Ao me divorciar mudei-me para um prédio de quatro andares num ponto excelente. Já fazia bem uns três anos que morava ali, num pequeno apartamento, que me oferecia conforto essencial e praticidade. Fiz amizade com a vizinhança. Em extrema consideração àquela gente boa e educada, recomendava às minhas eventuais visitas femininas, total discrição. Com isso percebia o olhar de simpatia e respeito por parte dos moradores, especialmente das esposas.
Como toda regra tem exceção, Adriana vem procurando se aproximar de mim na ausência do esposo, com quem vive às turras. Percebe-se logo sua intenção, ao tempo em que ela demonstra timidez e inexperiência de vida: pesa-lhe à ideia de infidelidade. Nesse caso dá-se corda para fisgar o peixe. Nada de pressa. Um gesto afoito põe tudo a perder.
Fugindo ao meu costume, eu via naquilo um joguinho de cena e de muita paciência que a cada dia apresentava uma pequena evolução. Tempo ao tempo. Uma diversão gostosa que até então nunca experimentara.
(O leitor e a leitora vão perceber e me desculpar pela lentidão como tudo ocorre, pois procurei ser fiel ao relato, verídico.)
O marido de Adriana é um galinhão, que vive esnobando-a pela sua condição de gordinha e por ela ser de boa índole, despretensiosa e pacata. Do meu apartamento porta a porta um para o outro, já ouvi improbérios lançados por ele, bêbado, humilhando-a. Eu até suspeito de espancamento, pelo tipo de barulho surdo ouvido. A resposta dela era o choro. Eu ficava puto e pensava: “esse cara é um filho da puta, não dá valor à mulher que tem. Pô, ele tá merecendo um par de chifres, mesmo!” No barzinho próximo ao edifício ele estava sempre ridicularizando a esposa e contando vantagens sobre suas conquistas amorosas. Sua preferência recaía sobre as novinhas e magras, para as quais, como confessa publicamente, dá boa vida
Rosto lindo, arredondado e simpático, boca grande e lábios carnudos, Adriana de meigo sorriso é uma gordinha sexy. Na verdade ela tem uma estrutura forte, cheiinha e toda durinha. Pratica ginástica e dança a vida inteira, é ágil e disposta e tem a pele lisa. Quando Adriana chega da academia com o conjuntinho apropriado, dá para admirar seus contornos e sentir a firmeza do corpo: super consistente. Sua bunda é grande e apetitosa, bem mais atraente do que as das magras do prédio. E ela é charmosa, tem um rebolado provocante. Sempre subo com Adriana conversando no elevador ou a pé pelos quatro lances de escada. Quando chegamos ao nosso andar, deixo-a ir à frente pelo corredor. Ela percebe minha intenção e caminha como se estivesse nua na passarela.
Adriana tem em torno de 36 anos e vive me dando bola. Com sutileza, gosta de me exibir suas pernas roliças e os belos seios, tamanho médio. Na certeza que o marido estava distante, já bateu à minha porta, por diversas vezes. Ora pedindo livros emprestados, ora revistas e suplemento feminino de jornal. Entretanto nunca entrara. Em conversa a mulher me contava que era infeliz no casamento porque o marido tinha amante e a tratava mal. Contudo ela me confidenciava que tinha medo de traí-lo.
Sobre as publicações que levava de minha casa, disse-me que não falaria que era eu quem a emprestava. Diria pertencer à Mary, a vizinha de confiança. Achei melhor. Eu estava gostando daquela situação que gradualmente avançava. Ela também, doida para dar, sem ter coragem, insinuava-se carente. E eu a supunha com a chaninha coçando de vontade Passei a lhe dar mais atenção, presenteando-a com pequenas lembrancinhas: um livro, um perfume francês, um cd, um lencinho ou flores.
E que mulher não gosta de carinho? Aquele tipo de relacionamento prosperava a conta-gotas tornando-se um hábito que gerava emocionante expectativa. Uma longa novela de capítulos diários, que prendia um e outro.
