É com alguma nostalgia e saudade que relembro os factos que vou narrar de seguida. Tinha 17 anos na altura. Já possuía 1,78 de altura e, devido ao meu amor pelo desporto, um corpo bem moldado. Musculoso, sem gorduras supérfluas e alvo de muitos cuidados. Estava em plena forma física. Namorava com uma gatinha chamada Liliana. Um tesão de menina. Só tinha olhos para aquela gata, que me deslumbrava e povoava os pensamentos.
Num belo dia de verão, estava em casa, com os meus pais e, para grande mágoa minha, com os meus tios e primos. Um daqueles dias de tédio, com uma grande almoçarada com a família e conversa desinteressante. Como se isto não bastasse, os meus dois primos eram uns pirralhos. Oito e onze anos e uns autênticos pestinhas. Barulho, correrias e pouco sossego, colocaram o meu sistema nervoso à beira do colapso. Ansiava pela noite. Ia encontrar-me com Liliana, íamos ao cinema com uns amigos e depois, se tudo corresse bem, viria o melhor. Uns amassos e, talvez, uma bela transa, pela qual já ansiava. A última tinha sido no fim-de-semana anterior e a vontade já se fazia sentir à muito. Assim, restava-me aguardar pacientemente que o tempo passasse.
Findo o almoço, logo surgiu a ideia de uma tarde passada na praia. Para mim, pareceu-me um pesadelo. Na praia, com os meus tios e com aqueles dois era demais. Inventei uma desculpa, dizendo que me doía a cabeça e preparei uma retirada estratégica até ao meu quarto. Ía a passar na sala, quando sooou a campainha da porta. Fui abrir e saudei, mais por respeito do que por simpatia, Magda. A melhor amiga da minha mãe, que vivia no mesmo prédio. 44 anos, divorciada e uma tendência para se imiscuir em todos os assuntos, mesmo aqueles que não lhe diziam respeito.
“Olá, Paulo. Tás encalorado”, observou, enquanto entrava. Não me dignei responder. Encaminhei-me para o meu quarto, sabendo que ela me olhava o corpo, tapado apenas por uns calções. Mal tinha saído da mesa, desenvencilhei-me da t-shirt. Já me tinha apercebido, de vezes anteriores, nos olhares que Magda me lançava. Nunca tinha perdido muito tempo a pensar nisso.
Apesar do cabelo preto, lustroso e do rosto bonito, não me despertava o mínimo interesse. A faixa dos 40 nunca tinha sido do meu agrado. Adorava os corpos de ninfetas. Isso sim, era o que bastava para me endoidecer. Aprestava-me para entrar no quarto, quando um pé surgiu das sombras e me fez estatelar no chão. Furioso com a brincadeira, preparava-me para levantar, quando, com gritos ululantes, os meus dois primos caíram em cima de mim. Imitando, com vozes estridentes, os cânticos dos índios, gritavam:
”És nosso prisioneiro… hu. hu. hu… não te mexas, cara-pálida”. Se a minha paciência tinha aguentado até ali, sem explodir, respirei fundo e resolvi não provocar nenhuma crise familiar. A minha vontade de esbofetear algum dos petizes foi controlada. Com alguma dificuldade.
Resignado, lá me deixei “aprisionar” pelos temíveis peles-vermelha. Entrei no meu quarto, com a guarda de honra sempre a uivar. Sem muitas cerimónias, empurraram-me para a cama. “Quieto, cara-pálida.Vais sofrer as torturas dos indíos Sioux, se não confessares”. “Tá bem, tá bem”, respondei, com um enfado evidente na voz.
Pensei em Liliana. Foi o suficiente para aguentar as brincadeiras dos palerminhas. Imaginar aqueles seios pequenos, dourados do sol, com a marquinha do biquini, era o suficiente para me deixar louco de desejo. Adorava chupar os peitinhos, deixando-a doida. Fui despertado dos meus devaneios ao sentir os meus braços a serem puxados para a cabeceira da cama.
