“O que foi que eu fiz, meu deus? Lauro vai me matar se descobrir!”
A bela mulher se perguntava enquanto toma banho, lavando cuidadosamente o rego entre sua carnuda bunda.
Seus dedos tocam no sensível anel do cusinho, que alguns minutos atrás acabara de ser deflorado por um pénis tão grosso quanto longo, que ela jamais podia imaginar que seu anus fosse capaz de agasalhar!
No entanto, ela não só aguentou toda a vara de seu deflorador anal como ainda gozou como louca, após se acostumar com o desconforto da dilatação da boquinha de seu cu e de sua garganta anal!
Tudo aconteceu quando Celene, num esforço de manter a chama viva de seu casamento, reservou o fim de semana prolongado naquela pousada romântica em Rezende. Porém, seu marido Lauro parecia não dar a devida atenção ao que sua bela esposinha planejara. Já estavam ali há um dia e meio e ele ainda nem fizera menção de tocá-la, quanto mais de fazer sexo.
Assim, triste e soluçando baixinho, Celene foi se esconder num recanto da pousada, que ficava por trás de um caramanchão, onde aquela parte não era permitida aos hóspedes.
Lá, a desapontada Celene, presenciou a filha da proprietária a fazer um boquete num homem bem mais velho que ela.
Foi este homem que ao se retirar do local encontrou uma assustada Celene, que ao mesmo tempo em que demonstrava nervosismo, estava superexcitada pelo que tinha visto.
O coroa que se chamava Fred percebeu logo o estado emocional dela e foi questão de minutos e de gentil persuasão para que Celene se entregasse aos seus próprios devaneios e às depravações dele.
Ela adorou sentir novamente a textura muscular de um pénis em sua boca, até a explosão de esperma lhe invadindo e escorrendo pela garganta!
Celene não se importou com que Fred podia pensar de sua total desinibição e de estar corneando o maridinho, como se isto fosse a coisa mais normal do mundo.
Novamente, Fred percebeu o quanto aquela esposinha gostava e precisava de sexo intenso, forte e pervertido.
A própria Celene não esperava menos que ele abusasse e a depravasse como tinha certeza que ele faria. Assim, ao engolir toda a extensão da rola dele com o cusinho, Celene estava realizando um sonho de que seu marido Lauro não foi capaz de fazer. E ali, aquele coroa safado a sodomizou com toda perfeição que uma deusa sexual espera!
Agora, ela estava ali fazendo seu asseio quando Lauro entrou no banheiro para urinar. Celene que estava com um pé em cima do tampo do vaso, passando creme nas esplendidas coxas, lhe dá um sorriso enquanto se afasta, deixando o vaso livre.
Lauro não deixa de notar o curvilíneo corpo rosado de sua esposinha e de repente tem uma súbita ereção.
Celene leva um susto quando se vê abraçada por trás e o pau de Lauro lhe cutuca por entre as coxas, abaixo das nádegas. Ela suspira longamente aproveitando aqueles momentos de reencontro sexual com seu marido, se arrepiando completamente quando ele lhe acaricia os seios, as coxas e a xaninha.
Ela leva as duas mãos para trás e agarra os quadris dele, puxando-o para si, ao mesmo tempo em que esfrega uma coxa na outra, acariciando a rola entre elas.
Lauro beija a curva do pescoço dela e começa arfar com um garanhão no cio. Ele sente a temperatura do corpo da esposa se elevar e o lento rebolar que ela faz com as nádegas o deixa quase sem controle.
Celene, por sua vez, treme de tanta felicidade e excitação por ter o homem que ela realmente ama, a desejando com tanto fervor. Por um momento lhe passa pela cabeça a traição que tinha feito quase uma hora atrás. Uma leve máscara de sofrimento lhe cobre o rosto e ela jura a si mesma que jamais voltará a trair Lauro, mesmo que ele não lhe dê a devida atenção.
Aquele momento de amor valeria mais que toda luxuria vivida ao ser enrabada por um estranho ao ar livre!
– Eu quero você agora! Quero lhe fazer de tudo!
