estórias com sexo

Aventuras do Juca (trechos)

Rindo muito para deixá-la à vontade, ele a ensaboou cuidadosamente. Começou pelos curtos cabelos ruivos, onde percebera a necessidade de deixá-los mais macios e perfumados, e, prazerosamente, esfregou com o sabonete o tenro pescocinho, ombros, braços roliços, chegando nas costas e, desta forma, trazendo o corpinho esgalgado para junto do seu. Uma verdadeira delícia! A pele era maravilhosa, com o viço da primeira juventude. Nesta altura, graças à excepcional altura da menina, o seu pau, duríssimo, já estava alojado e comprimido pelo vértice das coxas gordinhas, em franco contato e atrito com a bocetinha.

Ela respirava forte, com a boca entreaberta e os olhos fechados, tendo no rostinho, quase infantil, uma expressão declarada de prazer sensual. Abraçava forte sua cintura e imprimia ondulações pequenas com os largos quadris, procurando a melhor roçadura da vagina com o dorso do cacete, que tinha entre as pernas. Repetia a deliciosa experiência que tivera na piscina e estava adorando!

Por isto, tomou um choque quando o moço saiu daquela posição gostosa, mas antes de expressar seu desapontamento, foi invadida por outras sensações deliciosas ao ter o sabonete correndo pelos seios, barriga e, maravilha, por todo o baixo ventre. Quando Juca lá chegou, fez um trabalho meticuloso e suas mãos, instigantes, produziram um mar de espuma perfumada ao correr pelo púbis, provido com um triângulo de pelinhos avermelhados, ainda em formação, e por toda a superfície das coxas longas, sem esquecer de dar um trato especial ao seu interior sedoso.

Era um trabalho que ele realizava com indizível gosto e excitamento. Seu cacete estava vibrando pela incrível tesão que o invadia. A ducha, que caia generosa sobre eles, apenas fazia desaparecer a espuma. Não abaixava a temperatura do casal. Nesta escalada sensual, ele inclinou-se para percorrer melhor a bunda fornida da guria, ensaboando as nádegas e o rego, sem descurar da vagina e, nesta posição, ficou com os bonitos seios frente ao seu rosto. Suavemente os lambeu e beijou, aumentando o calor de Dindinha, que apoiou as mãos na sua cabeça e, sem se dar conta, direcionou a boca gentil para seus peitinhos que, com os mamilos enrijecidos, ansiavam por caricias mais fortes.

Juca obedeceu e, um de cada vez, os chupou com enlevo, fazendo desaparecer, dentro de sua boca faminta, quase metade daquelas formosuras, que mordiscava e sugava com fortes movimentos de sua língua sem descurar, nem por um segundo, dos afagos intensos que fazia entre as coxas. Logo sentiu, pelos estremeções do corpinho à sua disposição, o orgasmo que invadiu a virgenzinha.

Ele teve que amparar a menina, que ficou mole, quase derreada. Completou rapidamente a enxaguada para fazer desaparecer o espuma do sabão, fechou a torneira da ducha e, molhados, foram para a grande cama do Fred. Deitados, ele somente a acariciava muito devagar, aguardando que se recuperasse das fortes emoções do banho. E ouviu, deliciado, ela murmurar “Que coisa gostosa… que bom… nunca senti tanto prazer… ai, ai… Juquinha, quero mais… mais… nem que eu morra… “.

Era a manifestação que aguardava e ele, apesar da aparente calma, mal podia esperar. O prémio era fantástico. A menina tinha um corpo maravilhoso. Toda ela era feita de formas e curvas atraentes. Tudo novinho de estalar. Juca a colocou melhor no centro da cama e ficou sobre ela, entre as coxas.

Inicialmente a fez sentir o seu peso. Ela suspirou e o abraçou, procurando sua boca, unindo-se em um beijo profundo, entrelaçando as línguas e sorvendo um a saliva do outro. Seus peitinhos endureciam comprimidos pelo tórax do rapaz e, mais excitante ainda, sentia a pressão do lindo cacete afundando sua barriguinha e apertando seu púbis.