Antes que me apercebesse, já um par de algemas (amaldiçoei os fabricantes de brinquedos para garotos) me tinha amarrado as mãos, entre as grades. Estava deitado, com os braços esticados e com as mãos algemadas e impedidas de se moverem. Sem perderem tempo, os pestinhas atacaram-me com cócegas, deixando-me a contorcer e a rir em altos berros.
Quase sem fôlego, fui salvo quando a porta foi aberta. Magda entrou no quarto, arqueou as sobrancelhas ao ver-me naquela posição e, sem proferir comentários quanto a isso, chamou os dois fedelhos, “vá lá meninos, parem com isso. Já estão todos prontos para irem para a praia. Só faltam vocês”. Ao ouvirem a palavra praia, rapidamente os pestinhas me largaram e abalaram em direcção à sala. “Não se estão a esquecer de nada?”, perguntou Magda, apontando para mim. “De quê?”, perguntaram, com falsa ingenuidade, os dois. “Meninos!”. O tom autoritário de Magda foi o suficiente para acabar com os risinhos de ambos. “Tá bem, não se chateie. Tá aqui a chave”. Entregaram-na e abalaram novamente. Entretanto, ouvi a voz da minha mãe, “Magda, vais lá ter?”.
Parada na ombreira do meu quarto, olhou para mim demoradamente, esboçou um sorriso e respondeu “vou, mas sou capaz de demorar um bocado”. Não sei porquê, ao ouvir aquilo, o meu estomâgo retraíu-se. Uma sensação de mal-estar tomou conta de mim. Ouvi as despedidas, gritadas da porta, dos meus pais e a saída, em tropel, de todos. Após o fecho da porta, um pesado silêncio abateu-se sobre a até então barulhenta casa. Magda continuava na porta do meu quarto, olhando fixamente para mim. Trincava os lábios, mordiscando o inferior, perdida em pensamentos. Cada vez mais incomodado com a minha situação, e não percebendo a demora dela em me libertar, perguntei, “Então?”.
Como se saísse de um sonho, Magda demorou a perceber que a pergunta lhe era dirigida. Olhou fixamente para mim e ripostou, “Então o quê?”. Já exasperado e amaldiçoando em pensamentos os meus dois primos, sustive uma resposta mais desabrida e lá respondi, de modo calmo: “Tá à espera de quê para me libertar?”
Um sorriso iluminou o rosto moreno, deixando à mostra uns dentes brancos. “E quem disse que eu te vou libertar?”, foi a resposta, dita de forma suave, enquanto se encaminhava para mim, lentamente. Estremeci involuntariamente. O meu cérebro recusava-se a admitir aquilo que eu tinha ouvido. Momentaneamente, fiquei sem reacção. Magda chegou junto da cama e sentou-se, bem perto de mim. Assaltado por um ataque repentino de pânico, forcei as algemas, tentando libertar-me a todo o custo. Puxei, rebolei-me de um lado para o outro mas, como era de calcular, todos os meus esforços foram em vão. Magda continuava sentada, olhando fixamente para mim.
“Tás assustadinho? Não vale a pena. Não te vou morder…”, após um ligeira pausa, continuou, “…a não ser que queiras, claro”. Sem perder tempo, deslizou a mão sobre o meu peito, deixando as unhas acariciarem-me a pele. O contacto daqueles dedos e das unhas, grandes e bem tratadas, arrepiaram-me. Magda soltou um risinho, deixando as unhas deslizarem pela minha barriga, arranhando superficialmente a pele. Não querendo acreditar no que estava a acontecer, gritei, enfurecido, “O que é isto? Tá doida? Liberte-me já, senão…”.
O meu rosto estava afogueado. Sentia-o a escaldar. “Senão o quê?”, perguntou simplesmente, enquanto os dedos se entretinham a brincar com os pelos que povoavam o meu peito. “Conto aos meus pais”, guinchei, à beira da histeria. Magda soltou uma gargalhada, inclinando a cabeça para trás. “O menininho vai fazer queixinha à mamã”, imitou ela, fazendo uma voz infantil. Aquilo irritou-me ainda mais. “Se não me libertar, claro que faço. Vá arranjar um homem, de um modo normal”, cuspi as palavras, de modo rancoroso. Se pensei que iria fazer alguma mossa, depressa perdi as esperanças.