Um dia intencionalmente eu enfiei um filme pornô dentro de uma revista. Ela não falou nada. Como quem cala consente, toda semana ia um filminho. Indiquei-lhe wwwcasadoscontos.com.br e ela não só gostou como passou a me mandar emails apimentados, fazendo comentários, coisa que pessoalmente tinha vergonha.
Adriana já estava ficando safadinha. Quando o marido não estava em casa e sabia que eu passaria naquela hora pelo corredor, ela deixava sua porta aberta. Deitava-se de bruços na poltrona de short fingindo ler alguma coisa, só para eu vê-la e admirar sua bunda. Eu fazia questão de dizer-lhe:
— Bom dia, tentação!
Ela continuando deitada, dava um rebolado, virava o rosto em minha direção, mirava-se no meu pau duro e me convidava a entrar. Eu agradecia e dizia-lhe que um dia que seu marido não estivesse, eu que gostaria de receber sua visita.
Geralmente a atendia sem camisa. Às vezes de calça de pijama de seda, curto e transparente; de short; de calça jeans com fecho aberto e sem cueca. Por muitas ocasiões ela observou o volume que fazia meu pau por baixo da roupa. Quando eu mostrava-lhe algum texto interessante na publicação, ela dava um passou para dentro do apartamento. Aproximava-se de mim, abaixava a cabeça para acompanhar a leitura, relando-me os seios e me encostava coxas ou a bunda no meu pau sob a roupa.
Teve dia que Adriana veio de shortinho jeans sem calcinha, blusinha de malha curta, sem sutiã. O botão da cintura aberto; o zíper entreaberto mostrava a vulva depilada. Eu lhe disse que estava um tesão. Ela riu. Mostrei-lhe a suposta reportagem interessante, um texto bem comprido para demorar mais. Ela deu um passo e adentrou minha sala, se virou de costas e arrebitou o super-bumbum e se curvou toda para ver a revista. Sua bunda na roupa justa e curta estava monumental. As coxas gostosas brilhavam! Eu tranquei a porta e a segurei pela cintura. Peguei meu pau duro e o pus por detrás entre as pernas. Ela aceitou, relaxando-se. Desci seu shortinho, alisei sua bunda e depois a lambi, beijando molhado.
Ao bater-lhe com o cacete de dezoito centímetros nos glúteos, Adriana deu um gemido sem vergonha e eu o aninhei em seu rego. Ele rebolou. A cena toda durou pouco mais de minuto. Até que ela repentinamente se arrependeu: pediu desculpas, virou-se se recompondo, deu um selinho em minha boca e disse-me:
— Tenho medo. Está na hora de ir… — disse-me Adriana franzindo o cenho.
Paciência. Eu lhe sorri demonstrando compreensão e abri a porta.
O melhor lance aconteceu quando fui atendê-la enrolado na toalha. Simulei um pequeno acidente que atingiu o abdome. E disse-lhe que naquele instante em que ela chamara, eu havia interrompido o medicamento que fazia com compressa sobre o local. Ela demonstrou preocupação eu pedi-lhe que entrasse – só até a sala – para me aplicar nada além de cinco minutos de massagem.
— Está doendo! – eu fingi, levando a mão no lugar e fazendo semblante de sofrimento.
Ela entrou, eu fechei a porta e deitei-me no sofá. Pus a toalha apenas cobrindo meu pau duro, deixando o resto do corpo nu. Ela sentou-se ao meu lado. Eu encostei a mão direita em sua bunda e ela deixou. Levei a sua mão sobre a região do meu baixo abdome. E Adriana começou a voltear o ponto, cutucando com as pontas dos dedos, por debaixo da toalha meu caralho, que ficou ainda mais agitado. Senti que ela começou a suar nervosa. Mas ela estava gostando. Descia os dedos cutucando meu pau com mais intensidade. De repente os dedos das duas mãos ao descer se abriam e fechavam como tesouras no meu pau.