Quando Juca sentiu que ela se abria, erguendo as pernas para o enlaçar, afastou-se um pouco e posicionou o pau na entrada da bocetinha já molhada. Observou a glande túrgida cobrir-se parcialmente pelos grandes lá-bios e voltou sua inteira atenção para a menina que ia tornar mulher.

Ela estava coradíssima. Olhos fechados, boca aberta, passando a língua nos lábios avermelhados pelos beijos intensos e transpirando sensualidade e expectativa. Juca adorou e disse “Dindinha… olhe para mim… assim… e não os feche… nunca… está bem, amor?… ” Com os olhos abertos e fixos nos seus, o rosto muito próximo, Juca a cingiu pelo dorso estreito, segurando a base dos seios e, pressionando os mamilos enrijecidos com os polegares, iniciou a penetração.

À medida que introduzia o vigoroso pénis na bocetinha apertada, acompanhava, deliciado, as reações que se estampavam no rostinho corado. Quando encontrou uma resistência maior, soube que se defrontava com o selo da castidade e delirou de alegria. Finalmente estava prestes a desvirginar uma moça! Seu pau tinha deslizado até ali com certa facilidade, em função da lubrificação que a tesão da menina tinha providenciado, mas, agora, era detido pela barreira da virgindade. Através das mãos, sentiu o disparar do coração da parceira e assistiu o rosto ficar quase escarlate e os olhos encherem-se de lagrimas quando se impulsionou para dentro da boceta, até então, intocada.

O rompimento do cabaço foi acompanhado por um gemido gutural e Juca, recebendo a respiração aquecida, completou o caminho, preenchendo toda a extensão do apertado túnel e parando somente quando uniu os púbis e sentiu o jovem útero na cabeça do pau.

Uma glória! Tinha que degustar cada detalhe. Ficou estático, firmemente enterrado até o cabo, sentindo o palpitar violento da jovem violada e desfrutando as lágrimas que fluíam dos olhos arregalados que não deixavam de o fitar. O seu cacete vibrava na gostosa prisão e ele fruía o calor escaldante do corpinho da menina. Quando estes sintomas diminuíram, ele a beijou, provando a sua saliva de mistura com as gotas salgadas de suor de seu rosto. Lentamente, ela começou a movimentar as coxas contra seu corpo, procurando acomodar o gigante dentro dela e diminuir a dor do desvirginamento.

Deslumbrado, ele começou leves metidas, não tirando mais que a metade do pau fora da boceta, para voltar ao ponto máximo da enterrada, deslizando gostoso. Beijava e metia, beijava e metia e, em poucos minutos, soube que a dor e o desconforto da menina tinham se transformado em prazer. Um prazer que se acentuava rapidamente e que era sobejamente demonstrado pelo movimentos de sua pélvis, a agitação de suas pernas erguidas contra as laterais de seu corpo e, sobretudo, pelos seus beijos ardentes e gemidos de tesão.

Ele conheceu que ela estava à beira do seu primeiro orgasmo vaginal e tomou duas providências para que seu gozo fosse forte e integral. Ele queria que ela sempre se recordasse, com real satisfação, da sua primeira vez. Passou as mãos por baixo da bunda, apoderando-se das nádegas acetinadas e atacou os peitinhos, lambendo-os e chupando com ardor, ao mesmo tempo que intensificava as metidas, imprimindo fortes movimentos às nádegas contra seu cacete e, quando ela começou a gozar, não se esqueceu de cutucar, com um dedo grosso, o cuzinho mimoso. Com um seio enterrado na boca faminta, metendo cadenciadamente, olhava, siderado, ela uivar de prazer, jogando a cabeça de um lado para outro, com os olhos quase vidrados. Assim, ela gozou desesperadamente, retorcendo o corpinho, trancando as pernas ao seu redor e gorgolejando “Ai… ai… que delicia… estou morrendo… é demais… bom demais…“. Quando os estremeções de prazer foram diminuindo, até cessarem, Juca, felicíssimo, também parou as metidas, soltou as nádegas e, desgrudando-se do seiozinho que mamava com tanto gosto, saiu com muito cuidado de cima dela, retirando o cacete, duríssimo, bem devagar da bocetinha incendiada. Não se importou por ter deixado de gozar. Ficaria para mais tarde. O mais importante havia sido conseguido e deixou-a descansar da formidável experiência.