“Já arranjei. Achas que iria perder uma oportunidade destas?” e, para sublinhar as suas intenções, desceu a mão até aos meus calções. Colocou-a sobre o meu pau, afagando-o. Tentei escapar das carícias, lutando contra a prisão que me tolhia totalmente os movimentos. Magda colocou mais pressão sobre o aperto. Comentou, de forma natural, “Espero que não defraudes as minhas expectativas. Tá murchinho….”.
Levou a outra mão ao fecho dos calcões, “mas vou já tratar disso. Vai arrebitar num instante”. Foi a gota de água. Transpirando devido ao nervosismo, berrei, “Largue-me… socorrooooooooo…”. A reacção de Magda foi rápida e enérgica. Uma bofetada, violenta, deixou a minha face esquerda a ferver e as lágrimas de dor assolaram aos meus olhos. “Vê se te calas, meu parvinho. Vou-te comer, quer tu queiras ou não. Vais ver que uma quarentona é bem melhor do que essas fedelhas com que andas metido. Percebeste?”.
Com a dor a assolar toda a zona atingida, apenas acenei com a cabeça. “Lindo menino. Agora vamos lá a ver o que tens aí guardado”. Com mestria, deslizou os calções pelas pernas abaixo. Fiquei apenas de cuecas. “Hummm, belas coxas”, apreciou, enquanto as apalpava, testanto a sua rigidez. Parecia que estava a viver um mau filme de terror, daqueles de baixo orçamento. Amarrado e prestes a ser violado por uma coroa, que, ainda por cima, era a melhor amiga da minha mãe.
Atirou os meus calções para longe, enquanto olhava, com ar lascivo, para as minhas cuecas. Não se contendo mais tempo, levou ambas as mãos ao elástico das cuecas e, num gesto brusco, puxou-as, até meio das pernas. “Isto não pode estar a acontecer”, pensei, revoltado, sentindo-me humilhado com o tratamento que ela me estava a dar.
Ouvia-a a assobiar, ligeiramente, “tem muito bom aspecto. Ainda melhor do que eu sonhava”. Não tenho um cacete enorme, mas, quando erecto, é grosso e mede, na sua plenitude, 18 cm. Parecendo uma aranha a olhar para a mosca presa na sua teia, Magda acariciou-o ternamente, deixando os dedos tocarem em toda a sua superfície. Levantando-se, colocou-se bem à minha frente, levando as mãos ao fecho do vestido. “Vou pôr-me mais à vontade”.
Dizendo isto, só vi o vestido a deslizar, graciosamente, até ao chão. A lingerie dela, branca, contrastava com o tom moreno da pele. Movi-me incomodado. O sorriso permanente, no rosto de Magda, incomodava-me cada vez mais. Ainda abri a boca, desconfortável com a situação. Pretendia apelar aos sentimentos dela. Não emiti nenhum som. O sutiã, entretanto solto, tinha-se juntado ao vestido, no chão. Perplexo, fiquei a olhar para aquelas duas montanhas de carne, inexplicavelmente firmes e graciosas. Grandes, os seios tinham a marca, bem pequenina, do biquini, o que aumentava a sua sensualidade.
A pele tisnada do sol, contrastando com aquela pequena faixa branca, começou a produzir efeitos no meu pau. Senti-o a entumescer. Engoli em seco. Os mamilos, castanhos, estavam já duros. A barriga era lisa. Notava-se apenas a adiposidade nos quadris, dando um ar carnudo ao corpo. Reparando na reação que tinha provocado, soltou um risinho, escarnecendo, “Já começou a dar sinal. Hummm. Fui eu que provoquei isso?”. Aproximou-se, com passos felinos. Senti o estômago a encolher, retraindo-se à medida em que ela se aproximava. As coxas, da mesma tonalidade do resto do corpo, eram grossas, ligeiramente gordas.