– Sim! Sim! Faça o que quiser comigo! Me come todinha, meu amor!
Lauro a vira e lhe beija apaixonadamente. Celene tem um espasmo de gozo ao sentir os lábios do marido lhe sugando a língua. Seus seios são pressionados de encontro ao tórax dele e os mamilos se tornam de um rosa profundo de tão endurecidos que estão.
Ele a leva para o quarto em direção a cama. Celene o faz parar e o empurra docemente para a cama. Ela toma a iniciativa de ajoelhar-se entre as pernas dele, abrir-lhe a barguilha da calça e sem perder tempo, abocanhar completamente a cabeçona da pica dele, acariciando-a com sua lingüinha!
Em dois minutos Lauro está a ponto de gozo e levanta o tronco observando a destreza com que sua esposinha lhe chupa a rola com intenso prazer. Ele já sabia que ela era boqueteira, mas não tão boa assim!
– Cel, minha querida, dá uma… paradinha… se não eu vou gozar… vou… gozar em tua boquinha!
– Goza! Goza! Eu quero! Eu quero também!
– Você quer? Você gosta que EU goze em sua boquinha, é?!
– Sim, sim! Quero que você sempre goze em minha boquinha! Sempre! Sempre!
Novamente a lembrança de que, há pouco mais de uma hora, ela fizera outro homem gozar em sua boquinha a deixa constrangida e mais uma vez renova seu juramento de nunca mais deixar outro homem ejacular em sua boca, que não seja seu maridinho!
– Cel! Cel! Dá uma paradinha, minha querida! Eu quero tua xaninha agora! Vem! Vem, sobe em mim!
– Mas…mas, Laurinho, você não queria me dar teu leitinho? Goza, goza em minha boquinha, goza! Depois eu chupo mais até deixar ele durinho pra você comer minha xotinha!
Lauro não teve alternativa nem controle sobre si próprio quando as últimas palavras de sua esposinha foram abafadas com o primeiro jorro de esperma que resvalou pelo lábio superior indo se espalhar em uma de suas bochechas!
Celene continuava sugando mesmo quando já não havia nenhum resquício da seiva do marido, no intuito de manter o pau endurecido para a próxima performance.
– Você…voce parece diferente! Ou melhor, você fez diferente dessa vez! Venha aqui, deixa eu lhe retribuir o favor!
Celene não se importa com a risadinha cínica do marido. O que vale é que ele volta a lhe fazer aquele tipo de caricia depois de dois anos! Mesmo assim, ele a faz chupar-lhe a pica enquanto ele faz o mesmo em bocetinha.
No devido momento, Celene sobe em cima do marido, com as coxas ladeando os quadris dele e insere a rola dele em sua super melada xaninha. No começo, ela faz movimentos leves e sensuais levando as mãos para trás da cabeça, fazendo os fartos seios balançarem desordenadamente.
Lauro sente que o êxtase dela está se aproximando pois Celene começa acelerar os movimentos e a respirar pesadamente como se procurasse por mais ar.
As nádegas dela batem com força em cima das coxas dele e num dado momento a rola escapa de dentro da xaninha. Celene, desesperadamente, se torce e procura com a mão a melada e lustrosa rola do marido. Lauro apalpa com a força e escancara as bandas das nádegas deixando à mostra a xaninha e a boquinha do cu!
Celene segurava a mediana pica do marido e antes de direcionar para sua xaninha, ela a esfrega de baixo para cima e vice-versa, por toda a extensão dos lábios vaginais até um pouco acima de seu anus! Nesse momento ela sente que seu rosado anel está inchadinho devido a recente esfrega com o outro homem! Uma idéia louca lhe passa pela cabeça e ela pede ao marido.
– Lauro… Lauro, não quer tentar e me comer… me comer… o cusinho?
– Será que você agüenta? Da última vez… não conseguimos, se lembra?
– Ah! Mas dessa vez… nada vai nos impedir!
E Celena, felicíssima por completar sua luxuria anal com o marido, sente seu cusinho se expandindo ao engolir facilmente a jeba do marido enquanto sua mão a segura com firmeza!