Algum tempo depois, reparou que ela estava dormitando e deixou a cama, dirigindo-se ao banheiro para lavar o cacete que, alem de melado, tinha vestígios de sangue. Não muito, mas tinha a prova do defloramento. Feliz da vida, ele se lavou e voltou à cena da sua primeira conquista real.

Agora tenho que completar o serviço…” – pensou alegremente – “o material é meu e tenho que estrear tudo… se der tempo, não deixarei nada para ninguém se vangloriar mais tarde… “. E, com estes pensamentos elevados, correu de volta para junto da menina.

Que tal? gostou?… doeu muito?… ” foi perguntando à ex-virgem que sorria, muito satisfeita, enquanto se ajeitava nos travesseiros. “Juquinha… foi maravilhoso… doeu muito… mas valeu demais… prometa que faremos mais vezes… muito mais vezes… prometa…” respondeu e pela carinha que fazia, ele teve certeza que a pedida era para já.

Juca a puxou pela mão, fazendo-a sair da cama e chamando sua atenção para os pequenos filetes de sangue seco que enfeitavam o vão de suas coxas. Ela riu e foi se lavar, ouvindo às suas costas um “capriche na limpeza, que eu vou mostrar uma coisa que vai adorar” dito com voz insinuante e que a deixou, de imediato, ainda mais excitada.

Logo voltou toda perfumada, com os olhos brilhantes pelo que iria acontecer. Juca a fez sentar-se na beira da cama e, de pé à sua frente, sugeriu docemente, enquanto acariciava seu rosto “Abra bem a boca e ponha a língua para fora… vai… e feche os olhos… é uma surpresa…” Ela fechou os olhos à contra gosto, pois adorava contemplar o corpo atlético do moço e, principalmente, o aparelho genital, que ela não cansava de admirar e queria decorar todos os seus mínimos detalhes.

Ele, pegando o cacete que estava apenas meio duro, pousou a glande sobre a língua rosada que ela, obedientemente, colocara para fora da boca aberta. “Não diga nada… apenas sinta e depois, sem abrir os olhos, você vai dizer o que é isto e o gosto que tem… se adivinhar, vai ganhar um prémio.

Ele não havia ejaculado, a sua tesão aumentou velozmente pela libidinagem em curso, o cacete enrijeceu e começou a liberar liquido pré-seminal e, cuidadosamente, deslizou a cabeça do pau na língua quente e molhou os lábios e dentes com seu fluido. Em seguida, afastou o bruto e a fez fechar a boca dizendo

Prove agora… não abra os olhos, prove e fale o que achou…

Dindinha estava emocionada. Passou a língua sobre os lábios e dentes, engoliu e, muito corada, balbuciou

Não sei… é diferente…

Juca, adorando a sacanagem, falou

Está bem… abra de novo a boca e com a língua de fora…

Obedecido, levou outra vez o cacete à boquinha e o deslizou sobre a língua até fazer sumir a glande dentro da boquinha, dizendo

Experimente agora com mais vagar.

Como esperava, ela fechou os lábios e passou a mamar a robusta ponta de seu pau e, mais uma vez ele saiu, prevenindo rápido

Não abra os olhos! diga agora o que achou…

É um gosto diferente… mas é bom… é macio… deixe provar mais um pouco…

Juca desvaneceu-se “Mas você sabe o que é?” e ela, sorrindo, balançou afirmativamente a cabeça sem abrir os olhos “Então venha cá…. continue com os olhos fechados...”disse ele e a deitou no meio da cama e, colocando-se no sentido contrário, foi beijando e acariciando todo seu corpo a partir do rosto, dando um trato magistral nos peitinhos rijos, lambendo e mordiscando o ventre macio e, sem delongas, no meio das coxas, abocanhando a bocetinha que já estava molhada.

