[HOMENAGEM À D. JOANA]
Com 17 anos de idade eu fui surpreendido pela notícia de que meus avós iriam contratar uma empregada. Surpreendido por eu sempre ajudar no que podia em casa e contar também com a ajuda das tias que ora ou outra estavam pentelhando por lá. Mas levei numa boa, até porque um pouco de mudança na rotina da casa seria bacana. No dia seguinte à notícia, a campainha tocou e prestativamente fui atender enquanto minha avó preparava a mesa para o café da manhã. Abri a porta e me deparei com uma coroa, de uns 42 anos, de pele branca, loira, 1,55 (mais ou menos), e muito bem vestida. Ela então perguntou se a minha avó estava em casa. Respondi que sim e a convidei para entrar. Levei a jovem senhora até a cozinha e deixei as duas conversando enquanto eu ia tomar uma ducha no meu quarto. Tomei a ducha e depois fui para a mesa do café, onde minha avó fez questão de apresentar a nova funcionária. Ela se chamava Joana e passaria a auxiliar minha avó nas tarefas de casa.
O tempo foi passando e o fato é que eu tenho muita facilidade para fazer amizades, seja com quem for. E logo eu e Joana já tínhamos certa intimidade. Descobri que ela já tinha filhos, era divorciada, morava em outro bairro com os filhos. E que por incrível que pareça, ela sequer precisava trabalhar como auxiliar doméstica já que, segundo ela, a sua separação tinha deixado ela e seus filhos numa situação até confortável. Mas ela dizia que trabalhava pra manter a cabeça ocupada e que sempre gostou muito da minha avó como amiga.
Como eu apenas me dedicava aos estudos, eu ficava muito tempo em casa. Saía nos fins de semana com amigos e tal, mas chegando época de vestibular já viu né. Estudos, estudos e estudos. E Joana sempre dentro de casa auxiliando minha avó. Uma bela tarde, entrei para o meu quarto e fui dar aquela cochilada básica depois do almoço. Estava um friozinho misturado com chuva, que era impossível ficar acordado. Fui pra cama e me deitei. Acordei por volta das 15:30 e fui até a cozinha tomar uma água e percebi que não tinha ninguém em casa. Nem meus avós, nem Joana.
Voltei para o quarto e liguei meu PC. Minha cabeça começou a ficar cheia de más “boas” intenções. Olhei e-mail, MSN e acabei num site de vídeos pornôs. Comecei a assistir e rapidamente fui ficando de pau duro. Comecei a manejar meu instrumento e a me punhetar bem devagar. Assisti um, dois, três… até que achei um onde a atriz era a cara da D. Joana! Incrivelmente fiquei mais excitado ainda e comecei a me masturbar olhando a cena e vendo D. Joana no filme. Em cinco minutos eu jorrava meu leite no chão do quarto. Fui pro banheiro e tomei uma ducha pra esfriar a mente.
Antes de sair do banheiro, me lembrei que tinha deixado meu monitor ligado, com o vídeo ainda passando. Claro, com o chão todo melecado. Mas fiquei frio por saber que estava sozinho em casa. Então não dei tanta importância e me arrumei sem pressa. Quando abri a porta do banheiro, dei de cara com D. Joana, parada em frente ao meu computador terminando de ver a cena que ficara aberta rodando. Eu juro que não sabia o que fazer, onde enfiar a cara, ou o que dizer. Ela olhou pra mim, balançando a cabeça negativamente em sinal de desaprovação. Nessa hora eu perdi o chão, enquanto via D. Joana sair do meu quarto. Rapidamente me vesti e fui atrás dela para tentar explicar o inexplicável.
Cheguei até a cozinha e D. Joana preparava um balde com água e um pano. Pergunte o que ela ia fazer e ela disse que iria limpar a bagunça que eu fiz no chão do quarto. 2 a 0 para a D. joana! Tentei puxar assunto e explicar, mas foi em vão. Por fim tomei o balde das mãos dela e disse que eu mesmo limparia a minha bagunça. Por um instante ela segurou o balde mas depois soltou e me deixou limpar o chão que eu havia sujado.
Enquanto eu limpava o chão, o bendito vídeo ainda estava passando na tela do computador. Não sei porquê mas eu nem me incomodei em desligar o PC ou o monitor. Deixei ele rodando sem me preocupar. Pensei: “Quer saber? Não vou nem me importar!”.
Enquanto eu limpava, D. Joana apareceu na porta do quarto e ficou parada observando o meu trabalho. Olhei para ela e vi que ela não desgrudava os olhos da tela do pc. Fiquei sem saber o que fazer por um tempo. Até que com a mão, eu alcancei o botão liga/desliga do monitor e cortei o barato dela. Ela fez uma cara de reprovação tão grande que saiu da porta do quarto e foi para a cozinha novamente. Então pensei comigo: “Acho que ela estava gostando do que estava vendo!”. Galera, dito e feito! Eu estava com a “faca e o queijo na mão” e decidi que eu iria descobrir do que aquela coroa era capaz.