Na manhã seguinte, uma exuberante Celene vestida para ir a piscina, está tomando seu café matinal. Ela está tão feliz em seus pensamentos que não nota que é Fred quem chega pra lhe servir. Ele se inclina um pouco em sua direção e com naturalidade lhe fala baixinho.
– Quero você daqui a pouco! Ontem você me chupou, agora é minha vez! E tua bundinha operou o maior milagre em… meu guerreiro! Ele não para de se babar pensando em comer teu cusinho de novo! Me encontre no mesmo lugar de ontem!
Celene levou um susto às primeira palavras de Fred, mas se controlou a tempo, deixando transparecer somente um leve estremecimento quando ele acabou de falar.
Fred estava esperando que Celene o olhasse amorosamente, mas ao invés disso, ela permaneceu com os olhos baixos e praticamente sussurrou o que ele não esperava ouvir.
– Desculpe, mas não sei do que o senhor está falando. Eu sou uma mulher fiel ao meu marido e se o senhor não se afastar de mim, eu contarei a ele que… estou sendo importunada por sua pessoa…
Fred apenas pestanejou com a mudança de atitude da infiel esposinha e sem dizer nada se afastou como se nada tivesse acontecido.
Celene tremia um pouco, tentando controlar a emoção. Ela não entendia porque as palavras daquele safado ainda lhe afetavam. Ela tinha esperado até uma reação diferente daquela… ele se afastar tão rapidamente.
“Eu sou e sempre serei fiel ao meu marido. Lauro foi e sempre será meu único homem ”
Celene ficava se repetindo em pensamento. A experiência da noite passada com seu marido tinha fortalecido seu lado moral.
Ela se levantou, ajeitando a canga nos quadris e enquanto andava, pensava consigo mesma que mesmo um pouco de insatisfação, pela performance sexual de Lauro, não era motivo para se deixar abalar com o palavreado chulo, mas tremendamente excitante, por parte de Fred.
”Aquele safado nunca mais colocará as mãos em mim! Nunca mais!”
Lauro escuta baterem na porta. É uma empregada que vem lhe trazer uma bandeja com o café matinal. Há um pequeno envelope que ele abre e retira o cartão onde está escrito:
”Ao meu único amor que me faz feliz cada segundo de meu dia. Tua Celene”
– Ela realmente é apaixonada por mim. Acho que já está na hora de termos um filho.
Fala baixinho pra si mesmo enquanto lê o cartão da esposinha que está nesse momento entrando no escritório da proprietária, onde lhe tinham dito que Fred estava fazendo um reparo na fiação!
Fred levanta os olhos do que está fazendo ao perceber a formosa esposinha em pé com a porta fechada atrás de si. A única expressão de surpresa no viril rosto daquele cinquentão é uma leve abertura de sua boca, mas seu robusto caralho responde com todo endurecimento visível.
Celene solta a respiração que vinha retendo enquanto seus olhos não desviam do volume na virilha de Fred. Só quando ele chega perto o bastante e tenta lhe beijar, é que ela o faz parar e o esbofeteia no rosto!
Fred nem se altera, apenas um leve sorriso aparece num canto da boca. Celene arregala os olhos num fração de segundo, aparecendo um semblante de raiva em seu belíssimo rosto.
Em seguida, agora surpreendendo Fred, ela dá meia volta, apoiando o rosto de lado e as duas mãos na porta, empina as exuberantes nádegas para deleite de ambos!
Lauro lambe a geléia que passou na torrada e volta a se lembrar de quando conheceu Celene, que a poucos metros dali está com as esplendidas nádegas sendo brutalmente acariciadas, tendo o rosto de outro homem enfiado entra elas e sentido a língua dele se insinuando pelo anus de sua perfeita esposinha!
– Não para, não para, coroa safado! Não para que eu também sou uma safada, uma rameira! Mas eu gosto tanto, tanto dessa língua em meu cusinho!