Com toda minha vivência eu sentia algo inusitado. Jamais experimentara aqueles toques singelos. Dava-me a sensação do proibido/cobiçado culminando com a doçura e ingenuidade do gesto leve, todavia carregado de um energia contagiante, que pode ser chamado libido.
Com a mão esquerda puxei a toalha sem que ela percebesse que havia sido eu. Fiquei completamente nu. Ela agindo por ímpeto segurou meu cacete e disse:
— Eu nunca peguei num pau sem ser de meu marido. Eu não posso fazer isso…
— Adiana, aconteceu por acaso. Ninguém tem culpa… — eu lhe disse.
— Mas eu não posso… …mas seu pau é tão gostoso, tão bonito, moreninho, tão empezinho e grande. O do meu marido é branquelo, torto e pequeno… Ai que tesão… – Adriana falou.
— Meu bem, você não confia em mim? Então me toque punheta… …você está carente, seu marido está te traindo… …que consideração você pode ter por ele? – eu aproveitei para dizer.
— Você tem razão… …mas é só essa vez, hein? Quero ver você gozar, jorrando porra para cima. Só vi isso nos filminhos que você me manda.
— E você gosta dos filminhos? Toca siririca?
— Claro, pensando em você.
Ela ao dobrar o corpo para me masturbar, curvou-se mais. E eu enfiei a mão na sua bunda arrebitada por dentro de sua calcinha, alisando-a. Com jeito penetrei o dedo em sua boceta molhadinha e acariciei seu grelinho.
Gozei esporrando em seu rosto. Ela limpou-se e a meu pau com a toalha, se levantou e caminhou para o lado da saída. Abri a porta e chequei: estava tudo livre no corredor. Ela me deu um beijo e saiu.
O jogo de sedução desenvolvia em gotas homeopáticas. A novela a cada dia ampliava a dose de excitação. Projetavam-se calientes sonhos eróticos para os próximos e emocionantes capítulos. Previam-se um final feliz.
São oito horas da manhã. Eu ainda espreguiçando na cama, aproveitando a folga do sábado. Faz calor. Estou apenas de cueca. A campainha do apartamento toca. Só pode ser Adriana, aproveitando-se da saída do marido.
Pelo olho mágico constato: Adriana toca campanhia outra vez. Em ato contínuo, abro a porta e a cumprimento. Ela aparentando pressa olha para meu pau estufando a cuequinha preta e pede para entrar. A mulher entra e empurra a porta fechando-a com chave. Vejo que seu olho está roxo, pergunto o que foi. Ela responde-me:
— Foi ele, mas não quero falar sobre isso. Quero me vingar chupando seu pau hoje, dando-lhe a boceta e o cuzinho outro dia, se ele continuar a me… – disse-me ela.
Olhando-me de cima a baixo, Adriana desce minha cueca e segura meu pau. Pela primeira vez ela tomava iniciativa.
Imediatamente ela abre o quimono, sem nada embaixo. Eu apalpo seus seios. Ela joga a roupa sobre a mesa e me abraça. Vira-se e encosta-me a farta bunda. Eu pouso minhas mãos e admiro: durinha, macia, apetitosa. Ela fala com rapidez:
— Meu marido foi à padaria da esquina. Da janela de seu quarto da para vê-lo quando estiver voltando. Enquanto você o vigia eu quero lhe fazer um boquete para me vingar dele.
No quarto eu abro uma parte da cortina e debruço-me na janela. A mulher ajoelha-se aos meus pés pela frente agarrando-se nas minhas coxas.
— Quero chupar seu caralho! Goza na minha boca. Quero saborear sua porra, gostoso. Meu marido foi até a padaria e daqui a pouco estará de volta. Quero me vingar daquele filho da puta! Tem mais de mês que ele não me come, de repente fica me ofendendo por causa de meu peso.
Eu deixei que ela abocanhasse meu pau e o degustasse. Chupava com prazer e em grande velocidade. Num momento ela retirou a pica da boca para dizer:
– Deixe-me eu lamber seus testículos e chupar seu pau. Goza rápido. Outro dia eu volto.
Eu lhe respondi que iria atendê-la, naquele momento.
