrucei Alice no meu colo, sentado na cama dela, segurei firme a sua cintura, deixando as duas mãos livres, e ela se aproveitou pra tentar me bater, enquanto eu começava a golpear forte o traseiro daquela virgem.
Foi uma loucura, ela me arranhando e me esmurrando, enquanto eu dava tapas no rabo dela. Ela me xingava de tudo quanto era nome, menos palavrão, que isso a religião dela proibia, e ainda virava o rosto para tentar me cuspir, enquanto eu batia com vontade, além da raiva eu ainda queira ver se conseguia parar aquela fúria, os tapas eram tão barulhentos que eu por vezes não conseguia entender o que ela falava, mas de vez em quando ouvia algo assim:
– Ai, ai ai, seu monstro! Snif, snif (ela fungava e gritava ao mesmo tempo), vou te matar, vou pra policia, vou contar para seus pais e para minha família, vou contar pra todo mundo…ai ai, uaaaaá…
– E eu vou te acalmar, vou te curar dessa loucura. Vou te deixar bem, te prometo.
E foi assim a surra que dei nela, a primeira de verdade, coisa que nunca pensei que um dia faria, e considerava impossível…
Passados alguns minutos, eu já não tinha raiva dela, mas quando eu ameaçava parar ela tentava me golpear de novo e eu não podia deixar ela naquele estado, então eu recomeçava, firmemente decidido a só parar quando Alice estivesse calma, sem aquela fúria toda. Tive que bater por muito tempo, e só parei quando ela também parou. Ficou aquele corpo mole no meu colo, a bunda pra cima e as mãos na cabeça, chorando de dó dela mesma, sem forças pra se mexer e nem moral pra me atacar.
Quando nós paramos, eu a olhei com mais atenção, e vi que ela tinha chorado pra valer, o lençol da cama estava até molhado, olhei para a cara dela, fiquei com a maior pena daquela bela donzela ficar tão feia, inchada de tanto chorar e gritar. Passei a mão nos cabelos dela, e ela deixou, fraca demais pra me repelir e sem voz pra mandar parar.
Mas enfim, a surra acabou e eu, calmo e com dó dela, Alice finalmente derrotada e submissa… não pretendia que ela ficasse daquele jeito… eu não resisti a tentação e passei a mão de leve no bumbum dela. Minha nossa, eu pensava que essa história de bumbuns ficarem queimando depois de uma sova fosse só ficção, mas nem chegam perto da realidade. Quase chorei também, de dó dela. Eu maquinalmente fui pega uma espécie de creme ou pomada que tinha na instante dela, mas ai pensei: “Ora, depois de tantos tapas no traseiro, eu vou ter cara de pau de querer alisar com creme as nádegas de Alice?” Mas depois pensei também que se não fizesse isso seria pior pra ela…
Eu então enfiei a mão com o creme debaixo da saia dela, ela ainda estava gemendo e chorando baixinho, eu com medo dela me repelir, mas mesmo assim eu botei a mão debaixo da saia dela e passei o creme de leve. Ela suspirou de alívio a medida que eu passava o creme, e eu me tranqüilizei também.
Passados alguns minutos, ela fez menção de levantar a saia, para facilitar eu passar o creme nela, mas eu a impedi, dizendo:
– Querida… (na mesma hora, eu me arrependi de usar a palavra querida. Ela não era apenas uma moça que brincava de apanhar de chinelo comigo, e um dia teve um ataque de histeria que precisei curar com uma surra de verdade? Mas continuei) querida, sei que você é uma moça decente, não é certo eu ver suas partes… assim é melhor…
Na verdade, o que eu não queria era ver a bunda de Alice, que deveria estar inchada e marcada, não queria ver o resultado das palmadas.
Peguei a mão dela e segurei com uma ternura que nunca tive antes por nenhuma mulher, não era só o remorso que me fez agir assim não, eu a amava mas ainda não sabia definir esse sentimento. Creio que eu era tão inexperiente no amor quanto ela no sexo…
Ela deixou-me segurar a mão dela enquanto com a minha mão livre eu medicava aquelas nádegas em brasas. Mas no minuto seguinte, logo que ela recobrou um pouco as forças, ela me disse para puxar a saia pra cima, eu novamente me recusei. Ela me disse pra eu passar uma outra pomada que tinha na cabeceira da cama dela, e enquanto eu me estendia pra pegar, ela levantou a saia e arrancou as calcinhas, deixado a mostra o traseiro castigado.