A imensa verga de Fred está doendo de tanta tesão pelo corpo daquela putinha! Celene dá um suspiro de deceção quando Fred interrompe de lhe cutucar o cusinho com a ponta da língua. Mas volta ao seu estado de imensa excitação sexual quando sente o peso do corpo dele lhe pressionando de encontro à porta, imobilizando-a totalmente.
Porém uma das mãos está livre o bastante para segurar a rígida rola e guiá-la para o boca de seu cusinho!
– Me acaba, seu velho escroto, me acaba! Me deixa toda roxa! Não para até meu cusinho ficar todo inchado e vermelhão!
– Farei o que você quiser desde que você prometa que sempre me dará o cusinho! Promete?
E Celene pensa no pobre do Lauro que parece que não tem a mesma gana pela sua bunda quanto demonstra aquele canalha desvirtuador de esposas!
– Sim, prometo! Mas só porque meu… meu marido ainda não… não… aprendeu a comer meu cusinho! Só por isso, velho cretino, só por isso!
– Você é uma mulher maravilhosa com uma bunda sem igual que eu tenha visto! Você não é mulher pra um homem só! Ainda mais pra um marido belezinha daquele! Vamos, vamos, rebola mais! Rebola gostoso com meu pau em teu cusinho, esposinha rameira! Rebola!
– Não fala assim dele, canalha! Meu maridinho não merece ser tão corno assim! Eu amo ele demais! Eu que sou uma vagabunda, uma puta depravada da pior espécie! Ele não merece uma mulher como eu… Não merece!
– Mas você merece tudo o que quiser por ser tão gostosa assim!! Nunca encontrei uma mulher que gostasse tanto de fazer tudo o que você faz! Você…voce é… uma putona maravilhoooosaaa!! Aaaaaah…tô…tô gozaaaanddooo!!
Quando Lauro chega a piscina procura pela esposa, olhando ao redor. Ele não percebe que a poucos metros dele, por trás de uma janela e um caramanchão, Celene dá os últimos urros de intenso gozo, agora sentada no colo de Fred que se acomodara num sofá em frente à janela.
– Olha…olha ele lá, rampeirinha gostosona! Olha ele te procurando, olha! Abre… abre bem as coxas pra mostrar minha rola te enchendo o cusinho!
E Celene obedece cegamente, já tendo um novo orgasmo e sabendo que seu corno maridinho não pode vê-la de onde está.
Não agradou nem um pouco à Celena a decisão de Lauro, seu marido, de aceitar o convite da tia para que fossem morar no sul de Minas.
Ultimamente, Lauro voltara a ser indiferente aos corriqueiros desejos da esposa e ela então retornou ao antigo amante, que jurara nunca mais ver.
Assim, quando a esposa de Lauro telefonou pro amante Fred, este se deu conta o quanto ela estava vulnerável.
– O que foi? A respeitada esposinha não aguentou mais ser fiel… é isso? Quer voltar a ser putinha do titio Fred, né?
– Não… não é bem assim. Você poderia ao menos ser mais gentil, cretino!
– Fui sempre gentil com você, minha deusa! Enquanto você quiser me dar esta bundinha, eu serei sempre gentil com você, Celena!
– Você só pensa nisso! Só quer isso!
– Só quero o quê, Celena? Me diz claramente o que eu só quero de voce!
– Você sabe, você sabe! Puxa, Fred! Não tripudia! Por favor!
– Eu não estou escutando… Celena! Do que é que eu mais gosto de você? Diz, sua rampeirinha!
– Oh, por favor, pára! Para com isso! Ou vou procurar outro alguém!
– Não vai não! Agora, bezerrinha, diz porque você me quer de volta, diz! Se não… sou eu que não vai te querer mais! Agora diz, putinha safada do titio!
“Esse cretino sabe me torturar! Meu deus, por que fui cair nas garras desse safado! Caramba! Já estou fervendo de tesão por ele! Esse filho da puta sabe realmente do que gosto! Ah, foda-se! Vou dizer logo!”
– Eu quero… quero você de volta pra… pra me… sodomizar!
– Pra quê, putinha? Fala português claro!
– Quero… quero ser enrabada! Pronto já disse, seu puto! É isso que você queria ouvir?