Saí do quarto, fui para a cozinha e abri a porta que dava para o quintal dos fundos. Botei o balde lá fora, enxaguei o pano e voltei pra dentro de casa. Fiquei ali rodeando pela cozinha tentando arrancar algo de D. Joana, mas foi em vão. Ela sequer olhava pra mim. Voltei pro quarto e o dia seguiu sem maiores detalhes.
Alguns meses se passaram desde o acidente ocorrido. As coisas pareciam normais e a minha relação com D. Joana parecia ter ficado melhor. Claro que nos primeiros dias foi um choque pra nós. Mas creio que ela entendeu que o que ela viu era algo normal, sem maiores complicações. Como eu era apaixonado por informática e dava os meus pulos fazendo pequenos reparos, D. Joana levou um notebook dela pra que eu formatasse. Mas pediu pra que eu tomasse muito cuidado com os dados contidos no HD e que eu arrumasse uma forma de salvar suas fotos, documentos e afins. Peguei o notebook e comecei a salvar os arquivos em uma pasta. Um a um salvando, catalogando pra ficar mais fácil depois de formatado. A minha surpresa mesmo veio quando eu acessei uma pasta ligeiramente escondida, entre outras pastas, repleta de fotos e vídeos pornôs. A mulher tinha uma coleção maior que a minha, um acervo gigante! E de todo jeito: lesbianismo, fetiches, swing… enfim, para todos os gostos! Então essa era a verdadeira D. Joana? A mulher séria, vestida de forma formal, educada e tudo mais? Seria ela uma verdadeira puta disfarçada de puritana? Ah, eu ia descobrir!
Fiz todo o trabalho e entreguei o notebook dela. Mas deixei todos os arquivos de sacanagem guardados apenas no meu HD. Queria ver se ela iria sentir falta e se ela iria me cobrar pelos arquivos. Tudo correu normalmente durante todo o dia e como de costume D. Joana foi para a sua casa. Sinceramente eu passei o dia todo imaginando a cara dela ao perceber que os arquivos não estariam ali. Mas também me lembrei que ela tem filhos e que talvez eles poderiam ser os autores do material pornô que ali continha. Dúvida cruel!
No dia seguinte D. Ana chegou e começou seu trabalho rotineiro ao lado de minha avó. No sentamos na mesa, tomamos café, conversamos e eu aguardava por alguma pista sobre os arquivos do pc dela. Até a hora do almoço, NADA! Depois do almoço minha avó disse que iria sair com meu avó para resolverem pendências de aposentadoria, mas que não demorariam. Concordei positivamente com um “tá bom” e fui para o meu quarto. Passou-se alguns minutos e pude perceber a movimentação deles saindo de casa. Saí do quarto e fui até a cozinha onde D. Joana terminava de lavar as louças do almoço. Eu teria que ser direto, sem rodeios. Seria uma chance e as chances estavam contra mim, afinal, eu não tinha certeza se eram realmente delas aquele material.
– D. Ana, como ficou o seu notebook? Tudo tranquilo, não ficou faltando nada?
– Que susto menino! Quer me matar é?
– Desculpa, foi sem querer.
– Mas sim, tá tudo bem com o notebook. Acho que tá tudo lá. E obrigada de novo.
– De nada, foi um prazer.
Saí devagar para o meu quarto, meio triste. Pois achei que ela iria dizer que deu falta dos tais arquivos e tal. Pena. Ao chegar no quarto apenas encostei a porta e liguei meu PC. Enquanto ele iniciava, ouvi o leve rangido de porta do quarto. Olhei para trás e era D. Joana que entrava. Sem rodeios ela disse:
– Na verdade eu senti falta de uns arquivos sim. E você sabe quais são eles, não sabe?
– Como assim D. Joana? – Tentei disfarçar.
– Você sabe, não se faça de bobo. Apesar de você ser jovem, você é bem inteligente.
– Não se preocupe D. Joana, seus arquivos estão salvos aqui. Não sei o que pensar, me desculpe. – disse todo cabisbaixo.
– O que você pensou? Que eu não sinto vontade de fazer sexo? Que eu não tenho desejos? Como acha que fiquei naquele dia que peguei você se punhetando?
Quando D. Joana disse isso, aí eu vi que “a porra ficou séria”. Fiquei sem ação, sem saber o que dizer. De repente de garoto esperto, eu passei a ficar acuado, medroso e sem reações. D. Joana se aproximou de mim, levantou o meu rosto e disse:
– Sempre fui tarada em você. Sempre quis saber como é ter um rapazinho como você me fodendo e me chamando de puta!
