O meu nome é Cont e o que vos vou contar aconteceu quando eu tinha 16 anos…
Para muitos dos que me estão a ler, 16 anos já é uma idade avançada para se perder a virgindade, mas foi o que se conseguiu arranjar. Não foi por falta de vontade minha, mas a minha timidez não me ajudou na adolescência.
A minha mãe tinha uma grande amiga na altura, que vou chamar Maria. Era uma mulher de 38 anos, divorciada à cerca de 7 ou 8 anos, e com uma filha de 12 anos.
Não era uma mulher muito bonita, nem cuidava muito da aparência, mas tinha um corpo fantástico. Era mais ou menos da minha altura na época, cerca de 1,73, morena, cabelos ondulados pelo meio das costas, olhos castanhos, peito pequeno , mas uma cintura e pernas de cortar a respiração.
Suspirei bastantes vezes por ela, mas na parecia-me um objectivo inacessível.
Como já acontecera diversas vezes, fomos passar 2 semanas de férias todos juntos. Eu, a minha mãe, a minha irmã, a Maria e a filha dela.
Alugaram um bungalow num parque de campismo no Algarve e fomos os cinco num único carro.
Lembro-me de ir a viagem toda a imaginar a divisão das camas entre nós os cinco.
Depois de uma viagem com bastante calor, entramos no parque por volta da hora do almoço. Resolvemos comer umas sandes antes de arrumar as coisas.
O bungalow tinha 2 quartos com cama de casal e 1 sofá cama na sala. Foi simples. A minha mãe e a minha irmã num quarto, a Maria e a filha no outro, e eu na sala.
Os primeiros dias de férias correram normalmente. Muita praia, piscina e eu a contemplar o corpo da Maria.
Não me recordo quantos dias já tinham passado, mas certo jantar a minha mãe e a Maria combinaram levantarem-se cedo para irem ao mercado comprar peixe fresco para assar. Eu aproveitava para ficar a dormir descansado até mais tarde. Até aqui tudo normal…
Na manhã seguinte quando acordei já tinham saído todas. Nem dei por elas. Deixei-me ficar mais um bocado na “ronha”, quando oiço a porta do bungalow a abrir. Virei-me e vi que era a Maria com um ar cansado.
– Bom dia. Está tudo bem? – perguntei.
– Bom dia. Esqueci-me da carteira e a tua mãe ficou com as miúdas na vila à minha espera. – Disse-me num tom apressado e dirigindo-se para o quarto dela.
Continuei deitado. Vejo-a passar para a casa de banho com outra t-shirt na mão.
Só me ocorreu uma coisa. Vou espreitar pela porta para a ver mudar de roupa.
E assim fiz. Levantei-me sem fazer barulho e encostei-me à porta de madeira para tentar ver alguma coisa. Numa das frechas consegui vê-la, mas estava de costas. Só a vi de biquini. Mudou a t-shirt e ao virar-se abriu a porta sem que tivesse tempo de fugir. Apanhou-me a espreita-la. Fiquei muito envergonhado, mas acho que ela ficou mais. Sentei-me no sofá e pedi-lhe desculpa. Ela, sem levantar a cabeça, saiu do bungalow fechando a porta com força.
Fiquei para morrer… como é que a ia encarar.
Peguei nas minhas coisas e fui para a piscina. Não queria estar ali quando elas voltassem. Passadas umas 2 horas, a minha irmã foi ter comigo para me chamar para o almoço.
Sentia o coração a bater a mil à hora. Estava com medo da reacção dela.
Quando cheguei perto do bungalow, a mesa já estava posta e a Maria estava a ajudar minha mãe com os grelhados. Durante toda a refeição não olhou uma única vez para mim. Estava a sentir-me bastante envergonhado.
Depois de almoçar, tínhamos o hábito de descansar um pouco. Elas recolheram aos quartos e eu fiquei sentado numa cadeira à entrada.
Cerca de 30 minutos depois, oiço a porta abrir e vejo a Maria.
– Não consigo dormir – disse-me sem olhar para mim.
– Sabes porquê? – perguntou-me
– Sei. E já te pedi desculpa por isso. Não sei o que me passou pela cabeça – disse-lhe
– Estavas a espiar-me. Tenho idade para ser tua mãe. Isso não se faz.
– Eu sei. Estou arrependido. Desculpa.
– OK. Mas não voltamos a falar no assunto. Não quero que a tua mãe se aperceba do que se passou – disse-me.
– OK. Fica descansada…
Fiquei lixado da vida. Fui apanhado a espiá-la. Tinha hipotecado todas as esperanças que ainda tinha na minha cabeça de adolescente.
Os 2 ou 3 dias seguintes foram bastante difíceis. Ela evitava-me a todo o custo.
Quando já faltavam poucos dias para acabarem as férias, lembro-me de dizer à minha mãe que naquela tarde não ia com elas para a praia. Ia ficar por ali a ler.