– Assim não, Celena… você reclamou de eu não ser gentil. Agora é você que não está sendo. Diga gentilmente o que voce deseja ardentemente que eu faça com você!
– Vá se foder! Você quer comer meu cu ou não!
– Huuuummm, que malcriada! Você será castigada por isso!
Levou quase três horas até Celena receber o telefonema de Fred dizendo que ele já estava em Niterói, num apartamento emprestado por um amigo. Meia hora depois, Celena estava sendo despida por Fred e por esse amigo!
A mente de Celena estava confusa, mas ao mesmo tempo, ela estava tendo aquelas mesmas sensações maravilhosas que Fred a ajudara descobrir. E o amigo dele, bem jovem por sinal, sabia os mesmos truques de como incendiar os desejos de uma mulher.
Daquele dia em diante, Celena passou a ser também a putinha do jovem amigo Jardel, que volta e meia aparecia para saciar o irresistível desejo dela de ser duplamente enrabada!
Foi então que o marido de Celena veio com a novidade de irem morar na mesma cidadezinha da tia dele, onde já tinha até emprego garantido na prefeitura.
Celena contou isto ao jovem amante com lágrimas nos olhos logo após ela tê-lo feito gozar como um vulcão em sua boquinha. O jovem sentia a quentura das lágrimas se misturar ao esperma que lhe escorria pelo tronco da rola, enquanto Celena falava aspirando o aroma do saco dele.
– Eu adoro você Celena! Não se preocupe, eu sempre estarei com você. É só me ligar!
Três meses depois, Lauro e sua impetuosa personalidade já conseguira ter apoio de alguns desafetos do marido de sua tia, que era o líder do partido político que dominava a cidade. Sem respeitar as formalidades partidárias, se lançou candidato.
Jardel, o tio por afinidade, recebeu um ultimato para cortar as asas do sobrinho. O fato é que isso iria criar diversos problemas para ele dentro de casa.
Maquiavelicamente, Jardel entregou cinco mil dólares para a campanha do sobrinho, afirmando que o estava apoiando. Os caciques do partido sabiam que havia alguma coisa por trás daquela atitude de Jardel e fingiram apoiá-lo também.
No dia seguinte, Celena saia da pedicure quando um Vectra parou a seu lado e a cabeça do tio de seu marido apareceu quando o vidro baixou.
– Está indo pra casa? Lhe dou uma carona.
– Obrigada, tio. Realmente está muito quente pra sair andando neste sol!
Jardel prendeu a respiração quando o perfume de fêmea inundou o carro por inteiro. Ao entrar, as nádegas vieram primeiro e mais da metade das grossas coxas dela ficaram a mostra. Celena deu um flagrante em Jardel lhe olhando as pernas. Ele ficou sem graça e deu um sorriso como se desculpando e olhando pra frente, partiu com o carro.
– Minha querida, se não se importar, eu tenho que ir num lugar… mas será rapidinho. E´só pra ver um cavalo que quero comprar. Pode ser?
– Claro, tio! Não tinha nada pra fazer mesmo.
Chegaram ao local que parecia ser uma chácara e que tinha aspeto de ser bem cuidada.
– Não quer vir e ver o cavalo?
– Pensei quer não ia me convidar…
– Vou aproveitar e fazer um cafezinho pra nós… ou voce prefere um suco?
– Qualquer dos dois.
Cinco minutos depois, Jardel aparece na varanda com uma bandeja contendo a jarra de suco e dois copos. Celena despejou suco nos dois copos enquanto o tio de seu marido segurava a bandeja. Pegou um dos copos cheios e levou aos lábios. A bebida era refrescante mas lhe deu um calor repentino e depois um intenso calafrio. Ela procurou um lugar pra sentar e se viu sentada numa beira de cama, totalmente nua.
Alguém se inclinou e lhe beijou a boca apaixonadamente. Ela estava confusa, pois como podia Fred e seu jovem amigo estarem ali se ela tinha certeza que estava conversando com Jardel. Aliás, ele estava falando algo pra pessoa que tinha lhe beijado a boca e que agora tinha ambas as mãos em volta de seus seios, fazendo-os apertarem um enorme penis entre eles. Ela ouviu seu nome ser chamado e olhou em direção onde parecia ter um forte luz.