Ela mamava gostoso. Eu senti que estava na hora e lhe disse:
— Vai começar a jorrar porra. Engula minha querida!
Gozei. Ela retirou o pau, ficou de pé, abriu a boca e pôs a língua para fora. Parecia uma coalhada, leite ou iogurte. Ela saboreou a porra e a engoliu.
A mulher vendo meu caralho ainda meio duro e com gotículas de porra, passou-lhe a língua.
Eu disse-lhe:
— Seu marido está vindo lá embaixo com sacolas na mão.
— Eu já vou rápido. Faço questão de beijá-lo com essa boca de porra. Ele vai te chupar de tabela. Corno, filho da puta!
— Então vá querida, outro dia tem mais.
— Ah!, olhe pelo olho mágico o beijo que vou dar na boca daquele sacana.
Ela vestiu o quimono, saiu ligeira e esperou o cara em frente sua porta. Em um minuto o maridão chegou. Tudo pronto para o epílogo da operação-vingança. No posto estratégico, bem posicionado, eu observo o desenrolar da cena, conforme orientação. O homem chega e se surpreende com o inusitado beijo na boca que recebe de sua mulher:
— Sossega mulher. Você ficou doida? Que porra! – diz o marido, afastando-a com as mãos contra a parede.
— É isso mesmo, seu veado. Porra! – fala uma Adriana corajosa disposta a enfrentá-lo.
O marido de Adriana continuava a traí-la e tratá-la mal, inclusive espancando-a quando chegava bêbado. Ela que não era comida por ele, encontrou uma forma de vingança que simultaneamente lhe satisfazia sexualmente. Quando podia ela recorria-se a mim, vizinho do apartamento de frente, divorciado e discreto que a ouvia, oferecia o ombro amigo. Por isso eu recebera algumas recompensas. Após o início de rela-rela, ela certa vez bateu-me uma punheta e numa manhã em que levantara com olho roxo de porrada, pediu-me para fazer-me um boquete enquanto eu vigiava seu marido pela janela, voltando da padaria. A sua vingança maior, com requinte de sacanagem, foi beijá-lo na boca com sabor de minha porra na língua. Esta é a sinopse do caso até o momento.
Naquela sexta-feira, em torno das vinte horas, estava me preparando para sair de casa. A campainha toca. Adriana entra em meu apartamento e se despe. Vejo marcas roxas em suas costas. Ela diz que o marido lhe bateu de cinto e ela veio para vingá-lo.
— Boquete? – eu pergunto.
— Sim, primeiro quero te chupar. Depois quero que me coma o cuzinho. Eu sou virgem atrás, meu marido sempre quis me comer e eu nunca lhe dei. Hoje eu quero vingá-lo.
— Ótimo! Você tem a melhor bunda da cidade. Qual o tempo disponível que você tem? — eu lhe pergunto.
Ela me informa que o marido foi para o barzinho ao lado da padaria. E me orientou que ficasse na janela de meu quarto, escondido pela cortina o vigiando voltar bêbado, trocando as pernas. Enquanto isso ela ficaria de quatro sendo enrabada por mim.
Dito e feito. Fomos para a janela indiscreta, com o quarto escuro. Olho o barzinho movimentado. Ela diz que ele está de short e camisa vermelha e gosta de sentar-se na mesinha da calçada, de costas para a parede. Pela luneta eu o localizo com facilidade. O maridão está todo refestelado, bebendo todas e olhando para as bundas das meninas – mulheres, travestis e gays – que passam. Ela quer ver. Passo-lhe a luneta. Ela confirma:
— É o filho da puta mesmo! Enquanto ele olha para bunda das meninas que passam sem lhe dar bola, sua mulher vai dar o cuzinho para outro e olhando para ele.
Ela ajuda-me a descer a cueca, pega em meu pau e o acaricia. Põe uma almofada no chão, senta-se. Eu debruço na janela e fico olhando na luneta.
