estórias com sexo

para masturbar insónias

Mais rapidinhas na tia

Estou de férias, por isso faz dois dias que estou pousando na casa da minha tia. São 11 h da manhã, e estou escrevendo no laptop. Vou contar como foi a manhã aqui. O tio foi pro trabalho lá pelas 7:30 e a tia a essa hora estava na cozinha tomando café. Pouco depois eu entrava na cozinha.

No dia anterior, quando ajudei a tia a lavar a louça depois da janta, já tinha passado a mão nela (meti a mão por baixo da saia e só não enfiei a mão na vagina porque ela não permitiu) e por isso, me olhava um tanto desconfiada quando entrei na cozinha. “Hoje a senhora não escapa!”, falei a encarando nos olhos.

Enquanto tomava meu café, como ela tinha começado antes, quando acabou ela se levantou levando sua xícara para a pia. Nesse momento, me levantei também, chamando sua atenção, mas não me intimidei: a agarrei, prensando-a contra a borda da mesa. Levantei a saia (a mesma que ela vestia no dia anterior) e num movimento rápido, baixei a calcinha. Baixei a bermuda e meti sem dó minha vara na sua vagina. Como estava excitado demais, acho que não levei mais do que 5 min a bombando até gozar sobre sua coxa.

3

Já é um costume antigo tanto da nossa família quanto da do meu tio (irmão do meu pai) passarmos as férias de verão na praia juntas. Ao todo somos 8 pessoas numa casa durante um mês e meio: papai, mamãe, titio, titia, eu e meus primos. É sempre assim, dezembro, férias da faculdade e do colégio e as 2 famílias estão rumando para o litoral. Mas sem perder tempo, escrevo para contar que dessa convivência entre as 2 famílias, há um fato que só as pessoas que as vivenciam sabem: desde os meus 16 anos, eu transo com minha tia (atualmente tenho 21 anos), nessas férias que temos na praia.

Todo ano, sempre damos um jeito de podermos ter nossas relações, algumas vezes é uma rapidinha e outras vezes, mais demorada. Antes vou dar uma breve descrição da minha tia, sem maiores detalhes: está na faixa dos 45 anos, fisicamente não é gorda nem magra, diria que está bem se compararmos com a média das mulheres de sua idade, porque sempre que pode costuma dar suas corridinhas no parque perto da casa deles na cidade. Os seios são pequenos (lembro de uma vez que pegando neles com a mão espalmada, quase os fechei por completo), mas são proporcionais com seu corpo. Digo pequenos, mas também porque sou quase 30 cm mais alto que ela, e uma vez me aproveitei disso e enquanto a penetrava a deixava suspensa no ar com, a fazendo desesperadamente encostar os dedos dos pés no chão, mas o meu tesão aumentava vendo que não podendo se apoiar, o próprio peso do seu corpo por gravidade a fazia atolar completamente na minha vara e ela a cada tentativa inútil de escapar dessa armadilha e urrava de dor com isso.

Mas vou contar aqui a transa que tivemos no verão passado. Já passava da meia-noite e acordados estávamos eu e meu primo jogando videogame, os outros já estavam todos no quarto. Dali a pouco aparece minha tia, com cara de sono vestida com camiseta e calcinha, reclamando que éramos para ir dormir.

Meu primo ainda fez manha, pedindo pra ficar acordado, mas na hora vi a chance de pegar a tia, por isso fiquei do lado dela, dizendo “que tem que obedecer a tua mãe!” Cheio de birra ele se levantou e enquanto se arrastava em direção do quarto, já me levantava também e enquanto cuidava com o canto do olho para ver se meu primo já entrara no quarto, com um “psiu”, chamava a atenção da tia e quando ela se virou para mim, disse movendo os lábios, sem voz e apontando para a cozinha, que queria ela lá que eu iria em um minuto.

A cara de sono dela desapareceu como num passe de mágica, dando lugar a cara de susto quando baixei meu calção e mostrava meu pau já semi-duro! Ainda ouvi a dizer: “Você é louco! Esta todo mundo aqui, agora!” Balancei a cabeça, como quem diz “não quero saber!” e mais uma vez fazendo o sinal para que ela fosse a cozinha. Quase ejaculei só vendo sua bundinha rebolando enquanto se dirigia a cozinha. Ainda antes dela entrar lá, disse para que não ligasse a luz da cozinha, que o clarão da lua que entrava pela basculante da cozinha, seria o suficiente para a iluminação.