Novamente seu rosto foi levantado e sua boca beijada enquanto o estranho roçava sua rolona entre os seios dela.
Celena não estava entendo o que acontecia. Simplesmente estava se tornando cada vez mais e mais excitada e vendo a luz clarear tudo de vez e quando e a voz de Jardel vez ou outra. E conforme se excitava, mais lúcida ia ficando. Mesmo assim, não entendeu porque involuntariamente pegou o grosso caralho do estranho de entre seus seios e o levou a boca.
No primeiro minuto, só a imensa cabeçorra lhe era nítida. Desde da metade da rolona até ao rosto do estranho, era tudo borrado. Novamente a luz forte brilhou e quando ela abriu os olhos imaginou que seria o rosto de Fred ou do amigo de cuja piroca ela estava chupando com ardor.
Celena procurou engolir mais e mais da sedosa tora para ver com mais nitidez de quem seria o saco, pois até agora não conseguia saber, somente pelo gosto, de quem era a rola que estava mamando com tanta vontade.
Outra vez ouviu ser chamada e dessa vez apenas voltou os belos olhos em direção a voz de Jardel e a luz brilhou uma vez mais. Algo lhe passava pelo mente que lhe dizia que tinha alguma coisa que não combinava.
“Como posso estar aqui chupando a rola de Fred e Jardel me chamando pelo nome?”
O aveludado músculo em sua boca não a deixava raciocinar direito, mas ela começava a ver com mais nitidez o seu redor. E foi a rola de Jardel que ela via agora claramente a seu lado. A confusão ainda lhe atormentava pois ela acreditava piamente que estava chupando o caralhão de Fred.
“Pô! O que Jardel está fazendo aqui com Fred? E por que ele está esfregando a rola em meu rosto? Por que ele está fazendo isso? Ele está louco! Ele não pode fazer isso comigo! Eu sou a esposa do sobrinho dele! Meu deus, meu deus, o que está acontecendo?”
Então, os olhos de Celena se voltam pra cima e o dono da esplendida rola que ela está chupando lhe aparece nitidamente. É um belo jovem de penetrantes olhos azuis e que tem um bonito, mas cínico, sorriso no rosto.
Celena arregala os olhos tremendamente horrorizada por perceber perfeitamente o que está fazendo e o que está acontecendo com ela.
Ela tenta se levantar, mais cambaleia e cai de costas na cama. Imediatamente, Jardel se posiciona, quase sentando em cima dos seios da esposa de seu sobrinho. Ela se debate, mas é logo dominada pelas mãos de Jardel que lhe segura os pulsos.
Ao mesmo tempo a boca do estranho se cola a entrada da xaninha dela, fazendo uma uma forte sucção em cima do grelinho, ao mesmo tempo em que sua grossa língua vasculha o interior do seu canal vaginal.
Celena deixa escapar um longo soluço de prazer, tentando desesperadamente não demonstrar o que está sentindo. Mas o estranho é um perito no que faz. Ao mesmo tempo que lhe suga com avidez a bojuda xaninha, ela movimenta a cabeça em todas as direções por entre as coxas dela.
E, a sensação do roçar das bochechas com barba por fazer na sensível pele das partes internas das coxas é como choques elétricos de prazer que lhe estivessem sendo aplicados continuamente.
Celena está enlouquecida. Ela está completamente consciente do que lhe está acontecendo. Só não entende o por quê. Ela abre os olhos e fita diretamente nos olhos de Jardel como que perguntando o porquê daquilo tudo, mas só consegue xingá-lo.
– Seu filho da puta! Voce vai pagar caro por isso! Para! Para! Voce está me estrupando, seu canalha!
– Eu lhe peço perdão, Celena querida! Mas, voce tem que culpar teu maridinho!
– O quê?!!
– Relaxa e goza, querida! Depois te explico em detalhes. Voce agora vai se tornar minha putinha e do Rafer, que está aí no seu trópico do sul!