Adriana passa a língua no meu reguinho e engole meus testículos. Em seguida fica chupando-os. Depois segura os testículos e abre a boca. Com a outra mão ajeita meu pau e ela o lambe de baixo para cima. Dá uma leve mordida na cabecinha, faz-lhe um carinho e chupa-o freneticamente.
— Agora é minha vez — eu disse.
Ela pega a luneta, dobra-se na janela sob a cortina e por uma greta vigia o panorama. E eu começo a chupá-la. Sua bocetinha está cheirosa, constato que foi o perfume que lhe dei. Enfio-lhe o dedo no cu e o atolo. Ela rebola para facilitar. Minha língua penetra-lhe a boceta, ela mexe o corpo e enche minha boca de líquido vaginal quente.
— Eu quero ficar debruçada na janela, escondida na cortina, olhando o corno de luneta, com a bunda arrebitada para você comer meu cuzinho — ela pede.
Eu pego o gel, passo em meu pau e unto seu cuzinho. Experimento passar-lhe o dedo ela pisca o cu e o dedo desliza para dentro, ágil. Eu a preparo, deixando-a na posição. Ela pega a luneta e localiza o barzinho, a mesinha, o marido e diz:
— O maridão está lá, rindo a toa — ela põe dedo em riste como se falasse ao marido: — Quero ser enrabada, olhando pra sua cara, Bruno, filho da puta! Isso é prá você aprender a tratar bem sua esposa — Adriana fala enquanto eu dou-lhe lhe abraço pelas costas.
Ela fala-me ainda que o último contato sexual que teve, foi quando me chupou. O marido tem outra e continua desprezando-a. Na penumbra fico admirando a silhueta daquela mulher, cuja bunda é invejável. Faço carinhos com as mãos, dou beijos nas costas, na nuca, na face e começo a lhe relar o caralho. Adriana vira uma mão para trás e o segura e o leva suavemente passando por sua bunda e o aloja no reguinho. Peço-lhe para abrir a portinha, arreganhar o máximo e dou uma estocada certeira. A cabecinha escorrega e penetra. Ela sente dor, geme, mas se diz resolvida, pede-me para que eu atole tudo, porque ela poderia sentir a dor que fosse, mas iria suportar.
Eu lhe digo que não iria enfiar meu pau de uma vez. Que ela se relaxasse que ele ia entrando devagar. Enquanto falo foi penetrando, penetrando…
Ela geme, o pau entra. Dou uma pausa. Aquieto o pau em seu cuzinho apertado. Digo que o pior já passou. Peço-lhe para rebolar, que mexa bastante com os quadris. Ela comprimia-se arrochando e relaxando o cuzinho, fazendo o caralho latejar.
Ela remexe brilhantemente. Eu mantenho o pau atolado no seu cuzinho e ponho o dedo da minha mão direita a roçar o grelinho. Ela geme, mas não é mais de dor, é de tesão. Adriana me pede:
— Goza no meu cuzinho. Quero sentir a porra jorrando lá dentro! – ela sussurra.
Sua boceta está super molhada. Anuncio que vou gozar. E gozamos juntos.
23 horas. Adriana guarda a luneta, veste sua roupa, me dá um beijo e sai.
Meia noite e meia. Como não havia conseguido dormir chego à janela para respirar ar fresco. Olho aleatoriamente e vejo Bruno, o vizinho, marido de Adriana, voltando cambaleante. Acabara de tomar um tombo se levantara e caminhava trôpego na calçada. A rua está movimentada, ele tinha de atravessá-la e corria risco de ser atropelado. Resolvi descer para ajudá-lo. Ele está todo esportivo: short, tênis e camisa de malha vermelha, desde a tardinha, bebendo. Vou ao seu encontro ele me cumprimenta efusivamente. Ofereço-me para conduzi-lo, ele reconhece seu estado e aceita. Passo o braço em seu ombro e prossigo empurrando-o e escorando-o. Atravessamos a rua – perigosa por ser mão dupla com veículos em velocidade – andamos uns cinquenta metros e entramos no nosso prédio. No elevador deixei-o livre encostado de lado na parede direita, na frente. Digitei o número quarto andar e fui para os fundos em posição oposta.