Mesmo em pânico, o meu cérebro conseguiu registar que, apesar da idade e do meu anterior alheamento, Magda ainda estava terrivelmente sensual e apetecível. Contrariamente à minha vontade, o pau continuava a crescer, estando semi-erecto. Os pensamentos varreram-se num ápice. Magda, não perdendo tempo, sentara-se novamente, e agarrara-o com uma das mãos. Alisou-o ternamente, enquanto se debruçava e começava a beijar o pescoço. Sentia a respiração quente junto ao meu rosto, à medida que era devorado pela língua macia. Mordiscou-me as orelhas, introduzindo a língua, húmida, bem fundo.
Ao sentir-me estremecer, soltou um risinho rouco. A mão tinha começado uma punheta, bem lenta, deslizando com toda a mestria pelo pau. A combinação da pressão com o macio da pele, tornavam-na sublime. Tive que fazer um esforço enorme para não gemer de prazer. Era uma batalha difícil de vencer. A boca e a língua dela chupavam, mordiam e lambiam cada centímetro do meu pesocço e peito. Retesei os músculos quando senti uma lambidela num dos mamilos.
“Tenho que aguentar. Não vou ceder e dar o prazer a esta vaca de começar para aqui a gemer”, mentalizei-me. O toque da mão no meu cacete tornava-se, a cada segundo, mais hábil. Deslizava até cima e depois, com uma lentidão exasperante, descia, até à base, levando a pele toda para trás, como se descascasse uma banana. Virei a cabeça de um lado para o outro, e finquei os dentes na pele do braço. Era uma tentativa desesperada de resistência.
“Tu consegues, tu consegues”, incentivava a minha mente. Os mamilos, sensíveis, estavam doridos dos chupões e mordidelas. Magda divertia-se agora a apertá-los, suavemente, entre os dedos, enquanto mordia, carinhosamente, a pele da minha barriga. Soergueu a cabeça, olhando para mim, o sorriso malicioso a bailar-lhe nos lábios.
“Tás a gostar, meu tesão?”. Como calculava que a pergunta fosse meramente retórica, mantive um silêncio obstinado. Magda sentou-se, olhando para o trabalho desempenhado pela sua própria mão. O vai e vem continuava, sem pressas, estimulando o pénis, que se encontrava já no máximo da erecção. Começou a passar um dedo sobre a cabecinha, tocando, muito ao de leve, na glande. Era algo que me enlouquecia. Sou muito sensível e, quanto tocado por uma língua, ficava louco de tesão. Apercebendo-se do mesmo, ao ver-me retrair os músculos todos, Magda levantou-se.
Não pude evitar olhar para os seios monumentais. “Hummm, agora sim, está como eu quero. Tá a precisar de umas boas lambidelas”, comentou, enquanto passava, sugestivamente, com a língua pelos lábios. Contornou a cama, olhando para mim, com ar lascivo, os olhos a brilharem intensamente de excitação. Parecia um felino, prestes a dar o golpe mortal na sua presa favorita. Parou junto dos meus pés e inclinou-se, acariciando as minhas pernas. Os seios ficaram pendurados.
Apesar dos meus esforços para diminuir a erecção, a visão daqueles mamilos e da carne macia dos seios contribuía para manter o nível em que já se encontrava. Deslizou com a língua pelas pernas acima, tocando suavemente na pele. No movimento ascendente, arrastava os seios também. O toque daqueles bicos duros na pele provocava-me um formigueiro intenso. Ela chegou junto das coxas. Estendeu a língua e deu uma pequena lambidela na cabeça do pau.
Estremeci. Com um risinho perverso, ela repetiu o gesto. Parecia uma cobra, dando o bote a um animal indefeso. A língua deslizava pela glande, lambendo a superfície exposta. Cerrei ainda mais os dentes. Colocou a cabeça dentro da boca, chupando-a meigamente. Estremeci. A boca fechou-se sobre a cabeça, mamando-a com suavidade, deixando as mãos acariciarem os testículos.