Ela sequer esperou eu reagir e lascou-me um beijo na boca. Em segundos meu pau estava rígido, duro, prestes a explodir da minha calça. D. Joana sugava minha boca, enfiava sua língua deliciosa por inteira. Um sabor delicioso! Minha boca estava apenas acompanhando aquele navegar de fluídos, passeando com minha língua naqueles lábios molhados e quentes. D. Joana se afastou e perguntou:
– Está com medo? Olhe minhas mãos!
E percebi que D. Joana tremia como vara verde. Não sei dizer se nervosismo, de prazer, ou o que era. Mas ela tremia e muito. Nem tive muito tempo para ficar reparando, já que nos grudamos num longo e demorado beijo. D. Joana me arrastou para a cama, que estava ali pertinho de nós. Ela se deitou e me puxou pra cima dela com força. Caímos e continuamos a nos beijar. D. Ana vestia uma blusa branca, com pouco decote. E uma saia que fica a altura do seus joelhos. Por cima dela pude contemplar seus seis esfregando em mim. Tirei minha boca da boca dela e comecei a beijar seu pescoço, descendo pelo seu peito, louco pra que ela tirasse aqueles melões pra fora da blusa pra que eu pudesse cair de boca. Óbvio que ela percebeu a minha intenção.
– Quer mamar um pouquinho nos meus peitões, quer?
E se levantando, me colocou de joelhos na frente dela, enquanto ela ficava sentada na cama. Tirou os dois peitos pra fora e jogou eles dentro da minha boca gulosa. Eram seios grandes, mas firmes. Ela praticamente empurrou seus volumosos seios para dentro da minha boca! Eu lambia, chupava, mamava e dava mordidas nos bicos grandes e duros.
– Isso, chupa com força. Morde os bicos, morde mais!
Eu fazia exatamente como ela pedia. Depois de deixá-los lambuzados – e de ficar com a cara lambuzada também – D. Ana se deitou e começou a subir a sua saia.
– Agora eu quero que você venha chupar a sua empregadinha safada. Me faz gozar na sua boquinha, me faz gozar muito na sua boquinha jovem.
Ela estava completamente louca! Meu pau latejava dentro das minhas calças de tanto tesão! D. Joana rapidamente tirou sua calcinha e abriu suas pernas. Vi uma boceta linda, bem aparada e com lábios grandes. Nunca tinha visto uma tão linda. Ela me puxou pela cabeça e praticamente me enfiou entre suas pernas. A única coisa que pude fazer foi cair de boca. Cravei minha língua com gosto em sua boceta melada. Chupava, corria com a língua por toda a extensão dela.
– Quero que lamba meu rabinho também meu amorzinho. Passe muito a sua língua no meu cuzinho porquê eu quero dar ele pra você também!
Foi como tomar um choque no pau! Fiquei eletrizado e chupava com mais gosto ainda. Enfiava os dedos em sua boceta enquanto a língua corria pelo seu cuzinho, que piscava a cada carícia minha. D. Joana se contorcia às minhas carícias e anunciou seu primeiro gozo. Logo sua boceta enchia minha boca do seu gozo. Minha cara estava ENSOPADA!
D. Joana então levantou-se e pegou no meu pau, rindo pra mim.
– Bota esse pau novinho na minha boca, bota.
Sem teimar com ela, fiz ela se ajoelhar na minha frente. Ela abriu sua boca molhada e devagar fui botando meu cacete, até ver ele sumir por completo. Depois tirei e voltei a colocar até o fim. Não tenho um cacete exageradamente grande, mas 20 cm são o suficiente pra deixar uma garganta desconfortável. Não para D. Joana, que engolia tudo! Dei um pouco de atenção aos seus grandes seios e tirando de sua boca, eu botei entre os bebês dela. Ela brincava com seus seios no meu caralho duro, cuspindo em cima deles. Voltei para sua boca e D. Joana me chupou deliciosamente por uns 10 minutos.
D. Joana se levantou, ajoelhou-se na cama e abriu sua bunda com uma das mãos.
-Vem meu lindo, fode minha boceta gostosa vem. Enfia esse pauzão dentro de mim!
Não vou deixar a gata esperando, não é? Me encostei atrás dela e devagar fui colocando meu pau. A cada centímetro que entrava, um gemido delicioso saía da boca de D. Joana. Enfim o pau entrou pro completo e comecei então a trabalhar. Enfiava, tirava, enfiava, tirava… primeiro lentamente, depois acelerando. O ritmo ficou ainda mais intenso quando ela começou a bater em sua própria bunda. Então ela começou a mandar que eu fizesse o mesmo. Taí uma coisa que eu ainda não havia experimentado. Mas como eu já tinha assistido alguns vídeos, sabia exatamente o que fazer. E assim eu comia D. joana com força e batia na sua bunda, a ponto de deixar ela toda vermelha em questão de minutos! D. Joana gemia como uma cadela no cio, rebolava aquela bunda grande como uma piranha. E gritava pra que eu a xingasse de todos os nomes possíveis enquanto eu a espancava. Os tapas estavam ficando mais fortes e ela pedia mais e mais. Nunca imaginei em ver D. Joana naquela posição, muito menos sendo fodida daquela forma.