Quando o elevador se movimentou ele perdeu o equilíbrio e se afastou vindo de costas ao meu encontro. Para evitar que ele caia, abraço-o por trás. Bruno acomoda-se permanece na posição, roçando a bunda no meu pau. A princípio achei que não fosse intencional por causa de seu estado de embriaguez. Tento afastá-lo com as mãos empurrando suas costas. Ele abaixa o short, mostra bunda, põe minha mão sobre ela: é lisa e redondinha, parece de mulher. E apalpa minhas pernas subindo com as mãos segurando meu pau sobre a roupa Lembrei-me daquele ditado: “cu de bêbado não tem dono”. Rio sozinho e tentando removê-lo daquele absurdo: ele estava embriagado, eu não!
Ele abre o zíper de minha bermuda, enfia a mão pela braguilha, começa a me tocar uma punheta. Fiquei surpreso, confuso, mas, de cacete de pé. Eu tiro-lhe a mão que vem segurando firme meu pau, sendo puxado para fora. Bruno fica de costas, mal parando em pé e encosta a bunda no caralho e o ajeita no rego. Eu o afasto com as mãos, sem agredi-lo, mas decidido. Para ficar livre eu lhe digo que ali naquele lugar, não. Eu pondero poderia chegar alguém, a própria Adriana, já pensou? Ele concorda, supondo que eu o levaria para minha casa. O elevador para no nosso andar. Eu abro a porta. Ele sai e encosta na parede do corredor. Eu o deixo por ali. Ando rápido, entro para meu apartamento e fecho a porta. Reflito: “seria bom ter esse cara com rabo preso –literalmente – comigo, assim poderei comer sua mulher mais tranqüilo”. Abro na porta, mostro-lhe o pau duro. Ele vem louco e entra. Eu fecho a porta, ele agarra meu cacete.
— Agora, ajoelha para rezar: caía de boca — falei-lhe.
Bruno abre meu cinto, desce a bermuda a cueca e fica olhando.
— Que caralho grande, cheiroso e gostoso. É bem maior que o meu e está me deixando com a boca cheia d’água.
Ele chupava com prazer e grande talento. Adriana tinha um mestre em sua casa. Com o pau atolado na boca ao movimentar a língua com volúpia ele provocava com o boquete, ruído assim slap, slap, slap e até espumava. Depois de uns cinco minutos ele me pede para gozar em sua boca. E com vontade engole toda porra.
Bruno acaba de me chupar na minha sala. Quando ele fez menção de sair eu me posicionei encostado à porta, ficando de frente para ele e lhe dirigi a palavra. Procurei falar baixo e com bastante calma
— Da próxima vez será com você e Adriana, tenho muito tesão por ela – falei na lata.
— Ela não sabe que sou bi… — ele respondeu.
— A gente começa a beber, sai assunto de ménage à tróis e aí… – eu proponho.
— Da minha parte tudo bem, depende dela que é muito séria, nunca me traiu e eu não gostaria que ela soubesse que sou bissexual… – ele falou.
— Sugira a ela dar para um homem enquanto você assiste; ou ao contrário, você come e o cara assiste – eu lhe disse.
— Bem… …isso é mais razoável e ela sabe que eu gosto de voyeurismo. Eu e ela já vimos pela janela um casal metendo e isso nos excitou ao ponto de conversar sobre a possibilidade de sermos visto transando — Bruno disse.
— Hoje mesmo procure-a na cama, leve o papo enquanto mete gostoso — eu disse-lhe.
— Pode deixar… …e, por favor, não conte para ninguém o que se passou — ele pediu em tom humilde.
Na tarde seguinte, quando cheguei e caminhava no corredor do prédio, vejo escancarada a porta do apartamento vizinho. Adriana estava na entrada, parecia me esperar. Ela de blusa decotada e short curtinho estava insinuante. Informou-me que estava só e que queria conversar comigo. Fiquei um pouco intricado e a convidei para entrar em minha casa.