– O quê? O quê, quem? Quem é ele? E por que?
– Chega, Celena! Já te disse que digo depois! Agora começa a me chupar, sua vadiazinha!
E a submetida esposinha tenta virar o rosto evitando que a grossa piroca lhe penetre a boca. Jardel agora está praticamente sentado nas almofadas dos seios da esposa de seu sobrinho e seus joelhos prendem os braços dela enquanto sua rolona dá pequenos pulos em cima do bonito rosto de Celena.
O ex-estranho continua com seu banho de língua de alto a baixo na rosada xaninha. Celena ainda resiste a virar o rosto e engolir a rolona do tio de seu marido quando percebe que Rafer lhe suspende as coxas até fazerem os joelhos encostarem-se as costas de Jardel.
Dessa vez a os lábios de Rafer cercam o perfeito circulo do cusinho e a ponta de sua língua se debate ferozmente a entrada do anelzinho querendo invadi-lo.
Com os antebraços livres, Celena leva as mãos até a parte de cima das coxas de Jardel e tenta cravar as unhas nos endurecidos músculos. Mas em vão… ela, então, abre os lábios em formato oval e vai chupando desde a ponta da cabeçorra até metade do páu do tio de seu marido, conforme ele vai empurrando lentamente. E uma última lágrima lhe escorre dos olhos.
“ Meu deus, deus meu! O que estou… o que estou fazendo? Por que tô sentindo tanto, tanto prazer?! Esse safado aí embaixo é um danado com a língua! E nunca pensei que este quarentão fosse tão gostoso! E que pica maravilhosa! Meu deus, meu deus, que depravada que eu sou! Como eu… gosto… eu gosto… de dar! De foder gostoso!! E que gostoso é trair Laurinho! Aaaaaaaaaaahh, como… como é gostoooooso tudo isso!”
Jardel sente que agora as mãos da mulher de seu sobrinho lhe acariciam o alto das coxas e que está lhe chupando a piroca sem nenhuma timidez. Em seguida ele sente quando as mãos dela vão até seus glúteos, puxando-o para que ele avance um pouco mais com a piroca para que ela possa engolir ainda mais.
Quase que ao mesmo tempo, Celena percebe que a estupenda caricia oral tinha parado para logo sentir a familiar pincelada do alto da bocetinha ao cusinho. Ela respira fundo, já sabendo o que vem a seguir. Ela contrai e relaxa o esfíncter como se estivesse alongando os músculos numa academia.
A expectativa da dilatação anal a deixa frenética e sua cabeça vai de um lado pro outro, deixando escapar, pra logo em seguida abocanhar, a glande da piroca do tio de seu maridinho.
“ Parece que todo comedor de cusinho tem de pincelar ao redor antes com a piroquinha! Caramba, como estou querendo essa rolona dentro de mim! Dentro de meu cusinho! Vai… vai logo! Bota, bota logo essa pirocona em meu cusinho!”
Como que adivinhando o pensamento da mulher, Rafer vai gentilmente empurrando a rombuda glande no circulo de preguinhas do cusinho da esposinha de Lauro até ela soltar uns gritinhos e jogar a cabeça para trás, deixando a rola de Jardel lhe escapar dos lábios, com um rastro de gosma escorrendo pelo gracioso queixinho.
Jardel sai de cima dela. Celena eleva sua parte superior se apoiando nos cotovelos como querendo ver o excitante deslizar de entra-e-sai da piroca através do anel do cusinho. Ela nota que Jardel está tirando fotografias, não se importando mais com isso. Relaxando totalmente, ela volta a se deitar e levando a mãozinha até a bocetinha em fogo, inicia um sensual dedilhar em cima do clitóris.
“ OOOhh, meu deus!! Vou gozar, vou gozar! Me ajude, me ajude que eu vou gozar! Ai, ai… ai, ai, eu preciso de outra pica! Eu quero a rola do tio de meu maridinho! Cadê, cadê?! Cadê a rola desse canalha gostoso, cadê?!”