“Não vou conseguir aguentar muito tempo”, pensei, desesperado com o prazer que teimava em aumentar. Totalmente absorta no meu cacete, Magda chupava com perícia. Ao chupar a cabecinha, deixava a língua tocá-la, dentro da boca. Deslizava pela superfície, enquanto uma das mãos masturbava a área que ficava fora da boca. Ela olhou para mim, com um sorriso bem sacana. Abriu a boca, dando pancadas com o pénis na língua.
“É mesmo uma delícia a tua rola”, elogiou. Colocou-o entre o rego dos seios. Apertando-os dos lados, entalou o pénis, começando a subir e a descer. Arqueei o corpo, totalmente impotente para deter aquela deliciosa “tortura”. Quando a cabecinha surgia de entre os seios, a língua dela acariciava o membro, dando-lhe pequenas pancadinhas. Não aguentei mais. Soltei um gemido, tentando abafá-lo na garganta. Em vão.
Ouviu-se claramente. Aproveitando-se do sucedido, Magda redobrou os esforços. Largou momentaneamente o cacete, preferindo deslizar com os seios por ele. Mal os mamilos, duros e pontudos, lhe tocaram, gemi novamente. Estava em brasa, desejando possuí-la e, mais do que tudo, de ter um orgasmo. Debruçada sobre ele, Magda abanava os seios, tocando com aquela carne no cada vez mais duro pénis.
Alternava o toque dos mamilos com pequenas lambidelas, deixando o pau a escorrer saliva. “Ahhhh… porraaaaa… hummmm… pára com issooooo”, supliquei, forçando mais uma vez as algemas. Como por encanto, Magda levantou-se e postou-se bem na minha frente. “Os teus desejos são ordens”, proferiu, sarcástica.
Ao ver o rosto dela, com ar lascivo, o meu estômago contraíu-se. Ela exalava tesão por todos os poros. Vi-a levar as mãos às calcinhas. Num movimento gracioso, retirou-as, fê-las rodar, durante alguns segundos, no dedo, e atirou-as para o chão. Tentei desviar o olhar, mas sem grande sucesso. Nua, com as mãos nas ancas, olhando divertida para mim, Magda perguntou: “E então, confessa lá, não sou bem melhor do que as tuas namoradinhas?”. A pele morena era atravessada pela marca do biquini, minúscula. A xoxota, de grandes lábios rosados, era totalmente depilada dos lados. Por cima, um triângulo de pelos pretos, aparados, embelezava ainda mais a tentadora visão. Não obtendo resposta, Magda aproximou-se. Ajoelhou-se, enquanto proferia, “Dou-te mais alguns segundos para me dares uma resposta”.
E afundou o rosto no meu cacete, engolindo metade. Com os pensamentos em desalinho, concentrei esforços em aguentar mais umas vagas de prazer. Os lábios carnudos, sensuais, chupavam o meu pénis. Agarrando-o na base, Magda movimentava a boca num vai e vem incessante, fazendo uma pressão hábil no pau. “Não aguento… não aguento… vou gozar”, disse, de mim para mim. Como se possuísse um poder extra-sensorial, Magda antecipou-se e largou-me na altura certa, deixando-me a gritar de frustração, por o orgasmo ter sido adiado. “Ahhhhhhh… foda-se… sua vaca… não é justo…”, lamentei-me.
“Ainda é cedo para te fazer gozar, meu queridinho… primeiro estou eu”, explicou, enquanto se erguia. Apercebi-me, tarde de mais, do que ela pretendia. Passou umas das pernas sobre a minha cabeça, ficando a centímetros do meu rosto. Sentou-se em cima do meu peito. Podia ver, em toda a plenitude, a bela xoxota. Lábios grossos, rosados, entreabertos.Em suma, quarentona mas terrivelmente suculenta.
“Trabalha bem com essa língua e pode ser que te faça vir, sacaninha”, proferiu, enquanto me agarrava na cabeça e aproximava a xoxota da minha boca. Vi-me, de um momento para o outro, quase asfixiado. Magda sentou-se, literalmente, na minha boca. Não tive outro remédio senão esticar a língua e começar a vergastar aquela tentação, enquanto respirava pelo nariz, com alguma dificuldade.