Depois de muito foder ela de quatro, D. Joana se deitou. Pediu pra que eu me colocasse atrás dela, encostando meu pau na sua bunda. Estávamos suados e o corpo começava a grudar nos lençóis. D. Joana pegou meu cacete em suas mãos e foi introduzindo dentro de si. Na verdade eu só percebi que ela estava enfiando meu pau no seu cuzinho, por não ter tanta lubrificação quanto a sua boceta. Estava muito apertado e quente. Enfim os 20 cm estavam todos dentro dela. Ela tremia as pernas, gemia baixo. Até que eu comecei a mexer o quadril, tirando e empurrando. Tirando e empurrando. De gemidos abafados D. Joana começou a gemer mais forte, mais alto. Às vezes eu parava com o caralho todo lá dentro dela e sentia ele latejando lá dentro. Depois começava tudo de novo. Comecei a foder D. Joana com mais força ainda, com mais vigor. Eu beijava sua nuca, suas costas, mordia ela toda! Nossos quadris já faziam um barulho alto ao se encontrarem. Era um sonho pra mim estar comendo deliciosamente aquela coroa, que desde o primeiro dia, alimentou as minhas fantasias. Me lembrava das vezes que eu parava para ver essa mulher encostada na cozinha, com aquele corpo coberto de roupas sérias e conservadoras, mas que agora eu via quer era uma puta escondida. Aí eu fodia com mais gosto, com mais vontade.
D. Joana anunciou que iria gozar. Forcei ainda mais o ritmo das estocadas até que ela anunciou o gozo. Disse a ela que também iria gozar e que iria gozar junto com ela dentro do seu rabinho. Ela concordou e alguns segundos depois ela gozava. Foi o suficiente pra fazer meu pau explodir dentro dela num gozo extraordinário. Acho que eu estou gozando até hoje! D. Joana rebolava, querendo sugar até a última gota do meu sêmen. Meu corpo amoleceu em seguida, com o pau durinho ainda dentro dela.
– Que pau delicioso esse seu. Ainda tá duro dentro de mim. Desse jeito eu gozo de novo.
Nem precisou ela terminar a frase e comecei a mexer meu pau dentro dela, devagar. D. Joana fechou novamente os olhos e rebolava devagar. Rebolava e rebolava. Enquanto isso meu pau entrava e saía, duro como pedra. Ficou bem lisinho depois que eu gozei dentro dela. Foi assim que, em minutos, D. Joana gozava pela terceira vez, segunda com meu pau no seu cú. Ela então parou e ficou ali, quietinha.
Depois de ficarmos ali por alguns minutos curtindo, nos levantamos e fomos tomar um banho. Tomamos banho sem conversar um com o outro. Apenas tomamos o banho. Saí de lá, fui para o quarto e vesti um calção. No exato momento que vesti meu calção, meus avós chegaram e D. Joana ainda estava dentro do meu banheiro. Sentei na frente do PC e meus avós entraram dentro do quarto perguntando por D. Joana. Pensei rapidamente e disse que ela estava lavando meu banheiro. Eles saíram do quarto e foram para a cozinha guardar algumas compras que estava em sacolas. D. Joana saiu do banheiro com um cesto de roupas sujas que estava lá dentro e foi para a cozinha disfarçando ao máximo.
Bom, D. Joana e eu éramos amigos antes mesmo que isso tudo acontecesse. Depois dessa foda maravilhosa, não nos estramos. Muito pelo contrário, ainda tivemos umas aventuras até que ela teve que se mudar dali por motivos desconhecidos. Ainda somos amigos de internet tenho certeza que ela vai adorar essa pequena homenagem que fiz a ela, descrevendo os detalhes dessa louca aventura. Quem sabe ela até não me ajuda a escrever algumas das nossas escapadas?
Espero que tenham gostado!
P.S. Algumas pessoas me perguntam se meus contos são verdadeiros. A respostas: Todos os contos que eu escrever aqui são verdadeiros, você acredite ou não. 😉
Cara do Sexxxo
eu gostei dessa putaria
Eu queria ser D. Joana para voce. Nada melhor para uma jovem senhora, que um rapaz no auge de sua virilidade. Amei seu conto.
gostei
Adoro um pau duro, grande e grosso, ainda mais de um jovem sedento por prazer, estou toda meladinha, ai que gostoso.