Quando elas saíram, aproveitei para me por mais à vontade. Fiquei só de calções e deitei-me no chão da sala. Passado cerca de 1 hora, a Maria entra pelo bungalow e sem me dizer nada fecha-se no quarto. Só queria fugir dali. Ela iria pensar que eu ia espia-la outra vez. Vesti a t-shirt e quando me dirigia para a porta oiço-a dizer:
– Desculpa o que te tenho feito nos últimos dias.
– O que é que tens feito? – perguntei.
– Ando a evitar-te. Desculpa.
– Eu é que agi mal – disse-lhe envergonhado.
– À 3 anos que ninguém olhava para mim como mulher – disse-me sem levantar os olhos do chão.
– Não acredito nisso – disse-lhe também envergonhado.
– É verdade. Naquele dia fizeste-me sentir desejada. Apesar de saber que está errado. Podias ser meu filho…
Não sabia o que lhe dizer…
Não sei onde é que arranjei forças, mas avancei para ela e beijei-a nos lábios. Sentia o meu coração a sair pela boca…
– Assim pioras as coisas – disse-me ela
– Mas foi o que tive vontade de fazer
– Beija-me outra vez – e ao acabar de dizer isto põe os braços à volta do meu pescoço e puxa-me para ela. Senti o calor do corpo dela e fiquei maluco.
– A tua mãe e as miúdas foram à vila comer um gelado. Beija-me e não digas mais nada.
Fiz o que me pediu. Nem sabia o que pensar. Senti a língua dela dentro da minha boca e as mãos a passear pelas minhas costas…
Respondi-lhe do mesmo modo. Estávamos completamente descontrolados. Ela começou a beijar-me o pescoço, tirou-me a t-shirt e beijou-me todo o peito e a barriga.
Não falamos. Sentia-me muito excitado e estava bastante nervoso. Ela apercebeu-se disso e sentou-me no sofá. Começou a tirar a t-shirt e os calções e ficou de biquini.
– Queres despir-me? – perguntou-me.
Sem dizer nada levantei-me e puxei um dos laços da parte de cima do biquíni. Tinha o peito dela ao nível das minhas mãos. Era pequeno, mas muito bem feito. Puxo um dos lados da parte de baixo do biquíni e o resto cai. Nunca tinha estado com uma mulher nua. A Maria tinha um corpo fantástico. Não era uma modelo, mas era muito bem torneada.
Começou a passar a mão por cima dos meus calções e pergunto-me ao ouvido.
– Já estiveste com alguém?
– Não – respondi com vergonha.
– Não!?! Ainda bem…
Baixou-me os calções com muita calma e empurrou-me para o sofá. Fiquei sentado com o caralho bastante teso.
Ela vem com toda a calma do mundo e abre as pernas por cima das minhas e começa a baixar-se em direcção a mim.
Parecia que os segundos não passavam…
Quando senti os primeiros pelos dela tocarem em mim… estava a ver que me vinha. Ela desceu devagar e senti o toque da pele dela. O meu caralho tocou na cona dela. Senti um calor imenso. Comecei a sentir entrar dentro dela… Foi a melhor sensação do mundo. Só parou quando ficou completamente sentada ao meu colo. Sem me olhar nos olhos, começou a fazer movimentos muito vagarosos… Era de mais… Senti que não ia aguentar muito e disse-lhe:
– Vou-me vir!
Ela acelerou os movimentos e ficou completamente descontrolada. Fazia uma força incrível contra mim. Vim-me tanto que até me estava a custar a acreditar. De repente, sinto o corpo dela quebrar e cair sobre o meu peito. Esteve uns segundo imóveis e depois levantou-se. Tinha esporra a escorrer pelas pernas e o sofá estava sujo. Virou-se e sem me dizer nada foi para a casa de banho.
Fiquei sentado no sofá sem saber o que pensar ou dizer.
Passados uns segundo oiço-a chamar-me.
– Anda cá.
Entro na casa de banho e vejo-a sentada num pequeno banco. Olhei para a cona dela e ainda consegui ver um bocado de esporra.
– Limpa-te.
Deu-me um bocado de papel e comecei a limpar-lo.
Estava nas nuvens. Deitei o papel para a sanita e dirijo-me a ela para lhe dar um beijo. Ela fecha os olhos e consente…
Fizemos amor todos os restantes dias de férias. Fez-me sexo oral e foi tão bom que acho que é por culpa dela que ainda hoje sou completamente tarado por isso.
No dia em que voltamos disse-me que tinha gostado muito mas que tínhamos que seguir as nossas vidas…
Daí para a frente, só voltamos a fazer amor uma vez.
No aniversário da filha dela. Mas essa história conto noutra oportunidade.
Comi-a na arrecadação com toda a gente dentro de casa. Foi uma rapidinha brutal…
Espero que tenham gostado.
É uma história verídica.
Cont