“Lambeeeee… ahhhh… que gostoso… issoooooo”, ronronava Magda, enquanto se rebolava na minha cara. Fiquei rapidamente com o rosto encharcado do mel que escorria dela. Agarrado pela cabeça, com o pescoço esticado e dolorido, serpenteava com a língua pelos lábios exteriores, lambendo toda a superfície, fazendo-a gemer. Sem muita precisão, dada a posição desconfortável em que me encontrava, tentava introduzir a língua dentro da xoxota.
Quando o conseguia, Magda quase que desfalecia. Gemia profundamente, levava as mãos aos seios, apertando os mamilos castanhos, enquanto retesava os músculos. Mantinha-a lá dentro o máximo de tempo possível, estocando-a como se fosse um pénis. Quando a retirava, passava com ela no grelinho. O inicialmente minúsculo botão estava agora do tamanho de um berlinde, grande e grosso. Quando o alcançava, não tinha piedade. Fustigava-o com lambidelas rápidas, não dando tempo a Magda de se recompor do prazer que sentia. “Ohhhhhhhhh… ohhhhhhhhhhhh… meu deussssssssss…. não páressssss… hummmmmmmmmm”, soltava da garganta, rebolando-se cada vez mais.
“A putona adora ser comida por uma boa língua”, pensei, não pretendendo abrandar o ritmo. Magda praticamente saltava no meu rosto, à medida que era tocada pela língua. Finalmente, consegui o desiderato que pretendia. Alcancei o grelinho e abocanhei-o. A partir daí, Magda ficou, por momentos, à minha mercê. Com o clitóris dentro da minha boca, comecei, de forma suave, a chupá-lo. Era uma sensação óptima, sentir aquele botão a crescer na minha boca, enquanto ouvia os gritos, cada vez mais altos, da quarentona.
Descontrolada, Magda tinha perdido todas as noções do decoro. Chupei-o demoradamente, começando a sugá-lo e a lambê-lo alternadamente. Magda não resistiu a este tratamento. Soltou um berro assustador, despenhando-se em seguida na cama, com o corpo sacudido por convulsões. Aproveitei para respirar fundo, sorvendo o ar de forma sôfrega.
Magda continuava estendida, sem dar grandes sinais de vida, excepto um gemido contínuo. O corpo, de vez em quando, era ainda sacudido por algumas convulsões. Finalmente, passado algum tempo, ouvi a voz rouca da melhor amiga da minha mãe. “Nossa, menino… que língua fantástica… puseste-me K.O”, disse, enquanto se soerguia lentamente, “mas agora, é a tua vez. Cerra os dentes e aguenta o que aí vem”, advertiu ela, sorrindo abertamente, “pois com a tesão com que estou, não te vou largar toda a tarde”.
Engoli em seco, perante a dimensão do que me esperava. Magda repetiu o gesto anterior, passando desta vez a perna sobre o meu falo. Baixou-se lentamente, tocando com a xoxota na cabeça do meu pau. Começou a sentar-se, introduzindo o cacete dentro dela, com um ar de satisfação estampado no rosto. A xoxotona engoliu rapidamente o meu cacete. “Aahhhh… que delícia de rola… hummmm” e começou a rebolar-se, meneando as ancas, movendo-se sobre ele em círculos.
Concentrei-me na tarefa de resistir. Sabia agora que Magda cumpriría o que prometera. Só quando estivesse totalmente saciada saíria de cima de mim, por isso restava-me estar à altura. Fui aguentando, com estoicismo, as investidas dela. Primeiro de forma lenta, depois aumentando gradualmente o ritmo, Magda cavalgava o cacete, com as mãos deslizando sobre o meu corpo. Subia e descia no meu pau, levando-me a gemer juntamente com ela. “Que delícia de mulher”, pensava, enquanto ouvia a carne dela a bater na minha, com intensidade. Só se ouvia esse ruído e os gemidos de prazer de ambos.