Passando pelo interruptor da sala, desliguei a luz da sala, deixando toda a casa no escuro. Ao entrar na cozinha, encostei de leve a porta vendo que a tia estava de pé apoiada junto a uma das quinas da mesa. Quando me viu, aparentando estar agitada, repetiu que era arriscado, que acabássemos logo com aquilo. Respondi “que só depende da senhora me deixar bem excitado. A senhora sabe que gosto que a senhora aperte bem meu pau quando estiver metendo!”

Ela não evitou um risinho encabulado quando ouviu o que eu disse e “retornando a seriedade”, disse “vamos logo”. Meu pau estava estourando, já tinha baixado o calção e cada pulsada quase encostava na minha barriga. Mesmo nesse estado, ainda conseguia raciocinar e pedi para minha tia ir para o balcão que havia do lado da geladeira, pois ali podíamos escapar de algum flagrante indesejado. Com 5 ou 6 passos, ela venceu a distância que a separava desse balcão e mal se encostara nele, eu já puxava para baixo a calcinha. Prensei a tia contra o balcão enquanto ia forçando meus 18 cm para dentro da tia.

Ouvi o gemidinho dela ainda antes de iniciar um vai-e-vem intenso, fazendo barulho quando o balcão batia na parede. Isso a deixava mais agitada ainda, e se segurando com dificuldade passando o braço em torno do meu pescoço, repetia “pára, pára, vai acabar acordando todo mundo!” Puxei pra fora, enquanto ela tomava um fôlego, visivelmente cansada e arfante. “Quase?”, ela me perguntou com aquele olhar de pela-amor-de-deus-vamos-logo! Entendi o recado! Me sentei num dos bancos e apontando para meu pau totalmente na vertical, a chamei para sentar no meu colo de costas para mim.

Ela se posicionou, pondo uma perna por fora das minhas e enquanto eu segurava meu pau, ia direcionando enquanto ela ia descendo, com suas mãos apoiando sobre meus joelhos. Quando sentiu o toque da cabeça do pau na boceta, por instinto deu uma freada, mas nesse momento a forcei para baixo, atochando toda a extensão do pau pra dentro dela de novo.

Ainda tentou talvez num ato involuntário escapar, mas a prendi enquanto soltava um gemidinho… “Ah…ah…ah…ah….ah”, era tudo que eu ouvia enquanto a tia subia e descia se esfregando por todo o comprimento do meu pau e assim foi até eu anunciar que gozaria em segundos. Foi uma sucessão de jatos de porra que ela recebeu, e quando levantou-se havia um filete da porra escorrendo na parte interna da coxa.

Uma semana depois do final do veraneio, já aqui na cidade, minha mãe pediu que eu levasse uma revista Caras para a tia e para minha surpresa, ela estava sozinha em casa (achava que um dos meus primos estivesse). Desnecessário dizer que mais uma vez a tia teve ser minha “mulherzinha”, mas isso fica para um outro conto.

4

Semana atrás, a pedido do meu tio, fui a sua casa para ajudá-lo a consertar uma das estantes da sua casa. Estava somente ele e a tia, pois meus primos estavam todos na praia. Ao chegar lá, vi a tal estante que precisava de conserto e logo fui avisando o tio que seria demorado, mesmo com sua boa vontade em me ajudar com o serviço. Tinha chegado na casa dos meus tios cedo da manhã de um sábado, e quando era perto do meio-dia, não tínhamos chegado nem a metade do conserto.

Mais ou menos a uma da tarde, demos uma pausa pro almoço e é claro que esperava ter uma chance de pegar a tia. Pra mim seria o “pagamento” pelo conserto do móvel, claro que o tio nem sonhava com essa possibilidade. Depois do almoço, ainda a mesa, o tio avisou que faria uma sesta e me disse pra também dar uma parada porque era muita coisa para ser feito só por uma pessoa.

Levantou-se e se dirigiu para o sofá pro cochilo e eu e a tia que ainda estávamos a mesa, disse a ela que a ajudaria com os pratos e ao entrarmos na cozinha já fui logo avisando: ” – Depois que o tio dormir, vamos ficar sozinhos, tia.”

Ela ouviu quietinha, esboçando um tímido sorriso e respondeu: “Acho arriscado, meu bem.”