Adriana me dá a mão e me conduz para o quarto. Ela se despe e ajuda a me despir. Vamos abraçados para o banho de chuveiro. Ela segura meu pau com as duas mãos e o introduz na boceta e começa a mexer.
— Mete, enfia este caralho gostoso na minha na bocetinha – Disse Adriana.
— Que bocetinha gostosa… …continua assim, mexe, mexe. Deixe que eu mame nessa teta rosada… – eu lhe disse.
— Amor, enquanto você fode minha bocetinha, chupa meus seios, segura firme com uma mão em minha bunda e com a outra mão enfia o dedo no meu cuzinho, que você arrombou ontem. Mas desliza o dedo de leve porque ainda está ardendo – falou Adriana.
E metemos até nossas pernas ficarem bambas.
Deitamo-nos na cama. Adriana fala que o marido contou-lhe que eu havia o ajudado a chegar ao apartamento e está muito grato com minha atenção. Perguntei-lhe se ele havia dito mais alguma coisa. Ela disse que não e perguntou por que. Eu lhe respondi com evasivas, procurando não dar importância.
Ela confirmou o estado de embriaguez deplorável em que o marido encontrava-se. E disse-me que pela primeira vez, depois de mais de mês, ele estava de pau duro a procurou e eles transaram. Enquanto ela dizia dar para ele pensando em mim, ele insistiu para que ela concordasse em trepar com outro homem de confiança de ambos, para ele ficar assistindo.
Adriana revelou que essa fantasia dele é antiga. Agora, enfim, ela havia concordado, entretanto impôs uma condição:
— Que fosse uma pessoa discreta, excluindo os companheiros do marido — fala Adriana, para concluir perguntando de supetão. — E sabe quem ele sugeriu?
— Nem imagino. Quem? Eu conheço? — eu respondi-lhe perguntando.
— Você, meu macho! Você que virou um super-herói para o Bruno porque salvou sua vida evitando ele que fosse atropelado, bêbado. E também porque você é um cara discreto — ela disse sorrindo de felicidade.
Eu demonstrei surpresa total e topei de cara! E perguntei-lhe como e por quem eu seria abordado. Ela respondeu-me que no próximo final de semana o casal iria convidar-me para beber vinho português no apartamento. E depois de todos já bem calibrados a conversa ia fluir.
Na sexta-feira à noite Adriana e Bruno me visitam. Eu simulando surpresa os recebo na sala de pijama curto. Eles me convidam para uma noite de vinho e queijos, no dia seguinte, sábado, às 21 horas.
— O traje pode ser este — aponta para mim — roupa de dormir, pois moramos frente a frente e depois de bebermos toda nossa adega, cada um vai pra sua cama — Adriana, fala, dando discreta piscada de olho para mim.
Confesso que fiquei ansioso o dia todo. No horário, eu de chinelo e pijama curto de cetim bege, pontualmente estava acionando a campainha. Bruno me atende de short e camisa de malha. Percebo que ele já estava bêbado. “Um tanto melhor”, pensei. O anfitrião diz que a mulher tomava banho e que ele faria as honras da casa. A sala de visitas está à meia-luz e nós nos sentamos cada um num sofá em posição oposta. Na mesinha de centro, três taças de cristal, balde de gelo com vinho e tábuas de queijo. Um som suave e romântico fazia o fundo musical. Brindamos. Começo também a beber. De repente um perfume gostoso anuncia o surgimento da estrela principal. Chega à sala conjugada, Adriana toda sexy, num robe branco entreaberto e sandálias. Eu me levanto e vou ao seu encontro, levando duas taças de vinho. Tim-tim. Nós dois abrimos os braços e nos envolvemos num abraço apertado.
— Com licença, Bruno, mas sua mulher está deslumbrante… — eu digo.
— Ela só falava nessa recepção a você. Passou grande parte do dia se produzindo… …coisa de mulher – completa Bruno, enquanto dou umas estocadas com meu pau nas coxas nuas de Adriana.