Fez ela ficar deitada de lado e, na mesma posição, enlaçando as nádegas gordinhas, pousou o rosto no interior acetinado das coxas e iniciou uma chupada perfeita na bocetinha castigada. Mamava o clitóris abotoado e introduzia a língua bem fundo na vagina, alem de mordiscar, levemente, os grandes e pequenos lábios, recebendo na boca e no rosto, em troca, uma ducha dos líquidos que fluíam abundantemente. Ela ronronava com o prazer intenso à que estava sendo submetida e se abraçava forte às suas coxas cabeludas e, acariciando a bunda dura. Logo achou o pesado saco e o cacete duríssimo que, naturalmente, começou a chupar e lamber, adorando seu calor e o aveludado da pele. Mas sensacional mesmo era seu sabor. Se afogando com toda aquela massa vibrante, pensou que poderia passar horas inteiras degustando aquelas delicias.

Na verdade, estava gozando seguidamente e seu coração quase parou quando ele interrompeu a chupada, ajoelhou-se e disse

Dindinha… agora vou comer o seu rabinho!… fique de quatro, por favor… “.

Ela obedeceu e, enquanto ele admirava suas costas, cintura e o formoso traseiro, ciciou

Vai doer?… vai?“.

Juca não teve coragem de mentir

“Um pouco… um pouco só… mas não se assuste… você não quer ser minha de maneira completa? me dar tudo o que eu quiser e assim provando que gosta de mim?”

Assim falando, ele já estava cuidando de, após lubrificar o cacete nos líquidos que vertiam, em grande quantidade, da bocetinha, posicionar, já forçando, a cabeça do pau na porta do cuzinho virgem. Ela, embora já sentindo a primeira ferroada, procurou negociar e, enchendo os olhos claros de lágrimas, disse

“Está bem, Juquinha querido… pode fazer o que quiser… mas me prometa que, depois disso, você vai repetir as coisas deliciosas que já fizemos… promete…”

Mas Juca, empolgadíssimo pela beleza tenra e virgem daquela bunda que estava inaugurando, não respondia. Bufava, concentrado no caminho que seu cacete estava trilhando. Deliciava-se com as sensações maravilhosas que estava extraindo ao desbravar, pela vez primeira, aquele túnel macio, quente, apertado e, sobretudo, vibrante, que reagia com contrações sensíveis ao redor do invasor implacável.

Somente quando completou o enrabamento ao colar-se nas nádegas esculturais, teve ouvidos para as palavras chorosas da menina, que, entre gemidos de dor, continuava querendo garantir mais prazer sexual ao término daquele sofrimento

Ai… ai… Juca… ui… ui…. amor… prometa que depois…. ui…. ai…. vamos fazer mais aquelas… uiii… aiiiii…. coisas gostosas…. aiiii….

Sem se comover, disse “Pode ficar tranquila…. depois de arrombar este cuzinho gostoso, você vai levar muito, mais muito mais pau…. não vou deixar nada por fazer…. sou capaz até de meter no seu ouvido e umbigo…. ” e ria malvadamente quando, sem maiores considerações à aflição da iniciante na foda anal, passou a meter forte no cuzinho já em brasa. Ele bombeava implacavelmente, deliciando-se horrores, e ela gemia chorosa, com os belos olhos amarelados rasos d”água. Nem mesmo os amassos em seus peitinhos sensíveis e as introduções de dedos na boceta, aliviava a dor do cacete estourando seu traseiro.

Logo a situação piorou, pois ele a fez deitar-se e largou todo seu peso sobre seu corpinho e passou a morder sua nuca, sem deixar de meter, com força, aquela tora que parecia estourar suas entranhas, entrando cada vez mais fundo dentro dela.

Caceta! se esta vagabundinha um dia se queixar da sua primeira vez – pensou Juca – será uma grande mentirosa… teve tudo que uma mulher pode ter em toda sua vida sexual no espaço de menos de duas horas…“. Cansado, esparramou-se na cama para repousar dos embates intensos, mas, quase em seguida, foi alertado pela voz de Sebastiana o chamando.