“Não tem problema,tia. Vamos para o quarto dos fundos que lá não vamos ser incomodados. Se não me engano lá tem até um travesseiro velho que a senhora pode usar. E depois a senhora toma ferro quietinha, sem reclamar… um dia vou até perguntar pro tio se com ele a senhora também é assim!” Deu uma risadinha quando eu disse isso e continuava lavando a louça, enquanto eu já a olhava de alto a baixo. Usava uma camiseta branca (em contraste com o sutiã preto) e uma mini-saia jeans, deixando bem a mostra as coxas, as celulites, que eu gostava de apertar quando trepava com ela.

Eu estava ao seu lado enxugando os pratos, os talheres e os copos que ela me alcançava e é claro que já a provocava: “Sabe tia, não esperava transar com a senhora hoje, por isso estou até com mais tesão que o normal. Espero que a senhora aguente o tranco, porque vai ser foda literalmente, tia! Quando eu meter na sua vagina (ela sempre fala vagina, nunca disse buceta ou xana ou xota, por isso também digo vagina quando converso com ela), só vou parar quando eu gozar. E isso é fácil com a senhora porque a senhora é bem apertadinha. O tio parece não dar muito em cima da senhora e é comigo que a senhora tem transado mais, né tia?”

Balançou a cabeça pra cima e pra baixo enquanto sustentava o riso tímido. Como a tia já estava lavando o último prato, fui até a porta para ver se o tio já tinha pegado no sono ou não. Já! Que beleza! Boca aberta, o jornal que ele tinha na mão, já estava no chão e a sensação é de que em poucos instantes, começaria a roncar. Fui em sua direção e parei a uns 3 passos do sofá pra conferir de perto. Não tinha jeito de que fosse acordar logo, então voltei a cozinha.

“O tio já dormiu! Vou primeiro ao quartinho e espero a senhora lá.” Cheguei lá e tratei de pôr um pouco de ordem naquele quartinho de dispensa que estava desarrumado. Queria arranjar um espaço e afastando uns trastes consegui um espacinho numa mesa velha que lá tinha para pelo menos deitar a tia, claro que dava para começar comendo a tia em pé! Baixei o calção e a cueca, e comecei ensaiando uma punhetinha, quando ouvi um barulho de passos do lado de fora, então o ranger da porta se abrindo e logo via a tia pronta para “namorar”, como ela dizia algumas vezes.

A visão do meu pau duríssimo, apontando para o teto e pulsando a fez parar olhando fixamente de olhos arregalados para meu mastro. “Viu só o que a senhora vai ter que aguentar? Vai entrar TUDO (falei levantando um pouco a voz quando disse TUDO) ! Dessa vez não vou tirar quando a senhora pedir para tirar!”

Fazia um sinal com a mão a chamando para se aproximar enquanto eu arrumava o travesseiro junto a uma das quinas da mesinha. Ela parou do meu lado, me olhando enquanto eu arrumava o travesseiro, sempre baixando os olhos para ver meu pau. Depois de arrumar o travesseiro, era a vez de “arrumar” a tia para aquela ocasião: meti as mãos por baixo da sua mini e puxei para baixo sua calcinha e erguendo sua saia pela barra, sua vagina estava agora a minha disposição. Nessa altura, ela ainda mostrava um certo pudor que apenas me deixava mais excitado ainda, como quando num movimento involuntário tentou tapar rapidamente a xana, mas logo destapando em meio ao riso encabulado.

“A senhora mais uma vez vai ter que satisfazer sexualmente o sobrinho… que vergonha, tia! Isso tia, vai se virando… assim, assim! Abre um pouco mais as pernas, tia!… ahhhh, rssss… isso aperta, aperta mais essa buceta… ahhhh essa vagina, tia! Ahhhh, entrou, entrou, rssss… puta que pariu! A senhora está cada vez mais apertada, parece virgem, tia!”

A tia estava com o corpo projetado para a frente, as mãos sobre a mesa, o rosto virado para o lado (de perfil para mim, que estava atrás), com uma expressão que mostrava o desconforto que sentia com os meus 18 cm entrando e saindo de dentro dela. Eu me chocava com as bandas de sua bunda a cada arremetida que eu dava e só se ouvia o Pof, pof!, que ecoava pelo quartinho e só vez por outra, ouvia-se um gemido dela, não fosse por isso a tia levava absolutamente no completo silêncio! Estava dominada e imóvel de costas apenas aguentava o rojão que eu metia no seu buraco! Então veio seu “primeiro sinal de vida.”