Quando me viro para levar Adriana até ao sofá do marido, Bruno olha para o volume de minha calça de pijama. Ele estava alisando seu pau duro, sem o menor constrangimento.
— Vinho me dá muito tesão e vendo vocês grudados, olha bem o meu estado – fala Bruno, apontando para o cacete e o segurando.
Rimos. Adoramos a abertura do show! Adriana faz cara de safadinha, pisca para mim e põe a mão do marido sobre suas pernas de fora.
— Assim, vendo vocês se esfregando eu fico com tesão também. É covardia! – eu disse, botando mais lenha na fogueira.
Todos riram. Bruno levantou-se para buscar mais vinho e saiu cambaleante. Ela diz que ele já não estava dando conta de nada e que havia bebido o dia todo. Por ímpeto, sento-me ao lado dela, tiro-lhe o robe e me desfaço do pijama. Ficamos nus no sofá de pernas abertas. Enquanto eu passo-lhe a mão pelos quadris, desço pela vulva e penetro com dedo na bocetinha ela toca-me uma punheta.
— Seu marido olha pro meu pau e se excita. Acho que quando está bêbado ele gosta e uma rola… — eu disse.
— Eu não sinto nada por ele e pelo que já passei em suas mãos quero que Bruno se foda. Vamos facilitar as coisas, fazendo um teste, deixando-o dividir seu caralho comigo. Assim ele baixa o facho e fica em nossas mãos — Adriana fala.
Ela deita-se e eu a penetro gostoso. Gememos. Quando ergo a cabeça, Bruno com uma garrafa numa mão e o pau na outra; observa a gente transar.
— Deixem-me entrar nessa brincadeira! – Bruno fala, enquanto se aproxima e arranca a roupa
Nós três pelados, ficamos de pé, alinhados, olhando-nos no grande espelho da parede. Eu estou entre os dois. Ponho a mão direita da mulher em meu pau e a mão esquerda do marido sobre a dela. Enquanto os dois tocam-me punheta pouso minhas mãos sobre suas bundas e as aliso. Adriana, espertinha, aplica o teste: põe a mão de Bruno segurando meu cacete e envolve sua mão à dele.
— Bruno você tocando uma punheta em Charles e ele acariciando sua bunda e a minha, está me dando muito tesão – fala Adriana para animá-lo.
Sentindo-os submissos, inicio a dar as ordens. Ainda de pé, eu os coloco de frente um para o outro: o marido introduz seu pau na boceta da esposa. Eu pego a mão dela e a levo aos meus testículos e a dele ponho sobre meu cacete. Ela me beija. Experimento um tesão inusitado. Permanecemos alguns minutos assim. Depois eu abraço Bruno por trás dou-lhe umas estocadas no rego e em seguida faço o mesmo com sua mulher. Ela manifesta desejo de sentir pela primeira vez dupla penetração; pede que eu a enrabe. Eu concordo, porém, peço-lhes que interrompam a foda e que os dois me chupem, molhando bem meu pau e depois o introduza no cu da mulher. Obediente, o casal se ajoelha e chupa meu cacete babando-o abundantemente. Ela deita-se de lado no sofá. Bruno leva meu pau bem untado para o rego da esposa. No momento em que eu abro os glúteos dela, Bruno atola meu pau no cuzinho de Adriana.
A mulher mexe com os quadris, gemendo excitada:
— Aiiiiiii, que gostoso ser enrabada, Charles – e virando-se para o marido, diz: – vamos Bruno, coma minha buceta – Adriana fala, ofegante.
O maridão dá volta no sofá. Ato contínuo, ele deita-se e encaixa seu pau na bocetinha da esposa – que ao ser comida duplamente, faz o papel do recheio em sanduíche. Eu passo o braço sobre ambos e atolo o dedo no cu dele.
Dou o ritmo à tríplice foda, orientando as mexidas de Adriana. Sua bunda estava como nunca uma tentação. Ela pede para os dois aumentarem a velocidade e diz que quer sentir-se encharcada de porra. Gozamos os três.
Glande