Saltou da cama, vestiu seu roupão e correu para o corredor, onde se debruçou no inicio do corrimão da grande escadaria e avistou a negra, opulenta como sempre, no salão em baixo “Oi Sebastiana – disse, chamando sua atenção – já voltou?… vai ficar para o almoço?”

A negra, avistando-o e passando a língua nos grossos lábios, falou “Oh! meu bem… não vou poder… dei uma fugida para apanhar Dindinha e… também para dar uma espiadinha em você – acrescentou em voz baixa, depois de certificar-se que estavam a sós – estava louca de saudades… “

Juca sorriu desvanecido e, para ganhar tempo, falou “Queridona… pegue um copo de refrigerante e me traga aqui… ” A negra resplandeceu com o “queridona” e foi, quase correndo, à cata do pedido. Juca disparou para dentro do apartamento e instruiu Dindinha a vestir o maiô e aguardar que Sebastiana entrasse na saleta e, enquanto ele a distraísse, ela que escapulisse e fosse à piscina para se lavar. Viu, satisfeito que ela estava toda marcada de esperma seco que formava crostas esbranquiçadas, principalmente na carinha abusada.

Ouvindo os passos da mulher subindo as escadas, Juca foi esperar perto da porta. Quando ela entrou, ele, sem tomar conhecimento do copo oferecido, a tomou pelos braços roliços e a puxou para dentro, tomando o cuidado de deixá-la de costas para a porta e o arco que separava a saleta do dormitório e, sem nada falar, forçou-a a se ajoelhar e abriu o roupão. Ela olhou-o com olhos brilhantes e, em seguida, baixou a vista para o cacete amolecido, mas ingurgitado pelo uso intenso à que estivera submetido por toda a manhã e, com a mão livre pois a outra segurava o copo cheio de guaraná, carinhosamente o empalmou e o dirigiu à boca saudosa de seu volume e gosto.

E mamou com intensidade, revivendo instantaneamente, todo o prazer ensandecido que a consumira poucas horas antes. Dindinha apareceu no vão do arco e, absolutamente espantada com a cena da sua querida Sebá, ajoelhada e chupando o pau do Juca com tanta voracidade que até grunhia, passou lentamente em direção à porta, onde ficou estática com a boca aberta, sendo tomada, novamente, por ondas de tesão que molhavam a sua bocetinha. Juca, já com o pau duro pela gostosa chupação, notou, preocupado, a atitude da menina que se acendia visivelmente ao contemplar aquela sacanagem e gesticulou vivamente, até conseguir chamar sua atenção. Com ar severo, ordenou com a mão que se retirasse.

Pesarosamente, Dindinha saiu e Juca somente sossegou quando ouviu, ao longe, o barulho de seu impacto nas águas da piscina. Suspirou e tomou o copo de guaraná da mão da negra que, absolutamente empolgada, chupava seu pau. Quando terminou de beber, afastou a boca voraz e, antes que viessem as reclamações e queixumes, disse “Queridona… estou ouvindo a menina lhe chamar… desça correndo antes que ela apareça por aqui e nos veja assim…”. A estratégia funcionou e Sebastiana, muito temerosa de ser surpreendida, reprimiu sua tesão e, após obter a promessa de continuarem em outra ocasião, foi ao encontro da mocinha.

Mantendo-se dentro do apartamento, ouviu a conversa distante das duas. Percebeu que Sebastiana apressava a menina para se vestir, fazia muitas perguntas procurando esclarecer porque ela estava tão corada e andava com dificuldade. Divertido escutou a ex-virgem explicar que tinha se batido nas bordas da piscina e, finalmente, respondeu às despedidas das duas. Da janela, ao fundo do corredor, assistiu-as se afastarem da mansão, a negra com o andar vigoroso e ondulante e a menina caminhando com dificuldade. E riu, feliz, sabendo que o causador do andar trôpego, tinha sido ele, ao arrombar o cuzinho e estourar o cabaço da inocentezinha. Tinha sido formidável e ele ficou determinado a deflorar e iniciar tantas menininhas quanto pudesse deitar as mãos.

Moloch