Com o rosto transpirado, olhava para Magda, de olhos cerrados, boca entreaberta, murmurando palavras de incentivo. “Ahhh, gostosão… fode-me…. isso… não pares… mete fundo…”, incentivava. Não vendo como poderia parar, dado que estava algemado à cama, segui os conselhos dela. Movimentei os quadris, empurrando o pau, com ímpeto, para dentro dela, bem fundo.
Magda sentiu a diferença. Colocou as mãos, de ambos os lados, apoiadas à cama, e entrou no ritmo frenético que eu impunha. O pau entrava naquela xoxota deliciosa, sendo tragado de imediato. No auge da tesão, Magda debruçou-se sobre mim, beijando-me apaixonadamente na boca. Cavalgava cada vez mais rápido, subindo e descendo, deixando apenas a cabecinha dentro dela. “Ahhh… ahhhh… aiiiiiii… vou gozarrrrrrrrr… ahhhhhhhhhhh… AHHHHHHHHH”, e caíu em cima de mim, ofegante.
As contracções da xoxota terminaram com a minha resistência. O pau, apertado por aquela gruta experiente, soltou toda a vontade reprimida. Foi a minha vez de berrar, com a intensidade da ejaculação. “Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh… ohhhhhhhhhhh”, gemia, libertando o gozo acumulado pelas carícias daquela tentadora quarentona. Já refeita, Magda levantou-se, olhando, de modo pecaminoso, para o cacete inerte. “Já venho, amorzinho. Não vás a lado nenhum”, e riu-se da sua própria piada, enquanto se afastava na direcção do WC.
Sentia o pau dorido, do tratamento dado pela coroa e pela quantidade de tempo em que esteve erecto. Inspirava o ar, em grandes golfadas, tentando estabilizar as batidas do coração, que batia tresloucado. Via-a regressar, andando de forma indolente, com os belos seios a balançar, de mamilos duros. “Já há muito tempo que não gozava desta maneira tão intensa”, anunciou, ao chegar junto de mim.
“Parabéns”, retorqui, de mau humor e de forma azeda. “Ahahaha”, gargalhou ela, “que feitio que tu tens”. Voltei a sentir a mão dela, quente, na minha coxa. Deitou-se em cima de mim, os cabelos caindo para o meu rosto. Sentia os seios pesados de encontro ao meu peito.
“Quero sentir essa língua outra vez… adorei-a… vá… abre a boquinha”, pediu, enquanto subia ligeiramente, deixando os seios bem na frente da minha boca. Não me fiz rogado. Eram tentadores, com aquela marquinha branca do sutiã a contrastar com a pele morena. Coloquei logo um dos mamilos na boca, chupando-o. Magda derreteu-se de imediato, soltando gemidos sensuais.
Passei de um para o outro, sentindo a dureza deles. Estimulei-os com a língua, com pequenas pancadas, que serviram para a excitar cada vez mais. Comecei a mamar neles, sorvendo a carne dos seios, deixando-a molhada. Magda abanava-os, provocando-me, dando risinhos sacanas. O meu pau estava outra vez duro, pronto para entrar em acção. Mordisquei ambos os mamilos, rolando-os de seguida dentro da boca, devorando-os com a língua. “Ohhhhhh… não aguento… é bom demais”, exclamava a coroa.
Doida de vontade, Magda levantou-se, virou-se de costas para mim, sentando-se novamente sobre o cacete. Inclinada para a frente, introduziu a cabeça, deixando o resto escorregar lentamente, até os testículos baterem nas virilhas. Começou novamente a cavalgá-lo. Via agora a bunda. Grande, carnuda, morena, ligeiramente maior do que o ideal, mas mesmo assim terrivelmente atesoadora. Cerrei os dentes, aguentando o impacto daquele corpo, que se enterrava no meu pénis.
Com as pernas bem abertas, uma de cada lado e com as mãos apoiadas na cama, inclinada para a frente, enterrava-se habilmente. Depois de uns minutos intensos, Magda acalmou, preferindo movimentar-se, mais lentamente, sobre o pau. Inclinava-se ora para a frente, ora para trás, cada vez mais excitada, rebolando a bunda sobre o pau, em movimentos circulares.