Celena pensa assim, mas sua cabeça não para um momento de um lado pra outro. Só quando Jardel se aproxima ajoelhado para perto de seu rosto tirando as fotografias, ela num lampejo abre os olhos e estendendo a outra mão, alcança a coluna musculosa do corneador de seu maridinho.
Jardel treme ao sentir os dedinhos que quase não consegue segurar totalmente sua rolona, puxando para baixo em direção a bela face de Celena. Ele se acomoda com a cabeça dela apoiada em uma de suas coxas, enquanto lhe chupa divinamente a rola.
A volúpia do olhar de Rafer se alterna na visão do boquete que Celena faz em Jardel e de sua própria rola deslizando pra dentro e pra fora do cusinho dela.
Celena é a primeira a gozar. As contorções que ela faz é como se estivesse espremendo a rola que está dentro de seu tubinho anal. A quente mangueirada de esperma que leva internamente só faz aumentar mais ainda seu prazer anal.
A rolona de Jardel é mais uma vez abandonada pela boca da esposinha de seu sobrinho, pois o gozo que ela está tendo exige quantidade fenomenal de ar para os pulmões. Mesmo assim ela fica quase um minuto retendo o ar até soltá-lo com um belíssimo grito de fêmea satisfatoriamente enrabada.
Jardel foi o único que ficou sem gozar com a ajuda de Celena. Totalmente lúcida agora, ela se recusou totalmente a se permitir ser abusada sexualmente de novo. Demonstrava até certo constrangimento e seu olhar era de intenso ódio pelos dois homens. Pior foi quando Jardel lhe disse que ela iria ficar ali, até o marido dela cooperar com o partido.
Uma correia de couro foi passada ao redor de seu pescoço e uma leve, mas resistente, corrente a ligava até uma argola de ferro por uns dez metros.
Já de noite, Lauro estava desesperado quando recebeu o primeiro telefonema ameaçador. Jardel e a mulher estavam a seu lado tentando acalmá-lo.
– Eles não querem dinheiro. Estão com Celena e só a soltam quando eu fizer a declaração desistindo da candidatura. Eu só posso fazer isso amanhã.
No dia seguinte, depois que Lauro fez sua declaração, o tio o deixou em casa. Sem ninguém perceber, saiu da cidade indo pra granja. Lá submeteu Celena a todos seus desejos até ficar inteiramente satisfeito. Combinou com Rafer para que ele a levasse e a deixasse a um quadra de onde moravam, depois que anoitecesse.
Assim foi feito.
– Relaxa Celena! Voce nada pode fazer. Voce agora pertence a mim e a Jardel! Nós temos as fotos e em algumas delas voce está realmente gostando da situação. Serão essas que enviaremos pro jornal local e também pros outros de todo Brasil se voce e seu maridinho não se comportarem.
– Como voce são cruéis! Safados, putos! O que o partido tem a ver comigo se vocês já controlam o Lauro?
– O partido nada. Mas eu e o Jardel temos a maior tesão por voce e vamos querer te foder bonitinho, sempre!
– Vou me matar!
– Vai nada! Voce gosta demais de trepar! E do jeito que voce mostrou… tu deves ´tá traindo o corninho há muito tempo! Diz que não!
– Canalha! Vá se fuder!
– Haha! Olha a boquinha suja! Devido a isso, voce me deixou com tesão! Agora voce vai ter que me fazer gozar!
– Mas…mas aqui? Perto de casa? Por favor, não!
Rafer pega a pasta no banco de trás. Tira de dentro uma das fotos e mostra pra ela. Celena se vê chupando uma imensa rola que acabara de gozar com vestígios de esperma ao redor de sua boca.
De repente, Rafer lança a foto para fora através da janela. Os olhos de Celena se arregalam de susto e de medo. Ela sabe o que tem que fazer pra sua segurança e por seu casamento.
Rapidamente ela sai do carro e vai atrás da foto até apanhá-la. Resignada, mas se sentindo excitada, ela volta pra dentro do carro e faz um esplendido boquete no chantagista do Rafer.
helga
ótimo conto..sempre que escuto fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades…whats (47).9212.6411.