Eu me arrepiei vendo o meu estrago, dois círculos em vermelho vivo, rodeado cada um por uma aureola rosada, e algumas marcas roxas de dedos. Logo que vi aquele rabo sovado, eu larguei o creme e corri pra beijar o bumbum de Alice, que gemeu de alivio e dor e (por que não dizer?) tesão, meus beijos refrescando a carne viva de sua bunda marcada de tapas…
Passei meia hora beijando, e lambendo, e passando creme na bunda ardida dela. E aos poucos ela foi recobrando as forças, mexendo as pernas, deixando a mostra o cabaço, a fenda nunca antes tocada por um homem, e minha cabeça se encheu de desejos obscenos, a que tentei reprimir, afinal eu não queria fazer mais mal do que tinha feito, mas ela abria cada vez mais as pernas e acabou me perguntando:
– Ed… cê já fez muita coisa com mulher, não já?
– Não fale disso querida – “ai não, querida não”, eu pensei. Mas não tive coragem de me corrigir, não queria magoá-la mais.
– Mas cê já fez, não já?
– Fiz, fiz muita coisa como cê diz, mas não fale disso, por favor!
– Sabe muita coisa também, não sabe?
– É, sei…
– Ed… eu nunca fiz nada com homem, não sei nada…
– É claro, cê é uma moça séria… me desculpa que… – “não, querida não” – Alice, mas você teve um tal ataque de histeria…
– Ed, eu quero que cê me ensina.
– O que, queri… Alice?
– Ora o que! Me ensina a ser mulher!
– Queri… Alice, ouça…
– Não quero mais ser moça.
E ela abriu completamente as pernas, deixando a mostra o cabaço, a mata intocada, bela gruta negra debaixo de duas montanhas vermelhas que eram as nádegas dela…
Meu pinto, apesar de meus esforços para me conter, meu pinto não agüentava mais, estava pra rasgar minha calça, pra estourar o zíper, eu pensei: “É uma loucura, mas é mais forte que eu”. E abri o zíper da minha calça, penetrando com cuidado naquela gruta inexplorada, com cuidado também para não encostar muito na carne vermelha dos tapas recebidos que ficavam tão próxima… o local castigado, vizinho do local do prazer… talvez parceiros… e a gruta úmida, as lagrimas que molharam o lençol vieram da mesma fonte que a preparou a criançona histérica para se transformar em mulher…
“Tudo era uma brincadeira…”, eu pensei. Ela me forçou a isso, e agora me escravizou, paguei mais caro do que ela, a histeria e o corretivo…
Quando a penetração começou, ela deu um gritinho, e depois um longo gemido, lágrimas rolavam em seu rosto de novo, e quando eu enfiei tudo, iniciei um delicioso vai e vem, que compensou a nós dois, pois além de chocado com meus próprios atos para com ela, foi também dolorosa para mim a penetração, tão lubrificada mas também tão apertadinha, e afinal eu tinha que tomar duplo cuidado, não podia encostar nas partes castigadas pelos tapas.
O hímen rompido deixava sua marca no lençol, o mesmo lençol molhado de lagrimas, e até hoje o sangue está lá, Alice nunca quis lavar o lençol, e ele esta em um baú com nossas lembranças, junto com o vestido de noiva dela.
Tudo era uma brincadeira… virou paixão e histeria. Antes ela ria da piada, com alegria… agora chorava o bumbum corrigido a tapa, o sangue virginal derramado no lençol, e com mais alegria ainda.
Alice começou uma mocinha donzela, passou a ser uma criançona histérica, e agora era uma mulher.
– Minha mulher…
– O que, Ed?
– Case comigo…
– Ho Ed…
No final do período letivo, eu tranquei o curso na faculdade. Meu velho não entendeu nada, minha mãe achou que eu tinha enlouquecido, mas eu sabia o que queria. Na empresa do pai do meu amigo, eu passei a me dedicar de corpo e alma, trabalhando em tempo integral, e logo era promovido, e antes dos 25 anos eu ocupava um cargo na direção da empresa do pai do meu amigo, era uma grande empresa e meu patrão sabia valorizar um jovem inteligente e dedicado. Nessa época, deixei a casa dos meus pais e fui morar com minha mulher, em um apartamento comprado especialmente para nós e nossos filhos.
Ainda hoje, Alice ri quando se lembra das brincadeiras com o chinelo. Uma risada franca e infantil, realmente contagiante… realmente encantadora.
Junior