“Ai, ai, meu anjo, pára, pára! Ai… ai… ai… ai… ai… ai… ugh, ugh”.

Passei o braço logo abaixo dos seus seios e assim a mantinha pressionada contra meu corpo enquanto continuava bombando. Estava num ritmo alucinante, com gotas de suor escorrendo pela minha testa e via que a expressão no rosto da tia era de cada vez mais desconforto. Eu adorava tudo aquilo! Pof, pof, pof…”Ah… ah… tia, vou gozar, vou gozar… aaaaaaaahhhhhh, tia… puuuuutttaaaaa que pariuuuuuuuuu, aaaaaaagggghhhhhhh” Eu ainda matinha o pau espremido dentro da tia, enquanto me “apertava” junto dela.

Puxei o pau e ele saiu vermelho e quase totalmente duro, jorrando porra nas costas da tia. Ofegante, ela se virou e ainda mole pelo ferro que havia levado, nem esboçou movimento quando eu esfreguei o pau na entradinha da buceta e voltar a enfiar (num movimento rápido). Parecia pedir dó enquanto eu a segurava e metia cada vez mais forte o pau até ejacular várias vezes. Era o fim. Depois disso, ficamos conversando no pátio esperando o tio acordar o que aconteceu quase uma hora e meia depois.

5

Era um sábado e como era costume naquele tempo, acompanhava meus tio e meus primos a sede campestre do clube mais frequentado aqui da cidade. Mas naquele sábado em especial, o tempo fechou de repente, caindo a maior tempestade. Meu tio e meus primos ainda deveriam estar na área das piscinas, claro que depois que começou a cair a tromba d´água eles certamente se refugiaram em algum lugar.

Eu tinha acompanhado a tia até a lanchonete para tomar um suquinho de laranja e quando vimos o aguaceiro, nos demos conta que nem eu nem ela tínhamos levado o celular e por isso não conseguiríamos contatar os outros, ainda mais que havíamos nos comprometido em levar os sucos para eles que estavam nas piscinas, pelo menos até o momento em que eu e a tia tínhamos os deixado. Então tive a ideia de pegar um atalho pela escadaria que ficava nos fundos da lanchonete e que nos levaria ao prédio mais próximo das piscinas.

Falei para tia e ela concordou que seria o melhor a fazer, pois provavelmente os encontraríamos lá. Após cada um de nós termos acabado de tomar o suco e pagarmos, nos dirigimos a essa escadaria. O caminho em questão que usávamos era quase sempre deserto, isto é, poucas pessoas usavam e por isso, ao entrarmos nesse corredor estreito, por instinto olhei para as duas pontas do corredor e vi que ali estávamos sozinhos. Não podia desperdiçar a ocasião para passar a mão ou dar uma encoxada na tia e foi isso que fiz a fazendo protestar por me aproveitar daquela situação quando ela estava preocupada com os outros e reclamando que eu também deveria estar e não ficar dando em cima dela, segundo suas próprias palavras.

Acham que eu fiquei arrependido dando razão a ela?… Continuei em cima, ora passando a mão nos seios dela ora forçando entre suas perna. Até que não aguentei mais e num ângulo em T que havia uns metros adiante, puxei ela pra lá e a emparedando nesse vão, soltei com cuidado as latas de refrigerante que levávamos para os outros no chão e então tratei de erguer a barra da saia que ela vestia.

Aí ela se deu conta que ela ia ter que trepar com o sobrinho antes de encontrar o maridão (se tem uma coisa que não gosto é colocar chifre no tio, mas não resisto a tia) e os filhos! Para ela a coisa não deveria ser tão ruim, pois transaria com o sobrinho predileto dela, tanto que eu os acompanhava por insistência dela. Ela ainda parecia chateada, um pouco braba com o que considerava pouca consideração minha para com os outros.

Enquanto eu puxava sua calcinha para baixo, ela dizia que podíamos fazer aquilo mais tarde. Não sou assim, mas se desse ouvidos certamente broxaria naquele momento, por isso tive que ignorar solenemente a preocupação que era visível na tia e já com a buceta a minha disposição, juntei a insensibilidade que ela reclamava de mim a vontade de arrombar aquela que eu considero minha segunda mãe. E que vontade!