Só via aquelas costas morenas, luzidias e sentia os movimentos pélvicos dela. A bunda generosa, virada para mim, constituía uma tentação enorme. Cada vez mais excitada, Magda recomeçou a cavalgada, subindo e descendo cada vez mais rápido. “Ahhhh… mete fundo… quero gozarrrr”, proferia, arrastando as palavras, denunciando a tesão que a consumia. “Que pau gostoso… vai… fode-me toda”, pedia, não dando tréguas ao cacete. Gozámos quase ao mesmo tempo, novamente com um alarido enorme. Ela caíu para o meu lado, arfando e soltando pequenos gemidos, com o rosto suado, brilhando de felicidade. Fechei os olhos, sentindo o pau a contraír-se, largando ainda pequenas gotas de esperma. Estava exausto.
“Hummmm…valeu a pena… adorei esse cacete, elogiou Magda, “”…vou ter é que prová-lo mais vezes”, avisou, debruçando-se sobre a minha cara. Fitei-a, sem proferir a resposta. Apesar das minhas reticências iniciais, bem que me apetecia voltar a comê-la, noutras circunstâncias.
“Agora tenho que me despachar, senão a tua mãe vai estranhar a demora”, comentou, enquanto se levantava e ía novamente para o WC. Ao voltar, já vestida, pousou o olhar no meu corpo desnudado. “Que tesão que és…..pena que andes com garotinhas que não sabem tirar o devido proveito desse corpo”, e aproximou-se, levando a mão ao pénis, murcho. “Hummm….este cacete é divinal. Se soubesse não tinha combinado nada com a tua mãe. Mas já agora, mais minuto, menos minuto…”, comentou, sorrindo perante o meu ar assustado.
“Calma, docinho, tu aguentas…”. Não se fazendo rogada, colocou o pau na boca, começando a mamá-lo. Não tardou muito para a erecção surgir. O cacete doía-me terrivelmente, devido ao esforço hercúleo a que era submetido. Magda colocou-o todo na boca, chupando-o com rapidez, as mãos a afagarem os meus testículos.
A língua lambia a cabeça com avidez, a boca não dando tréguas ao pau. Contorci-me, mordendo os lábios. Senti que não tardaria muito para gozar novamente. Magda deu uma pequena cuspidela para o pénis, deixando-o lustroso de saliva. Divertiu-se a espalhar o cuspo pelo cacete todo. “Hummm, meu gostosão… que belo cacete… era capaz de comê-lo todos os dias…”, e mergulhou novamente a boca de encontro à minha rola. Vendo que estava prestes a gozar, deixou de chupá-lo, limitando-se a punhetá-lo. “Anda… jorra essa porra toda para mim… goza, seu safado”, pediu, esfregando com habilidade. Retesei os músculos ao sentir o gozo a jorrar. “Ahhhhhhhhhhhhhhhhh… foda-se… ahhhhhhhhhhhhh”, exclamei, sentindo o cansaço a invadir-me, juntamente com uma sensação de bem-estar.Fiquei a gemer baixinho, sentindo as contracções do cacete.
“Foi bom demais. Temos que repetir a experiência”, proferiu Magda, divertida. Levantou-se, colocou as chaves nas algemas, abriu a fechadura e saiu, parando na porta e mandando um beijo, num trejeito amoroso. Não esbocei a mínima reacção. Limitei-me a virar de lado e a fechar os olhos. Quase ao mesmo tempo, adormeci, acordando duas horas depois, ainda não totalmente restabelecido, mas mais descansado. Apesar do que se possa pensar, nada mais aconteceu entre nós. Estivemos juntos várias vezes, sempre em ocasiões sociais e parecia que nada daquilo tinha acontecido. Apenas um brilho nos olhos de Magda, quando cruzava o seu olhar com o meu, denunciava a ocorrência. Nunca consegui evitar o embaraço, sempre que isso acontecia.
Portuga Tarado
Vou me acabar com este site, um conto melhor que o outro, estou que não me aguento de tesão. Preciso urgente de um pau na minha buceta. Hoje mato meu marido, vou foder até não poder mais.