Ela se contorceu segurando para não gemer muito alto, pois não podíamos nos arriscar em sermos descoberto naquela situação mesmo sabendo que o corredor estava deserto, sabendo que nós éramos bem conhecidos dos demais frequentadores do clube. A tia mordiscava o lábio inferior segurando o grito, enquanto eu bombava com mais tesão ainda diante daquela situação.

Talvez por ainda estar braba comigo, ela se mostrava fria, apenas mantendo as pernas abertas, enquanto eu fazia o vai-e-vem. Ela ainda tinha a pele oleosa por causa do protetor solar que havia passado horas atrás para ficar na piscina e eu sentia essa oleosidade quando minhas bolas roçavam ali perto das virilhas dela. “Não fica braba comigo tia!” falei quando via a expressão da tia enquanto era fodida. “Não estou braba!.. Ai… ai… deixa eu me virar. Sei que você gosta e assim pode acabar mais rápido”. Enquanto ela falava isso, meu pau tinha escapado da xereca, quando ela se virou abruptamente. Agora ela dava as costas para mim , de frente para a parede, com os braços semi-esticados e mãos espalmadas na parede. As pernas estavam um pouco mais fechadas que antes, mas ainda assim minha piroca entrou tranquilamente na grutinha e assim continuei bombando e como a tia dise, meu tesão era maior pois agora roçava as polpas da sua bundinha. Ejaculei e saímos dali como se nada tivesse acontecido.

6

Aconteceu alguns anos atrás quando eu tinha 18 anos e visitava com frequência meu primo (filho do irmão do meu pai) que é um ano mais novo que eu. Lembro até hoje: era sábado de tarde e estavam além do meu primo (me mostrando os vídeos pornôs que baixava durante a semana) e a tia.

O tio tocava a loja da família e poucas horas depois também estaria em casa. Mas vamos ao que interessa. Estava na frente do computador no quarto do primo junto com ele, já achando estranho a demora da tia em nos servir o refrigerante, como ela tinha prometido tão logo cheguei à casa.

“ – Vou ver porque a mãe tá demorando”, disse o primo.

“ – Fica frio! Deixa que eu vou ver”, disse eu.

“ – Então vai!”

Chegando a cozinha, vi a tia lavando 2 copos (que seriam usados por nós) e não resisti a vendo de costas, mini-saia branca semi-transparente (a calcinha era escura e por causa do contraste a visão era total). E ela não havia notado que eu estava ali… então, encostei um pouco a porta da cozinha e o ranger da porta, chamou sua atenção, a fazendo virar o rosto para onde eu me encontrava. Só que eu caminhava em sua direção, abrindo o zíper da bermuda e ao parar ao seu lado, já segurava o pau na mão.

Claro que a expressão no seu rosto era de surpresa e seu olhar ia do meu pau pro meu rosto, depois pro pau e por fim me encarava de novo…

– Tia, leva a mal, não! Estou na maior secura… não vou levar nem 2 minutos!”

“ – Mas…”

“ – Vamos, tia! Dá uma força! Não dá nada”.

Pensei que ela resistiria e iria me dar uma mijada… que nada! Fez uma cara de que não tinha gostado muito da proposta, mas ao mesmo aceitava levar vara.

“ – Isso tia! Vira e se apoia na beirada da pia… assim… (encostei a barriga nas suas costas e meti as mãos por baixo da mini, pondo a calcinha para o lado)… aaaaahhhhh tia… rrrrssss… levanta, levanta, na pontinha dos pés… aaaahhhh… ahhh… iiiiissoooo… assim… aaaaaahhhh… tá gostando, né?”

A tia estava de olhos fechados e dos lábios apertados eu ouvia um gemido baixinho que ela deixava escapar. Aumentei o ritmo das bombadas e pra disfarçar os gemidos, abri toda a torneira para que o barulho do jato forte da água na pia encobrisse.

Já no final, era eu que me segurava na borda da pia, prensando a barriga da tia contra ela e metendo furiosamente quando os primeiros jatos de porra saíram a toda. Depois do 3º ou 4º jateada de porra, puxei o pau pra fora e o “guardava” dentro da bermuda.

Parecia combinado (claro que não era), pois no instante que fechava o zíper, ouvi o berro do primo lá do quarto:

“ – E essa Coca-Cola, saí ainda hoje, caralho?”

“ – Deixa que eu levo, tia!”, e a tia me olhava com um olhar de agradecimento, enquanto ia ajeitando as laterais da calcinha, sobre a mini-saia.

Benk

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Publicado às 19/09/2010 por em benck e marcado , , .
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